Mobile: pesquisa da RTB House revela aumento no uso dos dispositivos móveis durante as férias

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A sazonalidade nas campanhas de marketing não deve considerar apenas datas comemorativas ou períodos de promoções, mas também o tipo de dispositivo que os consumidores usam para pesquisar e comprar produtos online. Foi isso que a RTB House, uma empresa global que fornece tecnologia de ponta para retargeting, concluiu ao constatar que as atividades de smartphones e tablets cresceram mais de 30% durante as férias de julho no ano passado.

O poder crescente dos dispositivos móveis já foi comprovado pelo relatório sobre Receita de Publicidade na Internet, desenvolvido pela PricewaterhouseCoopers em conjunto com o Interactive Advertising Bureau. O levantamento mapeou que 51% dos US$ 72,5 bilhões gastos com anúncios digitais em 2016 vieram de plataformas móveis – movimentando um total de US$ 36,6 bilhões. Agora, a RTB House constatou também que as atividades em smartphones e tablets ficam particularmente mais intensas durante as férias.

O mapeamento levou em conta uma base em dados de mais de 40 mercados em toda a Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África. De maneira geral, o número de conversões de dispositivos móveis aumentou em julho e agosto de 2016, onde a participação nos smartphones foi de 27% a 36% superior à média do ano. Os smarphones e tablets geraram, em conjunto, 28% do número total de conversões no primeiro mês e quase 30% no último mês – os smartphones representaram mais 24% e 25%, respectivamente, enquanto os tablets representaram mais de 4% em ambos.

Rodrigo Lobato, country manager da RTB House no Brasil, aponta que, com a quantidade crescente de dispositivos móveis, os anunciantes precisam estar conscientes da sazonalidade na utilização dos smartphones e tablets. “O uso de celular aumenta significativamente, pois as pessoas gastam mais tempo fora de casa, saem de férias ou vão viajar. As atividades baseadas em performance com o uso de campanhas cross device podem direcionar as pessoas em seu percurso, permitindo que os anúncios aproveitem não apenas as temporizações em suas ofertas, mas os canais mais prováveis de serem usados”.

Lobato também observa que “com as ferramentas de retargeting corretas, os comerciantes podem reagir rapidamente ao comportamento dos clientes em diferentes estágios do caminho de compra. Sabendo como e quando os consumidores estão envolvidos com plataformas específicas, eles podem planejar estratégias de publicidade por diferentes segmentos de usuários – visitantes, consumidores frequentes ou aqueles de primeira viagem – e entregar mensagens mais precisas e personalizadas durante os horários de pico”.

Essa tendência de mobilidade nas férias reflete uma maior área de crescimento no mercado de marketing móvel. Em 2016, a participação média dos dispositivos móveis de janeiro a maio representou cerca de 19% de conversões. Em 2017, esse valor cresceu para mais de 28%, o que representa um crescimento de quase 50% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Podemos assumir que durante as férias de 2017 teremos um pico igual ou talvez maior”, avalia Lobato.

O estudo baseia-se em dados coletados de mais de 1.000 campanhas realizadas no modelo RTB, uma tecnologia de anúncios online que permite a compra e a venda de visualizações de anúncios individuais em tempo real. Eles foram compilados no Device Report, pesquisa desenvolvida a partir do painel de clientes de retargeting personalizado da RTB House.

A RTB House é uma das poucas empresas do mundo que desenvolveu e implementou sua própria tecnologia para compra de anúncios no modelo RTB (lances em tempo real). A empresa atua em todo o mundo e opera campanhas para marcas globais em 40 mercados da Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África.

Fonte: ecommercenews.com.br

Você sabe qual tipo de conteúdo melhor se encaixa no seu e-commerce?

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Há quem diga que no e-commerce, o conteúdo é rei. E existem motivos fortes para essa afirmação ser aceita. Além de contribuir para um melhor entendimento do consumidor em relação aos produtos e serviços oferecidos, o conteúdo também tem papel decisivo para o ranqueamento da loja nos mecanismos de busca.

Mas muitos se perguntam: conteúdo é só texto e vídeo? Para desmistificar essa questão e reafirmar a importância do conteúdo para as estratégias de marketing digital, a Outbrain, empresa que opera uma das maiores plataformas de descoberta de conteúdo em todo o mundo, aglutinou alguns insights sobre o assunto.

A seguir, você confere os prós e contras de cada tipo de conteúdo e descobre qual se encaixa melhor à sua estratégia digital:

Posts em Mídias Sociais

Vantagens:

– Fácil de começar;
– Excelente forma de reaproveitar conteúdos;
– 66% dos profissionais de marketing veem benefícios na geração de leads através deles.

Desvantagens:

– Necessita ser monitorado e atualizado regularmente;
– Difícil de obter seguidores;
– Qualquer erro torna-se público.

Infográficos

Vantagens:

– Considerado o segundo tipo de conteúdo mais efetivos pelos profissionais de marketing;
– 3x mais curtidos e compartilhados nas mídias sociais do que outros tipos de conteúdos.

Desvantagens:

– A produção requer investimento em design;
– Nem sempre são indexados pelos buscadores.

Newsletter

Vantagens:

– 86% dos consumidores gostam de receber e-mails promocionais das empresas das quais compraram algo;
– Produção simples e de baixo custo.

Desvantagens:

– Construir um mailing efetivo é desafiador;
– Baixa diferenciação.

Estudos de caso

Vantagens:

– Cria o efeito “halo”, ou seja, associação da sua marca à do cliente;
– 44% dos profissionais de marketing acreditam que geram leads qualificados.

Desvantagens:

– Apenas 6% das pessoas consideram os estudos de caso uma ferramenta efetiva de marketing.

Quizzes

Vantagens:

– Quizzes personalizados aumentam o volume de cliques em 14%, e as conversões, em 10%;
– A média de compartilhamento é de 1.900 vezes.

Desvantagens:

– Requer ferramenta especializada para o desenvolvimento;
– O alcance de resultados efetivos leva tempo.

Posts em blogs

Vantagens:

– Gera leads por meses;
– 14% dos profissionais de marketing acreditam que são efetivos para gerar leads e para conhecimento da marca.

Desvantagens:

– Necessita de atualização constante;
– É preciso ser relevante para se destacar.

Vídeos

Vantagens:

– 43% dos consumidores querem mais conteúdo em vídeo;
– 48% dos usuários de smartphones são mais propensos a comprar de empresas que disponibilizam vídeos com instrução;

Desvantagens:

– Custo da produção alto e demorado.

Podcasts

Vantagens:

– O consumo de podcasts aumentou 23% entre 2015 e 2016;
– O engajamento de usuários com a publicidade é alto: 68% dos ouvintes se engajaram de alguma forma.

Desvantagens:

– A audiência ainda é baixa: apenas 13% da população americana em 2016.

Webinars

Vantagens:

– Pode captar informações do usuário ao se registrarem para ter acesso ao vídeo;
– 50% dos profissionais de marketing B2B americanos acreditam que os webinars geram leads.

Desvantagens:

– Consome tempo para preparar todo o processo;
– É imprevisível: requer equipamentos especializados para evitar problemas de transmissão.

Tutoriais

Vantagens:

– Auxilia na obtenção de uma boa posição no ranking de pesquisa orgânica.

Desvantagens:

– Pode parecer que você esteja entregando facilmente algo que seja muito bom para ser verdade;
– Exige investimento de tempo e recurso para fazer bem feito.

White Paper/ Ebooks/ Relatórios

Vantagens:

– Pode capturar informações do usuário em troca de download gratuito;
– Pesquisas e dados inéditos são ferramentas de marketing que despertam grande interesse.

Desvantagens:

– Conteúdos longos recebem menos cliques e compartilhamentos;
– Requer pesquisa intensa para produção.

Eventos

Vantagens:

– Oportunidade de criar networking presencial, gerar vendas e mídia espontânea;
– Captura dos dados dos participantes é uma potencial fonte de receita.

Desvantagens:

– Complicado e de alto custo;
– Requer suporte o tempo todo por meses de planejamento.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Pesquisa online: ferramenta prática para ouvir clientes

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Manter canais de contato direto com o cliente, além de contribuir para aumentar a taxa de conversão do site, possibilita a evolução do e-commerce. Há diversas maneiras de ouvir a opinião do cliente, entre elas, a ferramenta de pesquisa online.

A aplicação de um questionário online proporciona agilidade, alcançando um número maior de pessoas. Para o lojista que deseja aplicar questionários como esse, o Diretor na RA6 Digital, Rodrigo Assis, dá algumas dicas. Em primeiro lugar, ele afirma que o ideal é evitar perguntas fechadas, para não direcionar a pesquisa para respostas tendenciosas, como por exemplo: ‘Você prefere nossa vitrine de produtos com imagens grandes ou pequenas?”

Assis aconselha elaborar perguntas claras, com boa escrita e de fácil interpretação. “Evite emitir sua opinião durante a elaboração da pesquisa online, assim você não irá transparecer o posicionamento da empresa, além de evitar respostas dirigidas”, comenta.

Ele adverte, ainda, que a estratégia utilizada na pesquisa deve ser coletar informações relevantes para solucionar problemas ou identificar uma oportunidade de evolução, e não a de colher posicionamentos.

Para auxiliar na elaboração dos questionários online, Assis enumera três excelentes ferramentas que podem ser utilizadas, sem a necessidade de conhecimentos técnicos para operar:

Survio: ferramenta original da República Tcheca, mas que conta com opção em Português. Oferece plano pago e gratuito além de modelos prontos de pesquisa de satisfação que podem ajudar na elaboração do questionário. Em caso de dúvidas, possui atendimento personalizado.

Opinion Box: oferece plano pago ou gratuito. O diferencial dessa ferramenta é que é possível inserir a logomarca da empresa, mesmo no plano gratuito.

Surver Monkey: um dos mais conhecidos softwares, além de oferecer um amigável ambiente para elaborar a pesquisa. Essa ferramenta tem parceria com o MailChimp e Eventbrite, entre outras ferramentas digitais.

O mercado está cada vez mais competitivo e o cliente cada vez mais exigente e bem informado. Por isso, Assis defende a pesquisa online para que o lojista possa compreender o nível de satisfação do cliente e agir para melhorar o mix de produtos ou a qualidade do atendimento, por exemplo. “Ao fazer uso da pesquisa de satisfação online, o empreendedor poderá saber se está no caminho certo ou se necessita traçar novas estratégias”, conclui.