Consumo de moda em SC pode movimentar R$ 3,15 bilhões por mês

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O consumo de moda em Santa Catarina gera um gasto médio mensal de R$ 413,72 por consumidor, segundo o Sebrae SC. O mercado potencial do Estado então é avaliado em R$ 3,15 bilhões por mês. Mas esse público tem algumas sutilezas de comportamento de compra, você sabe quais são?

Entenda o consumo de moda em Santa Catarina:

  • 60,5% dos catarinenses compram roupas apenas eventualmente;
  • 49% vão às compras já com os produtos bem definidos;
  • três em cada quatro costumam comprar em lojas físicas;
  • e 58,4% dizem nunca acompanhar tendências de moda.

Comportamento de consumo de moda

O consumo de moda em Santa Catarina e no Brasil é mais planejado que impulsivo. Especialmente no Estado, 49% dos catarinenses vão às compras já com o produto bem definido, aponta a pesquisa “Comportamento do Consumidor de Moda e Vestuário em Santa Catarina”, do Sebrae SC.

Esse planejamento se reflete na frequência de compras. Apenas 31,7% dos catarinenses compram no setor ao menos uma vez por mês. A grande maioria (60,5%) é de consumidores eventuais.

Enquanto isso, o levantamento “Consumo de Moda no Brasil”, do Opinion Box, revela que 39% do público nacional adquire itens de moda ao menos uma vez por mês. E um terço dos consumidores no País gastam acima de R$ 300 mensais com roupas, calçados e acessórios.

Faixa de consumo de moda mensal pelos brasileiros:

  • Até R$ 50: 6%
  • R$ 51 a R$ 100: 9%
  • R$ 101 a R$ 200: 29%
  • R$ 201 a R$ 300: 19%
  • R$ 301 a R$ 500: 12%
  • Não sabe: 4%

Considerando o consumo dos três meses anteriores ao levantamento, os itens mais adquiridos foram os calçados, comprados por 55% das pessoas ouvidas. Blusas (46%), calças (40%) e roupas íntimas (36%) vêm mais abaixo. Destaca-se também a menção à moda fitness por 32% do público.

Fatores de decisão na compra de roupas, calçados e acessórios

Em Santa Catarina, a qualidade é o principal fator envolvido na decisão de compra, apontado por 42,8% dos consumidores. Ela supera a utilidade e praticidade (27,9%), o preço (19,5%), a marca (4,2%) e a tendência (3,6%), como informa o Sebrae SC.

Mas o que os catarinenses buscam, na verdade, é um bom custo-benefício. Até porque 68,2% afirmam pesquisar preços com alta frequência.

Então, se a qualidade das peças é essencial, os consumidores procuram economizar na escolha do local. Ao menos, esse é um comportamento generalizado entre os brasileiros, conforme ressalta o Opinion Box.

Fator mais importante ao escolher onde comprar produtos de moda:

  • Preço: 27%
  • Qualidade dos produtos: 18%
  • Promoções e descontos: 11%
  • Variedade de produtos: 9%

Aparecem em seguida respostas como “formas de pagamento”, “avaliações dos clientes”, “facilidade de troca”, entre outras.

Catarinenses preferem a loja física no consumo de moda

A jornada de compra em moda é híbrida, mesclando os canais on-line ao off-line. Contudo, os catarinenses têm uma clara preferência pelas lojas físicas. O Sebrae SC mostra, inclusive, que 75,3% dos consumidores no Estado fazem compras no setor dessa forma, embora 60% já tenham usado o e-commerce alguma vez.

Locais mais procurados pelos catarinenses para o consumo de moda:

  • Lojas do centro: 68,5%
  • Marketplaces: 37,6%
  • Shopping centers: 29,7%
  • Lojas virtuais das marcas: 26,1%
  • Lojas de bairro: 16,9%

Vem do levantamento do Opinion Box algumas possíveis objeções à compra on-line. Em primeiro lugar, 47% dos brasileiros dizem não pedir roupas, calçados e acessórios pela internet porque gostam de experimentar ou tocar nas peças antes de comprar. A sensação de risco também é relatada por 30% dos entrevistados.

Além disso, a melhor experiência, a maior praticidade de troca e sair com o produto em mãos são outros atrativos da loja física frente ao e-commerce.

A importância da mídia para a moda em Santa Catarina

Uma informação relevante dessas pesquisas diz respeito à relação dos consumidores com as tendências de moda. No Brasil, 53% dos consumidores afirmam não seguir tendências de moda, segundo o Opinion Box. Em Santa Catarina, esse percentual chega a 58,4%, conta o Sebrae SC.

Nas redes sociais, a situação também surpreende: 44% dos brasileiros não seguem perfis de marcas de moda e 51% não acompanham influenciadores do setor. Os dados são do “Consumo de Moda no Brasil”.

Isso significa que uma estratégia de comunicação centrada na internet ou no público que acompanha tendências de moda on-line não abrange a totalidade dos consumidores no setor.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/consumo-de-moda-em-sc-pode-movimentar-r-315-bilhoes-por-mes/

Como vender na internet o que você já vende na sua loja física?

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A importância que a web conquistou no dia a dia do consumidor justifica a busca de informações sobre como vender na internet.

Afinal, é difícil encontrar quem não faça uso da internet hoje, até porque nem precisamos mais de um computador, basta ter acesso a um smartphone.

Além do alcance do público (que aumenta de forma exponencial no ambiente online), pesa a favor dessa decisão de ampliar os canais de venda da loja física para a internet as facilidades na gestão do negócio.

Neste artigo vamos esclarecer suas dúvidas sobre isso. Acompanhe!

Por que investir num sistema para fazer vendas pela internet?

As estatísticas sobre o comércio eletrônico colocam em evidência a importância das vendas pela internet para o varejo e o setor B2B:

– Temos hoje no país mais de 150 milhões de usuários de internet. Desses, 140 milhões mantêm contas nas redes sociais.

– Segundo dados da 39ª. edição do Webshoppers, as vendas online apresentam crescimento maior que o varejo tradicional em praticamente todos os países que já operam o comércio eletrônico. Ou seja, saber como vender na internet é uma forma segura de expansão das marcas.

– Outro dado importante: apesar do crescimento, a participação das vendas online na América Latina ainda está abaixo do índice mundial, o que mostra o potencial de crescimento.

– O mobile commerce tem puxado o crescimento nas vendas via internet. Em janeiro de 2019, respondeu por mais de 40% das transações. Enquanto o e-commerce total cresceu 12% em 2018, o m-commerce alcançou 41% no mesmo período.

– Para quem ainda tem dúvidas sobre vender os produtos da loja física na web, tem outra informação relevante: já são 58 milhões de consumidores online, ou seja, 27% da população brasileira.

– Em 2018, o número de pedidos chegou à marca de 123 milhões, e o ticket médio de compras foi de R$ 434, alta de 1%.

Como vender na internet: por que a integração dos canais é o melhor caminho?

Entendida a necessidade de expandir os canais de venda para aproveitar a expansão do comércio eletrônico, é o momento de analisarmos como a venda dos produtos da loja física pode ser feita na internet.

Atenção: é importante preparar um planejamento específico para a loja virtual, detalhando os objetivos e as iniciativas que serão implementadas.

Em muitas situações ela vai funcionar como uma extensão da sua marca, mas é importante respeitar as particularidades do ambiente virtual.

Em vez de duas operações distintas, o ideal é focar na integração. Daí a importância da de ter uma plataforma de e-commerce com hub nativo. É isso que vai assegurar mais facilidades na gestão da operação e, claro, no atendimento do cliente.

Na JET NEO, por exemplo, todas as vendas são administradas numa plataforma única. Assim, não importa o local de transação, os registros e o controle estão no mesmo sistema.

Valorizando o conceito de omnicanalidade, o consumidor pode optar pelo canal que for mais conveniente para ele: website, mobile, aplicativo de mensagem, marketplace ou redes sociais.

Ainda de olho na experiência do usuário, é importante analisar com cuidado o modelo de plataforma que será escolhido.

A operação no sistema SaaS apresenta vantagens em termos de custos e tem outro diferencial: permite que a loja tenha acesso às atualizações.

Pode parecer um detalhe, mas não é. A tecnologia tem evoluído rapidamente na área de e-commerce e a todo o momento surgem novas soluções.

Para fazer isso a sua loja precisa ter condições de fazer as integrações com outros fornecedores que compõem o ecossistema do e-commerce, como meios de pagamento e sistemas que garantem mais segurança para a loja.

Quais as vantagens que serão obtidas com a loja online?

Expandir a área de atuação da loja é uma razão importante para investir num sistema de e-commerce, mas existem outras vantagens igualmente importantes. Vamos analisar alguns diferenciais que podem ser obtidos com a integração:

Foco na conversão

As plataformas de vendas via internet contam com diversos recursos para estimular a compra e, assim, favorecer o aumento da taxa de conversão.

Estamos nos referindo à medidas simples, como agilidade na hora do checkout, até soluções mais sofisticadas, como a identificação automática do cliente numa recompra.

Para quem tem a loja física, uma das vantagens na operacionalização é ter todas as informações reunidas. Não importa o canal, os dados ficam registrados, o que facilita a gestão.

Automação de marketing

Ao usar as ferramentas de promoção da plataforma (como “compre um, leve dois”), os gestores conseguem aumentar o valor do ticket médio dos clientes.

Não tem interesse em realizar a mesma ação na loja física? Sem problemas, é só especificar isso nas mensagens da plataforma.

Em termos de estratégias, o ideal é conseguir pensar no que funciona melhor para cada canal. A vantagem, no ambiente online, é que todas as informações do cliente estão registradas, então temos condições de abordá-lo de forma personalizada.

Sem esquecer que, com a automação dos processos de marketing, o envio de e-mails customizados, por exemplo, é feito de forma simplificada.

Experiência do usuário

Vender produtos da loja física no ambiente online favorece a experiência do usuário, indicada hoje como conceito-chave para trabalhar a retenção de clientes.

A proposta é valorizar a conveniência do consumidor, que trafega com facilidade entre os canais, usando o melhor de cada um, de acordo com a sua necessidade naquele momento.

Por exemplo, ele pode ir até a loja para conhecer de perto as características de determinado item, e optar por fazer a compra via e-commerce.

Em outros momentos, fará a pesquisa na internet, mas fechará o negócio via aplicativos de mensagens, por causa da facilidade.

Nesse caso, com alternativas como o Zap Commerce, ele tem a vantagem de contar com o suporte de um vendedor e poderá finalizar a compra num ambiente seguro, de forma automatizada.

Como vimos neste artigo sobre como vender na internet produtos da loja física, hoje praticamente não existem limites para o e-commerce. As plataformas evoluíram muito e, em vez de concorrência entre as duas operações, o que se visa é a integração.

Preparado para estruturar a sua operação de comércio eletrônico? Confira todos os passos necessários neste Checklist para implantação de e-commerce.

Fonte: