O impacto das agências de publicidade na economia do Brasil

postado em: Marketing Digital | 0

O-impacto-das-agencias-de-publicidade-na-economia-do-Brasil O impacto das agências de publicidade na economia do Brasil

No primeiro semestre de 2023, o mercado publicitário movimentou R$ 9,14 bilhões apenas em mídia e abrangendo um universo restrito de 319 agências de publicidade, de acordo com o Cenp-Meios. Esse valor é 10,25% superior ao registrado no mesmo período de 2022, quando a análise abrangeu 309 agências, e maior que a inflação acumulada no ano.

Já a Kantar IBOPE Media traz o montante de R$ 74 bilhões em investimentos em mídia no ano passado, considerando o volume de inserções no mercado. Isso porque, no País todo, existem mais de 23 mil agências, segundo o Mapa de Empresas.

Mas a publicidade tem um impacto muito maior na economia do Brasil além da compra de mídia. Ela também impulsiona o mercado de trabalho, o audiovisual, as gráficas, os eventos e diversas áreas relacionadas.

Entenda melhor a importância das agências de publicidade para o País com os dados que separamos neste artigo.

As agências de publicidade e a geração de emprego

Quando falamos do retorno da publicidade, costumamos fazer essa análise sob a perspectiva da marca.

Por exemplo, o relatório Profit Ability, elaborado por Ebiquity e Gain Theory, aponta que o ROI médio é de £1.73 para cada £1 investido (o estudo foi feito no Reino Unido), analisando-se de três a seis meses após a veiculação inicial dos anúncios. Enquanto isso, em períodos acima de três anos, o retorno médio é de £3.24 para cada £1 investido.

Isso, com certeza, é bom para os negócios que têm um orçamento destinado à comunicação da marca. Eles vendem mais, produzem mais e ampliam a operação, aquecendo o mercado.

Por outro lado, as agências de publicidade têm um impacto muito mais nítido na economia do Brasil. Afinal, o segmento emprega milhares de brasileiros diretamente e indiretamente.

O mercado publicitário brasileiro superou a marca de 150 mil empregos diretos em setembro de 2023. Até o terceiro trimestre do ano, foram gerados mais de 10 mil novos postos de trabalho na área, de acordo com os dados do Novo Caged.

Além disso, temos um número ainda maior de empregos indiretos sendo criados. Podemos citar nesse sentido:

  • as atividades de prestação de serviços de informação: 133.387 profissionais;
  • as atividades de rádio e de televisão: 75.155 profissionais;
  • a edição e a edição integrada à impressão: 56.230 profissionais;
  • as atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão: 27.277 profissionais;
  • as pesquisas de mercado e de opinião pública: 8.798 profissionais;
  • as atividades de produção de fotografias: 6.559 profissionais.

Ou seja, essas categorias, somadas aos empregos diretos da publicidade, empregam mais de 457 mil brasileiros. Isso que estamos incluindo na lista apenas as vagas com carteira assinada, conforme o registro no Novo Caged. Se considerarmos todos os microempreendedores individuais que prestam atividades publicitárias, seja de forma direta, seja indireta, o impacto no mercado de trabalho é muito maior.

A publicidade no Brasil emprega mais de 150 mil pessoas diretamente.

O impacto das agências de publicidade na economia do Brasil

Um estudo de 2021 chamado “O valor da publicidade no Brasil”, produzido pela Deloitte para o Conselho Executivo das Normas-Padrão (CENP), traz mais dados relevantes sobre o tema.

De acordo com a pesquisa realizada pela Deloitte, cada R$ 1 investido na compra de espaços publicitários gera R$ 8,54 para a economia brasileira. Isso acontece de duas maneiras: criando valor para as marcas anunciantes e, então, para a sociedade como um todo.

No primeiro caso, o impacto da publicidade para os negócios envolve:

  • a construção de valor de marca;
  • o aumento de receita;
  • e a sustentação da estratégia corporativa.

Depois, ainda temos os efeitos mais amplos da publicidade na economia do Brasil:

  • o fomento à competitividade;
  • o estímulo ao consumo;
  • a disseminação de informação e influência;
  • o apoio à cultura, ao entretenimento e aos esportes.

Vale destacar nesse último ponto que a atividade publicitária dá suporte à cultura por meio do marketing cultural, aos esportes pelo marketing esportivo, além de incentivar o mercado de eventos e lazer. Todo esse incentivo, em troca, fortalece as marcas apoiadoras.

— A publicidade não beneficia apenas os anunciantes e veículos, ela traz enormes benefícios econômicos para o PIB brasileiro, cria empregos, dissemina a informação. É a indústria que impulsiona as outras indústrias — disse à época o então presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP), Mario D’Andrea, em entrevista ao portal Uol.

Essa é mais uma forma de explicar o papel da publicidade na vida do brasileiro. Ela informa, gera interesse, propõe debates sociais, entretém e ainda traz todo esse impacto econômico junto.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/o-impacto-das-agencias-de-publicidade-na-economia-do-brasil/

Brand Safety e por que é essencial nos negócios?

postado em: Marketing Digital | 0

A reputação de uma marca é um ativo tão importante para ela quanto seus bens físicos. Não à toa, uma das preocupações da publicidade digital é apresentar a marca da melhor forma possível para o público.

Brand-Safety Brand Safety e por que é essencial nos negócios?

No entanto, a divulgação pode ter o efeito oposto ao desejado e prejudicar a imagem do negócio, dependendo do ambiente em que a comunicação aparece. Para evitar isso, o conceito de brand safety tem ganhado força nos últimos anos e, com ele, também a definição de brand suitability.

Você sabe o que significam esses termos e por que são importantes para sua empresa? Confira a seguir!

 

O que é brand safety, ou segurança da marca?

Brand safety é um conceito que tem se popularizado desde 2017 e pode ser traduzido como “segurança da marca”. Ele nasce da crescente preocupação das empresas com os espaços digitais em que aparecem suas campanhas.

Nos últimos anos, “onde” a marca anuncia tem se tornado tão importante quanto “o que” ela tem a dizer. Não raro, empresas são chamadas à atenção pelo público ou obrigadas a retirar a publicidade do ar por causa do tipo de conteúdo a que acabam associadas.

O ambiente digital está cada vez maior e não é sempre seguro, nem para as marcas nem para o público. A proliferação do conteúdo gerado pelo usuário, em plataformas como o YouTube, é capaz de trazer à tona o melhor e o pior nas pessoas. Neste último caso, quando um anúncio aparece acidentalmente vinculado a algo nocivo, a segurança da marca é ameaçada.

Em 2019, por exemplo, o próprio YouTube reembolsou anunciantes como Nestlé e McDonald’s por veicular anúncios delas junto a conteúdos criminosos.

Além disso, hoje é muito mais fácil começar um site do zero e lucrar com a venda de mídia programática e outras formas de veiculação. De acordo com dados de Internet Live Stats, em 2012 havia 697,1 milhões de sites na web. Em 2019, esse número chegou a 1,72 bilhão, para o bem e para o mal.

Brand safety significa, então, a adoção de medidas para evitar que a publicidade da marca apareça junto a endereços virtuais ou conteúdos nocivos, indesejados ou que coloquem em risco a reputação empresarial. Daí surge também o termo brand suitability, referente à adequação de um ambiente on-line para a veiculação dos anúncios sem prejuízo à imagem do negócio.

 

Por que brand safety é importante?

É de se imaginar que, teoricamente, nenhuma marca gostaria de estar associada a um conteúdo falso, de incitação ao ódio ou à violência. Mas como a falta de segurança da marca pode prejudicar a empresa, na prática?

Alguns dados explicam isso:

  • Uma pesquisa de GroupM mostra que 64% dos consumidores teriam uma opinião negativa da marca ao vê-la próxima de conteúdo inapropriado.
  • Outra pesquisa, de Trustworthy Accountability Group e Brand Safety Institute, revela que 87% das pessoas dizem ser importante que os anunciantes assegurem que a publicidade não apareça perto de conteúdo perigoso, ofensivo ou inapropriado.
  • Segundo a mesma fonte, entre os conteúdos mais indesejados pelo público estão: terrorismo (90%), neonazismo (86%), pirataria on-line (83%), discurso de ódio (74%), pornografia (68%), drogas ilegais (68%) e violência (63%).

Existem ainda outros riscos de não agir conforme as boas práticas de brand safety, além do impacto negativo na relação com o público.

Sites com conteúdo nocivo também inflam ou distorcem a audiência real, e podem valer-se de robôs para aumentar artificialmente o número de acessos. Para a marca, isso quer dizer que ela estará anunciando para pessoas que não são o público-alvo dela ou nem são seres humanos. Com isso, o investimento em publicidade é jogado fora ao aparecer nesses endereços.

 

Qual é a relação entre brand safety e publicidade digital?

Se esse tipo de veiculação é prejudicial para a imagem da marca e para as finanças do negócio, por que ainda é comum?

Em resumo, por causa da compra automatizada de mídia digital sem os devidos cuidados para garantir a segurança da marca.

Com a amplitude de endereços disponíveis para anunciar na internet, a compra de perfis de audiência popularizou-se, em detrimento de parcerias concretas. E é justamente isso que oferece um risco.

De acordo com um relatório de Interactive Advertising Bureau e Accenture, 63% dos espaços de anúncio em vídeo e digital na América Latina são comprados via mídia programática. Por um lado, ela facilita a disseminação de campanhas pela internet. Mas, por outro, pode colocar os anúncios dentro de contextos prejudiciais.

Para minimizar o risco da mídia programática, existem algumas medidas a ser tomadas, como a adoção de wishlists na configuração de campanhas, por exemplo. Vejamos mais sobre isso adiante.

 

Como aumentar a segurança da marca on-line?

Nessa questão de proteção preventiva entram dois conceitos importantes:

  • Blocklist: termos ou sites que são bloqueados na configuração de uma campanha, impedindo que os anúncios apareçam em conteúdos vinculados a eles.
  • Wishlist: termos ou sites desejáveis para a presença da marca, escolhidos assim como preferenciais na hora de veicular os anúncios digitais. Eles criam brand suitability.

Sozinhos, os itens em blocklist não são o bastante para garantir brand safety. São úteis para bloquear os sites nocivos mais populares, mas existem muitos outros pouco conhecidos. E novos surgem a cada dia.

Além disso, bloquear palavras específicas pode afetar negativamente o desempenho das campanhas on-line, dependendo da ferramenta utilizada para esse fim. Por exemplo, o bloqueio de uma palavra como “explosão” para conter a associação com terrorismo ou violência pode impedir a veiculação em um conteúdo falando da “explosão de sabores” de uma receita.

Entretanto, algumas ferramentas mais avançadas, com o uso de inteligência artificial, entendem melhor o contexto de cada termo, como os resultados do Google em uma busca.

Para as pequenas e médias empresas, com orçamentos mais enxutos, o melhor é configurar uma wishlist com endereços confiáveis e que fazem sentido para a estratégia digital. Assim, independentemente do termo usado no conteúdo, a empresa tem mais segurança de que não será prejudicial quando associado aos anúncios.

Ou também podem negociar diretamente com um veículo de confiança, como o NSC Total, que é auditado pelo Instituto Verificador de Comunicação para garantir a veracidade dos dados da audiência. Anunciar em um ambiente seguro e de referência para o público-alvo pode ser muito mais objetivo, em termos de investimento, que divulgar em diversos endereços de pouca relevância.

 

Fonte: https://negociossc.com.br

O que é preciso para ter sucesso com mídia programática?

postado em: Marketing Digital | 0

Está cada vez mais difícil encontrar um profissional de marketing que não esteja preocupado em como ter sucesso com mídia programática. A cada ano, cresce o investimento na automatização de veiculação de publicidade on-line, conforme dados revelados pela Adobe, e hoje a mídia programática já é o principal meio de comprar mídia digital, segundo a eMarketer.

Mas existe um fator muitas vezes ignorado para se conquistar o sucesso com mídia programática. Quer saber do que se trata? Veja adiante.

midia-programatica-1 O que é preciso para ter sucesso com mídia programática?

A mídia programática e as marcas

Como já abordamos em outro artigo aqui do blog, a mídia programática traz uma grande praticidade para profissionais de marketing, agências e marcas. Ela possibilita o acesso a um grande inventário de mídias digitais e muitas opções de segmentação dos anúncios, com um controle mais centralizado para a compra desses espaços de veiculação na internet. Assim, não é preciso negociar com centenas de parceiros ao mesmo tempo.

Isso se traduz em um melhor direcionamento das campanhas e a possibilidade de ter um maior retorno da publicidade. No entanto, não é uma prática livre de riscos.

De acordo com uma pesquisa da Undertone, as maiores preocupações de agências e profissionais de marketing ao trabalhar com mídia programática são: tráfego não humano e segurança da marca.

Nesse sentido, sobram exemplos de como o ambiente em que a publicidade aparece pode ser prejudicial à marca. Entre eles, podemos destacar os boicotes das marcas internacionais ao Facebook por causa da falta de controle sobre conteúdos tóxicos publicados na rede social e, no Brasil, iniciativas como o Sleeping Giants que denunciam a veiculação de publicidade em sites de fake news, com discursos de ódio, entre outras posturas contrárias aos valores das marcas que ali aparecem.

Além disso, há o problema de páginas sem verificação ou segmentação de audiência, nas quais o investimento em publicidade é desperdiçado. Portanto, é importante considerar um fator crucial para o sucesso com mídia programática, como veremos a seguir.

O elemento-chave para ter sucesso com mídia programática

Para trazer mais segurança e mais transparência ao fazer mídia programática, profissionais de marketing, agências e marcas precisam focar nos ambientes premium. Isto é, em veículos de confiança que são referência nas suas respectivas áreas, que trazem conteúdo verdadeiro, responsável e elaborado por profissionais competentes, e que podem disponibilizar informações precisas sobre a audiência.

Mesmo que a marca tenha o anúncio mais criativo e mais antenado com a essência dela, a presença em um ambiente precário pode trazer um efeito oposto ao esperado. Por exemplo, como fica a construção da marca se nas mídias essenciais ela veicula uma campanha com determinada mensagem, mas aparece constantemente em sites suspeitos que propagam o contrário daquele discurso? Há aí uma perda de credibilidade.

Nesse caso, o menor dos problemas dessa marca é quando ela aparece em páginas fantasmas, com números de visitas inflados apenas por robôs. Assim, pelo menos ela só estará perdendo o investimento em mídia. Mas você também não deseja tal cenário, não é mesmo?

A solução, ressaltamos, está nos ambientes premium. Como aponta um estudo da Uol sobre o tema, diversas pesquisas apontam que os ambientes premium contribuem mais para o brand lift, têm visibilidade superior e são muito mais eficientes para as estratégias de comunicação digital.

A importância do ambiente premium

Ainda podemos destacar as seguintes vantagens do ambiente premium para ter sucesso com mídia programática:

  • Conteúdo seguro
  • Aferição de dados
  • Controle contra fraudes
  • Informações da audiência

Conteúdo seguro

Quanto maior o veículo, maior é a responsabilidade dele junto à população. Por isso, veículos líderes de audiência têm mais cuidado com a verificação das informações transmitidas, com a qualidade de produção e com o tom dessa comunicação. O conteúdo é muito mais seguro para as marcas e, inclusive, agrega valor à mensagem delas.

Aferição de dados

Os ambientes premium têm responsabilidade também com os anunciantes e buscam formas de comprovar os dados de consumo de mídia. Para isso, trabalham com plataformas e parceiros que fornecem dados confiáveis sobre acessos, visualizações, comportamento do público etc. E mais: são transparentes com os anunciantes sobre tal assunto.

Controle contra fraudes

Da mesma forma, existem entidades oficiais que podem verificar a veracidade desses dados. Por exemplo, quando falamos que o NSC Total recebe mais de 20 milhões de visualizações de páginas por mês, segundo o Google Analytics, você pode ter certeza de que os acessos são todos válidos e verdadeiros porque o portal é auditado pelo Instituto Verificador de Comunicação.

Informações da audiência

Veículos de referência conquistam esse status quando têm uma relação próxima com o público e o conhece bem. Esse conhecimento pode auxiliar marcas a alcançar seus objetivos por meio de informações precisas sobre a audiência, seu comportamento e seus interesses.

Além de descobrir como ter sucesso com mídia programática, veja também como impulsionar as vendas com a ajuda da NSC. Baixe agora o e-book Soluções para divulgar seu negócio na crise e fique por dentro das oportunidades on-line e off-line para se destacar neste momento.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-que-e-preciso-para-ter-sucesso-com-midia-programatica/

Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

postado em: Marketing Digital | 0

O marketing nas redes sociais, especialmente no cenário da pandemia, tem sido importante para conectar pequenos negócios ao público-alvo. Não é à toa, nos últimos meses as empresas têm intensificado a busca por conquistar seguidores no Instagram, Facebook e afins.

Mas é preciso ter alguns cuidados ao elaborar uma estratégia para redes sociais. Ganhar seguidores de qualquer jeito pode trazer mais reflexos negativos que positivos. Há um jeito certo de fazer isso e o mostraremos a seguir. Aproveite!

dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

Como conquistar seguidores nas redes sociais?

1. O que não fazer para ganhar seguidores no Instagram

O primeiro passo é entender que não há atalhos para conquistar seguidores no Instagram, no Facebook, no Tik Tok etc. Isto é, para quem deseja ganhar seguidores verdadeiros e possíveis leads nas redes sociais.

Dito isso, duvide de qualquer solução que envolva comprar seguidores e likes ou usar robôs para seguir e desseguir pessoas. Primeiro, porque essas práticas inflam os números sem de fato contribuir com a marca e, inclusive, podem prejudicar sua imagem junto ao público. Segundo, suas contas podem ser penalizadas se houver alguma atividade inautêntica feita pela empresa.

Leia também: 10 dicas para gerar leads no Instagram

2. Trabalhe dentro do melhor possível

Se não há passes de mágica, como conquistar seguidores? Com conteúdo, é claro. Nesse quesito, uma orientação importante é focar nas redes que fazem mais sentido para o momento atual do seu negócio, especialmente se é uma pequena empresa.

A produção de conteúdo de qualidade exige esforço, não tenha dúvida disso, e alguns formatos demandam mais tempo e recursos que outros. Além disso, quanto mais ampla for sua presença na internet, terá mais mais redes para responder, maior demanda de publicações, mais dados para analisar… E tudo isso é difícil tendo uma equipe enxuta ou orçamento limitado.

Caso no começo só consiga produzir fotos e textos e gerir no máximo duas redes sociais, não há problema com isso. Apresente seu melhor dentro da sua realidade e vá trabalhando para dar passos maiores em seguida.

3. Automatize o agendamento e a publicação de postagens

Você precisa ter outros dois cuidados com conteúdo: frequência de postagens e conhecimento dos melhores horários para postar.

Apenas um conteúdo de qualidade não terá um grande efeito para conquistar seguidores, embora possa despertar a curiosidade. Mas quando a marca posta vários deles por semana, toda semana,o público fica conectado com o que ela tem a dizer.

O segundo cuidado é garantir que esses posts apareçam nos horários mais prováveis de serem vistos. Isso é muito mais fácil quando se usa alguma ferramenta digital para agendar postagens. Assim, você não precisa lembrar a todo instante de alimentar suas redes sociais.

4. Converse com seus seguidores

O jeito certo para conquistar seguidores é pensar nas suas redes sociais como uma comunidade em torno da qual se reúnem pessoas afins. Então, converse e proponha conversas.

Comece respondendo os comentários nas suas postagens. Pergunte o que os seguidores gostam mais, ou o que preferem. Faça enquetes. Abra seus Stories para questões. Ou seja, não espere apenas que eles interajam com sua marca, você também precisa interagir com eles.

5. Participe dos assuntos em alta

Uma forma de tornar sua marca mais conhecida e atrair seguidores é participar das conversas que já estão acontecendo nas redes. Você pode criar conteúdos que dialoguem com as hashtags em alta no momento ou comentar nos perfis de influenciadores relacionados ao universo da sua marca. Contudo, evite ser promocional nessas ocasiões, foque em acrescentar algo ao assunto levantado para não parecer que está se aproveitando da situação.

6. Responda mensagens com rapidez

As redes sociais são uma utilidade para o público, não podemos nos esquecer disso. Quando o consumidor precisa resolver algum problema com a empresa ou comentar sobre ela, é para as redes que ele vai primeiro. Portanto, caso o seu negócio se torne conhecido por prestar um atendimento ágil e eficiente, as chances de conquistar seguidores serão maiores.

7. Marcações ampliam seu alcance

Cada perfil tem uma bolha de alcance nas redes sociais. Para ganhar seguidores, o tempo todo você precisa procurar formas de entrar em outras bolhas.

Uma forma de conseguir isso é aproveitando todas as oportunidades de marcar pessoas nas suas postagens. Quando receber visitas especiais ou realizar eventos no estabelecimento, faça um registro e marque essas pessoas na publicação. Com isso, elas podem se motivar a compartilhar o conteúdo, ampliando o alcance da sua marca.

Além disso, o uso de marcações de localização e hashtags também contribuem para trazer mais visibilidade, embora em menor escala.

8. Seja natural (mas não descuide da produção)

Ao usar fotos e vídeos, deve-se procurar um equilíbrio: nem superproduzir ao ponto de parecerem artificiais nem fazer de qualquer jeito. A regra para isso é valorizar sem distorcer. Tendo uma boa iluminação, uma imagem em foco, uma boa resolução do arquivo e o cuidado de enquadrar apenas aquilo que você deseja mostrar já é meio caminho andado.

Outra dica útil para trazer naturalidade às imagens é evitar o uso de logo ou marca-d’água sobre elas.

9. Proponha uma recompensa

Tendo todos esses cuidados, existe uma forma de acelerar o ganho de seguidores: oferecer uma recompensa tangível. Isso é muito comum no caso de sorteios em que é preciso seguir a marca para concorrer. Entretanto, também é possível oferecer conteúdos exclusivos, brindes, descontos e outras vantagens em troca de seguir.

10. Aproveite a força das mídias essenciais

Nossa última dica para conquistar seguidores no Instagram, Facebook e outras redes sociais é ter uma estratégia que vá além dos seus próprios perfis. Aliás, você sabia que diversas marcas estão ganhando seguidores com a ajuda da NSC?

Podemos citar como exemplo disso o case de sucesso do Imperatriz Gourmet. Tendo um conteúdo de qualidade para encantar o público, a marca decidiu expandir a base de fãs durante a pandemia para aumentar o alcance no meio digital. Para isso, elaborou um sorteio com o objetivo de atrair pessoas.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/10-dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo/

Plano de mídia: conheça os principais pontos a se considerar para um e-commerce

postado em: Marketing Digital | 0
A presença nas redes sociais, em múltiplos dispositivos, em diversos canais e em vários tipos de publicidade é muito importante para uma atividade comercial na internet, especialmente para um e-commerce. Por isso, desenvolver um plano de mídia é essencial para entender qual o melhor caminho de comunicação com seu público consumidor.

Criamos este guia para que você possa compreender e desenvolver o seu próprio plano de mídia para e-commerce. Confira a seguir!

O plano de mídia para um e-commerce

Um plano de mídia define, descreve e planeja o público, as estratégias, os objetivos, as atividades e a maturação de todos os canais de comunicação dentro de uma estratégia de marketing.

O objetivo é ter um planejamento da mensagem e das suas modalidades de transmissão, que seja em todo seu aspecto integrada, coerente e coordenada.

A palavra “mídia” é um daqueles termos que você ouve frequentemente e diariamente. Mesmo antes da era digital ela já estava no vocabulário popular.

A mídia engloba todos os canais de comunicação por meio dos quais se disseminam todo tipo de notícias, informações, dados, conteúdos, mensagens publicitárias, educacionais ou de entretenimento. Portanto, o plano de mídia será um documento estratégico que deverá estar alinhado ao planejamento de marketing.

O plano de mídia não é um instrumento estático e definitivo, especialmente porque vivemos numa era dinâmica, em que as informações e as tecnologias se reinventam numa velocidade impressionante. Ao contrário, ele é um objeto que deve ser constantemente verificado e aprimorado. Podemos reelaborar o nosso plano de mídia a cada ano, definindo detalhadamente os seguintes pontos:

  • as categorias de destinatários da mensagem;
  • a mensagem a ser passada ao público;
  • os meios de comunicação que serão utilizados para veicular a mensagem;
  • a programação das atividades de comunicação;
  • o orçamento para a atuação das iniciativas programadas;
  • o monitoramento das atividades para mensurar a eficácia das intervenções.

Veremos esses pontos com mais detalhes ao longo deste guia. Antes, vamos entender porque é tão importante desenvolver um plano de mídia.

A importância do plano de mídia

Você certamente já sabe da importância das estratégias de marketing em um empreendimento online, tal como um e-commerce. Fazendo uma analogia, podemos dizer que o marketing é como uma longa jornada, em que você parte de um ponto (o planejamento de marketing) e caminha para chegar ao seu destino (os objetivos alcançados com a aplicação das estratégias).

Nesse sentido, o plano de mídia seria a carruagem que o conduziria por todo o caminho. Em outras palavras, o marketing simplesmente não consegue atingir seus objetivos sem a mídia e a comunicação.

Alguns meios de comunicação, como as redes sociais, são extremamente simples de usar. Isso causa uma falsa impressão de que seu uso pode ser feito de modo intuitivo. Para os negócios, isso é um erro enorme. O correto planejamento pode ajudar, e muito, a evitar erros desastrosos durante a execução das estratégias de mídia.

Além disso, o elemento mais importante em torno do qual se deve desenvolver o plano de mídia é o próprio consumidor, com suas percepções e necessidades em relação à empresa, determinadas por fatores como: qualidade, preço, imagem, marca, relacionamento, fidelização, posicionamento etc.

Como desenvolver o plano de mídia

Para desenvolver um bom plano de mídia, siga estes 6 passos:

1. Identifique os objetivos

O primeiro passo de qualquer estratégia de marketing é estabelecer os objetivos que você espera alcançar. Quanto mais claros, mais fácil será alcançá-los ou reagir rapidamente às frequentes mudanças do mercado e das estratégias corporativas.

Sem um objetivo concreto, não há como estabelecer um meio de mensurar o andamento de uma campanha de marketing. Esses objetivos devem, obviamente, estar alinhados com a estratégia geral de marketing.

Um dos métodos mais utilizados para identificar o correto objetivo a perseguir é a abordagem SMART, acrônimo que faz referência às 5 características de um objetivo adequado, quais sejam: Specific (específico), Measurable (mensurável), Attainable (atingível), Relevant (relevante) e Time-bound (limitado no tempo).

Um modo simples de iniciar o seu plano de mídia é estabelecer pelo menos dois ou três objetivos menores.

2. Analise o mercado e a concorrência

O segundo passo é fazer uma verdadeira análise de mercado daquilo que é possível desenvolver em cada meio de comunicação e também o que o seu concorrente está fazendo.

Isso inclui acompanhar também os casos de sucesso em nível mundial, principalmente do seu próprio setor. Analise estratégias como:

  • marketing de conteúdo;
  • serviço ao cliente pelas mídias sociais;
  • publicidade em diferentes mídias;
  • estratégias em redes sociais (LinkedIn, Facebook, Google+, Twitter, Instagram etc.).

3. Defina sua voz e estilo

Toda empresa tem um estilo próprio e uma imagem que normalmente aparece em cada ação que faz: como se apresentam os anúncios publicitários, eventos, mídia impressa, cartões de visita, o próprio website e por aí vai.

Nenhuma empresa pode deixar de comunicar e isso inclui desde a aparência do site, as cores, a logo e até os mais diversos canais de mídia. As ações nas mídias sociais devem invariavelmente comunicar o estilo e a imagem que a companhia escolheu estrategicamente.

4. Escolha os instrumentos e os canais

A partir do momento que você já tem definido em mente o estilo do seu negócio para comunicar, é preciso encontrar os instrumentos e os canais certos que vai utilizar.

Por exemplo: LinkedIn e Facebook para criar postagens relacionadas aos produtos e serviços do seu e-commerce; o Twitter para veicular conteúdo com link para artigos do seu blog e para a própria loja; Instagram para comunicar fotografias relacionadas ao seu negócio (como as imagens de um novo produto) e assim por diante.

Entre as ferramentas, devemos incluir também aquelas que são dedicadas à gestão de conteúdos e mídias, bem como à gestão e análise de resultados.

Muitos negócios criam contas em praticamente todas as redes sociais sem pesquisar qual plataforma trará o melhor resultado. Evite perder tempo no lugar errado usando as informações de suas personas para determinar quais plataformas são melhores para você.

5. Planeje o conteúdo de cada mídia

O quinto passo é desenvolver um calendário editorial para a publicação de conteúdos e informações de cada mídia. Ou seja, criar um plano de conteúdo, sincronizado e subdividido em períodos determinados (dias, semanas, meses etc.).

O calendário editorial deve refletir os objetivos individuais, a estratégia de mercado escolhida, o estilo corporativo e os instrumentos e canais definidos.

Conteúdos e mídias sociais possuem uma relação simbiótica: sem um ótimo conteúdo, a mídia perde o significado, e sem a mídia, ninguém conhecerá o seu conteúdo. Use isso ao seu favor para alcançar e converter seu público.

6. Reserve orçamento e recursos

Separe o orçamento para marketing de mídia de acordo com as táticas que você escolheu para atingir os objetivos do seu negócio.

Faça uma lista compreensiva das ferramentas de que você precisa (monitoramento de mídia social, e-mail marketing, CRM), serviços que você vai terceirizar (design, produção de vídeo) e qualquer publicidade que você vai comprar. Inclua o custo projetado anual de cada item de forma que você visualize os investimentos e como isso afeta seu orçamento geral.

Se o custo para executar sua estratégia excede seu orçamento previsto, priorize as táticas de acordo com o prazo de retorno de investimento de cada uma. Aquelas que possuem o mais rápido ROI devem ser priorizadas porque vão gerar receita imediata, que pode ser revertida em outras táticas de longo prazo.

7. Monitore todas as ações

Posto em prática o plano de mídia com a estratégia editorial relacionada, torna-se crucial fazer o acompanhamento do progresso e do sucesso da estratégia, inclusive verificar o ROI.

Para esse passo, é indispensável utilizar uma ferramenta de análise dedicada e com precisão. O Google Analytics é um bom método gratuito para monitorar essas métricas. Esse tipo de ferramenta permite analisar em detalhes uma grande quantidade de dados agrupados por tipo, trazendo uma clara imagem do que funciona ou não, quais mídias geram maior tráfego ao site, quais canais geram mais clientes ativos, entre outros monitoramentos importantes.

Tipos de mídia a serem trabalhadas

Há muitos tipos de mídia que podem ser usadas para os mais diversos fins. Vamos apresentar aquelas que têm mais destaque para estratégias de marketing e comunicação para e-commerce:

1. Facebook

O Facebook é a rede social mais popular no mundo e também uma das principais mídias para divulgar um e-commerce. Afinal, com mais de 1,5 bilhão de usuários no mundo, é bem provável que o seu cliente esteja lá também.

Não se pode ignorar a presença da sua marca nessa rede; ter uma página corporativa é importante para ganhar visibilidade na web. O Facebook permite que as empresas aumentem consideravelmente a percepção de suas marcas, além de melhorar o relacionamento com os próprios clientes e conhecer de perto suas opiniões e necessidades.

É uma mídia realmente essencial para compreender o que o seu público deseja e também pode ser um ótimo gerador de leads.

2. Twitter

A maior plataforma de microblogging do mundo, cujas principais características são a síntese e a imediatez daquilo que é publicado. Um tweet possibilita a inclusão máxima de 140 caracteres, e ele pode ser respondido diretamente ou compartilhado por meio do retweet.

O Twitter é muito útil não apenas para o desenvolvimento da marca, mas também para ser utilizado como um canal de serviço ao consumidor: se um cliente tem um problema, rapidamente pode mandar um tweet e receber sua resposta e solução.

3. LinkedIn

Se falamos de negócios, o LinkedIn é a rede excelente por natureza. Nesse sentido, o LinkedIn é a melhor mídia para desenvolver a marca pessoal do seu negócio e promover a imagem profissional da sua empresa, especialmente em negócios do tipo B2B (ao contrário do Facebook, que é melhor para negócios B2C).

Encontrar novos parceiros de negócio, melhores fornecedores e recursos mais afins para o crescimento do seu e-commerce são algumas das ações que você pode realizar pelo LinkedIn.

4. YouTube

É um bom negócio ter um canal no YouTube para divulgar novos produtos, além de conteúdos e vídeos institucionais. Afinal, as pessoas, de modo geral, assistem mais a vídeos do que leem textos.

O vídeo é imediato, as informações chegam diretamente ao público a que é direcionado e, graças ao poder das imagens visuais e do som, é possível fixar a marca de maneira muito mais eficiente.

5. Instagram

O Instagram é uma mídia baseada em imagens. É muito usada pelo público mais jovem, mas tem crescido bastante entre o público mais adulto. Dá a possibilidade de publicar fotos, podendo modificá-las por meio de filtros e efeitos especiais.

Para as empresas que divulgam produtos cujo foco fotográfico é mais importante, como aquelas do setor culinário, da moda e de viagens, o Instagram constitui um instrumento realmente útil.

6. Pinterest

O Pinterest funciona como um painel virtual, em que você pode reunir as imagens de que mais gosta em uma espécie de quadro temático.

Assim como o Instagram, é uma ótima ferramenta para as áreas de culinária e moda. É interessante notar que 80% dos usuários são do sexo feminino, o que pode ser uma excelente estratégia para empresas que trabalham com esse público.

7. Blog

O blog é ainda o campeão para gerar tráfego segmentado para o seu e-commerce. Isso porque ele é a melhor mídia para divulgar conteúdos informativos relacionados à sua área ou nicho de mercado.

Os blogs corporativos têm diversas funções. Podem informar o consumidor sobre as últimas notícias do seu negócio, anunciar eventos, promover produtos e serviços e demonstrar a solidez da sua experiência e da sua liderança de mercado.

8. Google Adwords e SEO

Não é somente de redes sociais e conteúdo de blog que um e-commerce sobrevive. Outros dois elementos são essenciais para gerar tráfego para o site e, consequentemente, impulsionar as chances de aumentar as taxas de conversão:

a geração de tráfego orgânico por meio das técnicas de SEO, que vão posicionar o seu site nas páginas de busca dos motores como o Google;

o anúncio publicitário por meio do AdWords, que vai gerar um tráfego pago e mais qualificado.

Estratégias de ação

Um plano de mídia não tem a mínima utilidade se não for colocado em prática. Feito o plano e escolhidos os canais de atuação, é hora de verificar se a estratégia, de fato, funciona.

É preciso entender que colocar um plano de mídia em ação exige paciência. Os resultados não aparecem de repente e é fundamental agir não apenas online, mas também offline. Eis algumas ações importantes para colocar em prática o seu plano:

1. Branding

Para uma empresa, as mídias sociais são ótimos canais para tornar a marca conhecida e divulgar o setor. Para fazer branding da maneira mais eficaz, é necessário que os conteúdos a serem publicados estejam alinhados com a marca do e-commerce, contenham o logo ou o endereço do site, ou qualquer coisa que lembre as cores da empresa. É fundamental que se faça perceber a coerência com os conteúdos.

2. Conteúdos

Para poder criar ótimos conteúdos, é fundamental ter em mente os objetivos do seu negócio, delimitando palavras-chave e estudando o próprio site, de modo a estar alinhado com os conteúdos do blog.

Deve-se embasar os tipos de conteúdo de acordo com o público de referência. Quanto mais o fator humano emerge no conteúdo publicado em mídia social, maior será o feedback da própria comunidade de usuários.

Para poder estudar melhor o público, é necessário ter dados à mão e buscar o máximo de informações possível.

3. Curadoria de conteúdos

A fim de curar e criar conteúdos, é interessante montar um calendário editorial (semanal ou mensal, por exemplo), com uma programação definida de publicações.

De vez em quando, verifique o desempenho dos conteúdos nas mídias sociais. Por exemplo, no Facebook, é possível verificar como as pessoas reagem ao conteúdo e quais tipos de publicação elas preferem.

Além disso, é viável identificar um grupo de pessoas ao qual direcionar um tipo específico de conteúdo.

4. Canais sociais

Quais canais escolher para uma boa estratégia de mídia social? Seguramente, entre os canais sociais, o Facebook não deve ser menosprezado.

Quando se está começando, é aconselhável monitorar poucos canais, 2 ou 3, no máximo. Obviamente, isso também vai depender do tipo de atividade que se desenvolve. No e-commerce, um canal que deve ser definitivamente considerado é o Instagram ou o Pìnterest. O Twitter é ótimo para relacionamento direto com o consumidor.

5. Frequência de publicação

A criação de um calendário editorial permite melhor organização da empresa, sobretudo por deixar claro os objetivos a serem atingidos nas mídias. Portanto, pelo menos uma publicação diária é um bom começo. Posteriormente, com base em resultados obtidos, você também pode planejar duas vezes por dia. E assim por diante.

6. Engajamento

As mídias sociais permitem a união entre empresa e clientes como nenhum outro canal tradicional pode fazer. Para gerar engajamento, é necessário ouvir e conversar com as pessoas. Mantenha canais de comunicação com seu cliente ou potencial cliente e sempre responda às suas perguntas (preferencialmente, o mais rápido possível).

7. Campanhas de anúncios

As campanhas de anúncios pelas mídias sociais ou pelo Google Adwords podem dar ótimos resultados, se bem segmentadas. Planejar diversas campanhas para seus consumidores é um modo de permanecer sempre perto deles e atento às suas necessidades.

Ao iniciar uma campanha, além de escolher o público ao qual direcioná-la, certifique-se de dar uma boa razão para atendê-la, como uma oferta de um item ou o lançamento de um novo produto.

Como mensurar resultados do plano de mídia

A mensuração do desempenho e dos resultados do plano de mídia é um dos fatores mais importantes, visto que é por meio dessas métricas e análises que você saberá o que está ou não está funcionando em suas estratégias, além de entender o que deve ser melhorado.

Mas como se mensura os resultados do plano de mídia?

São muitos os parâmetros e as métricas relacionados à mensuração de resultados. Você precisa sempre considerar quais são os objetivos e os KPIs de referência (valores a monitorar que dizem se a campanha está gerando resultados positivos ou se alguma coisa deve ser modificada na sua estratégia).

Podemos falar, em geral, dos seguintes tipos de métricas de mídia:

1. Métricas que acompanham as atividades de mídia

Alguns exemplos são:

  • número de postagens;
  • respostas às perguntas feitas pelos clientes;
  • respostas aos comentários nas redes sociais e blogs;
  • atividades ligadas ao atendimento ao cliente (como os sistemas de chat ou de call center), entre outras.

Basicamente, você pode medir tudo o que o seu gestor de mídia está fazendo.

2. Métricas relacionadas ao engajamento

Esse é outro aspecto a levar em consideração e mensurar para compreender se o trabalho nas mídias está caminhando na direção esperada.

As métricas desse tipo dizem respeito ao engajamento do público e à interação entre a empresa e os usuários das mídias: comentários, curtidas, compartilhamento de conteúdos etc.

Um público que interage com algum conteúdo é uma base ativa e, consequentemente, pode estar mais perto de efetuar ações concretas, como a compra de um produto.

3. Métricas relacionadas às conversões

São as mais importantes métricas para acompanhar, orientadas ao próprio negócio e à rentabilidade das atividades de marketing.

Quando pensamos no e-commerce, o número de pessoas trazidas das mídias sociais ao site torna-se um dado importante para compreender. Outras métricas que podem se relacionar às atividades de mídias sociais são: duração média da visita no site, páginas vistas, frequência de retorno, entre outras.

Embora as mídias sociais intervenham em determinada fase da jornada do cliente não necessariamente próxima à compra, é fundamental dotar-se de métricas que explicam se a atividade de marketing está funcionando ou não.

Devem ser usadas métricas que possam ser trazidas para a realidade da empresa. É inútil ter dezenas delas se não servem para os objetivos do negócio ou se não há tempo para analisá-las. Considere apenas aquelas que ajudam a empresa a compreender se a campanha de marketing está andando na direção certa.

Desenvolver um plano de mídia é um dos primeiros passos a ser feito — juntamente do plano de negócios e de marketing — quando você pensa em abrir uma loja virtual.

É importante ter em mente que a mídia e a comunicação serão o diferencial do seu negócio. Sem elas, não tem como atingir o seu público e, consequentemente, alcançar seus objetivos.

Agora que já sabe quais pontos considerar em um plano de mídia, que tal ficar por dentro de outros conteúdos sobre o mundo do e-commerce? Assine a nossa newsletter agora mesmo e receba os melhores conteúdos para o desenvolvimento do seu negócio!

Fonte: ecommercenews.com.br