Marketing de conteúdo: veja como ter sucesso em 2024

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Marketing-de-conteudo-Veja-como-ter-sucesso-em-2024 Marketing de conteúdo: veja como ter sucesso em 2024

Sua empresa tem uma estratégia de marketing de conteúdo? De acordo com dados da HubSpot, 29% dos profissionais da área já utilizam ativamente o conteúdo em seus negócios. Metade dos entrevistados na pesquisa internacional ainda pretendem investir mais nesse sentido ainda neste ano.

A produção de conteúdo também é a maior prioridade de quem trabalha com SEO em 2024, segundo uma análise do Search Engine Journal. O foco nesse aspecto vem acima até mesmo da análise de dados.

Em resumo, a razão para o marketing de conteúdo estar em crescente valorização é porque ele funciona. Quando bem aplicado, oferece um ótimo retorno para os negócios.

Mas essa estratégia não é livre de desafios. A seguir, vamos analisar três temas diretamente relacionados a como as marcas podem ter sucesso nesse campo. Fique por dentro!

O conteúdo certo para crescer nas redes sociais

As redes sociais continuam sendo um canal importante para a comunicação das marcas. No entanto, está cada vez mais difícil ter bons resultados com elas.

De acordo com o relatório “Content Benchmarks 2024”, da Sprout Social, o engajamento com o conteúdo das postagens caiu 12,5% entre 2022 e 2023. A razão para isso? Os feeds dos usuários estão cada vez mais saturados, enquanto as plataformas aumentam a exposição do público a contas que eles não seguem, levando a uma maior seletividade nas interações.

Por outro lado, a Sprout Social aponta três caminhos para aumentar o engajamento nas redes sociais:

  • originalidade do conteúdo;
  • qualidade acima da quantidade;
  • e informação focada no consumidor.

Em relação à originalidade, não se trata apenas de apresentar um conteúdo único, com uma identidade própria. É também ser uma marca autêntica e mostrar as pessoas reais que cuidam dela. Tanto que o relatório sobre tendências de marketing de conteúdo aponta que 46% dos consumidores querem ver mais os colaboradores da linha de frente e 42% esperam encontrar mais a equipe de social media nas publicações.

Veja o caso da Stone durante o Carnaval de 2024. Uma das responsáveis por gerir as redes sociais da marca acabou postando um conteúdo pessoal na página da empresa, levando a uma grande repercussão on-line. Se por acidente ou estratégia, o fato deu maior notoriedade ao perfil pelo fato de ser algo real e mais espontâneo.

A qualidade é outro aspecto imprescindível do marketing de conteúdo nas redes sociais. Para 37% dos consumidores, as marcas mais memoráveis dão foco à relação direta com as audiências delas em vez de priorizar um alto número de postagens.

Para completar, é preciso entregar valor por meio do conteúdo. Tirar dúvidas presentes e futuras sobre os produtos, serviços ou a própria marca deve ser um pilar dessa estratégia.

Os consumidores querem ver mais as pessoas reais por trás das marcas.

Marketing de conteúdo pede vídeos curtos

Entre as tendências de marketing de conteúdo que têm gerado maior retorno para as marcas, os profissionais entrevistados pela HubSpot no “State of Marketing 2024” indicam os vídeos curtos como mais eficientes.

No marketing B2B, vídeos também são considerados o tipo de conteúdo que proporciona melhores resultados, ao lado de estudos de caso e relatos de clientes. Isso é o que revela um estudo do Content Marketing Institute (CMI) em parceria com MarketingProfs e Brightspot.

O próprio público espera ver mais marcas utilizando esse formato de conteúdo. Segundo a Sprout Social, 42% dos consumidores querem que as marcas foquem em vídeos de até 15 segundos, enquanto 39% acreditam que elas devem focar em vídeos de 15 a 30 segundos.

Essa é uma tendência que já temos destacado há algum tempo por aqui. Até chamamos 2023 de “o ano dos vídeos curtos”, percebendo a relevância desse formato para plataformas, público e marcas. Agora em 2024 os vídeos curtos então vêm ainda mais fortes.

O papel da inteligência artificial no marketing de conteúdo

Encontrar ideias para novos conteúdos tem sido o principal desafio dessa estratégia de marketing, conforme aponta a HubSpot. Para isso, a inteligência artificial pode ser uma boa solução. Quase metade dos profissionais de marketing (45%) já estão utilizando a IA para ter ideias e despertar a inspiração.

Essa é uma função muito mais interessante para a inteligência artificial no marketing de conteúdo que a produção. No marketing B2B, por exemplo, o CMI indica que há certa preocupação em relação à exatidão das informações geradas pela IA e ao risco de infringir a propriedade intelectual de outras marcas.

Além disso, o uso de inteligência artificial para produção de conteúdo vai contra a valorização da originalidade e da qualidade, duas tendências que destacamos anteriormente. É como ressalta a Sprout Social: ao usar a IA como um assistente de pesquisa ou um parceiro para o brainstorming inicial, é possível ir da ideação para a execução mais rápido, sem comprometer a integridade do que se publica.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-de-conteudo-veja-como-ter-sucesso-em-2024/

Marketing de influência em 2024: Veja as tendências do setor

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Marketing-de-influencia-em-2024-Veja-as-tendencias-do-setor Marketing de influência em 2024: Veja as tendências do setor

O Brasil tem hoje 144 milhões de usuários de redes sociais, o que representa quase dois terços da população total do País. Isso é o que aponta o relatório Digital 2024: Brazil, de We Are Social e Meltwater.

Mais ainda, as redes sociais são o gênero de aplicativo ou site mais acessado pelos internautas brasileiros entre 16 e 64 anos. Nesse público, 98,9% das pessoas acessam plataformas como Instagram, Facebook, TikTok, X, entre outras. O tempo gasto nelas é de 3 horas e 37 minutos por dia, em média.

No entanto, se a sua empresa deseja aproveitar todo o potencial das redes, é preciso contar com quem domina o engajamento nesse meio: os influenciadores. Ou, melhor, os criadores, como muitos preferem ser chamados.

O marketing de influência continua com tudo em 2024. Então, vamos analisar alguns dos principais tópicos relacionados ao tema para você ficar por dentro. Acompanhe!

Cresce o investimento em marketing de influência em 2024

De acordo com “The Influencer Marketing Benchmark Report 2024”, do Influencer Marketing Hub, o mercado de influência deve movimentar 24 bilhões de dólares mundialmente no ano de 2024. Isso representaria um crescimento de 13,7% em relação ao valor de 2023.

Enquanto isso, no Brasil, 54% das marcas entrevistadas pela Influency.me investiram em marketing de influência no ano passado. Dessas, 68% pretendem aumentar o investimento em 2024, enquanto 29% desejam manter e apenas 3% mencionaram a intenção de reduzir.

O marketing de influência mostra essa tendência de crescimento por uma simples razão: ele funciona para os negócios. Como destaca a CreatorIQ, oito em cada dez profissionais entrevistados acreditam que os influenciadores geram mais retorno que o marketing digital tradicional.

Já ao Influencer Marketing Hub, 83,3% dos profissionais disseram que uma estratégia com criadores de conteúdo atrai melhores consumidores que outros tipos de marketing.

Influenciadores têm um papel central na comunicação on-line das marcas.

Marcas dão preferência a nano e microinfluenciadores

Ainda que o investimento em marketing de influência em 2024 esteja crescendo, as marcas brasileiras ainda trabalham com um orçamento enxuto para isso.

Por exemplo, a pesquisa da Influency.me “Dados e insights de Influencer Marketing no Brasil para 2024” mostra que 50% das empresas tiveram um orçamento de até R$ 50 mil para essa estratégia em 2023. Além disso, 32% investiram um valor de até R$ 10 mil durante o ano todo.

Aí surge a questão: como manter a frequência e a constância no marketing de influência com um orçamento limitado?

A resposta para isso está em outra tendência do setor. Empresas de todos os portes estão percebendo cada vez mais a importância de trabalhar com nano e microinfluenciadores. Ou seja, aqueles criadores de conteúdo com públicos de até 50 mil seguidores nas redes sociais.

A própria Influency.me informa que as marcas brasileiras já dão prioridade aos microinfluenciadores, com 10 mil a 50 mil seguidores. É nessa faixa que elas procuram realizar parcerias com maior frequência.

O Influencer Marketing Hub destaca igualmente a preferência por criadores de nano e microinfluência. Sete em cada dez negócios darão prioridade a esse tipo de produtor de conteúdo em 2024.

As redes sociais mais utilizadas por marcas e criadores

O Instagram continua sendo a rede mais utilizada para a estratégia de marketing de influência no Brasil.

Não é para menos. Essa é a segunda plataforma social mais utilizada pelos brasileiros, logo após o WhatsApp, segundo os dados de We Are Social e Meltwater. Já o Panorama Mobile Time/Opinion Box indica que o Instagram está presente em 91% dos smartphones no País.

Então, não é de se espantar que 100% das campanhas de marketing de influência no Brasil ativem o Instagram, de acordo com a Influency.me. O TikTok vem mais atrás, presente em 60% das campanhas, com o YouTube completando o pódio (41%).

Nesse sentido, ainda vale considerar quais são as redes sociais que os próprios influenciadores consideram mais eficientes para a entrega do conteúdo. Mais da metade dos produtores (53%) acreditam que o Instagram tem o melhor algoritmo para a entrega. Outros 24% dizem isso a respeito do TikTok. Kwai (11%), YouTube (9%) e demais redes (3%) fecham a lista.

Marketing de influência além do #publi

O relatório “Vem aí na Creator Economy”, da YOUPIX, ainda traz outras informações relevantes para as marcas que desejam usar ou aprimorar essa estratégia em 2024.

É importante notar que os criadores de conteúdo podem ir muito além das publicações patrocinadas. Embora esse formato seja procurado em 94,9% dos casos, outras possibilidades incluem:

  • embaixadores da marca;
  • apresentação de eventos;
  • e até como criativos das campanhas.Também é válido ressaltar a importância de trazer os influenciadores para dentro da estratégia e produção. Assim, é possível criar um conteúdo mais alinhado com a audiência em vista.
Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-de-influencia-em-2024-veja-as-tendencias-do-setor/

Social listening: 7 ferramentas para as redes sociais

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As redes sociais têm muito mais utilidade para uma marca do que conquistar seguidores e gerar leads. Elas também podem ser uma importante ferramenta para conhecer as necessidades e os interesses do público, entender a relação dele com os produtos e serviços, melhorar o atendimento ao cliente e até monitorar a concorrência.

Nenhuma estratégia de redes sociais, portanto, é completa sem a prática de social listening. Você sabe o que é isso e quais são as melhores ferramentas de social listening para sua empresa?

Descubra a seguir como elas podem ajudar seu negócio a tirar melhor proveito da presença nas redes.

Social-listening Social listening: 7 ferramentas para as redes sociais

 

O que é social listening?

Social listening é a prática de identificar comentários e conversas relevantes para a marca nas redes sociais, com base em termos específicos ou temas associados ao universo de comunicação do negócio. Pode ser traduzido, a grosso modo, como “escuta social”. Isso, por sua vez, é transformado em ações para melhorar a relação com os consumidores.

Nem sempre as menções às marcas ocorrem de forma direta ou explícita na internet. Daí a importância de conseguir ouvir o público a certa distância. Para isso, utilizam-se as ferramentas de social listening, que vão monitorar palavras-chave ou assuntos que estão sendo discutidos on-line e entregar essa informação para você.

Isso tem algumas vantagens especiais:

  • É possível ouvir a opinião do público sem interferência. Por meio de social listening, descobre-se o que o público digital realmente pensa sobre uma marca, produto, serviço, campanha, influenciador etc.
  • Reduz o impacto negativo de reclamações na internet. Quando um consumidor fala mal de uma empresa na internet, ele acaba influenciando a decisão de compra de seus conhecidos. Ao monitorar esse tipo de menção, pode-se intervir e buscar uma solução.
  • Permite avaliar não só a quantidade de engajamentos, mas também a qualidade das interações nas redes sociais.

Com relação a esse terceiro item, podemos usar o BBB 21 como exemplo. O reality show mais uma vez tem índices impressionantes de engajamento nas redes, mas as menções aos participantes não são sempre favoráveis.

O caso de Karol Conká ilustra essa necessidade de olhar além dos números. Segundo a PRTech Knewin, entre os dias 1 e 7 de fevereiro, a cantora recebeu mais de 280 mil menções no Twitter. Porém, nessa mesma semana, Ana Paula Passarelli, cofundadora da BRUNCH, calculou um prejuízo de até R$ 5 milhões em crise de imagem para Conká por causa do comportamento da participante dentro da casa.

Social listening é isto: saber o que está sendo dito nas redes sociais, por quem e por quê. Aliás, essa é a definição da Sprout Social para a diferença entre “monitoramento das redes” e “escuta das redes”. Enquanto o monitoramento aponta o que é falado, a escuta revela os porquês e sentimentos gerais do público para que a marca possa agir na raiz das questões.

 

Como usar uma ferramenta de social listening?

Existem muitas formas de usar as ferramentas de social listening. Elas podem ir desde curtir ou responder os comentários de consumidores até gerar insights para desenvolver o negócio.

Aqui estão algumas dessas possibilidades:

  • Monitorar menções à própria marca, aos produtos ou serviços, sejam comentários positivos, sejam negativos. Saiba tudo que está sendo falado sobre sua empresa, mesmo que o consumidor não a marque diretamente. Para isso, é importante monitorar também erros comuns da escrita dos nomes, além de slogans, hashtags e outras palavras associadas, incluindo as pessoas à frente do negócio.
  • Avaliar o sentimento do público em lançamentos, campanhas etc. Entenda como o consumidor está recebendo sua comunicação e o que pode ser melhorado nela.
  • Oferecer suporte ao cliente. Muitas empresas já utilizam essas ferramentas para iniciar o atendimento a consumidores insatisfeitos, quando estes comentam algo negativo nas redes sociais.
  • Ficar por dentro das tendências. Saiba o que mais interessa ao seu público-alvo, monitorando também termos relevantes para sua indústria.
  • Observar a concorrência. Ao analisar as reações à comunicação das marcas concorrentes, é possível entender o que estão fazendo de certo ou errado e usar como lição para sua própria estratégia.
  • Identificar influenciadores para a marca. Você poderá encontrar pessoas que estão inseridas dentro de determinado tema e que podem impulsionar sua comunicação nesse círculo.
  • Gerar insights de negócio. Descubra comentários como “acho que o produto X seria melhor se tivesse Y”, “nunca encontro Z quando preciso comprar” e afins.

 

Dicas de ferramentas de social listening para redes sociais

Então, quais são as melhores ferramentas de social listening para complementar sua presença nas redes? Veja algumas dicas.

Hootsuite Insights

A Hootsuite é bastante conhecida na função de organizar a rotina da comunicação nas redes sociais. Entretanto, a parceria com a Brandwatch a torna uma ferramenta interessante também para análise. Fique por dentro de tendências, receba resultados em tempo real e acesse relatórios automáticos e inteligentes.

As funções mais avançadas de social listening estão disponíveis no plano Grandes Empresas, sob consulta*.

Sprout Social

Esta é uma ferramenta com diversas funções, incluindo social listening. Ela também permite planejar, organizar e agendar publicações, engajar com o público e analisar dados em painéis de fácil visualização, como no Google Analytics.

Além das redes sociais como Instagram, Facebook e Twitter, ela permite monitorar palavras-chave na web como um todo.

Os planos começam em 99 dólares por mês, com um período de 30 dias para teste gratuito.

BuzzSumo

É uma boa ferramenta para buscar ideias de conteúdos, analisar os que têm melhor desempenho, monitorar campanhas, fazer social listening e identificar influenciadores por área de atuação.

Os planos começam em 99 dólares por mês, com um período de 30 dias para teste gratuito.

Socialbakers

A Socialbakers é outra plataforma que usa a inteligência virtual para agregar dados de diversas fontes na internet, dentro e fora das redes sociais, e entregar as informações em relatórios visuais. Isso permite entender melhor o que está acontecendo em torno da marca e tomar ações concretas.

A função de social listening está disponível no plano completo, sob consulta.

Falcon.io

Mais uma solução com funcionalidades semelhantes às demais. Permite encontrar novas audiências com base no que as pessoas estão comentando, interagir com os consumidores, identificar influenciadores e organizar a rotina de publicações.

A ferramenta completa, com social listening, está disponível sob consulta.

Buffer

A proposta da Buffer é ser uma solução centralizada de planejamento e análise de redes sociais: Instagram, Facebook, Twitter, Pinterest e LinkedIn. No entanto, ela é mais voltada ao que está acontecendo dentro das redes da própria marca, portanto ao monitoramento social.

Os planos com análise de desempenho começam em 35 dólares por mês.

Mention

O ponto forte da ferramenta Mention é vasculhar a internet em busca de menções a palavras-chave, tanto ao nome da marca quanto a qualquer outro termo relevante. A partir dessa função, pode-se receber notificações toda vez que essa palavra-chave for mencionada em sites, blogs, fóruns ou redes como Twitter, Instagram e Facebook.

O plano mais básico começa em 25 dólares por mês.

Para conhecer outras soluções para otimizar seu negócio, confira o Guia de Ferramentas de Marketing, Vendas e Gestão, com várias dicas grátis!

 

* Os planos e valores são referentes ao período de escrita deste artigo e podem ser alterados pelas respectivas empresas a qualquer momento.

Fonte: https://negociossc.com.br/

7 tendências de Marketing Digital para 2021

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O marketing digital ganhou um novo impulso em 2020 e, sem dúvida, maior importância durante a pandemia. Com isso, as marcas precisaram rever o investimento na internet para se adequarem ao comportamento mais conectado do consumidor.

tendencias-de-Marketing-Digital-para-2021 7 tendências de Marketing Digital para 2021

Inclusive, uma tendência de marketing digital para 2021 é aumentar o investimento nessa área.

Em pesquisa com 2,1 mil pessoas, a Adaction revela que 76% de gestores de marketing e executivos têm a intenção de investir mais em marketing digital em 2021. Isso significa que as marcas que já o faziam terão mais concorrência pela atenção do consumidor e precisarão diferenciar-se.

A seguir, trazemos algumas ideias de como elevar sua estratégia digital, especialmente em relação a redes sociais, conteúdo e SEO.

Tendências de marketing digital para 2021

1. Redes sociais: poucas e boas

Em 2018, quando a fabricante de veículos Tesla abandonou o Facebook, abriu-se uma discussão entre as grandes marcas sobre a real necessidade de elas estarem presentes em todas as redes sociais. Desde então, empresas como a Lush, do ramo de beleza, têm abandonado algumas dessas redes.

Se considerarmos que a maioria das empresas conta com poucas pessoas no marketing e o número de canais virtuais é cada vez maior, ter foco é essencial para alcançar bons resultados com a estratégia digital.

Em vez de produzir mais conteúdo para as redes, deve-se produzir melhor. Para isso, vale considerar na escolha dos canais mais adequados para a marca:

  • É onde o público-alvo está?
  • Funciona como um canal de atendimento rápido ao consumidor?
  • No caso de venda de produtos, a rede permite compras nela?

Uma pequena empresa local pode precisar apenas de uma ou duas redes e não há problema em abrir mão das outras, se o trabalho mais focado traz melhor resultado. Além disso, existem outras formas de estar presente nas redes sociais indiretamente.

2. Microinfluenciadores

Uma forma de a marca posicionar-se nas redes sociais sem necessariamente ter um perfil forte por si própria é por meio de microinfluenciadores. Isto é, aqueles influenciadores com menor número de seguidores, mas geralmente com uma base mais engajada e bem segmentada.

Por terem menos seguidores, essa parceria pode sair bastante em conta para a empresa, considerando o custo-benefício de alcançar diretamente o público-alvo.

Essa pode ser uma maneira interessante de estar presente em uma rede como o TikTok sem precisar criar um perfil próprio e criar conteúdo para ela. Ou até mesmo de atrair mais seguidores nas redes em que a marca já esteja presente, a exemplo do Instagram.

3. Conteúdo gerado pelo usuário

Agora, se o objetivo é tornar sua própria rede mais relevante e aumentar o engajamento dos seguidores, a tendência de marketing digital a seguir é a do conteúdo gerado pelo usuário.

Isso quer dizer que a marca incorpora à comunicação os conteúdos criados pelos consumidores-fãs. É o caso, por exemplo, de uma marca de roupas que aproveita os looks postados pelas clientes. Mas a iniciativa também pode partir do marketing, propondo ações na internet que gerem material para ser publicado posteriormente.

De certo modo, essa estratégia funciona como a dos microinfluenciadores. Cada consumidor passa a influenciar, então, o próprio círculo social ao postar e marcar a empresa nas postagens dele.

4. Conteúdo interativo gera engajamento

Falando em engajamento, criar conteúdo interativo pode ser muito bom para aumentar as interações com suas postagens e artigos, além de estimular o alcance orgânico deles.

Quizzes, enquetes, jogos, infográficos interativos, pesquisas e simuladores são formatos de conteúdo interessantes para incluir na sua estratégia digital de 2021. Eles colocam o consumidor como criador, como protagonista, e isso é capaz de atrair mais a atenção do que uma leitura passiva.

Você ainda pode combinar isso com outra tendência das redes sociais: o conteúdo efêmero. Ou seja, aquelas postagens com exibição limitada de tempo, como os Stories do Instagram. Assim, tem-se também o apelo da urgência para gerar mais engajamento.

5. Minimalismo digital

Em contraposição à crescente complexidade e agitação do mundo, existe um movimento de se procurar refúgio em vivências mais simples. Disso desponta o maior interesse pelo minimalismo nas várias esferas da vida.

Minimalismo aí pode ser entendido como simplicidade. As pessoas buscam por processos mais simples, uma rotina mais tranquila e um consumo mais consciente. Na estratégia digital, as marcas também podem adotar essa filosofia de que menos é mais, como vimos com relação à presença nas redes sociais.

6. Posição zero do Google

Os featured snippets são outra tendência de marketing digital para 2021. Assim é chamada a posição zero do Google, porque se trata de um resultado que aparece em destaque e acima nas buscas, trazendo uma resposta mais completa à dúvida do usuário.

Entender como conquistar essa posição zero é importante porque coloca a marca em evidência na página de resultados, à frente das concorrentes. Com isso, a autoridade dela sobre o assunto também aumenta.

Mais ainda: os featured snippets são a base para muitos resultados de pesquisa por voz. Segundo a Backlinko, em 40,7% das consultas em assistentes de voz as respostas vêm da posição zero do Google.

7. SEO local

SEO local refere-se às práticas para ajudar na encontrabilidade de um negócio nas buscas por soluções perto do consumidor. Por exemplo, toda vez que alguém digita em um buscador “farmácia perto de mim” ou “loja de tintas em Joinville”, a localização é um fator crucial na entrega dos resultados da busca.

Essa recomendação de SEO ganhou importância na pandemia, com a movimentação mais restrita de pessoas. Mas ela continuará sendo uma forte tendência de marketing digital ao lado de outra tendência: a popularização do trabalho remoto. Com a menor necessidade de deslocamentos de trabalhadores, aumenta a necessidade por soluções mais próximas de casa.

Mas como melhorar o SEO local da empresa? Um bom começo é preencher corretamente seu perfil no Google Meu Negócio e incluir termos regionais nas palavras-chave da sua estratégia digital.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/

Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

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O marketing nas redes sociais, especialmente no cenário da pandemia, tem sido importante para conectar pequenos negócios ao público-alvo. Não é à toa, nos últimos meses as empresas têm intensificado a busca por conquistar seguidores no Instagram, Facebook e afins.

Mas é preciso ter alguns cuidados ao elaborar uma estratégia para redes sociais. Ganhar seguidores de qualquer jeito pode trazer mais reflexos negativos que positivos. Há um jeito certo de fazer isso e o mostraremos a seguir. Aproveite!

dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

Como conquistar seguidores nas redes sociais?

1. O que não fazer para ganhar seguidores no Instagram

O primeiro passo é entender que não há atalhos para conquistar seguidores no Instagram, no Facebook, no Tik Tok etc. Isto é, para quem deseja ganhar seguidores verdadeiros e possíveis leads nas redes sociais.

Dito isso, duvide de qualquer solução que envolva comprar seguidores e likes ou usar robôs para seguir e desseguir pessoas. Primeiro, porque essas práticas inflam os números sem de fato contribuir com a marca e, inclusive, podem prejudicar sua imagem junto ao público. Segundo, suas contas podem ser penalizadas se houver alguma atividade inautêntica feita pela empresa.

Leia também: 10 dicas para gerar leads no Instagram

2. Trabalhe dentro do melhor possível

Se não há passes de mágica, como conquistar seguidores? Com conteúdo, é claro. Nesse quesito, uma orientação importante é focar nas redes que fazem mais sentido para o momento atual do seu negócio, especialmente se é uma pequena empresa.

A produção de conteúdo de qualidade exige esforço, não tenha dúvida disso, e alguns formatos demandam mais tempo e recursos que outros. Além disso, quanto mais ampla for sua presença na internet, terá mais mais redes para responder, maior demanda de publicações, mais dados para analisar… E tudo isso é difícil tendo uma equipe enxuta ou orçamento limitado.

Caso no começo só consiga produzir fotos e textos e gerir no máximo duas redes sociais, não há problema com isso. Apresente seu melhor dentro da sua realidade e vá trabalhando para dar passos maiores em seguida.

3. Automatize o agendamento e a publicação de postagens

Você precisa ter outros dois cuidados com conteúdo: frequência de postagens e conhecimento dos melhores horários para postar.

Apenas um conteúdo de qualidade não terá um grande efeito para conquistar seguidores, embora possa despertar a curiosidade. Mas quando a marca posta vários deles por semana, toda semana,o público fica conectado com o que ela tem a dizer.

O segundo cuidado é garantir que esses posts apareçam nos horários mais prováveis de serem vistos. Isso é muito mais fácil quando se usa alguma ferramenta digital para agendar postagens. Assim, você não precisa lembrar a todo instante de alimentar suas redes sociais.

4. Converse com seus seguidores

O jeito certo para conquistar seguidores é pensar nas suas redes sociais como uma comunidade em torno da qual se reúnem pessoas afins. Então, converse e proponha conversas.

Comece respondendo os comentários nas suas postagens. Pergunte o que os seguidores gostam mais, ou o que preferem. Faça enquetes. Abra seus Stories para questões. Ou seja, não espere apenas que eles interajam com sua marca, você também precisa interagir com eles.

5. Participe dos assuntos em alta

Uma forma de tornar sua marca mais conhecida e atrair seguidores é participar das conversas que já estão acontecendo nas redes. Você pode criar conteúdos que dialoguem com as hashtags em alta no momento ou comentar nos perfis de influenciadores relacionados ao universo da sua marca. Contudo, evite ser promocional nessas ocasiões, foque em acrescentar algo ao assunto levantado para não parecer que está se aproveitando da situação.

6. Responda mensagens com rapidez

As redes sociais são uma utilidade para o público, não podemos nos esquecer disso. Quando o consumidor precisa resolver algum problema com a empresa ou comentar sobre ela, é para as redes que ele vai primeiro. Portanto, caso o seu negócio se torne conhecido por prestar um atendimento ágil e eficiente, as chances de conquistar seguidores serão maiores.

7. Marcações ampliam seu alcance

Cada perfil tem uma bolha de alcance nas redes sociais. Para ganhar seguidores, o tempo todo você precisa procurar formas de entrar em outras bolhas.

Uma forma de conseguir isso é aproveitando todas as oportunidades de marcar pessoas nas suas postagens. Quando receber visitas especiais ou realizar eventos no estabelecimento, faça um registro e marque essas pessoas na publicação. Com isso, elas podem se motivar a compartilhar o conteúdo, ampliando o alcance da sua marca.

Além disso, o uso de marcações de localização e hashtags também contribuem para trazer mais visibilidade, embora em menor escala.

8. Seja natural (mas não descuide da produção)

Ao usar fotos e vídeos, deve-se procurar um equilíbrio: nem superproduzir ao ponto de parecerem artificiais nem fazer de qualquer jeito. A regra para isso é valorizar sem distorcer. Tendo uma boa iluminação, uma imagem em foco, uma boa resolução do arquivo e o cuidado de enquadrar apenas aquilo que você deseja mostrar já é meio caminho andado.

Outra dica útil para trazer naturalidade às imagens é evitar o uso de logo ou marca-d’água sobre elas.

9. Proponha uma recompensa

Tendo todos esses cuidados, existe uma forma de acelerar o ganho de seguidores: oferecer uma recompensa tangível. Isso é muito comum no caso de sorteios em que é preciso seguir a marca para concorrer. Entretanto, também é possível oferecer conteúdos exclusivos, brindes, descontos e outras vantagens em troca de seguir.

10. Aproveite a força das mídias essenciais

Nossa última dica para conquistar seguidores no Instagram, Facebook e outras redes sociais é ter uma estratégia que vá além dos seus próprios perfis. Aliás, você sabia que diversas marcas estão ganhando seguidores com a ajuda da NSC?

Podemos citar como exemplo disso o case de sucesso do Imperatriz Gourmet. Tendo um conteúdo de qualidade para encantar o público, a marca decidiu expandir a base de fãs durante a pandemia para aumentar o alcance no meio digital. Para isso, elaborou um sorteio com o objetivo de atrair pessoas.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/10-dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo/

A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte:

5 tendências que farão você repensar a experiência do cliente

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O relacionamento entre empresas e clientes passou por mudanças drásticas nos últimos anos. Com a ascensão da internet, a compra online em dispositivos móveis e das redes sociais, (apenas para citar alguns fatores) a comunicação entre esses dois grupos se tornou mais intensa e de mão dupla, com a possibilidade de interação e maior acesso às informações.

O cliente moderno deixa de ser visto como apenas um consumidor para se tornar um indivíduo que pode auxiliar na promoção da companhia, seus valores e produtos. Esse perfil vem atrelado a uma maior exigência no que diz respeito às formas de atendimento e personalização de sua experiência. Esse tipo de usuário é alguém que espera que seu feedback seja ouvido e considerado na elaboração e otimização de produtos e serviços.

Nesse contexto não é de se estranhar que as empresas se preocupem cada vez mais em fornecer uma experiência impecável ao cliente, reconhecendo seus diferentes perfis e de maneira proativa oferecendo desde conteúdos personalizados até a criação de novos produtos. Tudo isso para atender as demandas desse público.

Existem diversas ferramentas e tecnologias que aos poucos deixam de ser tendências e se tornam práticas comuns. Destacamos cinco que devem ser conhecidas por todo gestor e companhias que desejam investir na experiência do cliente. Confira!

  1. Personalização da experiência
Com um mercado competitivo e tecnologias de ponta cada vez mais disponíveis para empresas, independentemente de seu porte, muitas vezes a escolha do cliente se baseia em detalhes. A personalização da experiência está intimamente atrelada ao mapeamento do perfil e demandas dos usuários. Com tantas companhias vendendo produtos semelhantes, eles desejam sentir que determinado item ou serviço foi desenhado de forma única para eles.
  1. Análise de sentimentos
De maneira simplificada, essa técnica consiste em verificar se determinado texto representa um sentimento positivo ou negativo, por meio de uma classificação automatizada. Com essa análise é possível mapear qual foi o recebimento ou qual a reputação de um produto ou campanha a partir do que é falado nas redes sociais, por exemplo.
  1. Centralização de software da nuvem
O uso de soluções e tecnologias vinculadas à nuvem já é imprescindível para muitas companhias. É fácil entender:  é possível aumentar ou reduzir a infraestrutura da tecnologia quando quiser, o acesso ao software é otimizado para qualquer dispositivo ligado à internet, facilidade no compartilhamento de informações, entre outros.
  1. Atendimento multicanal
A possibilidade de interagir com a empresa em diferentes plataformas faz com que esse tipo de atendimento seja essencial em uma estratégia voltada ao aprimoramento da experiência do cliente. Ao fornecer suporte em diversos canais, o consumidor pode escolher de qual forma e por onde contatar a companhia a partir de sua necessidade, trazendo agilidade e comodidade no atendimento.
  1. Automação inteligente
Diferentemente da Inteligência Artificial, que se refere a computadores capazes de imitar funções cognitivas, a Automação Inteligente tem como foco desenvolver melhores funcionários, sejam eles humanos ou máquinas, convergindo seus trabalhos em tecnologias inteligentes. Esse tipo de ferramenta busca reduzir custos, otimizar a operação e diminuir o esforço manual dos profissionais, o que gera aumento na produtividade e eficiência da equipe.
É importante lembrar que essas tendências precisam ser introduzidas nas empresas de forma conjunta a uma cultura organizacional que promova a transformação digital, mantendo assim o foco no fator humano.
Fonte: https://goo.gl/yD49Q4

Marketing de conteúdo nas redes sociais representa 20% das ações de anunciante

postado em: Marketing Digital | 0
Quem entende de marketing digital sabe que todas as verticais são relevantes no processo de conversão do e-commerce, uma vez que impactam o usuário de várias formas, em diferentes momentos. Entre as opções disponíveis para as marcas propagarem seu nome na web, uma tem se destacado: o marketing de conteúdo, especialmente nas redes sociais. Um levantamento da rede de afiliação Awin junto aos seus anunciantes no Brasil mostra que o marketing de conteúdo em plataformas como blogs e Facebook representa 20% de todas as ações realizadas pelas marcas.

Muitas vertentes, inclusive, se misturam. É comum, por exemplo, que sites que trabalham com cashback (como é conhecida a ação de marketing que devolve ao usuário parte do dinheiro que foi pago), ou portais que oferecem cupons de desconto, produzam conteúdo em conjunto com os influenciadores parceiros.

Para Javier Gómez, Head of Publishers na Awin, essa é uma vertical estratégica para o anunciante, porque é capaz de conseguir resultados expressivos tanto do ponto de vista da performance de vendas quanto da construção de marca. “Cada vez mais, a tendência é que o marketing de afiliação se aproxime do universo dos influenciadores, atrelando conteúdos pertinentes de acordo com o público e com as temáticas”, comenta.

Dentro do inbound marketing, segundo Gómez, o segmento que mais tem se destacado e registrado aumento de vendas são canais que abordam temas relacionados à tecnologia. “Alguns dos fatores que influenciaram positivamente estes resultados são a maneira que esses afiliados do setor produzem os conteúdos, priorizando reviews bem detalhados e o chamado unboxing, ou seja, aprática de falar sobre produtos recém-lançados. Acredito que, no futuro, esses serão os grandes geradores de receita do e-commerce nacional”, finaliza.

Fonte: https://goo.gl/pq55QT