7 tendências de Marketing Digital para 2021

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O marketing digital ganhou um novo impulso em 2020 e, sem dúvida, maior importância durante a pandemia. Com isso, as marcas precisaram rever o investimento na internet para se adequarem ao comportamento mais conectado do consumidor.

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Inclusive, uma tendência de marketing digital para 2021 é aumentar o investimento nessa área.

Em pesquisa com 2,1 mil pessoas, a Adaction revela que 76% de gestores de marketing e executivos têm a intenção de investir mais em marketing digital em 2021. Isso significa que as marcas que já o faziam terão mais concorrência pela atenção do consumidor e precisarão diferenciar-se.

A seguir, trazemos algumas ideias de como elevar sua estratégia digital, especialmente em relação a redes sociais, conteúdo e SEO.

Tendências de marketing digital para 2021

1. Redes sociais: poucas e boas

Em 2018, quando a fabricante de veículos Tesla abandonou o Facebook, abriu-se uma discussão entre as grandes marcas sobre a real necessidade de elas estarem presentes em todas as redes sociais. Desde então, empresas como a Lush, do ramo de beleza, têm abandonado algumas dessas redes.

Se considerarmos que a maioria das empresas conta com poucas pessoas no marketing e o número de canais virtuais é cada vez maior, ter foco é essencial para alcançar bons resultados com a estratégia digital.

Em vez de produzir mais conteúdo para as redes, deve-se produzir melhor. Para isso, vale considerar na escolha dos canais mais adequados para a marca:

  • É onde o público-alvo está?
  • Funciona como um canal de atendimento rápido ao consumidor?
  • No caso de venda de produtos, a rede permite compras nela?

Uma pequena empresa local pode precisar apenas de uma ou duas redes e não há problema em abrir mão das outras, se o trabalho mais focado traz melhor resultado. Além disso, existem outras formas de estar presente nas redes sociais indiretamente.

2. Microinfluenciadores

Uma forma de a marca posicionar-se nas redes sociais sem necessariamente ter um perfil forte por si própria é por meio de microinfluenciadores. Isto é, aqueles influenciadores com menor número de seguidores, mas geralmente com uma base mais engajada e bem segmentada.

Por terem menos seguidores, essa parceria pode sair bastante em conta para a empresa, considerando o custo-benefício de alcançar diretamente o público-alvo.

Essa pode ser uma maneira interessante de estar presente em uma rede como o TikTok sem precisar criar um perfil próprio e criar conteúdo para ela. Ou até mesmo de atrair mais seguidores nas redes em que a marca já esteja presente, a exemplo do Instagram.

3. Conteúdo gerado pelo usuário

Agora, se o objetivo é tornar sua própria rede mais relevante e aumentar o engajamento dos seguidores, a tendência de marketing digital a seguir é a do conteúdo gerado pelo usuário.

Isso quer dizer que a marca incorpora à comunicação os conteúdos criados pelos consumidores-fãs. É o caso, por exemplo, de uma marca de roupas que aproveita os looks postados pelas clientes. Mas a iniciativa também pode partir do marketing, propondo ações na internet que gerem material para ser publicado posteriormente.

De certo modo, essa estratégia funciona como a dos microinfluenciadores. Cada consumidor passa a influenciar, então, o próprio círculo social ao postar e marcar a empresa nas postagens dele.

4. Conteúdo interativo gera engajamento

Falando em engajamento, criar conteúdo interativo pode ser muito bom para aumentar as interações com suas postagens e artigos, além de estimular o alcance orgânico deles.

Quizzes, enquetes, jogos, infográficos interativos, pesquisas e simuladores são formatos de conteúdo interessantes para incluir na sua estratégia digital de 2021. Eles colocam o consumidor como criador, como protagonista, e isso é capaz de atrair mais a atenção do que uma leitura passiva.

Você ainda pode combinar isso com outra tendência das redes sociais: o conteúdo efêmero. Ou seja, aquelas postagens com exibição limitada de tempo, como os Stories do Instagram. Assim, tem-se também o apelo da urgência para gerar mais engajamento.

5. Minimalismo digital

Em contraposição à crescente complexidade e agitação do mundo, existe um movimento de se procurar refúgio em vivências mais simples. Disso desponta o maior interesse pelo minimalismo nas várias esferas da vida.

Minimalismo aí pode ser entendido como simplicidade. As pessoas buscam por processos mais simples, uma rotina mais tranquila e um consumo mais consciente. Na estratégia digital, as marcas também podem adotar essa filosofia de que menos é mais, como vimos com relação à presença nas redes sociais.

6. Posição zero do Google

Os featured snippets são outra tendência de marketing digital para 2021. Assim é chamada a posição zero do Google, porque se trata de um resultado que aparece em destaque e acima nas buscas, trazendo uma resposta mais completa à dúvida do usuário.

Entender como conquistar essa posição zero é importante porque coloca a marca em evidência na página de resultados, à frente das concorrentes. Com isso, a autoridade dela sobre o assunto também aumenta.

Mais ainda: os featured snippets são a base para muitos resultados de pesquisa por voz. Segundo a Backlinko, em 40,7% das consultas em assistentes de voz as respostas vêm da posição zero do Google.

7. SEO local

SEO local refere-se às práticas para ajudar na encontrabilidade de um negócio nas buscas por soluções perto do consumidor. Por exemplo, toda vez que alguém digita em um buscador “farmácia perto de mim” ou “loja de tintas em Joinville”, a localização é um fator crucial na entrega dos resultados da busca.

Essa recomendação de SEO ganhou importância na pandemia, com a movimentação mais restrita de pessoas. Mas ela continuará sendo uma forte tendência de marketing digital ao lado de outra tendência: a popularização do trabalho remoto. Com a menor necessidade de deslocamentos de trabalhadores, aumenta a necessidade por soluções mais próximas de casa.

Mas como melhorar o SEO local da empresa? Um bom começo é preencher corretamente seu perfil no Google Meu Negócio e incluir termos regionais nas palavras-chave da sua estratégia digital.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/

10 práticas de SEO para aplicar agora mesmo

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Até então falávamos da otimização para mecanismos de busca como algo inteligente a se fazer para melhorar o ranqueamento on-line. O tom era de aconselhamento.

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Agora, adotar as melhores práticas de SEO tornou-se mais que uma boa ideia, é também indispensável para enfrentar os próximos desafios da comunicação das marcas. Com o impacto do novo coronavírus na sociedade e a guinada do digital nesse contexto, as empresas precisam otimizar o posicionamento delas na internet.

Impactos nas buscas e nas compras on-line

O caminho para a superação neste momento passa pelo entendimento do novo comportamento do consumidor e pela capacidade de adaptação rápida dos negócios.

Os primeiros dados nos indicam que houve um aumento significativo no uso da internet. A Ookla, empresa de testes de conexão, calcula um aumento geral médio de 12% a 15% no consumo, enquanto alguns países chegam a 30%.

A necessidade de distanciamento social também mudou o comportamento do consumidor na hora de comprar e até mesmo de utilizar serviços básicos. As compras on-line deixaram de ser uma tendência e tornaram-se, em uma questão de dias, uma necessidade.

Esse aumento repentino nos pedidos pela internet tem até gerado empregos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Amazon gerará 100 mil novos empregos para dar conta da demanda.

Além disso, as pessoas estão pesquisando por muito mais que apenas alimentos e remédios nesta situação. Equipamentos de ginástica, cadeiras de escritório, itens de decoração para casa, ferramentas digitais de trabalho e tudo que precise ser levado para dentro do lar está vendo um crescimento orgânico nas buscas on-line.

Adotar boas práticas de SEO neste momento, portanto, é essencial para ajudar o público a encontrar seu produto ou serviço.

10 práticas de SEO para aplicar

1. Apareça no Google Maps

Uma das coisas mais importantes para seu negócio agora é aparecer nas buscas “perto de mim”. Nos últimos anos já se percebia uma forte tendência por esse tipo de consulta no Google e, com o deslocamento limitado de pessoas, tudo indica que devam se tornar cada vez mais comuns.

Para isso, é preciso cadastrar-se no Google Meu Negócio e preencher o passo a passo com as informações atualizadas da sua empresa. Assim, quando alguém fizer uma busca por um produto ou serviço nas proximidades, o Google poderá recomendar seu endereço.

2. Navegação rápida

O aumento do consumo de internet tem implicado, em alguns lugares, a queda de velocidade de conexão. Logo, se já era importante otimizar a navegação antes, agora será ainda mais importante.

Algumas medidas para reduzir o tempo de carregamento do site são:

  • comprimir imagens e vídeos;

  • eliminar animações de enfeite;

  • deixar apenas as aplicações essenciais;

  • configurar o carregamento por blocos de conteúdo.

3. Pesquise por palavras-chave específicas

O uso de palavras-chave sempre teve a ver com contexto e agora não seria diferente. Só é preciso entender qual é o contexto do seu público-alvo neste momento.

A grande questão é: se você fosse seu cliente ideal, o que estaria pesquisando agora no Google em meio a esta situação.

Por exemplo, um negócio voltado a jogos infantis pode reforçar conteúdos para palavras-chave de cauda longa, como “brincadeiras para crianças em casa” ou “brinquedos didáticos para a família”. Tente adaptar essa abordagem para sua empresa, considerando a nova realidade de distanciamento social.

4. Combine com a intenção de busca

É importante também se atentar ao conjunto de palavras, ou campo semântico, que você utiliza em torno da palavra-chave. Procure definir o foco do conteúdo para levar o internauta a clicar apenas nas páginas que respondam exatamente à dúvida dele.

Um exemplo disso são os casos como “como fazer pudim caseiro”. Quem faz esse tipo de busca espera um passo a passo, uma receita, não um produto pronto para comprar. Cada situação tem o próprio conjunto de palavras, “ingredientes, receita” de um lado, e “comprar, preço” de outro.

Uma dica nesse sentido é testar suas palavras-chave nas buscas do Google e ver que tipo de resultado aparece na primeira página. Ele indica a resposta favorita do público a determinada palavra-chave. Se for diferente daquilo que você planeja, tente refinar melhor a escolha de palavras.

5. Coloque as palavras-chave no lugar certo

Os algoritmos dos buscadores mudam com frequência para responder ao comportamento dos usuários. Algumas práticas de SEO caem em desuso, enquanto outras ganham maior atenção.

A densidade de palavras-chave é uma dessas práticas que foram substituídas por outras mais eficazes na entrega de conteúdo nas buscas. Hoje, ter as palavras-chave nos lugares certos conta muito mais. Eles são:

  • A tag de título (como o conteúdo é mostrado no resultado da busca)

  • No título H1 de cabeçalho da página ou conteúdo

  • E na url (endereço da página)

6. Prefira links curtos e descritivos

Incluir a palavra-chave na url é uma boa prática de SEO. Também torna o compartilhamento via redes sociais mais atraente e explicativo.

Para isso, evite palavras de ligação, como artigos e preposições. Em vez de “site/as-melhores-práticas-de-seo”, prefira “site/melhores-praticas-seo”.

7. Tenha boas tags de título e descrição

A própria forma como sua página aparece nos resultados da busca pode impulsionar os acessos orgânicos. Mas, além de inserir as palavras-chave, é preciso caprichar no texto como se fosse um anúncio.

A tag de título é como o nome do conteúdo aparece no resultado da busca e deve ter até 60 caracteres, evitando assim que apareça cortada. Já a tag de descrição é o texto que vem logo abaixo e, como o nome já diz, descreve resumidamente o conteúdo para o internauta. Ela deve ter até 150 caracteres.

Para estimular os cliques, use nelas chamadas para ação, palavras fortes como “melhor, essencial” e listas, como fizemos neste artigo.

8. Pratique SEO também em fotos e vídeos

Vale lembrar que as práticas de SEO não se limitam a texto. Ter esse cuidado também com as imagens é importante para gerar mais acessos. Portanto:

  • Preencha o texto alternativo das imagens

  • Prefira nomes descritivos para os arquivos

  • Reduza o tamanho dos arquivos (mais leves, melhor)

  • Defina as categorias quando subir vídeos no YouTube

9. Faça links internos

Uma vez que o usuário tenha visitado sua página, o objetivo é que ele continue interagindo com o conteúdo e faça outras ações. Ter links internos (para suas próprias páginas) pode ajudar nesse sentido.

Além disso, links internos indicam ao Google sobre o que trata determinada página e, ao mesmo tempo, valida a página de destino. Assim, as duas podem conseguir um melhor ranqueamento das buscas.

10. Consiga links externos

Falando em validação, outra boa forma de ganhar pontos com os algoritmos de busca é ter um site de referência, que use o mesmo conjunto de palavras-chave, fazendo um link para sua página.

Um exemplo disso é quando uma marca tem conteúdo patrocinado nos portais da NSC. O conteúdo neles é otimizado para as buscas, refletindo as palavras-chave referentes à marca, e está dentro de veículos com milhares de acessos por dia. Isso tem importância para Google e outros buscadores.

Então, quando esse conteúdo patrocinado faz links para as páginas do seu site ou blog, os motores de busca entendem que as páginas de destino são relevantes, contribuindo para o melhor ranqueamento delas.

Fonte: https://negociossc.com.br

10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%(Abre numa nova aba do navegador)

Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?(Abre numa nova aba do navegador)

Métricas para medir os resultados das suas ações de marketing de conteúdo(Abre numa nova aba do navegador)

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?(Abre numa nova aba do navegador)

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?

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A pesquisa Hábitos e comportamentos dos usuários de redes sociais realizado pelo e.Life Group revelou que os celulares e smartphones já são o principal meio de acesso à internet no Brasil. Os aparelhos móveis são os mais utilizados por 43% dos entrevistados, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

Até aí não parece ser uma grande novidade, já que por onde a gente anda praticamente todo mundo está com um aparelho na mão. Parece tão natural que é preciso um estudo assim para tornar mais evidente o que está na cara, mas que não relacionamos com nossos negócios. Cada vez mais pessoas utilizam esses aparelhos para ter contato com nossa empresa, produtos e serviços. Seja acessando o site, o perfil nas redes sociais e pesquisas no Google, ou mesmo através de mensagens diretas como e-mail e Whats App. Ou seja, o smartphone tornou-se o primeiro canal de contato com seus clientes.

Nos EUA o chamado mobile marketing vem crescendo a taxas de 50% nos últimos cinco anos, devendo movimentar US$ 400 bilhões em 2015. Não à toa, foi considerado um dos principais fatores de estímulo da economia no país.

Tanto que em abril o Google anunciou uma grande mudança nas suas regras, passando a priorizar nas pesquisas os sites com layouts adaptáveis para os aparelhos móveis (responsivos). A medida teve impacto tão grande que os especialistas a apelidaram de mobilegeddon (mobile armageddon), por prever que muitos sites bem posicionados nas buscas iriam desabar por não possuírem versões mobile.

E a sua empresa, está preparada para atender a essa nova demanda?

Tenha em mente que a pessoa que você encontra no metrô, na rua, no shopping ou no trânsito consultando o celular pode estar buscando por produtos e serviços que você fornece, ou até mesmo tentando acessar o site da sua empresa. E aí, o que ela vai encontrar?

Será que vai ficar satisfeita?

Ou, pior, será que vai encontrar alguma coisa?

Conheço muita gente que nunca acessou o próprio site pelo celular ou tablet. Se é o seu caso, faça uma experiência, pegue o seu smartphone agora e tente. Se ele abre rapidamente, se adapta aos diferentes formato de tela, facilita a visualização das principais informações e é de fácil navegação, parabéns! Se, pelo contrário, encontrou uma miniatura do que está acostumado a ver na tela do seu computador ou notebook, em que é necessário empurrar de lá para cá para achar o que procura, é melhor se preocupar pois é assim que um número cada vez maior de potenciais clientes enxerga sua empresa.

Para adaptar a empresa para esse novo momento, transformando o celular em uma ferramenta para gerar novos negócios, o primeiro passo é estar atento às mudanças de hábitos e necessidades dos usuários. Não só a forma de acessar mas também o tipo de informação que procuram pode mudar de acordo com o aparelho usado: pesquisar informações em casa, sentado confortavelmente em frente à tela grande do computador, é uma situação bem diferente de buscar informações andando na rua com um celular de tela pequena. Em casa você pode ter calma para ler textos longos e informações complementares. Na rua, o que precisa são informações rápidas e práticas, como o número de telefone e endereço. As prioridades e necessidades mudam conforme o aparelho a ser utilizado.

O que está acontecendo no varejo norte-americano serve para ilustrar bem esse cenário. Lá, 70% dos consumidores usam smartphones enquanto fazem compras nas lojas para comparar preços, ler resenhas de produtos, obter cupons e verificar o que há no estoque.

Aqui esse comportamento só não é maior devido à precariedade da nossa rede de internet 3G, mas a situação deve melhorar em ritmo acelerado nos próximos anos. As grandes redes varejistas já se conscientizaram que não adianta restringir o acesso na área de vendas com medo da concorrência e algumas inclusive já fornecem acesso wi-fi gratuito. A internet deve ser encarada como uma aliada para aumentar o tempo de permanência do consumidor na loja e estimular a compra.

O segundo passo é adaptar as estratégias e ações de marketing. A equipe da Clínica Marketing Digital preparou a lista das cinco prioridades para colocar sua empresa dentro da realidade mobile. São elas:

Responsividade: site responsivo adapta-se automaticamente ao formato de tela do aparelho utilizado, mas não se resume a isso. É necessário destacar as informações que o usuário quer ver com rapidez, o que pode variar de acordo com o perfil do público-alvo ou da situação. Por isso é importante estudar a versão mobile em conjunto com o desenvolvedor.

Mobile First: Nos EUA, onde o acesso à internet via celular já ultrapassou os desktops e PCs há mais tempo, a prioridade é desenvolver o layout do site para as telas de smartphones e tablets, fator que deve ser levado em conta caso sua empresa pretenda desenvolver um novo site.

SEO: O Google é responsável por gerar de 50% a 60% do tráfego dos sites no Brasil, e a situação na muda em relação ao mobile. Pelo contrário, fazer a consulta no Google pelo celular para buscar informações sobre empresas, marcas e produtos é até mais prático. Por isso é necessário trabalhar o SEO do site também visando os resultados das buscas pelos aparelhos móveis, que podem se diferenciar em relação aos notebooks e desktops pelas palavras-chave.

Publicidade mobile: O Google vem acompanhando essa tendência há alguns anos e já oferece a possibilidade de segmentar as campanhas de anúncios (adwords) de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. E, da mesma forma que o SEO, necessita de uma estratégia própria para o mobile.

Redes sociais: Facebook e Instagram são as redes sociais: se o perfil dos seus clientes e consumidores tem potencial para interagir com sua empresa via celular, é fundamental investir na presença em redes sociais como Facebook, Instagram e Linked In, bastante acessadas por praticamente todo mundo que possui um smartphone.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Começando no e-commerce? Veja 8 dicas para vender mais!

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Nunca foi tão fácil no Brasil iniciar uma operação de e-commerce. O setor cresce a um ritmo de 20% ao ano há mais de uma década; plataformas com uma infinidade de recursos e preço acessível surgem a cada dia, assim como tecnologias de pagamento e segurança tornam mais fácil não só a vida do consumidor como também da loja.

Por outro lado, nunca foi tão difícil manter uma operação de e-commerce. A concorrência, assim como os custos de operação, logística e propaganda aumentam, enquanto os preços são pressionados para baixo.

Diante desse cenário é comum os gestores e empresários se concentrarem apenas na geração de tráfego da loja, o que hoje não garante mais vendas. Abaixo, selecionamos oito dicas relacionadas a credibilidade, serviço e conteúdo que influenciam diretamente a decisão de compra dos consumidores.

1. Credibilidade: De acordo com estudo da Mintel, dos consumidores com acesso à internet no Brasil, 67% não fizeram compras pela web nos últimos 12 meses. Desse total, 22% receiam que o produto não seja original, 22% que o produto não seja entregue e outros 25% por medo de passar os seus dados pessoais e bancários. Por isso, o primeiro ponto que você precisa investir na sua loja é na confiança. Assegure a confidencialidade das informações dos clientes, seja transparente em relação aos prazos de entrega, divulgue o endereço físico (mesmo que seja apenas do escritório), estabeleça uma política de trocas e devoluções e invista em sistemas de segurança que codificam os dados (site seguro). Deixe bastante claro para o cliente que ele pode ficar tranquilo ao navegar e comprar na sua loja.

2. Interação: Outro fator de credibilidade para o seu e-commerce é manter canais de atendimento para o consumidor. Telefone, e-mail, chat online e perfis nas redes sociais são importantes não só para esclarecer dúvidas como também para que o cliente se certifique que você existe de verdade. Redes sociais e newsletters servem também para que você mantenha contato para divulgar seus lançamentos e promoções.

3. Benefícios e diferenciais: Não espere que o cliente vasculhe sua loja para descobrir quais vantagens você oferece a ele. Reúna e destaque, ou melhor, escancare os seus atributos e diferenciais como frete grátis, opções de pagamento e parcelamento, compra segura, desconto no boleto, etc. em todo o site. Comece pela home page, mas não se restrinja apenas a ela. Use os recursos disponíveis em sua plataforma para destacar seus benefícios também na página de produtos e inclusive durante o processo de pagamento, de modo a reforçar o impulso de compra.

4. Promoção e marketing: Consumidores do e-commerce são ávidos por novidades. Eles querem encontrar algo novo toda vez que visitam a sua loja, assim como receber dicas e promoções por e-mail até diariamente, dependendo do segmento. Para eles nada é mais tedioso do que visitar uma loja e encontrá-la do mesmo jeito que na última visita. Portanto seja dinâmico, crie promoções e faça lançamentos com base em um calendário com as principais datas comemorativas e atualize periodicamente os banners. Use a criatividade e busque motivos tanto para atrair os clientes para a loja quanto para que retornem.

5. Layout e experiência do usuário: O layout da loja de e-commerce não deve apenas seguir fatores estéticos. A forma como o internauta navega pela sua loja ( experiência de uso, ou UX) exerce fator decisivo para a conversão. Estudos práticos demonstram que a simples alteração do tamanho ou até mesmo da cor do botão “comprar” pode aumentar o estímulo de compra. Não existe uma fórmula específica, você só vai descobrir como melhorar essa experiência de uso fazendo experiências, os famosos testes A/B. Teste cores, tamanhos, acesso aos produtos. Lembre-se que a experiência do usuário muda de acordo com o aparelho que está utilizando para acessar o site, por isso é importante testar a usabilidade do site não só em PCs, mas em celulares e tablets.

6. Meios de pagamento: facilite ao máximo a vida do cliente quando o assunto é pagar. Além de aceitar pagamentos em cartão de crédito, boleto bancário e portais como Pagseguro e Paypal, assegure-se de que o passo a passo até a conclusão do pedido também seja feito com fluidez, realizando testes A/B de experiência de uso. Facilite também o cadastro e cálculo de frete, quanto mais simples e prático for esse procedimento, maior é a chance de sucesso na conversão. Tanto que várias plataformas de e-commerce já oferecer o recurso “compra com 1 clique”, em que um cliente já cadastrado precisa confirmar apenas dados para completar a compra.

7. SEO: Segundo levantamento da Serasa Experian, o Google é responsável por mais de 50% do tráfego gerado para os sites no Brasil, o que mostra a importância de ter a sua site bem posicionada nas pesquisas. Há duas formas de se conseguir isso: por meio de campanhas de anúncios pagos a cada clique (PPC) e otimização para busca orgânica (SEO). A primeira pode colocar o site da empresa rapidamente bem posicionado, mas pode exigir orçamentos elevados dependendo das palavras-chave, segmento de atuação e concorrência. O segundo não depende de orçamento de propaganda direta para o Google como no caso do PPC, mas leva mais tempo para alcançar resultados. O ideal é trabalhar com ambos, de forma complementar. O PPC pode ser usado para alavancar o início das operações da empresa, promoções e ações pontuais, enquanto o SEO visa melhor posicionamento a médio prazo em palavras-chave com maior concorrência de preço.

8. Conteúdo: Não se limite com o material enviado pelos fornecedores, o que todos os seus concorrentes também fazem. Invista em descrições de produtos, fotos, vídeos criativos. Crie um blog associado à loja para dar dicas sobre tendências e uso dos produtos que comercializa. Quando os recursos das plataformas de e-commerce e os preços dos produtos se equiparam, produzir conteúdo de qualidade é uma das formas mais baratas de diferenciar sua loja.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

5 motivos para seu e-commerce fugir dos marketplaces

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marketplace é um canal de vendas que veio para ficar no e-commerce brasileiro. Especialistas estimam que já represente 20% do faturamento do setor, parcela que deve aumentar ainda mais considerando-se o cenário em outros países, como EUA (onde detém 33% do mercado) e China (90%).

Como todo negócio, o marketplace (vamos abreviar para MP) apresenta vantagens e desvantagens que devem ser devidamente analisadas pelos empresários interessados em investir no modelo. Depois de apresentar a lista das cinco principais oportunidades, trazemos neste novo post os 5 maiores riscos de investir em marketplaces. Confira abaixo:

1. A maior prejudicada com a venda através de MP é sua marca. Por mais que os MPs tentem encontrar uma forma de minimizar essa situação, lembre-se que todas as ações de propaganda e marketing estão direcionadas para a marca deles, portanto o cliente chega à sua loja por meio da marca deles. Enquanto estiver sob seu “guarda-chuva”, o nome da sua loja, e todos os atributos e diferenciais que representa, ficará em segundo plano.

2. Preço é o principal critério para destacar os produtos dentro do MP, então para promover suas mercadorias é preciso reduzir as margens. Além disso, é necessário calcular a comissão paga por venda, que gira em torno de 20% em média. O marketplace argumenta que a comissão representa o gasto que você teria com publicidade, e que oferecer preço independe de fazer parte ou não de um MP. Não deixa de ser verdade, mas a questão não é tão simples.

Você terá de manter a política de preços alinhada com a praticada no marketplace, obrigando a sacrificar também suas margens sobre as vendas da sua loja própria online. Margem menor significa menos recursos para investir na promoção e diferenciais da sua marca.

3. Quanto melhor for sua performance e mais vendas a loja tiver dentro do marketplace, maiores são as chances do próprio MP “parceiro” se transformar em concorrente direto. Afinal, ele acompanha os seus indicadores e pode avaliar o momento oportuno de entrar no negócio. Com raras exceções um MP aceita formalizar no contrato que não irão atuar no mesmo segmento de uma loja parceira, então você sempre correrá o risco de “esquentar a cadeira” para eles.

4. Nos EUA a Amazon, que consolidou o conceito de marketplace e hoje praticamente domina o varejo online no país, vem sendo criticada justamente por monopolizar o mercado e não dar espaço para as lojas de menor porte. É uma questão bastante polêmica, mas pense como varejista e empresário: qual o risco de você ficar na mão de uma única empresa para intermediar a venda dos seus produtos?

5. Respondendo a questão anterior, o maior risco é perder o controle sobre processos e custos da operação. Um exemplo ocorrido aqui mesmo no Brasil é o da Estante Virtual. Primeiro marketplace a reunir “sebos” de todo o país em um modelo inovador, o site transformou-se rapidamente em uma referência para toda pessoa interessada em comprar livros usados na internet. Tudo ia bem até a empresa começar a reajustar os valores de comissão arbitrariamente, provocando grande revolta entre os lojistas. Muitos saíram para montar suas próprias lojas online e até mesmo um novo marketplace administrado por eles. Quem não teve independência suficiente para sair teve de reduzir o seu lucro.

Mas então, vale ou não a pena investir em marketplaces? Acompanhe nosso próximo post, que vai dar algumas dicas sobre como tirar proveito do canal correndo menos riscos.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

A relação entre atualização do Google e a queda nas vendas da sua loja

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O Google realizou uma nova atualização em seu algoritmo de buscas. Segundo especialistas em SEO, a mudança vai tornar mais rígidos os critérios relacionados a qualidade de conteúdo, experiência do usuário (UX) e excesso de anúncios.

Na prática, significa que o posicionamento dos sites nas pesquisas pode sofrer grandes mudanças nas próximas semanas.

Por que o Google faz essas atualizações?

Mais de 80% das receitas bilionárias do Google provém dos anúncios que as empresas fazem em seus inúmeros serviços, entre os principais o sistema de buscas. Segundo informações divulgadas pela empresa, no mundo são realizadas quase 3,5 bilhões de pesquisas diariamente e, no Brasil, o Google concentra mais de 90% das buscas na internet.

Para manter esse volume de uso, é necessário que possua uma característica fundamental a qualquer serviço: qualidade. Nas buscas, a qualidade se traduz em rapidez, relevância e praticidade.

Por esse motivo, o Google aprimora periodicamente o algoritmo de buscas para fornecer resultados rápidos, com informações confiáveis e que podem ser facilmente acessadas independentemente do aparelho que a pessoa esteja usando, quer um PC, tablet ou celular. Para se adequar aos critérios do Google e garantir o melhor posicionamento nas pesquisas, as empresas precisam se adequar a estas regras, fazendo ajustes para que seus sites sejam abertos com rapidez, se adaptem a diversos tipos de aparelhos e possuam conteúdo (textos, imagens, fotos, vídeos, etc.) que sejam realmente de interesse a quem os procura.

Importância do SEO

No marketing digital, cabe à agência ou profissional de SEO acompanhar as atualizações do Google e fazer ou recomendar os aprimoramentos necessários, o que pode envolver tanto ajustes técnicos de programação quanto produção de conteúdo e até mesmo a experiência de uso, ou seja, a praticidade com que os usuários acessam as informações e navegam pelo site.

É o caso desta nova atualização. A equipe de SEO da Clínica Marketing Digital está acompanhando o processo e fará os ajustes necessários nos sites de nossos clientes assim que a atualização chegar ao Brasil.

Fonte: https://ecommercenews.com.br