O perfil dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos

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Não é novidade que há muitos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos. Não à toa, durante a Black Friday – uma época propícia para os consumidores realizarem alguns desejos de consumos – essa é a categoria de produtos mais buscada pelos brasileiros. No ano passado, uma pesquisa feita pela Proxy Media revelou que praticamente metade dos respondentes estava interessada em aproveitar a data para comprar eletrônicos e eletrodomésticos.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas no mundo todo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e usar esta informação para gerar insights e tomar decisões. Além disso, os dados ficam disponíveis para diversos tipos de ações de marketing: mídia programática, personalização de sites/ vitrines/ campanhas, lookalike, retargeting e muito mais.

A Navegg observou toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos e reuniu toda essa informação no infográfico abaixo.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos é mulher (73%), casada (78%), com idade entre 35 a 59 anos (42%), da classe Alta (62%) e graduada (52%).

Dentro desse tema, os três produtos pelos quais os brasileiros mais buscam são artigos de lavanderia, televisão e fogões. Já as marcas preferidas são Brastemp, Panasonic e Tramontina. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (57%).

No tema casa e construção se interessam por Apple, Computadores e Gadgets. Fora dele, se interessam por Móveis e Decoração, Animais de estimação e Artesanato.

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Seguidores (25%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Eletrônicos e Eletrodomésticos, a maioria deles se encaixa no perfil Open House (38%) do Navegg Buyer – composto por pessoas que estão numa fase que exije a aquisição de diversos produtos simultaneamente e, por isso, optam por combos ou artigos econômicos -, seguido do perfil Liquidação (37%) – pessoas que, muitas vezes, compram mesmo sem precisar do item, pois levam em consideração a oportunidade – e do perfil Top de Linha (25%) – representado pelas pessoas que optam pela inovação, mesmo que o único diferencial seja o design.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos.

Fonte: ecommercenews.com.br

O e-commerce vai matar os shoppings centers?

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Pesquisa divulgada pelo banco Credit Suisse, prevê ainda que 20% a 25% dos shoppings centers norte-americanos devem fechar no espaço de 5 anos.

Em valores absolutos, 250 dos 1200 shoppings centers nos EUA serão fechados – muitos deles grandes empreendimentos.

Esses números têm uma causa clara: a chegada do comércio eletrônico.

A conectividade e o uso de ferramentas e serviços online, os modelos de comportamento e consumo mudaram, criando uma nova necessidade para o mercado. Além disso, no caso dos EUA, sendo o quarto maior país do mundo em extensão territorial, não é difícil imaginar as barreiras geográficas que as marcas enfrentam diariamente para marcar presença junto ao seu consumidor, problema praticamente eliminado pelo e-commerce. Prova disso é que o mesmo levantamento da Credit Suisse mostrou que o número de vendas online do vestuário norte-americano deve pular dos 17% atuais para 37% até 2030.

Ao observar esses elementos, somando-se o atual cenário econômico, você pode imaginar um resultado semelhante no Brasil. Mas, surpreendentemente, o Brasil registrou resultados positivos em ambos os setores. Somente em 2016 foram inaugurados 20 novos empreendimentos, totalizando 561 shoppings em operação no país, aumento de 3,7% em relação ao ano anterior. Já o e-commerce brasileiro faturou em 2016 o total de R$ 53,4 bilhões, 11% a mais em relação a 2015, segundo a ABComm. Então, se nos EUA o e-commerce afetou diretamente os shoppings centers, no Brasil não houve impacto.

No caso dos shoppings centers, enquanto nos EUA trata-se de um setor maduro e, até mesmo, saturado, no Brasil ele segue em desenvolvimento. Os famosos outlets, por exemplo, ainda são novidade, existindo apenas 11 em operação – nos EUA são mais de 200 existentes.

Já para o e-commerce, existe uma similaridade bastante positiva: a extensão territorial e a possibilidade de conquistar espaços que as lojas físicas não alcançam.

Se nos Estados Unidos as vendas eletrônicas já respondem por cerca de 12% das vendas totais, no Brasil ainda são apenas 4%, ou seja, há uma enorme fatia de mercado disponível.

Diante desses dados, não surpreende que, mesmo com a crise que aplacou a economia brasileira nos últimos anos, o setor de comércio eletrônico registre crescimento anual de 15% e um dos cenários mais promissores para 2017, onde espera-se que o faturamento do setor alcance R$ 59,9 bilhões.

Podemos concluir que, se nos Estados Unidos o e-commerce impactou os shopping centers negativamente, no Brasil o cenário, não apenas demora para se repetir, como pode nem acontecer. Basta que a expansão desse segmento seja realizada com planejamento e integração com os demais mercados.

Fonte: ecommercenews.com.br

Mobile: pesquisa da RTB House revela aumento no uso dos dispositivos móveis durante as férias

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A sazonalidade nas campanhas de marketing não deve considerar apenas datas comemorativas ou períodos de promoções, mas também o tipo de dispositivo que os consumidores usam para pesquisar e comprar produtos online. Foi isso que a RTB House, uma empresa global que fornece tecnologia de ponta para retargeting, concluiu ao constatar que as atividades de smartphones e tablets cresceram mais de 30% durante as férias de julho no ano passado.

O poder crescente dos dispositivos móveis já foi comprovado pelo relatório sobre Receita de Publicidade na Internet, desenvolvido pela PricewaterhouseCoopers em conjunto com o Interactive Advertising Bureau. O levantamento mapeou que 51% dos US$ 72,5 bilhões gastos com anúncios digitais em 2016 vieram de plataformas móveis – movimentando um total de US$ 36,6 bilhões. Agora, a RTB House constatou também que as atividades em smartphones e tablets ficam particularmente mais intensas durante as férias.

O mapeamento levou em conta uma base em dados de mais de 40 mercados em toda a Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África. De maneira geral, o número de conversões de dispositivos móveis aumentou em julho e agosto de 2016, onde a participação nos smartphones foi de 27% a 36% superior à média do ano. Os smarphones e tablets geraram, em conjunto, 28% do número total de conversões no primeiro mês e quase 30% no último mês – os smartphones representaram mais 24% e 25%, respectivamente, enquanto os tablets representaram mais de 4% em ambos.

Rodrigo Lobato, country manager da RTB House no Brasil, aponta que, com a quantidade crescente de dispositivos móveis, os anunciantes precisam estar conscientes da sazonalidade na utilização dos smartphones e tablets. “O uso de celular aumenta significativamente, pois as pessoas gastam mais tempo fora de casa, saem de férias ou vão viajar. As atividades baseadas em performance com o uso de campanhas cross device podem direcionar as pessoas em seu percurso, permitindo que os anúncios aproveitem não apenas as temporizações em suas ofertas, mas os canais mais prováveis de serem usados”.

Lobato também observa que “com as ferramentas de retargeting corretas, os comerciantes podem reagir rapidamente ao comportamento dos clientes em diferentes estágios do caminho de compra. Sabendo como e quando os consumidores estão envolvidos com plataformas específicas, eles podem planejar estratégias de publicidade por diferentes segmentos de usuários – visitantes, consumidores frequentes ou aqueles de primeira viagem – e entregar mensagens mais precisas e personalizadas durante os horários de pico”.

Essa tendência de mobilidade nas férias reflete uma maior área de crescimento no mercado de marketing móvel. Em 2016, a participação média dos dispositivos móveis de janeiro a maio representou cerca de 19% de conversões. Em 2017, esse valor cresceu para mais de 28%, o que representa um crescimento de quase 50% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Podemos assumir que durante as férias de 2017 teremos um pico igual ou talvez maior”, avalia Lobato.

O estudo baseia-se em dados coletados de mais de 1.000 campanhas realizadas no modelo RTB, uma tecnologia de anúncios online que permite a compra e a venda de visualizações de anúncios individuais em tempo real. Eles foram compilados no Device Report, pesquisa desenvolvida a partir do painel de clientes de retargeting personalizado da RTB House.

A RTB House é uma das poucas empresas do mundo que desenvolveu e implementou sua própria tecnologia para compra de anúncios no modelo RTB (lances em tempo real). A empresa atua em todo o mundo e opera campanhas para marcas globais em 40 mercados da Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África.

Fonte: ecommercenews.com.br

Você sabe qual tipo de conteúdo melhor se encaixa no seu e-commerce?

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Há quem diga que no e-commerce, o conteúdo é rei. E existem motivos fortes para essa afirmação ser aceita. Além de contribuir para um melhor entendimento do consumidor em relação aos produtos e serviços oferecidos, o conteúdo também tem papel decisivo para o ranqueamento da loja nos mecanismos de busca.

Mas muitos se perguntam: conteúdo é só texto e vídeo? Para desmistificar essa questão e reafirmar a importância do conteúdo para as estratégias de marketing digital, a Outbrain, empresa que opera uma das maiores plataformas de descoberta de conteúdo em todo o mundo, aglutinou alguns insights sobre o assunto.

A seguir, você confere os prós e contras de cada tipo de conteúdo e descobre qual se encaixa melhor à sua estratégia digital:

Posts em Mídias Sociais

Vantagens:

– Fácil de começar;
– Excelente forma de reaproveitar conteúdos;
– 66% dos profissionais de marketing veem benefícios na geração de leads através deles.

Desvantagens:

– Necessita ser monitorado e atualizado regularmente;
– Difícil de obter seguidores;
– Qualquer erro torna-se público.

Infográficos

Vantagens:

– Considerado o segundo tipo de conteúdo mais efetivos pelos profissionais de marketing;
– 3x mais curtidos e compartilhados nas mídias sociais do que outros tipos de conteúdos.

Desvantagens:

– A produção requer investimento em design;
– Nem sempre são indexados pelos buscadores.

Newsletter

Vantagens:

– 86% dos consumidores gostam de receber e-mails promocionais das empresas das quais compraram algo;
– Produção simples e de baixo custo.

Desvantagens:

– Construir um mailing efetivo é desafiador;
– Baixa diferenciação.

Estudos de caso

Vantagens:

– Cria o efeito “halo”, ou seja, associação da sua marca à do cliente;
– 44% dos profissionais de marketing acreditam que geram leads qualificados.

Desvantagens:

– Apenas 6% das pessoas consideram os estudos de caso uma ferramenta efetiva de marketing.

Quizzes

Vantagens:

– Quizzes personalizados aumentam o volume de cliques em 14%, e as conversões, em 10%;
– A média de compartilhamento é de 1.900 vezes.

Desvantagens:

– Requer ferramenta especializada para o desenvolvimento;
– O alcance de resultados efetivos leva tempo.

Posts em blogs

Vantagens:

– Gera leads por meses;
– 14% dos profissionais de marketing acreditam que são efetivos para gerar leads e para conhecimento da marca.

Desvantagens:

– Necessita de atualização constante;
– É preciso ser relevante para se destacar.

Vídeos

Vantagens:

– 43% dos consumidores querem mais conteúdo em vídeo;
– 48% dos usuários de smartphones são mais propensos a comprar de empresas que disponibilizam vídeos com instrução;

Desvantagens:

– Custo da produção alto e demorado.

Podcasts

Vantagens:

– O consumo de podcasts aumentou 23% entre 2015 e 2016;
– O engajamento de usuários com a publicidade é alto: 68% dos ouvintes se engajaram de alguma forma.

Desvantagens:

– A audiência ainda é baixa: apenas 13% da população americana em 2016.

Webinars

Vantagens:

– Pode captar informações do usuário ao se registrarem para ter acesso ao vídeo;
– 50% dos profissionais de marketing B2B americanos acreditam que os webinars geram leads.

Desvantagens:

– Consome tempo para preparar todo o processo;
– É imprevisível: requer equipamentos especializados para evitar problemas de transmissão.

Tutoriais

Vantagens:

– Auxilia na obtenção de uma boa posição no ranking de pesquisa orgânica.

Desvantagens:

– Pode parecer que você esteja entregando facilmente algo que seja muito bom para ser verdade;
– Exige investimento de tempo e recurso para fazer bem feito.

White Paper/ Ebooks/ Relatórios

Vantagens:

– Pode capturar informações do usuário em troca de download gratuito;
– Pesquisas e dados inéditos são ferramentas de marketing que despertam grande interesse.

Desvantagens:

– Conteúdos longos recebem menos cliques e compartilhamentos;
– Requer pesquisa intensa para produção.

Eventos

Vantagens:

– Oportunidade de criar networking presencial, gerar vendas e mídia espontânea;
– Captura dos dados dos participantes é uma potencial fonte de receita.

Desvantagens:

– Complicado e de alto custo;
– Requer suporte o tempo todo por meses de planejamento.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Pesquisa online: ferramenta prática para ouvir clientes

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Manter canais de contato direto com o cliente, além de contribuir para aumentar a taxa de conversão do site, possibilita a evolução do e-commerce. Há diversas maneiras de ouvir a opinião do cliente, entre elas, a ferramenta de pesquisa online.

A aplicação de um questionário online proporciona agilidade, alcançando um número maior de pessoas. Para o lojista que deseja aplicar questionários como esse, o Diretor na RA6 Digital, Rodrigo Assis, dá algumas dicas. Em primeiro lugar, ele afirma que o ideal é evitar perguntas fechadas, para não direcionar a pesquisa para respostas tendenciosas, como por exemplo: ‘Você prefere nossa vitrine de produtos com imagens grandes ou pequenas?”

Assis aconselha elaborar perguntas claras, com boa escrita e de fácil interpretação. “Evite emitir sua opinião durante a elaboração da pesquisa online, assim você não irá transparecer o posicionamento da empresa, além de evitar respostas dirigidas”, comenta.

Ele adverte, ainda, que a estratégia utilizada na pesquisa deve ser coletar informações relevantes para solucionar problemas ou identificar uma oportunidade de evolução, e não a de colher posicionamentos.

Para auxiliar na elaboração dos questionários online, Assis enumera três excelentes ferramentas que podem ser utilizadas, sem a necessidade de conhecimentos técnicos para operar:

Survio: ferramenta original da República Tcheca, mas que conta com opção em Português. Oferece plano pago e gratuito além de modelos prontos de pesquisa de satisfação que podem ajudar na elaboração do questionário. Em caso de dúvidas, possui atendimento personalizado.

Opinion Box: oferece plano pago ou gratuito. O diferencial dessa ferramenta é que é possível inserir a logomarca da empresa, mesmo no plano gratuito.

Surver Monkey: um dos mais conhecidos softwares, além de oferecer um amigável ambiente para elaborar a pesquisa. Essa ferramenta tem parceria com o MailChimp e Eventbrite, entre outras ferramentas digitais.

O mercado está cada vez mais competitivo e o cliente cada vez mais exigente e bem informado. Por isso, Assis defende a pesquisa online para que o lojista possa compreender o nível de satisfação do cliente e agir para melhorar o mix de produtos ou a qualidade do atendimento, por exemplo. “Ao fazer uso da pesquisa de satisfação online, o empreendedor poderá saber se está no caminho certo ou se necessita traçar novas estratégias”, conclui.

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?

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A pesquisa Hábitos e comportamentos dos usuários de redes sociais realizado pelo e.Life Group revelou que os celulares e smartphones já são o principal meio de acesso à internet no Brasil. Os aparelhos móveis são os mais utilizados por 43% dos entrevistados, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

Até aí não parece ser uma grande novidade, já que por onde a gente anda praticamente todo mundo está com um aparelho na mão. Parece tão natural que é preciso um estudo assim para tornar mais evidente o que está na cara, mas que não relacionamos com nossos negócios. Cada vez mais pessoas utilizam esses aparelhos para ter contato com nossa empresa, produtos e serviços. Seja acessando o site, o perfil nas redes sociais e pesquisas no Google, ou mesmo através de mensagens diretas como e-mail e Whats App. Ou seja, o smartphone tornou-se o primeiro canal de contato com seus clientes.

Nos EUA o chamado mobile marketing vem crescendo a taxas de 50% nos últimos cinco anos, devendo movimentar US$ 400 bilhões em 2015. Não à toa, foi considerado um dos principais fatores de estímulo da economia no país.

Tanto que em abril o Google anunciou uma grande mudança nas suas regras, passando a priorizar nas pesquisas os sites com layouts adaptáveis para os aparelhos móveis (responsivos). A medida teve impacto tão grande que os especialistas a apelidaram de mobilegeddon (mobile armageddon), por prever que muitos sites bem posicionados nas buscas iriam desabar por não possuírem versões mobile.

E a sua empresa, está preparada para atender a essa nova demanda?

Tenha em mente que a pessoa que você encontra no metrô, na rua, no shopping ou no trânsito consultando o celular pode estar buscando por produtos e serviços que você fornece, ou até mesmo tentando acessar o site da sua empresa. E aí, o que ela vai encontrar?

Será que vai ficar satisfeita?

Ou, pior, será que vai encontrar alguma coisa?

Conheço muita gente que nunca acessou o próprio site pelo celular ou tablet. Se é o seu caso, faça uma experiência, pegue o seu smartphone agora e tente. Se ele abre rapidamente, se adapta aos diferentes formato de tela, facilita a visualização das principais informações e é de fácil navegação, parabéns! Se, pelo contrário, encontrou uma miniatura do que está acostumado a ver na tela do seu computador ou notebook, em que é necessário empurrar de lá para cá para achar o que procura, é melhor se preocupar pois é assim que um número cada vez maior de potenciais clientes enxerga sua empresa.

Para adaptar a empresa para esse novo momento, transformando o celular em uma ferramenta para gerar novos negócios, o primeiro passo é estar atento às mudanças de hábitos e necessidades dos usuários. Não só a forma de acessar mas também o tipo de informação que procuram pode mudar de acordo com o aparelho usado: pesquisar informações em casa, sentado confortavelmente em frente à tela grande do computador, é uma situação bem diferente de buscar informações andando na rua com um celular de tela pequena. Em casa você pode ter calma para ler textos longos e informações complementares. Na rua, o que precisa são informações rápidas e práticas, como o número de telefone e endereço. As prioridades e necessidades mudam conforme o aparelho a ser utilizado.

O que está acontecendo no varejo norte-americano serve para ilustrar bem esse cenário. Lá, 70% dos consumidores usam smartphones enquanto fazem compras nas lojas para comparar preços, ler resenhas de produtos, obter cupons e verificar o que há no estoque.

Aqui esse comportamento só não é maior devido à precariedade da nossa rede de internet 3G, mas a situação deve melhorar em ritmo acelerado nos próximos anos. As grandes redes varejistas já se conscientizaram que não adianta restringir o acesso na área de vendas com medo da concorrência e algumas inclusive já fornecem acesso wi-fi gratuito. A internet deve ser encarada como uma aliada para aumentar o tempo de permanência do consumidor na loja e estimular a compra.

O segundo passo é adaptar as estratégias e ações de marketing. A equipe da Clínica Marketing Digital preparou a lista das cinco prioridades para colocar sua empresa dentro da realidade mobile. São elas:

Responsividade: site responsivo adapta-se automaticamente ao formato de tela do aparelho utilizado, mas não se resume a isso. É necessário destacar as informações que o usuário quer ver com rapidez, o que pode variar de acordo com o perfil do público-alvo ou da situação. Por isso é importante estudar a versão mobile em conjunto com o desenvolvedor.

Mobile First: Nos EUA, onde o acesso à internet via celular já ultrapassou os desktops e PCs há mais tempo, a prioridade é desenvolver o layout do site para as telas de smartphones e tablets, fator que deve ser levado em conta caso sua empresa pretenda desenvolver um novo site.

SEO: O Google é responsável por gerar de 50% a 60% do tráfego dos sites no Brasil, e a situação na muda em relação ao mobile. Pelo contrário, fazer a consulta no Google pelo celular para buscar informações sobre empresas, marcas e produtos é até mais prático. Por isso é necessário trabalhar o SEO do site também visando os resultados das buscas pelos aparelhos móveis, que podem se diferenciar em relação aos notebooks e desktops pelas palavras-chave.

Publicidade mobile: O Google vem acompanhando essa tendência há alguns anos e já oferece a possibilidade de segmentar as campanhas de anúncios (adwords) de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. E, da mesma forma que o SEO, necessita de uma estratégia própria para o mobile.

Redes sociais: Facebook e Instagram são as redes sociais: se o perfil dos seus clientes e consumidores tem potencial para interagir com sua empresa via celular, é fundamental investir na presença em redes sociais como Facebook, Instagram e Linked In, bastante acessadas por praticamente todo mundo que possui um smartphone.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Começando no e-commerce? Veja 8 dicas para vender mais!

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Nunca foi tão fácil no Brasil iniciar uma operação de e-commerce. O setor cresce a um ritmo de 20% ao ano há mais de uma década; plataformas com uma infinidade de recursos e preço acessível surgem a cada dia, assim como tecnologias de pagamento e segurança tornam mais fácil não só a vida do consumidor como também da loja.

Por outro lado, nunca foi tão difícil manter uma operação de e-commerce. A concorrência, assim como os custos de operação, logística e propaganda aumentam, enquanto os preços são pressionados para baixo.

Diante desse cenário é comum os gestores e empresários se concentrarem apenas na geração de tráfego da loja, o que hoje não garante mais vendas. Abaixo, selecionamos oito dicas relacionadas a credibilidade, serviço e conteúdo que influenciam diretamente a decisão de compra dos consumidores.

1. Credibilidade: De acordo com estudo da Mintel, dos consumidores com acesso à internet no Brasil, 67% não fizeram compras pela web nos últimos 12 meses. Desse total, 22% receiam que o produto não seja original, 22% que o produto não seja entregue e outros 25% por medo de passar os seus dados pessoais e bancários. Por isso, o primeiro ponto que você precisa investir na sua loja é na confiança. Assegure a confidencialidade das informações dos clientes, seja transparente em relação aos prazos de entrega, divulgue o endereço físico (mesmo que seja apenas do escritório), estabeleça uma política de trocas e devoluções e invista em sistemas de segurança que codificam os dados (site seguro). Deixe bastante claro para o cliente que ele pode ficar tranquilo ao navegar e comprar na sua loja.

2. Interação: Outro fator de credibilidade para o seu e-commerce é manter canais de atendimento para o consumidor. Telefone, e-mail, chat online e perfis nas redes sociais são importantes não só para esclarecer dúvidas como também para que o cliente se certifique que você existe de verdade. Redes sociais e newsletters servem também para que você mantenha contato para divulgar seus lançamentos e promoções.

3. Benefícios e diferenciais: Não espere que o cliente vasculhe sua loja para descobrir quais vantagens você oferece a ele. Reúna e destaque, ou melhor, escancare os seus atributos e diferenciais como frete grátis, opções de pagamento e parcelamento, compra segura, desconto no boleto, etc. em todo o site. Comece pela home page, mas não se restrinja apenas a ela. Use os recursos disponíveis em sua plataforma para destacar seus benefícios também na página de produtos e inclusive durante o processo de pagamento, de modo a reforçar o impulso de compra.

4. Promoção e marketing: Consumidores do e-commerce são ávidos por novidades. Eles querem encontrar algo novo toda vez que visitam a sua loja, assim como receber dicas e promoções por e-mail até diariamente, dependendo do segmento. Para eles nada é mais tedioso do que visitar uma loja e encontrá-la do mesmo jeito que na última visita. Portanto seja dinâmico, crie promoções e faça lançamentos com base em um calendário com as principais datas comemorativas e atualize periodicamente os banners. Use a criatividade e busque motivos tanto para atrair os clientes para a loja quanto para que retornem.

5. Layout e experiência do usuário: O layout da loja de e-commerce não deve apenas seguir fatores estéticos. A forma como o internauta navega pela sua loja ( experiência de uso, ou UX) exerce fator decisivo para a conversão. Estudos práticos demonstram que a simples alteração do tamanho ou até mesmo da cor do botão “comprar” pode aumentar o estímulo de compra. Não existe uma fórmula específica, você só vai descobrir como melhorar essa experiência de uso fazendo experiências, os famosos testes A/B. Teste cores, tamanhos, acesso aos produtos. Lembre-se que a experiência do usuário muda de acordo com o aparelho que está utilizando para acessar o site, por isso é importante testar a usabilidade do site não só em PCs, mas em celulares e tablets.

6. Meios de pagamento: facilite ao máximo a vida do cliente quando o assunto é pagar. Além de aceitar pagamentos em cartão de crédito, boleto bancário e portais como Pagseguro e Paypal, assegure-se de que o passo a passo até a conclusão do pedido também seja feito com fluidez, realizando testes A/B de experiência de uso. Facilite também o cadastro e cálculo de frete, quanto mais simples e prático for esse procedimento, maior é a chance de sucesso na conversão. Tanto que várias plataformas de e-commerce já oferecer o recurso “compra com 1 clique”, em que um cliente já cadastrado precisa confirmar apenas dados para completar a compra.

7. SEO: Segundo levantamento da Serasa Experian, o Google é responsável por mais de 50% do tráfego gerado para os sites no Brasil, o que mostra a importância de ter a sua site bem posicionada nas pesquisas. Há duas formas de se conseguir isso: por meio de campanhas de anúncios pagos a cada clique (PPC) e otimização para busca orgânica (SEO). A primeira pode colocar o site da empresa rapidamente bem posicionado, mas pode exigir orçamentos elevados dependendo das palavras-chave, segmento de atuação e concorrência. O segundo não depende de orçamento de propaganda direta para o Google como no caso do PPC, mas leva mais tempo para alcançar resultados. O ideal é trabalhar com ambos, de forma complementar. O PPC pode ser usado para alavancar o início das operações da empresa, promoções e ações pontuais, enquanto o SEO visa melhor posicionamento a médio prazo em palavras-chave com maior concorrência de preço.

8. Conteúdo: Não se limite com o material enviado pelos fornecedores, o que todos os seus concorrentes também fazem. Invista em descrições de produtos, fotos, vídeos criativos. Crie um blog associado à loja para dar dicas sobre tendências e uso dos produtos que comercializa. Quando os recursos das plataformas de e-commerce e os preços dos produtos se equiparam, produzir conteúdo de qualidade é uma das formas mais baratas de diferenciar sua loja.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

5 motivos para seu e-commerce fugir dos marketplaces

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marketplace é um canal de vendas que veio para ficar no e-commerce brasileiro. Especialistas estimam que já represente 20% do faturamento do setor, parcela que deve aumentar ainda mais considerando-se o cenário em outros países, como EUA (onde detém 33% do mercado) e China (90%).

Como todo negócio, o marketplace (vamos abreviar para MP) apresenta vantagens e desvantagens que devem ser devidamente analisadas pelos empresários interessados em investir no modelo. Depois de apresentar a lista das cinco principais oportunidades, trazemos neste novo post os 5 maiores riscos de investir em marketplaces. Confira abaixo:

1. A maior prejudicada com a venda através de MP é sua marca. Por mais que os MPs tentem encontrar uma forma de minimizar essa situação, lembre-se que todas as ações de propaganda e marketing estão direcionadas para a marca deles, portanto o cliente chega à sua loja por meio da marca deles. Enquanto estiver sob seu “guarda-chuva”, o nome da sua loja, e todos os atributos e diferenciais que representa, ficará em segundo plano.

2. Preço é o principal critério para destacar os produtos dentro do MP, então para promover suas mercadorias é preciso reduzir as margens. Além disso, é necessário calcular a comissão paga por venda, que gira em torno de 20% em média. O marketplace argumenta que a comissão representa o gasto que você teria com publicidade, e que oferecer preço independe de fazer parte ou não de um MP. Não deixa de ser verdade, mas a questão não é tão simples.

Você terá de manter a política de preços alinhada com a praticada no marketplace, obrigando a sacrificar também suas margens sobre as vendas da sua loja própria online. Margem menor significa menos recursos para investir na promoção e diferenciais da sua marca.

3. Quanto melhor for sua performance e mais vendas a loja tiver dentro do marketplace, maiores são as chances do próprio MP “parceiro” se transformar em concorrente direto. Afinal, ele acompanha os seus indicadores e pode avaliar o momento oportuno de entrar no negócio. Com raras exceções um MP aceita formalizar no contrato que não irão atuar no mesmo segmento de uma loja parceira, então você sempre correrá o risco de “esquentar a cadeira” para eles.

4. Nos EUA a Amazon, que consolidou o conceito de marketplace e hoje praticamente domina o varejo online no país, vem sendo criticada justamente por monopolizar o mercado e não dar espaço para as lojas de menor porte. É uma questão bastante polêmica, mas pense como varejista e empresário: qual o risco de você ficar na mão de uma única empresa para intermediar a venda dos seus produtos?

5. Respondendo a questão anterior, o maior risco é perder o controle sobre processos e custos da operação. Um exemplo ocorrido aqui mesmo no Brasil é o da Estante Virtual. Primeiro marketplace a reunir “sebos” de todo o país em um modelo inovador, o site transformou-se rapidamente em uma referência para toda pessoa interessada em comprar livros usados na internet. Tudo ia bem até a empresa começar a reajustar os valores de comissão arbitrariamente, provocando grande revolta entre os lojistas. Muitos saíram para montar suas próprias lojas online e até mesmo um novo marketplace administrado por eles. Quem não teve independência suficiente para sair teve de reduzir o seu lucro.

Mas então, vale ou não a pena investir em marketplaces? Acompanhe nosso próximo post, que vai dar algumas dicas sobre como tirar proveito do canal correndo menos riscos.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

A relação entre atualização do Google e a queda nas vendas da sua loja

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O Google realizou uma nova atualização em seu algoritmo de buscas. Segundo especialistas em SEO, a mudança vai tornar mais rígidos os critérios relacionados a qualidade de conteúdo, experiência do usuário (UX) e excesso de anúncios.

Na prática, significa que o posicionamento dos sites nas pesquisas pode sofrer grandes mudanças nas próximas semanas.

Por que o Google faz essas atualizações?

Mais de 80% das receitas bilionárias do Google provém dos anúncios que as empresas fazem em seus inúmeros serviços, entre os principais o sistema de buscas. Segundo informações divulgadas pela empresa, no mundo são realizadas quase 3,5 bilhões de pesquisas diariamente e, no Brasil, o Google concentra mais de 90% das buscas na internet.

Para manter esse volume de uso, é necessário que possua uma característica fundamental a qualquer serviço: qualidade. Nas buscas, a qualidade se traduz em rapidez, relevância e praticidade.

Por esse motivo, o Google aprimora periodicamente o algoritmo de buscas para fornecer resultados rápidos, com informações confiáveis e que podem ser facilmente acessadas independentemente do aparelho que a pessoa esteja usando, quer um PC, tablet ou celular. Para se adequar aos critérios do Google e garantir o melhor posicionamento nas pesquisas, as empresas precisam se adequar a estas regras, fazendo ajustes para que seus sites sejam abertos com rapidez, se adaptem a diversos tipos de aparelhos e possuam conteúdo (textos, imagens, fotos, vídeos, etc.) que sejam realmente de interesse a quem os procura.

Importância do SEO

No marketing digital, cabe à agência ou profissional de SEO acompanhar as atualizações do Google e fazer ou recomendar os aprimoramentos necessários, o que pode envolver tanto ajustes técnicos de programação quanto produção de conteúdo e até mesmo a experiência de uso, ou seja, a praticidade com que os usuários acessam as informações e navegam pelo site.

É o caso desta nova atualização. A equipe de SEO da Clínica Marketing Digital está acompanhando o processo e fará os ajustes necessários nos sites de nossos clientes assim que a atualização chegar ao Brasil.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Vídeo é fator pouco importante para ranquear páginas na internet, diz pesquisa

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Vídeos nas páginas são o fator menos influente para ranquear as páginas em sites de busca de acordo com levantamento realizado pela SEMrush, especializado em marketing digital e fornecedor de ferramentas de monitoramento online. Ao todo, foram escolhidos 12 fatores para saber qual deles é o que mais influencia para manter uma página no topo das buscas e, contrariando a tendência atual, a presença de vídeos ficou justamente no último lugar.

Para chegar a esse conjunto de fatores a ferramenta analisou mais de 600 mil palavras-chave de sua base global, que inclui, entre outros países, Estados Unidos, Brasil, Espanha, França, Itália e Alemanha. O levantamento constatou que os pontos mais importantes são o tempo de permanência no site, a quantidade de links que fazem referência a ele e a segurança do domínio.

“O resultado nos trouxe algumas surpresas”, comenta Maria Chizhikova Marques, Coordenadora de Mercado Brasileiro de SEMrush. “Já sabíamos que ter uma URL segura (HTTPS) era fator importante para ranquear bem nas buscas. Agora outros fatores como a presença de palavras-chave no título, que sempre se mostraram importantes para o SEO, não tem tanta relevância como imaginávamos”, comenta ela.

Outro fator surpreendente é o bom posicionamento dos conteúdos mais longos no índice de relevância – que você pode ver abaixo, em inglês. Com isso, pode-se concluir a importância de um material de qualidade nas páginas, sem se preocupar com a extensão. “Quando o conteúdo é bom, aumenta o tempo de permanência no site e tende a render links de referência, ótimos fatores de ranqueamento nos sites de busca. E escrever bastante na internet não é um problema, como se imaginava anteriormente”, comenta Marques.

Sobre os vídeos, o fato deles serem um fator de ranqueamento pouco importante em relação a outros não significa que eles não devam estar presentes. “Ter um vídeo na página pode influir em outros tópicos importantes para deixar o link no topo das buscas, como tempo de permanência na página, por exemplo”, finaliza a Coordenadora de Mercado Brasileiro de SEMrush.

Fonte: https://ecommercenews.com.br/