Marketing vs Branding: Entenda a diferença e por que ela importa

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Marketing-Branding-e1759863014538 Marketing vs Branding: Entenda a diferença e por que ela importa

Marketing e branding são dois conceitos fundamentais nos negócios, mas que acabam sendo confundidos com frequência.
Até o próprio dicionário costuma misturá-los. Segundo a definição do Merriam-Webster, marketing é “o processo ou a técnica de promover, vender e distribuir um produto ou serviço”, enquanto branding refere-se à “promoção de um produto ou serviço pela identificação com uma marca em particular”.

Então, qual é a diferença entre marketing e branding?

  • o marketing representa como uma empresa atua no mercado;
  • ele é um esqueleto, uma forma de sustentar as ações da marca;
  • já o branding é a alma ou a personalidade de um negócio;
  • por meio dele, as marcas criam uma imagem positiva junto ao público.

Leia a explicação completa a seguir para entender melhor a resposta.

O que é marketing?

Muito antes da existência das marcas já havia o comércio de produtos e serviços. O costume de marcá-los surgiu da necessidade de definir a procedência deles e, com o tempo, tornou-se um diferencial entre negócios.

O marketing trata desse conceito mais amplo de levar algo ao mercado, como vimos na definição de “o processo ou a técnica de promover, vender e distribuir um produto ou serviço”. Ou, como explica a Associação Americana de Marketing (AMA): “Marketing é uma função organizacional e uma coleção de processos para criar, comunicar e entregar valor para os consumidores, e para gerenciar as relações com os clientes de forma a gerar benefícios para a companhia e seus stakeholders”.

Ele faz isso por meio de uma série de atividades e processos, como pesquisas de mercado, planejamento de produtos e serviços, definição de preços, publicidade e a escolha dos canais de distribuição e venda. Inclusive, uma parte essencial do estudo do marketing envolve os 4 Ps definidos por Philip Kotler como: produto, preço, praça e promoção.

Por meio desse mix de marketing, as marcas então se posicionam no mercado. Isso porque elas precisam de algo para vender, um preço adequado para terem lucro, uma área de abrangência e canais de venda disponíveis, além da divulgação para chegarem ao conhecimento do público. Mas isso não é o suficiente para terem sucesso. Para tanto, elas necessitam também do branding.

O que é branding?

A forma mais fácil de entender o que é branding vem da seguinte definição: É o processo de construir uma identidade única para a marca ou produto. A própria palavra “branding” vem do inglês “brand”, ou “marca” em português, e dá esse tom de especificidade. É, portanto, a tarefa dentro do marketing de criar a imagem da marca, que se diferencia na mente do consumidor de todas as outras imagens que ele tem.

Mas como é feita a construção da imagem da marca ou do produto? Por uma série de elementos tangíveis e intangíveis que comunicam algo ao consumidor.

  • São elementos tangíveis: o nome da marca ou do produto, o logo, as cores, as embalagens, a identidade visual como um todo, o slogan, os canais de comunicação e vendas, os jingles, os comunicadores, os assistentes virtuais, os mascotes etc.
  • São elementos intangíveis: a missão, os valores, a experiência com a marca, a conexão emocional que ela desperta etc.

Ou seja, se o marketing refere-se a como a marca trabalha para chegar ao mercado, o branding diz respeito a como ela é percebida pelo público.

A diferença entre marketing e branding

É possível fazer marketing sem pensar no branding, como é o caso de muitos negócios, mas é impossível fazer branding sem marketing.

O marketing, como vimos, oferece um esqueleto para o posicionamento da marca no mercado. Ele dá as condições básicas para uma empresa sobreviver.

Por outro lado, o branding imprime personalidade à marca. Ele permite que os consumidores a reconheçam como algo individual e se conectem. Só que isso depende de estratégias e práticas bem alinhadas ao propósito do negócio. É por meio do marketing que o branding se materializa.

Ainda podemos estabelecer a diferença entre marketing e branding pela forma como avaliamos um e outro. As métricas de marketing refletem resultados concretos obtidos pela empresa: leads, conversões, vendas…

Já as métricas de branding estão mais relacionadas ao reconhecimento, à percepção e à lealdade do público. Nem por isso são menos importantes. Afinal, as marcas mais preparadas para o futuro têm personalidades bem definidas e são capazes de engajar os consumidores de um modo bastante íntimo.

Por que entender a diferença entre marketing e branding é importante?

O marketing tem uma natureza mais imediatista. O foco dele é fazer a empresa vender. Mas, se você deseja continuar vendendo e ter resultados cada vez melhores, a consistência da marca é imprescindível.

O branding ensina justamente isso. Não é possível construir uma imagem sólida e reconhecida mudando a marca conforme a vontade do momento. É o mesmo princípio que se aplica a pessoas: a reputação se cria a partir da repetição. A mensagem e as ações devem ser consistentes.

Com isso, o branding redireciona o marketing para estratégias de longo prazo. Esse sim é o caminho para ter um marketing de sucesso.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-vs-branding-entenda-a-diferenca-e-por-que-ela-importa/

5 dados para entender o marketing B2B em 2025

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marketing-b2b 5 dados para entender o marketing B2B em 2025

Há um enorme potencial para a evolução do marketing B2B no Brasil. De acordo com o levantamento “O Status do Marketing B2B na América Latina 2025”, da Intelligenzia, apenas 20% dos profissionais entrevistados consideram suas respectivas empresas em um estágio maduro ou sofisticado de maturidade digital. Então, vale acompanhar os dados que trazemos adiante para ajudar nessa busca por melhorias no setor.

Destaques do Status do Marketing B2B 2025:

  • 76% dos profissionais priorizam a geração de leads de qualidade;
  • 65% têm orçamentos destinados a eventos;
  • 59% vão investir na geração de conteúdo neste ano;
  • enquanto isso, a maioria das empresas faz uso de ferramentas de otimização.

Saiba a seguir o que esses números representam para o mercado.

5 dados para entender o marketing B2B em 2025

1. Gerar leads de qualidade é o maior objetivo no marketing B2B

Quando perguntados sobre as prioridades para 2025, os profissionais do marketing business-to-business mostram uma grande preocupação em gerar mais leads em qualidade. Esse é o objetivo de três em cada quatro entrevistados, ou 76% do público. Diante dos 30% que elencaram entre as prioridades gerar mais leads em volume, a qualidade dos contatos que chegam às vendas, portanto, é muito mais valorizada.

Seis em cada dez marqueteiros ainda revelam o intuito de trabalhar a marca institucional. Esse é um objetivo acertado. Afinal, como aponta o relatório ROI Genome, da Analytic Partners, usar a comunicação para divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Isso em comparação com a divulgação de produtos e serviços.

Logo depois, com 57%, aparece o objetivo de dar visibilidade aos produtos ou serviços da empresa.

Tal sequência traz uma visão interessante — e potencialmente mais eficaz — para abordar as prioridades do marketing B2B em 2025.

2. Foco nas métricas de marketing que importam

Uma das provas de que o setor está evoluindo é o fato de que os profissionais se mostram cada vez mais ligados à possibilidade de as métricas enganarem. Por isso, assim como nas prioridades citadas acima, a qualidade dos leads gerados é considerada a principal métrica de sucesso por 78% do mercado.

O volume, por si só, representa pouco para a marca. É claro, gerar leads em uma quantidade necessária para a sustentação do negócio deve estar em pauta. Disso não se pode fugir e sete em cada dez entrevistados procuram também pelo maior número possível. Mas isso não pode ser dissociado do potencial de esses leads realmente serem convertidos.

As empresas B2B precisam de estratégias que atraiam leads qualificados, e não só completar uma métrica que terá pouco impacto no restante do funil de vendas.

3. O marketing B2B no Brasil está amadurecendo

A boa notícia para o mercado é que o marketing B2B dá mostras de evoluir, como indicamos a partir dos dados anteriores. Por outro lado, isso significa que as empresas do setor precisarão trabalhar de maneira cada vez mais inteligente para não ficarem para trás.

Falando nisso, os entrevistados no estudo da Intelligenzia apontam os diferentes níveis de maturidade digital em que os negócios se encontram:

  • 5% estão em um nível sofisticado;
  • 15% estão em um nível maduro, ainda com alguns desafios;
  • 32% estão em desenvolvimento, com relativo sucesso;
  • 24% estão em crescimento, faltando uma estratégia coesa;
  • 23% estão em estágio inicial, com algumas ações feitas.

Estrategicamente, os profissionais também perceberam certa evolução. Mais de um terço deles (36%) relatou uma melhoria considerável em 2024, na comparação com 2023.

4. Eventos e geração de conteúdo têm os maiores orçamentos

Como os profissionais esperam gerar leads qualificados em 2025? Para isso, o “Status do Marketing B2B” mostra as táticas mais usadas: o marketing de conteúdo, a divulgação orgânica nas redes sociais e os eventos. Não à toa, os eventos e a geração de conteúdo aparecem nas primeiras posições em alocação de verbas para ações de comunicação.

marketing de eventos em si não é uma tendência exclusiva do B2B. Mais da metade dos líderes ouvidos em uma pesquisa da AnyRoad afirmaram o intuito de aumentar os investimentos nessa direção até 2026. Enquanto isso, o conteúdo de qualidade é uma das principais apostas de mídia para superar o marasmo das marcas e atrair o público.

5. O uso de ferramentas de marketing e vendas

O amadurecimento do marketing B2B no Brasil ainda passa pela adoção de ferramentas digitais que otimizem o trabalho no setor. Nesse sentido, a prática parece bastante difundida.

Apenas 17% dos entrevistados pela Intelligenzia não usam uma ferramenta de CRM. Um número um pouco maior, de 27%, diz não utilizar ferramentas de inbound marketing. E menos de 40% não aproveitam recursos de inteligência artificial generativa no dia a dia.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/descubra-5-dados-para-entender-o-marketing-b2b-em-2025/

Marketing de conteúdo: veja como ter sucesso em 2024

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Marketing-de-conteudo-Veja-como-ter-sucesso-em-2024 Marketing de conteúdo: veja como ter sucesso em 2024

Sua empresa tem uma estratégia de marketing de conteúdo? De acordo com dados da HubSpot, 29% dos profissionais da área já utilizam ativamente o conteúdo em seus negócios. Metade dos entrevistados na pesquisa internacional ainda pretendem investir mais nesse sentido ainda neste ano.

A produção de conteúdo também é a maior prioridade de quem trabalha com SEO em 2024, segundo uma análise do Search Engine Journal. O foco nesse aspecto vem acima até mesmo da análise de dados.

Em resumo, a razão para o marketing de conteúdo estar em crescente valorização é porque ele funciona. Quando bem aplicado, oferece um ótimo retorno para os negócios.

Mas essa estratégia não é livre de desafios. A seguir, vamos analisar três temas diretamente relacionados a como as marcas podem ter sucesso nesse campo. Fique por dentro!

O conteúdo certo para crescer nas redes sociais

As redes sociais continuam sendo um canal importante para a comunicação das marcas. No entanto, está cada vez mais difícil ter bons resultados com elas.

De acordo com o relatório “Content Benchmarks 2024”, da Sprout Social, o engajamento com o conteúdo das postagens caiu 12,5% entre 2022 e 2023. A razão para isso? Os feeds dos usuários estão cada vez mais saturados, enquanto as plataformas aumentam a exposição do público a contas que eles não seguem, levando a uma maior seletividade nas interações.

Por outro lado, a Sprout Social aponta três caminhos para aumentar o engajamento nas redes sociais:

  • originalidade do conteúdo;
  • qualidade acima da quantidade;
  • e informação focada no consumidor.

Em relação à originalidade, não se trata apenas de apresentar um conteúdo único, com uma identidade própria. É também ser uma marca autêntica e mostrar as pessoas reais que cuidam dela. Tanto que o relatório sobre tendências de marketing de conteúdo aponta que 46% dos consumidores querem ver mais os colaboradores da linha de frente e 42% esperam encontrar mais a equipe de social media nas publicações.

Veja o caso da Stone durante o Carnaval de 2024. Uma das responsáveis por gerir as redes sociais da marca acabou postando um conteúdo pessoal na página da empresa, levando a uma grande repercussão on-line. Se por acidente ou estratégia, o fato deu maior notoriedade ao perfil pelo fato de ser algo real e mais espontâneo.

A qualidade é outro aspecto imprescindível do marketing de conteúdo nas redes sociais. Para 37% dos consumidores, as marcas mais memoráveis dão foco à relação direta com as audiências delas em vez de priorizar um alto número de postagens.

Para completar, é preciso entregar valor por meio do conteúdo. Tirar dúvidas presentes e futuras sobre os produtos, serviços ou a própria marca deve ser um pilar dessa estratégia.

Os consumidores querem ver mais as pessoas reais por trás das marcas.

Marketing de conteúdo pede vídeos curtos

Entre as tendências de marketing de conteúdo que têm gerado maior retorno para as marcas, os profissionais entrevistados pela HubSpot no “State of Marketing 2024” indicam os vídeos curtos como mais eficientes.

No marketing B2B, vídeos também são considerados o tipo de conteúdo que proporciona melhores resultados, ao lado de estudos de caso e relatos de clientes. Isso é o que revela um estudo do Content Marketing Institute (CMI) em parceria com MarketingProfs e Brightspot.

O próprio público espera ver mais marcas utilizando esse formato de conteúdo. Segundo a Sprout Social, 42% dos consumidores querem que as marcas foquem em vídeos de até 15 segundos, enquanto 39% acreditam que elas devem focar em vídeos de 15 a 30 segundos.

Essa é uma tendência que já temos destacado há algum tempo por aqui. Até chamamos 2023 de “o ano dos vídeos curtos”, percebendo a relevância desse formato para plataformas, público e marcas. Agora em 2024 os vídeos curtos então vêm ainda mais fortes.

O papel da inteligência artificial no marketing de conteúdo

Encontrar ideias para novos conteúdos tem sido o principal desafio dessa estratégia de marketing, conforme aponta a HubSpot. Para isso, a inteligência artificial pode ser uma boa solução. Quase metade dos profissionais de marketing (45%) já estão utilizando a IA para ter ideias e despertar a inspiração.

Essa é uma função muito mais interessante para a inteligência artificial no marketing de conteúdo que a produção. No marketing B2B, por exemplo, o CMI indica que há certa preocupação em relação à exatidão das informações geradas pela IA e ao risco de infringir a propriedade intelectual de outras marcas.

Além disso, o uso de inteligência artificial para produção de conteúdo vai contra a valorização da originalidade e da qualidade, duas tendências que destacamos anteriormente. É como ressalta a Sprout Social: ao usar a IA como um assistente de pesquisa ou um parceiro para o brainstorming inicial, é possível ir da ideação para a execução mais rápido, sem comprometer a integridade do que se publica.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-de-conteudo-veja-como-ter-sucesso-em-2024/

Marketing de influência em 2024: Veja as tendências do setor

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Marketing-de-influencia-em-2024-Veja-as-tendencias-do-setor Marketing de influência em 2024: Veja as tendências do setor

O Brasil tem hoje 144 milhões de usuários de redes sociais, o que representa quase dois terços da população total do País. Isso é o que aponta o relatório Digital 2024: Brazil, de We Are Social e Meltwater.

Mais ainda, as redes sociais são o gênero de aplicativo ou site mais acessado pelos internautas brasileiros entre 16 e 64 anos. Nesse público, 98,9% das pessoas acessam plataformas como Instagram, Facebook, TikTok, X, entre outras. O tempo gasto nelas é de 3 horas e 37 minutos por dia, em média.

No entanto, se a sua empresa deseja aproveitar todo o potencial das redes, é preciso contar com quem domina o engajamento nesse meio: os influenciadores. Ou, melhor, os criadores, como muitos preferem ser chamados.

O marketing de influência continua com tudo em 2024. Então, vamos analisar alguns dos principais tópicos relacionados ao tema para você ficar por dentro. Acompanhe!

Cresce o investimento em marketing de influência em 2024

De acordo com “The Influencer Marketing Benchmark Report 2024”, do Influencer Marketing Hub, o mercado de influência deve movimentar 24 bilhões de dólares mundialmente no ano de 2024. Isso representaria um crescimento de 13,7% em relação ao valor de 2023.

Enquanto isso, no Brasil, 54% das marcas entrevistadas pela Influency.me investiram em marketing de influência no ano passado. Dessas, 68% pretendem aumentar o investimento em 2024, enquanto 29% desejam manter e apenas 3% mencionaram a intenção de reduzir.

O marketing de influência mostra essa tendência de crescimento por uma simples razão: ele funciona para os negócios. Como destaca a CreatorIQ, oito em cada dez profissionais entrevistados acreditam que os influenciadores geram mais retorno que o marketing digital tradicional.

Já ao Influencer Marketing Hub, 83,3% dos profissionais disseram que uma estratégia com criadores de conteúdo atrai melhores consumidores que outros tipos de marketing.

Influenciadores têm um papel central na comunicação on-line das marcas.

Marcas dão preferência a nano e microinfluenciadores

Ainda que o investimento em marketing de influência em 2024 esteja crescendo, as marcas brasileiras ainda trabalham com um orçamento enxuto para isso.

Por exemplo, a pesquisa da Influency.me “Dados e insights de Influencer Marketing no Brasil para 2024” mostra que 50% das empresas tiveram um orçamento de até R$ 50 mil para essa estratégia em 2023. Além disso, 32% investiram um valor de até R$ 10 mil durante o ano todo.

Aí surge a questão: como manter a frequência e a constância no marketing de influência com um orçamento limitado?

A resposta para isso está em outra tendência do setor. Empresas de todos os portes estão percebendo cada vez mais a importância de trabalhar com nano e microinfluenciadores. Ou seja, aqueles criadores de conteúdo com públicos de até 50 mil seguidores nas redes sociais.

A própria Influency.me informa que as marcas brasileiras já dão prioridade aos microinfluenciadores, com 10 mil a 50 mil seguidores. É nessa faixa que elas procuram realizar parcerias com maior frequência.

O Influencer Marketing Hub destaca igualmente a preferência por criadores de nano e microinfluência. Sete em cada dez negócios darão prioridade a esse tipo de produtor de conteúdo em 2024.

As redes sociais mais utilizadas por marcas e criadores

O Instagram continua sendo a rede mais utilizada para a estratégia de marketing de influência no Brasil.

Não é para menos. Essa é a segunda plataforma social mais utilizada pelos brasileiros, logo após o WhatsApp, segundo os dados de We Are Social e Meltwater. Já o Panorama Mobile Time/Opinion Box indica que o Instagram está presente em 91% dos smartphones no País.

Então, não é de se espantar que 100% das campanhas de marketing de influência no Brasil ativem o Instagram, de acordo com a Influency.me. O TikTok vem mais atrás, presente em 60% das campanhas, com o YouTube completando o pódio (41%).

Nesse sentido, ainda vale considerar quais são as redes sociais que os próprios influenciadores consideram mais eficientes para a entrega do conteúdo. Mais da metade dos produtores (53%) acreditam que o Instagram tem o melhor algoritmo para a entrega. Outros 24% dizem isso a respeito do TikTok. Kwai (11%), YouTube (9%) e demais redes (3%) fecham a lista.

Marketing de influência além do #publi

O relatório “Vem aí na Creator Economy”, da YOUPIX, ainda traz outras informações relevantes para as marcas que desejam usar ou aprimorar essa estratégia em 2024.

É importante notar que os criadores de conteúdo podem ir muito além das publicações patrocinadas. Embora esse formato seja procurado em 94,9% dos casos, outras possibilidades incluem:

  • embaixadores da marca;
  • apresentação de eventos;
  • e até como criativos das campanhas.Também é válido ressaltar a importância de trazer os influenciadores para dentro da estratégia e produção. Assim, é possível criar um conteúdo mais alinhado com a audiência em vista.
Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-de-influencia-em-2024-veja-as-tendencias-do-setor/

10 estatísticas de vídeo marketing que você precisa saber

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10-estatisticas-de-video-marketing-que-voce-precisa-saber 10 estatísticas de vídeo marketing que você precisa saber

Nove em cada dez negócios usam o vídeo como parte da estratégia de comunicação em 2024, de acordo com a Wyzowl. Além disso, entre aqueles que ainda não utilizam esse recurso, 68% planejam começar a fazê-lo ainda neste ano.

Nesse sentido, a HubSpot revela que os vídeos curtos são o formato de conteúdo em que os profissionais de marketing mais devem investir em 2024.

Ter essa estratégia de vídeo marketing hoje é fundamental para as marcas. Acima de tudo, porque dá um resultado bastante positivo. Os dados da Wyzowl mostram que ela trouxe um bom retorno do investimento em 90% dos casos e, para 87% dos profissionais da área, a produção de vídeo está diretamente relacionada ao aumento das vendas.

10 estatísticas de vídeo marketing em 2024

Anualmente, a Wyzowl divulga uma pesquisa sobre o uso do marketing de vídeo pelas empresas. Estes são os destaques de 2024 para inspirar sua estratégia.

1) 88% dos profissionais consideram o vídeo importante

Quando 91% dos negócios estão produzindo vídeo, é fácil entrar na onda apenas para não ficar de fora dessa tendência. Mas a necessidade de uma estratégia de vídeo marketing é justificada pelo fato de que 88% dos profissionais consideram o vídeo como uma parte importante da comunicação da marca.

2) Um terço das marcas não usa vídeo por falta de tempo

Se tantas marcas consideram o vídeo importante, o que explica a pequena parcela de negócios que não têm uma estratégia definida?

Segundo a Wyzowl, um terço (33%) dessas marcas declararam falta de tempo. Outros 20% não possuem orçamento para isso, enquanto 15% não sabem como começar.

Ou seja, o obstáculo está na produção, e não na falta de bons resultados com a estratégia de vídeo.

3) Seis em cada dez empresas terceirizam a produção de vídeo

Uma solução crescente para os desafios da produção tem sido a terceirização dos vídeos. Em 2023, 60% das empresas criavam esse tipo de conteúdo apenas internamente. Mas o percentual caiu para 38% em 2024. Com isso, 62% agora contam com parceiros na área.

Parcerias especializadas na produção de vídeo facilitam a estratégia das marcas.

4) Estratégia de vídeo traz bom retorno para 90% dos profissionais

A percepção sobre o retorno do investimento em vídeo melhorou com o passar do tempo. Há oito anos, 76% dos profissionais de marketing afirmavam que essa estratégia trazia um bom ROI. Já em 2024, são 90%.

Podemos explicar esse retorno pela perspectiva do consumidor. Nove em cada dez pessoas já assistiram a um vídeo para saber mais sobre um produto ou serviço, sendo que oito delas foram convencidas a comprar. Além disso, 89% do público quer ver mais vídeos das marcas.

5) 60% dos profissionais usam engajamento como métrica

Na hora de definir o que é o sucesso de uma estratégia de vídeo marketing, é preciso ter em mente que as métricas podem enganar. O alerta é ainda maior quando falamos de métricas de vaidade, como as curtidas nas redes sociais.

Nesse sentido, 60% dos profissionais usam o engajamento com o vídeo para definir o sucesso da estratégia. É válido considerar esse aspecto, mas é mais importante avaliar o impacto do conteúdo no meio e no fundo do funil de vendas. É aí que o resultado do vídeo realmente materializa-se.

6) Vídeo marketing gera leads para 87% das marcas

Uma prova de que o marketing de vídeo por ir muito além do engajamento nas redes sociais está na geração de leads. Como apontam as estatísticas da Wyzowl, 87% das marcas tiveram o auxílio do vídeo para gerar novos contatos.

7) Vídeos de 30 a 60 segundos são preferidos

Quando perguntados sobre os formatos de vídeo que funcionam melhor, os profissionais de marketing revelaram ampla preferência por vídeos curtos. Mais precisamente, por conteúdos de 30 a 60 segundos.

Qual duração funciona melhor?

  • 30 segundos ou menos: 18%
  • 30 a 60 segundos: 39%
  • 1 a 2 minutos: 28%
  • 2 a 3 minutos: 10%
  • Mais de 3 minutos: 5%

No entanto, é preciso analisar o que funciona melhor para sua empresa e para seu objetivo. Um vídeo para o TikTok ou de demonstração para o e-commerce pode ser curto, mas um vídeo educativo ou de testemunho de cliente pede um conteúdo mais longo.

8) 90% aumentaram o reconhecimento da marca com vídeo

Outra forma como a estratégia de vídeo marketing pode ajudar é aumentando o reconhecimento da marca. Nove em cada dez profissionais entrevistados em 2024 relataram esse efeito.

9) Vídeo aumentou o tráfego de 86% das marcas

A Gartner estima que o tráfego dos sites cairá 25% até 2026 com a ascensão das buscas auxiliadas por inteligência artificial generativa.

Diante disso, uma boa medida é investir na produção de vídeos, já que 86% das marcas tiveram aumento de tráfego on-line com essa estratégia.

10) 87% dos negócios aumentaram as vendas com vídeo

Para completar, um dado essencial para lembrar é o de que 87% das marcas puderam aumentar as vendas ao investir em vídeo. Então, vale o investimento?

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/10-estatisticas-de-video-marketing-que-voce-precisa-saber/

3 grandes lições dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024

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Panoramas-de-Marketing-e-Vendas-2024 3 grandes lições dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024

Sua empresa bateu as metas de marketing e vendas em 2023? Em caso afirmativo, considere-se uma exceção.

De acordo com um levantamento recente da RD Station, a maioria dos negócios brasileiros não atingiu as metas do ano passado. Mesmo assim, grande parte dos entrevistados espera alcançar objetivos ainda maiores em 2024.

Veja no conteúdo a seguir três grandes lições que vão ajudar você nessa busca.

Destaques dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024:

  • 75% das empresas não alcançam as metas de marketing;
  • 74% também ficam abaixo das metas de vendas;
  • mas 91% dos negócios esperam crescer em 2024;
  • para isso, 49% devem aumentar o investimento em marketing.

Lição 1: crescimento exige investimento em marketing

Os dados presentes nos Panoramas de Marketing e Vendas 2024, da RD Station, refletem a dificuldade em alcançar os resultados esperados.

No marketing, 76% das empresas B2B e 73% das empresas B2C não conseguiram bater as metas em 2023. A média entre elas ficou em 75%.

Enquanto isso, nas vendas, 73% dos negócios B2B e 77% dos B2C também ficaram longe dos objetivos estipulados. Na média, o resultado foi de 74%.

Esse não foi um caso isolado. O percentual de empresas que não alcançaram as metas de marketing manteve-se igual ao de 2022. Já a proporção daquelas que ficaram aquém nas vendas subiu três pontos percentuais entre 2022 e 2023.

No entanto, 91% dos entrevistados têm desafios de crescimento ainda maiores em 2024. Para que isso aconteça, o próprio levantamento orienta: “as expectativas de crescimento precisam ser transformadas em ações para que a evolução aconteça de fato”.

É preciso investimento para alcançar os resultados. Boa parte das empresas brasileiras, felizmente, perceberam isso. Quase metade delas (49%) decidiram investir mais em marketing neste ano. Outras 37% investirão a mesma quantia e apenas 14% cortarão o orçamento da área. A prioridade é gerar mais demanda de vendas, mas aumentar o reconhecimento da marca é outro objetivo importante para os negócios em 2024.

Três em cada quatro empresas têm dificuldade em bater metas.

Lição 2: a necessária conexão entre marketing e vendas

Uma das causas para tantas empresas não baterem as metas está na falta de integração entre marketing e vendas. Como indica a RD Station, apenas 15% dos negócios têm esses dois setores bem integrados entre si.

Avaliação da integração entre marketing e vendas:

  • 27% dizem não ter integração alguma;
  • 13% não estão integradas, mas acreditam que isso não reflete nos resultados;
  • 45% estão aprimorando a integração;
  • 15% avaliam estar bem integradas.

Um sintoma dessa falta de conexão é que quatro em cada dez times de marketing não acompanham os motivos da perda de leads em fase de negociação. O mesmo número de equipes de vendas não usa o histórico dos leads ao realizar a abordagem.

Não é só uma questão de fazer reuniões. O levantamento mostra que 67% dos entrevistados já se reúnem. Uma conexão verdadeira entre marketing e vendas precisa é de processos e ferramentas que facilitem a integração no dia a dia.

Lição 3: processos bem estruturados fazem a diferença

Especificamente no caso do e-commerce, 77% das equipes acreditam que bons resultados dependem de um processo bem estruturado. Mas a realidade dos negócios é outra:

  • apenas 13% dos e-commerces têm um guia detalhado da operação;
  • apenas 35% usam o funil de vendas;
  • e apenas 35% têm uma buyer persona, ou perfil de cliente ideal.

Não à toa, somente 25% das empresas de e-commerce bateram as metas de vendas em 2023.

Outro detalhe que chama a atenção é o fato de que 36% dos times de marketing sequer têm metas definidas para 2024. Como planejar as ações dessa forma?

Não saber quem é de fato seu cliente e não ter processos bem definidos custa caro para o negócio.

As lições dos Panoramas de Marketing e Vendas 2024

Aqui está um resumo do que aprendemos com o levantamento da RD Station.

Qual tem sido o resultado dos times de marketing e vendas no Brasil?

Em 2023, 75% das metas de marketing e 74% das metas de vendas não foram batidas pelas empresas brasileiras. Não houve qualquer melhora em relação a 2022. Isso deve ligar o sinal de alerta nos negócios.

Quais são as possíveis causas para essa dificuldade em bater as metas?

Os dados sugerem um problema estrutural. Falta alinhamento de processos e ferramentas entre as equipes de marketing e vendas, assim como faltam processos bem estruturados nas empresas como um todo.

Que lições podemos tirar para ter melhores resultados?

Aumentar o investimento em marketing, integrar os times de marketing e vendas, e estruturar melhor os processos básicos da empresa.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/3-grandes-licoes-dos-panoramas-de-marketing-e-vendas-2024/

Descubra como as métricas de Marketing podem enganar

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confused-young-african-businessman.jpg1_-1024x683 Descubra como as métricas de Marketing podem enganar

A importância de analisar métricas de marketing para o sucesso da comunicação e das vendas.

No entanto, mesmo que os dados não mintam, as métricas também podem enganar, dependendo da forma como são utilizadas. Isso é o que revela o estudo ROI Genome, da Analytic Partners.

O erro, nesse caso, não está nos números em si. Muitas vezes, trabalhar com dados isolados ou cujo período de análise é muito curto pode levar a conclusões equivocadas. Isso leva os profissionais a adotar estratégias menos eficientes, que geram piores resultados.

Então, qual é a melhor forma de usar as métricas de marketing? Veja a seguir alguns erros comuns relacionados ao tema e saiba como evitá-los no seu negócio.

Métricas de marketing isoladas

A representação da jornada de compra como uma sequência linear é apenas uma simplificação para facilitar o entendimento dos passos envolvidos na decisão do consumidor.

A verdade é que o público nem sempre segue uma sequência lógica e exata. Há muitas idas, vindas e saltos nesse caminho, passando por diferentes canais de comunicação on-line e off-line. Portanto, as métricas de marketing precisam abranger essa complexidade por trás da decisão de compra.

Mas, geralmente, a análise das empresas foca na conversão de último clique. Por exemplo, ao fazer uma campanha digital incluindo redes sociais, anúncios display e buscas pagas, o resultado de cada canal é considerado isoladamente. As redes geraram X visitas ao site, os anúncios resultaram em Y, as buscas renderam Z, e assim por diante.

Por outro lado, também poderíamos levantar questões relevantes a respeito desses resultados:

– Quantas pessoas só realizaram a busca depois de ver um anúncio?
– Quantos consumidores clicaram no anúncio porque foram impactados em um momento anterior nas redes sociais?
– Quantos indivíduos fizeram a busca antes, não compraram na hora, e então concluíram a compra a partir de um anúncio de retargeting?

Como demonstra o estudo ROI Genome, 30% dos cliques em buscas são gerados por outros tipos de marketing, incluindo aqueles focados no reconhecimento da marca. É por isso que as métricas de marketing devem procurar a atribuição de mídia correta.

Ainda de acordo com os dados da Analytic Partners, 35% do investimento é perdido quando as decisões estratégicas são feitas com base em métricas de marketing isoladas.

Inclusive, já mostramos aqui no blog que até mesmo a ordem em que os anúncios aparecem para o consumidor pode afetar o resultado da campanha. Segundo a Spectrum Reach e a Magna Global, a intenção de compra é maior quando o primeiro contato é na televisão, em vez do smartphone.

Métricas de vaidade

Outro problema comum em relação às métricas de marketing são as chamadas métricas de vaidade. Você sabe o que são?

Talvez sua empresa tenha sido tentada a medir dados como o número de curtidas e de seguidores nas redes sociais, ou o tempo de sessão dos usuários no site. Esses são exemplos de métrica de vaidade porque, segundo a Tableau, “parecem bem na frente dos outros, mas não ajudam você a entender seu desempenho de um modo que informe estratégias futuras”.

Além disso, métricas de vaidade não oferecem contexto suficiente para uma análise profunda e são pouco acionáveis.

Veja o caso do número de seguidores nas redes sociais. Ter uma base de 10 mil ou 100 mil pessoas não fará diferença se a comunicação da marca não está alcançando o público certo ou se esse público não está convertendo em vendas.

Essas métricas de vaidade então podem levar a investimentos mal-direcionados. É por isso que os negócios precisam adotar indicadores-chave de desempenho, ou KPIs, já que eles estão diretamente relacionados ao crescimento da marca.

Os números não mentem.
Mas é preciso ter cuidado ao analisar métricas de marketing

Métricas de retorno no curto prazo

Um dos maiores erros no cálculo do retorno (ROI) de um negócio é considerar apenas o curto prazo.

Definir estratégias de marketing com informações de um curto período de tempo pode ignorar o efeito mais duradouro de certas mídias. Um exemplo disso é a televisão, que tem um impressionante impacto na memória de longo prazo. Assim, ao calcular o ROI, o retorno da TV é muito maior do que parece ao primeiro momento.

Como já demonstrou um estudo de Ebiquity e Gain Theory, 58% do ROI na publicidade é ignorado quando se considera somente o curto prazo.

Essas são algumas das formas mais comuns como as métricas podem enganar. Agora, nem por isso você deve deixar de analisar as métricas de marketing. Quando usadas corretamente, elas são poderosas ferramentas para alcançar o sucesso na comunicação e nas vendas.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/descubra-como-as-metricas-de-marketing-podem-enganar/

É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

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brand-price-tags-style-graphics.jpg1_-1024x683 É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

Todo negócio deseja vender mais, não é mesmo? Mas o que sua empresa faz nesses casos?

Provavelmente, elabora alguma promoção ou ação comercial. Talvez até invista em anúncios focados no preço, nas condições de pagamento ou nas características do produto ou serviço.

Métricas de fundo de funil não são o bastante para medir as vendas

Como já comentamos outras vezes aqui no blog, métricas podem enganar. Se a empresa utiliza apenas indicadores de desempenho relacionados ao fundo de funil para medir o impacto das vendas, então é natural que as campanhas focadas em produtos ou serviços terão um retorno mais expressivo.

O problema é que isso não representa toda a realidade, segundo os dados da Analytic Partners.

De acordo com o relatório ROI Genome, divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Mais ainda, ele mostra que as táticas de topo de funil são 60% mais efetivas no longo prazo e somente 25% menos efetivas no curto prazo.

Também é da Analytic Partners outra informação que mostra como as métricas podem levar a conclusões equivocadas, quando não analisadas com cuidado. Por exemplo, considerar o último clique como o mais determinante para o crescimento das vendas atribui um valor à conversão direta muito maior do que é na verdade.

Como prova disso, descobriu-se que 30% dos cliques em buscas pagas são atribuídos à divulgação da marca e outras práticas de marketing.

Somando ainda outros fatores, a atribuição de último clique pode superestimar em até 10 vezes, em média, o papel dessa ação pontual. Ela não considera componentes como o interesse depois de ver um anúncio na televisão, a recomendação de conhecidos, a própria lembrança da marca, entre outros caminhos percorridos pelo consumidor.

A Analytic Partners cita o caso da análise de tráfego de um website em que 46% dos acessos vinham da TV, enquanto meros 15% tinham origem nas buscas pagas.

Isso quer dizer que as marcas precisam ter um entendimento mais profundo da jornada do consumidor. Dessa maneira, ficará mais clara a importância das mensagens que vão além dos produtos e promoções.

Em defesa do orçamento para divulgar a marca

O ROI Genome sugere que o investimento em campanhas de fundo do funil não supere 50% do orçamento de marketing. Ou seja, você não deve escolher entre divulgar a marca ou fazer anúncios mais comerciais. Ambos são necessários, enquanto o maior valor do brand marketing está no longo prazo.

Mas existem algumas situações em que esse investimento na mensagem da marca pode estar ameaçado, mesmo entre as empresas que já adotam essa prática.

O primeiro caso é quando há um crescimento, à primeira vista, desproporcional das campanhas de fundo do funil. Quando as conversões têm tanto retorno, pode ser tentador focar mais nessa área.

Entretanto, considere que o bom desempenho das conversões de último clique pode ser um efeito cumulativo do fortalecimento da marca.

A Analytic Partners traz um exemplo nesse sentido. De um ano para o outro, uma marca aumentou em 72% o investimento no topo de funil, gerando um retorno proporcional de 76% nesse canal. Enquanto isso, o investimento no fundo do funil cresceu 35%, impulsionando um retorno de 48%. Se tirássemos o orçamento do topo, o ROI do fundo seria menos expressivo.

Outro motivo é quando o orçamento como um todo fica mais apertado. Nesse caso, as campanhas em geral são prejudicadas.

Contudo, a literatura a respeito aponta que essa economia momentânea custa bastante caro. Podemos citar como referência a crise financeira de 2008. Entre as empresas que aumentaram o investimento em marketing naquela época, 63% delas tiveram um retorno positivo.

Um estudo mais recente do Instituto Ehrenberg-Bass chegou a analisar 57 empresas que passaram ao menos um ano sem fazer anúncios na mídia. O resultado foi uma queda de 16% nas vendas. Isso, com certeza, limita ainda mais a capacidade de divulgar a marca.

Portanto, antes de entrar nesse ciclo vicioso, considere as perdas que a ausência da mídia traz e os ganhos cumulativos que o fortalecimento da marca oferece.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/qual-e-melhor-divulgar-a-marca-ou-produtos-e-promocoes/

O que é Dark Response Marketing (dark social)

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young-women-showing-whatsapp-messenger-icon.jpg1_-1024x758 O que é Dark Response Marketing (dark social)

Dados do Google revelam que as buscas sobre o que é dark response marketing deram um salto em 2023. Apesar desse nome enigmático, parecendo quase uma prática secreta, o conceito refere-se a um comportamento bastante comum do consumidor.

Também conhecido como dark social, o dark response marketing surgiu muito antes das redes sociais e da internet como um todo. Mas é nelas, nos aplicativos de mensagens e no e-mail que esse conceito se propagou.

Podemos traçar esse termo até um artigo de 2012 escrito por Alexis C. Madrigal para a publicação The Atlantic. Nele, o autor já apontava que o compartilhamento de links e mídia nas redes sociais era apenas a ponta do iceberg. Então, o que isso significa para as marcas que desejam mensurar cada interação com suas campanhas?

É isso o que veremos adiante. Entenda o que é dark response marketing e muito mais em seguida.

O que é dark response marketing ou dark social?

O conceito de dark response marketing, ou dark social, refere-se ao compartilhamento de links e mídia que não pode ser monitorado por ferramentas tradicionais do marketing, como o Google Analytics ou plataformas de gestão de redes sociais. Ou seja, acontece às escuras.

No entanto, podemos citar um exemplo de dark social muito anterior à internet: o boca a boca.

Imagine que o consumidor A viu o anúncio da sua marca na televisão. Você sabe disso porque acompanha os indicadores de medição da audiência na TV e calculou o público alcançado diretamente pelo comercial. Só que o consumidor A contou para B sobre o produto ou serviço anunciado. Esse B então comprou na sua loja, mesmo sem contato direto com a campanha.

Aí está um caso de dark response marketing, porque o compartilhamento da informação não pôde ser mensurado.

Outros exemplos de dark social incluem:

– Conteúdos enviados por e-mail;
– Links compartilhados por aplicativos de mensagem;
– Compartilhamentos em grupos privados;
– Trocas em plataformas de trabalho, como Slack e Discord;
– Postagens e Stories que não mencionam diretamente a marca.

Uma pesquisa de 2016, realizada pela Rhythm One, já calculava que 84% do compartilhamento de conteúdo on-line é feito por dark social.

Imagine agora em 2023, quando o WhatsApp está instalado em 99% dos smartphones no Brasil e 94% dos brasileiros utilizam o aplicativo todos os dias. Esse dado, presente no “Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil, de agosto de 2023”, indica que muito do alcance da marca pode estar em forma de mensagens, prints e outros compartilhamentos secretos.

Como impulsionar uma estratégia de dark social?

Vimos que o dark response marketing é uma forma de compartilhamento muito difícil de rastrear. Isso representa um desafio para os profissionais de marketing que desejam mensurar cada interação com a marca.

Entretanto, em vez de coibir essa prática, vale mais a pena investir nela. Afinal, as pessoas estão falando do seu negócio. Além disso, é bom estar de olho que as métricas de marketing podem enganar.

Se você deseja mais consumidores compartilhando e comentando seus conteúdos, seja no canal que for, aqui estão algumas dicas que podem ajudar.

Crie conteúdos interessantes para o público

Deixe a abordagem de vendas um pouco de lado. Destaque curiosidades, traga dados relevantes, conte histórias envolventes e, sobretudo, entretenha. Por sinal, o entretenimento em vídeo é excelente para aumentar o potencial de descoberta da marca.

Aqui, a dica é criar conteúdos que você desejaria compartilhar mesmo que não fossem do seu negócio.

Facilite o compartilhamento

Uma regra geral para estimular o dark response marketing é usar links curtos, que são mais fáceis de compartilhar. Com uma conta no bit.ly, por exemplo, é possível configurar links com palavras chamativas.

Além disso, cada rede social ou plataforma tem uma dinâmica própria de compartilhamento. Adapte seus conteúdos para torná-los mais interessantes de compartilhar em cada uma delas.

Crie destaques

Selecione frases, elabore infográficos e crie outros destaques com botões diretos para compartilhamento nas redes sociais, aplicativos de mensagem e e-mail.

Como medir campanhas no dark response marketing?

Ainda que seja difícil rastrear o engajamento em dark social, é possível ter uma ideia aproximada de quais canais estão contribuindo para espalhar a mensagem da marca.

Google Analytics e URL específicos

Se você deseja mensurar a origem do tráfego para um site ou blog, o Google Analytics é a ferramenta certa para isso. Mas, para que funcione dentro do dark response marketing, é preciso criar links únicos para cada canal de divulgação.

Então, utilize URLs específicos nas suas campanhas. Ou seja, crie endereços customizados para cada plataforma. Por exemplo, para divulgar um conteúdo no Facebook, você vai adicionar uma tag UTM para identificar aquele link com a rede social e saberá quando ele for usado pelo público.

Se você tem botões de compartilhamento no site ou blog, também vale oferecer uma gama de opções para os usuários e monitorar as ações executadas pelo Google Analytics.

Monitoramento social

Uma ferramenta como o Get Social, entre outras soluções de monitoramento social, é capaz de mostrar em quais plataformas o conteúdo da marca foi compartilhado. Essa é uma aproximação, mas já permite ter uma ideia dos canais que funcionam melhor para a distribuição da campanha.

O Get Social ainda oferece uma calculadora de dark social para estipular o tráfego gerado por dark social para um website.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/saiba-de-vez-o-que-e-dark-response-marketing-dark-social/

Entenda o que é Incrementalidade no Marketing

postado em: Marketing Digital | 0

Fazer um bom planejamento de mídia é fundamental para que as empresas tenham os resultados desejados em marketing e vendas. Por ser tão importante para os negócios, é natural que levante muitas questões a respeito.

incrementalidade- Entenda o que é Incrementalidade no Marketing

Ainda mais no cenário da pandemia, em que gestores precisam controlar melhor os recursos utilizados, há uma necessidade de comprovar a eficácia dos investimentos em mídia.

Uma pequena empresa, por exemplo, sabe que investir em comunicação é essencial para tornar a marca conhecida.

Mas nesse primeiro momento, com um orçamento mais enxuto, quais são os canais com maior impacto para isso? Ou, no caso de uma grande empresa, como é possível saber quais vendas aconteceriam de qualquer forma e quais foram motivadas pelo marketing?

Para responder a essas questões, devemos entender o conceito de incrementalidade. Acompanhe a explicação a seguir.

 

O que é incrementalidade?

A jornada do consumidor é complexa e não linear, podendo percorrer diversos canais antes da compra. Por isso é indicado analisar as métricas de marketing além da conversão final ou do último clique, pois elas escondem o papel de certas mídias no funil de vendas como um todo.

Um exemplo disso é o impacto da TV no marketing digital. Ao cortar o investimento na televisão com base apenas nas métricas da internet, isso é capaz de prejudicar toda a estratégia da marca, já que um meio contribuía para os resultados no outro.

Aí entra a importância do conceito de incrementalidade. Em resumo, incrementalidade refere-se à capacidade do marketing de gerar um incremento nos indicadores-chave de desempenho do negócio. Além disso, tem o objetivo de isolar ações individuais para identificar qual é o crescimento gerado por elas.

Vale destacar que incrementalidade é diferente de atribuição. A atribuição é quando você consegue atribuir créditos à participação de variadas mídias em uma conversão.

Se um consumidor ouviu seu anúncio na rádio, abriu um resultado pago ao pesquisar sobre a solução da marca na internet e depois clicou em um banner com oferta enquanto navegava, a atribuição é dividida entre esses três componentes do marketing.

Agora vem a questão: se tirássemos ou acrescentássemos alguma mídia desse planejamento, qual seria o impacto? E qual deveríamos tirar ou acrescentar? É isso que a incrementalidade procura responder.

 

Tipos de incrementalidade e como analisá-la

A grande vantagem de medir a incrementalidade é otimizar o orçamento de marketing, sabendo em quais mídias investir para ter o maior impacto possível com sua comunicação.

Para fazer essa análise, basicamente é necessário realizar testes A/B. É possível isolar o desempenho de formatos de anúncios, mídias e canais usados na comunicação, além de avaliar como diferentes perfis de consumidor reagem ao marketing da empresa.

Avinash Kaushik, responsável por análises estratégicas de marketing no Google, define três tipos de incrementalidade no marketing:

  • Incrementalidade de silo de canais
  • Incrementalidade cruzada
  • Incrementalidade de portfólio
  • Vejamos como funciona cada uma delas.

 

Incrementalidade de silo de canais

Este primeiro tipo avalia o desempenho dentro de um mesmo canal.

Digamos que sua empresa queira investir em vídeos para as redes sociais, mas antes gostaria de ter uma melhor ideia do retorno desse investimento. O que pode fazer, nesse caso, é um teste de incrementalidade do formato vídeo.

Separe dois grupos de usuários com características pessoais e de consumo semelhantes. Para um grupo de controle, continue fazendo sua comunicação on-line como sempre, sem vídeos. Enquanto isso, para o grupo de teste, inclua vídeos durante algumas semanas no seu cronograma de publicações.

A partir disso, avalie:

  • Houve mais engajamento nos posts com vídeo?
  • Houve maior alcance dessas publicações?
  • Os vídeos trouxeram mais seguidores que posts estáticos?
  • As conversões de venda aumentaram no grupo de teste?
  • Se as respostas forem positivas, então houve um incremento com o formato vídeo.

Uma dica para medir a incrementalidade de silo de canais é realizar os testes em períodos mais calmos do ano, sem a interferência das datas comerciais.

 

Incrementalidade cruzada

Continuando com o exemplo das redes sociais, como saber o papel de cada rede nos resultados da sua campanha quando se está anunciando para os mesmos públicos? Talvez o último clique tenha sido no Facebook, mas, antes disso, o seguidor viu os anúncios três vezes no Instagram e finalmente resolveu saber mais.

O objetivo da incrementalidade cruzada, então, é conhecer a contribuição individual dos diferentes canais.

Para resolver esse dilema descrito acima, é possível fazer uma campanha com dark posts em ambas as redes com quatro grupos diferentes.

  • Grupo A: não vê nenhum post da campanha e serve de controle.
  • Grupo B: vê a campanha apenas no Facebook.
  • Grupo C: vê a campanha apenas no Instagram.
  • Grupo D: vê a campanha em ambas as redes.
  • A partir dos resultados você pode ter uma melhor ideia de como distribuir seu investimento entre essas duas opções.

 

Incrementalidade de portfólio

Quando abrimos o escopo da análise, começamos a comparar diferentes meios, como TV e digital.

Como ilustração, imaginemos que sua empresa atue em todas as regiões de Santa Catarina. Seu desafio é justificar o investimento em mídia na televisão. Para resolver isso, fará um teste geográfico.

Em uma ou mais regiões de controle, você continuará fazendo seu marketing habitual. Enquanto isso, nas regiões de teste, fará uma campanha de anúncios na TV. É muito importante que seja uma estratégia de médio a longo prazo para avaliar esse incremento de portfólio, porque os resultados do investimento em um novo meio ou canal podem aumentar com o tempo.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/entenda-o-que-e-incrementalidade-no-marketing/