Marketing de influência em 2024: Veja as tendências do setor

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O Brasil tem hoje 144 milhões de usuários de redes sociais, o que representa quase dois terços da população total do País. Isso é o que aponta o relatório Digital 2024: Brazil, de We Are Social e Meltwater.

Mais ainda, as redes sociais são o gênero de aplicativo ou site mais acessado pelos internautas brasileiros entre 16 e 64 anos. Nesse público, 98,9% das pessoas acessam plataformas como Instagram, Facebook, TikTok, X, entre outras. O tempo gasto nelas é de 3 horas e 37 minutos por dia, em média.

No entanto, se a sua empresa deseja aproveitar todo o potencial das redes, é preciso contar com quem domina o engajamento nesse meio: os influenciadores. Ou, melhor, os criadores, como muitos preferem ser chamados.

O marketing de influência continua com tudo em 2024. Então, vamos analisar alguns dos principais tópicos relacionados ao tema para você ficar por dentro. Acompanhe!

Cresce o investimento em marketing de influência em 2024

De acordo com “The Influencer Marketing Benchmark Report 2024”, do Influencer Marketing Hub, o mercado de influência deve movimentar 24 bilhões de dólares mundialmente no ano de 2024. Isso representaria um crescimento de 13,7% em relação ao valor de 2023.

Enquanto isso, no Brasil, 54% das marcas entrevistadas pela Influency.me investiram em marketing de influência no ano passado. Dessas, 68% pretendem aumentar o investimento em 2024, enquanto 29% desejam manter e apenas 3% mencionaram a intenção de reduzir.

O marketing de influência mostra essa tendência de crescimento por uma simples razão: ele funciona para os negócios. Como destaca a CreatorIQ, oito em cada dez profissionais entrevistados acreditam que os influenciadores geram mais retorno que o marketing digital tradicional.

Já ao Influencer Marketing Hub, 83,3% dos profissionais disseram que uma estratégia com criadores de conteúdo atrai melhores consumidores que outros tipos de marketing.

Influenciadores têm um papel central na comunicação on-line das marcas.

Marcas dão preferência a nano e microinfluenciadores

Ainda que o investimento em marketing de influência em 2024 esteja crescendo, as marcas brasileiras ainda trabalham com um orçamento enxuto para isso.

Por exemplo, a pesquisa da Influency.me “Dados e insights de Influencer Marketing no Brasil para 2024” mostra que 50% das empresas tiveram um orçamento de até R$ 50 mil para essa estratégia em 2023. Além disso, 32% investiram um valor de até R$ 10 mil durante o ano todo.

Aí surge a questão: como manter a frequência e a constância no marketing de influência com um orçamento limitado?

A resposta para isso está em outra tendência do setor. Empresas de todos os portes estão percebendo cada vez mais a importância de trabalhar com nano e microinfluenciadores. Ou seja, aqueles criadores de conteúdo com públicos de até 50 mil seguidores nas redes sociais.

A própria Influency.me informa que as marcas brasileiras já dão prioridade aos microinfluenciadores, com 10 mil a 50 mil seguidores. É nessa faixa que elas procuram realizar parcerias com maior frequência.

O Influencer Marketing Hub destaca igualmente a preferência por criadores de nano e microinfluência. Sete em cada dez negócios darão prioridade a esse tipo de produtor de conteúdo em 2024.

As redes sociais mais utilizadas por marcas e criadores

O Instagram continua sendo a rede mais utilizada para a estratégia de marketing de influência no Brasil.

Não é para menos. Essa é a segunda plataforma social mais utilizada pelos brasileiros, logo após o WhatsApp, segundo os dados de We Are Social e Meltwater. Já o Panorama Mobile Time/Opinion Box indica que o Instagram está presente em 91% dos smartphones no País.

Então, não é de se espantar que 100% das campanhas de marketing de influência no Brasil ativem o Instagram, de acordo com a Influency.me. O TikTok vem mais atrás, presente em 60% das campanhas, com o YouTube completando o pódio (41%).

Nesse sentido, ainda vale considerar quais são as redes sociais que os próprios influenciadores consideram mais eficientes para a entrega do conteúdo. Mais da metade dos produtores (53%) acreditam que o Instagram tem o melhor algoritmo para a entrega. Outros 24% dizem isso a respeito do TikTok. Kwai (11%), YouTube (9%) e demais redes (3%) fecham a lista.

Marketing de influência além do #publi

O relatório “Vem aí na Creator Economy”, da YOUPIX, ainda traz outras informações relevantes para as marcas que desejam usar ou aprimorar essa estratégia em 2024.

É importante notar que os criadores de conteúdo podem ir muito além das publicações patrocinadas. Embora esse formato seja procurado em 94,9% dos casos, outras possibilidades incluem:

  • embaixadores da marca;
  • apresentação de eventos;
  • e até como criativos das campanhas.Também é válido ressaltar a importância de trazer os influenciadores para dentro da estratégia e produção. Assim, é possível criar um conteúdo mais alinhado com a audiência em vista.
Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-de-influencia-em-2024-veja-as-tendencias-do-setor/

10 estatísticas de vídeo marketing que você precisa saber

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10-estatisticas-de-video-marketing-que-voce-precisa-saber 10 estatísticas de vídeo marketing que você precisa saber

Nove em cada dez negócios usam o vídeo como parte da estratégia de comunicação em 2024, de acordo com a Wyzowl. Além disso, entre aqueles que ainda não utilizam esse recurso, 68% planejam começar a fazê-lo ainda neste ano.

Nesse sentido, a HubSpot revela que os vídeos curtos são o formato de conteúdo em que os profissionais de marketing mais devem investir em 2024.

Ter essa estratégia de vídeo marketing hoje é fundamental para as marcas. Acima de tudo, porque dá um resultado bastante positivo. Os dados da Wyzowl mostram que ela trouxe um bom retorno do investimento em 90% dos casos e, para 87% dos profissionais da área, a produção de vídeo está diretamente relacionada ao aumento das vendas.

10 estatísticas de vídeo marketing em 2024

Anualmente, a Wyzowl divulga uma pesquisa sobre o uso do marketing de vídeo pelas empresas. Estes são os destaques de 2024 para inspirar sua estratégia.

1) 88% dos profissionais consideram o vídeo importante

Quando 91% dos negócios estão produzindo vídeo, é fácil entrar na onda apenas para não ficar de fora dessa tendência. Mas a necessidade de uma estratégia de vídeo marketing é justificada pelo fato de que 88% dos profissionais consideram o vídeo como uma parte importante da comunicação da marca.

2) Um terço das marcas não usa vídeo por falta de tempo

Se tantas marcas consideram o vídeo importante, o que explica a pequena parcela de negócios que não têm uma estratégia definida?

Segundo a Wyzowl, um terço (33%) dessas marcas declararam falta de tempo. Outros 20% não possuem orçamento para isso, enquanto 15% não sabem como começar.

Ou seja, o obstáculo está na produção, e não na falta de bons resultados com a estratégia de vídeo.

3) Seis em cada dez empresas terceirizam a produção de vídeo

Uma solução crescente para os desafios da produção tem sido a terceirização dos vídeos. Em 2023, 60% das empresas criavam esse tipo de conteúdo apenas internamente. Mas o percentual caiu para 38% em 2024. Com isso, 62% agora contam com parceiros na área.

Parcerias especializadas na produção de vídeo facilitam a estratégia das marcas.

4) Estratégia de vídeo traz bom retorno para 90% dos profissionais

A percepção sobre o retorno do investimento em vídeo melhorou com o passar do tempo. Há oito anos, 76% dos profissionais de marketing afirmavam que essa estratégia trazia um bom ROI. Já em 2024, são 90%.

Podemos explicar esse retorno pela perspectiva do consumidor. Nove em cada dez pessoas já assistiram a um vídeo para saber mais sobre um produto ou serviço, sendo que oito delas foram convencidas a comprar. Além disso, 89% do público quer ver mais vídeos das marcas.

5) 60% dos profissionais usam engajamento como métrica

Na hora de definir o que é o sucesso de uma estratégia de vídeo marketing, é preciso ter em mente que as métricas podem enganar. O alerta é ainda maior quando falamos de métricas de vaidade, como as curtidas nas redes sociais.

Nesse sentido, 60% dos profissionais usam o engajamento com o vídeo para definir o sucesso da estratégia. É válido considerar esse aspecto, mas é mais importante avaliar o impacto do conteúdo no meio e no fundo do funil de vendas. É aí que o resultado do vídeo realmente materializa-se.

6) Vídeo marketing gera leads para 87% das marcas

Uma prova de que o marketing de vídeo por ir muito além do engajamento nas redes sociais está na geração de leads. Como apontam as estatísticas da Wyzowl, 87% das marcas tiveram o auxílio do vídeo para gerar novos contatos.

7) Vídeos de 30 a 60 segundos são preferidos

Quando perguntados sobre os formatos de vídeo que funcionam melhor, os profissionais de marketing revelaram ampla preferência por vídeos curtos. Mais precisamente, por conteúdos de 30 a 60 segundos.

Qual duração funciona melhor?

  • 30 segundos ou menos: 18%
  • 30 a 60 segundos: 39%
  • 1 a 2 minutos: 28%
  • 2 a 3 minutos: 10%
  • Mais de 3 minutos: 5%

No entanto, é preciso analisar o que funciona melhor para sua empresa e para seu objetivo. Um vídeo para o TikTok ou de demonstração para o e-commerce pode ser curto, mas um vídeo educativo ou de testemunho de cliente pede um conteúdo mais longo.

8) 90% aumentaram o reconhecimento da marca com vídeo

Outra forma como a estratégia de vídeo marketing pode ajudar é aumentando o reconhecimento da marca. Nove em cada dez profissionais entrevistados em 2024 relataram esse efeito.

9) Vídeo aumentou o tráfego de 86% das marcas

A Gartner estima que o tráfego dos sites cairá 25% até 2026 com a ascensão das buscas auxiliadas por inteligência artificial generativa.

Diante disso, uma boa medida é investir na produção de vídeos, já que 86% das marcas tiveram aumento de tráfego on-line com essa estratégia.

10) 87% dos negócios aumentaram as vendas com vídeo

Para completar, um dado essencial para lembrar é o de que 87% das marcas puderam aumentar as vendas ao investir em vídeo. Então, vale o investimento?

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/10-estatisticas-de-video-marketing-que-voce-precisa-saber/

3 grandes lições dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024

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Panoramas-de-Marketing-e-Vendas-2024 3 grandes lições dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024

Sua empresa bateu as metas de marketing e vendas em 2023? Em caso afirmativo, considere-se uma exceção.

De acordo com um levantamento recente da RD Station, a maioria dos negócios brasileiros não atingiu as metas do ano passado. Mesmo assim, grande parte dos entrevistados espera alcançar objetivos ainda maiores em 2024.

Veja no conteúdo a seguir três grandes lições que vão ajudar você nessa busca.

Destaques dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024:

  • 75% das empresas não alcançam as metas de marketing;
  • 74% também ficam abaixo das metas de vendas;
  • mas 91% dos negócios esperam crescer em 2024;
  • para isso, 49% devem aumentar o investimento em marketing.

Lição 1: crescimento exige investimento em marketing

Os dados presentes nos Panoramas de Marketing e Vendas 2024, da RD Station, refletem a dificuldade em alcançar os resultados esperados.

No marketing, 76% das empresas B2B e 73% das empresas B2C não conseguiram bater as metas em 2023. A média entre elas ficou em 75%.

Enquanto isso, nas vendas, 73% dos negócios B2B e 77% dos B2C também ficaram longe dos objetivos estipulados. Na média, o resultado foi de 74%.

Esse não foi um caso isolado. O percentual de empresas que não alcançaram as metas de marketing manteve-se igual ao de 2022. Já a proporção daquelas que ficaram aquém nas vendas subiu três pontos percentuais entre 2022 e 2023.

No entanto, 91% dos entrevistados têm desafios de crescimento ainda maiores em 2024. Para que isso aconteça, o próprio levantamento orienta: “as expectativas de crescimento precisam ser transformadas em ações para que a evolução aconteça de fato”.

É preciso investimento para alcançar os resultados. Boa parte das empresas brasileiras, felizmente, perceberam isso. Quase metade delas (49%) decidiram investir mais em marketing neste ano. Outras 37% investirão a mesma quantia e apenas 14% cortarão o orçamento da área. A prioridade é gerar mais demanda de vendas, mas aumentar o reconhecimento da marca é outro objetivo importante para os negócios em 2024.

Três em cada quatro empresas têm dificuldade em bater metas.

Lição 2: a necessária conexão entre marketing e vendas

Uma das causas para tantas empresas não baterem as metas está na falta de integração entre marketing e vendas. Como indica a RD Station, apenas 15% dos negócios têm esses dois setores bem integrados entre si.

Avaliação da integração entre marketing e vendas:

  • 27% dizem não ter integração alguma;
  • 13% não estão integradas, mas acreditam que isso não reflete nos resultados;
  • 45% estão aprimorando a integração;
  • 15% avaliam estar bem integradas.

Um sintoma dessa falta de conexão é que quatro em cada dez times de marketing não acompanham os motivos da perda de leads em fase de negociação. O mesmo número de equipes de vendas não usa o histórico dos leads ao realizar a abordagem.

Não é só uma questão de fazer reuniões. O levantamento mostra que 67% dos entrevistados já se reúnem. Uma conexão verdadeira entre marketing e vendas precisa é de processos e ferramentas que facilitem a integração no dia a dia.

Lição 3: processos bem estruturados fazem a diferença

Especificamente no caso do e-commerce, 77% das equipes acreditam que bons resultados dependem de um processo bem estruturado. Mas a realidade dos negócios é outra:

  • apenas 13% dos e-commerces têm um guia detalhado da operação;
  • apenas 35% usam o funil de vendas;
  • e apenas 35% têm uma buyer persona, ou perfil de cliente ideal.

Não à toa, somente 25% das empresas de e-commerce bateram as metas de vendas em 2023.

Outro detalhe que chama a atenção é o fato de que 36% dos times de marketing sequer têm metas definidas para 2024. Como planejar as ações dessa forma?

Não saber quem é de fato seu cliente e não ter processos bem definidos custa caro para o negócio.

As lições dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024

Aqui está um resumo do que aprendemos com o levantamento da RD Station.

Qual tem sido o resultado dos times de marketing e vendas no Brasil?

Em 2023, 75% das metas de marketing e 74% das metas de vendas não foram batidas pelas empresas brasileiras. Não houve qualquer melhora em relação a 2022. Isso deve ligar o sinal de alerta nos negócios.

Quais são as possíveis causas para essa dificuldade em bater as metas?

Os dados sugerem um problema estrutural. Falta alinhamento de processos e ferramentas entre as equipes de marketing e vendas, assim como faltam processos bem estruturados nas empresas como um todo.

Que lições podemos tirar para ter melhores resultados?

Aumentar o investimento em marketing, integrar os times de marketing e vendas, e estruturar melhor os processos básicos da empresa.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/3-grandes-licoes-dos-panoramas-de-marketing-e-vendas-2024/

Descubra como as métricas de Marketing podem enganar

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confused-young-african-businessman.jpg1_-1024x683 Descubra como as métricas de Marketing podem enganar

A importância de analisar métricas de marketing para o sucesso da comunicação e das vendas.

No entanto, mesmo que os dados não mintam, as métricas também podem enganar, dependendo da forma como são utilizadas. Isso é o que revela o estudo ROI Genome, da Analytic Partners.

O erro, nesse caso, não está nos números em si. Muitas vezes, trabalhar com dados isolados ou cujo período de análise é muito curto pode levar a conclusões equivocadas. Isso leva os profissionais a adotar estratégias menos eficientes, que geram piores resultados.

Então, qual é a melhor forma de usar as métricas de marketing? Veja a seguir alguns erros comuns relacionados ao tema e saiba como evitá-los no seu negócio.

Métricas de marketing isoladas

A representação da jornada de compra como uma sequência linear é apenas uma simplificação para facilitar o entendimento dos passos envolvidos na decisão do consumidor.

A verdade é que o público nem sempre segue uma sequência lógica e exata. Há muitas idas, vindas e saltos nesse caminho, passando por diferentes canais de comunicação on-line e off-line. Portanto, as métricas de marketing precisam abranger essa complexidade por trás da decisão de compra.

Mas, geralmente, a análise das empresas foca na conversão de último clique. Por exemplo, ao fazer uma campanha digital incluindo redes sociais, anúncios display e buscas pagas, o resultado de cada canal é considerado isoladamente. As redes geraram X visitas ao site, os anúncios resultaram em Y, as buscas renderam Z, e assim por diante.

Por outro lado, também poderíamos levantar questões relevantes a respeito desses resultados:

– Quantas pessoas só realizaram a busca depois de ver um anúncio?
– Quantos consumidores clicaram no anúncio porque foram impactados em um momento anterior nas redes sociais?
– Quantos indivíduos fizeram a busca antes, não compraram na hora, e então concluíram a compra a partir de um anúncio de retargeting?

Como demonstra o estudo ROI Genome, 30% dos cliques em buscas são gerados por outros tipos de marketing, incluindo aqueles focados no reconhecimento da marca. É por isso que as métricas de marketing devem procurar a atribuição de mídia correta.

Ainda de acordo com os dados da Analytic Partners, 35% do investimento é perdido quando as decisões estratégicas são feitas com base em métricas de marketing isoladas.

Inclusive, já mostramos aqui no blog que até mesmo a ordem em que os anúncios aparecem para o consumidor pode afetar o resultado da campanha. Segundo a Spectrum Reach e a Magna Global, a intenção de compra é maior quando o primeiro contato é na televisão, em vez do smartphone.

Métricas de vaidade

Outro problema comum em relação às métricas de marketing são as chamadas métricas de vaidade. Você sabe o que são?

Talvez sua empresa tenha sido tentada a medir dados como o número de curtidas e de seguidores nas redes sociais, ou o tempo de sessão dos usuários no site. Esses são exemplos de métrica de vaidade porque, segundo a Tableau, “parecem bem na frente dos outros, mas não ajudam você a entender seu desempenho de um modo que informe estratégias futuras”.

Além disso, métricas de vaidade não oferecem contexto suficiente para uma análise profunda e são pouco acionáveis.

Veja o caso do número de seguidores nas redes sociais. Ter uma base de 10 mil ou 100 mil pessoas não fará diferença se a comunicação da marca não está alcançando o público certo ou se esse público não está convertendo em vendas.

Essas métricas de vaidade então podem levar a investimentos mal-direcionados. É por isso que os negócios precisam adotar indicadores-chave de desempenho, ou KPIs, já que eles estão diretamente relacionados ao crescimento da marca.

Os números não mentem.
Mas é preciso ter cuidado ao analisar métricas de marketing

Métricas de retorno no curto prazo

Um dos maiores erros no cálculo do retorno (ROI) de um negócio é considerar apenas o curto prazo.

Definir estratégias de marketing com informações de um curto período de tempo pode ignorar o efeito mais duradouro de certas mídias. Um exemplo disso é a televisão, que tem um impressionante impacto na memória de longo prazo. Assim, ao calcular o ROI, o retorno da TV é muito maior do que parece ao primeiro momento.

Como já demonstrou um estudo de Ebiquity e Gain Theory, 58% do ROI na publicidade é ignorado quando se considera somente o curto prazo.

Essas são algumas das formas mais comuns como as métricas podem enganar. Agora, nem por isso você deve deixar de analisar as métricas de marketing. Quando usadas corretamente, elas são poderosas ferramentas para alcançar o sucesso na comunicação e nas vendas.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/descubra-como-as-metricas-de-marketing-podem-enganar/

É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

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brand-price-tags-style-graphics.jpg1_-1024x683 É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

Todo negócio deseja vender mais, não é mesmo? Mas o que sua empresa faz nesses casos?

Provavelmente, elabora alguma promoção ou ação comercial. Talvez até invista em anúncios focados no preço, nas condições de pagamento ou nas características do produto ou serviço.

Métricas de fundo de funil não são o bastante para medir as vendas

Como já comentamos outras vezes aqui no blog, métricas podem enganar. Se a empresa utiliza apenas indicadores de desempenho relacionados ao fundo de funil para medir o impacto das vendas, então é natural que as campanhas focadas em produtos ou serviços terão um retorno mais expressivo.

O problema é que isso não representa toda a realidade, segundo os dados da Analytic Partners.

De acordo com o relatório ROI Genome, divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Mais ainda, ele mostra que as táticas de topo de funil são 60% mais efetivas no longo prazo e somente 25% menos efetivas no curto prazo.

Também é da Analytic Partners outra informação que mostra como as métricas podem levar a conclusões equivocadas, quando não analisadas com cuidado. Por exemplo, considerar o último clique como o mais determinante para o crescimento das vendas atribui um valor à conversão direta muito maior do que é na verdade.

Como prova disso, descobriu-se que 30% dos cliques em buscas pagas são atribuídos à divulgação da marca e outras práticas de marketing.

Somando ainda outros fatores, a atribuição de último clique pode superestimar em até 10 vezes, em média, o papel dessa ação pontual. Ela não considera componentes como o interesse depois de ver um anúncio na televisão, a recomendação de conhecidos, a própria lembrança da marca, entre outros caminhos percorridos pelo consumidor.

A Analytic Partners cita o caso da análise de tráfego de um website em que 46% dos acessos vinham da TV, enquanto meros 15% tinham origem nas buscas pagas.

Isso quer dizer que as marcas precisam ter um entendimento mais profundo da jornada do consumidor. Dessa maneira, ficará mais clara a importância das mensagens que vão além dos produtos e promoções.

Em defesa do orçamento para divulgar a marca

O ROI Genome sugere que o investimento em campanhas de fundo do funil não supere 50% do orçamento de marketing. Ou seja, você não deve escolher entre divulgar a marca ou fazer anúncios mais comerciais. Ambos são necessários, enquanto o maior valor do brand marketing está no longo prazo.

Mas existem algumas situações em que esse investimento na mensagem da marca pode estar ameaçado, mesmo entre as empresas que já adotam essa prática.

O primeiro caso é quando há um crescimento, à primeira vista, desproporcional das campanhas de fundo do funil. Quando as conversões têm tanto retorno, pode ser tentador focar mais nessa área.

Entretanto, considere que o bom desempenho das conversões de último clique pode ser um efeito cumulativo do fortalecimento da marca.

A Analytic Partners traz um exemplo nesse sentido. De um ano para o outro, uma marca aumentou em 72% o investimento no topo de funil, gerando um retorno proporcional de 76% nesse canal. Enquanto isso, o investimento no fundo do funil cresceu 35%, impulsionando um retorno de 48%. Se tirássemos o orçamento do topo, o ROI do fundo seria menos expressivo.

Outro motivo é quando o orçamento como um todo fica mais apertado. Nesse caso, as campanhas em geral são prejudicadas.

Contudo, a literatura a respeito aponta que essa economia momentânea custa bastante caro. Podemos citar como referência a crise financeira de 2008. Entre as empresas que aumentaram o investimento em marketing naquela época, 63% delas tiveram um retorno positivo.

Um estudo mais recente do Instituto Ehrenberg-Bass chegou a analisar 57 empresas que passaram ao menos um ano sem fazer anúncios na mídia. O resultado foi uma queda de 16% nas vendas. Isso, com certeza, limita ainda mais a capacidade de divulgar a marca.

Portanto, antes de entrar nesse ciclo vicioso, considere as perdas que a ausência da mídia traz e os ganhos cumulativos que o fortalecimento da marca oferece.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/qual-e-melhor-divulgar-a-marca-ou-produtos-e-promocoes/

O que é Dark Response Marketing (dark social)

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young-women-showing-whatsapp-messenger-icon.jpg1_-1024x758 O que é Dark Response Marketing (dark social)

Dados do Google revelam que as buscas sobre o que é dark response marketing deram um salto em 2023. Apesar desse nome enigmático, parecendo quase uma prática secreta, o conceito refere-se a um comportamento bastante comum do consumidor.

Também conhecido como dark social, o dark response marketing surgiu muito antes das redes sociais e da internet como um todo. Mas é nelas, nos aplicativos de mensagens e no e-mail que esse conceito se propagou.

Podemos traçar esse termo até um artigo de 2012 escrito por Alexis C. Madrigal para a publicação The Atlantic. Nele, o autor já apontava que o compartilhamento de links e mídia nas redes sociais era apenas a ponta do iceberg. Então, o que isso significa para as marcas que desejam mensurar cada interação com suas campanhas?

É isso o que veremos adiante. Entenda o que é dark response marketing e muito mais em seguida.

O que é dark response marketing ou dark social?

O conceito de dark response marketing, ou dark social, refere-se ao compartilhamento de links e mídia que não pode ser monitorado por ferramentas tradicionais do marketing, como o Google Analytics ou plataformas de gestão de redes sociais. Ou seja, acontece às escuras.

No entanto, podemos citar um exemplo de dark social muito anterior à internet: o boca a boca.

Imagine que o consumidor A viu o anúncio da sua marca na televisão. Você sabe disso porque acompanha os indicadores de medição da audiência na TV e calculou o público alcançado diretamente pelo comercial. Só que o consumidor A contou para B sobre o produto ou serviço anunciado. Esse B então comprou na sua loja, mesmo sem contato direto com a campanha.

Aí está um caso de dark response marketing, porque o compartilhamento da informação não pôde ser mensurado.

Outros exemplos de dark social incluem:

– Conteúdos enviados por e-mail;
– Links compartilhados por aplicativos de mensagem;
– Compartilhamentos em grupos privados;
– Trocas em plataformas de trabalho, como Slack e Discord;
– Postagens e Stories que não mencionam diretamente a marca.

Uma pesquisa de 2016, realizada pela Rhythm One, já calculava que 84% do compartilhamento de conteúdo on-line é feito por dark social.

Imagine agora em 2023, quando o WhatsApp está instalado em 99% dos smartphones no Brasil e 94% dos brasileiros utilizam o aplicativo todos os dias. Esse dado, presente no “Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil, de agosto de 2023”, indica que muito do alcance da marca pode estar em forma de mensagens, prints e outros compartilhamentos secretos.

Como impulsionar uma estratégia de dark social?

Vimos que o dark response marketing é uma forma de compartilhamento muito difícil de rastrear. Isso representa um desafio para os profissionais de marketing que desejam mensurar cada interação com a marca.

Entretanto, em vez de coibir essa prática, vale mais a pena investir nela. Afinal, as pessoas estão falando do seu negócio. Além disso, é bom estar de olho que as métricas de marketing podem enganar.

Se você deseja mais consumidores compartilhando e comentando seus conteúdos, seja no canal que for, aqui estão algumas dicas que podem ajudar.

Crie conteúdos interessantes para o público

Deixe a abordagem de vendas um pouco de lado. Destaque curiosidades, traga dados relevantes, conte histórias envolventes e, sobretudo, entretenha. Por sinal, o entretenimento em vídeo é excelente para aumentar o potencial de descoberta da marca.

Aqui, a dica é criar conteúdos que você desejaria compartilhar mesmo que não fossem do seu negócio.

Facilite o compartilhamento

Uma regra geral para estimular o dark response marketing é usar links curtos, que são mais fáceis de compartilhar. Com uma conta no bit.ly, por exemplo, é possível configurar links com palavras chamativas.

Além disso, cada rede social ou plataforma tem uma dinâmica própria de compartilhamento. Adapte seus conteúdos para torná-los mais interessantes de compartilhar em cada uma delas.

Crie destaques

Selecione frases, elabore infográficos e crie outros destaques com botões diretos para compartilhamento nas redes sociais, aplicativos de mensagem e e-mail.

Como medir campanhas no dark response marketing?

Ainda que seja difícil rastrear o engajamento em dark social, é possível ter uma ideia aproximada de quais canais estão contribuindo para espalhar a mensagem da marca.

Google Analytics e URL específicos

Se você deseja mensurar a origem do tráfego para um site ou blog, o Google Analytics é a ferramenta certa para isso. Mas, para que funcione dentro do dark response marketing, é preciso criar links únicos para cada canal de divulgação.

Então, utilize URLs específicos nas suas campanhas. Ou seja, crie endereços customizados para cada plataforma. Por exemplo, para divulgar um conteúdo no Facebook, você vai adicionar uma tag UTM para identificar aquele link com a rede social e saberá quando ele for usado pelo público.

Se você tem botões de compartilhamento no site ou blog, também vale oferecer uma gama de opções para os usuários e monitorar as ações executadas pelo Google Analytics.

Monitoramento social

Uma ferramenta como o Get Social, entre outras soluções de monitoramento social, é capaz de mostrar em quais plataformas o conteúdo da marca foi compartilhado. Essa é uma aproximação, mas já permite ter uma ideia dos canais que funcionam melhor para a distribuição da campanha.

O Get Social ainda oferece uma calculadora de dark social para estipular o tráfego gerado por dark social para um website.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/saiba-de-vez-o-que-e-dark-response-marketing-dark-social/

Veja como evitar prejuízos com fraudes no E-Commerce

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A capacidade de vender pela internet tem sido fundamental para a sobrevivência dos negócios na pandemia. Então, as empresas vêm buscando oferecer novos canais de venda on-line para o público, que por sua vez adota hábitos de compra ainda mais digitais.

Fraudes-ecommerce Veja como evitar prejuízos com fraudes no E-Commerce

Nesse contexto, os números do e-commerce brasileiro têm sido bastante positivos. Entre abril e junho de 2020, mais de 70 mil empresas brasileiras presentes no mundo físico entraram no comércio virtual, segundo um levantamento da Visa Consulting & Analytics. Com isso, o ticket médio delas aumentou em 17%. Além disso, as vendas on-line cresceram 41% no Brasil em 2020, chegando ao faturamento de R$ 87,4 bilhões no ano, de acordo com a Ebit | Nielsen.

Mas é preciso ter cuidado com a adoção digital, considerando os riscos de fraudes no e-commerce, que geram prejuízos bilionários pelo mundo. Confira a seguir algumas dicas para se proteger.

 

Aumentam as tentativas de fraude no e-commerce brasileiro

 

Dados da ClearSale mostram que no primeiro trimestre de 2021 o e-commerce brasileiro teve mais de 37 milhões de pedidos. No mesmo período, foram mais de 600 mil tentativas de fraude, um número 83,7% maior do que o registrado nos três primeiros meses de 2020.

A informação refere-se apenas às fraudes evitadas. Juntas, elas causariam um prejuízo de R$ 679,2 milhões.

Enquanto isso, um estudo da Juniper Research estima que as fraudes no e-commerce possam gerar um prejuízo de 20 bilhões de dólares no mundo todo em 2021.

Há duas características comuns a esses golpes digitais. Em primeiro lugar, o ticket médio desse pedido costuma ser maior. Nas compras legítimas, segundo a ClearSale, o valor médio é de R$ 527 em 2021. Já nos pedidos fraudulentos o ticket médio é de R$ 1.130.

O segundo ponto é o objetivo da fraude: a revenda ilegal dos produtos. Entre os itens mais procurados para esse fim, estão celulares, aparelhos de ar-condicionado, eletrônicos e bebidas.

 

Dicas para evitar fraudes no e-commerce

 

Ainda mais preocupante que os possíveis prejuízos desses golpes é o nível de preparação das empresas para preveni-los.

Uma pesquisa da Elo, em parceria com o portal E-Commerce Brasil, revela que 32% das empresas consideram-se pouco preparadas para evitar fraudes no comércio digital. Outras 52% acreditam-se preparadas e somente 12% julgam-se muito preparadas. As restantes, ou 4%, não souberam responder.

Veja, então, alguns sinais de risco na compra e como se prevenir de fraudes.

 

Tenha um certificado de segurança na sua loja virtual

Um certificado de segurança, cujo símbolo fica visível na barra de navegação, não só traz maior confiança para o consumidor digital como também protege sua loja virtual. Ele indica que os dados do e-commerce são criptografados e mais seguros contra a ação de hackers.

 

Entenda o comportamento de compra no seu e-commerce

O consumidor on-line costuma pesquisar, comparar preços e levar algum tempo decidindo antes de comprar, a não ser que seja uma compra habitual. Um comportamento diferente, como o do novo visitante que vai direto ao fechamento do pedido, pode ser considerado suspeito. Nesses casos, vale programar um alerta e solicitar uma confirmação extra do comprador.

 

Atente-se a pedidos acima da média

Seja pela quantidade, seja pelo valor do ticket, compras on-line que fogem ao padrão dos usuários também são sinais suspeitos. Como vimos acima, as fraudes no e-commerce têm um ticket médio muito acima das demais vendas.

 

Cuide também com o volume de transações ou tentativas de compra

Quando o usuário tenta fazer diversas compras em um curto período de tempo, inclusive com cartões diferentes, isso pode ser um caso de testadores de cartão. Ou seja, a pessoa pode estar validando dados de outros indivíduos para saber se funcionam e então usá-los em compras maiores, ou há um bot testando combinações aleatórias.

Se houver suspeita de fraude, vale entrar em contato com as operadoras de cartão.

 

Verifique o endereço de acesso e de entrega

Diversos sites pedem uma confirmação de identidade do usuário caso ele acesse de uma localização diferente da habitual. Isso reduz o risco de fraude por furto de dados.

Também vale verificar se o endereço de recebimento é o mesmo da cobrança e se não há vários endereços de entrega para um mesmo usuário. Caso contrário, o portador do cartão pode não ser o comprador.

 

Use uma plataforma de pagamentos

Existem muitas plataformas de checkout que empregam tecnologias de segurança para ajudar na prevenção de fraudes no e-commerce, como a autenticação 3DS 2.0. Algumas das ferramentas mais conhecidas são PagSeguro, Mercado Pago, Cielo e PayPal.

Tendo esses cuidados, sua loja virtual estará mais bem protegida.

Ainda assim, todo e-commerce deve estar preparado para uma pequena fração de pedidos fraudulentos que são impossíveis de prever. Isso acontece, por exemplo, quando alguém próximo do portador do cartão faz a compra sem o conhecimento deste, prejudicando-o e também sua empresa. Mas grande parte das fraudes são evitáveis e é importante investir na proteção contra elas.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/veja-como-evitar-prejuizos-com-fraudes-no-e-commerce/

Entenda o que é Incrementalidade no Marketing

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Fazer um bom planejamento de mídia é fundamental para que as empresas tenham os resultados desejados em marketing e vendas. Por ser tão importante para os negócios, é natural que levante muitas questões a respeito.

incrementalidade- Entenda o que é Incrementalidade no Marketing

Ainda mais no cenário da pandemia, em que gestores precisam controlar melhor os recursos utilizados, há uma necessidade de comprovar a eficácia dos investimentos em mídia.

Uma pequena empresa, por exemplo, sabe que investir em comunicação é essencial para tornar a marca conhecida.

Mas nesse primeiro momento, com um orçamento mais enxuto, quais são os canais com maior impacto para isso? Ou, no caso de uma grande empresa, como é possível saber quais vendas aconteceriam de qualquer forma e quais foram motivadas pelo marketing?

Para responder a essas questões, devemos entender o conceito de incrementalidade. Acompanhe a explicação a seguir.

 

O que é incrementalidade?

A jornada do consumidor é complexa e não linear, podendo percorrer diversos canais antes da compra. Por isso é indicado analisar as métricas de marketing além da conversão final ou do último clique, pois elas escondem o papel de certas mídias no funil de vendas como um todo.

Um exemplo disso é o impacto da TV no marketing digital. Ao cortar o investimento na televisão com base apenas nas métricas da internet, isso é capaz de prejudicar toda a estratégia da marca, já que um meio contribuía para os resultados no outro.

Aí entra a importância do conceito de incrementalidade. Em resumo, incrementalidade refere-se à capacidade do marketing de gerar um incremento nos indicadores-chave de desempenho do negócio. Além disso, tem o objetivo de isolar ações individuais para identificar qual é o crescimento gerado por elas.

Vale destacar que incrementalidade é diferente de atribuição. A atribuição é quando você consegue atribuir créditos à participação de variadas mídias em uma conversão.

Se um consumidor ouviu seu anúncio na rádio, abriu um resultado pago ao pesquisar sobre a solução da marca na internet e depois clicou em um banner com oferta enquanto navegava, a atribuição é dividida entre esses três componentes do marketing.

Agora vem a questão: se tirássemos ou acrescentássemos alguma mídia desse planejamento, qual seria o impacto? E qual deveríamos tirar ou acrescentar? É isso que a incrementalidade procura responder.

 

Tipos de incrementalidade e como analisá-la

A grande vantagem de medir a incrementalidade é otimizar o orçamento de marketing, sabendo em quais mídias investir para ter o maior impacto possível com sua comunicação.

Para fazer essa análise, basicamente é necessário realizar testes A/B. É possível isolar o desempenho de formatos de anúncios, mídias e canais usados na comunicação, além de avaliar como diferentes perfis de consumidor reagem ao marketing da empresa.

Avinash Kaushik, responsável por análises estratégicas de marketing no Google, define três tipos de incrementalidade no marketing:

  • Incrementalidade de silo de canais
  • Incrementalidade cruzada
  • Incrementalidade de portfólio
  • Vejamos como funciona cada uma delas.

 

Incrementalidade de silo de canais

Este primeiro tipo avalia o desempenho dentro de um mesmo canal.

Digamos que sua empresa queira investir em vídeos para as redes sociais, mas antes gostaria de ter uma melhor ideia do retorno desse investimento. O que pode fazer, nesse caso, é um teste de incrementalidade do formato vídeo.

Separe dois grupos de usuários com características pessoais e de consumo semelhantes. Para um grupo de controle, continue fazendo sua comunicação on-line como sempre, sem vídeos. Enquanto isso, para o grupo de teste, inclua vídeos durante algumas semanas no seu cronograma de publicações.

A partir disso, avalie:

  • Houve mais engajamento nos posts com vídeo?
  • Houve maior alcance dessas publicações?
  • Os vídeos trouxeram mais seguidores que posts estáticos?
  • As conversões de venda aumentaram no grupo de teste?
  • Se as respostas forem positivas, então houve um incremento com o formato vídeo.

Uma dica para medir a incrementalidade de silo de canais é realizar os testes em períodos mais calmos do ano, sem a interferência das datas comerciais.

 

Incrementalidade cruzada

Continuando com o exemplo das redes sociais, como saber o papel de cada rede nos resultados da sua campanha quando se está anunciando para os mesmos públicos? Talvez o último clique tenha sido no Facebook, mas, antes disso, o seguidor viu os anúncios três vezes no Instagram e finalmente resolveu saber mais.

O objetivo da incrementalidade cruzada, então, é conhecer a contribuição individual dos diferentes canais.

Para resolver esse dilema descrito acima, é possível fazer uma campanha com dark posts em ambas as redes com quatro grupos diferentes.

  • Grupo A: não vê nenhum post da campanha e serve de controle.
  • Grupo B: vê a campanha apenas no Facebook.
  • Grupo C: vê a campanha apenas no Instagram.
  • Grupo D: vê a campanha em ambas as redes.
  • A partir dos resultados você pode ter uma melhor ideia de como distribuir seu investimento entre essas duas opções.

 

Incrementalidade de portfólio

Quando abrimos o escopo da análise, começamos a comparar diferentes meios, como TV e digital.

Como ilustração, imaginemos que sua empresa atue em todas as regiões de Santa Catarina. Seu desafio é justificar o investimento em mídia na televisão. Para resolver isso, fará um teste geográfico.

Em uma ou mais regiões de controle, você continuará fazendo seu marketing habitual. Enquanto isso, nas regiões de teste, fará uma campanha de anúncios na TV. É muito importante que seja uma estratégia de médio a longo prazo para avaliar esse incremento de portfólio, porque os resultados do investimento em um novo meio ou canal podem aumentar com o tempo.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/entenda-o-que-e-incrementalidade-no-marketing/

O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

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Em 2021, o mercado mundial do marketing de influência é avaliado em 13,6 bilhões de dólares, de acordo com dados do site Statista. Só no Brasil, o setor movimenta R$ 10 bilhões – ou mais até, em algumas projeções.

microinfluenciadores O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Segundo a “Pesquisa de ROI e Influência 2021”, de YOUPIX e AlgoritmCOM, para 71% das empresas brasileiras entrevistadas o marketing de influência é parte importante da comunicação. Um percentual idêntico de empresas declarou que pretendia aumentar neste ano os investimentos em relação a 2020.

O aquecimento do setor traz uma maior expectativa de resultados e, com isso, a importância de se adotar estratégias eficientes na relação com criadores de conteúdo. E uma das formas de se aumentar a eficiência é usando microinfluenciadores na comunicação digital da sua marca.

Entenda o porquê disso a seguir.

 

O que são microinfluenciadores?

Microinfluenciadores são criadores de conteúdo com contas de até 50 mil seguidores nas redes sociais. Diferentemente dos influenciadores com milhões de fãs na internet, os microinfluenciadores têm um conteúdo segmentado, seja pelo alcance regional, seja pelos temas abordados em suas publicações.

Muitos criadores nessa faixa de público são especialistas em determinada área de interesse, como finanças, tecnologia, educação, bem-estar, gastronomia, beleza, pets… Mas outros tantos são personalidades regionais com forte presença virtual, podendo também ter algum vínculo com as mídias tradicionais.

A maioria desses microinfluenciadores está no Instagram, rede em que ocorre 72% das ações de marketing de influência, segundo uma pesquisa da Comscore. Porém, justamente por eles atuarem em nichos, voltados a públicos específicos, não podemos reduzir o marketing de influência ao Instagram.

Temos criadores focados no Twitter, no LinkedIn, no YouTube e também nas novas redes que estão conquistando um grande número de usuários rapidamente, como o TikTok.

funil-conversao-piramide-influencia O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Por que usar microinfluenciadores na comunicação digital?

Agora, o fato de esses influenciadores terem um menor número de seguidores que as grandes estrelas da internet não quer dizer que o poder deles seja menor.

O uso de microinfluenciadores na estratégia de marketing está diretamente relacionado à pirâmide de influência. Isto é, se você deseja o maior alcance possível no topo do funil de vendas, as celebridades virtuais são o caminho adequado, mas se espera argumentos mais aprofundados de venda, os microinfluenciadores são mais indicados para a etapa de decisão, no fundo do funil.

Como comentamos, muitos microinfluenciadores são especialistas em conteúdos de nicho, o que lhes dá mais propriedade para falar sobre certos assuntos de interesse da marca. Daí que o poder de influência seria maior, por exemplo, do que uma grande celebridade que nada tenha a ver com tais assuntos.

A partir disso, podemos explicar o porquê de usar microinfluenciadores na comunicação digital com base em três pontos.

 

Credibilidade em temas específicos

Esses influenciadores são pessoas que conquistaram sua base de fãs em cima de uma linha de atuação específica. Então, quando postam a respeito de algo, os seguidores confiam na experiência dessas pessoas.

Por isso, microinfluenciadores são ótimos para incluir na sua estratégia de marketing de influência, porque ajudam a converter o consumidor mais cético, mas que confia no produtor de conteúdo. São ainda mais válidos em produtos ou serviços com jornadas de compra mais longas, com decisões cautelosas.

 

Maior proximidade do público

Quanto maior o número de seguidores, maior também é a procura das marcas para fazer parcerias com os influenciadores. E quanto mais comercial se torna um perfil, menor é a tendência de o público sentir proximidade com a pessoa.

Por outro lado, um microinfluenciador terá um conteúdo mais focado, reduzindo as chances de ele trabalhar com muitas empresas ao mesmo tempo. Ele é percebido também como alguém mais alcançável, mais próximo do público.

 

Maior engajamento e menor custo

Outro fator interessante é que esses microinfluenciadores – por causa da credibilidade, do foco e da proximidade – costumam ter taxas de engajamento melhores do que em contas gigantescas.

Por exemplo, uma análise da Markerly abrangendo 800 mil usuários do Instagram descobriu o seguinte: o pico de envolvimento com postagens ocorre em contas contando entre mil e dez mil seguidores.

Para concluir, vale destacar que uma conta com até 50 mil seguidores custará menos por cada publipost do que outra com 5 milhões. Assim, você tem uma conta com eficiência de conversão no fundo do funil, ótimo engajamento e um custo mais acessível para suas campanhas de marketing.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-poder-dos-microinfluenciadores-na-comunicacao-digital/

Social listening: 7 ferramentas para as redes sociais

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As redes sociais têm muito mais utilidade para uma marca do que conquistar seguidores e gerar leads. Elas também podem ser uma importante ferramenta para conhecer as necessidades e os interesses do público, entender a relação dele com os produtos e serviços, melhorar o atendimento ao cliente e até monitorar a concorrência.

Nenhuma estratégia de redes sociais, portanto, é completa sem a prática de social listening. Você sabe o que é isso e quais são as melhores ferramentas de social listening para sua empresa?

Descubra a seguir como elas podem ajudar seu negócio a tirar melhor proveito da presença nas redes.

Social-listening Social listening: 7 ferramentas para as redes sociais

 

O que é social listening?

Social listening é a prática de identificar comentários e conversas relevantes para a marca nas redes sociais, com base em termos específicos ou temas associados ao universo de comunicação do negócio. Pode ser traduzido, a grosso modo, como “escuta social”. Isso, por sua vez, é transformado em ações para melhorar a relação com os consumidores.

Nem sempre as menções às marcas ocorrem de forma direta ou explícita na internet. Daí a importância de conseguir ouvir o público a certa distância. Para isso, utilizam-se as ferramentas de social listening, que vão monitorar palavras-chave ou assuntos que estão sendo discutidos on-line e entregar essa informação para você.

Isso tem algumas vantagens especiais:

  • É possível ouvir a opinião do público sem interferência. Por meio de social listening, descobre-se o que o público digital realmente pensa sobre uma marca, produto, serviço, campanha, influenciador etc.
  • Reduz o impacto negativo de reclamações na internet. Quando um consumidor fala mal de uma empresa na internet, ele acaba influenciando a decisão de compra de seus conhecidos. Ao monitorar esse tipo de menção, pode-se intervir e buscar uma solução.
  • Permite avaliar não só a quantidade de engajamentos, mas também a qualidade das interações nas redes sociais.

Com relação a esse terceiro item, podemos usar o BBB 21 como exemplo. O reality show mais uma vez tem índices impressionantes de engajamento nas redes, mas as menções aos participantes não são sempre favoráveis.

O caso de Karol Conká ilustra essa necessidade de olhar além dos números. Segundo a PRTech Knewin, entre os dias 1 e 7 de fevereiro, a cantora recebeu mais de 280 mil menções no Twitter. Porém, nessa mesma semana, Ana Paula Passarelli, cofundadora da BRUNCH, calculou um prejuízo de até R$ 5 milhões em crise de imagem para Conká por causa do comportamento da participante dentro da casa.

Social listening é isto: saber o que está sendo dito nas redes sociais, por quem e por quê. Aliás, essa é a definição da Sprout Social para a diferença entre “monitoramento das redes” e “escuta das redes”. Enquanto o monitoramento aponta o que é falado, a escuta revela os porquês e sentimentos gerais do público para que a marca possa agir na raiz das questões.

 

Como usar uma ferramenta de social listening?

Existem muitas formas de usar as ferramentas de social listening. Elas podem ir desde curtir ou responder os comentários de consumidores até gerar insights para desenvolver o negócio.

Aqui estão algumas dessas possibilidades:

  • Monitorar menções à própria marca, aos produtos ou serviços, sejam comentários positivos, sejam negativos. Saiba tudo que está sendo falado sobre sua empresa, mesmo que o consumidor não a marque diretamente. Para isso, é importante monitorar também erros comuns da escrita dos nomes, além de slogans, hashtags e outras palavras associadas, incluindo as pessoas à frente do negócio.
  • Avaliar o sentimento do público em lançamentos, campanhas etc. Entenda como o consumidor está recebendo sua comunicação e o que pode ser melhorado nela.
  • Oferecer suporte ao cliente. Muitas empresas já utilizam essas ferramentas para iniciar o atendimento a consumidores insatisfeitos, quando estes comentam algo negativo nas redes sociais.
  • Ficar por dentro das tendências. Saiba o que mais interessa ao seu público-alvo, monitorando também termos relevantes para sua indústria.
  • Observar a concorrência. Ao analisar as reações à comunicação das marcas concorrentes, é possível entender o que estão fazendo de certo ou errado e usar como lição para sua própria estratégia.
  • Identificar influenciadores para a marca. Você poderá encontrar pessoas que estão inseridas dentro de determinado tema e que podem impulsionar sua comunicação nesse círculo.
  • Gerar insights de negócio. Descubra comentários como “acho que o produto X seria melhor se tivesse Y”, “nunca encontro Z quando preciso comprar” e afins.

 

Dicas de ferramentas de social listening para redes sociais

Então, quais são as melhores ferramentas de social listening para complementar sua presença nas redes? Veja algumas dicas.

Hootsuite Insights

A Hootsuite é bastante conhecida na função de organizar a rotina da comunicação nas redes sociais. Entretanto, a parceria com a Brandwatch a torna uma ferramenta interessante também para análise. Fique por dentro de tendências, receba resultados em tempo real e acesse relatórios automáticos e inteligentes.

As funções mais avançadas de social listening estão disponíveis no plano Grandes Empresas, sob consulta*.

Sprout Social

Esta é uma ferramenta com diversas funções, incluindo social listening. Ela também permite planejar, organizar e agendar publicações, engajar com o público e analisar dados em painéis de fácil visualização, como no Google Analytics.

Além das redes sociais como Instagram, Facebook e Twitter, ela permite monitorar palavras-chave na web como um todo.

Os planos começam em 99 dólares por mês, com um período de 30 dias para teste gratuito.

BuzzSumo

É uma boa ferramenta para buscar ideias de conteúdos, analisar os que têm melhor desempenho, monitorar campanhas, fazer social listening e identificar influenciadores por área de atuação.

Os planos começam em 99 dólares por mês, com um período de 30 dias para teste gratuito.

Socialbakers

A Socialbakers é outra plataforma que usa a inteligência virtual para agregar dados de diversas fontes na internet, dentro e fora das redes sociais, e entregar as informações em relatórios visuais. Isso permite entender melhor o que está acontecendo em torno da marca e tomar ações concretas.

A função de social listening está disponível no plano completo, sob consulta.

Falcon.io

Mais uma solução com funcionalidades semelhantes às demais. Permite encontrar novas audiências com base no que as pessoas estão comentando, interagir com os consumidores, identificar influenciadores e organizar a rotina de publicações.

A ferramenta completa, com social listening, está disponível sob consulta.

Buffer

A proposta da Buffer é ser uma solução centralizada de planejamento e análise de redes sociais: Instagram, Facebook, Twitter, Pinterest e LinkedIn. No entanto, ela é mais voltada ao que está acontecendo dentro das redes da própria marca, portanto ao monitoramento social.

Os planos com análise de desempenho começam em 35 dólares por mês.

Mention

O ponto forte da ferramenta Mention é vasculhar a internet em busca de menções a palavras-chave, tanto ao nome da marca quanto a qualquer outro termo relevante. A partir dessa função, pode-se receber notificações toda vez que essa palavra-chave for mencionada em sites, blogs, fóruns ou redes como Twitter, Instagram e Facebook.

O plano mais básico começa em 25 dólares por mês.

Para conhecer outras soluções para otimizar seu negócio, confira o Guia de Ferramentas de Marketing, Vendas e Gestão, com várias dicas grátis!

 

* Os planos e valores são referentes ao período de escrita deste artigo e podem ser alterados pelas respectivas empresas a qualquer momento.

Fonte: https://negociossc.com.br/