Por que estar presente no ambiente digital é importante para aumentar a visibilidade das marcas?

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Que o mercado publicitário está em constante evolução isso não é novidade. Muitas agências têm adotado estratégias capazes de melhorar a performance de suas campanhas e impactar de diversas formas o público-alvo. Por isso, estar no ambiente digital é o primeiro passo para conseguir conquistar de forma efetiva seu target.

Hoje, há muitas plataformas e tecnologias no mercado capazes de ajudar uma marca a criar, desenvolver e divulgar suas peças nos meios dos ambientes digitais. O uso da Inteligência Artificial, como já falamos em outro artigo, se tornou um chamariz para captar todas as informações e dados necessários para analisar e construir, da melhor maneira, as campanhas de seus clientes.

Acredito que as soluções tecnológicas seguem como grandes aliadas para quem busca o aprimoramento e a otimização de processos. Além de ser um facilitador, a distribuição de conteúdo por meio digital, por exemplo, vem de encontro com o processo de desligamento do sinal de TV analógica no país. Segundo estimativas do Governo Federal, ainda em 2017 o Estado de São Paulo e outras 378 cidades de diversos Estados terão apenas o sinal digital.

Com essas mudanças, será preciso uma maneira diferente de se apresentar ao público. É preciso, em definitivo, um entendimento das agências de que aprimorar os processos de criação e distribuição de campanhas é essencial para garantir a otimização, segurança, agilidade e eficácia na entrega da publicidade.

A televisão, por exemplo, deixou de ser o único canal de comunicação das marcas com as pessoas e essa é uma evolução muito importante e que ainda exige um pouco mais de maturidade do setor.

Se pararmos para pensar, o poder de escolha que o conteúdo OTT (Over the Top), ou sob demanda, dá ao público, proporciona aos consumidores uma forma diferente de montar sua programação e escolher quando e onde assistir. O fato de não depender de uma programação fixa, mostra a realidade que quero que muitas marcas e agências entendam – quem não estiver no ambiente digital ficará para trás.

Alguns anunciantes já entenderam essa questão e se adaptaram as novas ferramentas e plataformas disponíveis no mercado.

Para finalizar, defendo que a era que estamos vivendo é a dos conectados e de uma completa integração entre todas as áreas.

O que agências e anunciantes precisam entender é que criar campanhas atraentes, que despertam a atenção, aliada a uma boa ferramenta de distribuição, é de extrema importância para chamar atenção do seu público-alvo e conseguir uma verdadeira conexão com o consumidor final. E aí, está esperando o que para investir nesse segmento?

Fonte: https://goo.gl/EPmWGL

6 negócios digitais promissores no Brasil em 2018

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Cada vez mais vemos diversos negócios sendo criados, principalmente no ambiente online. Esse mercado tem crescido bastante, principalmente por conta do comportamento da população que está cada vez mais habituada a ter uma rotina diária pela internet. Desta forma, marcas que não nasceram no digital se vêem forçadas a entrarem nessa onda para atrair cada vez mais clientes e converter mais vendas.

Segundo um estudo realizado pela IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil – empresa especializada em promover o marketing, negócios e a publicidade digital -, o marketing digital no Brasil evolui de forma mais lenta se comparada a outros países, mas em 2016 foram investidos R$ 11,8 bilhões em publicidade na internet, equivalente a 18% do valor total gasto com publicidade no país.

Para Neil Patel, especialista em marketing digital e famoso por potencializar os lucros de gigantes como Amazon, Google e GM, o ano de 2018 mesmo que em passos curtos, será um ano muito importante para o mercado de negócios digitais e deve impulsionar o crescimento econômico do país de forma satisfatória.

“O país acaba de sair da recessão, e famílias estão consumindo mais. As empresas que ainda não são digitais não devem perder a oportunidade e as que já trilham o caminho, devem estar atentas com novos forma de atrair clientes”, alerta.

Diante disso, o guru do marketing digital elencou seis negócios digitais que serão promissores no Brasil peste ano:

Plataforma de serviços

Não é de hoje que as plataformas facilitam o dia a dia, tanto B2C como B2B. É incerto até onde elas podem ir, mas se sabe que vão longe. De acordo com o grupo de pesquisa Kantar TNS, no Brasil, o uso de smartphones cresceu 3,5 vezes, passando de 14%, em 2012, para 62% em 2016 e um crescimento de 17% em relação ao ano passado.

Esse progresso impulsionou o crescimento e o desenvolvimento de novas plataformas de serviços que estão cada vez mais inseridos na vida das pessoas e criando novas relações de consumo sustentável, relações de trabalho usos de serviço de tecnologia, serviços cada vez mais personalizados em larga escala vem cada vez mais criando força e conquistando velhos e novos consumidores se tornando um meio necessário que corrobora no dia a dia.

Para o especialista, quem já possui um negócio e quer levar também para o meio digital, vale analisar as possibilidades para conseguir oferecer o melhor para o consumidor, já que as plataformas podem trazer resultados positivos para o negócio. “Os apps e as plataformas estão se tornando cada vez mais um meio ideal para se relacionar e realizar tarefas seja no âmbito, profissional como pessoal.

Por meio deles é possível conquistar uma otimização em tempo,dinheiro, e ainda enxergar uma forte crescimento e contribuição no desenvolvimento no que é interesse do público, principalmente quando as soluções apresentadas são fáceis de se manusear, práticas e benéfica para os usuários” explica Neil.

Fintechs

As fintechs ainda são as queridinhas do mercado. Há um mundo de possibilidades para esse mercado principalmente aquelas que buscam oferecer um modelo e acesso mais barato a novas tecnologias. Segundo dados do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), atualmente há 703 empresas financeiras tecnológicas em 15 países diferentes. o Brasil é o país com o maior número, 230 empresas, com um crescimento de três a cinco empresas criadas ao ano.

“As empresas que usam a tecnologia para serviços financeiros aos poucos estão conquistando espaço no mercado, isso porque cada vez mais as pessoas físicas e jurídicas estão buscando fugir dos modelos tradicionais financeiros que ainda são muito burocráticas, oferecem juros abusivos e quase sempre com serviço de atendimento precário.

As fintechs que oferecem soluções de pagamentos e as de financiamento alternativa representam quase a metade da procura e com o avanço da tecnologia outros novos modelos vão surgir nos próximos anos” explica o especialista.

Ainda pouco falado com essa denominação, mas com grande potencial. A Insurtechs – startups de inovação tecnológica para o mercado de seguros em geral vem crescendo em passos largos, aos poucos estão revolucionando o mercado de seguros que enfrentam os desafios de educar, disseminar cultura do seguro e fomentar novas categorias de forma desburocratizada, personalizada, acessíveis e de fácil compreensão.

De acordo com o Comitê de Insurtechs, atualmente, o Brasil possui 40 Insurtechs, o que representa um pouco mais de 8% das Fintechs.

Segundo o especialista, as insurtechs pretendem inserir o poder das novas tecnologias em um mercado considerado muito conservador e fazê-lo se beneficiar muito delas. “Estamos falando de um modelo de negócios que precisa desapegar do conservadorismo para inovar para conseguir se manter no mercado”, explica.

E-commerces

Para quem busca iniciar um negócio mas ainda não faz ideia em que investir, os e-commerces continuam sendo uma ótima opção. Segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit, o e-commerce brasileiro deve crescer 15% neste ano e segundo a consultoria Euromonitor Internacional, o comércio eletrônico deve dobrar sua participação no faturamento do varejo até 2021, com um crescimento médio de 12,4% ao ano, conquistando um faturamento de R$ 85 bilhões.

Para Patel, esse crescimento se dá pela inovação e as possibilidades que o setor oferece. “Sem dúvida alguma o e-commerce vai dominar o mercado, para quem deseja abrir um negócio ou ampliar a atuação. Esse é o caminho mais certo para seguir, porém, vale lembrar que assim como os modelos de negócios mudam, o e-commerce também vive em pleno processo de evolução”, exalta ao responsabilizar o comportamento do consumidor por isso.

“Cada vez mais os consumidores estão exigentes não só no que vai comprar, mas também no atendimento, na produção dos produtos, nas facilidades que a loja oferece (seja a forma de pagamento ou de entrega) e sua logística”.

Infoprodutos

O mercado de produtos digitais no Brasil ainda vem engatinhando diante de tantas possibilidades que a internet proporcionou.

O segmento de infoprodutos movimentou mais de R$ 500 milhões no último ano e é possível encontrar diversos modelos que iniciaram um negócio do zero e hoje fazem suceceso. Embora não garanta lucro rápido, há muita demanda por envolver todo tipo de solução digital – livros, palestras, cursos, aulas -, e não é necessário um alto investimento para começar.

“De todos os modelos de negócios, esse tem um potencial de lucro enorme e possui uma abordagem menos complexa diante dos outros modelos. Muitos empreendedores usam de infoprodutos dentro do seu negócio para educar a audiência a respeito de temas e assuntos que são atrelados a seu negócio e que ajuda a solucionar, resolver e informar seus consumidores”, pontua Patel.

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é um dos modelos mais lucrativos do mercado online. Isso porque ela engloba um leque de oportunidades completo para as empresas como conteúdo de qualidade para educar, informar e entreter um determinado público ou geral. Segundo um estudo divulgado na Content Trends 2017, 71% dos negócios no Brasil já adotam o marketing de conteúdo na empresa.

Dos que ainda não trabalham com isto (68,9%), pretendem implementar a estratégia. Mesmo com um crescimento pequeno, o cenário mostra uma tendência de crescimento nos próximos anos.

“O grande diferencial do marketing de conteúdo é que por meio destas estratégias, as empresas conseguem construir um relacionamento com os clientes, entendem melhor o que eles vêm buscando e desta forma oferecem o melhor do seu negócio, para assim conseguir fidelizá-los e sair a frente da concorrência”, finaliza o especialista.

Fonte: https://goo.gl/hwDgtY

Igualdade de gêneros é trunfo contra a crise

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Por ocasião do Dia Internacional da Mulher, cabe refletir sobre a queda do Brasil, desde o início da crise econômica, em 2014, no ranking do Fórum Econômico Mundial sobre a desigualdade de gêneros. Em dois anos, o País perdeu 23 posições, despencando para o 85º lugar, dentre 145 nações. É nossa classificação mais baixa na séria histórica, iniciada em 2006.

As conquistas relativas ao empoderamento feminino, embora marcantes e apesar de todos os avanços obtidos, ainda não estão incorporadas de modo consistente na nossa sociedade e no universo corporativo. Empresas que mantêm essa cultura de diversidade de gêneros entre suas posições de liderança conseguem melhorar sua rentabilidade em até 15%.

É o que revela um estudo realizado para o Peterson Institute for International Economics com 22 mil empresas, em 91 países. Esse aumento foi relacionado a situações nas quais as empresas têm 30% de mulheres distribuídas em cargos de liderança, como CEOs, executivas e gestoras.

No âmbito da mobilização para que a igualdade de gêneros prospere e se consolide no Brasil e no mundo, há casos de sucesso de mulheres empreendedoras e executivas, que podem inspirar não só as trabalhadoras, mas toda a sociedade. Conhecida internacionalmente, Sheryl Sandberg, COO do Facebook, é uma  referência que incentiva mulheres no setor de tecnologia, principalmente por meio de seu livro, “Faça Acontecer”, encorajando-as a alcançarem seus objetivos de carreira, com foco e priorização.

Um exemplo nacional nesse sentido é Luiza Trajano, da Magazine Luiza, que lidera uma das maiores redes varejistas do País. Sua visão empresarial é visionária, como atesta o centro produtor de tecnologia e inovação da empresa.

O êxito das mulheres que ocupam posições de liderança em territórios corporativos, como o tecnológico, tradicionalmente dominados pelos homens, demonstra o imenso potencial da população feminina brasileira para reverter nossa constrangedora classificação no ranking mundial da desigualdade de gêneros.

Isso é necessário para que o nosso país progrida e tenha cada vez mais mulheres em posições de liderança, agregando novas visões e experiências ao mercado de trabalho. Esse é modelo que tem se mostrado muito bem-sucedido em outros países, como Islândia e Noruega.

Esse esforço é importante para revertermos a crise e seus efeitos de exclusão socioeconômica, como está ocorrendo com as mulheres brasileiras desde 2014 e, principalmente, para prevenirmos a ocorrência de novos períodos de recessão. O empoderamento feminino não depende apenas de um movimento assertivo no ambiente empresarial e do talento de nossas empresárias e executivas.

Passa, também, pela melhoria da qualidade das escolas públicas. É nas salas de aula das redes municipais e estaduais da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Médio que deve começar o atendimento ao princípio democrático da igualdade de oportunidades.

Fonte: https://goo.gl/4rpESk

Mulheres na liderança aumentam chance de sucesso das empresas

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De acordo com estudo recente lançado em Fevereiro de 2018 e realizado pela Consultoria Mckinsey, ter mulheres em cargos de liderança aumenta 21% de chance de uma empresa ter desempenho financeiro acima da média. Mesmo com essa constatação, o mesmo estudo demonstrou que as empresas com maior índice de diversidade apresentam apenas 10% de mulheres no seu corpo executivo, enquanto no Brasil esse indicador cai para 7,7% de acordo com uma pesquisa realizada pela Deloitte em 2017. No ranking, o Brasil aparece na 37ª posição, apenas à frente do Chile, México, Marrocos, Japão, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos, respectivamente.

Quando se fala de cargos de alta diretoria o cenário é ainda pior. De acordo com uma matéria do Brasil Econômico, a proporção de mulheres que ocupam os principais cargos de liderança no mercado de trabalho permanece ainda muito baixa, com a ocupação por elas de apenas 4% dos cargos de CEO e de alta diretoria – mundial.

Na mesma linha de estudo, a EY revelou que embora executivos de alto escalão reconheçam que a diversidade de gênero seja fundamental para melhorar negócios, os mesmos não estão se esforçando para atrair mulheres para os cargos de liderança. A previsão dos participantes do Fórum Econômico Mundial (WEF) de 2018 é que a paridade de gênero nos cargos de liderança seja alcançada apenas nos próximos 117 anos.

Entre as empreendedoras que participam dessa pequena proporção de mulheres que ocupam a posição de CEO, está Erica Castilho, fundadora da N2N Virtual, uma plataforma que permite a qualquer pessoa criar e gerenciar seu próprio marketplace (shopping virtual) oferecendo recursos de alta tecnologia com custo acessível para pequenas empresas.

Erica conta que sempre foi um ponto fora da curva, já que iniciou no ano 2000 na carreira de Tecnologia da Informação, área dominada por homens. Em 2008, quando fundou sua primeira empresa, sua preocupação era conseguir ter maior liberdade para ter tempo para sua família. Contudo, ela relata que como mulher e empreendedora seu maior desafio foi conseguir ao mesmo tempo lidar com a maternidade e liderar uma empresa.

Ocupando a posição de CEO, ela toma as decisões estratégicas, e por isso a empresa depende muito dela, não permitindo que ela tirasse uma licença maternidade tranquila.

Erica precisou continuar assessorando a equipe e realizando atividades emergenciais e reuniões importantes enquanto lidava com um recém nascido. Embora tenha sido muito desgastante, ela considera que foi mais um entre os muitos desafios que as empreendedoras precisam lidar por ter escolhido abraçar o empreendedorismo.

Antes de fundar sua empresa Érica já ocupava posição de gerência de projetos em uma grande multinacional européia do setor de Tecnologia e prestou serviço para diversas empresas. Ela conta ainda que normalmente nos eventos que participa de empreendedorismo, startups e tecnologia em muitos casos ela é a única, ou uma das pouquíssimas mulheres a realizar apresentações e palestras. Em 2017, quando a N2N Virtual recebeu o prêmio de empresa mais inovadora do salão de inovação do Fórum da RioSoft, ela foi a única representante feminina entre os premiados.

Erica relata que sempre se preocupou em manter mulheres em seu quadro de funcionários, desde que durante a seleção as mesmas demonstrassem as habilidades necessárias para o cargo disponível. Ela considera que a seleção não deve direcionada de acordo com sexo, idade ou nível social, mas sim de acordo com a meritocracia.

Fonte: https://goo.gl/o77PYm

Marketing de conteúdo nas redes sociais representa 20% das ações de anunciante

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Quem entende de marketing digital sabe que todas as verticais são relevantes no processo de conversão do e-commerce, uma vez que impactam o usuário de várias formas, em diferentes momentos. Entre as opções disponíveis para as marcas propagarem seu nome na web, uma tem se destacado: o marketing de conteúdo, especialmente nas redes sociais. Um levantamento da rede de afiliação Awin junto aos seus anunciantes no Brasil mostra que o marketing de conteúdo em plataformas como blogs e Facebook representa 20% de todas as ações realizadas pelas marcas.

Muitas vertentes, inclusive, se misturam. É comum, por exemplo, que sites que trabalham com cashback (como é conhecida a ação de marketing que devolve ao usuário parte do dinheiro que foi pago), ou portais que oferecem cupons de desconto, produzam conteúdo em conjunto com os influenciadores parceiros.

Para Javier Gómez, Head of Publishers na Awin, essa é uma vertical estratégica para o anunciante, porque é capaz de conseguir resultados expressivos tanto do ponto de vista da performance de vendas quanto da construção de marca. “Cada vez mais, a tendência é que o marketing de afiliação se aproxime do universo dos influenciadores, atrelando conteúdos pertinentes de acordo com o público e com as temáticas”, comenta.

Dentro do inbound marketing, segundo Gómez, o segmento que mais tem se destacado e registrado aumento de vendas são canais que abordam temas relacionados à tecnologia. “Alguns dos fatores que influenciaram positivamente estes resultados são a maneira que esses afiliados do setor produzem os conteúdos, priorizando reviews bem detalhados e o chamado unboxing, ou seja, aprática de falar sobre produtos recém-lançados. Acredito que, no futuro, esses serão os grandes geradores de receita do e-commerce nacional”, finaliza.

Fonte: https://goo.gl/pq55QT

Oito tendências digitais para escalar seu negócio em 2018

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Diante das grandes transformações do mundo, um ponto primordial é a inovação, que de fato gera crescimento. Diversas startups e empresas ainda enxergam seus negócios de forma tradicional, engessando seu próprio crescimento sem se atentar para as boas práticas e tendências aplicadas pelo mercado.

Nem todo negócio é igual ao outro, mas o que os diferenciam é o segmento de atuação. O comportamento, planos, visão empreendedora com foco em inovação são os grandes desafios para se ter sucesso e escalar seu negócio.

Abaixo oito tendências digitais para decolar em 2018:

A primeira tendência é o uso de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). A tecnologia prevê gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. Essa solução digital, segundo Fredy Evangelista, CEO daVianuvem, traz redução no uso de papéis para otimizar os processos internos como contratos, notas fiscais entre outros. Este serviço avalia as necessidades específicas do cliente e oferece um sistema modular, o que possibilita a implantação gradativa do GED.

Segunda. Mais que necessidade, o uso e análise de dados e informações para tomada de decisão se tornou indispensável.  Segundo o CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento disponibiliza informações relevantes para sua empresa escalar. Utilizar dados extraídos de grandes volumes da internet é imprescindível para conhecer seu cliente, gerar novos leads e evitar fraudes com compliance.

A terceira é utilizar a tecnologia de big data para conhecer e se comunicar de maneira eficaz com os clientes. Por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics para o setor de marketing e comunicação, atua junto às companhias da área para antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

A quarta tendência é o monitoramento da jornada de consumo nas lojas físicas para a elaboração de ofertas mais assertivas. A Propz oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo e serviços financeiros e é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada. A tecnologia proporciona um aumento de até 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas.

A quinta tendência é a utilização de pesquisas no pós-venda para identificar e resolver os principais problemas e gargalos dos consumidores, para melhorar a relação de consumo entre marcas e seus clientes e transformá-los em fãs. É com essa premissa que a Tracksale, empresa que oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra, se consolida como a principal ferramenta de monitoramento de satisfação de clientes no Brasil. Com tecnologia Net Promoter Score do Brasil (NPS), a plataforma permite que as marcas possam coletar, de forma ágil e fácil, seus feedbacks, feitos por meio de uma única pergunta realizada via e-mail, SMS, websites, widget e aplicativos: “Em uma escala de zero a dez, quanto você recomendaria a empresa e o porquê?”.

A sexta tendência é a Logística inteligente: O avanço da tecnologia possibilita que a gestão de qualquer tipo de negócio seja feita de maneira ágil, eficiente, produtiva e com real redução de custos.Quando o assunto é gestão logística, ainda há obstáculos a superar por se tratar de um setor ainda resistente a implantação de novas tecnologias, atenta a esse gap de mercado, a Cobli – startup paulistana especializada em controle de frotas, telemetria e roteirização, desenvolveu um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial e com mais de um bilhão de quilômetros registrados, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas.

Outra tendência é o uso de soluções antifraude nos e-commerces a fim de garantir a segurança dos lojistas e clientes, além de melhorar a saúde financeira das lojas. Para atender a essa demanda, a Konduto tem como objetivo monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com isso, calcular em menos de 1 segundo a probabilidade de fraude em uma transação on-line. Além disso, o sistema também leva em consideração informações “básicas” da análise de risco, como geolocalização, validação de dados cadastrais e características do aparelho utilizado na compra (fingerprint), gerenciamento de regras condicionais e revisão manual.

O consumidor está cada vez mais exigente antes de adquirir um determinado produto, por isso eles estão em busca de sites que prezam pela transparência e sinceridade e que usam ferramentas como a Trustvox, primeira certificadora de reviews no Brasil, que assegura a veracidade de reviews no Brasil, e que atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes.

Fonte: https://goo.gl/W4oypp

Em ano difícil, analista de sistemas fatura mais de R$250 mil com cursos online

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Os últimos anos foram difíceis para todos os segmentos da economia nacional. A alta taxa de desemprego e a insegurança do mercado de trabalho estimularam muitos brasileiros a procurarem uma segunda oportunidade de fazer dinheiro. Segundo uma pesquisa realizada pela FGV, em parceria com a Fecomércio, desde 2016, mais de 55% dos brasileiros procuram uma fonte extra de renda.

Foi o caso do analista de sistemas Felipe Mafra. Ao procurar um curso para se qualificar na área de Business Intelligence (BI), Mafra notou a ausência de conteúdo relevante na Internet e decidiu encabeçar um novo projeto: compartilhar todo o conhecimento acumulado em 15 anos de experiência trabalhando com Tecnologia.

“Procurei um curso online e não encontrei. Horas depois, abri uma rede social e fui impactado por um post falando da Udemy. Ao explorar a plataforma, tive a ideia de montar um curso gratuito de virtualização e disponibilizá-lo lá, só pra ver o que acontecia”, explica. Nas primeiras duas semanas após ter seu curso aprovado pela curadoria da Udemy, o analista já contava com uma base de mil alunos.

Com foco em profissionais que, como Felipe, têm muito a ensinar, a Udemy foi criada em 2009. De lá pra cá, a empresa que nasceu como startup se transformou em um marketplace global de ensino e aprendizado online, que hoje conta com instrutores, cursos e alunos de diversas nacionalidades. O objetivo é reunir instrutores de todo o mundo que buscam uma ferramenta eficaz para compartilhar diversos tipos de conhecimento, desde técnicas para costura até linguagens complexas de programação.

“Nunca contabilizei o quanto investi e o quanto ganhei pra ser exato, mas, em meu primeiro mês, eu fiz pouco mais de 3 dólares. No segundo mês fiz 170 e fiquei imensamente animado. No terceiro mês, mais de US$ 1 mil e fechei 2017, o primeiro ano, com mais R$ 250 mil. Logo vi que daria certo se eu me dedicasse”, conta o instrutor.

Para Mafra, lecionar online é muito mais difícil do que muitos acreditam. “A modalidade online está ganhando muita força e fazendo as pessoas se adaptarem. Quanto a metodologia, é completamente diferente. Ao gravar uma aula, você tem que pensar em quais podem ser as dúvidas dos alunos e já responder ali mesmo. Presencialmente é muito mais fácil, pois o aluno levanta a mão, fala a sua dúvida e você responde ou diz que isso será abordado mais à frente. Em cursos à distância não. São mais coisas a se pensar na hora de gravar uma aula”, explica.

O bom resultado na venda de cursos fez com que Felipe se dedicasse por completo a carreira de instrutor, hoje, sua principal fonte de renda e que o permite ter flexibilidade para realizar mais coisas na vida pessoal, como buscar a filha, Clara, de 3 anos na creche. “Procurei saber como a Udemy funcionava, sua missão, visão, valores, então vi que se encaixava perfeitamente com o que eu queria: democratizar o conhecimento em um país extremamente carente de educação. Deu certo”, afirma Mafra.

Fonte: https://goo.gl/WmaQAL

Varejo começa o ano aquecido, com crescimento de 3,6% em lojas físicas e 23% no e-commerce

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Seguindo a tendência do segundo semestre do ano passado, a primeira análise de vendas do varejo em 2018 é positiva. Segundo o SpendingPulse, Indicador de Varejo da Mastercard, janeiro apresentou um aumento de 3,6% nas vendas totais, excluindo as vendas de automóveis e materiais de construção, se comparado com o mesmo período de 2017.

De acordo com César Fukushima, Economista-Chefe da Mastercard Advisors no Brasil, o varejo vem apresentando perspectivas positivas desde julho de 2017, mantendo o saldo do mercado em inclinação ascendente. “Apesar de uma economia com vários desafios, o cenário varejista se mantém otimista, reflexo da queda na taxa de desemprego e, consequentemente, do aumento da confiança do consumidor”, ressalta.

Em janeiro, cinco dos sete setores tiveram desempenho acima do esperando, sendo eles supermercado, material de construção, artigos farmacêuticos, móveis e artigos de uso pessoal. Enquanto vestuário e combustível ficaram abaixo.

O e-commerce segue em expansão, sendo novamente o destaque do mês com aumento considerável de 23%, quando comparado ao mesmo período do ano passado. No varejo online, os setores de hobby & livraria, eletrônicos e móveis tiveram desempenho superior à média do canal de distribuição, enquanto os setores de e artigos farmacêuticos e vestuários ficaram abaixo.

Desempenho nas regiões brasileiras em janeiro de 2018: a região Norte (4,3%) teve desempenho acima da média, enquanto Nordeste (2,8%), Sul (3,2%), Sudeste (2,8%) e Centro Oeste (-0,4%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com a mesma época do ano anterior.

Fonte: https://goo.gl/kJR4QV

Estratégias de marketing para seu e-commerce

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O comércio teve uma retomada no fim de 2017 e segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a previsão do crescimento do e-commerce é superar 15% este ano, chegando a um volume de mais 220 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 69 bilhões. Aos poucos o consumidor retoma os gastos e este é o momento de fortalecer os negócios.

Com o objetivo de contribuir com o aumento das vendas e o sucesso do empreendimento, o uso de ferramentas de marketing está cada dia mais presente nas estratégias das empresas e estar presente no meio digital faz toda a diferença para a empresa.

Entretanto, antes de abrir uma loja virtual é preciso escolher a plataforma que seja ideal para o seu negócio. Muitos detalhes são levados em conta para garantir o sucesso de um e-commerce. A estrutura do site, o processo de compra, produtos, preço, frete. São diversos ângulos e todos eles devem ser abordados com cuidado para garantir a satisfação do cliente.

Para isso, a Xtech Commerce, permite que o lojista trabalhe de forma multicanal, além de possuir estratégias que permitem cuidar 360º da inteligência da loja virtual.

Além da plataforma é preciso investir com assertividade. Um grande problema que acontece dentro do mercado é referente aos investimentos em estratégias de marketing. O empreendedor começa a colocar dinheiro em campanhas, anúncios de Facebook, Adwords, sem conhecer exatamente o seu público. Antes de fazer investimentos procure conhecer o seu cliente, dialogue e saiba como chegar até ele.

Usar a tecnologia de big data para isso é uma ótima estratégia. A Zeeng, por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, atua junto às companhias da área de comunicação e marketing para antecipar movimentos estratégicos de concorrentes, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

Investir em anúncios digitais é importante para todos os tipos de negócio. A GhFly é uma agência referência em marketing digital e líder em performance. Em forte expansão no mercado brasileiro é especializada em gestão de campanhas criativas e inovadoras com foco em resultado, aliando mídia online com um formato de consultoria.

Fonte: https://goo.gl/DWY4Cf

Transformação Digital: o que a sua empresa tem a ver com isso?

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Transformação Digital é um conceito que abrange a sua empresa, mesmo que ela ainda não tenha se conscientizado. Vai além do uso de tecnologias para “resolver problemas pontuais”.

Está associado ao que chamo de “Digital Mindset”: uma completa mudança na forma de entender e aplicar a tecnologia. Abrange a visão sobre como a companhia, as pessoas e os processos deveriam evoluir para conquistar valor para os diversos stakeholders: acionistas, consumidores, funcionários, governo, comunidade.

Transformação digital é uma das tendências mais importantes do universo dos negócios. Orienta sobre como as empresas devem trabalhar, comercializar e inovar para competir numa economia digital em constante mudança. De maneira profunda e irreversível, está modificando as relações entre indivíduos e o próprio ambiente de negócios, impactados por uma ampla gama de desafios, mas também de oportunidades. Compreender em que nível de “maturidade digital” a companhia se encontra é imperativo. Cada estágio serve como um balizador para orientar a mudança de dentro para fora.

Segundo a consultoria tecnológica Altimeter, autora de um estudo que pontua os principais níveis de Transformação Digital em empresas, a consciência acerca da própria realidade auxilia as organizações a: 1) entregar experiências significativas e valiosas para clientes e colaboradores; 2) Desenvolver mentalidade empresarial, modelos e operações para superar concorrentes; 3) Criar produtos e serviços inovadores, reduzindo ameaças de tecnologias disruptivas; 4) Acelerar iniciativas de “go-to-market”, alavancando relevância e retorno financeiro; 5) Desenvolver ações mais efetivas para enfrentar novos competidores.

Conheça os seis principais estágios da Transformação Digital dentro das empresas:

1- Business As Usual (negócios como sempre fizemos)

A maioria das empresas tradicionais se encontra neste nível: trabalham a partir de uma única visão de negócio, legada de gestões passadas; do que lhes é familiar. Elas acreditam que existe apenas um único caminho a ser trilhado. Podemos resumir com a frase: “em time que está ganhando não se mexe.”

2- Present and Active (presente e ativo)

Geralmente, é o estágio em que as empresas estão mais abertas à Transformação Digital. Como o próprio nome diz, elas passam a ser mais ativas. Ações isoladas e dispersas de experimentação e de inovação digital, com foco no desenvolvimento e na melhoria de processos específicos, já começam a ser percebidas. As companhias que se encontram neste nível já contam com agentes de mudança preocupados em implementar tendências digitais nos processos.

3 – Formalized (formalizado)

É o estágio em que o senso de urgência atinge a empresa. As iniciativas tornam-se mais ousadas e os agentes de mudança buscam apoio da direção para novos recursos tecnológicos. A experimentação passa a ser intencional e executada em níveis mais altos na organização. Investimentos estratégicos em pessoas, processos e tecnologias se tornam reais. Começam a surgir insights que guiam a empresa na “estrada” da Transformação Digital.

4 – Strategic (estratégico)

As empresas deste nível já entendem o digital como prioridade. Os agentes de mudança criaram, finalmente, o senso de urgência imprescindível para estimular as transformações. Grupos e equipes de trabalho na organização já reconhecem a importância da colaboração. A transformação digital é parte no desenvolvimento de planos estratégicos, com responsáveis, ações e investimentos definidos.

5 – Converged (convertido)

A Transformação Digital já está no DNA da empresa. Voltadas aos objetivos empresariais e centradas no cliente, as estratégias e ações passam a ser geridas por times dedicados a unificar processos ao passo em que também visam oferecer experiências integradas e consistentes. A nova infraestrutura envolve o desenvolvimento de papéis, expertise, modelos, processos e sistemas para apoiar a transformação como um todo. A tecnologia tem um propósito tanto na integração voltada para o cliente quanto no back-office.

6 – Innovate and Adaptive (Inovador e Adaptável)

A Transformação Digital já não é um caminho a ser trilhado, mas a própria forma como a empresa caminha. Este é o sexto e último estágio. As lideranças reconheceram que a mudança é constante e que a transformação digital se tornou um modelo de negócios. Um novo ecossistema está apto a identificar e agir em relação às tendências da tecnologia e do mercado. O foco agora é sempre inovar e estar pronto para se adaptar às mudanças que ainda estão por vir.

Fonte: https://goo.gl/iRtrwd