O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

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Em 2021, o mercado mundial do marketing de influência é avaliado em 13,6 bilhões de dólares, de acordo com dados do site Statista. Só no Brasil, o setor movimenta R$ 10 bilhões – ou mais até, em algumas projeções.

microinfluenciadores O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Segundo a “Pesquisa de ROI e Influência 2021”, de YOUPIX e AlgoritmCOM, para 71% das empresas brasileiras entrevistadas o marketing de influência é parte importante da comunicação. Um percentual idêntico de empresas declarou que pretendia aumentar neste ano os investimentos em relação a 2020.

O aquecimento do setor traz uma maior expectativa de resultados e, com isso, a importância de se adotar estratégias eficientes na relação com criadores de conteúdo. E uma das formas de se aumentar a eficiência é usando microinfluenciadores na comunicação digital da sua marca.

Entenda o porquê disso a seguir.

 

O que são microinfluenciadores?

Microinfluenciadores são criadores de conteúdo com contas de até 50 mil seguidores nas redes sociais. Diferentemente dos influenciadores com milhões de fãs na internet, os microinfluenciadores têm um conteúdo segmentado, seja pelo alcance regional, seja pelos temas abordados em suas publicações.

Muitos criadores nessa faixa de público são especialistas em determinada área de interesse, como finanças, tecnologia, educação, bem-estar, gastronomia, beleza, pets… Mas outros tantos são personalidades regionais com forte presença virtual, podendo também ter algum vínculo com as mídias tradicionais.

A maioria desses microinfluenciadores está no Instagram, rede em que ocorre 72% das ações de marketing de influência, segundo uma pesquisa da Comscore. Porém, justamente por eles atuarem em nichos, voltados a públicos específicos, não podemos reduzir o marketing de influência ao Instagram.

Temos criadores focados no Twitter, no LinkedIn, no YouTube e também nas novas redes que estão conquistando um grande número de usuários rapidamente, como o TikTok.

funil-conversao-piramide-influencia O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Por que usar microinfluenciadores na comunicação digital?

Agora, o fato de esses influenciadores terem um menor número de seguidores que as grandes estrelas da internet não quer dizer que o poder deles seja menor.

O uso de microinfluenciadores na estratégia de marketing está diretamente relacionado à pirâmide de influência. Isto é, se você deseja o maior alcance possível no topo do funil de vendas, as celebridades virtuais são o caminho adequado, mas se espera argumentos mais aprofundados de venda, os microinfluenciadores são mais indicados para a etapa de decisão, no fundo do funil.

Como comentamos, muitos microinfluenciadores são especialistas em conteúdos de nicho, o que lhes dá mais propriedade para falar sobre certos assuntos de interesse da marca. Daí que o poder de influência seria maior, por exemplo, do que uma grande celebridade que nada tenha a ver com tais assuntos.

A partir disso, podemos explicar o porquê de usar microinfluenciadores na comunicação digital com base em três pontos.

 

Credibilidade em temas específicos

Esses influenciadores são pessoas que conquistaram sua base de fãs em cima de uma linha de atuação específica. Então, quando postam a respeito de algo, os seguidores confiam na experiência dessas pessoas.

Por isso, microinfluenciadores são ótimos para incluir na sua estratégia de marketing de influência, porque ajudam a converter o consumidor mais cético, mas que confia no produtor de conteúdo. São ainda mais válidos em produtos ou serviços com jornadas de compra mais longas, com decisões cautelosas.

 

Maior proximidade do público

Quanto maior o número de seguidores, maior também é a procura das marcas para fazer parcerias com os influenciadores. E quanto mais comercial se torna um perfil, menor é a tendência de o público sentir proximidade com a pessoa.

Por outro lado, um microinfluenciador terá um conteúdo mais focado, reduzindo as chances de ele trabalhar com muitas empresas ao mesmo tempo. Ele é percebido também como alguém mais alcançável, mais próximo do público.

 

Maior engajamento e menor custo

Outro fator interessante é que esses microinfluenciadores – por causa da credibilidade, do foco e da proximidade – costumam ter taxas de engajamento melhores do que em contas gigantescas.

Por exemplo, uma análise da Markerly abrangendo 800 mil usuários do Instagram descobriu o seguinte: o pico de envolvimento com postagens ocorre em contas contando entre mil e dez mil seguidores.

Para concluir, vale destacar que uma conta com até 50 mil seguidores custará menos por cada publipost do que outra com 5 milhões. Assim, você tem uma conta com eficiência de conversão no fundo do funil, ótimo engajamento e um custo mais acessível para suas campanhas de marketing.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-poder-dos-microinfluenciadores-na-comunicacao-digital/

O que são metodologias ágeis e quais são as principais?

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Como ter uma vantagem competitiva no mercado e criar soluções que atendam às necessidades do público, que estão sempre em rápida evolução? No setor de tecnologia, parte da resposta está no processo de desenvolvimento. Para haver soluções ágeis, são necessárias metodologias ágeis por trás delas.

Você provavelmente já ouviu falar sobre elas. Talvez tenha lido nomes como Kanban, Scrum e Lean pela internet. Mas do que isso se trata, de fato?

Não é preciso complicar o assunto. Vamos apresentar o básico das metodologias ágeis para mostrar as vantagens delas, alguns exemplos de métodos e até como aplicar na sua empresa. Acompanhe!

metodologias O que são metodologias ágeis e quais são as principais?

O que são metodologias ágeis?

O conceito de metodologias ágeis se consolidou nos anos 1990, dentro da área de desenvolvimento de software, como forma de atualizar a gestão de projetos à dinâmica das soluções tecnológicas.

O processo de desenvolvimento baseado em etapas em cascata (planejamento, design, construção, teste e entrega) pode ser ótimo para calçados e carros, mas não tanto para a criação de aplicativos, por exemplo. As metodologias tradicionais ou clássicas são mais adequadas para quando se sabe o que fazer e como fazer. Já as metodologias ágeis são indicadas a projetos inovadores, como os de tecnologia, em que se “o caminho se faz ao caminhar”. Nestas, o prazo para entregar o projeto é a única certeza.

Em resumo, as metodologias ágeis dividem o desenvolvimento de produtos em ciclos que vão incrementando funções à solução. Esses ciclos são curtos, durando entre uma e quatro semanas, o que acelera as entregas, os testes e as validações com clientes ou público final.

Cada período desses é chamado iteração ou sprint. Neles, equipes interdisciplinares trabalham em simultâneo, cada qual em suas tarefas. A comunicação entre os profissionais, portanto, deve ser contínua e transparente, mantendo todos informados sobre o status de cada etapa.

Na prática, isso permite colocar produtos no mercado com maior rapidez, menos erros e maior alinhamento com as necessidades de cada momento. Também reduz a necessidade de planejamentos distantes, que podem tornar-se desnecessários com mudanças no projeto, e dá maior poder de adaptação à equipe.

Vantagens de usar uma metodologia ágil em projetos

Soluções que levariam meses ou anos para serem desenvolvidas podem ser aceleradas para ficarem prontas em semanas.

Vamos usar o cenário de transformação rápida da pandemia como exemplo. No início do distanciamento social em 2020, restaurantes e lanchonetes precisaram migrar para o sistema de entrega. Mas havia um problema nisso: os aplicativos mais famosos do mercado cobram taxas de até 30% sobre o valor pedido.

Aí entra a Zygo com o Delivery do Bem. Com uma solução mínima viável, no fim de março de 2020 o produto já estava no ar, sem cobrança de taxas e atendendo à necessidade dos negócios locais. Isso reflete uma das lições das metodologias ágeis: é melhor ter uma ferramenta mais simples, mas que funciona no contexto em que é apresentada, do que aguardar por uma solução mais complexa que chega atrasada ao mercado.

Então, podemos condensar as vantagens das metodologias ágeis da seguinte forma:

  • Desenvolvimento de produto mais rápido. Com isso, o retorno também é antecipado.
  • Maior satisfação. No caso de clientes, como eles participam mais ativamente do processo, na apresentação do resultado de cada sprint, quaisquer desvios no projeto são corrigidos ainda cedo. As entregas, assim, são mais alinhadas às expectativas e necessidades que surjam no decorrer do desenvolvimento.
  • Maior validação. Em vez de um grande teste ao final, são feitos vários testes ao longo de todo o projeto. Para o usuário final, significa chegar a uma experiência desejada mais rapidamente.
  • Aumento de foco. Ao dividir o projeto em blocos, fica mais fácil visualizar os objetivos de cada momento. Isso tem um impacto positivo também na qualidade de cada entrega.
  • Reduz retrabalho. Mais testes e alinhamento constante economizam o precioso tempo da equipe, evitando que ela siga por meses em uma direção errada.

Exemplos de metodologias ágeis

Kanban

Kanban é o jeito mais fácil de aplicar uma metodologia ágil na sua empresa, mesmo que esteja longe de desenvolver aplicativos ou softwares.

Este método é extremamente simples e visual. Nele, as atividades de um projeto são organizadas em três colunas:

  • para fazer
  • fazendo
  • feitas

Elas podem ser dispostas em papéis coloridos em uma parede ou estruturadas virtualmente em uma ferramenta como o Trello. O importante é manter atualizada a evolução de cada tarefa.

Scrum

Scrum é a metodologia ágil mais famosa e pode ser usada em combinação com outras desta lista.

Por meio dela, são definidas três funções essenciais em um projeto:

  • Product owner (“dono de produto”) atua como um representante do cliente ou do usuário final, com a tarefa de garantir que todas as funcionalidades do produto sejam entregues em ordem de prioridade e de acordo com os requisitos necessários. É um gestor.
  • Scrum master é um facilitador da equipe, mantendo os demais focados e seguindo as práticas de Scrum.
  • Scrum team (time de scrum) são os desenvolvedores que vão construir, iteração a iteração, cada uma das funcionalidades desejadas no produto.

Na metodologia Scrum, são feitas reuniões diárias de atualização das etapas com o que foi feito desde a última reunião e o que se pretende produzir em seguida. Isso permite fazer ajustes no processo para a conclusão de cada sprint, que dura até 30 dias.

eXtreme Programming (XP), ou programação extrema

O método ágil XP, assim como os demais, baseia-se na divisão do projeto em fases curtas e priorização de funcionalidades que serão entregues em cada fase.

No entanto, algumas características dele se destacam. A primeira delas é a simplicidade: fazer o que o cliente ou usuário final deseja como solução, sem inventar além do necessário.

A segunda é o maior envolvimento do usuário. Por meio de depoimentos ou histórias, coletam-se as funcionalidades esperadas. Por exemplo, ao criar um aplicativo de exercícios, pode-se entrevistar alguns representantes do público-alvo para descobrir os hábitos deles e como uma solução digital seria útil na rotina.

A partir disso, são definidas as prioridades de cada iteração, para então serem validadas por esses usuários.

Por fim, outra característica marcante do XP é a programação em pares. Dois programadores trabalham juntos, um como “motorista” e outro como “navegador”, revezando-se. A ideia é que um revise, questione e apoie o outro em tempo real, poupando tempo de desenvolvimento e contribuindo para a maior qualidade nas entregas.

Feature-Driven Development (FDD)

Esta metodologia pode ser traduzida como “desenvolvimento orientado pelas funcionalidades”. Isto é, no método FDD, as novas funcionalidades são trabalhadas de forma incremental e por ciclos de construção. Estes não devem durar mais que duas semanas.

Primeiro começa-se com uma visão geral do negócio ou do problema que precisa ser resolvido com o projeto. Então, é feita uma lista com as funções necessárias que o produto deve ter, em ordem de prioridade. Isso dura entre uma e duas semanas.

A parte seguinte refere-se a design e construção. Se alguma das funções for complexa demais para o prazo de duas semanas, ela deve ser dividida em partes menores.

Ao fim de cada ciclo, são feitos testes e inspeções no código da funcionalidade desenvolvida, antes de se passar para a próxima na lista.

Lean startup, ou startup enxuta

A metodologia Lean ajudou a popularizar o conceito de produto mínimo viável. Ou seja, “a versão de um novo produto que permite coletar o máximo de validação sobre os consumidores, com o mínimo de esforço”, nas palavras de Eric Ries, autor do livro A Startup Enxuta.

Ela visa a reduzir ciclos de desenvolvimento de produtos, identificar gargalos e testar modelos de negócio sem grande perda de tempo ou de recursos. Por isso é comumente usada no ecossistema das startups, para validar ou rejeitar ideias em um processo de construir protótipos, experimentar junto ao público e aprender com os dados.

Ainda que as metodologias ágeis tenham surgido no setor de tecnologia, os princípios de organização de prioridades, entregas mais curtas entre si e muitos testes e alinhamentos ao longo do processo podem ajudar quaisquer empresas.

Fonte: https://negociossc.com.br/

7 tendências de Marketing Digital para 2021

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O marketing digital ganhou um novo impulso em 2020 e, sem dúvida, maior importância durante a pandemia. Com isso, as marcas precisaram rever o investimento na internet para se adequarem ao comportamento mais conectado do consumidor.

tendencias-de-Marketing-Digital-para-2021 7 tendências de Marketing Digital para 2021

Inclusive, uma tendência de marketing digital para 2021 é aumentar o investimento nessa área.

Em pesquisa com 2,1 mil pessoas, a Adaction revela que 76% de gestores de marketing e executivos têm a intenção de investir mais em marketing digital em 2021. Isso significa que as marcas que já o faziam terão mais concorrência pela atenção do consumidor e precisarão diferenciar-se.

A seguir, trazemos algumas ideias de como elevar sua estratégia digital, especialmente em relação a redes sociais, conteúdo e SEO.

Tendências de marketing digital para 2021

1. Redes sociais: poucas e boas

Em 2018, quando a fabricante de veículos Tesla abandonou o Facebook, abriu-se uma discussão entre as grandes marcas sobre a real necessidade de elas estarem presentes em todas as redes sociais. Desde então, empresas como a Lush, do ramo de beleza, têm abandonado algumas dessas redes.

Se considerarmos que a maioria das empresas conta com poucas pessoas no marketing e o número de canais virtuais é cada vez maior, ter foco é essencial para alcançar bons resultados com a estratégia digital.

Em vez de produzir mais conteúdo para as redes, deve-se produzir melhor. Para isso, vale considerar na escolha dos canais mais adequados para a marca:

  • É onde o público-alvo está?
  • Funciona como um canal de atendimento rápido ao consumidor?
  • No caso de venda de produtos, a rede permite compras nela?

Uma pequena empresa local pode precisar apenas de uma ou duas redes e não há problema em abrir mão das outras, se o trabalho mais focado traz melhor resultado. Além disso, existem outras formas de estar presente nas redes sociais indiretamente.

2. Microinfluenciadores

Uma forma de a marca posicionar-se nas redes sociais sem necessariamente ter um perfil forte por si própria é por meio de microinfluenciadores. Isto é, aqueles influenciadores com menor número de seguidores, mas geralmente com uma base mais engajada e bem segmentada.

Por terem menos seguidores, essa parceria pode sair bastante em conta para a empresa, considerando o custo-benefício de alcançar diretamente o público-alvo.

Essa pode ser uma maneira interessante de estar presente em uma rede como o TikTok sem precisar criar um perfil próprio e criar conteúdo para ela. Ou até mesmo de atrair mais seguidores nas redes em que a marca já esteja presente, a exemplo do Instagram.

3. Conteúdo gerado pelo usuário

Agora, se o objetivo é tornar sua própria rede mais relevante e aumentar o engajamento dos seguidores, a tendência de marketing digital a seguir é a do conteúdo gerado pelo usuário.

Isso quer dizer que a marca incorpora à comunicação os conteúdos criados pelos consumidores-fãs. É o caso, por exemplo, de uma marca de roupas que aproveita os looks postados pelas clientes. Mas a iniciativa também pode partir do marketing, propondo ações na internet que gerem material para ser publicado posteriormente.

De certo modo, essa estratégia funciona como a dos microinfluenciadores. Cada consumidor passa a influenciar, então, o próprio círculo social ao postar e marcar a empresa nas postagens dele.

4. Conteúdo interativo gera engajamento

Falando em engajamento, criar conteúdo interativo pode ser muito bom para aumentar as interações com suas postagens e artigos, além de estimular o alcance orgânico deles.

Quizzes, enquetes, jogos, infográficos interativos, pesquisas e simuladores são formatos de conteúdo interessantes para incluir na sua estratégia digital de 2021. Eles colocam o consumidor como criador, como protagonista, e isso é capaz de atrair mais a atenção do que uma leitura passiva.

Você ainda pode combinar isso com outra tendência das redes sociais: o conteúdo efêmero. Ou seja, aquelas postagens com exibição limitada de tempo, como os Stories do Instagram. Assim, tem-se também o apelo da urgência para gerar mais engajamento.

5. Minimalismo digital

Em contraposição à crescente complexidade e agitação do mundo, existe um movimento de se procurar refúgio em vivências mais simples. Disso desponta o maior interesse pelo minimalismo nas várias esferas da vida.

Minimalismo aí pode ser entendido como simplicidade. As pessoas buscam por processos mais simples, uma rotina mais tranquila e um consumo mais consciente. Na estratégia digital, as marcas também podem adotar essa filosofia de que menos é mais, como vimos com relação à presença nas redes sociais.

6. Posição zero do Google

Os featured snippets são outra tendência de marketing digital para 2021. Assim é chamada a posição zero do Google, porque se trata de um resultado que aparece em destaque e acima nas buscas, trazendo uma resposta mais completa à dúvida do usuário.

Entender como conquistar essa posição zero é importante porque coloca a marca em evidência na página de resultados, à frente das concorrentes. Com isso, a autoridade dela sobre o assunto também aumenta.

Mais ainda: os featured snippets são a base para muitos resultados de pesquisa por voz. Segundo a Backlinko, em 40,7% das consultas em assistentes de voz as respostas vêm da posição zero do Google.

7. SEO local

SEO local refere-se às práticas para ajudar na encontrabilidade de um negócio nas buscas por soluções perto do consumidor. Por exemplo, toda vez que alguém digita em um buscador “farmácia perto de mim” ou “loja de tintas em Joinville”, a localização é um fator crucial na entrega dos resultados da busca.

Essa recomendação de SEO ganhou importância na pandemia, com a movimentação mais restrita de pessoas. Mas ela continuará sendo uma forte tendência de marketing digital ao lado de outra tendência: a popularização do trabalho remoto. Com a menor necessidade de deslocamentos de trabalhadores, aumenta a necessidade por soluções mais próximas de casa.

Mas como melhorar o SEO local da empresa? Um bom começo é preencher corretamente seu perfil no Google Meu Negócio e incluir termos regionais nas palavras-chave da sua estratégia digital.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/

Planejamento de Marketing Digital 2021: Como fazer?

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Em 2020, por conta da pandemia do coronavírus, o Marketing Digital se tornou a principal estratégia das empresas para aumentar suas vendas. Para continuar prosperando em 2021 – ou retomar seu crescimento -, é essencial que as empresas já comecem a construir seu planejamento de Marketing Digital para ele.

Planejamento-de-Marketing-Digital-2021 Planejamento de Marketing Digital 2021: Como fazer?

Pois é a partir desse planejamento que as empresas serão capazes de identificar aquilo que as tornam únicas e como se comunicar melhor com seu público, além de revelar novas oportunidades para expandir sua presença em um mercado cada vez mais competitivo.

Mas se você não sabe por onde começar, fique tranquilo. Para ajudá-lo a se preparar para o próximo ano trouxemos neste artigo algumas dicas de como construir um plano de Marketing Digital para 2021 de maneira prática e assertiva. Confira!

Realize um diagnóstico da situação atual do seu negócio

O ponto de partida é analisar a situação atual do Marketing Digital do seu negócio. Isso vai ajudá-lo a entender melhor quais são os pontos mais fortes das suas estratégias e ações digitais e quais as que têm mais problemas a serem resolvidos, além de mostrar quais são os fatores externos à sua empresa, que podem impactar nos seus resultados de forma positiva e negativa. Para não errar, siga este roteiro:

Durante essa fase faça as contas…

– Determine quantos leads você precisa para atingir seus objetivos atualmente.

– Identifique a quantidade de leads gerados em cada etapa do funil de vendas.

– Calcule os custos do seu lead.

– Descubra a quantidade de receita que um lead gera.

– Veja qual é a frequência de conteúdo compartilhado nos diferentes canais de comunicação.

Tente responder às seguintes perguntas:

– Qual é a posição do seu site no Google?

– Qual a origem do seu tráfego?

– O processo de marketing e vendas está bem definido?

– As metas estão sendo alcançadas?

– Quais são os seus principais concorrentes?

– Todas as estratégias de Marketing Digital estão sendo exploradas?

Identifique seus objetivos de Marketing Digital

É importante definir objetivos e metas para que você e sua equipe saibam exatamente o que desejam alcançar de forma online, bem como saberem onde suas ações devem levá-los. Principalmente neste período de incertezas em que programar o futuro é ainda mais desafiador.

Aqui estão alguns exemplos de objetivos e metas comuns no Marketing Digital:

  • gerar 30% a mais de leads qualificados pelo time de marketing em 6 meses;
  • aumentar as vendas em 10% no prazo de 1 mês;
  • otimizar as conversões no funil de vendas em 15% em um trimestre;
  • aumentar a produtividade da equipe em 5% no prazo de 2 meses;
  • aumentar o conhecimento da marca entre o público-alvo;
  • melhorar o retorno sobre o investimento em 25% até o final do ano.

Reformule as estratégias de Marketing Digital

Agora que você já tem seus objetivos e metas bem definidos, está na hora de transformá-los em ação para alcançá-los. Ah, não se esqueça das informações obtidas no diagnóstico sobre o seu negócio, pois é ele quem vai dizer quais são os pontos que precisam ser melhorados e quais oportunidades podem ser aproveitadas.

Por exemplo, se a taxa de conversão do funil de vendas está aquém do esperado, pode ser que haja problemas na jornada de compra do consumidor, como a mudança nos canais de comunicação que seu público-alvo está.

Isso pode ter acontecido devido à mudança de hábito de consumo da população durante a pandemia, como o aumento do uso das redes sociais e compras por aplicativos. Portanto, é fundamental reformular suas estratégias de Marketing Digital.

Comece pelos seguintes fatores:

Personas e jornada de compra

Por conta dos novos hábitos de consumo, houve uma mudança no perfil de cliente ideal. Para evitar que você desperdice recursos em estratégias e ações que não funcionam mais para esse novo público, é essencial redesenhar sua persona e a jornada de compra. A partir daí desenvolver uma nova comunicação com esse público.

Posicionamento

Se você quer ter sucesso com suas estratégias de Marketing Digital também deve saber  como a sua marca precisa se posicionar diante do mercado, principalmente no pós-pandemia, como mostra o estudo Creative Insights 2020. Segundo ele, os consumidores procuram por empresas que adotem uma postura social ativa. Isso deve estar relacionado com o propósito da sua marca.

Canais de comunicação

Como já vimos, o uso das redes sociais se intensificou durante o período da pandemia. Por isso, as empresas devem estar mais preparadas para dedicar mais recursos ao Marketing Digital nas redes sociais. As pesquisas nos mecanismos de buscas também aumentaram, o que faz com que o Google também mereça uma atenção especial no próximo ano.

Conteúdo e campanhas

Também vimos neste ano, que humanizar o atendimento e intensificar o diálogo entre as marcas e os consumidores se tornou um diferencial. Por isso, no seu planejamento de Marketing Digital para 2021 não se esqueça de personalizar a produção de conteúdos e campanhas de acordo com as necessidades do seu público.

Crie um plano de ação de Marketing Digital

O próximo passo é montar o seu plano de ação. Para tanto, descreva todas as atividades que serão realizadas para atingir cada objetivo traçado, bem como o prazo para começar cada projeto e o prazo previsto para obter os resultados desejados, além de definir os responsáveis por cada atividade.

Veja só este exemplo:

Objetivo: gerar leads qualificados para as vendas.

Atividades:  – Redefinir a persona e reformular a jornada de compra do consumidor;

– Fazer um fluxo de nutrição de leads por meio do e-mail marketing;

– Otimizar a forma como os conteúdos são distribuídos ao longo do funil de   vendas;

– Atrair mais tráfego qualificado para as páginas de vendas;

– Acompanhar o lead scoring em tempo real.

Início do projeto: 01/02/2021

Prazo previsto para o resultado: 31/07/2021

Responsável: equipe Alpha

De nada adianta ter um plano de ação se você ou sua equipe não acompanharem os resultados das ações realizadas, pois medir cada ação permite descobrir o que não está funcionando para atingir os objetivos traçados. Então, faça correções em tempo real. Como realizar esse monitoramento?

Defina uma métrica específica para cada objetivo traçado e estabeleça uma rotina para monitorá-la. Se você quer gerar 30% a mais de leads qualificados em 6 meses, por exemplo, então precisa acompanhar a taxa de conversão em cada etapa do funil de vendas mensalmente.

Pronto para começar o planejamento de Marketing Digital para 2021?

O Marketing Digital pode ser o seu grande aliado na tarefa de fazer com que o seu negócio seja um grande sucesso em 2021. Mas, para que isso realmente dê certo, é essencial fazer um bom planejamento de Marketing Digital. Esperamos que essas dicas possam ajudá-lo com isso.

Fonte: https://negociossc.com.br/

Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

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No universo do marketing digital, a palavra-chave é um capítulo à parte e que merece grande atenção. Especificamente no inbound marketing, é a ponte que conectará seus conteúdos ao interesse do público e um fator de otimização para seus anúncios em buscadores.

Quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

Portanto, a palavra-chave é um elemento de destaque na comunicação on-line. Ela está nos títulos de páginas, artigos, vídeos e, como dissemos, anúncios nas buscas. Inclusive, tem um papel necessário em SEO mesmo quando não está visível, em meta tags e descrições de imagens.

Por ter esse lugar de proeminência, é comum que se queira estampar o nome da marca, dos produtos ou serviços, ou até mesmo um slogan em todas as ocasiões. Afinal, quem deixaria de estampar a identidade da marca em um outdoor, por exemplo?

O problema com essa prática é que ela pode acabar prejudicando seus resultados. Entenda, então, quando utilizar expressões ou nomes proprietários nas palavras-chave e quando evitar isso.

Entendendo as palavras-chave

Antes de avançarmos, há alguns conceitos fundamentais para compreender na escolha de qualquer palavra-chave.

1) Sem interesse de busca não há solução
Por mais importante que seja uma palavra-chave para seu negócio, seja o nome da marca, seja o nome de um produto ou serviço, primeiramente é preciso despertar o interesse do público para ela. Se ninguém utiliza de fato o nome nas buscas, ele não trará resultados significativos.

A escolha de palavras-chave deve se atentar sempre ao que o público já está pesquisando. Mas como saber isso?

Um caminho mais simples é consultar uma ferramenta digital como Ahrefs Keyword Generator ou Ubersuggest para saber o volume de buscas mensais por certo termo de busca. Basta inserir o nome da marca, dos produtos, serviços ou o slogan e ver qual é o nível de interesse por eles.

Outra forma de analisar essa questão é pelo Google Search Console. Por meio dele, é possível saber quais palavras-chave estão gerando mais acessos para suas páginas. Então, compare se são nomes proprietários ou termos mais amplos que interessam ao seu negócio.

2) Limite de caracteres no título
Em anúncios de resultados pagos ou mesmo na busca orgânica, há um limite bastante restrito de caracteres para aproveitar. No título de páginas e artigos, por exemplo, alguns plugins de SEO e plataformas de conteúdo trabalham com a margem de 60 caracteres. Ou seja, todas as palavras que você escolhe para aparecer nessa vitrine digital devem ser bem pensadas.

Se um nome proprietário ou slogan ocupa um espaço sem trazer muitos acessos que poderia ser mais bem destinado a outra palavra-chave, o melhor é evitá-lo.

3) Relevância
Os resultados em motores de busca são apresentados em ranking de relevância para o usuário. Nesse caso, se uma empresa está ocupando o título de um artigo de blog ou anúncio com palavras desnecessárias, ela pode perder relevância e ficar abaixo das concorrentes.

Nesse sentido, além dos nomes proprietários, as categorias de blog podem ser omitidas para se focar no essencial. Inclusive, a Moz fez um teste apagando do resultado das buscas a tradicional “Whiteboard Friday” e teve um aumento de 20% nas sessões dos links.

4) Chamada para ação
As palavras-chave dão destaque nas buscas, mas é preciso caprichar na frase para atrair os visitantes. Portanto, no caso de artigos e anúncios, pense sempre em títulos com chamadas para ação ou faça com que sejam ao menos instigantes. Se a empresa estiver ocupando esse curto espaço com nomes, fica mais difícil encaixar um bom apelo para o usuário clicar.

Quando usar nomes ou slogans como palavra-chave no título?

Resumindo as considerações até aqui, a escolha deve se basear nos seguintes fatores:

se o público usa o nome ou slogan nas pesquisas;
se funciona dentro de um espaço limitado;
se não prejudica a relevância do link;
se permite criar um título instigante.

A partir disso, vamos ver dois exemplos de marcas que usam ou deixa de usar nomes nos títulos.

Começando pelo Magazine Luiza, a empresa também é conhecida pelo nome Magalu e utiliza as duas versões no resultado da busca tanto por “Magazine Luiza” quanto por “Magalu”.

Há dois motivos para esse uso conjunto. Primeiro, há alguns anos a empresa, já bastante conhecida no cenário nacional, tem investido na comunicação do nome Magalu. Isso nos leva ao segundo ponto: o público realmente usa “Magalu” nas buscas.

Segundo o Ahrefs, são 12 milhões de buscas por “Magazine Luiza” por mês. “Magalu” recebe outro 1,5 milhão, portanto 12,5% do nome principal.

A lição que fica é que se pode despertar o interesse do público por diversos nomes de uma mesma empresa, mas é preciso ter uma comunicação duradoura que traga essa informação e inspire o interesse. Para isso, é possível utilizar meios fora da internet que cumpram essa função, como a televisão, a rádio e os jornais impressos.

E quando não usar?

Vejamos agora um caso de uma grande marca mais econômica no uso de nomes, o WhatsApp. Apesar de ser popularmente conhecido por algumas variações, você não verá, por exemplo, a utilização de Zap nos títulos.

Os motivos para isso seguem a mesma linha de raciocínio do Magazine Luiza, embora em direção oposta. Em vez de flexibilizar a nomenclatura de seus produtos, o Facebook é mais centralizador. Mas os dados justificam essa escolha.

De acordo com Ahrefs, há 23 milhões de buscas por mês, no Brasil, por “WhatsApp”. Enquanto isso, “Zap” recebe apenas 457 mil, ou 2,3%. Pior ainda: essa pesquisa é diluída entre outras marcas. “Zap Imóveis”, por exemplo, recebe 523 mil buscas por mês.

Aumente o interesse pela marca

A resposta para turbinar seu inbound marketing está… no próprio inbound marketing, mais especificamente no marketing de conteúdo. O que sua empresa deve fazer agora é diversificar os pontos de contato com o público para ele descobrir seu negócio e interessar-se.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave

Comportamento das lideranças de Marketing na Pandemia

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A crise gerada pela pandemia de Covid-19 exigiu um nível de superação ainda maior das lideranças de Marketing.

Restrições ao funcionamento dos negócios, novos modelos de trabalho, mudanças drásticas no consumo tanto de produtos quanto de mídia e conteúdo, tudo isso se misturou em um turbilhão de inquietações para esses líderes.

No entanto, algumas das maiores lideranças de marketing no Brasil mostram um caminho possível em meio à crise. É o que mostra um estudo da Orbit, empresa especializada em ciência de dados, ao analisar o comportamento de CMOs, VPs de marketing e diretores e diretoras de marketing das principais marcas no País.

As principais conclusões desse estudo você confere a seguir, que servem de inspiração para profissionais da área que atuem em empresas de quaisquer portes.

comportamento-das-liderancas-de-marketing-na-pandemia Comportamento das lideranças de Marketing na Pandemia

Com a palavra, as lideranças de marketing

O estudo da Orbit buscou averiguar quais foram os assuntos mais abordados pelas lideranças de marketing durante a pandemia. Essa análise permite fazer algumas observações importantes a respeito das movimentações nos últimos meses.

Para isso, foram monitorados os posts públicos no LinkedIn desses líderes entre 20 de fevereiro e 20 de julho de 2020. Eles representam as marcas mais valiosas do Brasil, segundo a presença delas no ranking top 60 de marcas brasileiras da BrandZ 2019, realizado pela WPP e Kantar, e no Top Of Mind Datafolha 2019.

Essa análise foi baseada em 633 posts publicados no período, que resultaram em uma classificação de 1.864 rótulos de assuntos abordados, ou tags. Ao serem agrupadas, essas tags apontam os direcionamentos que as lideranças de marketing no Brasil tomaram na pandemia.

Na página de divulgação do estudo, é possível observar alguns gráficos sobre a frequência com que certos temas foram abordados. Mas já adiantamos alguns insights abaixo.

Principais observações do estudo

Distanciamento

As lideranças de marketing das maiores empresas do Brasil refletiram o papel das marcas em meio à crise. Elas agiram em consonância com as determinações de segurança e atuaram como amplificadoras das mensagens dos órgãos de saúde.

Em um primeiro momento, as postagens trouxeram tags como “fique em casa”, “todo cuidado conta” e “cada pessoa importa”. Esse discurso foi reforçado pela comunicação de como os colaboradores passaram a atuar em home office, levantando essa tag na base de posts e dando o exemplo para a sociedade.

Solidariedade

A pandemia também demonstrou ser um momento de união. As grandes marcas precisaram comprovar o propósito que havia nos discursos de marketing e, aparentemente, saíram-se bem nesse quesito.

As tags “doação” e “solidariedade” foram destaque no estudo, mostrando o quanto as lideranças de marketing estiveram empenhadas em ajudar. Isso trouxe um grande senso de orgulho das equipes que se engajaram, como pode ser visto na nuvem de palavras, a exemplo da tag “parabéns, equipe!”.

Adaptabilidade

Como não poderia deixar de ser, outros temas importantes para os gestores das maiores marcas brasileiras foram “inovação”, “adaptação”, “reinvenção”, “adaptação digital” e “tecnologia”.

Mesmo as empresas líderes em seus segmentos compreendem que não podem ficar paradas diante dos desafios que traz a crise do novo coronavírus. Elas se adaptaram às novas experiências de consumo e de compra para continuarem relevantes no mercado.

Presença das datas comerciais

Entretanto, ao longo da pandemia, as lideranças de marketing não perderam o viés comercial. As grandes datas do calendário estiveram presentes na comunicação dos líderes, dentro desse contexto peculiar de 2020. Nesse sentido, destacou-se o Dia das Mães no período analisado.

Olhar para outras questões importantes

Mas nem tudo girou em torno do coronavírus. As marcas estão cada vez mais ligadas às pautas sociais e isso se viu em tags como “diversidade”, “lgbtqia+” e em referência ao movimento antirracista. As relações humanas estão cada vez mais em discussão, portanto as lideranças de marketing devem ter um pensamento universal para abranger essas questões.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-comportamento-das-liderancas-de-marketing-na-pandemia/

9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

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9-dicas-de-como-vender-mais-e-melhor-na-internet1 9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

Precisa fazer a gestão à distância dos seus times de Marketing e Vendas? Confira 9 dicas práticas com o time de líderes e especialistas da RD!

Como você faz a gestão do seu time durante o trabalho à distância? Ter uma cultura clara por parte da empresa certamente ajuda a manter o foco e o comprometimento. Existem várias dicas que você pode aplicar junto do seu time que permitem fazer a gestão à distância de equipes remotas de uma forma mais produtiva.

É verdade que as equipes de Marketing e Vendas têm seus próprios desafios quando trabalham de forma remota, além dos problemas que qualquer equipe enfrenta e que o líder precisa gerenciar. Só que implementando algumas estratégias – tanto por parte da gestão como dos liderados – essa rotina pode ficar muito mais clara e simples!

É por isso que listamos uma série de 9 dicas para realizar a gestão à distância da sua operação, tanto de Marketing como de Vendas.

9 dicas para realizar a gestão dos times à distância

Além de dicas para facilitar o seu trabalho de gestão da equipe, que é fundamental durante o trabalho home office, você vai conferir algumas sugestões para compartilhar com o seu time sobre produtividade, saúde e bem-estar.

Afinal, para manter uma boa performance mesmo trabalhando à distância, é importante não esquecer de apoiar o lado profissional, pessoal e emocional de cada um.

1. Implemente boas práticas de comunicação e gestão de conflitos

Diferentemente do trabalho no escritório – onde todos sentam próximos um do outro e fica muito mais fácil de conversar sobre qualquer assunto – é preciso ter uma comunicação muito mais próxima com o time para que os conflitos e problemas que apareçam no dia a dia possam ser resolvidos rapidamente durante a gestão à distância.

Para isso, é essencial cumprir com dois passos:

  • Alinhamento de expectativa com o time sobre as formas de comunicação: defina qual o melhor momento e ocasião para usar cada um dos canais diferentes, dependendo do nível de importância e urgência da mensagem.
  • Stand-up matinal: faz toda a diferença contar com um momento de compartilhamento entre o time para falar como cada um se sente no dia, o que fez no dia anterior, o que vai fazer hoje e se precisa de ajuda para algum ponto.

“Com isso a gente consegue ter uma comunicação próxima mesmo que não esteja todo mundo na mesma mesa”

2. Incentive a troca de informação entre todo o time

Para gerir a troca de informações, é importante dar preferência para as conversas através de canais e grupos ao invés das mensagens individuais. É fundamental que todos saibam das atualizações e novidades.

Logo, mantenha todas as próximas ações e sprints abertas em documentos compartilhados ou por meio de alguma ferramenta. No Trello, por exemplo, você pode listar todas as principais atividades do dia a dia para que fique mais fácil entender o que cada um está priorizando no momento.

“Se for pecar, peque pelo excesso. Não deixe o seu time sem informação sobre os próximos passos e sobre o seu planejamento”

3. Aproveite os recursos digitais para fazer a comunicação

Para conseguir manter todo o time alinhado e com a comunicação aberta para todos, é possível utilizar várias outras soluções digitais, como o Hangouts ou o Zoom para videoconferências. Essa é uma forma de manter a integração entre os times, tanto de Marketing como de Vendas.

Pensando no contato com os clientes, o uso desses recursos também auxilia no compartilhamento de estratégias para manter todos alinhados e na mesma página sobre as próximas ações.

Essa iniciativa vem contribuindo para o time, que consegue demonstrar para os clientes como continuar utilizando o RD Station Marketing ou o RD Station CRM.

“Também é importante usar os recursos digitais para deixar registradas as ações que cada pessoa do time vai fazer”

4. Mantenha um clima positivo entre a equipe

Muitas vezes achamos que o clima só é importante durante o trabalho presencial. Mas este é um elemento muito importante também durante o trabalho home office.

Para melhorar, é possível seguir duas práticas:

  • Compartilhar algo do seu dia: pode ser feito pouco antes do fim do expediente – usando as ferramentas de comunicação do time – para compartilhar algo que normalmente seria dito se todos estivessem no mesmo ambiente de trabalho.
  • Criar momentos de descontração: assim como acontece no escritório, você pode usar de momentos de interação e descontração, que podem ser vividos usando um jogo online, por exemplo.

“As dicas ajudam a sair um pouco do tradicional, pensando realmente no bom clima que você quer para o seu time”

5. Indique a divisão do espaço de trabalho e o respeito aos horários

Pensando na produtividade do seu time, tendo em vista que nem todos podem ter uma adaptação fácil à rotina feita com base no home office, é importante passar a dica sobre o espaço de trabalho e do horário.

Para conseguir manter a concentração, definir uma divisão física do local para o trabalho, mesmo que seja só o local de colocar uma mesa e cadeira, pode ajudar a manter o foco nas atividades.

Mas como o trabalho é realizado da própria casa e a percepção do tempo fica diferente de quando estamos trabalhando no escritório da empresa, é comum que o seu time fique almoçando enquanto trabalha ou passe aqueles minutinhos no final do dia, o que vai contra as boas práticas de produtividade.

Por isso é importante seguir uma rotina que já indique o horário de início do trabalho, o horário de almoço, os intervalos e a saída.

“Com essa divisão bem distribuída, me sinto mais organizada e consigo seguir mais a minha agenda, o que acaba ajudando na minha rotina”

6. Utilize uma ferramenta de organização do time

A estrutura e organização do time feita no ambiente do escritório também pode ser implementada no gerenciamento da sua operação à distância através de uma ferramenta digital.

Nós utilizamos a #matrix, uma ferramenta open source desenvolvida pelo time de Engenharia e Produto que simula uma experiência semelhante daquela que encontramos no escritório físico para o ambiente virtual. Todo o projeto está publicado no GitHub da RD.

Com ela, fica mais fácil ver quem está na sala da equipe – indicando que está realizando as atividades do dia – ou quem está participando de uma reunião, por exemplo. Ainda dá para criar salas de descanso e fazer calls diretamente pela ferramenta, tornando a comunicação ainda mais ágil dentro dessa organização.

“A gente tenta trazer essa vivência do dia a dia do escritório usando as salas da #matrix” 

7. Defina metas objetivas e claras para o time

O time de Vendas trabalha com base nas metas que precisam alcançar. E é por isso que na gestão à distância essa definição precisa ser clara e bem objetiva, para que todos tenham confiança no trabalho que estão realizando.

A transparência dos números e entregas também deve fazer parte dessa definição. Esse passo pode ser colocado em prática por meio das ferramentas utilizadas no dia a dia.

“Amarrar as metas em processos e procedimentos é fundamental para ter algo bem detalhado e organizado para que o time possa ser gerenciado e se gerenciar”

8. Práticas que proporcionam bem-estar no home office

Muitas pessoas criam hábitos dentro do escritório que acabam sendo deixados de lado quando estão trabalhando de casa. Então, faz parte do processo de gerenciamento à distância levar para o seu time as melhores práticas de bem-estar.

  • Fazer pausas: trabalhar de casa pode dar a falsa sensação de que as pessoas já estão confortáveis, e isso pode fazer com que o seu time trabalhe várias horas seguidas sem perceber. Logo, é importante aderir às pausas, assim como é feito no escritório.
  • Reservar um tempo para tomar sol: esta é uma dica fundamental, já que o sol é o fator que nos auxilia na absorção de vitamina D. E durante o trabalho home office é raro lembrar do quanto essa prática é importante.
  • Ginástica laboral: os exercícios podem ser adaptados para o trabalho remoto, e além de proporcionar um momento de bem-estar também garantem um momento de descontração com o time quando é feito em conjunto – combinando um horário e compartilhando tudo durante uma videoconferência.

“Lembre-se sempre de se preocupar com sua saúde. Seguir esses pontos vai proporcionar muito mais bem-estar na rotina”

9. Mantenha sua estratégia de Marketing e Vendas integrada em um único lugar

No trabalho à distância, já vimos que é importante manter todos os integrantes do time na mesma página. Mas além de usar uma ferramenta de comunicação para isso, é essencial contar com um sistema que mantenha sua estratégia tanto de Marketing como de Vendas integrada.

Utilizar um software onde você possui a sua estratégia integrada em um único dashboard ajuda a manter todo o time alinhado e a continuar com uma boa performance. Afinal, assim todos conseguem ter visibilidade das suas metas e do que precisa ser feito para alcançar os objetivos de cada área.

Você pode contar com uma ferramenta tudo em um para o Marketing – que permita a execução das demandas por todos os integrantes do time – aliada a uma que organize o seu processo comercial e a cadência de contatos.

Se está você está pronto(a) para colocar em prática essa última dica, que tal fazer um trial gratuito e sem compromisso das nossas ferramentas? Assim, você aproveita as horas extras que o trabalho remoto proporciona e já confere algo novo! 🙂

Fonte: https://bit.ly/39kPbjN

SMarketing: o alinhamento total entre Marketing e Vendas

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Existem integrações e ferramentas que fazem a sua empresa a chegar ao SMarketing, trazendo mais resultados com Marketing e Vendas trabalhando juntos

Você já deve ter lido a respeito ou ouvido falar de SMarketing. Pode ser que tenha encarado como um erro de pronúncia ou de digitação. No entanto, o termo é esse mesmo, uma aglutinação das palavras Sales e Marketing. Se tivessem me perguntado, eu teria sugerido Markales, conferindo um maior equilíbrio entre as áreas de Vendas e Marketing.

Ninguém me perguntou, porém, e o termo pegou — o que prova, mais uma vez, que eu estou errado. E SMarketing, apesar da grafia privilegiar os marqueteiros, é justamente o estágio em que os dois setores trabalham em harmonia dentro de uma empresa. “Pfff, isso é impossível!”, você pode responder, caso tenha a perdido a fé — o que é compreensível.

Para reverter esse sentimento, que é bem comum no mercado, publicamos este post. A ideia é que, após terminar a leitura, você deixe de encarar o SMarketing como um ente imaginário e trabalhe para chegar lá!

SMarketing: muito mais que uma sigla esquisita

Bom, como dissemos acima, apesar da sigla puxar a sardinha mais para um lado, SMarketing é quando Vendas (o S vem de Sales, em inglês e português empresarial) e Marketing atuam de forma alinhada. Ou seja, ambas as áreas precisam estar igualmente engajadas para atingirmos esse estágio.

É muito comum, contudo, que vendedores e profissionais de Marketing tenham restrições uns em relação aos outros. Isso é particularmente verdadeiro em meses em que as metas não são atingidas, na definição do que é um Lead qualificado e quando os times se enfrentam em disputas esportivas do torneio interno da empresa.

“Mas como eu chego nesse negócio de SMarketing? Não é mais fácil todo mundo se unir e culpar o time de pré-vendas, que fica no meio-campo, quando as coisas dão errado?” Sim, é de fato mais fácil fazer isso, mas não vai levar a nada. Vale mais a pena ter um trabalhinho e construir o SLA entre as áreas.

SLA entre Marketing e Vendas: fundamental para o SMarketing

SLA? Sim, mais uma sigla, para Service Level Agreement (ou, em português não-empresarial, Acordo de Nível de Serviço). Pode ser feito entre quaisquer áreas de uma empresa, porém o mais comum é o SLA entre Marketing e Vendas.

Em resumo, é um contrato que define responsabilidades e expectativas de cada time, principalmente sobre quantidade e qualidade dos Leads passados de Marketing para Vendas. O SLA aborda, também, os passos dos vendedores no follow-up desses Leads.

Ele pode conter, ainda, as metas de cada uma das áreas, evitando o desalinhamento de expectativas. É primordial, aliás, que esse documento esteja facilmente acessível por todos os envolvidos. A ideia é, justamente, que não seja um segredo.

Fundamentalmente, ele deve apontar o que é um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead). Ou seja, quando um Lead é considerado qualificado pelo time de Marketing para ser passado para Vendas, e o que é preciso para Vendas aceitá-lo.

Como fazer um SLA entre Marketing e Vendas?

A seguir, demos uma adiantada e listamos os 5 passos básicos para construir um:

  1. Defina o número de Leads qualificados que Marketing vai entregar para Vendas
  2. Defina como será a passagem do Lead para o time de Vendas
  3. Defina quais informações do Lead o time de Marketing vai passar para Vendas
  4. Defina como será o atendimento do pessoal de Vendas
  5. O que Vendas deve fazer com o Lead

É importante, também, realizar reuniões periódicas para acompanhar o trabalho, discutir as principais dificuldades e revisar o SLA. Elas ajudam, principalmente, o Marketing a entender como Vendas lida com os Leads passados e o que pode ser feito para melhorar.

Todo mundo ganha com o SMarketing

Se lhe pareceu complicado iniciar o processo de construção de um SLA entre Marketing e Vendas para chegar ao SMarketing, saiba que não apenas uma impressão: é difícil mesmo. Vai ser um período de negociações intensas e debates em que as áreas tentarão incluir algo que as faça “levar vantagem”. Mas sabe o que vai sair disso tudo? O equilíbrio.

E sabe quem vai ganhar com isso tudo? Todo mundo. O alinhamento entre Marketing e Vendas resolve dores das duas áreas, que passam a trabalhar juntas com metas e números claro, além de processos compreendidos por todos. A documentação via SLA é uma forma de consulta rápida, mas com o SMarketing os times praticamente internalizam as ações.

Com as reuniões de revisão e análise de resultados, a aproximação fica ainda mais evidente. Assim, a compreensão de que as áreas se complementam — e definitivamente não são rivais — fica mais clara. O resultado costuma vir em forma de aumento de produtividade, melhor funcionamento do funil e metas batidas!

Ferramentas que ajudam o SMarketing

Feito o SLA e aproximadas as áreas, entra em cena a tecnologia para o Smarketing. Ter ferramentas integradas de Marketing e Vendas facilita a manutenção desse alinhamento. Com processos claros e dados visíveis para todos, evitamos conflitos e desencontros.

A Resultados Digitais oferece a plataforma RD Station, com dois softwares que funcionam de forma totalmente integrada: o RD Station Marketing e o RD Station CRM. Eles podem ser testados gratuitamente, para que os benefícios possam ser avaliados sem compromisso.

Aliás, o CRM vai além do teste gratuito, tendo uma versão que é gratuita para sempre! Se o seu time de Vendas ainda usa planilhas e tem informações perdidas por todos os lados, ele é uma boa opção para pôr os seus processos em ordem.

Fonte: https://bit.ly/2M6BM7P

WhatsApp Business e Marketing Conversacional: uma ótima combinação

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Conheça os benefícios do Marketing e entenda por que usar o WhatsApp Bussiness no seu negócio

Este post é um trecho do eBook WhatsApp para Negócios, guia da Resultados Digitais e da Sirena que explica o funcionamento do WhatsApp Business.

Marketing Conversacional é uma estratégia de Marketing Digital que foca principalmente na construção de relacionamentos um-a-um com seus clientes potenciais ou clientes existentes.

Essencialmente, o objetivo dessa estratégia é satisfazer em tempo real as necessidades específicas de cada cliente. O Marketing Conversacional permite às empresas oferecer uma experiência de compra mais humana e personalizada. Ao mesmo tempo, encurtam os ciclos de vendas e informações valiosas sobre os compradores são adquiridas.

Em termos concretos, o Marketing Conversacional busca recolocar a conversa como um pilar fundamental do relacionamento entre uma empresa e seus clientes. Empregando as mais recentes tecnologias de conversação e inteligência artificial na forma de chatbots, as empresas podem interagir com seus clientes com o objetivo de oferecer uma experiência de compra abrangente, simples e intuitiva.

Neste post, vamos citar os principais benefícios do Marketing Conversacional e mostrar por que usar o WhatsApp Business no seu negócio.

Os principais benefícios do Marketing Conversacional?

A seguir, vamos apresentar os motivos pelos quais você deve considerar usar uma estratégia de Marketing Conversacional na sua empresa.

Tempo real

Quando você usa uma estratégia de Marketing Conversacional, a interação com seus clientes acontece instantaneamente e em tempo real. Sem esperas, sem atrasos. Seus clientes são atendidos no momento em que precisam, não importando qual hora seja.

Escalabilidade

Com o surgimento de tecnologias como chatbots, as empresas podem automatizar e escalar conversas com seus clientes, atingindo níveis sem precedentes. Graças a essas tecnologias, as empresas podem manter conversas personalizadas com diferentes clientes ao mesmo tempo, sem prejudicar o funcionamento de seus equipamentos ou sua eficácia ao vender.

Personalização

O uso da tecnologia também nos permite coletar uma grande quantidade de dados, contextualizar conversas e oferecer experiências pessoais únicas. O Marketing Conversacional ajuda empresas a criar vínculos de confiança com seus compradores e experiências de consumo muito positiva.

Feedback

Outra grande vantagem do Marketing Conversacional é o feedback. Cada conversa com um cliente traz contribuições fundamentais que ajudam as empresas a melhorar seus processos de comunicação e seus serviços. Como a conversa foi realizada? O foi bem feito? O que pode ser melhorado? É apenas uma questão de registrar e trabalhar nestes pontos.

WhatsApp vs WhatsApp Business: parecidos, mas muito diferentes

Para colocar em prática uma estratégia de Marketing Conversacional, a maioria das empresas opta por pelo WhatsApp para se comunicar com seus Leads e clientes.

No entanto, o principal problema que surge aqui é que os vendedores usam, na maioria das vezes, suas contas pessoais do WhatsApp, em vez de uma conta oficial da empresa.

Por um lado, isso coloca a imagem da empresa em perigo e, por outro, significa perder o potencial de vendas oferecido por uma ferramenta como o WhatsApp Business. Você usa o WhatsApp pessoal para vender? Vamos explicar por que você deveria mudar.

A melhor maneira de entender os problemas gerados pelo uso de uma conta pessoal do WhatsApp para vendas é através de um exemplo.

Exemplo de mau uso do WhatsApp

Coloque-se no lugar de seus clientes. Imagine, por exemplo, que você queira comprar um celular novo. Você pesquisa as diferentes marcas e modelos disponíveis, checa os comentários no Google e no YouTube, avalia os diferentes preços e seleciona as possíveis lojas para comprar seu produto on-line.

Quando você escolhe uma loja, a primeira coisa que faz é visitar o site ou a página no Facebook para ver como contatá-los para realizar sua compra. Você descobre que no site eles têm um botão WhatsApp instalado, o que permitirá que você converse com um vendedor diretamente de seu telefone. Excelente!

Quando a janela de bate-papo abre no aplicativo, você descobre que o avatar do contato não tem o logotipo da loja, mas a foto de uma pessoa. A conta também não tem uma mensagem de boas-vindas pré-definida ou respostas automáticas que expliquem quais são as horas de atendimento.

Você escreve uma mensagem para perguntar sobre o produto que deseja comprar e o vendedor não responde. Algumas horas depois, você recebe esta mensagem: “Não estou trabalhando no momento. Eu te ligo na próxima semana.”

É bem provável que você mude de loja. Dá pra perceber como uma simples mensagem de WhatsApp sem resposta ou uma comunicação ruim pode significar uma venda perdida?

Guia do WhatsApp para Negócios

Um aplicativo gratuito para pequenas e médias empresas lançado em 2018, o WhatsApp Business permite que empresas interajam com seus clientes de forma simples. É possível utilizar ferramentas para organizar e responder rapidamente às consultas que recebem.

O WhatsApp Business é uma ferramenta baseada em Marketing Conversacional. Ele possui uma série de funcionalidades e características que facilitam e agilizam os processos de vendas.

Fonte: https://bit.ly/2YTaeEL

A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte: