Como aumentar o interesse do público pelo seu produto?

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Uma pesquisa realizada pela Nielsen revela que 60% dos consumidores preferem comprar um novo produto de uma marca habitual que mudar para outra desconhecida. Diante disso, empresas que desejam ter uma fatia maior de mercado enfrentam um grande desafio: aumentar o interesse do público pelos produtos ou serviços que oferecem.

Ao competir pela atenção do consumidor, então vale seguir as dicas adiante para destacar seu negócio.

interesse-do-publico-pelo-seu-produto Como aumentar o interesse do público pelo seu produto?

É preciso merecer o interesse do público

Uma boa experiência com a marca é a principal razão para o público continuar comprando dela. De fato, dados de Ipsos e Medallia mostram que 77% dos consumidores escolhem produtos ou serviços com base na satisfação que tiveram anteriormente com eles.

No entanto, há outros fatores em jogo, especialmente se levarmos em consideração os comportamentos de consumo surgidos na pandemia de Covid-19. Segundo a Edelman, 46% dos consumidores brasileiros decidiram experimentar novas marcas em resposta à postura exemplar que elas adotaram durante a crise.

A experiência com a marca, portanto, é o ponto de partida para conquistar o interesse do público. Mas essa experiência vai além da qualidade dos produtos ou serviços, ela abrange também os valores e as ações praticadas pelo negócio.

Alinhando a mensagem com seu cliente ideal

Aumentar o interesse do público não quer dizer necessariamente falar com o maior número de pessoas. Na verdade, é mais uma questão de comunicar-se com o perfil mais adequado de consumidores.

Uma vez que sua empresa tenha bem definido quem é seu público-alvo, pode buscar os meios de comunicação de maior afinidade com esse determinado público. Isso possibilitará ter um retorno do investimento mais expressivo.

Entretanto, é igualmente importante deixar claro para esse consumidor o que é sua marca, seu produto ou seu serviço. Por exemplo, ao se anunciar apenas como “uma nova experiência gastronômica em alimentação saudável”, o potencial cliente não sabe se é um restaurante, um serviço de assinatura de comida, um produto que se encontra no mercado etc. Essa dúvida pode dissipar o interesse que ele teria se soubesse exatamente do que se trata.

Ou seja, a solução ou proposta deve ser facilmente entendida. A diferenciação do seu negócio está na forma como ela é apresentada.

Leia também: 3 lições das marcas que anunciaram em meio à crise

Melhore a percepção do seu produto ou serviço

Para competir com marcas conhecidas, é preciso ganhar o reconhecimento do público. Nesse sentido, existe um gatilho mental importantíssimo para fortalecer a imagem do seu negócio: a prova social. Isto é, quando há a validação do produto ou serviço por outras pessoas.

Agora, você sabia que é possível ter esse efeito por meio de mídias como TV, rádio e jornal? Isso acontece porque, ao ver um anúncio na Globo, por exemplo, à qual a NSC TV é afiliada, o espectador tem uma percepção melhorada da marca.

— Ao associar a marca com a NSC e a Globo há uma clara elevação da percepção de valor da empresa, pois conseguimos transmitir autoridade e credibilidade com relação ao nosso serviço para o público catarinense — explica Douglas Oliveira, sócio do VET Análises, sobre os resultados de anunciar nos veículos da NSC.

Pressupõe-se que, para a empresa estar presente nesses meios, ela tenha muitos clientes ou esteja atraindo bastante atenção. Isso então lhe confere a prova social.

Surpreendentemente, anunciar nas mídias essenciais é bastante acessível, em especial se considerarmos a segmentação do público que comentamos antes. Divulgar seu produto ou serviço para as pessoas certas pode ser um investimento muito menor do que se imagina.

Ainda vale destacar a relevância que os veículos de comunicação de massa têm junto à população. Ao buscar informações sobre os principais assuntos em nossa sociedade, essas são as fontes de maior confiança. São elas também que pautam os debates sociais.

Essa credibilidade foi o que ajudou marcas dos mais diversos segmentos a alcançar resultados formidáveis em parceria com a NSC. A Rôgga Empreendimentos superou em 130% a meta de vendas. A Mil e Uma Sapatilhas teve um aumento de 40% em público na loja. A Unimed Grande Florianópolis cresceu 545% de um ano para outro. A Paviloche aumentou a busca por produtos em 400%.

 

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Fonte: https://negociossc.com.br/blog/como-aumentar-o-interesse-do-publico-pelo-seu-produto

A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte:

5 tendências que farão você repensar a experiência do cliente

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O relacionamento entre empresas e clientes passou por mudanças drásticas nos últimos anos. Com a ascensão da internet, a compra online em dispositivos móveis e das redes sociais, (apenas para citar alguns fatores) a comunicação entre esses dois grupos se tornou mais intensa e de mão dupla, com a possibilidade de interação e maior acesso às informações.

O cliente moderno deixa de ser visto como apenas um consumidor para se tornar um indivíduo que pode auxiliar na promoção da companhia, seus valores e produtos. Esse perfil vem atrelado a uma maior exigência no que diz respeito às formas de atendimento e personalização de sua experiência. Esse tipo de usuário é alguém que espera que seu feedback seja ouvido e considerado na elaboração e otimização de produtos e serviços.

Nesse contexto não é de se estranhar que as empresas se preocupem cada vez mais em fornecer uma experiência impecável ao cliente, reconhecendo seus diferentes perfis e de maneira proativa oferecendo desde conteúdos personalizados até a criação de novos produtos. Tudo isso para atender as demandas desse público.

Existem diversas ferramentas e tecnologias que aos poucos deixam de ser tendências e se tornam práticas comuns. Destacamos cinco que devem ser conhecidas por todo gestor e companhias que desejam investir na experiência do cliente. Confira!

  1. Personalização da experiência
Com um mercado competitivo e tecnologias de ponta cada vez mais disponíveis para empresas, independentemente de seu porte, muitas vezes a escolha do cliente se baseia em detalhes. A personalização da experiência está intimamente atrelada ao mapeamento do perfil e demandas dos usuários. Com tantas companhias vendendo produtos semelhantes, eles desejam sentir que determinado item ou serviço foi desenhado de forma única para eles.
  1. Análise de sentimentos
De maneira simplificada, essa técnica consiste em verificar se determinado texto representa um sentimento positivo ou negativo, por meio de uma classificação automatizada. Com essa análise é possível mapear qual foi o recebimento ou qual a reputação de um produto ou campanha a partir do que é falado nas redes sociais, por exemplo.
  1. Centralização de software da nuvem
O uso de soluções e tecnologias vinculadas à nuvem já é imprescindível para muitas companhias. É fácil entender:  é possível aumentar ou reduzir a infraestrutura da tecnologia quando quiser, o acesso ao software é otimizado para qualquer dispositivo ligado à internet, facilidade no compartilhamento de informações, entre outros.
  1. Atendimento multicanal
A possibilidade de interagir com a empresa em diferentes plataformas faz com que esse tipo de atendimento seja essencial em uma estratégia voltada ao aprimoramento da experiência do cliente. Ao fornecer suporte em diversos canais, o consumidor pode escolher de qual forma e por onde contatar a companhia a partir de sua necessidade, trazendo agilidade e comodidade no atendimento.
  1. Automação inteligente
Diferentemente da Inteligência Artificial, que se refere a computadores capazes de imitar funções cognitivas, a Automação Inteligente tem como foco desenvolver melhores funcionários, sejam eles humanos ou máquinas, convergindo seus trabalhos em tecnologias inteligentes. Esse tipo de ferramenta busca reduzir custos, otimizar a operação e diminuir o esforço manual dos profissionais, o que gera aumento na produtividade e eficiência da equipe.
É importante lembrar que essas tendências precisam ser introduzidas nas empresas de forma conjunta a uma cultura organizacional que promova a transformação digital, mantendo assim o foco no fator humano.
Fonte: https://goo.gl/yD49Q4

O cliente como fator decisivo na evolução do mundo corporativo

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A cada revolução industrial, novas tecnologias surgem e, consequentemente, novos cargos e comportamentos sociais.

Treinamentos, capacitação, serviços e tempo são alguns dos pontos em que são necessários investimentos para atender às demandas emergentes e, assim, inovar perante a concorrência. O que acontece com as empresas que não realizam esses esforços para acompanhar as tendências? A resposta é óbvia. Elas deixam de atender seus clientes e, consequentemente, não são mais necessárias no mercado.

Muitas companhias continuam atendendo seus consumidores como números padronizados e esquecendo que é necessário um olhar atento e personalizado para suprir necessidades individualizadas e cada vez mais complexas.

Aos poucos os departamentos de atendimento ao cliente começam a mudar. Cito como exemplo a criação de novos cargos nas organizações, como Customer Experience Manager (CX) e Customer Success Manager (CS). Ambos, pouco tempo atrás desconhecidos nos processos seletivos de Recursos Humanos, hoje são essenciais para quem trabalha com o consumidor final e até mesmo para o modelo de negócio das empresas.

O que esses novos perfis de profissionais têm em comum? Algumas semelhanças entre eles são o perfil estratégico exigido para o cargo, a forte integração com todos os departamentos da empresa – com um olhar de marketing e de estratégia de negócios – e o trabalho direto e focado na experiência do cliente.

Cargos instaurados. O que vem depois?

Ao lidar com a experiência do consumidor, é preciso incorporar todas as tecnologias possíveis e desenvolver interfaces que permitam a integração perfeita entre a máquina e o ser humano, o que já vem sendo implementado por alguns líderes do mercado global e nacional.

Há sistemas para identificar padrões de comportamento do cliente e antecipar ações antes que elas aconteçam, outros que apoiam um atendimento omnichannel (ou seja, de maneira integrada, não importando em qual canal o cliente esteja). Há ainda o cada vez mais indispensável uso de inteligência artificial, solucionando em menor prazo demandas que são comuns a muitos clientes.

Profissionais como os Customer Experience Manager (CX), Customer Success Manager (CS) e muitos outros que surgem a cada dia não podem ignorar a necessidade de buscar conhecimento, aprendizado e empresas parceiras para ter em mãos as melhores técnicas, estratégias e tecnologias de atendimento ao cliente.

Os conservadores devem se preocupar com seus cargos e com a revolução digital que se aproxima? Sim. E que isso sirva de motor para buscarem a inovação, novos conhecimentos e agregarem ainda mais valor nas operações. O princípio dessa mudança é entender que o cliente, um ser em constante transformação, é o fator decisivo na evolução do atual mundo corporativo.