9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

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Precisa fazer a gestão à distância dos seus times de Marketing e Vendas? Confira 9 dicas práticas com o time de líderes e especialistas da RD!

Como você faz a gestão do seu time durante o trabalho à distância? Ter uma cultura clara por parte da empresa certamente ajuda a manter o foco e o comprometimento. Existem várias dicas que você pode aplicar junto do seu time que permitem fazer a gestão à distância de equipes remotas de uma forma mais produtiva.

É verdade que as equipes de Marketing e Vendas têm seus próprios desafios quando trabalham de forma remota, além dos problemas que qualquer equipe enfrenta e que o líder precisa gerenciar. Só que implementando algumas estratégias – tanto por parte da gestão como dos liderados – essa rotina pode ficar muito mais clara e simples!

É por isso que listamos uma série de 9 dicas para realizar a gestão à distância da sua operação, tanto de Marketing como de Vendas.

9 dicas para realizar a gestão dos times à distância

Além de dicas para facilitar o seu trabalho de gestão da equipe, que é fundamental durante o trabalho home office, você vai conferir algumas sugestões para compartilhar com o seu time sobre produtividade, saúde e bem-estar.

Afinal, para manter uma boa performance mesmo trabalhando à distância, é importante não esquecer de apoiar o lado profissional, pessoal e emocional de cada um.

1. Implemente boas práticas de comunicação e gestão de conflitos

Diferentemente do trabalho no escritório – onde todos sentam próximos um do outro e fica muito mais fácil de conversar sobre qualquer assunto – é preciso ter uma comunicação muito mais próxima com o time para que os conflitos e problemas que apareçam no dia a dia possam ser resolvidos rapidamente durante a gestão à distância.

Para isso, é essencial cumprir com dois passos:

  • Alinhamento de expectativa com o time sobre as formas de comunicação: defina qual o melhor momento e ocasião para usar cada um dos canais diferentes, dependendo do nível de importância e urgência da mensagem.
  • Stand-up matinal: faz toda a diferença contar com um momento de compartilhamento entre o time para falar como cada um se sente no dia, o que fez no dia anterior, o que vai fazer hoje e se precisa de ajuda para algum ponto.

“Com isso a gente consegue ter uma comunicação próxima mesmo que não esteja todo mundo na mesma mesa”

2. Incentive a troca de informação entre todo o time

Para gerir a troca de informações, é importante dar preferência para as conversas através de canais e grupos ao invés das mensagens individuais. É fundamental que todos saibam das atualizações e novidades.

Logo, mantenha todas as próximas ações e sprints abertas em documentos compartilhados ou por meio de alguma ferramenta. No Trello, por exemplo, você pode listar todas as principais atividades do dia a dia para que fique mais fácil entender o que cada um está priorizando no momento.

“Se for pecar, peque pelo excesso. Não deixe o seu time sem informação sobre os próximos passos e sobre o seu planejamento”

3. Aproveite os recursos digitais para fazer a comunicação

Para conseguir manter todo o time alinhado e com a comunicação aberta para todos, é possível utilizar várias outras soluções digitais, como o Hangouts ou o Zoom para videoconferências. Essa é uma forma de manter a integração entre os times, tanto de Marketing como de Vendas.

Pensando no contato com os clientes, o uso desses recursos também auxilia no compartilhamento de estratégias para manter todos alinhados e na mesma página sobre as próximas ações.

Essa iniciativa vem contribuindo para o time, que consegue demonstrar para os clientes como continuar utilizando o RD Station Marketing ou o RD Station CRM.

“Também é importante usar os recursos digitais para deixar registradas as ações que cada pessoa do time vai fazer”

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4. Mantenha um clima positivo entre a equipe

Muitas vezes achamos que o clima só é importante durante o trabalho presencial. Mas este é um elemento muito importante também durante o trabalho home office.

Para melhorar, é possível seguir duas práticas:

  • Compartilhar algo do seu dia: pode ser feito pouco antes do fim do expediente – usando as ferramentas de comunicação do time – para compartilhar algo que normalmente seria dito se todos estivessem no mesmo ambiente de trabalho.
  • Criar momentos de descontração: assim como acontece no escritório, você pode usar de momentos de interação e descontração, que podem ser vividos usando um jogo online, por exemplo.

“As dicas ajudam a sair um pouco do tradicional, pensando realmente no bom clima que você quer para o seu time”

5. Indique a divisão do espaço de trabalho e o respeito aos horários

Pensando na produtividade do seu time, tendo em vista que nem todos podem ter uma adaptação fácil à rotina feita com base no home office, é importante passar a dica sobre o espaço de trabalho e do horário.

Para conseguir manter a concentração, definir uma divisão física do local para o trabalho, mesmo que seja só o local de colocar uma mesa e cadeira, pode ajudar a manter o foco nas atividades.

Mas como o trabalho é realizado da própria casa e a percepção do tempo fica diferente de quando estamos trabalhando no escritório da empresa, é comum que o seu time fique almoçando enquanto trabalha ou passe aqueles minutinhos no final do dia, o que vai contra as boas práticas de produtividade.

Por isso é importante seguir uma rotina que já indique o horário de início do trabalho, o horário de almoço, os intervalos e a saída.

“Com essa divisão bem distribuída, me sinto mais organizada e consigo seguir mais a minha agenda, o que acaba ajudando na minha rotina”

6. Utilize uma ferramenta de organização do time

A estrutura e organização do time feita no ambiente do escritório também pode ser implementada no gerenciamento da sua operação à distância através de uma ferramenta digital.

Nós utilizamos a #matrix, uma ferramenta open source desenvolvida pelo time de Engenharia e Produto que simula uma experiência semelhante daquela que encontramos no escritório físico para o ambiente virtual. Todo o projeto está publicado no GitHub da RD.

Com ela, fica mais fácil ver quem está na sala da equipe – indicando que está realizando as atividades do dia – ou quem está participando de uma reunião, por exemplo. Ainda dá para criar salas de descanso e fazer calls diretamente pela ferramenta, tornando a comunicação ainda mais ágil dentro dessa organização.

“A gente tenta trazer essa vivência do dia a dia do escritório usando as salas da #matrix” 

7. Defina metas objetivas e claras para o time

O time de Vendas trabalha com base nas metas que precisam alcançar. E é por isso que na gestão à distância essa definição precisa ser clara e bem objetiva, para que todos tenham confiança no trabalho que estão realizando.

A transparência dos números e entregas também deve fazer parte dessa definição. Esse passo pode ser colocado em prática por meio das ferramentas utilizadas no dia a dia.

“Amarrar as metas em processos e procedimentos é fundamental para ter algo bem detalhado e organizado para que o time possa ser gerenciado e se gerenciar”

8. Práticas que proporcionam bem-estar no home office

Muitas pessoas criam hábitos dentro do escritório que acabam sendo deixados de lado quando estão trabalhando de casa. Então, faz parte do processo de gerenciamento à distância levar para o seu time as melhores práticas de bem-estar.

  • Fazer pausas: trabalhar de casa pode dar a falsa sensação de que as pessoas já estão confortáveis, e isso pode fazer com que o seu time trabalhe várias horas seguidas sem perceber. Logo, é importante aderir às pausas, assim como é feito no escritório.
  • Reservar um tempo para tomar sol: esta é uma dica fundamental, já que o sol é o fator que nos auxilia na absorção de vitamina D. E durante o trabalho home office é raro lembrar do quanto essa prática é importante.
  • Ginástica laboral: os exercícios podem ser adaptados para o trabalho remoto, e além de proporcionar um momento de bem-estar também garantem um momento de descontração com o time quando é feito em conjunto – combinando um horário e compartilhando tudo durante uma videoconferência.

“Lembre-se sempre de se preocupar com sua saúde. Seguir esses pontos vai proporcionar muito mais bem-estar na rotina”

9. Mantenha sua estratégia de Marketing e Vendas integrada em um único lugar

No trabalho à distância, já vimos que é importante manter todos os integrantes do time na mesma página. Mas além de usar uma ferramenta de comunicação para isso, é essencial contar com um sistema que mantenha sua estratégia tanto de Marketing como de Vendas integrada.

Utilizar um software onde você possui a sua estratégia integrada em um único dashboard ajuda a manter todo o time alinhado e a continuar com uma boa performance. Afinal, assim todos conseguem ter visibilidade das suas metas e do que precisa ser feito para alcançar os objetivos de cada área.

Você pode contar com uma ferramenta tudo em um para o Marketing – que permita a execução das demandas por todos os integrantes do time – aliada a uma que organize o seu processo comercial e a cadência de contatos.

Se está você está pronto(a) para colocar em prática essa última dica, que tal fazer um trial gratuito e sem compromisso das nossas ferramentas? Assim, você aproveita as horas extras que o trabalho remoto proporciona e já confere algo novo! 🙂

Fonte: https://bit.ly/39kPbjN

Nova Automação do RD Station Marketing vai multiplicar seus resultados

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automação-de-processos-industriais-840x4201 Nova Automação do RD Station Marketing vai multiplicar seus resultados

Automatize seu funil de vendas, guie seus Leads até a compra em menos tempo e analise os resultados

Personalização e automação são palavras que profissionais de Marketing e Vendas entendem bem. Além disso, sabem a diferença que significam em uma estratégia. Nós, da Resultados Digitais, também! E é por isso que estamos constantemente mudando e evoluindo os recursos da Automação, para que nossos clientes do RD Station Marketing possam extrair o máximo de resultados do Marketing Digital.

Se você já é nosso cliente ou trabalha com Marketing, provavelmente sabe que com dados específicos dos seus Leads é possível construir experiências personalizadas que ajudam a acelerar o tempo até a compra. Mas fazer isso manualmente não é viável quando uma empresa gera muitos Leads — e é isso que todos querem, né?!

Gerenciar sua base de Leads manualmente também não é uma tarefa fácil. Principalmente, quando se está gerando um grande volume de contatos de forma recorrente. Por isso, há algum tempo, estamos ouvindo nossos clientes para entender quais funcionalidades são fundamentais para criação e gestão de Fluxos de Automação com mais inteligência, menos esforço e em menos tempo.

Neste post, você confere as últimas novidades. E vem muito mais por aí!

O que há na nova Automação de Marketing?

Neste ano, transformamos dois tipos de fluxo em um só para simplificar a construção de jornadas e, além disso, lançamos uma série de novos recursos que facilitam a criação, edição e análise.

Vá além do Olá, *|PRIMEIRO-NOME|*

Não adianta mais só chamar o Lead pelo nome: é preciso criar experiências únicas. Para que você possa montar Fluxos de Nutrição simples ou robustos, transformamos os dois tipos de Fluxo em um só. E, agora, com muito mais possibilidades.

Você pode personalizar facilmente a jornada de compras ao adicionar ou remover automaticamente os Leads entre todos os Fluxos de Nutrição. E ainda escolhe quando isso deve acontecer!  Por exemplo, se o Lead realizar alguma conversão, mudar o estágio para Oportunidade, clicar em um email do fluxo e por aí vai.

E para criar uma Automação você não precisa definir uma condição de entrada, o que dá muito mais liberdade para conectar todas as etapas dos seus fluxos.

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Arraste e solte condições de adição ou remoção de Leads para criar jornadas de compras

Com mais possibilidades de montar os caminhos dos Leads, sua automação de emails gera maior engajamento, o que significa mais conversões para a sua empresa. E, claro, menos tempo perdido com tarefas repetitivas.

Analise para entender e otimizar seus resultados

Saber somente a performance dos emails dos seus fluxos não basta para entender se os seus fluxos são eficazes. Por isso, agora, além de poder comparar as interações dos Leads com seus emails, você sabe a performance dos fluxos ao longo do tempo.

Com as novas funcionalidades, você pode:

1) Provar ROI de acordo com o objetivo de cada fluxo

Você acompanha em gráficos quantos Leads Qualificados, Oportunidades e Vendas foram geradas em Fluxos de Automação ao longo do tempo para otimizar resultados e provar ROI.

Exemplo: número de Oportunidades geradas ou Trials realizados no Fluxo de Decisão de Compra no mês.

2) Analisar a performance por período

Sabendo com quais emails seus Leads mais interagem, você pode melhorar a comunicação continuamente. E, como sabe em qual etapa do Fluxo a maioria dos Leads se qualifica, pode otimizar seus Fluxos de Nutrição. Ou seja, diminuindo ou aumentando o número de emails, testando caminhos novos, mudando os materiais ricos, etc.

Exemplo: número de Leads que clicaram no email de Case de Sucesso do Fluxo de Consideração da Solução do mês passado.

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Fonte: https://bit.ly/2kUht1e

12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

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Ao estudar esses escritores e suas principais obras, você consegue dar um passo na carreira para chegar mais perto de onde eles chegaram

Este não é um post com dicas para fazer marketing. Aqui não falaremos da importância do marketing para as empresas. Também não escreveremos nenhum passo a passo, nem oferecer tutoriais. A proposta é ensinar por meio de uma outra ótica: aprendendo com os melhores, com os autores de marketing mais lidos na história recente.

Quem trabalha com marketing vai reconhecer alguns dos nomes que citaremos no texto. Todas as obras que selecionamos aqui foram escritas pelas maiores feras de suas áreas. Eles não são necessariamente profissionais de marketing por formação. O que os une é a maneira como seus trabalhos impactaram o mundo do marketing, deixando verdadeiras lições para quem atua na área.

E o sucesso que fizeram não foi em vão: escolhemos 12 livros que se tornaram referências no mercado quando o assunto é divulgar uma marca, conquistar o público-alvo e criar relacionamento com os clientes.

Sem mais delongas, confira nossa seleção dos autores de marketing mais lidos nos últimos tempos e suas principais obras.

1. Gary Vaynerchuk

Gary-Vaynerchuk 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Gary Vaynerchuk é uma lenda das redes sociais, com milhões de seguidores no Twitter e no YouTube.

Ele se destaca por seu trabalho mesmo em um mundo no qual se tem informação demais e tempo de menos para conquistar a atenção do público.

:: Confirmado: Gary Vaynerchuk vem ao Brasil para o RD Summit 2019

Em Nocaute, Vaynerchuk compartilha seus conselhos sobre como se relacionar com seu cliente e vencer a competição na era das redes sociais.

Sua obra e seu trabalho em geral são cases de sucesso para empresas que querem se firmar no louco e cruel mundo das redes sociais.

2. Seth Godin

Seth-Godin 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Seth Godin é autor de 18 livros bestsellers, que foram traduzidos para mais de 35 idiomas. Seu blog é um dos mais populares do mundo!

Dentre os títulos publicados, citamos uma grande obra, chamada Marketing de Permissão, no qual fala justamente sobre conceitos-chave para quem quer fazer marketing voltado a um consumidor que não é mais o mesmo.

3. Marc Benioff

Marc-Benioff 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Para quem não o conhece, Marc Benioff é “apenas” considerado o pai das indústrias de software como serviço e de computação na nuvem.

Em sua grande obra, Behind the Cloud, Benioff conta como tirou do papel um conceito poderoso e se diferenciou dos seus competidores criando o armazenamento em nuvem.

Para quem precisa fazer marketing inovador, não tem inspiração melhor.

4. Philip Kotler

Philip-Kotler 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Com um extenso currículo, incluindo dois pós-doutorados, Kotler se tornou professor universitário em 1962.

Em 1967, publicou o que os profissionais consideram hoje a bíblia do marketing: o livro Administração de Marketing.

Desde 1988, o americano é titular da cadeira de Marketing Internacional na Universidade de Northwestern.

Nesse ínterim, publicou outros livros, dentre eles um bastante lido, Marketing 3.0, recheado de opiniões não convencionais sobre o futuro da área.

5. Al Ries e Jack Trout

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Al Ries e Jack Trout formam uma dupla essencial para quem quer aprender com os melhores autores de marketing.

E como as leis são feitas para serem cumpridas, não dá para deixar de fora As 22 consagradas leis do marketing, livro que escreveram em conjunto.

É a melhor compilação dos mandamentos do profissional de marketing atual.

6. Joe Pulizzi

Joe-Pulizzi 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Joe Pulizzi é empreendedor, palestrante, autor, podcaster e fundador de várias startups, incluindo o Content Marketing Institute (CMI).

Ele é um dos autores de marketing mais reconhecidos, já tendo vários livros publicados. Um que ressaltamos é o Marketing de Conteúdo Épico, no qual fala sobre a importância de criar conteúdos relevantes para seus clientes e de como contar histórias que vão informar, entreter e provocar o seu público.

7. Chip Heath e Dan Heath

Chip-Heath-e-Dan-Heath 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Talvez o gene do marketing de sucesso seja de família. Ou pelo menos é nisso que dá para acreditar lendo a obra da dupla de irmãos Chip e Dan Heath.

Os dois são coautores de um dos sucessos absolutos do marketing recente: Ideias que colam.

Como professores e profissionais renomados da área, eles conseguiram criar uma obra definitiva. Ideias que colam é bestseller porque ensina a desenvolver ideias convincentes, duradouras e que ficam grudadas na mente das pessoas.

8. Chris Voss

Chris-Voss 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Um bom profissional de marketing também sabe negociar. Por isso, não deixamos de lado um autor muito lido, mas que não é exatamente da área: Chris Voss.

Ele é famoso pelas lições que dá sobre a arte de negociar. E não é para menos: até pelo FBI Voss já passou ao longo da carreira.

No livro Never Split The Difference ele compartilha tudo o que aprendeu e revela quais são as principais habilidades necessárias para que você se torne um ótimo negociador.

9. Adele Revella

Adele-Revella 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Se você já sabe a importância de identificar seu cliente real e de trabalhar duro para conquistá-lo, Adele Revella pode ajudá-lo a aprender ainda mais sobre o assunto.

Para ter uma ideia de como é referência no assunto, a autora preside o famoso Buyer Persona Institute e até o perfil dela no Twitter é @buyerpersona (e vale muito segui-la)!

O livro Buyer Personas, principal título de sua carreira, trata justamente de como entender a fundo o seu cliente e fazer a coisa certa para agradá-lo.

10. Fred Reichheld

Fred-Reichheld 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Fred Reichheld é palestrante e estrategista de negócios, mais conhecido por suas pesquisas e artigos sobre lealdade como modelo de negócios e marketing de lealdade.

Você já deve ter ouvido falar no sistema de gestão NPS, não é? É criação dele, que também é consultor na famosa Bain & Company.

Seu livro mais lido é justamente aquele no qual ele explica sobre seu sistema, chamado A Pergunta Definitiva 2.0.

11. Jonah Berger

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Se você não conhece esse autor ainda, recomendamos!

Jonah Berger é Ph.D. em marketing pela Universidade de Stanford, palestrante popular em grandes conferências e eventos e frequentemente dá consultoria para grandes empresas.

Um livro muito lido do autor se chama Contágio. Nele você pode aprender técnicas para gerar buzz, focadas em negócios com poucos recursos financeiros.

12. Avinash Kaushik

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Autor de não, mas de dois (!) best sellers sobre análise de dados de marketing (Web Analytics 2.0 e Web Analytics: An Hour A Day) e um dos maiores evangelistas de Marketing Digital do mundo (Google).

Fonte: https://bit.ly/2Km04Zb

SMarketing: o alinhamento total entre Marketing e Vendas

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Existem integrações e ferramentas que fazem a sua empresa a chegar ao SMarketing, trazendo mais resultados com Marketing e Vendas trabalhando juntos

Você já deve ter lido a respeito ou ouvido falar de SMarketing. Pode ser que tenha encarado como um erro de pronúncia ou de digitação. No entanto, o termo é esse mesmo, uma aglutinação das palavras Sales e Marketing. Se tivessem me perguntado, eu teria sugerido Markales, conferindo um maior equilíbrio entre as áreas de Vendas e Marketing.

Ninguém me perguntou, porém, e o termo pegou — o que prova, mais uma vez, que eu estou errado. E SMarketing, apesar da grafia privilegiar os marqueteiros, é justamente o estágio em que os dois setores trabalham em harmonia dentro de uma empresa. “Pfff, isso é impossível!”, você pode responder, caso tenha a perdido a fé — o que é compreensível.

Para reverter esse sentimento, que é bem comum no mercado, publicamos este post. A ideia é que, após terminar a leitura, você deixe de encarar o SMarketing como um ente imaginário e trabalhe para chegar lá!

SMarketing: muito mais que uma sigla esquisita

Bom, como dissemos acima, apesar da sigla puxar a sardinha mais para um lado, SMarketing é quando Vendas (o S vem de Sales, em inglês e português empresarial) e Marketing atuam de forma alinhada. Ou seja, ambas as áreas precisam estar igualmente engajadas para atingirmos esse estágio.

É muito comum, contudo, que vendedores e profissionais de Marketing tenham restrições uns em relação aos outros. Isso é particularmente verdadeiro em meses em que as metas não são atingidas, na definição do que é um Lead qualificado e quando os times se enfrentam em disputas esportivas do torneio interno da empresa.

“Mas como eu chego nesse negócio de SMarketing? Não é mais fácil todo mundo se unir e culpar o time de pré-vendas, que fica no meio-campo, quando as coisas dão errado?” Sim, é de fato mais fácil fazer isso, mas não vai levar a nada. Vale mais a pena ter um trabalhinho e construir o SLA entre as áreas.

SLA entre Marketing e Vendas: fundamental para o SMarketing

SLA? Sim, mais uma sigla, para Service Level Agreement (ou, em português não-empresarial, Acordo de Nível de Serviço). Pode ser feito entre quaisquer áreas de uma empresa, porém o mais comum é o SLA entre Marketing e Vendas.

Em resumo, é um contrato que define responsabilidades e expectativas de cada time, principalmente sobre quantidade e qualidade dos Leads passados de Marketing para Vendas. O SLA aborda, também, os passos dos vendedores no follow-up desses Leads.

Ele pode conter, ainda, as metas de cada uma das áreas, evitando o desalinhamento de expectativas. É primordial, aliás, que esse documento esteja facilmente acessível por todos os envolvidos. A ideia é, justamente, que não seja um segredo.

Fundamentalmente, ele deve apontar o que é um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead). Ou seja, quando um Lead é considerado qualificado pelo time de Marketing para ser passado para Vendas, e o que é preciso para Vendas aceitá-lo.

Como fazer um SLA entre Marketing e Vendas?

A seguir, demos uma adiantada e listamos os 5 passos básicos para construir um:

  1. Defina o número de Leads qualificados que Marketing vai entregar para Vendas
  2. Defina como será a passagem do Lead para o time de Vendas
  3. Defina quais informações do Lead o time de Marketing vai passar para Vendas
  4. Defina como será o atendimento do pessoal de Vendas
  5. O que Vendas deve fazer com o Lead

É importante, também, realizar reuniões periódicas para acompanhar o trabalho, discutir as principais dificuldades e revisar o SLA. Elas ajudam, principalmente, o Marketing a entender como Vendas lida com os Leads passados e o que pode ser feito para melhorar.

Todo mundo ganha com o SMarketing

Se lhe pareceu complicado iniciar o processo de construção de um SLA entre Marketing e Vendas para chegar ao SMarketing, saiba que não apenas uma impressão: é difícil mesmo. Vai ser um período de negociações intensas e debates em que as áreas tentarão incluir algo que as faça “levar vantagem”. Mas sabe o que vai sair disso tudo? O equilíbrio.

E sabe quem vai ganhar com isso tudo? Todo mundo. O alinhamento entre Marketing e Vendas resolve dores das duas áreas, que passam a trabalhar juntas com metas e números claro, além de processos compreendidos por todos. A documentação via SLA é uma forma de consulta rápida, mas com o SMarketing os times praticamente internalizam as ações.

Com as reuniões de revisão e análise de resultados, a aproximação fica ainda mais evidente. Assim, a compreensão de que as áreas se complementam — e definitivamente não são rivais — fica mais clara. O resultado costuma vir em forma de aumento de produtividade, melhor funcionamento do funil e metas batidas!

Ferramentas que ajudam o SMarketing

Feito o SLA e aproximadas as áreas, entra em cena a tecnologia para o Smarketing. Ter ferramentas integradas de Marketing e Vendas facilita a manutenção desse alinhamento. Com processos claros e dados visíveis para todos, evitamos conflitos e desencontros.

A Resultados Digitais oferece a plataforma RD Station, com dois softwares que funcionam de forma totalmente integrada: o RD Station Marketing e o RD Station CRM. Eles podem ser testados gratuitamente, para que os benefícios possam ser avaliados sem compromisso.

Aliás, o CRM vai além do teste gratuito, tendo uma versão que é gratuita para sempre! Se o seu time de Vendas ainda usa planilhas e tem informações perdidas por todos os lados, ele é uma boa opção para pôr os seus processos em ordem.

Fonte: https://bit.ly/2M6BM7P

WhatsApp Business e Marketing Conversacional: uma ótima combinação

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Conheça os benefícios do Marketing e entenda por que usar o WhatsApp Bussiness no seu negócio

Este post é um trecho do eBook WhatsApp para Negócios, guia da Resultados Digitais e da Sirena que explica o funcionamento do WhatsApp Business.

Marketing Conversacional é uma estratégia de Marketing Digital que foca principalmente na construção de relacionamentos um-a-um com seus clientes potenciais ou clientes existentes.

Essencialmente, o objetivo dessa estratégia é satisfazer em tempo real as necessidades específicas de cada cliente. O Marketing Conversacional permite às empresas oferecer uma experiência de compra mais humana e personalizada. Ao mesmo tempo, encurtam os ciclos de vendas e informações valiosas sobre os compradores são adquiridas.

Em termos concretos, o Marketing Conversacional busca recolocar a conversa como um pilar fundamental do relacionamento entre uma empresa e seus clientes. Empregando as mais recentes tecnologias de conversação e inteligência artificial na forma de chatbots, as empresas podem interagir com seus clientes com o objetivo de oferecer uma experiência de compra abrangente, simples e intuitiva.

Neste post, vamos citar os principais benefícios do Marketing Conversacional e mostrar por que usar o WhatsApp Business no seu negócio.

Os principais benefícios do Marketing Conversacional?

A seguir, vamos apresentar os motivos pelos quais você deve considerar usar uma estratégia de Marketing Conversacional na sua empresa.

Tempo real

Quando você usa uma estratégia de Marketing Conversacional, a interação com seus clientes acontece instantaneamente e em tempo real. Sem esperas, sem atrasos. Seus clientes são atendidos no momento em que precisam, não importando qual hora seja.

Escalabilidade

Com o surgimento de tecnologias como chatbots, as empresas podem automatizar e escalar conversas com seus clientes, atingindo níveis sem precedentes. Graças a essas tecnologias, as empresas podem manter conversas personalizadas com diferentes clientes ao mesmo tempo, sem prejudicar o funcionamento de seus equipamentos ou sua eficácia ao vender.

Personalização

O uso da tecnologia também nos permite coletar uma grande quantidade de dados, contextualizar conversas e oferecer experiências pessoais únicas. O Marketing Conversacional ajuda empresas a criar vínculos de confiança com seus compradores e experiências de consumo muito positiva.

Feedback

Outra grande vantagem do Marketing Conversacional é o feedback. Cada conversa com um cliente traz contribuições fundamentais que ajudam as empresas a melhorar seus processos de comunicação e seus serviços. Como a conversa foi realizada? O foi bem feito? O que pode ser melhorado? É apenas uma questão de registrar e trabalhar nestes pontos.

WhatsApp vs WhatsApp Business: parecidos, mas muito diferentes

Para colocar em prática uma estratégia de Marketing Conversacional, a maioria das empresas opta por pelo WhatsApp para se comunicar com seus Leads e clientes.

No entanto, o principal problema que surge aqui é que os vendedores usam, na maioria das vezes, suas contas pessoais do WhatsApp, em vez de uma conta oficial da empresa.

Por um lado, isso coloca a imagem da empresa em perigo e, por outro, significa perder o potencial de vendas oferecido por uma ferramenta como o WhatsApp Business. Você usa o WhatsApp pessoal para vender? Vamos explicar por que você deveria mudar.

A melhor maneira de entender os problemas gerados pelo uso de uma conta pessoal do WhatsApp para vendas é através de um exemplo.

Exemplo de mau uso do WhatsApp

Coloque-se no lugar de seus clientes. Imagine, por exemplo, que você queira comprar um celular novo. Você pesquisa as diferentes marcas e modelos disponíveis, checa os comentários no Google e no YouTube, avalia os diferentes preços e seleciona as possíveis lojas para comprar seu produto on-line.

Quando você escolhe uma loja, a primeira coisa que faz é visitar o site ou a página no Facebook para ver como contatá-los para realizar sua compra. Você descobre que no site eles têm um botão WhatsApp instalado, o que permitirá que você converse com um vendedor diretamente de seu telefone. Excelente!

Quando a janela de bate-papo abre no aplicativo, você descobre que o avatar do contato não tem o logotipo da loja, mas a foto de uma pessoa. A conta também não tem uma mensagem de boas-vindas pré-definida ou respostas automáticas que expliquem quais são as horas de atendimento.

Você escreve uma mensagem para perguntar sobre o produto que deseja comprar e o vendedor não responde. Algumas horas depois, você recebe esta mensagem: “Não estou trabalhando no momento. Eu te ligo na próxima semana.”

É bem provável que você mude de loja. Dá pra perceber como uma simples mensagem de WhatsApp sem resposta ou uma comunicação ruim pode significar uma venda perdida?

Guia do WhatsApp para Negócios

Um aplicativo gratuito para pequenas e médias empresas lançado em 2018, o WhatsApp Business permite que empresas interajam com seus clientes de forma simples. É possível utilizar ferramentas para organizar e responder rapidamente às consultas que recebem.

O WhatsApp Business é uma ferramenta baseada em Marketing Conversacional. Ele possui uma série de funcionalidades e características que facilitam e agilizam os processos de vendas.

Fonte: https://bit.ly/2YTaeEL

A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte:

Tribalismo no marketing digital

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Interagir com pessoas de formas diferentes baseado no comportamento, local e contexto é um conceito simples de entender, e faz parte do nosso cotidiano.

Por exemplo, um senhor de terno e gravata entra em uma loja de roupas, ele terá uma recepção diferente de um jovem de bermuda e camiseta de banda de heavy metal ao entrar nesta mesma loja.

Conceitos simples que entendemos e processamos de forma natural, eles podem até querer comprar o mesmo produto, porém a jornada será certamente diferente. Esses são os desafios complexos que as marcas enfrentam hoje em dia. Mas como ser relevante para todas as tribos?

Atualmente, as marcas precisam acolher o consumidor, e criar experiências para atender as expectativas deles. E na comunicação, ser relevante para seu público alvo e sua “tribo”, torna-se uma ferramenta poderosa e essencial nessa nova dinâmica.

Isso porque a sociedade está cada vez mais complexa, com diversas segmentações e ramificações. Nesse momento é quando o consumidor começa a interagir mais com as marcas que ele se identifica e reconhecer como sendo sua “tribo”, exclusiva a todas as outras pessoas.

Afinal, todo mundo gosta de se sentir parte de algo maior, de se sentir incluído e especial.

Segmentar por sexo e idade não é mais suficiente.

Com a ajuda da tecnologia que está disponível há mais de 10 anos, falamos muito de engajamento desde sempre e já estamos cansados de saber o que o consumidor espera das marcas.

Um bom vendedor entende que para melhorar suas chances de vender ele precisa deixar o cliente mais à vontade e mais interessado no produto. Para isso ele precisa salientar as vantagens do produto e como ele vai melhorar a vida do cliente.

Para aplicar estas técnicas de vendas, o vendedor precisa necessariamente inferir alguns padrões sobre o cliente: seu gosto, sua linguagem e o nível de interesse no produto em questão.

Além disso, ele precisa ser inteligente e usar as informações externas para o convencimento do cliente, como o local, o clima, a economia, dentre muitos outros. Porque seria diferente no ambiente digital? Não deveria, mas é.

No digital estamos bombardeando o consumidor com a mesma mensagem várias vezes, visando o clique dele. Repetindo a exaustão o produto que ele viu e não comprou, focado em otimizar para o clique, sem pensar na mensagem ou no objetivo do investimento que desejamos.

Esse ambiente foi desenhado para criar experiências de forma personalizadas. Nele conseguimos a escala e a automação necessária para aumentarmos a relevância e permite explorarmos diversos fatores que podemos considerar importantes e essenciais na hora de interagir com os consumidores. Sabemos o local em que ele está, o dispositivo que está usando, como chegou até sua publicidade, além das informações de comportamento que podemos comprar de empresas especializadas.

Todos esses dados servem para criar o momento ideal e a mensagem correta para falar com as pessoas certas. Quanto mais informação você obtém do consumidor, mais customizado e eficiente será seu marketing.

Mas há luzes no fim do túnel. Algumas marcas já estão se preparando e investindo em segmentação inteligente para aumentar a relevância para essas tribos. Temos casos de grandes marcas que antigamente definiam verbas publicitárias nos orçamentos, agora definindo a entrega da publicidade por meio da relevância de cada produto para o usuário.

Ou seja, têm uma verba única e definem qual linha criativa e de qual produto será entregue, dependendo do perfil do cliente. Um consumidor masculino que gosta de moda, por exemplo, às 21 horas, vai ver um sabão de lavar roupas premium e suas vantagens para lavar tecidos nobres.

Entendemos que ele está em casa e que é melhor mostrar sabão de lava roupas, do que qualquer outro produto do portfólio da empresa.

Vale lembrar que a segmentação de usuários permite as marcas entregarem os produtos mais relevantes para cada tipo de pessoa no momento certo. Temos clientes pensando fora da caixa e desafiando a frase “vender sorvete para esquimó” ao definir a promoção e a entrega de publicidade com base na temperatura em várias cidades do Brasil.

Esse cliente define níveis de descontos progressivos, baseado na temperatura da cidade de entrega da publicidade e se tiver muito frio ou muito calor, suspende a campanha. Isso porque no frio, o ROI fica muito baixo e no calor o consumidor não precisa de convencimento.

Os retornos com eles foram excepcionais, como também otimizou muito o custo da campanha, sem investir quando não era necessário, tudo de forma escalável e automática.

Um outro caso simples é uma marca que optou por contar uma história ao invés de repetir a propaganda várias vezes para os usuários. Contávamos a frequência com que o potencial cliente via a publicidade e criamos uma ordem para os criativos.

Haviam várias histórias que eram escolhidas baseadas no perfil do usuário. Um criativo era mostrado depois do outro de forma que contasse uma história com começo, meio e fim. A preocupação não era com o clique, mas sim com a experiência do usuário e com o storytelling.

Depois da sequência de criativos ser mostrada, não era desperdiçado mais nenhuma impressão com aquele cliente.

Por fim, consumidores modernos querem saber como se relacionam com tudo e as mensagens customizadas permitem uma ressonância muito maior. Marketing feito de forma personalizada não só é mais eficiente como também cria maior relevância para o usuário, poupando e otimizando verbas tão preciosas hoje em dia.

Fonte:

Marketing de conteúdo nas redes sociais representa 20% das ações de anunciante

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Quem entende de marketing digital sabe que todas as verticais são relevantes no processo de conversão do e-commerce, uma vez que impactam o usuário de várias formas, em diferentes momentos. Entre as opções disponíveis para as marcas propagarem seu nome na web, uma tem se destacado: o marketing de conteúdo, especialmente nas redes sociais. Um levantamento da rede de afiliação Awin junto aos seus anunciantes no Brasil mostra que o marketing de conteúdo em plataformas como blogs e Facebook representa 20% de todas as ações realizadas pelas marcas.

Muitas vertentes, inclusive, se misturam. É comum, por exemplo, que sites que trabalham com cashback (como é conhecida a ação de marketing que devolve ao usuário parte do dinheiro que foi pago), ou portais que oferecem cupons de desconto, produzam conteúdo em conjunto com os influenciadores parceiros.

Para Javier Gómez, Head of Publishers na Awin, essa é uma vertical estratégica para o anunciante, porque é capaz de conseguir resultados expressivos tanto do ponto de vista da performance de vendas quanto da construção de marca. “Cada vez mais, a tendência é que o marketing de afiliação se aproxime do universo dos influenciadores, atrelando conteúdos pertinentes de acordo com o público e com as temáticas”, comenta.

Dentro do inbound marketing, segundo Gómez, o segmento que mais tem se destacado e registrado aumento de vendas são canais que abordam temas relacionados à tecnologia. “Alguns dos fatores que influenciaram positivamente estes resultados são a maneira que esses afiliados do setor produzem os conteúdos, priorizando reviews bem detalhados e o chamado unboxing, ou seja, aprática de falar sobre produtos recém-lançados. Acredito que, no futuro, esses serão os grandes geradores de receita do e-commerce nacional”, finaliza.

Fonte: https://goo.gl/pq55QT

Estratégias de marketing para seu e-commerce

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O comércio teve uma retomada no fim de 2017 e segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a previsão do crescimento do e-commerce é superar 15% este ano, chegando a um volume de mais 220 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 69 bilhões. Aos poucos o consumidor retoma os gastos e este é o momento de fortalecer os negócios.

Com o objetivo de contribuir com o aumento das vendas e o sucesso do empreendimento, o uso de ferramentas de marketing está cada dia mais presente nas estratégias das empresas e estar presente no meio digital faz toda a diferença para a empresa.

Entretanto, antes de abrir uma loja virtual é preciso escolher a plataforma que seja ideal para o seu negócio. Muitos detalhes são levados em conta para garantir o sucesso de um e-commerce. A estrutura do site, o processo de compra, produtos, preço, frete. São diversos ângulos e todos eles devem ser abordados com cuidado para garantir a satisfação do cliente.

Para isso, a Xtech Commerce, permite que o lojista trabalhe de forma multicanal, além de possuir estratégias que permitem cuidar 360º da inteligência da loja virtual.

Além da plataforma é preciso investir com assertividade. Um grande problema que acontece dentro do mercado é referente aos investimentos em estratégias de marketing. O empreendedor começa a colocar dinheiro em campanhas, anúncios de Facebook, Adwords, sem conhecer exatamente o seu público. Antes de fazer investimentos procure conhecer o seu cliente, dialogue e saiba como chegar até ele.

Usar a tecnologia de big data para isso é uma ótima estratégia. A Zeeng, por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, atua junto às companhias da área de comunicação e marketing para antecipar movimentos estratégicos de concorrentes, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

Investir em anúncios digitais é importante para todos os tipos de negócio. A GhFly é uma agência referência em marketing digital e líder em performance. Em forte expansão no mercado brasileiro é especializada em gestão de campanhas criativas e inovadoras com foco em resultado, aliando mídia online com um formato de consultoria.

Fonte: https://goo.gl/DWY4Cf

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?

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A pesquisa Hábitos e comportamentos dos usuários de redes sociais realizado pelo e.Life Group revelou que os celulares e smartphones já são o principal meio de acesso à internet no Brasil. Os aparelhos móveis são os mais utilizados por 43% dos entrevistados, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

Até aí não parece ser uma grande novidade, já que por onde a gente anda praticamente todo mundo está com um aparelho na mão. Parece tão natural que é preciso um estudo assim para tornar mais evidente o que está na cara, mas que não relacionamos com nossos negócios. Cada vez mais pessoas utilizam esses aparelhos para ter contato com nossa empresa, produtos e serviços. Seja acessando o site, o perfil nas redes sociais e pesquisas no Google, ou mesmo através de mensagens diretas como e-mail e Whats App. Ou seja, o smartphone tornou-se o primeiro canal de contato com seus clientes.

Nos EUA o chamado mobile marketing vem crescendo a taxas de 50% nos últimos cinco anos, devendo movimentar US$ 400 bilhões em 2015. Não à toa, foi considerado um dos principais fatores de estímulo da economia no país.

Tanto que em abril o Google anunciou uma grande mudança nas suas regras, passando a priorizar nas pesquisas os sites com layouts adaptáveis para os aparelhos móveis (responsivos). A medida teve impacto tão grande que os especialistas a apelidaram de mobilegeddon (mobile armageddon), por prever que muitos sites bem posicionados nas buscas iriam desabar por não possuírem versões mobile.

E a sua empresa, está preparada para atender a essa nova demanda?

Tenha em mente que a pessoa que você encontra no metrô, na rua, no shopping ou no trânsito consultando o celular pode estar buscando por produtos e serviços que você fornece, ou até mesmo tentando acessar o site da sua empresa. E aí, o que ela vai encontrar?

Será que vai ficar satisfeita?

Ou, pior, será que vai encontrar alguma coisa?

Conheço muita gente que nunca acessou o próprio site pelo celular ou tablet. Se é o seu caso, faça uma experiência, pegue o seu smartphone agora e tente. Se ele abre rapidamente, se adapta aos diferentes formato de tela, facilita a visualização das principais informações e é de fácil navegação, parabéns! Se, pelo contrário, encontrou uma miniatura do que está acostumado a ver na tela do seu computador ou notebook, em que é necessário empurrar de lá para cá para achar o que procura, é melhor se preocupar pois é assim que um número cada vez maior de potenciais clientes enxerga sua empresa.

Para adaptar a empresa para esse novo momento, transformando o celular em uma ferramenta para gerar novos negócios, o primeiro passo é estar atento às mudanças de hábitos e necessidades dos usuários. Não só a forma de acessar mas também o tipo de informação que procuram pode mudar de acordo com o aparelho usado: pesquisar informações em casa, sentado confortavelmente em frente à tela grande do computador, é uma situação bem diferente de buscar informações andando na rua com um celular de tela pequena. Em casa você pode ter calma para ler textos longos e informações complementares. Na rua, o que precisa são informações rápidas e práticas, como o número de telefone e endereço. As prioridades e necessidades mudam conforme o aparelho a ser utilizado.

O que está acontecendo no varejo norte-americano serve para ilustrar bem esse cenário. Lá, 70% dos consumidores usam smartphones enquanto fazem compras nas lojas para comparar preços, ler resenhas de produtos, obter cupons e verificar o que há no estoque.

Aqui esse comportamento só não é maior devido à precariedade da nossa rede de internet 3G, mas a situação deve melhorar em ritmo acelerado nos próximos anos. As grandes redes varejistas já se conscientizaram que não adianta restringir o acesso na área de vendas com medo da concorrência e algumas inclusive já fornecem acesso wi-fi gratuito. A internet deve ser encarada como uma aliada para aumentar o tempo de permanência do consumidor na loja e estimular a compra.

O segundo passo é adaptar as estratégias e ações de marketing. A equipe da Clínica Marketing Digital preparou a lista das cinco prioridades para colocar sua empresa dentro da realidade mobile. São elas:

Responsividade: site responsivo adapta-se automaticamente ao formato de tela do aparelho utilizado, mas não se resume a isso. É necessário destacar as informações que o usuário quer ver com rapidez, o que pode variar de acordo com o perfil do público-alvo ou da situação. Por isso é importante estudar a versão mobile em conjunto com o desenvolvedor.

Mobile First: Nos EUA, onde o acesso à internet via celular já ultrapassou os desktops e PCs há mais tempo, a prioridade é desenvolver o layout do site para as telas de smartphones e tablets, fator que deve ser levado em conta caso sua empresa pretenda desenvolver um novo site.

SEO: O Google é responsável por gerar de 50% a 60% do tráfego dos sites no Brasil, e a situação na muda em relação ao mobile. Pelo contrário, fazer a consulta no Google pelo celular para buscar informações sobre empresas, marcas e produtos é até mais prático. Por isso é necessário trabalhar o SEO do site também visando os resultados das buscas pelos aparelhos móveis, que podem se diferenciar em relação aos notebooks e desktops pelas palavras-chave.

Publicidade mobile: O Google vem acompanhando essa tendência há alguns anos e já oferece a possibilidade de segmentar as campanhas de anúncios (adwords) de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. E, da mesma forma que o SEO, necessita de uma estratégia própria para o mobile.

Redes sociais: Facebook e Instagram são as redes sociais: se o perfil dos seus clientes e consumidores tem potencial para interagir com sua empresa via celular, é fundamental investir na presença em redes sociais como Facebook, Instagram e Linked In, bastante acessadas por praticamente todo mundo que possui um smartphone.

Fonte: https://ecommercenews.com.br