Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

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O marketing de influência continua sendo uma estratégia de comunicação efetiva para as marcas. Ainda mais no Brasil, onde oito em cada dez pessoas conectadas seguem influenciadores nas redes sociais, saber o que funciona ou não nesse sentido é importante para impulsionar seu negócio.

Veja alguns dados para entender o marketing de influência:

  • sete em cada dez internautas compraram algo indicado por influenciadores;
  • 41% dos seguidores apreciam quando a pessoa tem experiência no que fala;
  • o excesso de posts patrocinados é rejeitado por 36% do público;
  • e 72% da audiência prefere consumir vídeos, mais ainda de um a três minutos.

O conteúdo completo você lê a seguir. Descubra então cinco coisas que funcionam e três que não funcionam no marketing de influência.

A presença dos influenciadores na vida digital dos brasileiros

Quem diz que cerca de 80% dos brasileiros conectados seguem criadores de conteúdo na internet é o Opinion Box, no relatório Influenciadores Digitais 2024, produzido em parceria com a Influency.me. Entre as mulheres esse número é ainda maior, de 84%, contra 73% dos homens.

Para mais de um terço desse público (34%), a opinião pessoal dos influenciadores digitais é importante ou muito importante. Mas é nas vendas que parece estar o maior impacto do marketing de influência: 69% dos entrevistados já compraram algum produto recomendado pelos creators.

As categorias mais compradas por influência desse tipo de conteúdo são as de cosméticos, roupas e educação. Inclusive, houve um maior percentual do público influenciado em diversos segmentos na comparação com a análise de 2023.

Categorias mais compradas em 2023 e 2024:

  • Cosméticos: 25% | 45%
  • Roupas: 26% | 40%
  • Cursos: 22% | 40%
  • Livros: 21% | 33%
  • Maquiagens: 20% | 33%
  • Alimentos e bebidas: 17% | 27%
  • Sapatos: 12% | 20%

Além disso, os internautas brasileiros demonstram um alto nível de satisfação com as compras motivadas pelo marketing de influência. Tanto que três em cada quatro consumidores consideram provável comprar novamente.

O que funciona no marketing de influência?

Quer aumentar o desempenho da sua estratégia de marketing de influência? Como sempre, os dados mostram o caminho.

Assuntos de interesse

O principal motivo para os brasileiros seguirem influenciadores nas redes sociais é a abordagem a assuntos relacionados aos gostos pessoais. Esse fator é apontado por 69% dos entrevistados pelo Opinion Box. Além disso, 41% apreciam quando o criador de conteúdo tem experiência na área.

Traduzindo isso para sua estratégia de marketing, não adianta ter uma parceria com qualquer pessoa com um número considerável de seguidores. É preciso haver sintonia entre o universo da marca e o conteúdo do perfil para captar o interesse do público e transmitir credibilidade à mensagem.

Confiança

Ter um conteúdo confiável é a característica mais valorizada pelos internautas na hora de engajar com um influenciador. Isso é algo que as marcas também devem buscar na relação com os produtores de conteúdo digital, alinhando não somente a mensagem, como os valores pessoais e do negócio. Na “era do cancelamento” é bom ter esse cuidado extra.

Conteúdo atraente

O conteúdo ser atraente vem logo após os interesses afins como motivo para seguir. Nesse sentido, influenciadores que conquistaram um alto engajamento foram capazes de entender o público e encontrar meios de envolvê-lo. Então, as marcas que procurarem esse tipo de parceria não devem forçar um conteúdo à maneira delas, e sim apostar na capacidade dos criadores.

Uso real

Mais de um terço dos internautas (35%) afirma que conteúdos explicativos chamam mais a atenção. Além disso, a maior influência para a compra ocorre quando a pessoa famosa testa e aprova o produto que os seguidores já visavam.

Aí está uma lição para sua estratégia de marketing de influência. Em muitos casos, é preferível mostrar o uso real do produto para convencer a audiência.

Vídeos curtos

Para completar, uma dica em relação ao formato. O vídeo é o favorito de 72% dos seguidores, de acordo com o Opinion Box. Inclusive, os três formatos preferidos dos brasileiros são vídeos com diferentes durações:

  • Vídeo entre 1 e 3 minutos: 27%
  • Vídeo com menos de 1 minuto: 23%
  • Vídeo com mais de 3 minutos: 22%
  • Stories: 17%

Somente então aparecem imagens, textos e áudios.

O que não funciona no marketing de influência?

O relatório Influenciadores Digitais 2024 também oferece alguns insights ou dicas do que evitar. Veja três delas abaixo.

Conteúdo de baixa qualidade

Se ter um conteúdo atraente é uma das principais motivações para seguir, perceber que ele está perdendo a qualidade é o maior motivo para abandonar um influenciador. Já comentamos que é preciso confiar no parceiro escolhido para ele moldar a mensagem da marca ao gosto da audiência do perfil, mas isso exige tempo de preparo. Então, planeje suas ações de marketing de influência com antecipação.

Excesso de publicidade

Ao contratar criadores de conteúdo e planejar a frequência da campanha, cuide para não sobrecarregar o perfil com posts patrocinados. Diante desses casos, 36% dos seguidores deixam de seguir os donos das contas.

Posicionamentos conflitantes

Nunca é demais reforçar: não olhe apenas para o número de seguidores e as métricas de engajamento dos influenciadores. As ações de parceiros refletem-se na marca e devem ser analisadas ao contratar comunicadores para suas campanhas. Procure por posicionamentos e atitudes que possam entrar em conflito com o DNA do negócio para evitar danos à imagem.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/saiba-o-que-funciona-ou-nao-no-marketing-de-influencia/

6 dicas para criar campanhas de marketing em menos tempo

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campanhas-de-marketing 6 dicas para criar campanhas de marketing em menos tempo

Quanto tempo sua equipe leva para criar uma campanha de marketing, desde a elaboração do briefing até a produção dos materiais? De acordo com um levantamento do Instituto QualiBest, em parceria com a Godiva Propaganda e com o Mundo do Marketing, as marcas do varejo brasileiro precisam, em média, de 25 dias para ativar as campanhas. Mas, com as dicas a seguir, você descobrirá como fazer tudo mais rápido.

O que precisa para fazer campanhas em menos tempo?

  • um bom planejamento;
  • parcerias estratégicas;
  • as ferramentas certas;
  • e uma postura analítica.

Como criar campanhas de marketing em menos tempo?

1) Mantenha sua marca no radar

Muitas campanhas de marketing de sucesso escondem um segredo simples: elas não fazem mágica sozinhas e, na verdade, são o resultado de um trabalho contínuo.

Estudos mostram que o retorno da publicidade é maior quando a marca tem uma estratégia de marketing de longo prazo. Isso mantém o público pensando nela nos momentos de decisão de compra.

Então, a primeira dica é mudar a postura do negócio em relação à presença na mídia. Em vez de planejar campanhas pontuais, limitadas às datas mais importantes do ano, considere intercalar campanhas promocionais com institucionais. Assim, estará sempre fortalecendo a lembrança do consumidor.

Essa postura não vai necessariamente acelerar o processo de criação de campanhas, mas vai ajudar você a atingir mais rápido os objetivos com cada ação e ter um maior retorno no geral.

2) Elabore um calendário de ações e objetivos

Além dessa presença contínua na mídia, é importante antecipar as campanhas para os períodos de maior estímulo às vendas. No entanto, o estudo “Gestão de Marketing no Varejo”, do Instituto QualiBest, revela que 28% das empresas do varejo no Brasil não têm um calendário de ações bem definido.

Fazer esse planejamento antecipadamente permitirá uma melhor organização do fluxo de trabalho ao longo do ano. Isso evitará que duas ou mais campanhas importantes entrem em produção ao mesmo tempo, aumentando o tempo de produção delas.

Nesse sentido, ainda vale lembrar que o calendário da marca é composto também por datas próprias, como o aniversário da empresa, lançamentos de novos produtos ou serviços e afins.

3) Divida as tarefas com parceiros especializados

Uma tendência de marketing relevante é a busca por parcerias estratégicas na comunicação das marcas. Não só isso, há uma procura específica por parceiros proativos e que sejam capazes de pensar fora da caixa, como aponta o CMO Barometer, da Serviceplan.

O marketing de sucesso hoje demanda competências complexas e interligadas, algo difícil de alcançar em meio a uma equipe reduzida, como é o caso de muitas empresas. Daí a importância de contar com parceiros especializados, a exemplo do Estúdio NSC Branded Content. A NSC conta com profissionais focados no planejamento, na criação e na distribuição de conteúdos das marcas para impulsioná-las na internet e fora dela, graças à experiência como o maior hub de comunicação do Estado.

4) Adote um modelo ágil para criar campanhas de marketing

Uma forma de organizar melhor o fluxo de trabalho está no método Kanban. Essa abordagem permite visualizar melhor, por meio de quadros e colunas, as atividades envolvidas na criação de campanhas de marketing. Assim, é possível entender melhor onde estão os gargalos na produção, quais tarefas exigem mais ou menos tempo e como agilizar gradualmente os processos da equipe.

5) Faça testes em tempo real

Economize tempo na criação de campanhas futuras aplicando os aprendizados de experimentos passados. Ou seja, se sua equipe não é adepta dos testes A/B, esta é uma boa hora para começar a usá-los.

Ter uma postura analítica é essencial para o marketing de sucesso. Isso ajudará não só a alcançar melhores resultados, como direcionará melhor as campanhas para aquilo que realmente funciona e tornará o processo de criação mais certeiro, portanto, mais rápido.

6) Use ferramentas colaborativas

Criar campanhas de marketing envolve uma série de etapas e pessoas. Por causa disso, muitas vezes perde-se mais tempo nos intervalos, nas esperas, que na execução propriamente dita.

Uma solução para esse problema é usar ferramentas colaborativas no marketing. Opções como o Slack, a Asana ou o Trello são capazes de aumentar a produtividade do marketing, integrar diferentes colaboradores em tempo real e até automatizar tarefas.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/7-dicas-para-criar-campanhas-de-marketing-em-menos-tempo/

Marketing x Branding: Entenda a diferença e por que ela importa

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branding-marketing Marketing x Branding: Entenda a diferença e por que ela importa

Marketing e branding são dois conceitos fundamentais nos negócios, mas que acabam sendo confundidos com frequência. Até o próprio dicionário costuma misturá-los. Segundo a definição do Merriam-Webster, marketing é “o processo ou a técnica de promover, vender e distribuir um produto ou serviço”, enquanto branding refere-se à “promoção de um produto ou serviço pela identificação com uma marca em particular”.

Então, qual é a diferença entre marketing e branding?

  • o marketing representa como uma empresa atua no mercado;
  • ele é um esqueleto, uma forma de sustentar as ações da marca;
  • já o branding é a alma ou a personalidade de um negócio;
  • por meio dele, as marcas criam uma imagem positiva junto ao público.

O que é marketing?

Muito antes da existência das marcas já havia o comércio de produtos e serviços. O costume de marcá-los surgiu da necessidade de definir a procedência deles e, com o tempo, tornou-se um diferencial entre negócios.

O marketing trata desse conceito mais amplo de levar algo ao mercado, como vimos na definição de “o processo ou a técnica de promover, vender e distribuir um produto ou serviço”. Ou, como explica a Associação Americana de Marketing (AMA): “Marketing é uma função organizacional e uma coleção de processos para criar, comunicar e entregar valor para os consumidores, e para gerenciar as relações com os clientes de forma a gerar benefícios para a companhia e seus stakeholders”.

Ele faz isso por meio de uma série de atividades e processos, como pesquisas de mercado, planejamento de produtos e serviços, definição de preços, publicidade e a escolha dos canais de distribuição e venda. Inclusive, uma parte essencial do estudo do marketing envolve os 4 Ps definidos por Philip Kotler como: produto, preço, praça e promoção.

Por meio desse mix de marketing, as marcas então se posicionam no mercado. Isso porque elas precisam de algo para vender, um preço adequado para terem lucro, uma área de abrangência e canais de venda disponíveis, além da divulgação para chegarem ao conhecimento do público. Mas isso não é o suficiente para terem sucesso. Para tanto, elas necessitam também do branding.

O que é branding?

A forma mais fácil de entender o que é branding vem da seguinte definição: é o processo de construir uma identidade única para a marca ou produto. A própria palavra “branding” vem do inglês “brand”, ou “marca” em português, e dá esse tom de especificidade. É, portanto, a tarefa dentro do marketing de criar a imagem da marca, que se diferencia na mente do consumidor de todas as outras imagens que ele tem.

Mas como é feita a construção da imagem da marca ou do produto? Por uma série de elementos tangíveis e intangíveis que comunicam algo ao consumidor.

  • São elementos tangíveis: o nome da marca ou do produto, o logo, as cores, as embalagens, a identidade visual como um todo, o slogan, os canais de comunicação e vendas, os jingles, os comunicadores, os assistentes virtuais, os mascotes etc.
  • São elementos intangíveis: a missão, os valores, a experiência com a marca, a conexão emocional que ela desperta etc.

Ou seja, se o marketing refere-se a como a marca trabalha para chegar ao mercado, o branding diz respeito a como ela é percebida pelo público.

A diferença entre marketing e branding

É possível fazer marketing sem pensar no branding, como é o caso de muitos negócios, mas é impossível fazer branding sem marketing.

O marketing, como vimos, oferece um esqueleto para o posicionamento da marca no mercado. Ele dá as condições básicas para uma empresa sobreviver.

Por outro lado, o branding imprime personalidade à marca. Ele permite que os consumidores a reconheçam como algo individual e se conectem. Só que isso depende de estratégias e práticas bem alinhadas ao propósito do negócio. É por meio do marketing que o branding se materializa.

Ainda podemos estabelecer a diferença entre marketing e branding pela forma como avaliamos um e outro. As métricas de marketing refletem resultados concretos obtidos pela empresa: leads, conversões, vendas… Já as métricas de branding estão mais relacionadas ao reconhecimento, à percepção e à lealdade do público. Nem por isso são menos importantes. Afinal, as marcas mais preparadas para o futuro têm personalidades bem definidas e são capazes de engajar os consumidores de um modo bastante íntimo.

Por que entender a diferença entre marketing e branding é importante?

O marketing tem uma natureza mais imediatista. O foco dele é fazer a empresa vender. Mas, se você deseja continuar vendendo e ter resultados cada vez melhores, a consistência da marca é imprescindível.

O branding ensina justamente isso. Não é possível construir uma imagem sólida e reconhecida mudando a marca conforme a vontade do momento. É o mesmo princípio que se aplica a pessoas: a reputação se cria a partir da repetição. A mensagem e as ações devem ser consistentes.

Com isso, o branding redireciona o marketing para estratégias de longo prazo. Esse sim é o caminho para ter um marketing de sucesso.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-vs-branding-entenda-a-diferenca-e-por-que-ela-importa/

Descubra 5 dados para entender o marketing B2B em 2025

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b2b-marketing Descubra 5 dados para entender o marketing B2B em 2025

Há um enorme potencial para a evolução do marketing B2B no Brasil. De acordo com o levantamento “O Status do Marketing B2B na América Latina 2025”, da Intelligenzia, apenas 20% dos profissionais entrevistados consideram suas respectivas empresas em um estágio maduro ou sofisticado de maturidade digital. Então, vale acompanhar os dados que trazemos adiante para ajudar nessa busca por melhorias no setor.

Destaques do Status do Marketing B2B 2025:

  • 76% dos profissionais priorizam a geração de leads de qualidade;
  • 65% têm orçamentos destinados a eventos;
  • 59% vão investir na geração de conteúdo neste ano;
  • enquanto isso, a maioria das empresas faz uso de ferramentas de otimização.

Saiba a seguir o que esses números representam para o mercado.

5 dados para entender o marketing B2B em 2025

1. Gerar leads de qualidade é o maior objetivo no marketing B2B

Quando perguntados sobre as prioridades para 2025, os profissionais do marketing business-to-business mostram uma grande preocupação em gerar mais leads em qualidade. Esse é o objetivo de três em cada quatro entrevistados, ou 76% do público. Diante dos 30% que elencaram entre as prioridades gerar mais leads em volume, a qualidade dos contatos que chegam às vendas, portanto, é muito mais valorizada.

Seis em cada dez marqueteiros ainda revelam o intuito de trabalhar a marca institucional. Esse é um objetivo acertado. Afinal, como aponta o relatório ROI Genome, da Analytic Partners, usar a comunicação para divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Isso em comparação com a divulgação de produtos e serviços.

Logo depois, com 57%, aparece o objetivo de dar visibilidade aos produtos ou serviços da empresa.

Tal sequência traz uma visão interessante e potencialmente mais eficaz para abordar as prioridades do marketing B2B em 2025.

2. Foco nas métricas de marketing que importam

Uma das provas de que o setor está evoluindo é o fato de que os profissionais se mostram cada vez mais ligados à possibilidade de as métricas enganarem. Por isso, assim como nas prioridades citadas acima, a qualidade dos leads gerados é considerada a principal métrica de sucesso por 78% do mercado.

O volume, por si só, representa pouco para a marca. É claro, gerar leads em uma quantidade necessária para a sustentação do negócio deve estar em pauta. Disso não se pode fugir e sete em cada dez entrevistados procuram também pelo maior número possível. Mas isso não pode ser dissociado do potencial de esses leads realmente serem convertidos.

As empresas B2B precisam de estratégias que atraiam leads qualificados, e não só completar uma métrica que terá pouco impacto no restante do funil de vendas.

3. O marketing B2B no Brasil está amadurecendo

A boa notícia para o mercado é que o marketing B2B dá mostras de evoluir, como indicamos a partir dos dados anteriores. Por outro lado, isso significa que as empresas do setor precisarão trabalhar de maneira cada vez mais inteligente para não ficarem para trás.

Falando nisso, os entrevistados no estudo da Intelligenzia apontam os diferentes níveis de maturidade digital em que os negócios se encontram:

  • 5% estão em um nível sofisticado;
  • 15% estão em um nível maduro, ainda com alguns desafios;
  • 32% estão em desenvolvimento, com relativo sucesso;
  • 24% estão em crescimento, faltando uma estratégia coesa;
  • 23% estão em estágio inicial, com algumas ações feitas.

Estrategicamente, os profissionais também perceberam certa evolução. Mais de um terço deles (36%) relatou uma melhoria considerável em 2024, na comparação com 2023.

4. Eventos e geração de conteúdo têm os maiores orçamentos

Como os profissionais esperam gerar leads qualificados em 2025? Para isso, o “Status do Marketing B2B” mostra as táticas mais usadas: o marketing de conteúdo, a divulgação orgânica nas redes sociais e os eventos. Não à toa, os eventos e a geração de conteúdo aparecem nas primeiras posições em alocação de verbas para ações de comunicação.

O marketing de eventos em si não é uma tendência exclusiva do B2B. Mais da metade dos líderes ouvidos em uma pesquisa da AnyRoad afirmaram o intuito de aumentar os investimentos nessa direção até 2026. Enquanto isso, o conteúdo de qualidade é uma das principais apostas de mídia para superar o marasmo das marcas e atrair o público.

5. O uso de ferramentas de marketing e vendas

O amadurecimento do marketing B2B no Brasil ainda passa pela adoção de ferramentas digitais que otimizem o trabalho no setor. Nesse sentido, a prática parece bastante difundida.

Apenas 17% dos entrevistados pela Intelligenzia não usam uma ferramenta de CRM. Um número um pouco maior, de 27%, diz não utilizar ferramentas de inbound marketing. E menos de 40% não aproveitam recursos de inteligência artificial generativa no dia a dia.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/descubra-5-dados-para-entender-o-marketing-b2b-em-2025/

5 vantagens de ter a mídia externa (OOH) na sua estratégia

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midia-externa-ooh 5 vantagens de ter a mídia externa (OOH) na sua estratégia

A mídia externa responde por 11,2% do investimento publicitário no Brasil, como aponta o relatório Cenp-Meios do primeiro semestre de 2024. Na comparação com o mesmo período de 2023, ela participava de 9,2% do total.

Quer saber o que motiva esse crescimento? Mostraremos, a seguir, cinco razões para isso e explicaremos por que sua marca também deve considerar investir na mídia OOH — out of home, ou fora de casa.

Dados importantes sobre a mídia externa no Brasil:

  • nove em cada dez brasileiros são impactados pela publicidade OOH;
  • 68% desse grupo já compraram ou pesquisaram algo por causa do anúncio;
  • isso representa um mercado potencial de bilhões de reais em compras;
  • e a mídia externa ainda pode fortalecer a marca em experiências inesquecíveis.

5 vantagens da mídia externa (OOH)

1. Alcance

A mídia externa recebe o terceiro maior investimento publicitário no Brasil, de acordo com o Cenp-Meios, atrás da televisão e da internet. Entretanto, em termos de consumo de mídia, ela tem o segundo maior alcance dos meios de comunicação no País.

Dados da Kantar IBOPE Media revelam que a publicidade OOH fala com 89% dos brasileiros. Apenas a TV aberta alcança mais pessoas, chegando a 99,2% da população, como ressalta o levantamento Inside Video 2024.

Por sinal, sobram oportunidades para os brasileiros consumirem mídia externa. A própria Kantar IBOPE Media informa que 96% das pessoas no País usam algum transporte ao longo da semana. Uma pesquisa conjunta de Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Sebrae vai além e diz que os moradores das capitais estaduais passam cerca de duas horas por dia no trânsito, em média. Isso equivale a 21 dias por ano.

Como comparação, os brasileiros passam quase o mesmo tempo diariamente ouvindo plataformas áudio na internet, como indica o relatório Digital Brazil: 2024.

2. Visibilidade

Vimos acima que a mídia externa tem um enorme alcance. Mas será que as pessoas reparam nesses anúncios? Diferentes pesquisas nos permitem dizer que, sim, há um efeito real no público consumidor.

De acordo com a Kantar IBOPE Media, por exemplo, 68% dos brasileiros impactados por OOH já compraram ou pesquisaram algum produto ou serviço depois de ver o anúncio.

Já um estudo feito em aeroportos pela JCDecaux, em parceria com o Datafolha, destaca que nove em cada dez consumidores notaram a publicidade nesses ambientes. Em meio a tal grupo, 84% tinham a intenção de interagir com as mensagens exibidas.

3. Mercado potencial

A RZK Digital, empresa de mídia exterior digital (DOOH), fez um estudo na região metropolitana de São Paulo para entender melhor o poder de consumo do público impactado pelos anúncios fora de casa.

Considerando apenas os passageiros de ônibus, a audiência tem um potencial de gastar quase R$ 29,7 bilhões de reais em supermercados ao longo de um ano. Eles também pretendiam consumir R$ 10,8 milhões em educação, R$ 4,5 bilhões em beleza e higiene, e R$ 4,4 bilhões em turismo.

Os dados confirmam a relevância desse mercado potencial. Está aí mais um bom motivo para sua empresa incluir a publicidade OOH no plano de mídia.

4. Proximidade do ponto de venda

Outra vantagem de investir em mídia externa é a capacidade de segmentar geograficamente a comunicação.

Um fato destacado pela pesquisa “Impactos da Mobilidade Urbana no Varejo” — de CNDL, SPC Brasil e Sebrae — é que a maioria dos brasileiros evita grandes deslocamentos para comprar. A busca por comodidade e agilidade faz com que 76,8% comprem com maior frequência perto de casa e 7,6% façam a maior parte das compras perto do trabalho.

Ou seja, há uma boa chance de que a maioria do seu público esteja nos arredores do ponto de venda. Daí a importância de ter mídias segmentadas nessa direção.

5. Experiências marcantes

Quando falamos de mídia externa, há uma gama de formatos disponíveis. Entram aí banners, outdoors, backbus, empenas, telas digitais, painéis interativos, projeções, envelopamentos, entre outras possibilidades. Mas também é importante lembrar que, além dos formatos, a publicidade OOH pode estar associada a uma experiência do público.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/5-vantagens-de-ter-a-midia-externa-ooh-na-sua-estrategia/

Instagram ou TikTok: qual rede social os brasileiros mais usam?

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O Instagram e o TikTok disputam a mesma audiência digital de vídeos curtos. Mas qual é a plataforma mais usada pelos brasileiros para consumir esse tipo de conteúdo? A resposta pode mudar completamente a estratégia de marketing dos negócios. Então, analisamos o uso das redes sociais no Brasil para responder a essa questão e trazer outros insights para sua estratégia.

Destaques sobre o uso de Instagram e TikTok no Brasil:

  • 93% do público no Instagram passa por ali diariamente;
  • 82% deles seguem alguma marca na rede de vídeos curtos;
  • 78% dos usuários do TikTok abrem o app todos os dias;
  • e 70% acham que as marcas devem estar nas redes sociais.

Instagram ou TikTok: qual é a rede mais usada no Brasil?

Não há dúvida: o Instagram é a rede social mais usada no Brasil não só para vídeos curtos, como no geral.

Podemos citar nesse sentido o relatório Digital 2024: Brazil, de We Are Social e Meltwater. Ele diz que 91,2% dos usuários de internet no País com idade entre 16 e 64 anos acessam o Instagram. Já o TikTok é usado por 65,1% dos respondentes.

Enquanto isso, o Panorama Mobile Time/Opinion Box — Uso de Apps no Brasil, de abril de 2024, destaca o fato de que 36% dos brasileiros conectados passam a maior parte do tempo on-line no Instagram. Por outro lado, apenas 4% podem dizer o mesmo do TikTok.

A rede social da Meta, portanto, não perderá a liderança tão cedo. Mas isso não quer dizer que ela seja inalcançável. Há uma preocupação dos usuários em relação às novas políticas anunciadas por Mark Zuckerberg, a percepção de que a rede pode fazer mal à saúde mental e a franca ascensão do concorrente chinês.

Curiosamente, há um único dado em que o TikTok vem à frente do Instagram. O relatório “TikTok no Brasil 2025”, do Opinion Box, mostra que 41% dos usuários preferem assistir a vídeos de curta duração por ali. O Instagram vem logo atrás, com 40%. Tal número sugere que o app da ByteDance oferece uma experiência igual ou melhor com esse tipo de conteúdo e tem potencial para destronar o líder no futuro.

Instagram está presente em 90% dos smartphones no Brasil

O Panorama Mobile Time/Opinion Box traz outro dado expressivo do Instagram no Brasil. O aplicativo está instalado em nove a cada dez aparelhos de smartphone. Apenas o WhatsApp apresenta maior distribuição no País.

O Instagram lidera em mais um quesito: é um aplicativo que os brasileiros abrem com maior frequência. De acordo com o Opinion Box, 93% acessam o app ao menos uma vez ao dia e 57% o fazem várias vezes diariamente.

Há também uma maior proximidade com as marcas na rede social da Meta. No Instagram, 82% dos brasileiros seguem alguma empresa. Inclusive, 72% já compraram algum produto ou serviço descoberto por ali.

Os usuários do Instagram ainda são bastante propensos a compartilhar os conteúdos vistos na plataforma. Oito em cada pessoas ouvidas na pesquisa “Instagram no Brasil 2025” revelaram o hábito de repassar as publicações a outras pessoas. Mas quais são os conteúdos favoritos do público?

Estes são os temas preferidos dos perfis que os brasileiros acompanham:

  • Viagem e turismo: 52%
  • Saúde e fitness: 44%
  • Gastronomia e receitas: 42%
  • Humor: 42%
  • Finanças: 37%
  • Música: 35%
  • Moda: 33%

TikTok é usado como fonte de distração e diversão

Apesar de 70% dos usuários no TikTok concordarem com a afirmação de que as marcas devem estar presentes nas redes sociais, o público ali tem uma relação diferente com os negócios. Por exemplo, apenas 45% seguem perfis comerciais, bastante abaixo dos 82% no Instagram.

Uma consequência disso é um percentual menor de conversão direta no TikTok. Pouco mais de um terço do público (36%) já comprou algum produto ou serviço descoberto na rede social da ByteDance, como informa o “TikTok Brasil 2025”.

Podemos explicar essa diferença pelo fato de que o TikTok é usado acima de tudo como fonte de entretenimento. O aplicativo é procurado para distração por 62% dos usuários e para diversão por 53%. Não à toa, conteúdos com temas de humor e descontração fazem maior sucesso.

Essa procura por entretenimento é diária, por sinal. Oito em cada dez brasileiros ouvidos pelo Opinion Box abrem o TikTok ao menos uma vez por dia.

Veja os tipos de conteúdos que mais atraem o público nacional:

  • Humor: 57%
  • Viagem e turismo: 50%
  • Saúde e fitness: 46%
  • Gastronomia e receitas: 37%
  • Música: 37%
  • Notícias: 35%
  • Finanças: 32%
Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/instagram-ou-tiktok-qual-rede-social-os-brasileiros-mais-usam/

5 dicas para começar o marketing de pequenas empresas em SC

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marketing-de-pequenas-empresas 5 dicas para começar o marketing de pequenas empresas em SC

Santa Catarina ganha mais de 25 mil novos negócios por mês, em média, de acordo com os dados da Junta Comercial do Estado em 2025. A maioria deles são de pequeno porte. Para esses empreendedores, começar o marketing de pequenas empresas pode parecer um mistério à primeira vista, mas o caminho é mais simples do que se imagina. Veja a seguir as dicas para iniciar sua jornada!

Saiba como iniciar o marketing de pequenas empresas em SC:

  • ter um plano de marketing ajudará você a otimizar o investimento;
  • as empresas investem nessa área, em média, 11,4% do orçamento total;
  • algumas soluções sairão de graça, ou quase, como as redes sociais e SEO;
  • mas para ter alcance e confiança de verdade é preciso de mídias como a rádio.

Os primeiros passos do marketing para pequenas empresas

Ao abrir um novo negócio, todo empreendedor quer torná-lo conhecido e atrair clientes o quanto antes. Mas como fazer isso?

Tudo começa com um plano de marketing. Você vai colocar no papel:

  • uma breve introdução da marca e o que oferece;
  • suas metas neste primeiro momento;
  • qual é o perfil do público-alvo;
  • como seria seu consumidor ideal (buyer persona);
  • como a marca deve falar (voz da marca);
  • como ela se apresenta visualmente (identidade visual);
  • e quais ações pretende tomar para alcançar as metas propostas.

Não é preciso fazer algo perfeito nem definitivo por enquanto. Muitas ideias serão refinadas com o amadurecimento do negócio. Mas é bom ter alguma noção de quem é seu público e de como se comunicar com consistência, primeiramente para não desperdiçar seu orçamento e, em segundo lugar, para facilitar o reconhecimento da nova marca.

Além disso, você já deve saber que o marketing de pequenas empresas precisa de investimento. A dúvida então é: quanto? Nesse sentido, a pesquisa The CMO Survey 2025 traz uma média do percentual de investimento com base no orçamento total do negócio:

  • empresa de produtos B2B: 7,4%
  • empresa de serviços B2B:  6,7%
  • empresa de produtos B2C: 21,5%
  • empresa de serviços B2C: 11,7%

No entanto, as novas empresas podem necessitar de um impulso extra de investimento para quebrar a barreira do anonimato no começo.

Dicas para o plano de ação no marketing de pequenas empresas

Até agora vimos a teoria, colocando as ideias no papel. O plano de ação é onde tudo entra em prática e seu investimento começa a contar.

Então, aqui está um caminho possível para quem está começando.

1. Pessoas próximas

O “boca a boca” é um recurso muito útil no marketing de pequenas empresas. E o que é melhor: gratuito.

Faça seu negócio ser conhecido entre familiares e amigos. Nem sempre eles serão o público-alvo, mas talvez saibam de alguém para indicar. No começo, essa confiança adquirida por recomendações será fundamental para atrair clientes, enquanto a marca não cria uma reputação por si própria.

2. Redes sociais

Uma pesquisa da GoDaddy comprova que 90% dos empreendedores de pequenas e médias empresas no Brasil consideram as redes sociais importantes para as vendas.

O truque para usá-las na sua estratégia é saber de antemão que seu alcance orgânico será ruim. Portanto, não se preocupe em ter centenas de curtidas nas suas publicações logo de cara. O foco deve ser em estabelecer uma presença on-line, comprovar que o negócio existe de verdade e facilitar o acesso a informações essenciais. Para isso, escolha as plataformas que façam sentido para seu público-alvo.

Você não precisa sequer postar todos os dias se não tiver tempo para isso. Mas esteja sempre de olho nos comentários e mensagens, porque as redes sociais são, acima de tudo, um canal de relacionamento com o cliente.

3. SEO

Se a empresa atende localmente, uma boa ideia é usar a otimização para motores de busca (SEO) focada nas proximidades do negócio. Isso envolve ter um Perfil de Empresa no Google e, quem sabe, investir em anúncios segmentados pela localização, como “lavanderia em Florianópolis” ou “loja de calçados em Blumenau”.

Já os negócios virtuais, a exemplo dos e-commerces, devem caprichar nos títulos e nas descrições dos produtos e serviços, incluindo palavras-chave específicas da categoria. Os anúncios segmentados também podem ajudar na sua encontrabilidade on-line.

4. Mídia externa

No caso dos estabelecimentos físicos, a mídia externa é outro recurso interessante para o marketing de pequenas empresas. Segundo uma pesquisa da Kantar, 68% dos consumidores no Brasil já compraram ou pesquisaram algo por causa desse tipo de publicidade.

Outra vantagem da mídia externa é a segmentação geográfica dos anúncios. Eles podem literalmente apontar a direção da sua empresa para o público.

5. Rádio

Por essa você não esperava, não é mesmo? Mas há ótimas razões para incluir a publicidade na rádio em sua estratégia.

A rádio entrega o alcance que uma pequena empresa dificilmente terá nas redes sociais (sem pagar uma fortuna). É um meio de confiança do público, o que traz credibilidade para sua comunicação. Permite ter frequência de mídia sem estourar o orçamento de marketing. E, para completar, oferece segmentação geográfica e de perfil de consumidor.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/5-dicas-para-comecar-o-marketing-de-pequenas-empresas-em-sc/

Marketing de influência é importante para 82% dos profissionais

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importancia-marketing-de-influencia Marketing de influência é importante para 82% dos profissionais

O marketing de influência é uma peça cada vez mais importante no quebra-cabeça da comunicação das marcas. Em 2025, o investimento global nessa tática deve crescer 36%, de acordo com os dados do Statista, chegando ao valor de 33 bilhões de dólares. Aqui no Brasil, a importância também é crescente, como mostraremos a seguir.

Destaques do marketing de influência em 2025:

  • 57% dos anunciantes têm planos de aumentar o investimento nessa área;
  • ainda há uma dificuldade de mensurar a efetividade das campanhas;
  • mas o fato é que 80% dos consumidores já compraram produtos indicados;
  • o Instagram e o YouTube são as redes de maior influência nesse sentido.

A importância do marketing de influência em 2025

O relatório da Comscore “The State of Social Media” aponta que, no mês de abril deste ano, 36% de todas as interações dos usuários nas redes sociais em nível global foram geradas por influenciadores. Esse dado já mostra como eles se tornaram indispensáveis para a estratégia das marcas em um cenário de queda de engajamento on-line.

A Comscore ainda pontua que, além do maior alcance que oferecem, os criadores de conteúdo digital são capazes de elaborar narrativas mais ricas e atraentes para os negócios. Aí está um dos maiores antídotos para a fadiga de conteúdo na internet: contexto, contexto e contexto.

Não surpreende, portanto, que na pesquisa ROI & Influência 2025, de YOUPIX e Nielsen, 82% dos profissionais brasileiros entrevistados tenham dito que o marketing de influência é importante ou muito importante em seus planos de comunicação. Mais ainda, 87% dizem que trabalhar com influenciadores traz um resultado que nenhum outro tipo de comunicação digital pode trazer.

Ou podemos justificar a importância do marketing de influência em 2025 pela perspectiva dos usuários das redes sociais. Segundo outro levantamento de YOUPIX e Nielsen, realizado no começo deste ano, 54% dos consumidores afirmaram que adoram saber os produtos e marcas que os influenciadores usam. E oito em cada dez já compraram os produtos indicados.

Os criadores hoje são vitrines e, acima disso, oferecem uma conexão real entre as marcas e o público consumidor.

Instagram domina as parcerias com influenciadores digitais

O marketing de influência acaba sendo sinônimo de campanhas no Instagram, mas a pesquisa ROI & Influência 2025 sugere que as marcas tenham um leque de mídia mais amplo.

A quase totalidade dos anunciantes (98%) fecha trabalhos pelo Instagram. O TikTok aparece em segundo lugar, com 71%. Entretanto, a plataforma chinesa teve um crescimento considerável em relação a 2024, quando estava presente em 59% dos jobs. Já o YouTube vem na terceira posição, com 37% em 2025.

O investimento no Instagram é justificado pelo comportamento dos consumidores. Dos 19 aos 54 anos, a rede social da Meta é a que mais costuma influenciar os brasileiros. Só que o YouTube vai ascendendo em importância conforme a faixa etária dos usuários também sobe, tornando-se a plataforma mais influente para o público de 55 anos ou mais.

Outro aspecto que corrobora o papel do YouTube dentro da estratégia de marketing de influência é o fato de ser o canal onde o consumidor mais busca informações sobre produtos.

O TikTok é a terceira rede em que os brasileiros de até 34 anos costumam ser influenciados pelos criadores de conteúdo digital. Depois dessa idade, o lugar é ocupado pelo Facebook.

Medindo o desempenho das campanhas de marketing de influência

Com tudo o que vimos até aqui, fica claro por que 57% dos anunciantes têm planos de aumentar o investimento em marketing de influência em 2025, segundo YOUPIX e Nielsen. Mas esse percentual poderia ser maior, não fosse por um fator principal.

A pesquisa revela que 53% dos profissionais têm dificuldade em quantificar o ROI dessa tática e 48% encontram um obstáculo ao provar a efetividade do influenciador.

A mensuração é chave não somente para aumentar o investimento, como para fazê-lo valer a pena. Aí surge um problema logo de cara: anunciantes e agências usam o engajamento com as publicações e o alcance como principais métricas para avaliar as campanhas.

O ROI & Influência 2025 traz como sugestão uma série de outras métricas possíveis e com maior relação ao desempenho das marcas:

  • aumento de share of voiceshare of mind ou share of market;
  • aumento das buscas pela marca na internet;
  • aumento de visitas ao site do anunciante;
  • aumento de cadastros;
  • entre outros.

Em resumo, a mensuração deve ir além das impressões e curtidas. Os profissionais precisam focar em medir a eficiência do marketing de influência para justificar o investimento crescente e tirar os melhores resultados dessa prática.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-de-influencia-e-importante-para-82-dos-profissionais/

Black Friday é oportunidade para fidelizar o consumidor

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black-friday Black Friday é oportunidade para fidelizar o consumidor

A Black Friday dispensa introduções entre os brasileiros. De acordo com um levantamento do Google em parceria com a Offerwise, 89% dos consumidores no País conhecem a data. Mas o impacto dela vai muito além de novembro. Os dados mostram que o cliente conquistado em novembro tem grandes chances de voltar a comprar nos meses seguintes.

Veja como a Black Friday permite fidelizar o consumidor:

  • seis em cada dez brasileiros devem aproveitar as promoções neste novembro;
  • a intenção de gastos com as compras da Black Friday 2025 é de R$ 600;
  • 68% podem mudar os planos para a data se encontrarem um bom preço;
  • 54% voltaram a comprar das marcas de que foram clientes na data de 2024.

Os planos dos brasileiros para a Black Friday 2025

Quanto mais perto chegamos da Black Friday de 2025, maior é a intenção de compra dos brasileiros. Uma pesquisa da Globo divulgada em julho apontava que 43% do público planejava comprar na data deste ano. Agora o levantamento revelado em setembro pelo Google com a Offerwise revela que seis em cada dez brasileiros esperam aproveitar os descontos.

A intenção de gastos é de R$ 600, em média. Entretanto, vale lembrar que as compras não se limitam à última sexta-feira de novembro, que em 2025 será no dia 28/11.

O Opinion Box, em parceria com a Dito, mostra que na Black Friday de 2024 apenas 10% dos consumidores compraram no dia exato. Segundo o estudo “Comportamento de compra e tendências para a Black Friday 2025”, 39% fizeram as compras na semana da data, 44% compraram ao longo de todo o mês e outros 7% até fizeram isso após o término do evento.

Para este ano, o Google indica que 48% dos brasileiros já elaboraram uma lista de desejos. Mais da metade dos entrevistados, ou 54%, também vêm guardando dinheiro para as compras.

Porém, mesmo esse consumidor que se planeja está aberto a ser disputado pelas marcas. Oito em cada dez consumidores pesquisam ofertas no período da Black Friday e 68% afirmam que podem mudar a compra se encontrarem um bom preço.

Para muitos brasileiros, esta é a única oportunidade do ano de comprar bens duráveis e de alto valor. Mas categorias de produtos do dia a dia, como alimentos e bebidas, ou itens de farmácia e saúde, também estão na mira do público do País. As compras de supermercado, por exemplo, foram a quarta categoria preferida pelos consumidores na última Black Friday, como destacam Opinion Box e Dito, atrás de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, roupas e acessórios, e produtos de beleza e cosméticos.

A oportunidade de fidelização na Black Friday

O “Comportamento de compra e tendências para a Black Friday 2025” revela que mais da metade dos compradores voltaram a comprar das marcas com que se relacionaram na data de 2024.

Comportamento após a compra na Black Friday:

  • 54% fizeram novas compras;
  • 17% não compraram novamente;
  • 16% ainda não compraram, mas pretendem;
  • 11% comprarão em algumas lojas, mas em outras não;
  • 2% não comprarão novamente.

Esse alto índice de recompra significa para os negócios que a Black Friday deve ser vista como uma estratégia de vendas muito além do quarto trimestre. Os resultados na data podem repercutir ao longo de todo o ano.

Então, é preciso dar atenção especial aos fatores que levam o consumidor à compra, ou o fazem desistir dela.

A primeira metade da equação é mais simples. Preços baixos e frete grátis são aquilo que os brasileiros mais valorizam na hora de comprar na Black Friday. A outra parte, aquela que afasta os compradores, é um pouco mais complexa, especialmente no caso do e-commerce.

Principais fatores que afastam o consumidor virtual:

  • Frete muito caro: 45%
  • Reclamações negativas sobre a loja: 40%
  • Preço não tão atrativo: 35%
  • Falta de segurança na hora do pagamento: 24%
  • Prazo de entrega demorado: 19%
  • Falta de informações sobre o produto: 17%

Já nas lojas físicas, os maiores obstáculos à compra se dividem entre preços acima do esperado e alguma falta de estrutura do estabelecimento, como atendimento ruim, filas longas e desorganização.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/black-friday-e-oportunidade-para-fidelizar-o-consumidor/

Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

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Marketing-de-influencia Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

O marketing de influência continua sendo uma estratégia de comunicação efetiva para as marcas. Ainda mais no Brasil, onde oito em cada dez pessoas conectadas seguem influenciadores nas redes sociais, saber o que funciona ou não nesse sentido é importante para impulsionar seu negócio.

Veja alguns dados para entender o marketing de influência:

  • sete em cada dez internautas compraram algo indicado por influenciadores;
  • 41% dos seguidores apreciam quando a pessoa tem experiência no que fala;
  • o excesso de posts patrocinados é rejeitado por 36% do público;
  • e 72% da audiência prefere consumir vídeos, mais ainda de um a três minutos.

O conteúdo completo você lê a seguir. Descubra então cinco coisas que funcionam e três que não funcionam no marketing de influência.

A presença dos influenciadores na vida digital dos brasileiros

Quem diz que cerca de 80% dos brasileiros conectados seguem criadores de conteúdo na internet é o Opinion Box, no relatório Influenciadores Digitais 2024, produzido em parceria com a Influency.me. Entre as mulheres esse número é ainda maior, de 84%, contra 73% dos homens.

Para mais de um terço desse público (34%), a opinião pessoal dos influenciadores digitais é importante ou muito importante. Mas é nas vendas que parece estar o maior impacto do marketing de influência: 69% dos entrevistados já compraram algum produto recomendado pelos creators.

As categorias mais compradas por influência desse tipo de conteúdo são as de cosméticos, roupas e educação. Inclusive, houve um maior percentual do público influenciado em diversos segmentos na comparação com a análise de 2023.

Categorias mais compradas em 2023 e 2024:

  • Cosméticos: 25% | 45%
  • Roupas: 26% | 40%
  • Cursos: 22% | 40%
  • Livros: 21% | 33%
  • Maquiagens: 20% | 33%
  • Alimentos e bebidas: 17% | 27%
  • Sapatos: 12% | 20%

Além disso, os internautas brasileiros demonstram um alto nível de satisfação com as compras motivadas pelo marketing de influência. Tanto que três em cada quatro consumidores consideram provável comprar novamente.

O que funciona no marketing de influência?

Quer aumentar o desempenho da sua estratégia de marketing de influência? Como sempre, os dados mostram o caminho.

Assuntos de interesse

O principal motivo para os brasileiros seguirem influenciadores nas redes sociais é a abordagem a assuntos relacionados aos gostos pessoais. Esse fator é apontado por 69% dos entrevistados pelo Opinion Box. Além disso, 41% apreciam quando o criador de conteúdo tem experiência na área.

Traduzindo isso para sua estratégia de marketing, não adianta ter uma parceria com qualquer pessoa com um número considerável de seguidores. É preciso haver sintonia entre o universo da marca e o conteúdo do perfil para captar o interesse do público e transmitir credibilidade à mensagem.

Confiança

Ter um conteúdo confiável é a característica mais valorizada pelos internautas na hora de engajar com um influenciador. Isso é algo que as marcas também devem buscar na relação com os produtores de conteúdo digital, alinhando não somente a mensagem, como os valores pessoais e do negócio. Na “era do cancelamento” é bom ter esse cuidado extra.

Conteúdo atraente

O conteúdo ser atraente vem logo após os interesses afins como motivo para seguir. Nesse sentido, influenciadores que conquistaram um alto engajamento foram capazes de entender o público e encontrar meios de envolvê-lo. Então, as marcas que procurarem esse tipo de parceria não devem forçar um conteúdo à maneira delas, e sim apostar na capacidade dos criadores.

Uso real

Mais de um terço dos internautas (35%) afirma que conteúdos explicativos chamam mais a atenção. Além disso, a maior influência para a compra ocorre quando a pessoa famosa testa e aprova o produto que os seguidores já visavam.

Aí está uma lição para sua estratégia de marketing de influência. Em muitos casos, é preferível mostrar o uso real do produto para convencer a audiência.

Vídeos curtos

Para completar, uma dica em relação ao formato. O vídeo é o favorito de 72% dos seguidores, de acordo com o Opinion Box. Inclusive, os três formatos preferidos dos brasileiros são vídeos com diferentes durações:

  • Vídeo entre 1 e 3 minutos: 27%
  • Vídeo com menos de 1 minuto: 23%
  • Vídeo com mais de 3 minutos: 22%
  • Stories: 17%

Somente então aparecem imagens, textos e áudios.

O que não funciona no marketing de influência?

O relatório Influenciadores Digitais 2024 também oferece alguns insights ou dicas do que evitar. Veja três delas abaixo.

Conteúdo de baixa qualidade

Se ter um conteúdo atraente é uma das principais motivações para seguir, perceber que ele está perdendo a qualidade é o maior motivo para abandonar um influenciador. Já comentamos que é preciso confiar no parceiro escolhido para ele moldar a mensagem da marca ao gosto da audiência do perfil, mas isso exige tempo de preparo. Então, planeje suas ações de marketing de influência com antecipação.

Excesso de publicidade

Ao contratar criadores de conteúdo e planejar a frequência da campanha, cuide para não sobrecarregar o perfil com posts patrocinados. Diante desses casos, 36% dos seguidores deixam de seguir os donos das contas.

Posicionamentos conflitantes

Nunca é demais reforçar: não olhe apenas para o número de seguidores e as métricas de engajamento dos influenciadores. As ações de parceiros refletem-se na marca e devem ser analisadas ao contratar comunicadores para suas campanhas. Procure por posicionamentos e atitudes que possam entrar em conflito com o DNA do negócio para evitar danos à imagem.

Aproveite o tema e veja também cinco ideias de ações com influenciadores digitais para fazer na Black Friday e em outras datas comerciais.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/saiba-o-que-funciona-ou-nao-no-marketing-de-influencia/