E-commerce, você entende de tributação?

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Falar sobre tributação no comércio eletrônico não é das tarefas mais simples. Trata-se de um assunto que costuma complicar a vida de muitos empreendedores e profissionais de e-commerce.

ICMS, ISS, IPI, Substituição Tributária, enfim, são muitas siglas e nomes difíceis para serem compreendidos. Isso sem contar as diferentes alíquotas e regras de aplicação de cada imposto.

Mas não tem muito para onde correr. Ao fazer o planejamento financeiro da sua loja virtual, é necessário considerar todos esses tributos e suas respectivas taxas. Afinal de contas, não é saudável para os negócios ter um desequilíbrio fiscal em suas contas, não é verdade?

Por essa razão, vamos descomplicar os principais impostos que incidem sobre as operações no comércio eletrônico. Logo após, abordaremos brevemente algumas dicas para evitar qualquer tipo de problema fiscal. Acompanhe a seguir!

Quais são os principais impostos?

Basicamente, os impostos para lojas virtuais e físicas são os mesmos. No entanto, há uma pequena diferença na nova regra de arrecadação do ICMS dos e-commerces em caso de vendas interestaduais, mas isso é assunto para depois.

Um ponto que precisa ser analisado é o enquadramento das atividades de operação comercial, pois o tipo pode diferenciar os impostos cobrados. A princípio, são duas categorias:

  • e-commerce atacadista ou varejista de bens: são os que vendem produtos e mercadorias, ou seja, a grande maioria e a quem esse post se destina;
  • e-commerce prestador de serviços: os marketplaces, por exemplo, são incluídos nessa categoria.

Outro detalhe importante a ser avaliado é o regime tributário em que sua loja se encaixa:

  • Simples Nacional, empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano, sendo que as de faturamento menor a R$ 600 mil ano podem optar pelo Supersimples, as alíquotas são reduzidas;
  • Lucro Presumido, empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões, onde o Imposto de Renda e a CSLL possuem alíquota definida pela Receita Federal;
  • Lucro Real, é obrigatório para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e vai se basear no resultado final da empresa, receita menos custos.

Os impostos não se diferenciam muito entre esses sistemas, mas as alíquotas e as maneiras como são cobrados possuem determinadas particularidades.

Dada essas preliminares, é hora de falar sobre os principais impostos que podem fazer parte da operação do seu e-commerce. Confira:

ICMS

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços tributa a movimentação de produtos em geral (cosméticos, eletrodomésticos, artigos de vestuário etc.), importação de mercadorias e prestação de serviços de transporte intermunicipais/interestaduais e de comunicação.

O ICMS precisa ser emitido a cada compra ou venda realizada por sua loja. Antigamente, esse imposto era recolhido somente para o estado de origem. No entanto, com a promulgação da Emenda Constitucional nº 87, de 17 de abril de 2015, o recolhimento passou a ser compartilhado entre os estados de origem e destino.

Esse compartilhamento é progressivo até 2019, quando o recolhimento passa a ser destinado integralmente ao estado de destino.

Para você entender melhor, acompanhe a divisão válida de 2017 até 2019:

  • Em 2017, 60% da alíquota fica no estado de destino e 40% no de origem;
  • Em 2018, 80% no estado destinatário e 20% no remetente;
  • Em 2019, 100% do ICMS para o estado de destino da mercadoria negociada.

As alíquotas do ICMS são de 7% ou 12% sobre o valor da mercadoria e variam de acordo com os estados de origem e destino da negociação. Há uma tabela em que você pode conferir como funciona essa tributação por unidade federativa.

ICMS-ST

Essa sigla se refere à Substituição Tributária do ICMS. Na verdade, trata-se de uma transferência da responsabilidade pelo recolhimento do imposto, facilitando a apuração dos resultados.

Esse modelo funciona como uma espécie de antecipação do recolhimento por parte dos governos, pelo menos nas substituições feitas para frente.

Nessa modalidade, o imposto recai sobre um contribuinte que não seja o operador da venda — nesse caso, a sua loja virtual.

Então, de quem é a obrigatoriedade pelo pagamento da ST? Isso depende do tipo de substituição. Basicamente, são 3 categorias:

  • substituição para frente: é a maneira mais comum de cobrança do imposto. Ela é feita de maneira antecipada porque somente a primeira empresa envolvida na cadeia de comercialização do produto é tributada — geralmente sobra para as indústrias e importadores;
  • substituição para trás: essa é bem menos comum e é voltada para a última empresa dessa cadeia, isto é, as que vendem para o consumidor final. Essa transferência é comum em vendas de atacadistas para varejistas;
  • substituição simples: aqui, qualquer outra empresa que participe da cadeia de negociação assume a responsabilidade pela tributação.

Detalhe importante: não são todos os segmentos de produto que entram nesse regime. Para saber se suas mercadorias se enquadram nele e as alíquotas sobre os produtos, acesse o site da Substituição Tributária e preencha os dados solicitados.

ISS

O ISS também é conhecido por Imposto Sobre Serviços e é recolhido, como o nome bem sugere, caso seu e-commerce seja um prestador de serviços.

A diferença desse tributo para os demais é que ele é retido pelo município em que o serviço é realizado. Então, caso a sua sede seja em uma cidade, mas o serviço seja feito em outra, a alíquota cobrada será de acordo com o município do contratante.

Sua alíquota varia entre 2% a 5%, dependendo da cidade, e recai sobre cada serviço prestado ou é incluída no DAS.

DAS

O Documento de Arrecadação Simplificada é uma guia de recolhimento unificado que reúne, em uma única alíquota, os tributos federais, estaduais e municipais referentes às atividades da sua empresa.

Ela é voltada para as empresas optantes pelo Simples Nacional, ou seja, as empresas de pequeno porte, como os MEI (Microempreendedor Individual), ME (Microempresa) e EPP (Empresa de Pequeno Porte).

A alíquota cobrada varia de acordo com o modelo de negócios: comércio, indústria ou serviço. Outro fator que faz mudar o valor da taxa é a receita bruta da empresa durante os últimos 12 meses.

Os impostos unificados no DAS são:

  • ICMS, ST e ISS, já mencionados no texto;
  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Contribuição para o PIS/Pasep;
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

INSS e FGTS

Além dos tributos envolvendo a comercialização das suas ofertas, você não deve se esquecer dos impostos trabalhistas.

Nesse caso, vale o destaque para as taxas do Instituto Nacional do Seguro Social (20%) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (8%).

Os valores são retidos mensalmente sobre os salários dos seus colaboradores por meio de guias de recolhimento do FGTS e da Previdência Social.

Vale lembrar que os donos de e-commerce também devem fazer sua contribuição a essas duas taxas. São descontados 11% do seu pró-labore e 20% da parte patronal.

Como evitar problemas fiscais?

Com tantos impostos, alíquotas e cálculos, é natural que o empreendedor procure por maneiras de simplificar e eliminar os problemas na gestão fiscal do seu e-commerce. Para isso, existem duas práticas bastante úteis:

  1. Contratar um contador para prestar um auxílio na sua gestão tributária. Afinal, nem sempre você terá tempo ou conhecimento para resolver questões mais complexas envolvendo impostos;
  2. Contar com um ERP que esteja atualizada com os tributos e suas respectivas taxas e alíquotas a serem recolhidas. Esse sistema poderá, por exemplo, automatizar o cálculo e o lançamento desses impostos em seu fluxo de caixa.

Para compreender melhor a tributação no comércio eletrônico, basta fazer um paralelo com os impostos cobrados em lojas físicas, já que são os mesmos. Ainda assim, um dos poucos detalhes para ficar mais atento é em relação à regra de cobrança do ICMS e aos produtos que entram no regime de Substituição Tributária. Se esses pontos forem dominados, você terá mais tranquilidade para gerenciar suas atividades financeiras.

Então, ficou mais simples de entender a tributação no comércio eletrônico? Antes de sair, aproveite para assinar nossa newsletter e receber outros conteúdos como esse em sua caixa de entrada.

Fonte: https://goo.gl/fxvqaW

Armadilhas da transformação digital

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Em 2007, Steve Ballmer foi citado por dizer que o iPhone não ganharia participação de mercado e não atrairia os clientes comerciais pois não tinha teclado. 

Já em novembro de 2016, ele admitiu estar errado.O executivo errou ao duvidar da capacidade de Steve Jobs de criar um novo modelo de celular e, também, de “provocar” o mercado com a tal inovação. Além disso, Ballmer julgou o iPhone como um simples telefone, engessado pelas necessidades e expectativas do mercado na época. Jobs, por outro lado, apresentou um conceito capaz de modificar esses protótipos e satisfazer as necessidades que nós, consumidores e empresários, nem imaginávamos ter. No entanto, Steve conseguiu e não foi sozinho. Toda a equipe da Apple também teve que acreditar no produto e na transformação que o aparelho poderia trazer. Esta é uma lição importante para qualquer líder.

Quando for iniciar a sua jornada de transformação digital – ou se você já começou – peço que tome como exemplo a atitude de Steve Jobs. Tenha certeza dos seus objetivos e os resultados que deseja alcançar com sua organização. Depois de alinhar as metas com todas as partes, modifique e adapte seus sistemas de tecnologia atuais para atingir os resultados esperados.

Além disso, assim como Steve Jobs e o iPhone surpreenderam o mercado de telecomunicações, assegure-se de que a sua estratégia de transformação digital não seja impulsionada apenas pelas normas, mas que esteja focada em promover mudanças capazes de viabilizar disrupções de mercado e preparar um futuro diferente. E se você ainda depende de legados de aplicativos e infraestrutura e não começou a jornada de migração de sistemas para melhorar a experiência de seus funcionários e consumidores, está na hora de começar.

A jornada para transformação digital não deve ser algo assustador. Tomar medidas em etapas e evitar gargalos são iniciativas essenciais para construir uma estratégia flexível para suas necessidades digitais sem que seja algo caro. Quando percebe o que deseja realizar, convencer as pessoas é o segundo passo para tornar a transformação bem sucedida. A agenda digital deve ser intrinsecamente parte do DNA da organização e as mensagens devem fazer com que as pessoas tenham a sensação de que trabalham para algo equivalente ao impacto do iPhone, mesmo que o contexto seja diferente.

Vamos usar o a Tesla como exemplo. Veja como a empresa interrompeu o mercado com sua transformação digital para desenvolver veículos de última geração. Não é necessário dizer que, tanto o Google quanto a Apple, passaram a desenvolver carros porque o exemplo da Tesla os motivou.

Então, quando digo “domine”, quero dizer que dentro de uma organização, cada colaborador deve entender a jornada realizada para ajudar a alcançar o sucesso. A transformação digital não acontece sozinha – não com empresas que tentam inovar. Para se destacar na multidão, é vital que todos na organização acreditem no futuro que a transformação pode viabilizar. Não caia nas armadilhas de outras organizações que pararam de inovar e lembre-se sempre que é preciso uma equipe para construir uma empresa e também de uma visão para mantê-la no caminho certo.

Fonte: ecommercenews.com.br

Plano de mídia: conheça os principais pontos a se considerar para um e-commerce

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A presença nas redes sociais, em múltiplos dispositivos, em diversos canais e em vários tipos de publicidade é muito importante para uma atividade comercial na internet, especialmente para um e-commerce. Por isso, desenvolver um plano de mídia é essencial para entender qual o melhor caminho de comunicação com seu público consumidor.

Criamos este guia para que você possa compreender e desenvolver o seu próprio plano de mídia para e-commerce. Confira a seguir!

O plano de mídia para um e-commerce

Um plano de mídia define, descreve e planeja o público, as estratégias, os objetivos, as atividades e a maturação de todos os canais de comunicação dentro de uma estratégia de marketing.

O objetivo é ter um planejamento da mensagem e das suas modalidades de transmissão, que seja em todo seu aspecto integrada, coerente e coordenada.

A palavra “mídia” é um daqueles termos que você ouve frequentemente e diariamente. Mesmo antes da era digital ela já estava no vocabulário popular.

A mídia engloba todos os canais de comunicação por meio dos quais se disseminam todo tipo de notícias, informações, dados, conteúdos, mensagens publicitárias, educacionais ou de entretenimento. Portanto, o plano de mídia será um documento estratégico que deverá estar alinhado ao planejamento de marketing.

O plano de mídia não é um instrumento estático e definitivo, especialmente porque vivemos numa era dinâmica, em que as informações e as tecnologias se reinventam numa velocidade impressionante. Ao contrário, ele é um objeto que deve ser constantemente verificado e aprimorado. Podemos reelaborar o nosso plano de mídia a cada ano, definindo detalhadamente os seguintes pontos:

  • as categorias de destinatários da mensagem;
  • a mensagem a ser passada ao público;
  • os meios de comunicação que serão utilizados para veicular a mensagem;
  • a programação das atividades de comunicação;
  • o orçamento para a atuação das iniciativas programadas;
  • o monitoramento das atividades para mensurar a eficácia das intervenções.

Veremos esses pontos com mais detalhes ao longo deste guia. Antes, vamos entender porque é tão importante desenvolver um plano de mídia.

A importância do plano de mídia

Você certamente já sabe da importância das estratégias de marketing em um empreendimento online, tal como um e-commerce. Fazendo uma analogia, podemos dizer que o marketing é como uma longa jornada, em que você parte de um ponto (o planejamento de marketing) e caminha para chegar ao seu destino (os objetivos alcançados com a aplicação das estratégias).

Nesse sentido, o plano de mídia seria a carruagem que o conduziria por todo o caminho. Em outras palavras, o marketing simplesmente não consegue atingir seus objetivos sem a mídia e a comunicação.

Alguns meios de comunicação, como as redes sociais, são extremamente simples de usar. Isso causa uma falsa impressão de que seu uso pode ser feito de modo intuitivo. Para os negócios, isso é um erro enorme. O correto planejamento pode ajudar, e muito, a evitar erros desastrosos durante a execução das estratégias de mídia.

Além disso, o elemento mais importante em torno do qual se deve desenvolver o plano de mídia é o próprio consumidor, com suas percepções e necessidades em relação à empresa, determinadas por fatores como: qualidade, preço, imagem, marca, relacionamento, fidelização, posicionamento etc.

Como desenvolver o plano de mídia

Para desenvolver um bom plano de mídia, siga estes 6 passos:

1. Identifique os objetivos

O primeiro passo de qualquer estratégia de marketing é estabelecer os objetivos que você espera alcançar. Quanto mais claros, mais fácil será alcançá-los ou reagir rapidamente às frequentes mudanças do mercado e das estratégias corporativas.

Sem um objetivo concreto, não há como estabelecer um meio de mensurar o andamento de uma campanha de marketing. Esses objetivos devem, obviamente, estar alinhados com a estratégia geral de marketing.

Um dos métodos mais utilizados para identificar o correto objetivo a perseguir é a abordagem SMART, acrônimo que faz referência às 5 características de um objetivo adequado, quais sejam: Specific (específico), Measurable (mensurável), Attainable (atingível), Relevant (relevante) e Time-bound (limitado no tempo).

Um modo simples de iniciar o seu plano de mídia é estabelecer pelo menos dois ou três objetivos menores.

2. Analise o mercado e a concorrência

O segundo passo é fazer uma verdadeira análise de mercado daquilo que é possível desenvolver em cada meio de comunicação e também o que o seu concorrente está fazendo.

Isso inclui acompanhar também os casos de sucesso em nível mundial, principalmente do seu próprio setor. Analise estratégias como:

  • marketing de conteúdo;
  • serviço ao cliente pelas mídias sociais;
  • publicidade em diferentes mídias;
  • estratégias em redes sociais (LinkedIn, Facebook, Google+, Twitter, Instagram etc.).

3. Defina sua voz e estilo

Toda empresa tem um estilo próprio e uma imagem que normalmente aparece em cada ação que faz: como se apresentam os anúncios publicitários, eventos, mídia impressa, cartões de visita, o próprio website e por aí vai.

Nenhuma empresa pode deixar de comunicar e isso inclui desde a aparência do site, as cores, a logo e até os mais diversos canais de mídia. As ações nas mídias sociais devem invariavelmente comunicar o estilo e a imagem que a companhia escolheu estrategicamente.

4. Escolha os instrumentos e os canais

A partir do momento que você já tem definido em mente o estilo do seu negócio para comunicar, é preciso encontrar os instrumentos e os canais certos que vai utilizar.

Por exemplo: LinkedIn e Facebook para criar postagens relacionadas aos produtos e serviços do seu e-commerce; o Twitter para veicular conteúdo com link para artigos do seu blog e para a própria loja; Instagram para comunicar fotografias relacionadas ao seu negócio (como as imagens de um novo produto) e assim por diante.

Entre as ferramentas, devemos incluir também aquelas que são dedicadas à gestão de conteúdos e mídias, bem como à gestão e análise de resultados.

Muitos negócios criam contas em praticamente todas as redes sociais sem pesquisar qual plataforma trará o melhor resultado. Evite perder tempo no lugar errado usando as informações de suas personas para determinar quais plataformas são melhores para você.

5. Planeje o conteúdo de cada mídia

O quinto passo é desenvolver um calendário editorial para a publicação de conteúdos e informações de cada mídia. Ou seja, criar um plano de conteúdo, sincronizado e subdividido em períodos determinados (dias, semanas, meses etc.).

O calendário editorial deve refletir os objetivos individuais, a estratégia de mercado escolhida, o estilo corporativo e os instrumentos e canais definidos.

Conteúdos e mídias sociais possuem uma relação simbiótica: sem um ótimo conteúdo, a mídia perde o significado, e sem a mídia, ninguém conhecerá o seu conteúdo. Use isso ao seu favor para alcançar e converter seu público.

6. Reserve orçamento e recursos

Separe o orçamento para marketing de mídia de acordo com as táticas que você escolheu para atingir os objetivos do seu negócio.

Faça uma lista compreensiva das ferramentas de que você precisa (monitoramento de mídia social, e-mail marketing, CRM), serviços que você vai terceirizar (design, produção de vídeo) e qualquer publicidade que você vai comprar. Inclua o custo projetado anual de cada item de forma que você visualize os investimentos e como isso afeta seu orçamento geral.

Se o custo para executar sua estratégia excede seu orçamento previsto, priorize as táticas de acordo com o prazo de retorno de investimento de cada uma. Aquelas que possuem o mais rápido ROI devem ser priorizadas porque vão gerar receita imediata, que pode ser revertida em outras táticas de longo prazo.

7. Monitore todas as ações

Posto em prática o plano de mídia com a estratégia editorial relacionada, torna-se crucial fazer o acompanhamento do progresso e do sucesso da estratégia, inclusive verificar o ROI.

Para esse passo, é indispensável utilizar uma ferramenta de análise dedicada e com precisão. O Google Analytics é um bom método gratuito para monitorar essas métricas. Esse tipo de ferramenta permite analisar em detalhes uma grande quantidade de dados agrupados por tipo, trazendo uma clara imagem do que funciona ou não, quais mídias geram maior tráfego ao site, quais canais geram mais clientes ativos, entre outros monitoramentos importantes.

Tipos de mídia a serem trabalhadas

Há muitos tipos de mídia que podem ser usadas para os mais diversos fins. Vamos apresentar aquelas que têm mais destaque para estratégias de marketing e comunicação para e-commerce:

1. Facebook

O Facebook é a rede social mais popular no mundo e também uma das principais mídias para divulgar um e-commerce. Afinal, com mais de 1,5 bilhão de usuários no mundo, é bem provável que o seu cliente esteja lá também.

Não se pode ignorar a presença da sua marca nessa rede; ter uma página corporativa é importante para ganhar visibilidade na web. O Facebook permite que as empresas aumentem consideravelmente a percepção de suas marcas, além de melhorar o relacionamento com os próprios clientes e conhecer de perto suas opiniões e necessidades.

É uma mídia realmente essencial para compreender o que o seu público deseja e também pode ser um ótimo gerador de leads.

2. Twitter

A maior plataforma de microblogging do mundo, cujas principais características são a síntese e a imediatez daquilo que é publicado. Um tweet possibilita a inclusão máxima de 140 caracteres, e ele pode ser respondido diretamente ou compartilhado por meio do retweet.

O Twitter é muito útil não apenas para o desenvolvimento da marca, mas também para ser utilizado como um canal de serviço ao consumidor: se um cliente tem um problema, rapidamente pode mandar um tweet e receber sua resposta e solução.

3. LinkedIn

Se falamos de negócios, o LinkedIn é a rede excelente por natureza. Nesse sentido, o LinkedIn é a melhor mídia para desenvolver a marca pessoal do seu negócio e promover a imagem profissional da sua empresa, especialmente em negócios do tipo B2B (ao contrário do Facebook, que é melhor para negócios B2C).

Encontrar novos parceiros de negócio, melhores fornecedores e recursos mais afins para o crescimento do seu e-commerce são algumas das ações que você pode realizar pelo LinkedIn.

4. YouTube

É um bom negócio ter um canal no YouTube para divulgar novos produtos, além de conteúdos e vídeos institucionais. Afinal, as pessoas, de modo geral, assistem mais a vídeos do que leem textos.

O vídeo é imediato, as informações chegam diretamente ao público a que é direcionado e, graças ao poder das imagens visuais e do som, é possível fixar a marca de maneira muito mais eficiente.

5. Instagram

O Instagram é uma mídia baseada em imagens. É muito usada pelo público mais jovem, mas tem crescido bastante entre o público mais adulto. Dá a possibilidade de publicar fotos, podendo modificá-las por meio de filtros e efeitos especiais.

Para as empresas que divulgam produtos cujo foco fotográfico é mais importante, como aquelas do setor culinário, da moda e de viagens, o Instagram constitui um instrumento realmente útil.

6. Pinterest

O Pinterest funciona como um painel virtual, em que você pode reunir as imagens de que mais gosta em uma espécie de quadro temático.

Assim como o Instagram, é uma ótima ferramenta para as áreas de culinária e moda. É interessante notar que 80% dos usuários são do sexo feminino, o que pode ser uma excelente estratégia para empresas que trabalham com esse público.

7. Blog

O blog é ainda o campeão para gerar tráfego segmentado para o seu e-commerce. Isso porque ele é a melhor mídia para divulgar conteúdos informativos relacionados à sua área ou nicho de mercado.

Os blogs corporativos têm diversas funções. Podem informar o consumidor sobre as últimas notícias do seu negócio, anunciar eventos, promover produtos e serviços e demonstrar a solidez da sua experiência e da sua liderança de mercado.

8. Google Adwords e SEO

Não é somente de redes sociais e conteúdo de blog que um e-commerce sobrevive. Outros dois elementos são essenciais para gerar tráfego para o site e, consequentemente, impulsionar as chances de aumentar as taxas de conversão:

a geração de tráfego orgânico por meio das técnicas de SEO, que vão posicionar o seu site nas páginas de busca dos motores como o Google;

o anúncio publicitário por meio do AdWords, que vai gerar um tráfego pago e mais qualificado.

Estratégias de ação

Um plano de mídia não tem a mínima utilidade se não for colocado em prática. Feito o plano e escolhidos os canais de atuação, é hora de verificar se a estratégia, de fato, funciona.

É preciso entender que colocar um plano de mídia em ação exige paciência. Os resultados não aparecem de repente e é fundamental agir não apenas online, mas também offline. Eis algumas ações importantes para colocar em prática o seu plano:

1. Branding

Para uma empresa, as mídias sociais são ótimos canais para tornar a marca conhecida e divulgar o setor. Para fazer branding da maneira mais eficaz, é necessário que os conteúdos a serem publicados estejam alinhados com a marca do e-commerce, contenham o logo ou o endereço do site, ou qualquer coisa que lembre as cores da empresa. É fundamental que se faça perceber a coerência com os conteúdos.

2. Conteúdos

Para poder criar ótimos conteúdos, é fundamental ter em mente os objetivos do seu negócio, delimitando palavras-chave e estudando o próprio site, de modo a estar alinhado com os conteúdos do blog.

Deve-se embasar os tipos de conteúdo de acordo com o público de referência. Quanto mais o fator humano emerge no conteúdo publicado em mídia social, maior será o feedback da própria comunidade de usuários.

Para poder estudar melhor o público, é necessário ter dados à mão e buscar o máximo de informações possível.

3. Curadoria de conteúdos

A fim de curar e criar conteúdos, é interessante montar um calendário editorial (semanal ou mensal, por exemplo), com uma programação definida de publicações.

De vez em quando, verifique o desempenho dos conteúdos nas mídias sociais. Por exemplo, no Facebook, é possível verificar como as pessoas reagem ao conteúdo e quais tipos de publicação elas preferem.

Além disso, é viável identificar um grupo de pessoas ao qual direcionar um tipo específico de conteúdo.

4. Canais sociais

Quais canais escolher para uma boa estratégia de mídia social? Seguramente, entre os canais sociais, o Facebook não deve ser menosprezado.

Quando se está começando, é aconselhável monitorar poucos canais, 2 ou 3, no máximo. Obviamente, isso também vai depender do tipo de atividade que se desenvolve. No e-commerce, um canal que deve ser definitivamente considerado é o Instagram ou o Pìnterest. O Twitter é ótimo para relacionamento direto com o consumidor.

5. Frequência de publicação

A criação de um calendário editorial permite melhor organização da empresa, sobretudo por deixar claro os objetivos a serem atingidos nas mídias. Portanto, pelo menos uma publicação diária é um bom começo. Posteriormente, com base em resultados obtidos, você também pode planejar duas vezes por dia. E assim por diante.

6. Engajamento

As mídias sociais permitem a união entre empresa e clientes como nenhum outro canal tradicional pode fazer. Para gerar engajamento, é necessário ouvir e conversar com as pessoas. Mantenha canais de comunicação com seu cliente ou potencial cliente e sempre responda às suas perguntas (preferencialmente, o mais rápido possível).

7. Campanhas de anúncios

As campanhas de anúncios pelas mídias sociais ou pelo Google Adwords podem dar ótimos resultados, se bem segmentadas. Planejar diversas campanhas para seus consumidores é um modo de permanecer sempre perto deles e atento às suas necessidades.

Ao iniciar uma campanha, além de escolher o público ao qual direcioná-la, certifique-se de dar uma boa razão para atendê-la, como uma oferta de um item ou o lançamento de um novo produto.

Como mensurar resultados do plano de mídia

A mensuração do desempenho e dos resultados do plano de mídia é um dos fatores mais importantes, visto que é por meio dessas métricas e análises que você saberá o que está ou não está funcionando em suas estratégias, além de entender o que deve ser melhorado.

Mas como se mensura os resultados do plano de mídia?

São muitos os parâmetros e as métricas relacionados à mensuração de resultados. Você precisa sempre considerar quais são os objetivos e os KPIs de referência (valores a monitorar que dizem se a campanha está gerando resultados positivos ou se alguma coisa deve ser modificada na sua estratégia).

Podemos falar, em geral, dos seguintes tipos de métricas de mídia:

1. Métricas que acompanham as atividades de mídia

Alguns exemplos são:

  • número de postagens;
  • respostas às perguntas feitas pelos clientes;
  • respostas aos comentários nas redes sociais e blogs;
  • atividades ligadas ao atendimento ao cliente (como os sistemas de chat ou de call center), entre outras.

Basicamente, você pode medir tudo o que o seu gestor de mídia está fazendo.

2. Métricas relacionadas ao engajamento

Esse é outro aspecto a levar em consideração e mensurar para compreender se o trabalho nas mídias está caminhando na direção esperada.

As métricas desse tipo dizem respeito ao engajamento do público e à interação entre a empresa e os usuários das mídias: comentários, curtidas, compartilhamento de conteúdos etc.

Um público que interage com algum conteúdo é uma base ativa e, consequentemente, pode estar mais perto de efetuar ações concretas, como a compra de um produto.

3. Métricas relacionadas às conversões

São as mais importantes métricas para acompanhar, orientadas ao próprio negócio e à rentabilidade das atividades de marketing.

Quando pensamos no e-commerce, o número de pessoas trazidas das mídias sociais ao site torna-se um dado importante para compreender. Outras métricas que podem se relacionar às atividades de mídias sociais são: duração média da visita no site, páginas vistas, frequência de retorno, entre outras.

Embora as mídias sociais intervenham em determinada fase da jornada do cliente não necessariamente próxima à compra, é fundamental dotar-se de métricas que explicam se a atividade de marketing está funcionando ou não.

Devem ser usadas métricas que possam ser trazidas para a realidade da empresa. É inútil ter dezenas delas se não servem para os objetivos do negócio ou se não há tempo para analisá-las. Considere apenas aquelas que ajudam a empresa a compreender se a campanha de marketing está andando na direção certa.

Desenvolver um plano de mídia é um dos primeiros passos a ser feito — juntamente do plano de negócios e de marketing — quando você pensa em abrir uma loja virtual.

É importante ter em mente que a mídia e a comunicação serão o diferencial do seu negócio. Sem elas, não tem como atingir o seu público e, consequentemente, alcançar seus objetivos.

Agora que já sabe quais pontos considerar em um plano de mídia, que tal ficar por dentro de outros conteúdos sobre o mundo do e-commerce? Assine a nossa newsletter agora mesmo e receba os melhores conteúdos para o desenvolvimento do seu negócio!

Fonte: ecommercenews.com.br

O cliente como fator decisivo na evolução do mundo corporativo

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A cada revolução industrial, novas tecnologias surgem e, consequentemente, novos cargos e comportamentos sociais.

Treinamentos, capacitação, serviços e tempo são alguns dos pontos em que são necessários investimentos para atender às demandas emergentes e, assim, inovar perante a concorrência. O que acontece com as empresas que não realizam esses esforços para acompanhar as tendências? A resposta é óbvia. Elas deixam de atender seus clientes e, consequentemente, não são mais necessárias no mercado.

Muitas companhias continuam atendendo seus consumidores como números padronizados e esquecendo que é necessário um olhar atento e personalizado para suprir necessidades individualizadas e cada vez mais complexas.

Aos poucos os departamentos de atendimento ao cliente começam a mudar. Cito como exemplo a criação de novos cargos nas organizações, como Customer Experience Manager (CX) e Customer Success Manager (CS). Ambos, pouco tempo atrás desconhecidos nos processos seletivos de Recursos Humanos, hoje são essenciais para quem trabalha com o consumidor final e até mesmo para o modelo de negócio das empresas.

O que esses novos perfis de profissionais têm em comum? Algumas semelhanças entre eles são o perfil estratégico exigido para o cargo, a forte integração com todos os departamentos da empresa – com um olhar de marketing e de estratégia de negócios – e o trabalho direto e focado na experiência do cliente.

Cargos instaurados. O que vem depois?

Ao lidar com a experiência do consumidor, é preciso incorporar todas as tecnologias possíveis e desenvolver interfaces que permitam a integração perfeita entre a máquina e o ser humano, o que já vem sendo implementado por alguns líderes do mercado global e nacional.

Há sistemas para identificar padrões de comportamento do cliente e antecipar ações antes que elas aconteçam, outros que apoiam um atendimento omnichannel (ou seja, de maneira integrada, não importando em qual canal o cliente esteja). Há ainda o cada vez mais indispensável uso de inteligência artificial, solucionando em menor prazo demandas que são comuns a muitos clientes.

Profissionais como os Customer Experience Manager (CX), Customer Success Manager (CS) e muitos outros que surgem a cada dia não podem ignorar a necessidade de buscar conhecimento, aprendizado e empresas parceiras para ter em mãos as melhores técnicas, estratégias e tecnologias de atendimento ao cliente.

Os conservadores devem se preocupar com seus cargos e com a revolução digital que se aproxima? Sim. E que isso sirva de motor para buscarem a inovação, novos conhecimentos e agregarem ainda mais valor nas operações. O princípio dessa mudança é entender que o cliente, um ser em constante transformação, é o fator decisivo na evolução do atual mundo corporativo.

O perfil dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos

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Não é novidade que há muitos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos. Não à toa, durante a Black Friday – uma época propícia para os consumidores realizarem alguns desejos de consumos – essa é a categoria de produtos mais buscada pelos brasileiros. No ano passado, uma pesquisa feita pela Proxy Media revelou que praticamente metade dos respondentes estava interessada em aproveitar a data para comprar eletrônicos e eletrodomésticos.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas no mundo todo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e usar esta informação para gerar insights e tomar decisões. Além disso, os dados ficam disponíveis para diversos tipos de ações de marketing: mídia programática, personalização de sites/ vitrines/ campanhas, lookalike, retargeting e muito mais.

A Navegg observou toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos e reuniu toda essa informação no infográfico abaixo.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos é mulher (73%), casada (78%), com idade entre 35 a 59 anos (42%), da classe Alta (62%) e graduada (52%).

Dentro desse tema, os três produtos pelos quais os brasileiros mais buscam são artigos de lavanderia, televisão e fogões. Já as marcas preferidas são Brastemp, Panasonic e Tramontina. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (57%).

No tema casa e construção se interessam por Apple, Computadores e Gadgets. Fora dele, se interessam por Móveis e Decoração, Animais de estimação e Artesanato.

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Seguidores (25%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Eletrônicos e Eletrodomésticos, a maioria deles se encaixa no perfil Open House (38%) do Navegg Buyer – composto por pessoas que estão numa fase que exije a aquisição de diversos produtos simultaneamente e, por isso, optam por combos ou artigos econômicos -, seguido do perfil Liquidação (37%) – pessoas que, muitas vezes, compram mesmo sem precisar do item, pois levam em consideração a oportunidade – e do perfil Top de Linha (25%) – representado pelas pessoas que optam pela inovação, mesmo que o único diferencial seja o design.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos.

navegg-infografico-eletronicos-eletrodomesticos O perfil dos brasileiros interessados em eletrônicos e eletrodomésticos

Fonte: ecommercenews.com.br

O e-commerce vai matar os shoppings centers?

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Pesquisa divulgada pelo banco Credit Suisse, prevê ainda que 20% a 25% dos shoppings centers norte-americanos devem fechar no espaço de 5 anos.

Em valores absolutos, 250 dos 1200 shoppings centers nos EUA serão fechados – muitos deles grandes empreendimentos.

Esses números têm uma causa clara: a chegada do comércio eletrônico.

A conectividade e o uso de ferramentas e serviços online, os modelos de comportamento e consumo mudaram, criando uma nova necessidade para o mercado. Além disso, no caso dos EUA, sendo o quarto maior país do mundo em extensão territorial, não é difícil imaginar as barreiras geográficas que as marcas enfrentam diariamente para marcar presença junto ao seu consumidor, problema praticamente eliminado pelo e-commerce. Prova disso é que o mesmo levantamento da Credit Suisse mostrou que o número de vendas online do vestuário norte-americano deve pular dos 17% atuais para 37% até 2030.

Ao observar esses elementos, somando-se o atual cenário econômico, você pode imaginar um resultado semelhante no Brasil. Mas, surpreendentemente, o Brasil registrou resultados positivos em ambos os setores. Somente em 2016 foram inaugurados 20 novos empreendimentos, totalizando 561 shoppings em operação no país, aumento de 3,7% em relação ao ano anterior. Já o e-commerce brasileiro faturou em 2016 o total de R$ 53,4 bilhões, 11% a mais em relação a 2015, segundo a ABComm. Então, se nos EUA o e-commerce afetou diretamente os shoppings centers, no Brasil não houve impacto.

No caso dos shoppings centers, enquanto nos EUA trata-se de um setor maduro e, até mesmo, saturado, no Brasil ele segue em desenvolvimento. Os famosos outlets, por exemplo, ainda são novidade, existindo apenas 11 em operação – nos EUA são mais de 200 existentes.

Já para o e-commerce, existe uma similaridade bastante positiva: a extensão territorial e a possibilidade de conquistar espaços que as lojas físicas não alcançam.

Se nos Estados Unidos as vendas eletrônicas já respondem por cerca de 12% das vendas totais, no Brasil ainda são apenas 4%, ou seja, há uma enorme fatia de mercado disponível.

Diante desses dados, não surpreende que, mesmo com a crise que aplacou a economia brasileira nos últimos anos, o setor de comércio eletrônico registre crescimento anual de 15% e um dos cenários mais promissores para 2017, onde espera-se que o faturamento do setor alcance R$ 59,9 bilhões.

Podemos concluir que, se nos Estados Unidos o e-commerce impactou os shopping centers negativamente, no Brasil o cenário, não apenas demora para se repetir, como pode nem acontecer. Basta que a expansão desse segmento seja realizada com planejamento e integração com os demais mercados.

Fonte: ecommercenews.com.br

Mobile: pesquisa da RTB House revela aumento no uso dos dispositivos móveis durante as férias

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A sazonalidade nas campanhas de marketing não deve considerar apenas datas comemorativas ou períodos de promoções, mas também o tipo de dispositivo que os consumidores usam para pesquisar e comprar produtos online. Foi isso que a RTB House, uma empresa global que fornece tecnologia de ponta para retargeting, concluiu ao constatar que as atividades de smartphones e tablets cresceram mais de 30% durante as férias de julho no ano passado.

O poder crescente dos dispositivos móveis já foi comprovado pelo relatório sobre Receita de Publicidade na Internet, desenvolvido pela PricewaterhouseCoopers em conjunto com o Interactive Advertising Bureau. O levantamento mapeou que 51% dos US$ 72,5 bilhões gastos com anúncios digitais em 2016 vieram de plataformas móveis – movimentando um total de US$ 36,6 bilhões. Agora, a RTB House constatou também que as atividades em smartphones e tablets ficam particularmente mais intensas durante as férias.

O mapeamento levou em conta uma base em dados de mais de 40 mercados em toda a Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África. De maneira geral, o número de conversões de dispositivos móveis aumentou em julho e agosto de 2016, onde a participação nos smartphones foi de 27% a 36% superior à média do ano. Os smarphones e tablets geraram, em conjunto, 28% do número total de conversões no primeiro mês e quase 30% no último mês – os smartphones representaram mais 24% e 25%, respectivamente, enquanto os tablets representaram mais de 4% em ambos.

Rodrigo Lobato, country manager da RTB House no Brasil, aponta que, com a quantidade crescente de dispositivos móveis, os anunciantes precisam estar conscientes da sazonalidade na utilização dos smartphones e tablets. “O uso de celular aumenta significativamente, pois as pessoas gastam mais tempo fora de casa, saem de férias ou vão viajar. As atividades baseadas em performance com o uso de campanhas cross device podem direcionar as pessoas em seu percurso, permitindo que os anúncios aproveitem não apenas as temporizações em suas ofertas, mas os canais mais prováveis de serem usados”.

Lobato também observa que “com as ferramentas de retargeting corretas, os comerciantes podem reagir rapidamente ao comportamento dos clientes em diferentes estágios do caminho de compra. Sabendo como e quando os consumidores estão envolvidos com plataformas específicas, eles podem planejar estratégias de publicidade por diferentes segmentos de usuários – visitantes, consumidores frequentes ou aqueles de primeira viagem – e entregar mensagens mais precisas e personalizadas durante os horários de pico”.

Essa tendência de mobilidade nas férias reflete uma maior área de crescimento no mercado de marketing móvel. Em 2016, a participação média dos dispositivos móveis de janeiro a maio representou cerca de 19% de conversões. Em 2017, esse valor cresceu para mais de 28%, o que representa um crescimento de quase 50% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Podemos assumir que durante as férias de 2017 teremos um pico igual ou talvez maior”, avalia Lobato.

O estudo baseia-se em dados coletados de mais de 1.000 campanhas realizadas no modelo RTB, uma tecnologia de anúncios online que permite a compra e a venda de visualizações de anúncios individuais em tempo real. Eles foram compilados no Device Report, pesquisa desenvolvida a partir do painel de clientes de retargeting personalizado da RTB House.

A RTB House é uma das poucas empresas do mundo que desenvolveu e implementou sua própria tecnologia para compra de anúncios no modelo RTB (lances em tempo real). A empresa atua em todo o mundo e opera campanhas para marcas globais em 40 mercados da Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África.

Fonte: ecommercenews.com.br

Você sabe qual tipo de conteúdo melhor se encaixa no seu e-commerce?

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Há quem diga que no e-commerce, o conteúdo é rei. E existem motivos fortes para essa afirmação ser aceita. Além de contribuir para um melhor entendimento do consumidor em relação aos produtos e serviços oferecidos, o conteúdo também tem papel decisivo para o ranqueamento da loja nos mecanismos de busca.

Mas muitos se perguntam: conteúdo é só texto e vídeo? Para desmistificar essa questão e reafirmar a importância do conteúdo para as estratégias de marketing digital, a Outbrain, empresa que opera uma das maiores plataformas de descoberta de conteúdo em todo o mundo, aglutinou alguns insights sobre o assunto.

A seguir, você confere os prós e contras de cada tipo de conteúdo e descobre qual se encaixa melhor à sua estratégia digital:

Posts em Mídias Sociais

Vantagens:

– Fácil de começar;
– Excelente forma de reaproveitar conteúdos;
– 66% dos profissionais de marketing veem benefícios na geração de leads através deles.

Desvantagens:

– Necessita ser monitorado e atualizado regularmente;
– Difícil de obter seguidores;
– Qualquer erro torna-se público.

Infográficos

Vantagens:

– Considerado o segundo tipo de conteúdo mais efetivos pelos profissionais de marketing;
– 3x mais curtidos e compartilhados nas mídias sociais do que outros tipos de conteúdos.

Desvantagens:

– A produção requer investimento em design;
– Nem sempre são indexados pelos buscadores.

Newsletter

Vantagens:

– 86% dos consumidores gostam de receber e-mails promocionais das empresas das quais compraram algo;
– Produção simples e de baixo custo.

Desvantagens:

– Construir um mailing efetivo é desafiador;
– Baixa diferenciação.

Estudos de caso

Vantagens:

– Cria o efeito “halo”, ou seja, associação da sua marca à do cliente;
– 44% dos profissionais de marketing acreditam que geram leads qualificados.

Desvantagens:

– Apenas 6% das pessoas consideram os estudos de caso uma ferramenta efetiva de marketing.

Quizzes

Vantagens:

– Quizzes personalizados aumentam o volume de cliques em 14%, e as conversões, em 10%;
– A média de compartilhamento é de 1.900 vezes.

Desvantagens:

– Requer ferramenta especializada para o desenvolvimento;
– O alcance de resultados efetivos leva tempo.

Posts em blogs

Vantagens:

– Gera leads por meses;
– 14% dos profissionais de marketing acreditam que são efetivos para gerar leads e para conhecimento da marca.

Desvantagens:

– Necessita de atualização constante;
– É preciso ser relevante para se destacar.

Vídeos

Vantagens:

– 43% dos consumidores querem mais conteúdo em vídeo;
– 48% dos usuários de smartphones são mais propensos a comprar de empresas que disponibilizam vídeos com instrução;

Desvantagens:

– Custo da produção alto e demorado.

Podcasts

Vantagens:

– O consumo de podcasts aumentou 23% entre 2015 e 2016;
– O engajamento de usuários com a publicidade é alto: 68% dos ouvintes se engajaram de alguma forma.

Desvantagens:

– A audiência ainda é baixa: apenas 13% da população americana em 2016.

Webinars

Vantagens:

– Pode captar informações do usuário ao se registrarem para ter acesso ao vídeo;
– 50% dos profissionais de marketing B2B americanos acreditam que os webinars geram leads.

Desvantagens:

– Consome tempo para preparar todo o processo;
– É imprevisível: requer equipamentos especializados para evitar problemas de transmissão.

Tutoriais

Vantagens:

– Auxilia na obtenção de uma boa posição no ranking de pesquisa orgânica.

Desvantagens:

– Pode parecer que você esteja entregando facilmente algo que seja muito bom para ser verdade;
– Exige investimento de tempo e recurso para fazer bem feito.

White Paper/ Ebooks/ Relatórios

Vantagens:

– Pode capturar informações do usuário em troca de download gratuito;
– Pesquisas e dados inéditos são ferramentas de marketing que despertam grande interesse.

Desvantagens:

– Conteúdos longos recebem menos cliques e compartilhamentos;
– Requer pesquisa intensa para produção.

Eventos

Vantagens:

– Oportunidade de criar networking presencial, gerar vendas e mídia espontânea;
– Captura dos dados dos participantes é uma potencial fonte de receita.

Desvantagens:

– Complicado e de alto custo;
– Requer suporte o tempo todo por meses de planejamento.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Pesquisa online: ferramenta prática para ouvir clientes

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Manter canais de contato direto com o cliente, além de contribuir para aumentar a taxa de conversão do site, possibilita a evolução do e-commerce. Há diversas maneiras de ouvir a opinião do cliente, entre elas, a ferramenta de pesquisa online.

A aplicação de um questionário online proporciona agilidade, alcançando um número maior de pessoas. Para o lojista que deseja aplicar questionários como esse, o Diretor na RA6 Digital, Rodrigo Assis, dá algumas dicas. Em primeiro lugar, ele afirma que o ideal é evitar perguntas fechadas, para não direcionar a pesquisa para respostas tendenciosas, como por exemplo: ‘Você prefere nossa vitrine de produtos com imagens grandes ou pequenas?”

Assis aconselha elaborar perguntas claras, com boa escrita e de fácil interpretação. “Evite emitir sua opinião durante a elaboração da pesquisa online, assim você não irá transparecer o posicionamento da empresa, além de evitar respostas dirigidas”, comenta.

Ele adverte, ainda, que a estratégia utilizada na pesquisa deve ser coletar informações relevantes para solucionar problemas ou identificar uma oportunidade de evolução, e não a de colher posicionamentos.

Para auxiliar na elaboração dos questionários online, Assis enumera três excelentes ferramentas que podem ser utilizadas, sem a necessidade de conhecimentos técnicos para operar:

Survio: ferramenta original da República Tcheca, mas que conta com opção em Português. Oferece plano pago e gratuito além de modelos prontos de pesquisa de satisfação que podem ajudar na elaboração do questionário. Em caso de dúvidas, possui atendimento personalizado.

Opinion Box: oferece plano pago ou gratuito. O diferencial dessa ferramenta é que é possível inserir a logomarca da empresa, mesmo no plano gratuito.

Surver Monkey: um dos mais conhecidos softwares, além de oferecer um amigável ambiente para elaborar a pesquisa. Essa ferramenta tem parceria com o MailChimp e Eventbrite, entre outras ferramentas digitais.

O mercado está cada vez mais competitivo e o cliente cada vez mais exigente e bem informado. Por isso, Assis defende a pesquisa online para que o lojista possa compreender o nível de satisfação do cliente e agir para melhorar o mix de produtos ou a qualidade do atendimento, por exemplo. “Ao fazer uso da pesquisa de satisfação online, o empreendedor poderá saber se está no caminho certo ou se necessita traçar novas estratégias”, conclui.

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?

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A pesquisa Hábitos e comportamentos dos usuários de redes sociais realizado pelo e.Life Group revelou que os celulares e smartphones já são o principal meio de acesso à internet no Brasil. Os aparelhos móveis são os mais utilizados por 43% dos entrevistados, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

Até aí não parece ser uma grande novidade, já que por onde a gente anda praticamente todo mundo está com um aparelho na mão. Parece tão natural que é preciso um estudo assim para tornar mais evidente o que está na cara, mas que não relacionamos com nossos negócios. Cada vez mais pessoas utilizam esses aparelhos para ter contato com nossa empresa, produtos e serviços. Seja acessando o site, o perfil nas redes sociais e pesquisas no Google, ou mesmo através de mensagens diretas como e-mail e Whats App. Ou seja, o smartphone tornou-se o primeiro canal de contato com seus clientes.

Nos EUA o chamado mobile marketing vem crescendo a taxas de 50% nos últimos cinco anos, devendo movimentar US$ 400 bilhões em 2015. Não à toa, foi considerado um dos principais fatores de estímulo da economia no país.

Tanto que em abril o Google anunciou uma grande mudança nas suas regras, passando a priorizar nas pesquisas os sites com layouts adaptáveis para os aparelhos móveis (responsivos). A medida teve impacto tão grande que os especialistas a apelidaram de mobilegeddon (mobile armageddon), por prever que muitos sites bem posicionados nas buscas iriam desabar por não possuírem versões mobile.

E a sua empresa, está preparada para atender a essa nova demanda?

Tenha em mente que a pessoa que você encontra no metrô, na rua, no shopping ou no trânsito consultando o celular pode estar buscando por produtos e serviços que você fornece, ou até mesmo tentando acessar o site da sua empresa. E aí, o que ela vai encontrar?

Será que vai ficar satisfeita?

Ou, pior, será que vai encontrar alguma coisa?

Conheço muita gente que nunca acessou o próprio site pelo celular ou tablet. Se é o seu caso, faça uma experiência, pegue o seu smartphone agora e tente. Se ele abre rapidamente, se adapta aos diferentes formato de tela, facilita a visualização das principais informações e é de fácil navegação, parabéns! Se, pelo contrário, encontrou uma miniatura do que está acostumado a ver na tela do seu computador ou notebook, em que é necessário empurrar de lá para cá para achar o que procura, é melhor se preocupar pois é assim que um número cada vez maior de potenciais clientes enxerga sua empresa.

Para adaptar a empresa para esse novo momento, transformando o celular em uma ferramenta para gerar novos negócios, o primeiro passo é estar atento às mudanças de hábitos e necessidades dos usuários. Não só a forma de acessar mas também o tipo de informação que procuram pode mudar de acordo com o aparelho usado: pesquisar informações em casa, sentado confortavelmente em frente à tela grande do computador, é uma situação bem diferente de buscar informações andando na rua com um celular de tela pequena. Em casa você pode ter calma para ler textos longos e informações complementares. Na rua, o que precisa são informações rápidas e práticas, como o número de telefone e endereço. As prioridades e necessidades mudam conforme o aparelho a ser utilizado.

O que está acontecendo no varejo norte-americano serve para ilustrar bem esse cenário. Lá, 70% dos consumidores usam smartphones enquanto fazem compras nas lojas para comparar preços, ler resenhas de produtos, obter cupons e verificar o que há no estoque.

Aqui esse comportamento só não é maior devido à precariedade da nossa rede de internet 3G, mas a situação deve melhorar em ritmo acelerado nos próximos anos. As grandes redes varejistas já se conscientizaram que não adianta restringir o acesso na área de vendas com medo da concorrência e algumas inclusive já fornecem acesso wi-fi gratuito. A internet deve ser encarada como uma aliada para aumentar o tempo de permanência do consumidor na loja e estimular a compra.

O segundo passo é adaptar as estratégias e ações de marketing. A equipe da Clínica Marketing Digital preparou a lista das cinco prioridades para colocar sua empresa dentro da realidade mobile. São elas:

Responsividade: site responsivo adapta-se automaticamente ao formato de tela do aparelho utilizado, mas não se resume a isso. É necessário destacar as informações que o usuário quer ver com rapidez, o que pode variar de acordo com o perfil do público-alvo ou da situação. Por isso é importante estudar a versão mobile em conjunto com o desenvolvedor.

Mobile First: Nos EUA, onde o acesso à internet via celular já ultrapassou os desktops e PCs há mais tempo, a prioridade é desenvolver o layout do site para as telas de smartphones e tablets, fator que deve ser levado em conta caso sua empresa pretenda desenvolver um novo site.

SEO: O Google é responsável por gerar de 50% a 60% do tráfego dos sites no Brasil, e a situação na muda em relação ao mobile. Pelo contrário, fazer a consulta no Google pelo celular para buscar informações sobre empresas, marcas e produtos é até mais prático. Por isso é necessário trabalhar o SEO do site também visando os resultados das buscas pelos aparelhos móveis, que podem se diferenciar em relação aos notebooks e desktops pelas palavras-chave.

Publicidade mobile: O Google vem acompanhando essa tendência há alguns anos e já oferece a possibilidade de segmentar as campanhas de anúncios (adwords) de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. E, da mesma forma que o SEO, necessita de uma estratégia própria para o mobile.

Redes sociais: Facebook e Instagram são as redes sociais: se o perfil dos seus clientes e consumidores tem potencial para interagir com sua empresa via celular, é fundamental investir na presença em redes sociais como Facebook, Instagram e Linked In, bastante acessadas por praticamente todo mundo que possui um smartphone.

Fonte: https://ecommercenews.com.br