Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

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O marketing nas redes sociais, especialmente no cenário da pandemia, tem sido importante para conectar pequenos negócios ao público-alvo. Não é à toa, nos últimos meses as empresas têm intensificado a busca por conquistar seguidores no Instagram, Facebook e afins.

Mas é preciso ter alguns cuidados ao elaborar uma estratégia para redes sociais. Ganhar seguidores de qualquer jeito pode trazer mais reflexos negativos que positivos. Há um jeito certo de fazer isso e o mostraremos a seguir. Aproveite!

dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

Como conquistar seguidores nas redes sociais?

1. O que não fazer para ganhar seguidores no Instagram

O primeiro passo é entender que não há atalhos para conquistar seguidores no Instagram, no Facebook, no Tik Tok etc. Isto é, para quem deseja ganhar seguidores verdadeiros e possíveis leads nas redes sociais.

Dito isso, duvide de qualquer solução que envolva comprar seguidores e likes ou usar robôs para seguir e desseguir pessoas. Primeiro, porque essas práticas inflam os números sem de fato contribuir com a marca e, inclusive, podem prejudicar sua imagem junto ao público. Segundo, suas contas podem ser penalizadas se houver alguma atividade inautêntica feita pela empresa.

Leia também: 10 dicas para gerar leads no Instagram

2. Trabalhe dentro do melhor possível

Se não há passes de mágica, como conquistar seguidores? Com conteúdo, é claro. Nesse quesito, uma orientação importante é focar nas redes que fazem mais sentido para o momento atual do seu negócio, especialmente se é uma pequena empresa.

A produção de conteúdo de qualidade exige esforço, não tenha dúvida disso, e alguns formatos demandam mais tempo e recursos que outros. Além disso, quanto mais ampla for sua presença na internet, terá mais mais redes para responder, maior demanda de publicações, mais dados para analisar… E tudo isso é difícil tendo uma equipe enxuta ou orçamento limitado.

Caso no começo só consiga produzir fotos e textos e gerir no máximo duas redes sociais, não há problema com isso. Apresente seu melhor dentro da sua realidade e vá trabalhando para dar passos maiores em seguida.

3. Automatize o agendamento e a publicação de postagens

Você precisa ter outros dois cuidados com conteúdo: frequência de postagens e conhecimento dos melhores horários para postar.

Apenas um conteúdo de qualidade não terá um grande efeito para conquistar seguidores, embora possa despertar a curiosidade. Mas quando a marca posta vários deles por semana, toda semana,o público fica conectado com o que ela tem a dizer.

O segundo cuidado é garantir que esses posts apareçam nos horários mais prováveis de serem vistos. Isso é muito mais fácil quando se usa alguma ferramenta digital para agendar postagens. Assim, você não precisa lembrar a todo instante de alimentar suas redes sociais.

4. Converse com seus seguidores

O jeito certo para conquistar seguidores é pensar nas suas redes sociais como uma comunidade em torno da qual se reúnem pessoas afins. Então, converse e proponha conversas.

Comece respondendo os comentários nas suas postagens. Pergunte o que os seguidores gostam mais, ou o que preferem. Faça enquetes. Abra seus Stories para questões. Ou seja, não espere apenas que eles interajam com sua marca, você também precisa interagir com eles.

5. Participe dos assuntos em alta

Uma forma de tornar sua marca mais conhecida e atrair seguidores é participar das conversas que já estão acontecendo nas redes. Você pode criar conteúdos que dialoguem com as hashtags em alta no momento ou comentar nos perfis de influenciadores relacionados ao universo da sua marca. Contudo, evite ser promocional nessas ocasiões, foque em acrescentar algo ao assunto levantado para não parecer que está se aproveitando da situação.

6. Responda mensagens com rapidez

As redes sociais são uma utilidade para o público, não podemos nos esquecer disso. Quando o consumidor precisa resolver algum problema com a empresa ou comentar sobre ela, é para as redes que ele vai primeiro. Portanto, caso o seu negócio se torne conhecido por prestar um atendimento ágil e eficiente, as chances de conquistar seguidores serão maiores.

7. Marcações ampliam seu alcance

Cada perfil tem uma bolha de alcance nas redes sociais. Para ganhar seguidores, o tempo todo você precisa procurar formas de entrar em outras bolhas.

Uma forma de conseguir isso é aproveitando todas as oportunidades de marcar pessoas nas suas postagens. Quando receber visitas especiais ou realizar eventos no estabelecimento, faça um registro e marque essas pessoas na publicação. Com isso, elas podem se motivar a compartilhar o conteúdo, ampliando o alcance da sua marca.

Além disso, o uso de marcações de localização e hashtags também contribuem para trazer mais visibilidade, embora em menor escala.

8. Seja natural (mas não descuide da produção)

Ao usar fotos e vídeos, deve-se procurar um equilíbrio: nem superproduzir ao ponto de parecerem artificiais nem fazer de qualquer jeito. A regra para isso é valorizar sem distorcer. Tendo uma boa iluminação, uma imagem em foco, uma boa resolução do arquivo e o cuidado de enquadrar apenas aquilo que você deseja mostrar já é meio caminho andado.

Outra dica útil para trazer naturalidade às imagens é evitar o uso de logo ou marca-d’água sobre elas.

9. Proponha uma recompensa

Tendo todos esses cuidados, existe uma forma de acelerar o ganho de seguidores: oferecer uma recompensa tangível. Isso é muito comum no caso de sorteios em que é preciso seguir a marca para concorrer. Entretanto, também é possível oferecer conteúdos exclusivos, brindes, descontos e outras vantagens em troca de seguir.

10. Aproveite a força das mídias essenciais

Nossa última dica para conquistar seguidores no Instagram, Facebook e outras redes sociais é ter uma estratégia que vá além dos seus próprios perfis. Aliás, você sabia que diversas marcas estão ganhando seguidores com a ajuda da NSC?

Podemos citar como exemplo disso o case de sucesso do Imperatriz Gourmet. Tendo um conteúdo de qualidade para encantar o público, a marca decidiu expandir a base de fãs durante a pandemia para aumentar o alcance no meio digital. Para isso, elaborou um sorteio com o objetivo de atrair pessoas.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/10-dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo/

Taxa de conversão: o que é e como calcular?

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Entenda o que é taxa de conversão e saiba como otimizar os seus resultados de marketing e vendas acompanhando essa métrica

 

Taxa de conversão é uma métrica muito utilizada para mensurar os resultados, principalmente no Marketing Digital. Um exemplo é a taxa de conversão de Leads, que para calcular, basta dividir as conversões pela sua audiência. Por exemplo: 300 Leads / 1.000 visitantes * 100 = taxa de conversão de Leads de 30%.

 

Muitas empresas olham para a taxa de conversão como uma métrica a ser utilizada como termômetro para entender a real eficiência da comunicação do site ou de uma página específica.

Há quem prefira usar essa informação puramente para definição de metas de um time comercial ou de um ecommerce.

Já outras preferem apenas consultar esse dado uma vez por ano, para entender como foi o desempenho ao longo do ano todo e definir ações estratégicas em cima disso.

E acreditem: há quem nem olhe para esse dado, não entende bem sua importância ou até nem sabe como medi-lo.

Mas, afinal, é tão importante assim mensurar esse dado? Para onde ele nos direciona e como posso usá-lo ao meu favor?

Vamos responder aqui essas dúvidas ou até abrir um espaço para discutirmos sobre o tema.

 

O que é taxa de conversão, afinal?

O objetivo dessa métrica pode ser entender como está o retorno de cada investimento da sua empresa, seja ele de tempo ou dinheiro, em relação às vendas.

Mas pode ser também uma boa forma de medir os resultados de sua estratégia de Marketing Digital.

Pode ser também o simples preenchimento de um cadastro, a solicitação de um orçamento ou até a inscrição em uma newsletter.

Entender sua taxa de conversão é muito importante, pois vai deixar claro o quão eficiente e maduro está o site, e também de suma importância para acompanhar os resultados do negócio como um todo.

A taxa de conversão pode ser calculada entre todas as etapas do funil de vendas e traz um diagnóstico de onde está o gargalo, o ponto fraco da estratégia e, principalmente, mostra onde devemos atuar.

 

Como a taxa de conversão ajuda a mensurar os resultados?

Sempre há algum investimento em dinheiro ou até de tempo em uma empresa para o lançamento de uma campanha.

Agora imagine se você obter formas de entender exatamente o resultado desse trabalho da maneira mais precisa possível.

Você pode, por exemplo, criar uma Landing Page de uma promoção e impulsionar a mesma em algumas mídias. As pessoas irão começar a acessar a página, demonstrando interesse pelo conteúdo.

De todas as pessoas que acessarem, as que de fato tiverem interesse no tema vão preencher um formulário, conforme a sua estratégia para conseguir a conversão. Pronto, mais uma conversão para sua página!

A cada período, a cada campanha, você poderá avaliar a quantidade de pessoas que converteram versus a quantidade total de visitas. Daí é só perseguir esse número para entender quantas de fato evoluíram para o fechamento. Assim, terá um entendimento mais preciso do retorno do seu investimento, seja ele em dinheiro diretamente ou tempo.

Esse é apenas um exemplo de como medir a taxa de conversão pode ajudar sua empresa a direcionar melhor os esforços em Marketing Digital.

E sabemos, por experiência própria, que uma taxa de conversão otimizada ajuda a manter o funil saudável.

 

Como calcular a taxa de conversão?

De forma muito simples, conseguimos medir a real conversão do site. Podemos mensurar o percentual entre cada estágio, considerando os seguintes critérios:

  • Visitantes para Leads;
  • Leads para oportunidades;
  • Oportunidades para clientes;

Veja a imagem abaixo que ilustra melhor como fica o funil:

Esse é apenas um exemplo, mas, se na estratégia de sua empresa você considerar interessante “quebrar” em mais etapas o funil ou reduzi-lo, é só adaptá-lo à sua realidade.

Vamos para um exemplo prático, calculando a conversão de visitantes do site para Leads.
O objetivo aqui é capturarmos o contato da pessoa que está navegando no site, entender quem é a mesma para trabalharmos mais adiante em sua nutrição.

Um site com o volume de visitantes em 10.000 acessos em determinado período teve 598 formulários preenchidos, entre pontos de conversão que estão, estrategicamente, dispostos em algumas páginas e pop-ups.

Nesse caso, calculamos da seguinte forma:

  • Acessos: 10.000
  • Número de Conversões: 598
  • Cálculo: 598/10.000 = 5,98%

Temos aqui uma taxa de 5,98% de conversão de visitantes para Leads.

É importante que você saiba quais métricas analisar em cada estágio e ter o diagnóstico total da performance de seu site e, assim, direcionar os esforços no ponto certo.

 

Como saber se minha taxa de conversão está boa?

No exemplo acima, mostramos um site que tem a taxa de conversão em 5,98% no período analisado. Esse número é baixo? Isso é relativo! Vai depender do seu mercado, pois existem comparações entre os segmentos que podem dar um direcionamento melhor.

Consulte a nossa ferramenta Benchmarking do Funil de Vendas se não souber as taxas de seu segmento.

De qualquer forma, fica claro que mais de 90% dos acessos desse site estão se perdendo por algum motivo.

bench-funnel Taxa de conversão: o que é e como calcular?

 

É aí que entra todo um trabalho no qual o seu time de Marketing pode atuar, para entender mais precisamente o que acontece com os visitantes que não convertem e entender a conversão de todo o funil.

Em linhas gerais, a taxa de conversão é uma das métricas mais importantes em uma empresa e deve ser uma preocupação latente.

É um número gerencial e de suma importância, que vai ajudar no direcionamento das ações de marketing da empresa — sem descartar o time de vendas, que terá a responsabilidade de trazer insights relevantes relacionados aos Leads que o marketing entrega, e assim entender a qualidade desses Leads e trabalhar constantemente nos ajustes dos critérios.

 

 

 

Como otimizar a taxa de conversão em todo o funil de vendas

Depois de identificados os problemas do seu funil de vendas, você pode avaliar como melhorar a sua taxa de conversão em cada uma das etapas. Lembre-se de não sair mexendo e alterando tudo ao mesmo tempo. O ideal é identificar onde estão os gargalos e trabalhar para melhorar uma etapa de cada vez.

Topo do funil: geração de tráfego e Leads

O topo do funil é por onde chegam os visitantes do site da sua empresa e engana-se quem pensa que otimizar o topo do funil é apenas com foco em geração de tráfego. Como dito, não é algo sustentável e, muitas vezes, não é barato.

Existem algumas maneiras de aumentar a taxa de conversão do site, aproveitando o volume de visitantes já existente para aumentar também a quantidade de Leads que irá avançar no funil. Algumas dessas formas são:

1. Otimizar a taxa de conversão de cada canal

Entender de onde está vindo o tráfego (redes sociais, mídia paga, Google, etc.) e quais páginas estão sendo acessadas a partir de cada canal.

Por exemplo, na mídia paga, adequar melhor o anúncio à oferta e ao público-alvo fará com que o visitante encontre mais facilmente o que está procurando. Isso fará a taxa de conversão aumentar. No caso da mídia paga, o aumento da conversão ainda diminui o custo por Lead.

2. Aumentar e/ou otimizar os pontos de contato que um Lead tem com sua empresa

Isso envolve não apenas os formulários, mas também:

  • Melhorar o design e a localização dos calls-to-action (testar diferentes variações);
  • Usar ferramentas de captura de Lead, como scroll-box (caixinha que aparece depois de certa altura rolando a página), exit-intent (aquele pop-up que aparece quando você está saindo do site), entre outros. Pode parecer chato, mas funciona.

3. Fazer testes A/B

Talvez esse seja uma das primeiras coisas que vem à cabeça quanto falamos em otimizar conversões – e não é pra menos.

Fazer um teste A/B muitas vezes é simples e traz melhorias absurdas na conversão. Um exemplo disso é um teste que fizemos, em que, removendo apenas um campo de formulário, aumentamos em 167% a taxa de conversão das Landing Pages.

 

Meio do funil : preparando os Leads para a compra

Agora que você já conseguiu transformar mais visitantes em Leads e conseguiu a atenção deles, é preciso mantê-los engajados com sua empresa e fazer com que eles consumam mais conteúdo para avançar no processo de compra.

Otimizar esta etapa é crucial para o desempenho que vendas terá logo mais. Para isso, 3 ações podem te ajudar:

1. Definir a jornada de compra

Esta primeira etapa vai te ajudar a definir os conteúdos para cada uma das etapas de compra, identificar em qual das etapas cada Lead está e a tratá-lo de acordo.

Ao definir e entender a jornada de compra do seu cliente, você sabe que tipo de informação é a mais importante e o momento que ela deve ser entregue. Entregar a informação certa na hora certa faz com que o Lead tenha um engajamento com sua empresa muito maior.

Se o Lead já está bem avançado no assunto, já entendeu qual problema ele vai resolver e já está numa fase de tomar a decisão de compra, não faz sentido mandar informações super básicas para ele.

2. Criar automações de marketing para nutrir os Leads

Depois de organizada a jornada de compra, é preciso uma inteligência maior para conseguir fazer os Leads avançarem no processo de compra de forma mais automática e escalável.

O modelo mais simples de relacionamento como Email Marketing tradicional não é suficiente e a Automação de Marketing vem como a solução eficiente deste problema.

Com a automação de marketing é possível então entregar o conteúdo certo, para o Lead certo, na hora certa. E numa escala muito maior. Os dois grandes principais benefícios são o aumento de vendas e receita e redução dos custos de aquisição.

 

3. Qualificar os Leads antes de passar para o time de vendas

A medida que a geração de Leads aumenta, começamos a criar um outro problema: um número excessivo de Leads para o time de vendas trabalhar. Em teoria, se temos força de vendas para fazer as abordagens, mais Leads é sempre melhor.

No entanto, por experiência própria sabemos que cada vendedor tem um volume ideal de abordagens por período, e exceder esse número implicará em uma diminuição da eficácia e da produtividade do vendedor. Portanto, entregar Leads mais qualificados pode contribuir muito para a produtividade dos vendedores.

É possível otimizar e escalar também a própria qualificação de Leads. O Lead Scoring é um método/ferramenta para automatizar a qualificação de Leads. A partir de algumas regras, os softwares de automação de marketing analisam as informações do Lead e já indicam quão preparados para a compra aqueles Leads estão.

Caso ainda não estejam no momento ideal, eles devem continuar sendo nutridos. Caso tenham atingido o momento de compra ideal, são enviados para os vendedores.

Fundo de funil: vendas e retenção

Com o topo e o meio do funil bem otimizados, nossos Leads estão chegando educados e em volume adequado. Nosso próximo passo é filtrar quais Leads realmente tem potencial para se tornarem clientes, e também temos muito o que otimizar nessa etapa.

O fundo do funil pode ser dividido em três pontos chave para buscarmos otimizar: a qualificação, a entrega dos Leads e a sua abordagem.

1. Entregar Leads para vendas de forma mais eficiente

Existe uma grande correlação entre vendas e o tempo entre a conversão do Leads no seu site e a abordagem do vendedor. A ponto de indicar que se conseguirmos fazer a abordagem nos primeiros 3 minutos após uma ação, aumentaremos a taxa de conversão em 98%.

Nesse ponto a automação de marketing desempenha um grande papel, enviando os Leads que você julgar qualificados em tempo real para o CRM de vendas. Essa e outras dicas você encontra no post sobre automação de vendas.

Além da velocidade com que enviamos o Lead para vendas, também devemos pensar nas informações passadas junto a eles. De forma geral, toda informação que você tiver sobre o Lead que ajude o vendedor a fazer uma abordagem mais personalizada deve ser mandada.

Idealmente, o vendedor deve ter em mão informações sobre o perfil do Lead, tais como poder de decisão, tamanho da empresa e segmento, e o que o Lead estava buscando solucionar quando chegou até os seus conteúdos.

2. Usar conteúdo para ajudar nas vendas

Se engana quem pensou que depois depois de mandar as oportunidades para vendas, o trabalho de marketing acabou. É ainda responsabilidade de marketing oferecer auxílio ao processo de vendas.

Uma forma muito eficiente de ajudar o vendedor a contornar as objeções, gastar menos tempo com explicações muito básicas e explicar de forma mais detalhada é a criação de conteúdo no blog ou conteúdo rico. Estes conteúdos podem servir de apoio para os vendedores, e também para os potenciais compradores que precisam explicar o que aprenderam para o tomador de decisão.

As automações de marketing também podem trabalhar por você nesse momento, ajudando o vendedor a nutrir os Leads de acordo com as objeções de venda apresentadas. Você pode usá-la para fomentar urgência na compra, fornecer estudos de caso que validem a sua proposta de valor ou atualizar o prospect sobre melhorias no seu produto que faltavam para concretizar a venda.

 

Acompanhe a sua taxa de conversão

Se você quer atingir uma boa performance em seu negócio, identificar cada ponto fraco e as oportunidades que podem ser trabalhadas para melhorar seus resultados, não deixe de acompanhar a sua taxa de conversão!

 

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Fonte: 

Trabalho remoto: 5 aprendizados de quem já teve essa experiência

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home-office-Coronavirus Trabalho remoto: 5 aprendizados de quem já teve essa experiência

Em tempos de coronavírus, o trabalho remoto é uma nova realidade para muita gente. Veja como navegar por esse momento, com alguém que teve essa experiência

Com o crescimento dos casos de coronavírus no Brasil, e também no intuito de evitar novos contágios, muitas empresas estão estimulando ou mesmo decretando que os funcionários não mais se dirijam às sedes – incluindo a RD. O trabalho remoto passou a ser uma realidade para milhares de brasileiros, exigindo algumas adaptações do dia a dia.

Pensando em ajudar quem está tendo que lidar com essa situação, resgatamos um post do Ricardo Palma, que trabalhou na RD por quase 9 anos. Ele contou um pouco da sua experiência com trabalho remoto em duas situações: quando era analista e quando era gestor. Assim, trouxe dicas para diferentes carreiras – com certeza, você se encaixa em uma.

Antes de seguirmos, vale deixar o registro de dois sites em que você pode se informar apropriadamente sobre o coronavírus: o do Ministério da Saúde do Brasil e o da Organização Mundial da Saúde (em inglês). Este post é específico para trabalho remoto ou home office, não trazendo recomendações sobre prevenção ou saúde pública.

Temos também um post especial no Blog Agência de Resultados, com dicas para gestores de times remotos. Ele é útil para agências de Marketing e, também, para empresas de diversos tamanhos e setores. Então, se você é líder de um time trabalhando à distância, terá bons insights.

Fizemos algumas alterações no texto original do Ricardo, para inseri-lo melhor no momento atual. Continue lendo e, ao final, deixe sua contribuição nos comentários. Quem sabe uma prática de trabalho remoto não possa ajudar alguém que está tentando se adaptar!

Ascensão do trabalho remoto

Trabalho remoto é um tema que tem sido amplamente discutido, e diversas empresas vêm adotando essa cultura. Apenas para citar alguns exemplos: Trello, Buffer, Zapier, WordPress e brasileiras como a Supersonic possuem grande parte do time trabalhando remotamente.

Assim, já há um histórico de boas práticas que podem ser seguidas nesta crise do coronavírus. Compartilhar conhecimento é ainda mais importante em momentos dramáticos, unindo a humanidade no sentido de vencer a pandemia o mais rapidamente possível.

Veja a seguir alguns aprendizados que eu, Ricardo, tive ao trabalhar remotamente em dois diferentes momentos de 2017. As tecnologias não mudaram muito, apenas evoluíram. Espero que o que eu aprendi seja útil para você!

Aprendizados de trabalho remoto como analista

Em maio de 2017, como analista de marketing responsável por conteúdo para geração de Leads, estava envolvido em um projeto que tinha como uma das etapas a condução de um benchmarking com empresas em São Francisco e Vale do Silício.

A viagem durou aproximadamente 40 dias. Para conseguir dar conta de algumas atividades-chave no Brasil e, em paralelo, focar no projeto e no benchmarking nos Estados Unidos, mudei minha rotina de trabalho e contei bastante com o apoio do meu time para assumir algumas atividades que eu conduzia no dia a dia.

Aliás, nessas horas o trabalho em equipe é fundamental. Seja para uma viagem como essa, um período de férias prolongadas, uma licença ou um envolvimento em algum projeto grande, poder contar com a equipe é fundamental!

No meu caso, esse trabalho remoto ainda tinha o agravante de estar em um fuso horário de 4 horas a menos que o horário em Florianópolis, onde fica nossa sede.

No geral foi uma experiência profissional e pessoal muito boa. Foram diversos aprendizados em variadas frentes, porém quero destacar aqui 3 delas que tiveram bastante relação com trabalho remoto:

Organizar a rotina para ter uma intersecção de horários e estar disponível

Com 4 horas a menos, era comum acordar por volta das 7h e já ter várias notificações e emails da operação no Brasil. Afinal, já era quase horário do almoço lá na sede (sim, meu time almoçava às 11h30).

Para conseguir conciliar as duas frentes, pela manhã minha prioridade era dar atenção às atividades do Brasil, prevendo que frequentemente isso não seria possível por conta de algum evento ou reunião. À tarde era quando eu concentrava o maior esforço no projeto, nas reuniões e benchmarkings.

Aqui destaco também a expectativa e a importância da comunicação assíncrona (quando uma conversa não é em tempo real). Muitas vezes essas notificações que eu via pela manhã eram de algumas horas atrás.

Uma vez que o time não sabe se você está em frente ao computador ou se está focado em uma tarefa, é esperado que você demore um pouco para responder. De qualquer forma, o importante é não deixar de dar atenção. Para essas comunicações, nós usamos o Slack.

Com o coronavírus, temos duas situações diferentes: o fuso horário do time é o mesmo, mas não há ninguém presencialmente na sede. Assim, é ainda mais importante ter um calendário de dias e horários bem definidos de reuniões e atividades.

A questão da comunicação assíncrona também é uma realidade, mesmo que o relógio marque o mesmo horário para todos. Se antes era só ir até a mesa do colega para tirar uma dúvida ou pedir alguma coisa, agora é preciso mais paciência para esperar uma resposta no chat – seja Slack, WhatsApp ou o que você usar na empresa.

Trabalhar em um local exclusivo

Tem gente que consegue trabalhar de casa. Não sou desses. Durante minha estadia lá, usei o Galvanize, um coworking no coração de São Francisco, a meia quadra do prédio do LinkedIn e do Optimizely.

Para mim, “ir ao escritório” faz diferença para entrar no mindset de trabalho e ser mais produtivo. Além disso, o fato de estar em um coworking me possibilitou fazer networking e conhecer pessoas importantes para o projeto.

Bom, em 2020 eu não teria essa opção. Afinal, não seria muito produtivo sair de um ambiente coletivo, como a empresa, e ir para outro, como um café ou um coworking – mesmo que esses estabelecimentos também certamente estejam tomando precauções.

De qualquer forma, o aprendizado pode ser adaptado ao momento. Se você tiver essa possibilidade, defina um cômodo ou mesmo uma mesa da sua casa como o local de trabalho remoto nesse período. Ali, só se trabalha.

Mesmo que não seja um ambiente completamente diferente, estar nesse “escritório” pode ajudar você a separar as coisas – o mindset de trabalho que falei acima. Tire pequenos intervalos em locais diferentes da casa, ou mesmo fora, e lembre-se de lavar bem as mãos ao retomar a tarefa que estava realizando.

Manter normalmente as cerimônias do time

Apesar de estar remoto, é importante manter o compromisso de continuar, sempre que possível, com a rotina de reuniões do time. No nosso caso, na época, as reuniões semanais. Isso é importante por diversos motivos, mas destaco dois:

  • Manter o time remoto atualizado sobre os projetos nos quais está envolvido e compartilhar conhecimentos adquiridos que podem ajudar uma ou mais pessoas em algum objetivo;
  • Saber como será o envolvimento com o projeto naquela semana, conseguir planejar as atividades e delegar o que for preciso.

Além disso, é fundamental manter o máximo de normalidade e o senso de unidade em momentos complicados, como o da crise de coronavírus. Para participar dessas reuniões, uma ferramenta que nos ajuda muito é o Zoom.

O Google lançou, agora em março de 2020, um ótimo guia para melhorar a qualidade das suas videochamadas. Quanto melhor for a comunicação, menos desagradáveis serão as reuniões e esse período de clausura.

Aprendizados como coordenador parcialmente remoto

Algumas das coisas que mais me atraem em uma empresa de crescimento acelerado são a velocidade com que as coisas acontecem, os desafios que esse crescimento traz e o aprendizado que tudo isso gera ao longo do tempo.

No final de 2017, em mais um desses momentos de mudança, assumi a coordenação de um time dentro do Marketing da RD. Somado a isso, veio um contexto pessoal de mudança para outra cidade, de onde eventualmente faço trabalho remoto.

A principal diferença que percebi nesse contexto comparado ao anterior é que, por ser um time todo presencial, essa posição exigia que eu estivesse disponível dessa forma. Isso porque são muitas as decisões no dia a dia, não apenas com o time, mas com outras áreas da empresa, que seriam dificultadas no modelo remoto.

Para tornar possível esse trabalho remoto no curto prazo, junto com o time, pensamos em como adaptar nossa rotina. Ou seja, é algo parecido com as adaptações rápidas que muitos times estão tendo que enfrentar agora com o coronavírus.

Naquele momento, tivemos 2 aprendizados importantes, que podem ser replicados agora por gestores que estão tendo que fazer mudanças rápidas:

Métodos ágeis para o acompanhamento das entregas

O primeiro passo foi definir um formato de acompanhamento do time. Não digo o acompanhamento na relação entre coordenador e contribuidor individual, mas a ciência do próprio time sobre o que as outras pessoas estão fazendo naquela semana e naquele dia.

Começar a trabalhar com metodologias ágeis trouxe maior transparência sobre o que cada um estava fazendo, e hoje o time acaba ajudando mais um ao outro quando vemos que uma pessoa está com uma carga maior naquela sprint.

Para isso, conhecer a metodologia e saber como adaptá-la à sua realidade é fundamental, e contar com uma ferramenta para centralizar ajuda bastante no dia a dia. No nosso time (e em outros da empresa), nós usamos o Trello.

Organizar a agenda de cerimônias (reuniões)

Uma das coisas que me ajudou a planejar a execução desse modelo de trabalho foi definir dias fixos para a agenda de cerimônias do time. Por cerimônias entenda-se reuniões e outros encontros com todo o time remoto.

  • Uma reunião semanal na terça-feira (presencial) na qual conversamos sobre a sprint e planejamos a próxima;
  • Daily “todos os dias”: uma reunião de 5 a 10 minutos onde cada um atualiza o que está fazendo no dia e traz algum eventual problema que está impedindo uma entrega. Todos atualizam o Trello e participam por videochamada;
  • Reuniões de 1-1: concentrei todas em um dia da semana. Estando remoto, fazer 1-1 via Zoom ajuda a ter uma agenda fixa onde quer que eu esteja. Como são apenas duas pessoas, é possível fazer por WhatsApp Vídeo, caso você prefira.

Mais uma vez, vale reforçar: não deixe de realizar as reuniões. Mesmo com o meme que diz que “o coronavírus está fazendo as pessoas perceberem que algumas reuniões poderiam ser emails”, é importante manter a rotina e o sentimento de normalidade no time remoto.

Se você perceber, durante o período de trabalho remoto, que de fato algumas das reuniões podem ser eliminadas, deixe para fazer isso quando a crise passar. Muitas pessoas vão sentir falta do contato com os colegas no período de confinamento, então é melhor não eliminar esse momento.

Trabalho remoto é um aprendizado coletivo

Certamente muitos outros aprendizados estão por vir conforme mais pessoas forem ficando em casa, com trabalho remoto. Assim, esses são apenas alguns que considerei serem as principais alavancas que me ajudaram a colocar tudo em prática. Deixe suas boas práticas nos comentários!

O bom também é poder contar com outras pessoas bem experientes no assunto e que estão fazendo o modelo acontecer. O guia “Como aderir ao trabalho remoto”, do Trello, reúne muitas outras dicas sobre o assunto.

Acesse também nosso Kit de Produtividade para Pequenas e Médias Empresas. Ele traz ferramentas, templates e planilhas para diversas áreas do seu negócio. Esses materiais podem ajudar a facilitar os processos neste período de coronavírus e trabalho remoto. Juntos, porém à distância, vamos passar por essa!

Fonte:https://bit.ly/2WOSvkv

Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

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home-office Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Com a união da humanidade para conter o coronavírus, muitas pessoas estão tendo que trabalhar de casa pela primeira vez. Reunimos algumas dicas para ajudar quem está conosco nessa!

Home office, em inglês, é um espaço de trabalho dentro de casa, como um escritório ou um cômodo adaptado. No Brasil, a expressão “fazer home office” virou sinônimo de trabalhar em casa. Com o avanço das telecomunicações, o home office está cada vez mais inserido no contexto profissional.

Trabalhar em casa, até pouco tempo atrás, costumava ser uma questão de escolha para profissionais de alguns setores. Fazer home office por um dia para se concentrar melhor, por questões familiares ou de saúde era um benefício oferecido por algumas empresas. Outras permitem o trabalho remoto contínuo, um desafio dos tempos modernos. Para muita gente, esse contexto mudou completamente com a pandemia de coronavírus, ou Covid-19, no começo do ano de 2020.

O post que você está lendo foi escrito nesse contexto. Daqui a algum tempo, quando isso tudo passar, ele será atualizado e vamos retirar as menções à doença. Agora, porém, entendemos que precisamos ajudar nossos clientes, parceiros e o público em geral a lidar da melhor forma com o trabalho remoto. Vamos trazer boas fontes e nosso próprio expertise, já que a RD conta com times em diferentes cidades e muitos profissionais em home office. Esperamos que o conteúdo seja útil para você!

Antes de continuarmos, vale mais um contexto em tempos de coronavírus. Nós aqui da RD temos consciência de que somos privilegiados por podermos fazer home office. Você, a esta altura dos acontecimentos, se estiver na mesma situação, também já deve ter percebido isso. O fato de podermos trabalhar remotamente deve ser recebido com gratidão, e devemos fazer o que estiver ao nosso alcance para diminuir os riscos das pessoas que não têm essa possibilidade – e elas são ampla maioria.

Enfim, estamos todos juntos nessa, e vamos sair também todos juntos! Continue lendo o post e, ao final, deixe ainda as suas dicas de home office nos comentários.

O que é home office?

Home office, em inglês, é um espaço de trabalho dentro de casa, como um escritório ou um cômodo adaptado. No Brasil, a expressão “fazer home office” virou sinônimo de trabalhar em casa. Talvez devêssemos repensar alguns anglicismos desnecessários, mas isso é assunto para outro post.

Vale ressaltar, porém, que “trabalho remoto” – que até usamos neste post – não seria uma tradução perfeita. Isso porque home office é específico para trabalho em casa, enquanto o trabalho remoto pode ser feito em diferentes locais – como um café, um coworking ou o sofá daquele amigo que tem a internet mais rápida que a sua. Não abuse da amizade!

Associamos o avanço das tecnologias de telecomunicação e da internet ao home office. Afinal, em geral, os trabalhos realizados remotamente hoje são quase todos feitos pelo computador:

  • Programação;
  • Produção de textos;
  • Design gráfico;
  • Estratégias de Marketing Digital e até mesmo vendas.

Mas será que são só coisas modernas mesmo?

É bem possível que, na história da sua família, haja um avô ou avó que fez um home office mais “raiz”. Talvez até seus pais. Era muito comum o trabalho de costureiras em casa ou a “venda” no andar de baixo do sobrado – a famosa “lojinha”. Hoje em dia mesmo, a cozinha é o “home office” de muita gente que produz alimentos para vender.

Isso para não puxar para um passado ainda mais distante, como os ferreiros, artesãos e apotecários medievais que criavam seus produtos e atendiam seus clientes em suas casas. Aí veio a Revolução Industrial e mudou tudo.

Ou seja, home office é mais um tema em que a nossa geração se considera pioneira, mas que já tem histórico. Então, ligue para seus avós para pedir algumas dicas e perguntar como eles estão nessa época de coronavírus, que é ainda mais assustadora para eles.

Estatísticas de home office no Brasil

Para entender melhor o contexto do trabalho em casa no Brasil, podemos olhar as estatísticas. Os números mais recentes do IBGE são de 2018, divulgados no fim de 2019. A série histórica de dados começou a ser levantada em 2012. Nesse período, o crescimento do home office foi de 44,4,%, chegando a um total de 3,8 milhões de pessoas.

Esse número correspondia a 5,2% do contingente de trabalhadores no país, excluindo servidores públicos e domésticos. Como dissemos no começo do texto, trata-se de uma minoria. Também na abertura do post, falamos no privilégio de poder optar pelo home office. De acordo com IBGE, a realidade brasileira se deve muito mais à informalidade.

Em 2018, 41,1% da força de trabalho desempenhava atividades informais. Muitas dessas pessoas acabavam realizando atividades diretamente de casa. Se você estiver em um momento desses, mesmo que por necessidade, dê uma olhada nas dicas que daremos a seguir. Quem sabe elas te ajudam a alcançar seus objetivos mais rapidamente!

Por fim, um dado relevante da pesquisa do IBGE: o maior salto do home office no Brasil foi entre 2017 e 2018, com um crescimento de 21,1%. De novo, isso não necessariamente reflete uma escolha dos trabalhadores, mas é um indicativo de uma tendência dos tempos modernos, da nossa geração.

Portanto, você também terá o que contar para seus avós na ligação telefônica! Aliás, dá uma ligadinha agora para eles, depois você volta aqui e continua lendo o texto.

Vantagens do home office

Sabemos que praticamente em todas as situações existem vantagens e desvantagens. Contudo, como estamos vivendo um momento único frente ao Covid-19 e as palavras de ordem incluem responsabilidade e capacidade de adequação, temos consciência de que o home office é uma das saídas mais eficientes e necessárias no cenário atual.

Logo, vamos falar das vantagens desse modelo de trabalho e focar, em outras palavras, no lado positivo da situação. Afinal, todos precisamos de um alento, vamos lá! 😉

Flexibilidade e comodidade

A flexibilidade de horários é uma das maiores vantagens do home office, afinal, você organizará seu próprio tempo e tarefas.

Se a sua empresa atua em horário comercial, claro, é importante estar online ao mesmo tempo em que os seus colegas estão. Porém, nada impede que, caso você se sinta mais produtivo à noite ou de madrugada, adiante o trabalho do próximo dia nestes períodos – só não vale deixar o trabalho da data atual para a madrugada do dia seguinte, hein?

Além disso, pense no tempo que você irá economizar. Afinal, não será necessário se deslocar até o local de trabalho, ou seja, nada de horas no trânsito ou imprevistos como acidentes e engarrafamentos – seja no ônibus, no Uber ou no seu próprio carro!

Qualidade de vida e economia

Por falar em tempo economizado, ele poderá servir tanto para melhorar sua produtividade como para investimentos em qualidade de vida. Aí vão algumas opções para as horas que vão sobrar:

  • Praticar atividades físicas (ainda que em casa, vários exercícios podem ser realizados);
  • Colocar aquele projeto especial – pessoal ou profissional – que ficou de lado em prática;
  • Passar mais tempo de qualidade com a família, participando mais ativamente da vida dos filhos, dando atenção para animais de estimação, fazendo refeições em conjunto, entre outras atividades que antes não seria possíveis;
  • Estudar outro idioma, realizar cursos online, ler livros, as possibilidades são muitas!

Em paralelo, a empresa também oferece, consequentemente, mais um benefício para os colaboradores, proporcionando esses momentos e cativando-os ainda mais!

Seja para os funcionários ou para o seu negócio, a economia também é significativa quando o home office é adotado. Vários gastos podem ser reduzidos, entre eles alimentação, transporte, redução do desperdício de recursos, etc.

Sustentabilidade

De quebra, a sua estadia em casa ainda estará ajudando o planeta. Com menos pessoas se deslocando até o trabalho, consequentemente temos menos carros na rua/uso do transporte público.

Logo, isso implica na diminuição do consumo e queima de combustíveis fósseis e em uma redução significativa também nos índices de poluição do ar e sonora. Será que você já tinha pensado por este lado? Além disso, as empresas também economizam água, energia elétrica e outros recursos.

Seja o seu home office permanente ou temporário, ele será sustentável!

sustentabilidade Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

5 desafios do home office e como vencê-los

Ainda na pegada de seguir o bright side ou, em tradução livre, o lado “brilhante” das coisas, listamos 5 desafios do home office com dicas para tirá-los de letra!

1. Ter um local próprio para o trabalho

É de conhecimento geral que nem todos têm em casa um escritório ou local próprio para trabalhar, ainda mais quando o home office passa a ser adotado do dia para a noite – como é o caso de muitos profissionais hoje.

A cadeira reclinável e ergonômica do escritório, as tomadas embutidas e o silêncio do local de trabalho fazem falta, sabemos. Contudo, com algumas adaptações é possível contornar a situação até de forma bem divertida!

Primeiro, escolha o lugar de casa onde você se sente mais concentrado(a) e apto a realizar as atividades do dia a dia. Depois, com o que há em mãos, tente adaptar este local para atendê-lo da melhor maneira – nem que aqui sejam necessárias algumas gambiarras, como extensões, a luminária que estava no quarto ou aquele móvel com rodinhas que antes ficava no banheiro. A criatividade é quem manda, essa é a sua chance de criar o seu próprio workspace.

2. Distrações das mais diversas

É fato que em casa existem muitas distrações: família, roommates, a louça suja, possíveis barulhos, televisão e até nossas camas – diga-se de passagem e com honestidade! Logo, como se concentrar e focar no trabalho em meio ao “caos”?

Bom, seja para as interações sociais ou demais distrações, é preciso impor limites. Combine com você mesmo(a) de terminar de uma vez aquela tarefa mais entediante e, depois, tomar um banho relaxante – ou algum outro tipo de recompensa que não tome muito tempo.

Já se você está sendo constantemente interrompido por outras pessoas, converse com elas e peça sua compreensão; diga que reservou aquele horário para trabalhar e que, depois, terão todo o tempo para conversar e interagir.

Para quem tem crianças em casa, uma rede de apoio é tudo: divida as responsabilidades igualmente com seu parceiro(a) e demais responsáveis. Neste momento, estamos quase todos no mesmo barco e a ajuda mútua é simplesmente um pilar indispensável.

3. Alimentação

A falta de rotina pode causar uma quebra muito grande de hábitos saudáveis – ainda mais para quem acabou de aterrissar de paraquedas no home office. No início, é tentador usar aquele tempo extra que falamos anteriormente para dormir, ficar no sofá ou comer junk food.

Contudo, não caia em tentação: para continuar entregando resultados satisfatórios, é necessário estar bem descansado(a) e bem alimentado. É um pouco óbvio, mas vale relembrar: todos nós precisamos de combustível para viver e render, certo?

Mas e a solução? Procure ter em casa alimentos diversos, que se transformem em refeições e lanches diversos. Assim, o benefício (e prazer) das suas pausas será ainda maior, uma vez que você estará se alimentando corretamente e criando seu próprio cardápio.

(Mas tendo em mente que sair de casa só quando muito necessário, certo? 😬).

4. Comunicação vs. solidão e mal-entendidos

Para alguns de nós, trabalhar isoladamente, longe de outras pessoas e da comunicação cara a cara pode ser um desafio. Somos seres sociais, uns mais do que outros. E ficar longe fisicamente dos colegas e depender de emails para se comunicar pode ser, mesmo, uma grande furada!

Por isso, tenha a tecnologia como sua aliada. As ferramentas para videoconferências estão cada vez mais modernas (trataremos delas mais adiante). Nesta semana mesmo nós, da RD, fizemos uma reunião com todo o time de Marketing de maneira remota. Alguns trouxeram os filhos para perto da câmera, outros os pets, e conseguimos nos comunicar de forma satisfatória. Ainda que à distância, rimos uns com os outros e compartilhamos as mesmas vitórias e desafios do dia a dia, como sempre fizemos “ao vivo”.

Aproveite momentos como esses e, se for do seu desejo, no futuro com certeza poderá voltar a exercer o trabalho em equipe presencial novamente. Com um pouco de paciência e adaptação, acreditamos que é possível, sim, tirar este desafio do caminho.

5. Trabalhar em excesso não é a solução!

Por último e, talvez, mais importante, lembre-se: não é porque agora sua casa e seu escritório são o mesmo lugar que você deverá trabalhar horas a fio só porque pode. Assim como distrair-se demais pode ser ruim, distrair-se de menos pode ser também, e na mesma medida!

Não esqueça de dar e receber atenção, exercitar-se (nem que seja só um alongamento, vai?) e comer corretamente. Com o corpo e a mente sã, você continuará entregando resultados excelentes, no seu ritmo e tempo próprios: os mesmos que você já encontrou no escritório!

Se precisar de ajuda para se adaptar, peça, é algo super normal. Os seus colegas podem estar passando pelo mesmo e querendo conversar sobre, certo? 🙂

E para as empresas, continuem (na medida do possível) promovendo os encontros que normalmente fariam entre os funcionários de forma remota. Aqui na RD, como março é o Mês das Mulheres, preparamos uma programação de mentorias em todas as semanas para nossas RDoers. E agora com o modelo de home office adotado, não as cancelamos: nossas colaboradoras continuam se encontrando, conversando e trocando por meio de videoconferências.

Trabalhar-em-excesso Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

5 dicas para o seu espaço de trabalho durante o home office

Para que a rotina durante o período de home office seja produtiva, é preciso manter alguns cuidados em relação ao ambiente de trabalho.

Afinal, a estrutura das nossas casas, em geral, não foi preparada para ter um espaço destinado ao trabalho. Por isso, organizar um ambiente propício para executar suas atividades é um dos fatores mais importantes para manter o nível de produtividade.

Para ajudar você a preparar o melhor espaço possível, listamos 5 dicas que vão auxiliá-lo a realizar o seu trabalho em casa de forma confortável!

1. Crie um espaço exclusivo para trabalhar

Como criar um espaço que garante uma atmosfera produtiva de trabalho onde você não será interrompido durante o home office? Essa é uma preocupação importante, que precisa ser o primeiro ponto de atenção na preparação do espaço de trabalho.

É comum que algumas pessoas pensem que fazer home office é o mesmo que ter a liberdade de trabalhar no sofá ou até mesmo na cama. Isso pode acontecer, sim, desde que você use esses espaços por períodos curtos e em momentos específicos. O ideal para manter sua concentração e foco nas atividades é definir um ambiente fixo de trabalho.

Comece pensando no propósito do seu escritório em casa. Se você vai trabalhar nele diariamente, crie uma sensação diferente do resto dos quartos para ajudá-lo a entender que aquele espaço é o lugar ideal para se concentrar. Por isso a dica é: escolha o espaço mais confortável possível, onde possa ficar o tempo de trabalho diário.

Nesse caso, a primeira coisa a se pensar ao projetar o seu trabalho home office é onde seu escritório deve estar localizado. Considere também o seu estilo de trabalho e tudo que precisa para executá-lo, assim como as necessidades das pessoas que convivem no ambiente.

Com um espaço de trabalho dedicado a isso, onde você pode se concentrar, fica mais fácil aproveitar os benefícios do trabalho remoto que listamos anteriormente. E uma dica adicional para que os membros da família respeitem seu espaço: use uma dica visual no ambiente, como um sinal de “não perturbe” – principalmente quando participar de chamadas de áudio e vídeo!

2. Não esqueça da iluminação do ambiente

Nossos espaços de trabalho nas empresas são sempre pensados para entregar o melhor ambiente possível, seja falando de ergonomia, equipamentos ou iluminação. E durante o home office, pode ser difícil se concentrar se você não tiver a iluminação correta.

Mas se a sua casa é pequena ou as suas janelas não permitem a entrada de tanta luz, como configurar seu espaço para obter uma iluminação ideal? Na prática, buscar uma solução que conte com entrada de luz natural é a principal forma de iluminar o ambiente para melhorar a produtividade e a concentração. Se você tende a trabalhar muito tempo em frente a uma tela de computador, ficar próximo de uma janela é uma boa escolha.

Para quem conta com um ambiente mais escuro, considere utilizar uma luminária durante o dia. Mas é melhor evitar a iluminação com lâmpadas fluorescentes, principalmente em ambientes pequenos. Em vez disso, escolha lâmpadas com uma aparência natural, com tons mais quentes.

O que acontece se eu errar na iluminação?

A iluminação inadequada pode causar fadiga ocular e sonolência, o que dificulta a produtividade. Por isso, o tom da luz também é um fator a ser levado em consideração. As temperaturas de cores quentes estimulam a produtividade, enquanto as temperaturas de cores frias, desde que sejam mais fracas, são calmantes.

Em resumo, garanta que fará o ajuste na sua iluminação para que não fique em um ambiente tão escuro, que o(a) deixe sonolento e cause tensão nos olhos, mas também não exagere na luz, porque provavelmente você terá dor de cabeça no fim do dia.

3. Escolha bem a sua mesa e cadeira de trabalho

No ambiente da sua empresa, provavelmente as mesas já possuem a estrutura adequada para o trabalho. Mas para o home office, este precisa ser um ponto de atenção.

A escolha da melhor mesa para o seu ambiente envolve a quantidade de espaço disponível na área. Ela precisa ser grande o suficiente para acomodar seu notebook ou desktop, enquanto ainda consegue ter um espaço para fazer anotações ou acomodar outros objetos.

Falando da sua cadeira, mesmo que não consiga usar um modelo mais típico de escritório, tenha certeza de que ela estará confortável para você ficar sentado por horas. Escolha sempre um modelo que fique na altura certa em relação a sua posição na mesa.

Não é fácil encontrar um conjunto ergonomicamente adequado para o seu espaço. Mas sempre coloque o conforto do seu espaço como um item fundamental para executar bem o seu trabalho durante o período de tempo necessário.

4. Decore o ambiente com coisas que deixam você feliz

Um dos benefícios de trabalhar com home office é que você pode criar um espaço do jeito que preferir. Afinal, a produtividade cresce em ambientes onde os pensamentos criativos surgem com mais facilidade.

Se para você conseguir isso significa encher o local com plantas, pendurar quadros ao seu redor, encher as estantes de livros e o que mais imaginar – como manter o seu pet do lado para fazer um carinho sempre que quiser – não perca a oportunidade de cercar esse ambiente com coisas que fazem bem!

Quanto mais ficar feliz no ambiente em que está, melhor você poderá trabalhar e produzir ao longo do dia. Lembre-se apenas de manter tudo isso de forma que não atrapalhe seu foco na atividade que está desempenhando no momento.

Nesse caso, não precisa correr para a internet e pesquisar por exemplos de ambientes home office para tentar replicar. Só você sabe como criar uma configuração que funcione bem para a sua rotina.

5. Sempre mantenha a organização

A desordem pode fazer com que um espaço home office, que geralmente é pequeno, pareça ainda menor e até um pouco caótico para desempenhar qualquer tipo de trabalho. Por isso, manter a organização é uma dica que você não pode deixar de seguir.

Quando seu espaço de trabalho está livre de confusão, sua mente pode pensar com mais clareza. E para conseguir agir nesse sentido, não tem erro: o primeiro passo para limpar a bagunça é simplesmente se livrar dos itens que você não precisa. Antes de começar sua rotina diária, certifique-se de que tudo está no local certo e retire qualquer objeto que não usa.

Quanto aos itens que não são utilizados todos os dias, utilize caixas ou gavetas para organizá-los. Agrupar seus itens em grupos também ajuda a encontrar cada um quando precisar deles, porque é mais fácil lembrar onde eles estão agrupados.

5 tipos de ferramentas para o trabalho home office

Agora que você já sabe como funciona, quais são as vantagens, os desafios e as dicas para preparar o seu espaço, não podemos esquecer de trazer as ferramentas indispensáveis para o seu trabalho home office.

Afinal, é nesse período que precisamos contar com soluções que conectam várias pessoas diferentes, para trabalhar em conjunto em projetos e atividades. Durante a pandemia do Coronavírus, o próprio Google disponibilizou gratuitamente uma série de ferramentas para ajudar todos que estão trabalhando em casa.

Mas na prática, existem soluções para várias finalidades diferentes. Listamos opções para 5 tipos diferentes de situações que você certamente passará, confira!

1. Reuniões online

Durante o período de home office, as reuniões planejadas não podem parar de acontecer. Até mesmo os alinhamentos mais rápidos, que acontecem no ambiente de trabalho entre as pessoas que trabalham lado a lado na mesma mesa, precisam continuar no ambiente online.

Portanto, é importante que as equipes se comuniquem com frequência utilizando ferramentas para realizar reuniões online. Com as soluções de videoconferência, fica muito mais simples fazer isso na prática.

As principais ferramentas do mercado permitem criar uma sala gratuitamente e, através de um link de acesso, todos os participantes podem entrar para participar das reuniões com áudio, vídeo e compartilhamento de tela. As principais que você pode utilizar são:

Zoom

O Zoom é uma ferramenta que permite criar um ambiente de videoconferência para compartilhar vários desktops simultaneamente na sala. Na versão gratuita, ele permite uma duração máxima de 40 minutos.

Zoom Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Zoom permite a participação por qualquer dispositivo conectado à internet

Hangouts Meet

O Hangouts Meet – antigo Google Hangouts – é a ferramenta da Google para fazer reuniões online. Como ela é totalmente integrada ao G Suite, o pacote de ferramentas da Google, você pode participar de reuniões a partir de um evento criado no Google Agenda ou de um convite enviado por email.

Hangouts-Meet Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Hangouts Meet é uma das ferramentas mais utilizadas para reuniões online

2. Comunicação em tempo real

Mantendo o foco no compartilhamento e na colaboração entre equipes, uma das formas de trabalhar bem em home office é manter uma comunicação clara com sua equipe e líder usando ferramentas que permitem essa troca em tempo real.

A maioria das pessoas costuma passar os dias sempre próximas dos colegas de trabalho no ambiente compartilhado da empresa, o que significa que a comunicação é muito mais fácil e sem esforço. Já com o home office, é importante definir bem como vai funcionar a estrutura.

Logo, as ferramentas de comunicação são indispensáveis neste momento. E as principais que você pode utilizar são:

Slack

O Slack é um espaço de colaboração por meio da troca de mensagens. É a ferramenta preferida das empresas para manter a comunicação de todas as equipes em um só lugar. Os participantes podem criar canais, que funcionam como grupos de troca de mensagem, ideais para concentrar a comunicação entre as equipes.

Um grande diferencial é a sua integração com o Zoom, Google Drive e vários outros aplicativos.

Slack Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Slack permite a comunicação individual ou por grupos

Rocket.Chat

O Rocket.Chat é um servidor de bate-papo com funções semelhantes ao Slack. É uma ótima solução para comunidades e empresas que desejam criar seu ambiente de comunicações individuais ou em grupo. O detalhe é que essa ferramenta possui código aberto.

Rocket.Chat_ Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Rocket.Chat é uma alternativa para manter a comunicação

3. Gestão de atividades

Além de resolver os pontos de comunicação – seja através das conversas por videoconferência, chat ou grupos – é preciso fazer o gerenciamento de atividades durante o período de home office.

É importante contar com soluções que deixem claro qual atividade cada membro do time está executando no momento e quais as próximas ações prioritárias que precisam ser realizadas ao longo do dia ou da semana. Para essa finalidade, você pode utilizar:

#matrix

Para contar com uma experiência que se aproxima daquela que encontramos no escritório físico, a equipe de Engenharia e Produto da Resultados Digitais desenvolveu uma ferramenta open source chamada #matrix.

Ela funciona como um escritório online que permite que as pessoas visualizem os seus colegas de trabalho e interajam por meio de salas virtuais.

A a ferramenta está disponível em plataforma Open Source para empresas que optarem pelo home office. A implementação possui configurações simples e em apenas dois minutos é possível criar o escritório virtual. Todo o projeto está publicado no GitHub da RD e pode ser executado seguindo os passos no arquivo README.md.

matrix Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Visual do #matrix faz a divisão de salas virtuais

Trello

O Trello é a ferramenta mais simples possível quando se trata de gerenciamento de projetos, mas essa simplicidade esconde um incrível poder organizacional e de gerenciamento de tarefas. Ele utiliza o conceito de quadros, onde cada um pode representar um projeto ou a distribuição da rotina de uma equipe.

Dentro de cada quadro, as equipes criam listas, que são preenchidas com cartões. Os cartões podem ser atribuídos a membros específicos da equipe, rotulados e com um prazo final de entrega.

Trello Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Trello utiliza a metodologia Kanban para fazer a gestão das atividades

4. Gerenciamento das ações de Marketing

Durante o trabalho home office, uma das áreas de qualquer empresa que precisa continuar funcionando muito bem é o Marketing. E com todas as possibilidades que a internet e as formas de comunicação online oferecem, todos os negócios já estão colocando o foco no seu trabalho de Marketing Digital.

Assim, é importante contar com uma ferramenta que funcione muito bem para o gerenciamento de todas as atividades de Marketing Digital, mesmo trabalhando de casa. Para aproveitar o ambiente digital e conseguir ampliar o seu volume de vendas, veja uma ferramenta para utilizar, como o:

RD Station Marketing

O RD Station Marketing é uma ferramenta de Automação de Marketing que reúne todas as funcionalidades que sua empresa precisa para atrair, converter e se relacionar com um contato, além de analisar os resultados das suas ações em um só lugar.

Ela foi a ferramenta vencedora do B2B Awards 2019, premiação da B2B Stack que aponta os softwares para empresas mais bem avaliados do Brasil.

Com ela você consegue realizar as ações que precisa para ampliar seus resultados, como por exemplo:

  • Agendar publicações nas redes sociais;
  • Criar e enviar campanhas de Email Marketing;
  • Criar Landing Pages para geração de Leads;
  • Gerar fluxos de nutrição automáticos para sua base de contatos;
  • Analisar os resultados, de visitantes até vendas, e muito mais!

RD-Station Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Visão do dashboard do RD Station Marketing

5. Execução e gerenciamento das tarefas de Vendas

Durante o home office, o processo de vendas também precisa continuar a todo vapor – na medida do possível, claro. E com a evolução do trabalho de Inside Sales, onde os vendedores fecham uma nova venda de forma remota, a gestão das atividades também precisam de um controle contínuo para não deixar nenhuma oportunidade passar.

Sendo assim, você precisa contar com uma solução para a execução e gerenciamento das tarefas de vendas. E nada melhor para isso do que contar com um CRM!

RD Station CRM

O RD Station CRM é uma ferramenta que possibilita fazer o controle de todo o processo comercial da sua empresa, centralizando todas as informações consideradas mais importantes para a gestão do funil e fluxo de vendas. Ela ainda permite fazer toda a comunicação por email e telefone com cada contato, registrando tudo em seguida.

Além disso, quando integrado ao RD Station Marketing, as informações de Marketing e Vendas ficam alinhadas desde o início da jornada do Lead, evitando falhas na comunicação e melhorando o relacionamento com o cliente.

RD-Station-CRM Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Visão do pipeline de vendas no RD Station CRM

Qual é a sua dica de home office?

Esperamos que todas essas dicas ajudem você durante seu período de trabalho em home office. Quem sabe, quando a crise do coronavírus tiver passado, você perceba que gostou de trabalhar assim e continue. O importante agora é seguirmos as orientações dos órgãos competentes e superarmos esse momento juntos, mesmo que à distância.

Fonte:https://bit.ly/33MkHpL

Pessoas com deficiência em home office: Como a empresa pode ajudar

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Deficiente Pessoas com deficiência em home office: Como a empresa pode ajudar

Pessoas com deficiência (PCDs) podem precisar de adaptações extras para trabalhar em casa. Veja dicas de como ajudar seus colaboradores!

Muitas empresas adotaram políticas de home office devido à pandemia do coronavírus. Isso exige de equipes adaptabilidade e de pessoas um grande poder de autogestão para se manter produtivo no isolamento de casa.

Nesse boom de novas ferramentas e plataformas, rotinas e escritórios caseiros, é importante trazer algumas dicas de acessibilidade para empresas que possuem colaboradores com deficiência. Continue lendo para saber como ajudá-los!

→ Para informações de prevenção e saúde, acesse o site do Ministério da Saúde do Brasil e o da Organização Mundial da Saúde (em inglês).

Mobilidade Pessoas com deficiência em home office: Como a empresa pode ajudar

Confira a acessibilidade das suas ferramentas

Nem toda plataforma de videoconferência tem boa usabilidade com leitores de tela. Além disso, nem todo software para acompanhamento de métricas é acessível ou compreensível para surdos.

Tenha mapeadas as deficiências que as pessoas da sua empresa possuem e verifique com elas se tudo está “ok”. Literalmente pergunte para as pessoas: “você está conseguindo trabalhar em home office?”

Caso não, busque alternativas para este período de Covid-19. Na RD, utilizamos o Zoom para calls online, uma plataforma acessível e de bom uso por leitores de tela.

Verifique a acessibilidade dos home offices

A casa das pessoas normalmente não é um escritório – e não faz sentido nenhum exigirmos que seja. Assim, uma pessoa com deficiência física pode não ter móveis adaptados para seu trabalho na sua própria residência – afinal, ela faz outras coisas em casa.

A sua empresa pode deslocar esses móveis adaptados para a casa do colaborador neste período ou mesmo ajudá-lo a adaptar seu próprio ambiente caseiro da melhor forma.

Pessoas com autismo, por exemplo, podem fazer bom uso do trabalho home office sem ter que lidar com as conturbações do deslocamento até o trabalho. No entanto, barulhos e distrações desse ambiente (obras, movimentação de vizinhos e na rua, etc) podem desconcentrá-las constantemente quando precisam trabalhar de forma constante. Então, é importante levar isso em conta quando pensarmos a sua produtividade.

Avalie flexibilizar as metas

Por todas essas questões (e muitas outras, como saúde mental) é fundamental entender que o principal neste momento é conter a epidemia e manter as pessoas saudáveis. Por isso, se as questões de acessibilidade para as pessoas com deficiência da sua empresa não estiverem na sua melhor forma, flexibilize.

Pessoas surdas podem precisar de ajustes nos seus trabalhos, por exemplo, devido à presença de barreiras para se comunicar de forma remota ou por ligações, tendo apenas o recurso de texto como meio de conversa.

Seja em relação a horários, metas, entregas ou o que for, negociar e ser coerente com a realidade do momento é o ponto mais importante para manter um bom ambiente e uma conduta inclusiva.

Posso ajudar?

Para além dessas dicas, vale a pena cuidar com o risco que as pessoas com deficiência correm. Muitos de nós necessitam de auxílio com ações do dia a dia – eu incluso. Ou seja, sempre temos alguém por perto.

Isso nos coloca sempre em risco de contaminação e, caso isso ocorra, colocamos também essas pessoas ao nosso redor em risco. Então, incentive as pessoas com deficiência a ficarem em home office, adapte ferramentas e ambientes e cumpra com seu dever e responsabilidade como empresa.

Se você tiver mais dúvidas de como auxiliar os colaboradores da sua empresa nesse período que estamos enfrentando, eu posso ajudar. Entre em contato comigo pelo LinkedIn ou deixe sua pergunta aqui nos comentários. Se você tem uma prática legal ou alguma experiência para compartilhar, conta para a gente também!

Fonte: https://bit.ly/2wEclEu

9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

postado em: Marketing Digital | 0

9-dicas-de-como-vender-mais-e-melhor-na-internet1 9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

Precisa fazer a gestão à distância dos seus times de Marketing e Vendas? Confira 9 dicas práticas com o time de líderes e especialistas da RD!

Como você faz a gestão do seu time durante o trabalho à distância? Ter uma cultura clara por parte da empresa certamente ajuda a manter o foco e o comprometimento. Existem várias dicas que você pode aplicar junto do seu time que permitem fazer a gestão à distância de equipes remotas de uma forma mais produtiva.

É verdade que as equipes de Marketing e Vendas têm seus próprios desafios quando trabalham de forma remota, além dos problemas que qualquer equipe enfrenta e que o líder precisa gerenciar. Só que implementando algumas estratégias – tanto por parte da gestão como dos liderados – essa rotina pode ficar muito mais clara e simples!

É por isso que listamos uma série de 9 dicas para realizar a gestão à distância da sua operação, tanto de Marketing como de Vendas.

9 dicas para realizar a gestão dos times à distância

Além de dicas para facilitar o seu trabalho de gestão da equipe, que é fundamental durante o trabalho home office, você vai conferir algumas sugestões para compartilhar com o seu time sobre produtividade, saúde e bem-estar.

Afinal, para manter uma boa performance mesmo trabalhando à distância, é importante não esquecer de apoiar o lado profissional, pessoal e emocional de cada um.

1. Implemente boas práticas de comunicação e gestão de conflitos

Diferentemente do trabalho no escritório – onde todos sentam próximos um do outro e fica muito mais fácil de conversar sobre qualquer assunto – é preciso ter uma comunicação muito mais próxima com o time para que os conflitos e problemas que apareçam no dia a dia possam ser resolvidos rapidamente durante a gestão à distância.

Para isso, é essencial cumprir com dois passos:

  • Alinhamento de expectativa com o time sobre as formas de comunicação: defina qual o melhor momento e ocasião para usar cada um dos canais diferentes, dependendo do nível de importância e urgência da mensagem.
  • Stand-up matinal: faz toda a diferença contar com um momento de compartilhamento entre o time para falar como cada um se sente no dia, o que fez no dia anterior, o que vai fazer hoje e se precisa de ajuda para algum ponto.

“Com isso a gente consegue ter uma comunicação próxima mesmo que não esteja todo mundo na mesma mesa”

2. Incentive a troca de informação entre todo o time

Para gerir a troca de informações, é importante dar preferência para as conversas através de canais e grupos ao invés das mensagens individuais. É fundamental que todos saibam das atualizações e novidades.

Logo, mantenha todas as próximas ações e sprints abertas em documentos compartilhados ou por meio de alguma ferramenta. No Trello, por exemplo, você pode listar todas as principais atividades do dia a dia para que fique mais fácil entender o que cada um está priorizando no momento.

“Se for pecar, peque pelo excesso. Não deixe o seu time sem informação sobre os próximos passos e sobre o seu planejamento”

3. Aproveite os recursos digitais para fazer a comunicação

Para conseguir manter todo o time alinhado e com a comunicação aberta para todos, é possível utilizar várias outras soluções digitais, como o Hangouts ou o Zoom para videoconferências. Essa é uma forma de manter a integração entre os times, tanto de Marketing como de Vendas.

Pensando no contato com os clientes, o uso desses recursos também auxilia no compartilhamento de estratégias para manter todos alinhados e na mesma página sobre as próximas ações.

Essa iniciativa vem contribuindo para o time, que consegue demonstrar para os clientes como continuar utilizando o RD Station Marketing ou o RD Station CRM.

“Também é importante usar os recursos digitais para deixar registradas as ações que cada pessoa do time vai fazer”

4. Mantenha um clima positivo entre a equipe

Muitas vezes achamos que o clima só é importante durante o trabalho presencial. Mas este é um elemento muito importante também durante o trabalho home office.

Para melhorar, é possível seguir duas práticas:

  • Compartilhar algo do seu dia: pode ser feito pouco antes do fim do expediente – usando as ferramentas de comunicação do time – para compartilhar algo que normalmente seria dito se todos estivessem no mesmo ambiente de trabalho.
  • Criar momentos de descontração: assim como acontece no escritório, você pode usar de momentos de interação e descontração, que podem ser vividos usando um jogo online, por exemplo.

“As dicas ajudam a sair um pouco do tradicional, pensando realmente no bom clima que você quer para o seu time”

5. Indique a divisão do espaço de trabalho e o respeito aos horários

Pensando na produtividade do seu time, tendo em vista que nem todos podem ter uma adaptação fácil à rotina feita com base no home office, é importante passar a dica sobre o espaço de trabalho e do horário.

Para conseguir manter a concentração, definir uma divisão física do local para o trabalho, mesmo que seja só o local de colocar uma mesa e cadeira, pode ajudar a manter o foco nas atividades.

Mas como o trabalho é realizado da própria casa e a percepção do tempo fica diferente de quando estamos trabalhando no escritório da empresa, é comum que o seu time fique almoçando enquanto trabalha ou passe aqueles minutinhos no final do dia, o que vai contra as boas práticas de produtividade.

Por isso é importante seguir uma rotina que já indique o horário de início do trabalho, o horário de almoço, os intervalos e a saída.

“Com essa divisão bem distribuída, me sinto mais organizada e consigo seguir mais a minha agenda, o que acaba ajudando na minha rotina”

6. Utilize uma ferramenta de organização do time

A estrutura e organização do time feita no ambiente do escritório também pode ser implementada no gerenciamento da sua operação à distância através de uma ferramenta digital.

Nós utilizamos a #matrix, uma ferramenta open source desenvolvida pelo time de Engenharia e Produto que simula uma experiência semelhante daquela que encontramos no escritório físico para o ambiente virtual. Todo o projeto está publicado no GitHub da RD.

Com ela, fica mais fácil ver quem está na sala da equipe – indicando que está realizando as atividades do dia – ou quem está participando de uma reunião, por exemplo. Ainda dá para criar salas de descanso e fazer calls diretamente pela ferramenta, tornando a comunicação ainda mais ágil dentro dessa organização.

“A gente tenta trazer essa vivência do dia a dia do escritório usando as salas da #matrix” 

7. Defina metas objetivas e claras para o time

O time de Vendas trabalha com base nas metas que precisam alcançar. E é por isso que na gestão à distância essa definição precisa ser clara e bem objetiva, para que todos tenham confiança no trabalho que estão realizando.

A transparência dos números e entregas também deve fazer parte dessa definição. Esse passo pode ser colocado em prática por meio das ferramentas utilizadas no dia a dia.

“Amarrar as metas em processos e procedimentos é fundamental para ter algo bem detalhado e organizado para que o time possa ser gerenciado e se gerenciar”

8. Práticas que proporcionam bem-estar no home office

Muitas pessoas criam hábitos dentro do escritório que acabam sendo deixados de lado quando estão trabalhando de casa. Então, faz parte do processo de gerenciamento à distância levar para o seu time as melhores práticas de bem-estar.

  • Fazer pausas: trabalhar de casa pode dar a falsa sensação de que as pessoas já estão confortáveis, e isso pode fazer com que o seu time trabalhe várias horas seguidas sem perceber. Logo, é importante aderir às pausas, assim como é feito no escritório.
  • Reservar um tempo para tomar sol: esta é uma dica fundamental, já que o sol é o fator que nos auxilia na absorção de vitamina D. E durante o trabalho home office é raro lembrar do quanto essa prática é importante.
  • Ginástica laboral: os exercícios podem ser adaptados para o trabalho remoto, e além de proporcionar um momento de bem-estar também garantem um momento de descontração com o time quando é feito em conjunto – combinando um horário e compartilhando tudo durante uma videoconferência.

“Lembre-se sempre de se preocupar com sua saúde. Seguir esses pontos vai proporcionar muito mais bem-estar na rotina”

9. Mantenha sua estratégia de Marketing e Vendas integrada em um único lugar

No trabalho à distância, já vimos que é importante manter todos os integrantes do time na mesma página. Mas além de usar uma ferramenta de comunicação para isso, é essencial contar com um sistema que mantenha sua estratégia tanto de Marketing como de Vendas integrada.

Utilizar um software onde você possui a sua estratégia integrada em um único dashboard ajuda a manter todo o time alinhado e a continuar com uma boa performance. Afinal, assim todos conseguem ter visibilidade das suas metas e do que precisa ser feito para alcançar os objetivos de cada área.

Você pode contar com uma ferramenta tudo em um para o Marketing – que permita a execução das demandas por todos os integrantes do time – aliada a uma que organize o seu processo comercial e a cadência de contatos.

Se está você está pronto(a) para colocar em prática essa última dica, que tal fazer um trial gratuito e sem compromisso das nossas ferramentas? Assim, você aproveita as horas extras que o trabalho remoto proporciona e já confere algo novo! 🙂

Fonte: https://bit.ly/39kPbjN

SMarketing: o alinhamento total entre Marketing e Vendas

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Existem integrações e ferramentas que fazem a sua empresa a chegar ao SMarketing, trazendo mais resultados com Marketing e Vendas trabalhando juntos

Você já deve ter lido a respeito ou ouvido falar de SMarketing. Pode ser que tenha encarado como um erro de pronúncia ou de digitação. No entanto, o termo é esse mesmo, uma aglutinação das palavras Sales e Marketing. Se tivessem me perguntado, eu teria sugerido Markales, conferindo um maior equilíbrio entre as áreas de Vendas e Marketing.

Ninguém me perguntou, porém, e o termo pegou — o que prova, mais uma vez, que eu estou errado. E SMarketing, apesar da grafia privilegiar os marqueteiros, é justamente o estágio em que os dois setores trabalham em harmonia dentro de uma empresa. “Pfff, isso é impossível!”, você pode responder, caso tenha a perdido a fé — o que é compreensível.

Para reverter esse sentimento, que é bem comum no mercado, publicamos este post. A ideia é que, após terminar a leitura, você deixe de encarar o SMarketing como um ente imaginário e trabalhe para chegar lá!

SMarketing: muito mais que uma sigla esquisita

Bom, como dissemos acima, apesar da sigla puxar a sardinha mais para um lado, SMarketing é quando Vendas (o S vem de Sales, em inglês e português empresarial) e Marketing atuam de forma alinhada. Ou seja, ambas as áreas precisam estar igualmente engajadas para atingirmos esse estágio.

É muito comum, contudo, que vendedores e profissionais de Marketing tenham restrições uns em relação aos outros. Isso é particularmente verdadeiro em meses em que as metas não são atingidas, na definição do que é um Lead qualificado e quando os times se enfrentam em disputas esportivas do torneio interno da empresa.

“Mas como eu chego nesse negócio de SMarketing? Não é mais fácil todo mundo se unir e culpar o time de pré-vendas, que fica no meio-campo, quando as coisas dão errado?” Sim, é de fato mais fácil fazer isso, mas não vai levar a nada. Vale mais a pena ter um trabalhinho e construir o SLA entre as áreas.

SLA entre Marketing e Vendas: fundamental para o SMarketing

SLA? Sim, mais uma sigla, para Service Level Agreement (ou, em português não-empresarial, Acordo de Nível de Serviço). Pode ser feito entre quaisquer áreas de uma empresa, porém o mais comum é o SLA entre Marketing e Vendas.

Em resumo, é um contrato que define responsabilidades e expectativas de cada time, principalmente sobre quantidade e qualidade dos Leads passados de Marketing para Vendas. O SLA aborda, também, os passos dos vendedores no follow-up desses Leads.

Ele pode conter, ainda, as metas de cada uma das áreas, evitando o desalinhamento de expectativas. É primordial, aliás, que esse documento esteja facilmente acessível por todos os envolvidos. A ideia é, justamente, que não seja um segredo.

Fundamentalmente, ele deve apontar o que é um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead). Ou seja, quando um Lead é considerado qualificado pelo time de Marketing para ser passado para Vendas, e o que é preciso para Vendas aceitá-lo.

Como fazer um SLA entre Marketing e Vendas?

A seguir, demos uma adiantada e listamos os 5 passos básicos para construir um:

  1. Defina o número de Leads qualificados que Marketing vai entregar para Vendas
  2. Defina como será a passagem do Lead para o time de Vendas
  3. Defina quais informações do Lead o time de Marketing vai passar para Vendas
  4. Defina como será o atendimento do pessoal de Vendas
  5. O que Vendas deve fazer com o Lead

É importante, também, realizar reuniões periódicas para acompanhar o trabalho, discutir as principais dificuldades e revisar o SLA. Elas ajudam, principalmente, o Marketing a entender como Vendas lida com os Leads passados e o que pode ser feito para melhorar.

Todo mundo ganha com o SMarketing

Se lhe pareceu complicado iniciar o processo de construção de um SLA entre Marketing e Vendas para chegar ao SMarketing, saiba que não apenas uma impressão: é difícil mesmo. Vai ser um período de negociações intensas e debates em que as áreas tentarão incluir algo que as faça “levar vantagem”. Mas sabe o que vai sair disso tudo? O equilíbrio.

E sabe quem vai ganhar com isso tudo? Todo mundo. O alinhamento entre Marketing e Vendas resolve dores das duas áreas, que passam a trabalhar juntas com metas e números claro, além de processos compreendidos por todos. A documentação via SLA é uma forma de consulta rápida, mas com o SMarketing os times praticamente internalizam as ações.

Com as reuniões de revisão e análise de resultados, a aproximação fica ainda mais evidente. Assim, a compreensão de que as áreas se complementam — e definitivamente não são rivais — fica mais clara. O resultado costuma vir em forma de aumento de produtividade, melhor funcionamento do funil e metas batidas!

Ferramentas que ajudam o SMarketing

Feito o SLA e aproximadas as áreas, entra em cena a tecnologia para o Smarketing. Ter ferramentas integradas de Marketing e Vendas facilita a manutenção desse alinhamento. Com processos claros e dados visíveis para todos, evitamos conflitos e desencontros.

A Resultados Digitais oferece a plataforma RD Station, com dois softwares que funcionam de forma totalmente integrada: o RD Station Marketing e o RD Station CRM. Eles podem ser testados gratuitamente, para que os benefícios possam ser avaliados sem compromisso.

Aliás, o CRM vai além do teste gratuito, tendo uma versão que é gratuita para sempre! Se o seu time de Vendas ainda usa planilhas e tem informações perdidas por todos os lados, ele é uma boa opção para pôr os seus processos em ordem.

Fonte: https://bit.ly/2M6BM7P

WhatsApp Business e Marketing Conversacional: uma ótima combinação

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Conheça os benefícios do Marketing e entenda por que usar o WhatsApp Bussiness no seu negócio

Este post é um trecho do eBook WhatsApp para Negócios, guia da Resultados Digitais e da Sirena que explica o funcionamento do WhatsApp Business.

Marketing Conversacional é uma estratégia de Marketing Digital que foca principalmente na construção de relacionamentos um-a-um com seus clientes potenciais ou clientes existentes.

Essencialmente, o objetivo dessa estratégia é satisfazer em tempo real as necessidades específicas de cada cliente. O Marketing Conversacional permite às empresas oferecer uma experiência de compra mais humana e personalizada. Ao mesmo tempo, encurtam os ciclos de vendas e informações valiosas sobre os compradores são adquiridas.

Em termos concretos, o Marketing Conversacional busca recolocar a conversa como um pilar fundamental do relacionamento entre uma empresa e seus clientes. Empregando as mais recentes tecnologias de conversação e inteligência artificial na forma de chatbots, as empresas podem interagir com seus clientes com o objetivo de oferecer uma experiência de compra abrangente, simples e intuitiva.

Neste post, vamos citar os principais benefícios do Marketing Conversacional e mostrar por que usar o WhatsApp Business no seu negócio.

Os principais benefícios do Marketing Conversacional?

A seguir, vamos apresentar os motivos pelos quais você deve considerar usar uma estratégia de Marketing Conversacional na sua empresa.

Tempo real

Quando você usa uma estratégia de Marketing Conversacional, a interação com seus clientes acontece instantaneamente e em tempo real. Sem esperas, sem atrasos. Seus clientes são atendidos no momento em que precisam, não importando qual hora seja.

Escalabilidade

Com o surgimento de tecnologias como chatbots, as empresas podem automatizar e escalar conversas com seus clientes, atingindo níveis sem precedentes. Graças a essas tecnologias, as empresas podem manter conversas personalizadas com diferentes clientes ao mesmo tempo, sem prejudicar o funcionamento de seus equipamentos ou sua eficácia ao vender.

Personalização

O uso da tecnologia também nos permite coletar uma grande quantidade de dados, contextualizar conversas e oferecer experiências pessoais únicas. O Marketing Conversacional ajuda empresas a criar vínculos de confiança com seus compradores e experiências de consumo muito positiva.

Feedback

Outra grande vantagem do Marketing Conversacional é o feedback. Cada conversa com um cliente traz contribuições fundamentais que ajudam as empresas a melhorar seus processos de comunicação e seus serviços. Como a conversa foi realizada? O foi bem feito? O que pode ser melhorado? É apenas uma questão de registrar e trabalhar nestes pontos.

WhatsApp vs WhatsApp Business: parecidos, mas muito diferentes

Para colocar em prática uma estratégia de Marketing Conversacional, a maioria das empresas opta por pelo WhatsApp para se comunicar com seus Leads e clientes.

No entanto, o principal problema que surge aqui é que os vendedores usam, na maioria das vezes, suas contas pessoais do WhatsApp, em vez de uma conta oficial da empresa.

Por um lado, isso coloca a imagem da empresa em perigo e, por outro, significa perder o potencial de vendas oferecido por uma ferramenta como o WhatsApp Business. Você usa o WhatsApp pessoal para vender? Vamos explicar por que você deveria mudar.

A melhor maneira de entender os problemas gerados pelo uso de uma conta pessoal do WhatsApp para vendas é através de um exemplo.

Exemplo de mau uso do WhatsApp

Coloque-se no lugar de seus clientes. Imagine, por exemplo, que você queira comprar um celular novo. Você pesquisa as diferentes marcas e modelos disponíveis, checa os comentários no Google e no YouTube, avalia os diferentes preços e seleciona as possíveis lojas para comprar seu produto on-line.

Quando você escolhe uma loja, a primeira coisa que faz é visitar o site ou a página no Facebook para ver como contatá-los para realizar sua compra. Você descobre que no site eles têm um botão WhatsApp instalado, o que permitirá que você converse com um vendedor diretamente de seu telefone. Excelente!

Quando a janela de bate-papo abre no aplicativo, você descobre que o avatar do contato não tem o logotipo da loja, mas a foto de uma pessoa. A conta também não tem uma mensagem de boas-vindas pré-definida ou respostas automáticas que expliquem quais são as horas de atendimento.

Você escreve uma mensagem para perguntar sobre o produto que deseja comprar e o vendedor não responde. Algumas horas depois, você recebe esta mensagem: “Não estou trabalhando no momento. Eu te ligo na próxima semana.”

É bem provável que você mude de loja. Dá pra perceber como uma simples mensagem de WhatsApp sem resposta ou uma comunicação ruim pode significar uma venda perdida?

Guia do WhatsApp para Negócios

Um aplicativo gratuito para pequenas e médias empresas lançado em 2018, o WhatsApp Business permite que empresas interajam com seus clientes de forma simples. É possível utilizar ferramentas para organizar e responder rapidamente às consultas que recebem.

O WhatsApp Business é uma ferramenta baseada em Marketing Conversacional. Ele possui uma série de funcionalidades e características que facilitam e agilizam os processos de vendas.

Fonte: https://bit.ly/2YTaeEL

Experiência de compra: o segredo para encantar clientes!

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A experiência de compra não é a mesma coisa que comprar. A frase parece estranha, mas a verdade é que muita coisa pode afastar o consumidor do momento em que ele busca ou encontra um produto que o interessa. A interação é complexa, passa por diversas etapas racionais e emocionais, e ainda quando não se concretiza no momento, pode converter mais adiante – às vezes até em outro canal que não seja o digital (por isso operações multichannel e omnichannel são uma tendência impossível de ignorar). Mas para que isso aconteça, uma boa experiência de compra no e-commerce é um requisito fundamental.

Essa interação do cliente com a empresa envolve diversos aspectos. De cara, o ambiente virtual já oferece estímulos diferentes.

Não há cheiros, em geral não há música ambiente nem um contato humano acolhedor que quebre o gelo e inicie uma experiência positiva.

Portanto, ao cair em um e-commerce, a experiência de compra precisa atrair o consumidor de outras maneiras, cumprindo esse efeito que a ambientação de uma loja física envolve.

Para chegar até sua marca, aquele consumidor já atravessou um percurso na direção do seu produto ou serviço alinhado a uma maneira de pensar e uma visão – se você é transparente e autêntico, não existe quebra de expectativa conforme ele interage com o conteúdo.

Mas o consumidor que está ali muito provavelmente foi atraído por uma mercadoria específica. Nesse momento, a experiência de compra precisa ser capaz de emular os benefícios do consumo daquela mercadoria.

Fotos, fichas técnicas detalhadas, porém fáceis de ler e entender, vídeos convidativos e outros recursos que permitam demostrar a satisfação em adquirir aquele produto são fundamentais para dar mais um passo na conversão em compra.

Nesse momento, vale explorar ao máximo tanto aspectos físicos do produto, como materiais, utilidade, modos de usar, como o imaginário associado.

Vestuário fitness com fotos de modelos em academia tendem a estimular muito mais a imaginação de quem treina do que quando fotografados em modelos de passarela. Em outras palavras, é preciso explorar elementos sensoriais e promover momentos envolventes.

Da mesma maneira que vendedores experientes e bem treinados são decisivos quando falamos em converter uma venda de um consumidor que está envolvido com o produto, mas está indeciso, a loja online precisa cumprir um papel similar. Depois de garantir a confiabilidade e identificação em uma relação com a marca, a experiência de compra online precisa ser simples e intuitiva.

Escolher os produtos e suas especificações e fechar o carrinho não deve ser complicado. Uma má experiência nessa etapa pode fazê-lo abandonar a compra quase na linha de chegada.

Certifique-se de que seu e-commerce é fluido e eficiente em todas as plataformas em que opera.

Feita a compra, já começa a experiência da qual dependem as próximas. Completar o pagamento com facilidade, acompanhar a entrega e ter um bom pós-vendas, eficiente tanto para resolver problemas como para assegurar ao cliente que ele fez a sua escolha dos sonhos, reforçam o relacionamento com a marca e abrem espaço para reiniciar uma jornada futura.

A satisfação gerada pela compra é um sentimento extremamente relevante, que deve ser valorizado. A partir daí o cliente experimenta a satisfação e a ansiedade pela entrega, e é um bom momento para reforçar o vínculo, sendo transparente no pós-venda e trazendo outras possibilidades de compras agradáveis.

É um bom momento para oferecer inscrição em uma newsletter ou interação por outros canais diferentes daquele no qual foi realizada a venda.

Fonte:

A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte: