O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

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Em 2021, o mercado mundial do marketing de influência é avaliado em 13,6 bilhões de dólares, de acordo com dados do site Statista. Só no Brasil, o setor movimenta R$ 10 bilhões – ou mais até, em algumas projeções.

microinfluenciadores O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Segundo a “Pesquisa de ROI e Influência 2021”, de YOUPIX e AlgoritmCOM, para 71% das empresas brasileiras entrevistadas o marketing de influência é parte importante da comunicação. Um percentual idêntico de empresas declarou que pretendia aumentar neste ano os investimentos em relação a 2020.

O aquecimento do setor traz uma maior expectativa de resultados e, com isso, a importância de se adotar estratégias eficientes na relação com criadores de conteúdo. E uma das formas de se aumentar a eficiência é usando microinfluenciadores na comunicação digital da sua marca.

Entenda o porquê disso a seguir.

 

O que são microinfluenciadores?

Microinfluenciadores são criadores de conteúdo com contas de até 50 mil seguidores nas redes sociais. Diferentemente dos influenciadores com milhões de fãs na internet, os microinfluenciadores têm um conteúdo segmentado, seja pelo alcance regional, seja pelos temas abordados em suas publicações.

Muitos criadores nessa faixa de público são especialistas em determinada área de interesse, como finanças, tecnologia, educação, bem-estar, gastronomia, beleza, pets… Mas outros tantos são personalidades regionais com forte presença virtual, podendo também ter algum vínculo com as mídias tradicionais.

A maioria desses microinfluenciadores está no Instagram, rede em que ocorre 72% das ações de marketing de influência, segundo uma pesquisa da Comscore. Porém, justamente por eles atuarem em nichos, voltados a públicos específicos, não podemos reduzir o marketing de influência ao Instagram.

Temos criadores focados no Twitter, no LinkedIn, no YouTube e também nas novas redes que estão conquistando um grande número de usuários rapidamente, como o TikTok.

funil-conversao-piramide-influencia O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Por que usar microinfluenciadores na comunicação digital?

Agora, o fato de esses influenciadores terem um menor número de seguidores que as grandes estrelas da internet não quer dizer que o poder deles seja menor.

O uso de microinfluenciadores na estratégia de marketing está diretamente relacionado à pirâmide de influência. Isto é, se você deseja o maior alcance possível no topo do funil de vendas, as celebridades virtuais são o caminho adequado, mas se espera argumentos mais aprofundados de venda, os microinfluenciadores são mais indicados para a etapa de decisão, no fundo do funil.

Como comentamos, muitos microinfluenciadores são especialistas em conteúdos de nicho, o que lhes dá mais propriedade para falar sobre certos assuntos de interesse da marca. Daí que o poder de influência seria maior, por exemplo, do que uma grande celebridade que nada tenha a ver com tais assuntos.

A partir disso, podemos explicar o porquê de usar microinfluenciadores na comunicação digital com base em três pontos.

 

Credibilidade em temas específicos

Esses influenciadores são pessoas que conquistaram sua base de fãs em cima de uma linha de atuação específica. Então, quando postam a respeito de algo, os seguidores confiam na experiência dessas pessoas.

Por isso, microinfluenciadores são ótimos para incluir na sua estratégia de marketing de influência, porque ajudam a converter o consumidor mais cético, mas que confia no produtor de conteúdo. São ainda mais válidos em produtos ou serviços com jornadas de compra mais longas, com decisões cautelosas.

 

Maior proximidade do público

Quanto maior o número de seguidores, maior também é a procura das marcas para fazer parcerias com os influenciadores. E quanto mais comercial se torna um perfil, menor é a tendência de o público sentir proximidade com a pessoa.

Por outro lado, um microinfluenciador terá um conteúdo mais focado, reduzindo as chances de ele trabalhar com muitas empresas ao mesmo tempo. Ele é percebido também como alguém mais alcançável, mais próximo do público.

 

Maior engajamento e menor custo

Outro fator interessante é que esses microinfluenciadores – por causa da credibilidade, do foco e da proximidade – costumam ter taxas de engajamento melhores do que em contas gigantescas.

Por exemplo, uma análise da Markerly abrangendo 800 mil usuários do Instagram descobriu o seguinte: o pico de envolvimento com postagens ocorre em contas contando entre mil e dez mil seguidores.

Para concluir, vale destacar que uma conta com até 50 mil seguidores custará menos por cada publipost do que outra com 5 milhões. Assim, você tem uma conta com eficiência de conversão no fundo do funil, ótimo engajamento e um custo mais acessível para suas campanhas de marketing.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-poder-dos-microinfluenciadores-na-comunicacao-digital/

O que são metodologias ágeis e quais são as principais?

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Como ter uma vantagem competitiva no mercado e criar soluções que atendam às necessidades do público, que estão sempre em rápida evolução? No setor de tecnologia, parte da resposta está no processo de desenvolvimento. Para haver soluções ágeis, são necessárias metodologias ágeis por trás delas.

Você provavelmente já ouviu falar sobre elas. Talvez tenha lido nomes como Kanban, Scrum e Lean pela internet. Mas do que isso se trata, de fato?

Não é preciso complicar o assunto. Vamos apresentar o básico das metodologias ágeis para mostrar as vantagens delas, alguns exemplos de métodos e até como aplicar na sua empresa. Acompanhe!

metodologias O que são metodologias ágeis e quais são as principais?

O que são metodologias ágeis?

O conceito de metodologias ágeis se consolidou nos anos 1990, dentro da área de desenvolvimento de software, como forma de atualizar a gestão de projetos à dinâmica das soluções tecnológicas.

O processo de desenvolvimento baseado em etapas em cascata (planejamento, design, construção, teste e entrega) pode ser ótimo para calçados e carros, mas não tanto para a criação de aplicativos, por exemplo. As metodologias tradicionais ou clássicas são mais adequadas para quando se sabe o que fazer e como fazer. Já as metodologias ágeis são indicadas a projetos inovadores, como os de tecnologia, em que se “o caminho se faz ao caminhar”. Nestas, o prazo para entregar o projeto é a única certeza.

Em resumo, as metodologias ágeis dividem o desenvolvimento de produtos em ciclos que vão incrementando funções à solução. Esses ciclos são curtos, durando entre uma e quatro semanas, o que acelera as entregas, os testes e as validações com clientes ou público final.

Cada período desses é chamado iteração ou sprint. Neles, equipes interdisciplinares trabalham em simultâneo, cada qual em suas tarefas. A comunicação entre os profissionais, portanto, deve ser contínua e transparente, mantendo todos informados sobre o status de cada etapa.

Na prática, isso permite colocar produtos no mercado com maior rapidez, menos erros e maior alinhamento com as necessidades de cada momento. Também reduz a necessidade de planejamentos distantes, que podem tornar-se desnecessários com mudanças no projeto, e dá maior poder de adaptação à equipe.

Vantagens de usar uma metodologia ágil em projetos

Soluções que levariam meses ou anos para serem desenvolvidas podem ser aceleradas para ficarem prontas em semanas.

Vamos usar o cenário de transformação rápida da pandemia como exemplo. No início do distanciamento social em 2020, restaurantes e lanchonetes precisaram migrar para o sistema de entrega. Mas havia um problema nisso: os aplicativos mais famosos do mercado cobram taxas de até 30% sobre o valor pedido.

Aí entra a Zygo com o Delivery do Bem. Com uma solução mínima viável, no fim de março de 2020 o produto já estava no ar, sem cobrança de taxas e atendendo à necessidade dos negócios locais. Isso reflete uma das lições das metodologias ágeis: é melhor ter uma ferramenta mais simples, mas que funciona no contexto em que é apresentada, do que aguardar por uma solução mais complexa que chega atrasada ao mercado.

Então, podemos condensar as vantagens das metodologias ágeis da seguinte forma:

  • Desenvolvimento de produto mais rápido. Com isso, o retorno também é antecipado.
  • Maior satisfação. No caso de clientes, como eles participam mais ativamente do processo, na apresentação do resultado de cada sprint, quaisquer desvios no projeto são corrigidos ainda cedo. As entregas, assim, são mais alinhadas às expectativas e necessidades que surjam no decorrer do desenvolvimento.
  • Maior validação. Em vez de um grande teste ao final, são feitos vários testes ao longo de todo o projeto. Para o usuário final, significa chegar a uma experiência desejada mais rapidamente.
  • Aumento de foco. Ao dividir o projeto em blocos, fica mais fácil visualizar os objetivos de cada momento. Isso tem um impacto positivo também na qualidade de cada entrega.
  • Reduz retrabalho. Mais testes e alinhamento constante economizam o precioso tempo da equipe, evitando que ela siga por meses em uma direção errada.

Exemplos de metodologias ágeis

Kanban

Kanban é o jeito mais fácil de aplicar uma metodologia ágil na sua empresa, mesmo que esteja longe de desenvolver aplicativos ou softwares.

Este método é extremamente simples e visual. Nele, as atividades de um projeto são organizadas em três colunas:

  • para fazer
  • fazendo
  • feitas

Elas podem ser dispostas em papéis coloridos em uma parede ou estruturadas virtualmente em uma ferramenta como o Trello. O importante é manter atualizada a evolução de cada tarefa.

Scrum

Scrum é a metodologia ágil mais famosa e pode ser usada em combinação com outras desta lista.

Por meio dela, são definidas três funções essenciais em um projeto:

  • Product owner (“dono de produto”) atua como um representante do cliente ou do usuário final, com a tarefa de garantir que todas as funcionalidades do produto sejam entregues em ordem de prioridade e de acordo com os requisitos necessários. É um gestor.
  • Scrum master é um facilitador da equipe, mantendo os demais focados e seguindo as práticas de Scrum.
  • Scrum team (time de scrum) são os desenvolvedores que vão construir, iteração a iteração, cada uma das funcionalidades desejadas no produto.

Na metodologia Scrum, são feitas reuniões diárias de atualização das etapas com o que foi feito desde a última reunião e o que se pretende produzir em seguida. Isso permite fazer ajustes no processo para a conclusão de cada sprint, que dura até 30 dias.

eXtreme Programming (XP), ou programação extrema

O método ágil XP, assim como os demais, baseia-se na divisão do projeto em fases curtas e priorização de funcionalidades que serão entregues em cada fase.

No entanto, algumas características dele se destacam. A primeira delas é a simplicidade: fazer o que o cliente ou usuário final deseja como solução, sem inventar além do necessário.

A segunda é o maior envolvimento do usuário. Por meio de depoimentos ou histórias, coletam-se as funcionalidades esperadas. Por exemplo, ao criar um aplicativo de exercícios, pode-se entrevistar alguns representantes do público-alvo para descobrir os hábitos deles e como uma solução digital seria útil na rotina.

A partir disso, são definidas as prioridades de cada iteração, para então serem validadas por esses usuários.

Por fim, outra característica marcante do XP é a programação em pares. Dois programadores trabalham juntos, um como “motorista” e outro como “navegador”, revezando-se. A ideia é que um revise, questione e apoie o outro em tempo real, poupando tempo de desenvolvimento e contribuindo para a maior qualidade nas entregas.

Feature-Driven Development (FDD)

Esta metodologia pode ser traduzida como “desenvolvimento orientado pelas funcionalidades”. Isto é, no método FDD, as novas funcionalidades são trabalhadas de forma incremental e por ciclos de construção. Estes não devem durar mais que duas semanas.

Primeiro começa-se com uma visão geral do negócio ou do problema que precisa ser resolvido com o projeto. Então, é feita uma lista com as funções necessárias que o produto deve ter, em ordem de prioridade. Isso dura entre uma e duas semanas.

A parte seguinte refere-se a design e construção. Se alguma das funções for complexa demais para o prazo de duas semanas, ela deve ser dividida em partes menores.

Ao fim de cada ciclo, são feitos testes e inspeções no código da funcionalidade desenvolvida, antes de se passar para a próxima na lista.

Lean startup, ou startup enxuta

A metodologia Lean ajudou a popularizar o conceito de produto mínimo viável. Ou seja, “a versão de um novo produto que permite coletar o máximo de validação sobre os consumidores, com o mínimo de esforço”, nas palavras de Eric Ries, autor do livro A Startup Enxuta.

Ela visa a reduzir ciclos de desenvolvimento de produtos, identificar gargalos e testar modelos de negócio sem grande perda de tempo ou de recursos. Por isso é comumente usada no ecossistema das startups, para validar ou rejeitar ideias em um processo de construir protótipos, experimentar junto ao público e aprender com os dados.

Ainda que as metodologias ágeis tenham surgido no setor de tecnologia, os princípios de organização de prioridades, entregas mais curtas entre si e muitos testes e alinhamentos ao longo do processo podem ajudar quaisquer empresas.

Fonte: https://negociossc.com.br/

Planejamento de Marketing Digital 2021: Como fazer?

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Em 2020, por conta da pandemia do coronavírus, o Marketing Digital se tornou a principal estratégia das empresas para aumentar suas vendas. Para continuar prosperando em 2021 – ou retomar seu crescimento -, é essencial que as empresas já comecem a construir seu planejamento de Marketing Digital para ele.

Planejamento-de-Marketing-Digital-2021 Planejamento de Marketing Digital 2021: Como fazer?

Pois é a partir desse planejamento que as empresas serão capazes de identificar aquilo que as tornam únicas e como se comunicar melhor com seu público, além de revelar novas oportunidades para expandir sua presença em um mercado cada vez mais competitivo.

Mas se você não sabe por onde começar, fique tranquilo. Para ajudá-lo a se preparar para o próximo ano trouxemos neste artigo algumas dicas de como construir um plano de Marketing Digital para 2021 de maneira prática e assertiva. Confira!

Realize um diagnóstico da situação atual do seu negócio

O ponto de partida é analisar a situação atual do Marketing Digital do seu negócio. Isso vai ajudá-lo a entender melhor quais são os pontos mais fortes das suas estratégias e ações digitais e quais as que têm mais problemas a serem resolvidos, além de mostrar quais são os fatores externos à sua empresa, que podem impactar nos seus resultados de forma positiva e negativa. Para não errar, siga este roteiro:

Durante essa fase faça as contas…

– Determine quantos leads você precisa para atingir seus objetivos atualmente.

– Identifique a quantidade de leads gerados em cada etapa do funil de vendas.

– Calcule os custos do seu lead.

– Descubra a quantidade de receita que um lead gera.

– Veja qual é a frequência de conteúdo compartilhado nos diferentes canais de comunicação.

Tente responder às seguintes perguntas:

– Qual é a posição do seu site no Google?

– Qual a origem do seu tráfego?

– O processo de marketing e vendas está bem definido?

– As metas estão sendo alcançadas?

– Quais são os seus principais concorrentes?

– Todas as estratégias de Marketing Digital estão sendo exploradas?

Identifique seus objetivos de Marketing Digital

É importante definir objetivos e metas para que você e sua equipe saibam exatamente o que desejam alcançar de forma online, bem como saberem onde suas ações devem levá-los. Principalmente neste período de incertezas em que programar o futuro é ainda mais desafiador.

Aqui estão alguns exemplos de objetivos e metas comuns no Marketing Digital:

  • gerar 30% a mais de leads qualificados pelo time de marketing em 6 meses;
  • aumentar as vendas em 10% no prazo de 1 mês;
  • otimizar as conversões no funil de vendas em 15% em um trimestre;
  • aumentar a produtividade da equipe em 5% no prazo de 2 meses;
  • aumentar o conhecimento da marca entre o público-alvo;
  • melhorar o retorno sobre o investimento em 25% até o final do ano.

Reformule as estratégias de Marketing Digital

Agora que você já tem seus objetivos e metas bem definidos, está na hora de transformá-los em ação para alcançá-los. Ah, não se esqueça das informações obtidas no diagnóstico sobre o seu negócio, pois é ele quem vai dizer quais são os pontos que precisam ser melhorados e quais oportunidades podem ser aproveitadas.

Por exemplo, se a taxa de conversão do funil de vendas está aquém do esperado, pode ser que haja problemas na jornada de compra do consumidor, como a mudança nos canais de comunicação que seu público-alvo está.

Isso pode ter acontecido devido à mudança de hábito de consumo da população durante a pandemia, como o aumento do uso das redes sociais e compras por aplicativos. Portanto, é fundamental reformular suas estratégias de Marketing Digital.

Comece pelos seguintes fatores:

Personas e jornada de compra

Por conta dos novos hábitos de consumo, houve uma mudança no perfil de cliente ideal. Para evitar que você desperdice recursos em estratégias e ações que não funcionam mais para esse novo público, é essencial redesenhar sua persona e a jornada de compra. A partir daí desenvolver uma nova comunicação com esse público.

Posicionamento

Se você quer ter sucesso com suas estratégias de Marketing Digital também deve saber  como a sua marca precisa se posicionar diante do mercado, principalmente no pós-pandemia, como mostra o estudo Creative Insights 2020. Segundo ele, os consumidores procuram por empresas que adotem uma postura social ativa. Isso deve estar relacionado com o propósito da sua marca.

Canais de comunicação

Como já vimos, o uso das redes sociais se intensificou durante o período da pandemia. Por isso, as empresas devem estar mais preparadas para dedicar mais recursos ao Marketing Digital nas redes sociais. As pesquisas nos mecanismos de buscas também aumentaram, o que faz com que o Google também mereça uma atenção especial no próximo ano.

Conteúdo e campanhas

Também vimos neste ano, que humanizar o atendimento e intensificar o diálogo entre as marcas e os consumidores se tornou um diferencial. Por isso, no seu planejamento de Marketing Digital para 2021 não se esqueça de personalizar a produção de conteúdos e campanhas de acordo com as necessidades do seu público.

Crie um plano de ação de Marketing Digital

O próximo passo é montar o seu plano de ação. Para tanto, descreva todas as atividades que serão realizadas para atingir cada objetivo traçado, bem como o prazo para começar cada projeto e o prazo previsto para obter os resultados desejados, além de definir os responsáveis por cada atividade.

Veja só este exemplo:

Objetivo: gerar leads qualificados para as vendas.

Atividades:  – Redefinir a persona e reformular a jornada de compra do consumidor;

– Fazer um fluxo de nutrição de leads por meio do e-mail marketing;

– Otimizar a forma como os conteúdos são distribuídos ao longo do funil de   vendas;

– Atrair mais tráfego qualificado para as páginas de vendas;

– Acompanhar o lead scoring em tempo real.

Início do projeto: 01/02/2021

Prazo previsto para o resultado: 31/07/2021

Responsável: equipe Alpha

De nada adianta ter um plano de ação se você ou sua equipe não acompanharem os resultados das ações realizadas, pois medir cada ação permite descobrir o que não está funcionando para atingir os objetivos traçados. Então, faça correções em tempo real. Como realizar esse monitoramento?

Defina uma métrica específica para cada objetivo traçado e estabeleça uma rotina para monitorá-la. Se você quer gerar 30% a mais de leads qualificados em 6 meses, por exemplo, então precisa acompanhar a taxa de conversão em cada etapa do funil de vendas mensalmente.

Pronto para começar o planejamento de Marketing Digital para 2021?

O Marketing Digital pode ser o seu grande aliado na tarefa de fazer com que o seu negócio seja um grande sucesso em 2021. Mas, para que isso realmente dê certo, é essencial fazer um bom planejamento de Marketing Digital. Esperamos que essas dicas possam ajudá-lo com isso.

Fonte: https://negociossc.com.br/

A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte:

5 tendências que farão você repensar a experiência do cliente

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O relacionamento entre empresas e clientes passou por mudanças drásticas nos últimos anos. Com a ascensão da internet, a compra online em dispositivos móveis e das redes sociais, (apenas para citar alguns fatores) a comunicação entre esses dois grupos se tornou mais intensa e de mão dupla, com a possibilidade de interação e maior acesso às informações.

O cliente moderno deixa de ser visto como apenas um consumidor para se tornar um indivíduo que pode auxiliar na promoção da companhia, seus valores e produtos. Esse perfil vem atrelado a uma maior exigência no que diz respeito às formas de atendimento e personalização de sua experiência. Esse tipo de usuário é alguém que espera que seu feedback seja ouvido e considerado na elaboração e otimização de produtos e serviços.

Nesse contexto não é de se estranhar que as empresas se preocupem cada vez mais em fornecer uma experiência impecável ao cliente, reconhecendo seus diferentes perfis e de maneira proativa oferecendo desde conteúdos personalizados até a criação de novos produtos. Tudo isso para atender as demandas desse público.

Existem diversas ferramentas e tecnologias que aos poucos deixam de ser tendências e se tornam práticas comuns. Destacamos cinco que devem ser conhecidas por todo gestor e companhias que desejam investir na experiência do cliente. Confira!

  1. Personalização da experiência
Com um mercado competitivo e tecnologias de ponta cada vez mais disponíveis para empresas, independentemente de seu porte, muitas vezes a escolha do cliente se baseia em detalhes. A personalização da experiência está intimamente atrelada ao mapeamento do perfil e demandas dos usuários. Com tantas companhias vendendo produtos semelhantes, eles desejam sentir que determinado item ou serviço foi desenhado de forma única para eles.
  1. Análise de sentimentos
De maneira simplificada, essa técnica consiste em verificar se determinado texto representa um sentimento positivo ou negativo, por meio de uma classificação automatizada. Com essa análise é possível mapear qual foi o recebimento ou qual a reputação de um produto ou campanha a partir do que é falado nas redes sociais, por exemplo.
  1. Centralização de software da nuvem
O uso de soluções e tecnologias vinculadas à nuvem já é imprescindível para muitas companhias. É fácil entender:  é possível aumentar ou reduzir a infraestrutura da tecnologia quando quiser, o acesso ao software é otimizado para qualquer dispositivo ligado à internet, facilidade no compartilhamento de informações, entre outros.
  1. Atendimento multicanal
A possibilidade de interagir com a empresa em diferentes plataformas faz com que esse tipo de atendimento seja essencial em uma estratégia voltada ao aprimoramento da experiência do cliente. Ao fornecer suporte em diversos canais, o consumidor pode escolher de qual forma e por onde contatar a companhia a partir de sua necessidade, trazendo agilidade e comodidade no atendimento.
  1. Automação inteligente
Diferentemente da Inteligência Artificial, que se refere a computadores capazes de imitar funções cognitivas, a Automação Inteligente tem como foco desenvolver melhores funcionários, sejam eles humanos ou máquinas, convergindo seus trabalhos em tecnologias inteligentes. Esse tipo de ferramenta busca reduzir custos, otimizar a operação e diminuir o esforço manual dos profissionais, o que gera aumento na produtividade e eficiência da equipe.
É importante lembrar que essas tendências precisam ser introduzidas nas empresas de forma conjunta a uma cultura organizacional que promova a transformação digital, mantendo assim o foco no fator humano.
Fonte: https://goo.gl/yD49Q4