10 dados para pensar a experiência do cliente em 2026

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Dois em cada três consumidores brasileiros deixaram de comprar de alguma marca em 2025 por terem passado por uma experiência ruim com ela. Esse dado presente no CX Trends 2026, realizado pelo Opinion Box em parceria com a Octadesk, mostra a importância de as empresas pensarem na experiência do cliente. Então, aqui apresentamos dez dados para levar em consideração nessa área.

Destaques da experiência do cliente em 2026:

  • 65% dos consumidores desistem da compra on-line diante de um frete muito caro;
  • 54% do público tem o costume de comprar à noite ou já alta madrugada;
  • somente 20% dos usuários tiveram experiências positivas com chatbots;
  • e 18% dos brasileiros esperam, acima de tudo, transparência das marcas.

A experiência do cliente em 2026 explicada em 10 dados

O relatório CX Trends 2026 traz as opiniões de mais de 2 mil consumidores conectados pelo Brasil. As respostas apontam uma série de tendências em experiência do cliente para acompanhar.

1) Marketplaces sobem ao topo

Os marketplaces tornaram-se o canal de vendas mais popular dos consumidores on-line no País. No CX Trends 2025, 66% dos entrevistados declararam ter comprado nesse modelo, que era o segundo mais usado, atrás das lojas virtuais. Já em 2026, o percentual subiu para 78%, assumindo a liderança nacional.

2) Preço do frete é decisivo

O frete pode motivar ou afastar a venda. Por um lado, 66% dos consumidores colocam o frete grátis entre os principais fatores que levam à compra de um produto. Por outro, 65% dizem que o frete muito alto os fazem desistir de comprar. O valor do frete ainda é o principal elemento de decisão entre duas lojas, quando ambas oferecem o mesmo preço.

3) Qualidade leva à fidelidade

A comunicação pode ajudar sua empresa a atrair novos clientes. Mas é a qualidade do produto ou serviço que será a principal responsável por retê-los, aumentando o lifetime value (LTV) dos compradores. Quase dois terços dos entrevistados (64%) citam esse fator entre os principais motivos para comprar novamente de uma marca. O cuidado com a experiência do cliente, portanto, deve ser se refletir materialmente.

4) Compras noturnas

A maioria das compras no e-commerce ocorre fora do horário comercial. Mais da metade do público (54%) costuma comprar on-line à noite ou durante a madrugada. Daí a importância de oferecer o atendimento 24h, mesmo que automatizado, e criar um ambiente virtual com informações claras e completas para que o consumidor não precise tirar dúvidas (e ficar esperando pela resposta).

5) Robôs de atendimento precisam evoluir

Falando em atendimento automatizado, apenas 20% dos consumidores ouvidos no CX Trends 2026 tiveram uma experiência positiva com chatbots. Esse é o mesmo percentual do levantamento de 2025. Entretanto, a parcela de brasileiros que valorizam a capacidade de um robô conectá-los com um atendente humano quando necessário subiu de 54% para 63%, sugerindo que a tecnologia precisa evoluir para resolver as necessidades do público.

6) Desconfiança se mantém alta

Seis em cada dez consumidores (56%) admitem que sentir desconfiança na empresa é um fator para a desistência da compra. O patamar manteve-se praticamente inalterado desde a edição anterior do levantamento. Esse dado da experiência do cliente reforça a necessidade de investir no visual profissional do canal de vendas, ter uma presença forte on-line, apresentar informações claras sobre os produtos e deixar as avaliações dos clientes à vista.

7) Comentários fortalecem a confiança

É preciso reforçar o papel das avaliações dos produtos, já que esse é o terceiro método favorito dos brasileiros para buscar informações antes da compra. As pesquisas no Google vêm em primeiro lugar, com 58%, o Reclame AQUI aparece na segunda posição, com 49%, e os comentários nos próprios produtos têm 48%.

8) Intimidade compensa

Muito se fala de personalização, mas isso exige estratégias para estabelecer uma conexão direta com os consumidores. Para 53% dos brasileiros, o canal de comunicação mais eficaz para receber ofertas personalizadas é o e-mail, seguido pelas mensagens no WhatsApp, com 42%.

9) Programas de fidelidade

Três em cada quatro entrevistados no CX Trends 2026 sentem-se mais inclinados a comprar de empresas que oferecem programas de fidelidade. Mas, atenção! As principais razões para se inscrever neles são o acúmulo de milhas ou pontos para viagens (57%), descontos exclusivos (48%) e a facilidade de acumular recompensas (43%).

10) Transparência na experiência do cliente

Uma palavra destaca-se acima de todas as outras em relação à expectativa dos consumidores para 2026: transparência. Eles procuram relações transparentes com as marcas, mais que a inovação, mais que a personalização. Isso levanta a pergunta: como sua empresa pode trazer maior clareza para esse relacionamento?

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/10-dados-para-pensar-a-experiencia-do-cliente-em-2026/

7 tendências de marketing digital para o sucesso da sua empresa

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Inteligência artificial. Influenciadores. Diversidade de formatos. Personalização. São muitas tendências de marketing digital para acompanhar e as empresas que não souberem se adaptar a elas correm o risco de se tornarem irrelevantes. Mas, para facilitar, o Negócios SC oferece adiante uma seleção de tópicos que merecem especial atenção.

Veja as tendências de marketing digital em destaque:

  • conteúdos postados por colaboradores têm o dobro de cliques;
  • 71% dos profissionais dizem que vídeos curtos têm melhor desempenho;
  • 67% notaram uma mudança no comportamento das buscas on-line;
  • influenciadores e comunidades de nicho vem ganhando maior importância.

1) Conteúdo autêntico contra a mesmice

É verdade que ficou mais fácil gerar conteúdo com a inteligência artificial (IA). Mas isso teve um efeito indesejado. Se conteúdos genéricos e sem personalidade já eram um problema, a “teoria da internet morta” tem ganhado força, com o meio digital dominado por atividades de bots e geração automatizada.

Inclusive, o relatório “Digital Marketing Trends 2026”, da Brandwatch, identificou um crescimento de 200% apenas em 2025 nas menções ao termo “slop”. Ele faz referência ao conteúdo desleixado feito por IA.

As marcas que quiserem se destacar daqui para a frente precisarão ter uma voz própria, contar com a criatividade humana e investir em histórias reais.

2) Colaboradores à frente do marketing digital

O conteúdo produzido pelos colaboradores, não só da equipe de marketing, é um dos seus maiores recursos para entregar autenticidade na comunicação.

De acordo com o LinkedIn, apenas 3% dos funcionários fazem publicações sobre as empresas em que trabalham. Contudo, esse tipo de compartilhamento traz uma taxa de cliques (CTR) duas vezes maior em comparação com posts idênticos divulgados pelas respectivas organizações.

Entre as tendências de marketing digital mais importantes do momento, então podemos recomendar o uso das vozes internas da empresa para ampliar o alcance de forma orgânica e confiável.

3) Vídeos curtos trazem bom retorno

O vídeo curto consolidou-se como o formato com melhor desempenho no marketing digital, na percepção dos profissionais de marketing. Como detalha um relatório da Wyzowl de 2026, 71% avaliam que os vídeos de até 60 segundos oferecem um maior resultado proporcional.

O formato lidera tanto em consumo quanto em planos de investimentos para este ano. Felizmente, o interesse do público por conteúdo autêntico reduz a obrigação de sua marca investir em superproduções, o que favorece o custo-benefício do vídeo marketing.

4) Personalização de verdade

Personalizar o marketing é prerrequisito de uma boa estratégia, não um extra, um diferencial. Para 93% dos profissionais ouvidos no “The State Of Marketing 2026”, da HubSpot, essa prática melhora os resultados na geração de leads e nas vendas.

Entretanto, apenas 13% das equipes aplicam um alto grau de personalização com base em dados comportamentais ou públicos semelhantes. Isso significa que há um espaço enorme para as marcas usarem os hábitos de compra, interesses da audiência e histórico das interações de maneira estratégica.

5) Buscas conversacionais

Dois em cada três marqueteiros (67%) concordam que o comportamento de busca está migrando para ferramentas de IA e descoberta social, conforme os dados da Brandwatch.

Os resultados do modo IA no Google também apontam uma evolução nesse sentido. As buscas em 2025 ficaram mais longas, com mais perguntas por sessão. Isso quer dizer que os usuários estão tendo conversas mais aprofundadas na procura por respostas.

Muitos negócios terão de rever sua produção de conteúdo e estratégia de SEO nesse contexto. Agora é prioridade estruturar o conteúdo com profundidade, dados bem organizados, respostas objetivas e autoria clara para facilitar a captação pelos modelos de linguagem.

6) Micro-influenciadores

O marketing de influência hoje é um dos grandes pilares da comunicação digital. Como prova disso, 77% das empresas ouvidas pela HubSpot planejam aumentar os investimentos nessa área em 2026.

Então, um conselho: parcerias com criadores locais e de nicho podem gerar resultados bastante satisfatórios com orçamentos mais enxutos. Essa é uma boa notícia especialmente para os pequenos negócios que buscam ampliar a presença na internet.

Ainda de acordo com o “The State Of Marketing 2026”, as empresas relatam o maior sucesso com influenciadores na faixa de 10 mil a 100 mil seguidores. Essas audiências, segundo o relatório, são mais específicas e engajadas.

7) Comunidades de nicho

Um sinal de amadurecimento do mercado nas tendências de marketing digital vem do maior foco na qualidade em vez da quantidade.

Segundo a HubSpot, quatro em cada dez profissionais avaliaram como eficaz a estratégia de migrar de plataformas mais amplas para comunidades de nicho. Estas são menores, é verdade, mas entregam maior qualidade de conexão.

Exemplos de comunidades do tipo incluem grupos no WhatsApp e fóruns especializados. Eles oferecem uma taxa de conversão melhor porque reúnem consumidores com um interesse bem definido.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/7-tendencias-de-marketing-digital-para-o-sucesso-da-sua-empresa/

Consumo de moda em SC pode movimentar R$ 3,15 bilhões por mês

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O consumo de moda em Santa Catarina gera um gasto médio mensal de R$ 413,72 por consumidor, segundo o Sebrae SC. O mercado potencial do Estado então é avaliado em R$ 3,15 bilhões por mês. Mas esse público tem algumas sutilezas de comportamento de compra, você sabe quais são?

Entenda o consumo de moda em Santa Catarina:

  • 60,5% dos catarinenses compram roupas apenas eventualmente;
  • 49% vão às compras já com os produtos bem definidos;
  • três em cada quatro costumam comprar em lojas físicas;
  • e 58,4% dizem nunca acompanhar tendências de moda.

Comportamento de consumo de moda

O consumo de moda em Santa Catarina e no Brasil é mais planejado que impulsivo. Especialmente no Estado, 49% dos catarinenses vão às compras já com o produto bem definido, aponta a pesquisa “Comportamento do Consumidor de Moda e Vestuário em Santa Catarina”, do Sebrae SC.

Esse planejamento se reflete na frequência de compras. Apenas 31,7% dos catarinenses compram no setor ao menos uma vez por mês. A grande maioria (60,5%) é de consumidores eventuais.

Enquanto isso, o levantamento “Consumo de Moda no Brasil”, do Opinion Box, revela que 39% do público nacional adquire itens de moda ao menos uma vez por mês. E um terço dos consumidores no País gastam acima de R$ 300 mensais com roupas, calçados e acessórios.

Faixa de consumo de moda mensal pelos brasileiros:

  • Até R$ 50: 6%
  • R$ 51 a R$ 100: 9%
  • R$ 101 a R$ 200: 29%
  • R$ 201 a R$ 300: 19%
  • R$ 301 a R$ 500: 12%
  • Não sabe: 4%

Considerando o consumo dos três meses anteriores ao levantamento, os itens mais adquiridos foram os calçados, comprados por 55% das pessoas ouvidas. Blusas (46%), calças (40%) e roupas íntimas (36%) vêm mais abaixo. Destaca-se também a menção à moda fitness por 32% do público.

Fatores de decisão na compra de roupas, calçados e acessórios

Em Santa Catarina, a qualidade é o principal fator envolvido na decisão de compra, apontado por 42,8% dos consumidores. Ela supera a utilidade e praticidade (27,9%), o preço (19,5%), a marca (4,2%) e a tendência (3,6%), como informa o Sebrae SC.

Mas o que os catarinenses buscam, na verdade, é um bom custo-benefício. Até porque 68,2% afirmam pesquisar preços com alta frequência.

Então, se a qualidade das peças é essencial, os consumidores procuram economizar na escolha do local. Ao menos, esse é um comportamento generalizado entre os brasileiros, conforme ressalta o Opinion Box.

Fator mais importante ao escolher onde comprar produtos de moda:

  • Preço: 27%
  • Qualidade dos produtos: 18%
  • Promoções e descontos: 11%
  • Variedade de produtos: 9%

Aparecem em seguida respostas como “formas de pagamento”, “avaliações dos clientes”, “facilidade de troca”, entre outras.

Catarinenses preferem a loja física no consumo de moda

A jornada de compra em moda é híbrida, mesclando os canais on-line ao off-line. Contudo, os catarinenses têm uma clara preferência pelas lojas físicas. O Sebrae SC mostra, inclusive, que 75,3% dos consumidores no Estado fazem compras no setor dessa forma, embora 60% já tenham usado o e-commerce alguma vez.

Locais mais procurados pelos catarinenses para o consumo de moda:

  • Lojas do centro: 68,5%
  • Marketplaces: 37,6%
  • Shopping centers: 29,7%
  • Lojas virtuais das marcas: 26,1%
  • Lojas de bairro: 16,9%

Vem do levantamento do Opinion Box algumas possíveis objeções à compra on-line. Em primeiro lugar, 47% dos brasileiros dizem não pedir roupas, calçados e acessórios pela internet porque gostam de experimentar ou tocar nas peças antes de comprar. A sensação de risco também é relatada por 30% dos entrevistados.

Além disso, a melhor experiência, a maior praticidade de troca e sair com o produto em mãos são outros atrativos da loja física frente ao e-commerce.

A importância da mídia para a moda em Santa Catarina

Uma informação relevante dessas pesquisas diz respeito à relação dos consumidores com as tendências de moda. No Brasil, 53% dos consumidores afirmam não seguir tendências de moda, segundo o Opinion Box. Em Santa Catarina, esse percentual chega a 58,4%, conta o Sebrae SC.

Nas redes sociais, a situação também surpreende: 44% dos brasileiros não seguem perfis de marcas de moda e 51% não acompanham influenciadores do setor. Os dados são do “Consumo de Moda no Brasil”.

Isso significa que uma estratégia de comunicação centrada na internet ou no público que acompanha tendências de moda on-line não abrange a totalidade dos consumidores no setor.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/consumo-de-moda-em-sc-pode-movimentar-r-315-bilhoes-por-mes/

Marketing médico regional: como posicionar sua clínica localmente?

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No setor de serviços e em especial na área da saúde, o principal público das empresas é o local. Nesse cenário, dominar o marketing médico regional é indispensável para que clínicas e consultórios se destaquem em suas cidades. Mas, em um segmento pautado pelo cuidado, a estratégia de comunicação deve ir além da simples visibilidade.

Saiba como acertar no marketing médico regional:

  • a credibilidade aliada à segmentação é o que atrai novos pacientes;
  • a integração entre mídias tradicionais e canais digitais reforçam a marca;
  • inclusive, a presença off-line é capaz de aumentar as buscas on-line;
  • e o conteúdo bem feito gera autoridade para profissionais e clínicas.

SEO local

A jornada do paciente começa, muitas vezes, no Google. Mesmo diante de sintomas concretos, 37% dos brasileiros costumam ir primeiro à internet buscar informações, segundo uma pesquisa da Globo. Depois, na hora de encontrar médicos e clínicas, o meio digital é igualmente importante.

O Google Perfil de Empresas, então, é um ponto de partida obrigatório para o marketing médico regional. A plataforma gratuita do Google permite que o negócio apareça nos resultados de busca locais com endereço, horário de funcionamento, fotos e avaliações dos pacientes. E manter a ficha da clínica atualizada com a descrição das especialidades atendidas aumenta as chances de aparecer em destaque.

Complementar essa presença com um site empenhado em SEO local, usando termos que o público da região usa nas pesquisas, amplia ainda mais seu alcance orgânico.

Tráfego pago no Google e nas redes sociais

O SEO orgânico leva tempo para gerar resultados. Acelerando o processo, os anúncios pagos são uma alavanca digital. Não à toa, 70% das clínicas e hospitais no Brasil investem em anúncios pagos no Google e nas redes sociais, de acordo com os dados de Doctoralia e Feegow.

No Google Ads, por exemplo, é possível segmentar campanhas por cidade, bairro ou até raio de distância a partir da clínica, garantindo que o investimento chegue a quem realmente está na área de atendimento.

Já nas redes sociais, o Meta Ads (Facebook e Instagram) permite segmentações por faixa etária, renda estimada e interesses relacionados à saúde. Para clínicas especializadas em determinados públicos, essa precisão reduz o custo por resultado e aumenta a taxa de conversão.

Conteúdo patrocinado em portais de notícias regionais

Publicar conteúdos educativos em portais de notícias da região é uma das estratégias mais eficientes para construir autoridade no marketing médico regional. Um artigo assinado por um médico especialista ou uma entrevista em um veículo de credibilidade local não apenas informa o leitor, mas reforça a percepção de expertise do profissional.

Esses materiais também geram backlinks de alta qualidade para o site da clínica, o que contribui para a melhora do posicionamento orgânico no Google. Um portal com boa reputação digital, ao citar o site da clínica, transfere parte dessa autoridade para o domínio do negócio. Além disso, conteúdos sobre prevenção, cuidados sazonais e orientações de saúde têm alto potencial de compartilhamento espontâneo.

Rádio e televisão no marketing médico regional

A mídia tradicional exerce um papel central na construção de confiança, proporcionando uma visibilidade qualificada para os negócios.

O rádio, por exemplo, está presente na vida de 80% dos catarinenses, conforme uma pesquisa da Acaert, e 64% dos ouvintes confiam nos comerciais ouvidos nesse meio.

Para clínicas de saúde, aparecer em programas locais ou ter um comercial veiculado em emissoras regionais cria um “efeito halo” de confiança. Isso porque o público associa a marca à credibilidade do veículo.

Outro benefício de anunciar na mídia tradicional é o impulsionamento das buscas digitais. Após uma campanha na televisão ou no rádio, é comum haver o aumento nas pesquisas pelo anunciante no Google.

Mídia externa

Ver o nome do estabelecimento de forma recorrente em painéis digitais, outdoors e outros formatos de mídia externa traz a sensação de que aquela referência de saúde está sempre por perto.

Nesse sentido, que tal usar QR Codes nos seus anúncios? De acordo com a Offerwise, 81% dos consumidores brasileiros já apontaram a câmera do celular para escanear algum código do tipo.

Com esse gesto simples, o paciente acessa diretamente a página de agendamento on-line ou o WhatsApp da clínica, unindo a presença física ao ambiente digital. Para completar, a integração facilita medir o desempenho do anúncio.

A prova social como gatilho de decisão

Segundo o “Panorama das Clínicas e Hospitais 2025”, o principal critério para a escolha de um profissional de saúde são as opiniões de outros pacientes. A busca por essas avaliações pode ocorrer tanto no Google, em meio aos comentários feitos no Google Perfil de Empresas, quanto em sites agregadores da área médica.

Entretanto, mais que acumular avaliações, a forma como se responde às opiniões dos clientes também demonstra cuidado e profissionalismo. É essa gestão da reputação que vai garantir o sucesso da sua estratégia de marketing médico regional.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-medico-regional-como-posicionar-sua-clinica-localmente/

Anúncios gerados por IA ajudam ou atrapalham sua marca?

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Os anúncios gerados por IA, enquanto recurso amplamente difundido, ainda é algo recente no mercado. Mas a adesão à publicidade automatizada tem sido rápida, embora os resultados dessa prática dividam opiniões. Como mostraremos a seguir, uma linha tênue separa os possíveis benefícios e os riscos da inteligência artificial.

Vantagens e desvantagens dos anúncios gerados por IA:

  • 64% dos anunciantes apontam a eficiência de custos como benefício;
  • esse tipo de publicidade pode provocar reações emocionais mais fortes;
  • mas as respostas incluem um aumento de confusão e estranhamento;
  • além de 30% dos jovens considerarem os anúncios com IA inautênticos.

Quando os anúncios gerados por IA ajudam

Assim como a publicidade gerada por inteligência artificial (IA) é relativamente nova, os estudos do impacto dela também têm pouco tempo. Não à toa, os resultados ainda são inconclusivos ou até mesmo contraditórios.

Do lado das vantagens, a eficiência de custos tornou-se a principal motivação dos anunciantes. Segundo os dados da IAB e Sonata Insights no estudo “The AI Ad Gap Widens”, 64% das empresas citam esse benefício dos anúncios criados com IA.

Outro ponto positivo é a facilidade de experimentação. Com a produção mais barata e rápida, é mais viável realizar testes A/B com variações dos criativos, identificando qual gera melhores resultados. Essa capacidade é especialmente útil em campanhas digitais, que permitem a medição direta das conversões conforme as mudanças feitas no anúncio.

Enquanto isso, a Coca-Cola desenvolveu a campanha “O Natal Chegou” toda com IA sob a justificativa de a marca poder customizar as propagandas para as diferentes regiões de veiculação.

Quanto ao impacto emocional, uma análise da Kantar e da Affectiva – iMotions com 356 anúncios em vídeo revelou que os feitos com IA generativa apresentaram maior expressividade média, conforme a leitura das expressões dos participantes do teste, com mais sorrisos e manifestações de surpresa.

Ou seja, quando bem executada, a publicidade gerada por IA pode proporcionar um engajamento emocional superior ao de peças criadas por pessoas.

Quando a inteligência artificial atrapalha a publicidade?

O problema começa quando a intensidade emocional não tem o efeito desejado. A mesma análise da Kantar mostrou que, ao lado das reações positivas, há um aumento de sinais de confusão, estranhamento e leve desconforto com essa publicidade não humana.

Uma pesquisa da NielsenIQ também apontou que anúncios gerados por IA são avaliados como mais irritantes, entediantes e confusos que os produzidos por métodos tradicionais. Inclusive, entre os consumidores da Geração Z, 30% consideram as marcas que usam IA como inautênticas e 25% as veem como impessoais, de acordo com a IAB.

Há ainda o perigo de enfraquecer a identidade da marca. A automação da publicidade costuma produzir um branding mais fraco, se não houver um direcionamento muito preciso para a ferramenta generativa.

Falando em falta de direcionamento, a sobrecarga visual é um problema comum de anúncios gerados por IA. Falta hierarquia de informações e refinamento nas artes estáticas. Já nos comerciais de vídeo, os movimentos robóticos, as expressões faciais estranhas e as edições sem ritmo causam aquele desconforto indesejado no público.

Além disso, a busca por realismo na publicidade com inteligência artificial é uma faca de dois gumes. Um estudo da Universidade da Califórnia revelou que os anúncios percebidos como “reais” são mais bem avaliados pelos consumidores, mesmo quando criados por IA. Mas a análise da Kantar diz que elementos artificiais que tentam reproduzir seres humanos tendem a provocar um incômodo instintivo.

Por que a IA precisa da contribuição humana?

Uma conclusão possível a partir desses dados é a de que a inteligência artificial sozinha não entrega o que a publicidade eficaz exige. A NielsenIQ chega a advertir que o conteúdo mal executado pode prejudicar o valor da marca. O caminho, portanto, está no equilíbrio entre a tecnologia e o toque humano.

A inteligência artificial generativa acelera a produção, facilita os testes e escala a criatividade, funções valiosas para qualquer negócio. Mas a definição da estratégia, a construção de identidade visual, o tom de voz e a conexão emocional autêntica com o público dependem de pessoas que conhecem muito bem a marca e o público-alvo.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/anuncios-gerados-por-ia-ajudam-ou-atrapalham-sua-marca/

5 estratégias para as vendas de Dia das Mães 2026

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O Dia das Mães é a segunda data mais importante do varejo brasileiro. Em 2025, foram R$ 14,3 bilhões em vendas, ficando atrás apenas do faturamento do Natal, conforme os dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Mas quer saber como sua empresa pode aproveitar a ocasião para aumentar as vendas?

Destaques do Dia das Mães 2026:

  • 75% dos consumidores pretendem presentear na data;
  • os presentes mais procurados e desejados são perfumes e cosméticos;
  • mas sete em cada dez pessoas são influenciadas nessa escolha pela publicidade;
  • e 37% do público deixará as compras para a semana de 10 de maio.

A importância do Dia das Mães para o consumidor

A data tem um peso especial para as vendas do comércio porque, em primeiro lugar, ela é importante para o público.

De acordo com a pesquisa proprietária da Globo “Dia das Mães 2026”, oito em cada dez consumidores no Brasil concordam que esta sempre será uma data importante. Especificamente neste ano, 83% dos entrevistados pretendem comemorar o 10 de maio e 75% também desejam presentear alguém na ocasião.

Mas o levantamento revela que os planos de celebração mudaram um pouco em relação a 2025. A procura por passeios fora de casa, refeições em restaurantes, viagens e atividades culturais e esportivas ganharam força neste ano. Isso mostra como a experiência proporcionada na data é essencial para a comemoração e o presente.

Estratégias para as vendas no Dia das Mães

Os dados da pesquisa “Dia das Mães 2026”, da Globo, trazem insights práticos para as estratégias de vendas nesta época do ano. Destacamos cinco deles adiante. Acompanhe!

1) Apoio na escolha do presente

Existe uma diferença considerável entre o que os filhos planejam comprar e o que as mães realmente desejam ganhar no dia delas.

Por exemplo, os presentes mais procurados em 2026 são:

  • Perfumes e cosméticos: 37%
  • Roupas: 26%
  • Chocolates e doces: 20%
  • Calçados: 13%

Mas o que as mães querem receber, na verdade, são:

  • Perfumes e cosméticos: 30%
  • Viagem: 22%
  • Roupas: 17%
  • Tratamentos estéticos: 13%

Nesse sentido, estratégias que incentivem listas de desejo, sugestões personalizadas ou a participação da homenageada na decisão de compra aumentam as chances de conversão. Até porque 56% dos consumidores afirmam que a mãe já sabe o que quer ganhar e pretendem seguir as dicas dela.

2) Apelo à emoção para aumentar o ticket médio

O gasto com presentes deve se concentrar na faixa entre R$ 51 e R$ 200, que registra 48% das intenções de compra, segundo a pesquisa da Globo. Entretanto, 43% dos consumidores costumam gastar mais do que podem para agradar a mãe, parceira ou outra presenteada.

O fator emocional é mesmo um gatilho de decisão de compra. Marcas que constroem narrativas reais, empáticas e que reflitam a diversidade de experiências das mães tendem a gerar maior conexão. Tais campanhas, consequentemente, estimulam o consumidor a ir além do orçamento planejado e aumentar o ticket médio.

3) Promoções para antecipar as compras de Dia das Mães

O Dia das Mães 2026 será em 10 de maio. Mas a maioria dos consumidores deixará a compra dos presentes para o momento mais próximo possível da data, especialmente aqueles que preferem as lojas físicas.

Quando pretende comprar:

  • Já comprou: 1%
  • Um mês antes: 25%
  • Cerca de 15 dias antes: 35%
  • Na semana do Dia das Mães: 37%

Ao mesmo tempo, promoções e descontos lideram os fatores considerados na hora de escolher o presente, com 42% das menções, segundo a Globo.

Ou seja, há margem para estratégias de antecipação de demanda. Ofertas-relâmpago, contagem regressiva e benefícios exclusivos para quem compra antes podem ser eficazes para distribuir o volume de vendas ao longo do período.

4) Presença multicanal

A intenção de adquirir o presente tanto em lojas físicas quanto on-line cresceu de 31% em 2025 para 38% em 2026. Enquanto isso, a preferência exclusiva pelas lojas físicas caiu de 45% para 36%, assim como a exclusividade do e-commerce baixou de 16% para 15%.

Os negócios com presença simultânea nos ambientes físico e digital, com boa experiência de compra em ambos, capturam um público maior e reduzem o risco de perder a venda para um concorrente mais atento.

5) Publicidade faz diferença na decisão de compra

Não dá para ignorar o papel da mídia nas vendas de Dia das Mães. De acordo com a Globo, sete em cada dez consumidores afirmam que a publicidade influencia a escolha do presente. Mais ainda, 64% costumam prestar muita atenção nas campanhas referentes à data.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/5-estrategias-para-as-vendas-de-dia-das-maes-2026-baseadas-em-dados/

Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

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marketing-de-influencia Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

O marketing de influência continua sendo uma estratégia de comunicação efetiva para as marcas. Ainda mais no Brasil, onde oito em cada dez pessoas conectadas seguem influenciadores nas redes sociais, saber o que funciona ou não nesse sentido é importante para impulsionar seu negócio.

Veja alguns dados para entender o marketing de influência:

  • sete em cada dez internautas compraram algo indicado por influenciadores;
  • 41% dos seguidores apreciam quando a pessoa tem experiência no que fala;
  • o excesso de posts patrocinados é rejeitado por 36% do público;
  • e 72% da audiência prefere consumir vídeos, mais ainda de um a três minutos.

O conteúdo completo você lê a seguir. Descubra então cinco coisas que funcionam e três que não funcionam no marketing de influência.

A presença dos influenciadores na vida digital dos brasileiros

Quem diz que cerca de 80% dos brasileiros conectados seguem criadores de conteúdo na internet é o Opinion Box, no relatório Influenciadores Digitais 2024, produzido em parceria com a Influency.me. Entre as mulheres esse número é ainda maior, de 84%, contra 73% dos homens.

Para mais de um terço desse público (34%), a opinião pessoal dos influenciadores digitais é importante ou muito importante. Mas é nas vendas que parece estar o maior impacto do marketing de influência: 69% dos entrevistados já compraram algum produto recomendado pelos creators.

As categorias mais compradas por influência desse tipo de conteúdo são as de cosméticos, roupas e educação. Inclusive, houve um maior percentual do público influenciado em diversos segmentos na comparação com a análise de 2023.

Categorias mais compradas em 2023 e 2024:

  • Cosméticos: 25% | 45%
  • Roupas: 26% | 40%
  • Cursos: 22% | 40%
  • Livros: 21% | 33%
  • Maquiagens: 20% | 33%
  • Alimentos e bebidas: 17% | 27%
  • Sapatos: 12% | 20%

Além disso, os internautas brasileiros demonstram um alto nível de satisfação com as compras motivadas pelo marketing de influência. Tanto que três em cada quatro consumidores consideram provável comprar novamente.

O que funciona no marketing de influência?

Quer aumentar o desempenho da sua estratégia de marketing de influência? Como sempre, os dados mostram o caminho.

Assuntos de interesse

O principal motivo para os brasileiros seguirem influenciadores nas redes sociais é a abordagem a assuntos relacionados aos gostos pessoais. Esse fator é apontado por 69% dos entrevistados pelo Opinion Box. Além disso, 41% apreciam quando o criador de conteúdo tem experiência na área.

Traduzindo isso para sua estratégia de marketing, não adianta ter uma parceria com qualquer pessoa com um número considerável de seguidores. É preciso haver sintonia entre o universo da marca e o conteúdo do perfil para captar o interesse do público e transmitir credibilidade à mensagem.

Confiança

Ter um conteúdo confiável é a característica mais valorizada pelos internautas na hora de engajar com um influenciador. Isso é algo que as marcas também devem buscar na relação com os produtores de conteúdo digital, alinhando não somente a mensagem, como os valores pessoais e do negócio. Na “era do cancelamento” é bom ter esse cuidado extra.

Conteúdo atraente

O conteúdo ser atraente vem logo após os interesses afins como motivo para seguir. Nesse sentido, influenciadores que conquistaram um alto engajamento foram capazes de entender o público e encontrar meios de envolvê-lo. Então, as marcas que procurarem esse tipo de parceria não devem forçar um conteúdo à maneira delas, e sim apostar na capacidade dos criadores.

Uso real

Mais de um terço dos internautas (35%) afirma que conteúdos explicativos chamam mais a atenção. Além disso, a maior influência para a compra ocorre quando a pessoa famosa testa e aprova o produto que os seguidores já visavam.

Aí está uma lição para sua estratégia de marketing de influência. Em muitos casos, é preferível mostrar o uso real do produto para convencer a audiência.

Vídeos curtos

Para completar, uma dica em relação ao formato. O vídeo é o favorito de 72% dos seguidores, de acordo com o Opinion Box. Inclusive, os três formatos preferidos dos brasileiros são vídeos com diferentes durações:

  • Vídeo entre 1 e 3 minutos: 27%
  • Vídeo com menos de 1 minuto: 23%
  • Vídeo com mais de 3 minutos: 22%
  • Stories: 17%

Somente então aparecem imagens, textos e áudios.

O que não funciona no marketing de influência?

O relatório Influenciadores Digitais 2024 também oferece alguns insights ou dicas do que evitar. Veja três delas abaixo.

Conteúdo de baixa qualidade

Se ter um conteúdo atraente é uma das principais motivações para seguir, perceber que ele está perdendo a qualidade é o maior motivo para abandonar um influenciador. Já comentamos que é preciso confiar no parceiro escolhido para ele moldar a mensagem da marca ao gosto da audiência do perfil, mas isso exige tempo de preparo. Então, planeje suas ações de marketing de influência com antecipação.

Excesso de publicidade

Ao contratar criadores de conteúdo e planejar a frequência da campanha, cuide para não sobrecarregar o perfil com posts patrocinados. Diante desses casos, 36% dos seguidores deixam de seguir os donos das contas.

Posicionamentos conflitantes

Nunca é demais reforçar: não olhe apenas para o número de seguidores e as métricas de engajamento dos influenciadores. As ações de parceiros refletem-se na marca e devem ser analisadas ao contratar comunicadores para suas campanhas. Procure por posicionamentos e atitudes que possam entrar em conflito com o DNA do negócio para evitar danos à imagem.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/saiba-o-que-funciona-ou-nao-no-marketing-de-influencia/

6 dicas para criar campanhas de marketing em menos tempo

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campanhas-de-marketing 6 dicas para criar campanhas de marketing em menos tempo

Quanto tempo sua equipe leva para criar uma campanha de marketing, desde a elaboração do briefing até a produção dos materiais? De acordo com um levantamento do Instituto QualiBest, em parceria com a Godiva Propaganda e com o Mundo do Marketing, as marcas do varejo brasileiro precisam, em média, de 25 dias para ativar as campanhas. Mas, com as dicas a seguir, você descobrirá como fazer tudo mais rápido.

O que precisa para fazer campanhas em menos tempo?

  • um bom planejamento;
  • parcerias estratégicas;
  • as ferramentas certas;
  • e uma postura analítica.

Como criar campanhas de marketing em menos tempo?

1) Mantenha sua marca no radar

Muitas campanhas de marketing de sucesso escondem um segredo simples: elas não fazem mágica sozinhas e, na verdade, são o resultado de um trabalho contínuo.

Estudos mostram que o retorno da publicidade é maior quando a marca tem uma estratégia de marketing de longo prazo. Isso mantém o público pensando nela nos momentos de decisão de compra.

Então, a primeira dica é mudar a postura do negócio em relação à presença na mídia. Em vez de planejar campanhas pontuais, limitadas às datas mais importantes do ano, considere intercalar campanhas promocionais com institucionais. Assim, estará sempre fortalecendo a lembrança do consumidor.

Essa postura não vai necessariamente acelerar o processo de criação de campanhas, mas vai ajudar você a atingir mais rápido os objetivos com cada ação e ter um maior retorno no geral.

2) Elabore um calendário de ações e objetivos

Além dessa presença contínua na mídia, é importante antecipar as campanhas para os períodos de maior estímulo às vendas. No entanto, o estudo “Gestão de Marketing no Varejo”, do Instituto QualiBest, revela que 28% das empresas do varejo no Brasil não têm um calendário de ações bem definido.

Fazer esse planejamento antecipadamente permitirá uma melhor organização do fluxo de trabalho ao longo do ano. Isso evitará que duas ou mais campanhas importantes entrem em produção ao mesmo tempo, aumentando o tempo de produção delas.

Nesse sentido, ainda vale lembrar que o calendário da marca é composto também por datas próprias, como o aniversário da empresa, lançamentos de novos produtos ou serviços e afins.

3) Divida as tarefas com parceiros especializados

Uma tendência de marketing relevante é a busca por parcerias estratégicas na comunicação das marcas. Não só isso, há uma procura específica por parceiros proativos e que sejam capazes de pensar fora da caixa, como aponta o CMO Barometer, da Serviceplan.

O marketing de sucesso hoje demanda competências complexas e interligadas, algo difícil de alcançar em meio a uma equipe reduzida, como é o caso de muitas empresas. Daí a importância de contar com parceiros especializados, a exemplo do Estúdio NSC Branded Content. A NSC conta com profissionais focados no planejamento, na criação e na distribuição de conteúdos das marcas para impulsioná-las na internet e fora dela, graças à experiência como o maior hub de comunicação do Estado.

4) Adote um modelo ágil para criar campanhas de marketing

Uma forma de organizar melhor o fluxo de trabalho está no método Kanban. Essa abordagem permite visualizar melhor, por meio de quadros e colunas, as atividades envolvidas na criação de campanhas de marketing. Assim, é possível entender melhor onde estão os gargalos na produção, quais tarefas exigem mais ou menos tempo e como agilizar gradualmente os processos da equipe.

5) Faça testes em tempo real

Economize tempo na criação de campanhas futuras aplicando os aprendizados de experimentos passados. Ou seja, se sua equipe não é adepta dos testes A/B, esta é uma boa hora para começar a usá-los.

Ter uma postura analítica é essencial para o marketing de sucesso. Isso ajudará não só a alcançar melhores resultados, como direcionará melhor as campanhas para aquilo que realmente funciona e tornará o processo de criação mais certeiro, portanto, mais rápido.

6) Use ferramentas colaborativas

Criar campanhas de marketing envolve uma série de etapas e pessoas. Por causa disso, muitas vezes perde-se mais tempo nos intervalos, nas esperas, que na execução propriamente dita.

Uma solução para esse problema é usar ferramentas colaborativas no marketing. Opções como o Slack, a Asana ou o Trello são capazes de aumentar a produtividade do marketing, integrar diferentes colaboradores em tempo real e até automatizar tarefas.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/7-dicas-para-criar-campanhas-de-marketing-em-menos-tempo/

Marketing x Branding: Entenda a diferença e por que ela importa

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branding-marketing Marketing x Branding: Entenda a diferença e por que ela importa

Marketing e branding são dois conceitos fundamentais nos negócios, mas que acabam sendo confundidos com frequência. Até o próprio dicionário costuma misturá-los. Segundo a definição do Merriam-Webster, marketing é “o processo ou a técnica de promover, vender e distribuir um produto ou serviço”, enquanto branding refere-se à “promoção de um produto ou serviço pela identificação com uma marca em particular”.

Então, qual é a diferença entre marketing e branding?

  • o marketing representa como uma empresa atua no mercado;
  • ele é um esqueleto, uma forma de sustentar as ações da marca;
  • já o branding é a alma ou a personalidade de um negócio;
  • por meio dele, as marcas criam uma imagem positiva junto ao público.

O que é marketing?

Muito antes da existência das marcas já havia o comércio de produtos e serviços. O costume de marcá-los surgiu da necessidade de definir a procedência deles e, com o tempo, tornou-se um diferencial entre negócios.

O marketing trata desse conceito mais amplo de levar algo ao mercado, como vimos na definição de “o processo ou a técnica de promover, vender e distribuir um produto ou serviço”. Ou, como explica a Associação Americana de Marketing (AMA): “Marketing é uma função organizacional e uma coleção de processos para criar, comunicar e entregar valor para os consumidores, e para gerenciar as relações com os clientes de forma a gerar benefícios para a companhia e seus stakeholders”.

Ele faz isso por meio de uma série de atividades e processos, como pesquisas de mercado, planejamento de produtos e serviços, definição de preços, publicidade e a escolha dos canais de distribuição e venda. Inclusive, uma parte essencial do estudo do marketing envolve os 4 Ps definidos por Philip Kotler como: produto, preço, praça e promoção.

Por meio desse mix de marketing, as marcas então se posicionam no mercado. Isso porque elas precisam de algo para vender, um preço adequado para terem lucro, uma área de abrangência e canais de venda disponíveis, além da divulgação para chegarem ao conhecimento do público. Mas isso não é o suficiente para terem sucesso. Para tanto, elas necessitam também do branding.

O que é branding?

A forma mais fácil de entender o que é branding vem da seguinte definição: é o processo de construir uma identidade única para a marca ou produto. A própria palavra “branding” vem do inglês “brand”, ou “marca” em português, e dá esse tom de especificidade. É, portanto, a tarefa dentro do marketing de criar a imagem da marca, que se diferencia na mente do consumidor de todas as outras imagens que ele tem.

Mas como é feita a construção da imagem da marca ou do produto? Por uma série de elementos tangíveis e intangíveis que comunicam algo ao consumidor.

  • São elementos tangíveis: o nome da marca ou do produto, o logo, as cores, as embalagens, a identidade visual como um todo, o slogan, os canais de comunicação e vendas, os jingles, os comunicadores, os assistentes virtuais, os mascotes etc.
  • São elementos intangíveis: a missão, os valores, a experiência com a marca, a conexão emocional que ela desperta etc.

Ou seja, se o marketing refere-se a como a marca trabalha para chegar ao mercado, o branding diz respeito a como ela é percebida pelo público.

A diferença entre marketing e branding

É possível fazer marketing sem pensar no branding, como é o caso de muitos negócios, mas é impossível fazer branding sem marketing.

O marketing, como vimos, oferece um esqueleto para o posicionamento da marca no mercado. Ele dá as condições básicas para uma empresa sobreviver.

Por outro lado, o branding imprime personalidade à marca. Ele permite que os consumidores a reconheçam como algo individual e se conectem. Só que isso depende de estratégias e práticas bem alinhadas ao propósito do negócio. É por meio do marketing que o branding se materializa.

Ainda podemos estabelecer a diferença entre marketing e branding pela forma como avaliamos um e outro. As métricas de marketing refletem resultados concretos obtidos pela empresa: leads, conversões, vendas… Já as métricas de branding estão mais relacionadas ao reconhecimento, à percepção e à lealdade do público. Nem por isso são menos importantes. Afinal, as marcas mais preparadas para o futuro têm personalidades bem definidas e são capazes de engajar os consumidores de um modo bastante íntimo.

Por que entender a diferença entre marketing e branding é importante?

O marketing tem uma natureza mais imediatista. O foco dele é fazer a empresa vender. Mas, se você deseja continuar vendendo e ter resultados cada vez melhores, a consistência da marca é imprescindível.

O branding ensina justamente isso. Não é possível construir uma imagem sólida e reconhecida mudando a marca conforme a vontade do momento. É o mesmo princípio que se aplica a pessoas: a reputação se cria a partir da repetição. A mensagem e as ações devem ser consistentes.

Com isso, o branding redireciona o marketing para estratégias de longo prazo. Esse sim é o caminho para ter um marketing de sucesso.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-vs-branding-entenda-a-diferenca-e-por-que-ela-importa/

Descubra 5 dados para entender o marketing B2B em 2025

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b2b-marketing Descubra 5 dados para entender o marketing B2B em 2025

Há um enorme potencial para a evolução do marketing B2B no Brasil. De acordo com o levantamento “O Status do Marketing B2B na América Latina 2025”, da Intelligenzia, apenas 20% dos profissionais entrevistados consideram suas respectivas empresas em um estágio maduro ou sofisticado de maturidade digital. Então, vale acompanhar os dados que trazemos adiante para ajudar nessa busca por melhorias no setor.

Destaques do Status do Marketing B2B 2025:

  • 76% dos profissionais priorizam a geração de leads de qualidade;
  • 65% têm orçamentos destinados a eventos;
  • 59% vão investir na geração de conteúdo neste ano;
  • enquanto isso, a maioria das empresas faz uso de ferramentas de otimização.

Saiba a seguir o que esses números representam para o mercado.

5 dados para entender o marketing B2B em 2025

1. Gerar leads de qualidade é o maior objetivo no marketing B2B

Quando perguntados sobre as prioridades para 2025, os profissionais do marketing business-to-business mostram uma grande preocupação em gerar mais leads em qualidade. Esse é o objetivo de três em cada quatro entrevistados, ou 76% do público. Diante dos 30% que elencaram entre as prioridades gerar mais leads em volume, a qualidade dos contatos que chegam às vendas, portanto, é muito mais valorizada.

Seis em cada dez marqueteiros ainda revelam o intuito de trabalhar a marca institucional. Esse é um objetivo acertado. Afinal, como aponta o relatório ROI Genome, da Analytic Partners, usar a comunicação para divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Isso em comparação com a divulgação de produtos e serviços.

Logo depois, com 57%, aparece o objetivo de dar visibilidade aos produtos ou serviços da empresa.

Tal sequência traz uma visão interessante e potencialmente mais eficaz para abordar as prioridades do marketing B2B em 2025.

2. Foco nas métricas de marketing que importam

Uma das provas de que o setor está evoluindo é o fato de que os profissionais se mostram cada vez mais ligados à possibilidade de as métricas enganarem. Por isso, assim como nas prioridades citadas acima, a qualidade dos leads gerados é considerada a principal métrica de sucesso por 78% do mercado.

O volume, por si só, representa pouco para a marca. É claro, gerar leads em uma quantidade necessária para a sustentação do negócio deve estar em pauta. Disso não se pode fugir e sete em cada dez entrevistados procuram também pelo maior número possível. Mas isso não pode ser dissociado do potencial de esses leads realmente serem convertidos.

As empresas B2B precisam de estratégias que atraiam leads qualificados, e não só completar uma métrica que terá pouco impacto no restante do funil de vendas.

3. O marketing B2B no Brasil está amadurecendo

A boa notícia para o mercado é que o marketing B2B dá mostras de evoluir, como indicamos a partir dos dados anteriores. Por outro lado, isso significa que as empresas do setor precisarão trabalhar de maneira cada vez mais inteligente para não ficarem para trás.

Falando nisso, os entrevistados no estudo da Intelligenzia apontam os diferentes níveis de maturidade digital em que os negócios se encontram:

  • 5% estão em um nível sofisticado;
  • 15% estão em um nível maduro, ainda com alguns desafios;
  • 32% estão em desenvolvimento, com relativo sucesso;
  • 24% estão em crescimento, faltando uma estratégia coesa;
  • 23% estão em estágio inicial, com algumas ações feitas.

Estrategicamente, os profissionais também perceberam certa evolução. Mais de um terço deles (36%) relatou uma melhoria considerável em 2024, na comparação com 2023.

4. Eventos e geração de conteúdo têm os maiores orçamentos

Como os profissionais esperam gerar leads qualificados em 2025? Para isso, o “Status do Marketing B2B” mostra as táticas mais usadas: o marketing de conteúdo, a divulgação orgânica nas redes sociais e os eventos. Não à toa, os eventos e a geração de conteúdo aparecem nas primeiras posições em alocação de verbas para ações de comunicação.

O marketing de eventos em si não é uma tendência exclusiva do B2B. Mais da metade dos líderes ouvidos em uma pesquisa da AnyRoad afirmaram o intuito de aumentar os investimentos nessa direção até 2026. Enquanto isso, o conteúdo de qualidade é uma das principais apostas de mídia para superar o marasmo das marcas e atrair o público.

5. O uso de ferramentas de marketing e vendas

O amadurecimento do marketing B2B no Brasil ainda passa pela adoção de ferramentas digitais que otimizem o trabalho no setor. Nesse sentido, a prática parece bastante difundida.

Apenas 17% dos entrevistados pela Intelligenzia não usam uma ferramenta de CRM. Um número um pouco maior, de 27%, diz não utilizar ferramentas de inbound marketing. E menos de 40% não aproveitam recursos de inteligência artificial generativa no dia a dia.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/descubra-5-dados-para-entender-o-marketing-b2b-em-2025/