10 práticas de SEO para aplicar agora mesmo

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Até então falávamos da otimização para mecanismos de busca como algo inteligente a se fazer para melhorar o ranqueamento on-line. O tom era de aconselhamento.

praticas-seo 10 práticas de SEO para aplicar agora mesmo

Agora, adotar as melhores práticas de SEO tornou-se mais que uma boa ideia, é também indispensável para enfrentar os próximos desafios da comunicação das marcas. Com o impacto do novo coronavírus na sociedade e a guinada do digital nesse contexto, as empresas precisam otimizar o posicionamento delas na internet.

Impactos nas buscas e nas compras on-line

O caminho para a superação neste momento passa pelo entendimento do novo comportamento do consumidor e pela capacidade de adaptação rápida dos negócios.

Os primeiros dados nos indicam que houve um aumento significativo no uso da internet. A Ookla, empresa de testes de conexão, calcula um aumento geral médio de 12% a 15% no consumo, enquanto alguns países chegam a 30%.

A necessidade de distanciamento social também mudou o comportamento do consumidor na hora de comprar e até mesmo de utilizar serviços básicos. As compras on-line deixaram de ser uma tendência e tornaram-se, em uma questão de dias, uma necessidade.

Esse aumento repentino nos pedidos pela internet tem até gerado empregos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Amazon gerará 100 mil novos empregos para dar conta da demanda.

Além disso, as pessoas estão pesquisando por muito mais que apenas alimentos e remédios nesta situação. Equipamentos de ginástica, cadeiras de escritório, itens de decoração para casa, ferramentas digitais de trabalho e tudo que precise ser levado para dentro do lar está vendo um crescimento orgânico nas buscas on-line.

Adotar boas práticas de SEO neste momento, portanto, é essencial para ajudar o público a encontrar seu produto ou serviço.

10 práticas de SEO para aplicar

1. Apareça no Google Maps

Uma das coisas mais importantes para seu negócio agora é aparecer nas buscas “perto de mim”. Nos últimos anos já se percebia uma forte tendência por esse tipo de consulta no Google e, com o deslocamento limitado de pessoas, tudo indica que devam se tornar cada vez mais comuns.

Para isso, é preciso cadastrar-se no Google Meu Negócio e preencher o passo a passo com as informações atualizadas da sua empresa. Assim, quando alguém fizer uma busca por um produto ou serviço nas proximidades, o Google poderá recomendar seu endereço.

2. Navegação rápida

O aumento do consumo de internet tem implicado, em alguns lugares, a queda de velocidade de conexão. Logo, se já era importante otimizar a navegação antes, agora será ainda mais importante.

Algumas medidas para reduzir o tempo de carregamento do site são:

  • comprimir imagens e vídeos;

  • eliminar animações de enfeite;

  • deixar apenas as aplicações essenciais;

  • configurar o carregamento por blocos de conteúdo.

3. Pesquise por palavras-chave específicas

O uso de palavras-chave sempre teve a ver com contexto e agora não seria diferente. Só é preciso entender qual é o contexto do seu público-alvo neste momento.

A grande questão é: se você fosse seu cliente ideal, o que estaria pesquisando agora no Google em meio a esta situação.

Por exemplo, um negócio voltado a jogos infantis pode reforçar conteúdos para palavras-chave de cauda longa, como “brincadeiras para crianças em casa” ou “brinquedos didáticos para a família”. Tente adaptar essa abordagem para sua empresa, considerando a nova realidade de distanciamento social.

4. Combine com a intenção de busca

É importante também se atentar ao conjunto de palavras, ou campo semântico, que você utiliza em torno da palavra-chave. Procure definir o foco do conteúdo para levar o internauta a clicar apenas nas páginas que respondam exatamente à dúvida dele.

Um exemplo disso são os casos como “como fazer pudim caseiro”. Quem faz esse tipo de busca espera um passo a passo, uma receita, não um produto pronto para comprar. Cada situação tem o próprio conjunto de palavras, “ingredientes, receita” de um lado, e “comprar, preço” de outro.

Uma dica nesse sentido é testar suas palavras-chave nas buscas do Google e ver que tipo de resultado aparece na primeira página. Ele indica a resposta favorita do público a determinada palavra-chave. Se for diferente daquilo que você planeja, tente refinar melhor a escolha de palavras.

5. Coloque as palavras-chave no lugar certo

Os algoritmos dos buscadores mudam com frequência para responder ao comportamento dos usuários. Algumas práticas de SEO caem em desuso, enquanto outras ganham maior atenção.

A densidade de palavras-chave é uma dessas práticas que foram substituídas por outras mais eficazes na entrega de conteúdo nas buscas. Hoje, ter as palavras-chave nos lugares certos conta muito mais. Eles são:

  • A tag de título (como o conteúdo é mostrado no resultado da busca)

  • No título H1 de cabeçalho da página ou conteúdo

  • E na url (endereço da página)

6. Prefira links curtos e descritivos

Incluir a palavra-chave na url é uma boa prática de SEO. Também torna o compartilhamento via redes sociais mais atraente e explicativo.

Para isso, evite palavras de ligação, como artigos e preposições. Em vez de “site/as-melhores-práticas-de-seo”, prefira “site/melhores-praticas-seo”.

7. Tenha boas tags de título e descrição

A própria forma como sua página aparece nos resultados da busca pode impulsionar os acessos orgânicos. Mas, além de inserir as palavras-chave, é preciso caprichar no texto como se fosse um anúncio.

A tag de título é como o nome do conteúdo aparece no resultado da busca e deve ter até 60 caracteres, evitando assim que apareça cortada. Já a tag de descrição é o texto que vem logo abaixo e, como o nome já diz, descreve resumidamente o conteúdo para o internauta. Ela deve ter até 150 caracteres.

Para estimular os cliques, use nelas chamadas para ação, palavras fortes como “melhor, essencial” e listas, como fizemos neste artigo.

8. Pratique SEO também em fotos e vídeos

Vale lembrar que as práticas de SEO não se limitam a texto. Ter esse cuidado também com as imagens é importante para gerar mais acessos. Portanto:

  • Preencha o texto alternativo das imagens

  • Prefira nomes descritivos para os arquivos

  • Reduza o tamanho dos arquivos (mais leves, melhor)

  • Defina as categorias quando subir vídeos no YouTube

9. Faça links internos

Uma vez que o usuário tenha visitado sua página, o objetivo é que ele continue interagindo com o conteúdo e faça outras ações. Ter links internos (para suas próprias páginas) pode ajudar nesse sentido.

Além disso, links internos indicam ao Google sobre o que trata determinada página e, ao mesmo tempo, valida a página de destino. Assim, as duas podem conseguir um melhor ranqueamento das buscas.

10. Consiga links externos

Falando em validação, outra boa forma de ganhar pontos com os algoritmos de busca é ter um site de referência, que use o mesmo conjunto de palavras-chave, fazendo um link para sua página.

Um exemplo disso é quando uma marca tem conteúdo patrocinado nos portais da NSC. O conteúdo neles é otimizado para as buscas, refletindo as palavras-chave referentes à marca, e está dentro de veículos com milhares de acessos por dia. Isso tem importância para Google e outros buscadores.

Então, quando esse conteúdo patrocinado faz links para as páginas do seu site ou blog, os motores de busca entendem que as páginas de destino são relevantes, contribuindo para o melhor ranqueamento delas.

Fonte: https://negociossc.com.br

10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%(Abre numa nova aba do navegador)

Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?(Abre numa nova aba do navegador)

Métricas para medir os resultados das suas ações de marketing de conteúdo(Abre numa nova aba do navegador)

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?(Abre numa nova aba do navegador)

Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

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No universo do marketing digital, a palavra-chave é um capítulo à parte e que merece grande atenção. Especificamente no inbound marketing, é a ponte que conectará seus conteúdos ao interesse do público e um fator de otimização para seus anúncios em buscadores.

Quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

Portanto, a palavra-chave é um elemento de destaque na comunicação on-line. Ela está nos títulos de páginas, artigos, vídeos e, como dissemos, anúncios nas buscas. Inclusive, tem um papel necessário em SEO mesmo quando não está visível, em meta tags e descrições de imagens.

Por ter esse lugar de proeminência, é comum que se queira estampar o nome da marca, dos produtos ou serviços, ou até mesmo um slogan em todas as ocasiões. Afinal, quem deixaria de estampar a identidade da marca em um outdoor, por exemplo?

O problema com essa prática é que ela pode acabar prejudicando seus resultados. Entenda, então, quando utilizar expressões ou nomes proprietários nas palavras-chave e quando evitar isso.

Entendendo as palavras-chave

Antes de avançarmos, há alguns conceitos fundamentais para compreender na escolha de qualquer palavra-chave.

1) Sem interesse de busca não há solução
Por mais importante que seja uma palavra-chave para seu negócio, seja o nome da marca, seja o nome de um produto ou serviço, primeiramente é preciso despertar o interesse do público para ela. Se ninguém utiliza de fato o nome nas buscas, ele não trará resultados significativos.

A escolha de palavras-chave deve se atentar sempre ao que o público já está pesquisando. Mas como saber isso?

Um caminho mais simples é consultar uma ferramenta digital como Ahrefs Keyword Generator ou Ubersuggest para saber o volume de buscas mensais por certo termo de busca. Basta inserir o nome da marca, dos produtos, serviços ou o slogan e ver qual é o nível de interesse por eles.

Outra forma de analisar essa questão é pelo Google Search Console. Por meio dele, é possível saber quais palavras-chave estão gerando mais acessos para suas páginas. Então, compare se são nomes proprietários ou termos mais amplos que interessam ao seu negócio.

2) Limite de caracteres no título
Em anúncios de resultados pagos ou mesmo na busca orgânica, há um limite bastante restrito de caracteres para aproveitar. No título de páginas e artigos, por exemplo, alguns plugins de SEO e plataformas de conteúdo trabalham com a margem de 60 caracteres. Ou seja, todas as palavras que você escolhe para aparecer nessa vitrine digital devem ser bem pensadas.

Se um nome proprietário ou slogan ocupa um espaço sem trazer muitos acessos que poderia ser mais bem destinado a outra palavra-chave, o melhor é evitá-lo.

3) Relevância
Os resultados em motores de busca são apresentados em ranking de relevância para o usuário. Nesse caso, se uma empresa está ocupando o título de um artigo de blog ou anúncio com palavras desnecessárias, ela pode perder relevância e ficar abaixo das concorrentes.

Nesse sentido, além dos nomes proprietários, as categorias de blog podem ser omitidas para se focar no essencial. Inclusive, a Moz fez um teste apagando do resultado das buscas a tradicional “Whiteboard Friday” e teve um aumento de 20% nas sessões dos links.

4) Chamada para ação
As palavras-chave dão destaque nas buscas, mas é preciso caprichar na frase para atrair os visitantes. Portanto, no caso de artigos e anúncios, pense sempre em títulos com chamadas para ação ou faça com que sejam ao menos instigantes. Se a empresa estiver ocupando esse curto espaço com nomes, fica mais difícil encaixar um bom apelo para o usuário clicar.

Quando usar nomes ou slogans como palavra-chave no título?

Resumindo as considerações até aqui, a escolha deve se basear nos seguintes fatores:

se o público usa o nome ou slogan nas pesquisas;
se funciona dentro de um espaço limitado;
se não prejudica a relevância do link;
se permite criar um título instigante.

A partir disso, vamos ver dois exemplos de marcas que usam ou deixa de usar nomes nos títulos.

Começando pelo Magazine Luiza, a empresa também é conhecida pelo nome Magalu e utiliza as duas versões no resultado da busca tanto por “Magazine Luiza” quanto por “Magalu”.

Há dois motivos para esse uso conjunto. Primeiro, há alguns anos a empresa, já bastante conhecida no cenário nacional, tem investido na comunicação do nome Magalu. Isso nos leva ao segundo ponto: o público realmente usa “Magalu” nas buscas.

Segundo o Ahrefs, são 12 milhões de buscas por “Magazine Luiza” por mês. “Magalu” recebe outro 1,5 milhão, portanto 12,5% do nome principal.

A lição que fica é que se pode despertar o interesse do público por diversos nomes de uma mesma empresa, mas é preciso ter uma comunicação duradoura que traga essa informação e inspire o interesse. Para isso, é possível utilizar meios fora da internet que cumpram essa função, como a televisão, a rádio e os jornais impressos.

E quando não usar?

Vejamos agora um caso de uma grande marca mais econômica no uso de nomes, o WhatsApp. Apesar de ser popularmente conhecido por algumas variações, você não verá, por exemplo, a utilização de Zap nos títulos.

Os motivos para isso seguem a mesma linha de raciocínio do Magazine Luiza, embora em direção oposta. Em vez de flexibilizar a nomenclatura de seus produtos, o Facebook é mais centralizador. Mas os dados justificam essa escolha.

De acordo com Ahrefs, há 23 milhões de buscas por mês, no Brasil, por “WhatsApp”. Enquanto isso, “Zap” recebe apenas 457 mil, ou 2,3%. Pior ainda: essa pesquisa é diluída entre outras marcas. “Zap Imóveis”, por exemplo, recebe 523 mil buscas por mês.

Aumente o interesse pela marca

A resposta para turbinar seu inbound marketing está… no próprio inbound marketing, mais especificamente no marketing de conteúdo. O que sua empresa deve fazer agora é diversificar os pontos de contato com o público para ele descobrir seu negócio e interessar-se.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave

3 lições das marcas que anunciaram em meio à crise

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Muito do que aconteceu neste ano de 2020 certamente não estava nos planos de qualquer empresa.
No entanto, mais uma vez Santa Catarina dá mostras de superação frente à crise. Se os desafios foram grandes, maiores ainda foram os aprendizados, como ilustram as lições das marcas que anunciaram nas mídias essenciais durante a pandemia.

Quer descobrir o que elas aprenderam e quais resultados alcançaram com a ajuda da NSC? Acompanhe a seguir.

Lições das marcas que anunciaram na pandemia

licoes-das-marcas-que-anunciaram-em-meio-a-crise 3 lições das marcas que anunciaram em meio à crise

1. O show precisa continuar

A primeira lição diz respeito à resiliência do negócio diante da crise causada pelo novo coronavírus. Talvez a empresa não tenha podido alcançar os objetivos da forma ou no nível que esperava, mas isso não significa que ela deva perder de vista os objetivos.

Veja o exemplo da Floripa Lançamentos. A empresa de consultoria imobiliária foi fundada em 2019 e tinha muitos planejamentos para fortalecer a marca em 2020.

Esse fortalecimento da marca é um processo que leva tempo. Ela precisa tornar-se conhecida, para então ser confiável e desejada. E isso somente é possível por meio de um trabalho de divulgação.

Desde o começo, a postura da Floripa Lançamentos foi de empresa grande e entendeu que não poderia pausar o planejamento na crise. Como a vontade de crescer era maior que os desafios do período, o negócio resolveu ir além dos meios em que já comunicava, ou seja, de redes sociais, site próprio e buscas do Google.

Ao ser apresentado à possibilidade de anunciar nos veículos da NSC, Pedro Henrique Genevro, CEO da Floripa Lançamentos e corretor de imóveis, percebeu como poderia levar sua mensagem a muito mais pessoas.

— A executiva de contas da NSC entrou em contato, uma pessoa incrível que virou minha amiga, e sem dúvida esse carinho que ela demonstrou desde o primeiro atendimento me fez fechar essa parceria e abrir novos horizontes para expandir a visibilidade da marca — comenta Genevro.

Com uma estratégia de comunicação na Rádio Itapema e em mídia display no NSC Total, cujas audiências têm maior afinidade com o público-alvo da marca, a Floripa Lançamentos alcançou um ótimo resultado. Houve um aumento de aproximadamente 120% nos acessos ao site, vindos tanto do NSC Total quanto nos horários em que a propaganda passava na rádio.

Desse modo, o novo negócio não interrompeu o processo de fortalecimento de marca, atraindo potenciais clientes desde já, e sairá dessa crise com uma presença maior na vida do público.

 

2. Mantenha-se ainda mais próximo dos consumidores

Uma das grandes dificuldades das empresas durante o período de maior distanciamento social foi conectar-se com o consumidor. Mesmo entre aquelas que tinham um relacionamento quase que diário com o público no estabelecimento físico, foi preciso redobrar os esforços na comunicação.

Um exemplo disso foi o da Padaria Manchester. O começo da crise representou um baque financeiro para o pequeno negócio, mas graças à ajuda da NSC logo foi possível dar a volta por cima.

— A NSC nos deu a oportunidade em um momento de grandes incertezas, o início da pandemia. Ela apareceu dando suporte aos pequenos empresários em Joinville. Era um momento delicado, com o faturamento da empresa caindo em 60% e toda a equipe preocupada, dependendo de uma rápida recuperação para que todos pudessem ter um pouco de segurança em um momento tão difícil — explica Carlos Roberto Shigeoka, sócio-gestor da Padaria Manchester.

Em busca dessa recuperação, a empresa necessitava aproximar-se do público. E como fazer isso?

  • Aumentando a frequência da veiculação de anúncios para incentivar a lembrança da marca.
  • Atraindo consumidores para os canais próprios de comunicação, como nas redes sociais.

A Padaria Manchester decidiu investir nessas duas frentes. Por um lado, anúncios na rádio, que permitem um excelente custo-benefício e aumento da veiculação de mídia, fortaleceram a marca na mente do público. Por outro, ações no Instagram da Atlântida Joinville e da Rádio Globo serviram como ponte para aumentar o número de seguidores da padaria.

— Desde quando iniciamos o processo com a NSC, o número de seguidores no Instagram subiu 4,6 vezes. Minhas vendas através dos canais subiram na mesma proporção e meu ticket médio por venda quase que dobrou! — celebra Shigeoka.

Falando em ganhar seguidores, o Imperatriz Gourmet foi outra marca que soube usar o potencial das mídias essenciais para atrair um público ainda maior. Com uma estratégia de atração baseada em um sorteio entre os fãs no Instagram, foram utilizados dark posts nas contas nos perfis do DC e da NSC TV, além de mídia display no G1, para expandir a divulgação. Isso resultou em um crescimento de 86% no número de seguidores do supermercado ao longo da ação.

— Os resultados foram extremamente satisfatórios, superando a previsão da ação — declara George Neis, gerente de marketing.

Confira os cases da Padaria Manchester e do Imperatriz Gourmet.

3. Aproveite as oportunidades especiais 

Completando as lições das marcas que anunciaram em meio à crise, lembramos o velho adágio de que quando uma porta se fecha, outra se abre. No caso, a NSC criou soluções especiais para marcas divulgarem durante a pandemia, servindo de porta de entrada para muitas delas ao mundo da televisão, da rádio e demais mídias essenciais.

Entre as empresas que aproveitaram a oportunidade, está a Mateus Casa de Carnes e Fiambreria. Mesmo já tendo experiência de anunciar nesses meios, o pequeno negócio foi surpreendido pela facilidade de aumentar sua visibilidade com os veículos da NSC.

– A executiva da NSC veio com uma proposta de rádio superinteressante no começo da pandemia. Vi que eu poderia colocar em três rádios – conta Leandro Mateus, administrador-proprietário da empresa. – Foi muito legal!

A resposta do consumidor foi tão positiva, gerando inclusive comentários ao visitar o estabelecimento de que ouviu o comercial na rádio, que o proprietário se sentiu motivado a expandir o investimento para a TV.

– Como a gente já vinha anunciando na rádio, veio essa proposta de televisão. Conseguiu colocar até no Bom Dia Santa Catarina. Enquanto eu puder estar na mídia, com certeza a gente vai continuar – Mateus declara.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/3-licoes-das-marcas-que-anunciaram-em-meio-a-crise/

O que é preciso para ter sucesso com mídia programática?

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Está cada vez mais difícil encontrar um profissional de marketing que não esteja preocupado em como ter sucesso com mídia programática. A cada ano, cresce o investimento na automatização de veiculação de publicidade on-line, conforme dados revelados pela Adobe, e hoje a mídia programática já é o principal meio de comprar mídia digital, segundo a eMarketer.

Mas existe um fator muitas vezes ignorado para se conquistar o sucesso com mídia programática. Quer saber do que se trata? Veja adiante.

midia-programatica-1 O que é preciso para ter sucesso com mídia programática?

A mídia programática e as marcas

Como já abordamos em outro artigo aqui do blog, a mídia programática traz uma grande praticidade para profissionais de marketing, agências e marcas. Ela possibilita o acesso a um grande inventário de mídias digitais e muitas opções de segmentação dos anúncios, com um controle mais centralizado para a compra desses espaços de veiculação na internet. Assim, não é preciso negociar com centenas de parceiros ao mesmo tempo.

Isso se traduz em um melhor direcionamento das campanhas e a possibilidade de ter um maior retorno da publicidade. No entanto, não é uma prática livre de riscos.

De acordo com uma pesquisa da Undertone, as maiores preocupações de agências e profissionais de marketing ao trabalhar com mídia programática são: tráfego não humano e segurança da marca.

Nesse sentido, sobram exemplos de como o ambiente em que a publicidade aparece pode ser prejudicial à marca. Entre eles, podemos destacar os boicotes das marcas internacionais ao Facebook por causa da falta de controle sobre conteúdos tóxicos publicados na rede social e, no Brasil, iniciativas como o Sleeping Giants que denunciam a veiculação de publicidade em sites de fake news, com discursos de ódio, entre outras posturas contrárias aos valores das marcas que ali aparecem.

Além disso, há o problema de páginas sem verificação ou segmentação de audiência, nas quais o investimento em publicidade é desperdiçado. Portanto, é importante considerar um fator crucial para o sucesso com mídia programática, como veremos a seguir.

O elemento-chave para ter sucesso com mídia programática

Para trazer mais segurança e mais transparência ao fazer mídia programática, profissionais de marketing, agências e marcas precisam focar nos ambientes premium. Isto é, em veículos de confiança que são referência nas suas respectivas áreas, que trazem conteúdo verdadeiro, responsável e elaborado por profissionais competentes, e que podem disponibilizar informações precisas sobre a audiência.

Mesmo que a marca tenha o anúncio mais criativo e mais antenado com a essência dela, a presença em um ambiente precário pode trazer um efeito oposto ao esperado. Por exemplo, como fica a construção da marca se nas mídias essenciais ela veicula uma campanha com determinada mensagem, mas aparece constantemente em sites suspeitos que propagam o contrário daquele discurso? Há aí uma perda de credibilidade.

Nesse caso, o menor dos problemas dessa marca é quando ela aparece em páginas fantasmas, com números de visitas inflados apenas por robôs. Assim, pelo menos ela só estará perdendo o investimento em mídia. Mas você também não deseja tal cenário, não é mesmo?

A solução, ressaltamos, está nos ambientes premium. Como aponta um estudo da Uol sobre o tema, diversas pesquisas apontam que os ambientes premium contribuem mais para o brand lift, têm visibilidade superior e são muito mais eficientes para as estratégias de comunicação digital.

A importância do ambiente premium

Ainda podemos destacar as seguintes vantagens do ambiente premium para ter sucesso com mídia programática:

  • Conteúdo seguro
  • Aferição de dados
  • Controle contra fraudes
  • Informações da audiência

Conteúdo seguro

Quanto maior o veículo, maior é a responsabilidade dele junto à população. Por isso, veículos líderes de audiência têm mais cuidado com a verificação das informações transmitidas, com a qualidade de produção e com o tom dessa comunicação. O conteúdo é muito mais seguro para as marcas e, inclusive, agrega valor à mensagem delas.

Aferição de dados

Os ambientes premium têm responsabilidade também com os anunciantes e buscam formas de comprovar os dados de consumo de mídia. Para isso, trabalham com plataformas e parceiros que fornecem dados confiáveis sobre acessos, visualizações, comportamento do público etc. E mais: são transparentes com os anunciantes sobre tal assunto.

Controle contra fraudes

Da mesma forma, existem entidades oficiais que podem verificar a veracidade desses dados. Por exemplo, quando falamos que o NSC Total recebe mais de 20 milhões de visualizações de páginas por mês, segundo o Google Analytics, você pode ter certeza de que os acessos são todos válidos e verdadeiros porque o portal é auditado pelo Instituto Verificador de Comunicação.

Informações da audiência

Veículos de referência conquistam esse status quando têm uma relação próxima com o público e o conhece bem. Esse conhecimento pode auxiliar marcas a alcançar seus objetivos por meio de informações precisas sobre a audiência, seu comportamento e seus interesses.

Além de descobrir como ter sucesso com mídia programática, veja também como impulsionar as vendas com a ajuda da NSC. Baixe agora o e-book Soluções para divulgar seu negócio na crise e fique por dentro das oportunidades on-line e off-line para se destacar neste momento.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-que-e-preciso-para-ter-sucesso-com-midia-programatica/

Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

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O marketing nas redes sociais, especialmente no cenário da pandemia, tem sido importante para conectar pequenos negócios ao público-alvo. Não é à toa, nos últimos meses as empresas têm intensificado a busca por conquistar seguidores no Instagram, Facebook e afins.

Mas é preciso ter alguns cuidados ao elaborar uma estratégia para redes sociais. Ganhar seguidores de qualquer jeito pode trazer mais reflexos negativos que positivos. Há um jeito certo de fazer isso e o mostraremos a seguir. Aproveite!

dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo Dicas para conquistar seguidores do jeito certo

Como conquistar seguidores nas redes sociais?

1. O que não fazer para ganhar seguidores no Instagram

O primeiro passo é entender que não há atalhos para conquistar seguidores no Instagram, no Facebook, no Tik Tok etc. Isto é, para quem deseja ganhar seguidores verdadeiros e possíveis leads nas redes sociais.

Dito isso, duvide de qualquer solução que envolva comprar seguidores e likes ou usar robôs para seguir e desseguir pessoas. Primeiro, porque essas práticas inflam os números sem de fato contribuir com a marca e, inclusive, podem prejudicar sua imagem junto ao público. Segundo, suas contas podem ser penalizadas se houver alguma atividade inautêntica feita pela empresa.

Leia também: 10 dicas para gerar leads no Instagram

2. Trabalhe dentro do melhor possível

Se não há passes de mágica, como conquistar seguidores? Com conteúdo, é claro. Nesse quesito, uma orientação importante é focar nas redes que fazem mais sentido para o momento atual do seu negócio, especialmente se é uma pequena empresa.

A produção de conteúdo de qualidade exige esforço, não tenha dúvida disso, e alguns formatos demandam mais tempo e recursos que outros. Além disso, quanto mais ampla for sua presença na internet, terá mais mais redes para responder, maior demanda de publicações, mais dados para analisar… E tudo isso é difícil tendo uma equipe enxuta ou orçamento limitado.

Caso no começo só consiga produzir fotos e textos e gerir no máximo duas redes sociais, não há problema com isso. Apresente seu melhor dentro da sua realidade e vá trabalhando para dar passos maiores em seguida.

3. Automatize o agendamento e a publicação de postagens

Você precisa ter outros dois cuidados com conteúdo: frequência de postagens e conhecimento dos melhores horários para postar.

Apenas um conteúdo de qualidade não terá um grande efeito para conquistar seguidores, embora possa despertar a curiosidade. Mas quando a marca posta vários deles por semana, toda semana,o público fica conectado com o que ela tem a dizer.

O segundo cuidado é garantir que esses posts apareçam nos horários mais prováveis de serem vistos. Isso é muito mais fácil quando se usa alguma ferramenta digital para agendar postagens. Assim, você não precisa lembrar a todo instante de alimentar suas redes sociais.

4. Converse com seus seguidores

O jeito certo para conquistar seguidores é pensar nas suas redes sociais como uma comunidade em torno da qual se reúnem pessoas afins. Então, converse e proponha conversas.

Comece respondendo os comentários nas suas postagens. Pergunte o que os seguidores gostam mais, ou o que preferem. Faça enquetes. Abra seus Stories para questões. Ou seja, não espere apenas que eles interajam com sua marca, você também precisa interagir com eles.

5. Participe dos assuntos em alta

Uma forma de tornar sua marca mais conhecida e atrair seguidores é participar das conversas que já estão acontecendo nas redes. Você pode criar conteúdos que dialoguem com as hashtags em alta no momento ou comentar nos perfis de influenciadores relacionados ao universo da sua marca. Contudo, evite ser promocional nessas ocasiões, foque em acrescentar algo ao assunto levantado para não parecer que está se aproveitando da situação.

6. Responda mensagens com rapidez

As redes sociais são uma utilidade para o público, não podemos nos esquecer disso. Quando o consumidor precisa resolver algum problema com a empresa ou comentar sobre ela, é para as redes que ele vai primeiro. Portanto, caso o seu negócio se torne conhecido por prestar um atendimento ágil e eficiente, as chances de conquistar seguidores serão maiores.

7. Marcações ampliam seu alcance

Cada perfil tem uma bolha de alcance nas redes sociais. Para ganhar seguidores, o tempo todo você precisa procurar formas de entrar em outras bolhas.

Uma forma de conseguir isso é aproveitando todas as oportunidades de marcar pessoas nas suas postagens. Quando receber visitas especiais ou realizar eventos no estabelecimento, faça um registro e marque essas pessoas na publicação. Com isso, elas podem se motivar a compartilhar o conteúdo, ampliando o alcance da sua marca.

Além disso, o uso de marcações de localização e hashtags também contribuem para trazer mais visibilidade, embora em menor escala.

8. Seja natural (mas não descuide da produção)

Ao usar fotos e vídeos, deve-se procurar um equilíbrio: nem superproduzir ao ponto de parecerem artificiais nem fazer de qualquer jeito. A regra para isso é valorizar sem distorcer. Tendo uma boa iluminação, uma imagem em foco, uma boa resolução do arquivo e o cuidado de enquadrar apenas aquilo que você deseja mostrar já é meio caminho andado.

Outra dica útil para trazer naturalidade às imagens é evitar o uso de logo ou marca-d’água sobre elas.

9. Proponha uma recompensa

Tendo todos esses cuidados, existe uma forma de acelerar o ganho de seguidores: oferecer uma recompensa tangível. Isso é muito comum no caso de sorteios em que é preciso seguir a marca para concorrer. Entretanto, também é possível oferecer conteúdos exclusivos, brindes, descontos e outras vantagens em troca de seguir.

10. Aproveite a força das mídias essenciais

Nossa última dica para conquistar seguidores no Instagram, Facebook e outras redes sociais é ter uma estratégia que vá além dos seus próprios perfis. Aliás, você sabia que diversas marcas estão ganhando seguidores com a ajuda da NSC?

Podemos citar como exemplo disso o case de sucesso do Imperatriz Gourmet. Tendo um conteúdo de qualidade para encantar o público, a marca decidiu expandir a base de fãs durante a pandemia para aumentar o alcance no meio digital. Para isso, elaborou um sorteio com o objetivo de atrair pessoas.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/10-dicas-para-conquistar-seguidores-do-jeito-certo/

Taxa de conversão: o que é e como calcular?

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Entenda o que é taxa de conversão e saiba como otimizar os seus resultados de marketing e vendas acompanhando essa métrica

 

Taxa de conversão é uma métrica muito utilizada para mensurar os resultados, principalmente no Marketing Digital. Um exemplo é a taxa de conversão de Leads, que para calcular, basta dividir as conversões pela sua audiência. Por exemplo: 300 Leads / 1.000 visitantes * 100 = taxa de conversão de Leads de 30%.

 

Muitas empresas olham para a taxa de conversão como uma métrica a ser utilizada como termômetro para entender a real eficiência da comunicação do site ou de uma página específica.

Há quem prefira usar essa informação puramente para definição de metas de um time comercial ou de um ecommerce.

Já outras preferem apenas consultar esse dado uma vez por ano, para entender como foi o desempenho ao longo do ano todo e definir ações estratégicas em cima disso.

E acreditem: há quem nem olhe para esse dado, não entende bem sua importância ou até nem sabe como medi-lo.

Mas, afinal, é tão importante assim mensurar esse dado? Para onde ele nos direciona e como posso usá-lo ao meu favor?

Vamos responder aqui essas dúvidas ou até abrir um espaço para discutirmos sobre o tema.

 

O que é taxa de conversão, afinal?

O objetivo dessa métrica pode ser entender como está o retorno de cada investimento da sua empresa, seja ele de tempo ou dinheiro, em relação às vendas.

Mas pode ser também uma boa forma de medir os resultados de sua estratégia de Marketing Digital.

Pode ser também o simples preenchimento de um cadastro, a solicitação de um orçamento ou até a inscrição em uma newsletter.

Entender sua taxa de conversão é muito importante, pois vai deixar claro o quão eficiente e maduro está o site, e também de suma importância para acompanhar os resultados do negócio como um todo.

A taxa de conversão pode ser calculada entre todas as etapas do funil de vendas e traz um diagnóstico de onde está o gargalo, o ponto fraco da estratégia e, principalmente, mostra onde devemos atuar.

 

Como a taxa de conversão ajuda a mensurar os resultados?

Sempre há algum investimento em dinheiro ou até de tempo em uma empresa para o lançamento de uma campanha.

Agora imagine se você obter formas de entender exatamente o resultado desse trabalho da maneira mais precisa possível.

Você pode, por exemplo, criar uma Landing Page de uma promoção e impulsionar a mesma em algumas mídias. As pessoas irão começar a acessar a página, demonstrando interesse pelo conteúdo.

De todas as pessoas que acessarem, as que de fato tiverem interesse no tema vão preencher um formulário, conforme a sua estratégia para conseguir a conversão. Pronto, mais uma conversão para sua página!

A cada período, a cada campanha, você poderá avaliar a quantidade de pessoas que converteram versus a quantidade total de visitas. Daí é só perseguir esse número para entender quantas de fato evoluíram para o fechamento. Assim, terá um entendimento mais preciso do retorno do seu investimento, seja ele em dinheiro diretamente ou tempo.

Esse é apenas um exemplo de como medir a taxa de conversão pode ajudar sua empresa a direcionar melhor os esforços em Marketing Digital.

E sabemos, por experiência própria, que uma taxa de conversão otimizada ajuda a manter o funil saudável.

 

Como calcular a taxa de conversão?

De forma muito simples, conseguimos medir a real conversão do site. Podemos mensurar o percentual entre cada estágio, considerando os seguintes critérios:

  • Visitantes para Leads;
  • Leads para oportunidades;
  • Oportunidades para clientes;

Veja a imagem abaixo que ilustra melhor como fica o funil:

Esse é apenas um exemplo, mas, se na estratégia de sua empresa você considerar interessante “quebrar” em mais etapas o funil ou reduzi-lo, é só adaptá-lo à sua realidade.

Vamos para um exemplo prático, calculando a conversão de visitantes do site para Leads.
O objetivo aqui é capturarmos o contato da pessoa que está navegando no site, entender quem é a mesma para trabalharmos mais adiante em sua nutrição.

Um site com o volume de visitantes em 10.000 acessos em determinado período teve 598 formulários preenchidos, entre pontos de conversão que estão, estrategicamente, dispostos em algumas páginas e pop-ups.

Nesse caso, calculamos da seguinte forma:

  • Acessos: 10.000
  • Número de Conversões: 598
  • Cálculo: 598/10.000 = 5,98%

Temos aqui uma taxa de 5,98% de conversão de visitantes para Leads.

É importante que você saiba quais métricas analisar em cada estágio e ter o diagnóstico total da performance de seu site e, assim, direcionar os esforços no ponto certo.

 

Como saber se minha taxa de conversão está boa?

No exemplo acima, mostramos um site que tem a taxa de conversão em 5,98% no período analisado. Esse número é baixo? Isso é relativo! Vai depender do seu mercado, pois existem comparações entre os segmentos que podem dar um direcionamento melhor.

Consulte a nossa ferramenta Benchmarking do Funil de Vendas se não souber as taxas de seu segmento.

De qualquer forma, fica claro que mais de 90% dos acessos desse site estão se perdendo por algum motivo.

bench-funnel Taxa de conversão: o que é e como calcular?

 

É aí que entra todo um trabalho no qual o seu time de Marketing pode atuar, para entender mais precisamente o que acontece com os visitantes que não convertem e entender a conversão de todo o funil.

Em linhas gerais, a taxa de conversão é uma das métricas mais importantes em uma empresa e deve ser uma preocupação latente.

É um número gerencial e de suma importância, que vai ajudar no direcionamento das ações de marketing da empresa — sem descartar o time de vendas, que terá a responsabilidade de trazer insights relevantes relacionados aos Leads que o marketing entrega, e assim entender a qualidade desses Leads e trabalhar constantemente nos ajustes dos critérios.

 

 

 

Como otimizar a taxa de conversão em todo o funil de vendas

Depois de identificados os problemas do seu funil de vendas, você pode avaliar como melhorar a sua taxa de conversão em cada uma das etapas. Lembre-se de não sair mexendo e alterando tudo ao mesmo tempo. O ideal é identificar onde estão os gargalos e trabalhar para melhorar uma etapa de cada vez.

Topo do funil: geração de tráfego e Leads

O topo do funil é por onde chegam os visitantes do site da sua empresa e engana-se quem pensa que otimizar o topo do funil é apenas com foco em geração de tráfego. Como dito, não é algo sustentável e, muitas vezes, não é barato.

Existem algumas maneiras de aumentar a taxa de conversão do site, aproveitando o volume de visitantes já existente para aumentar também a quantidade de Leads que irá avançar no funil. Algumas dessas formas são:

1. Otimizar a taxa de conversão de cada canal

Entender de onde está vindo o tráfego (redes sociais, mídia paga, Google, etc.) e quais páginas estão sendo acessadas a partir de cada canal.

Por exemplo, na mídia paga, adequar melhor o anúncio à oferta e ao público-alvo fará com que o visitante encontre mais facilmente o que está procurando. Isso fará a taxa de conversão aumentar. No caso da mídia paga, o aumento da conversão ainda diminui o custo por Lead.

2. Aumentar e/ou otimizar os pontos de contato que um Lead tem com sua empresa

Isso envolve não apenas os formulários, mas também:

  • Melhorar o design e a localização dos calls-to-action (testar diferentes variações);
  • Usar ferramentas de captura de Lead, como scroll-box (caixinha que aparece depois de certa altura rolando a página), exit-intent (aquele pop-up que aparece quando você está saindo do site), entre outros. Pode parecer chato, mas funciona.

3. Fazer testes A/B

Talvez esse seja uma das primeiras coisas que vem à cabeça quanto falamos em otimizar conversões – e não é pra menos.

Fazer um teste A/B muitas vezes é simples e traz melhorias absurdas na conversão. Um exemplo disso é um teste que fizemos, em que, removendo apenas um campo de formulário, aumentamos em 167% a taxa de conversão das Landing Pages.

 

Meio do funil : preparando os Leads para a compra

Agora que você já conseguiu transformar mais visitantes em Leads e conseguiu a atenção deles, é preciso mantê-los engajados com sua empresa e fazer com que eles consumam mais conteúdo para avançar no processo de compra.

Otimizar esta etapa é crucial para o desempenho que vendas terá logo mais. Para isso, 3 ações podem te ajudar:

1. Definir a jornada de compra

Esta primeira etapa vai te ajudar a definir os conteúdos para cada uma das etapas de compra, identificar em qual das etapas cada Lead está e a tratá-lo de acordo.

Ao definir e entender a jornada de compra do seu cliente, você sabe que tipo de informação é a mais importante e o momento que ela deve ser entregue. Entregar a informação certa na hora certa faz com que o Lead tenha um engajamento com sua empresa muito maior.

Se o Lead já está bem avançado no assunto, já entendeu qual problema ele vai resolver e já está numa fase de tomar a decisão de compra, não faz sentido mandar informações super básicas para ele.

2. Criar automações de marketing para nutrir os Leads

Depois de organizada a jornada de compra, é preciso uma inteligência maior para conseguir fazer os Leads avançarem no processo de compra de forma mais automática e escalável.

O modelo mais simples de relacionamento como Email Marketing tradicional não é suficiente e a Automação de Marketing vem como a solução eficiente deste problema.

Com a automação de marketing é possível então entregar o conteúdo certo, para o Lead certo, na hora certa. E numa escala muito maior. Os dois grandes principais benefícios são o aumento de vendas e receita e redução dos custos de aquisição.

 

3. Qualificar os Leads antes de passar para o time de vendas

A medida que a geração de Leads aumenta, começamos a criar um outro problema: um número excessivo de Leads para o time de vendas trabalhar. Em teoria, se temos força de vendas para fazer as abordagens, mais Leads é sempre melhor.

No entanto, por experiência própria sabemos que cada vendedor tem um volume ideal de abordagens por período, e exceder esse número implicará em uma diminuição da eficácia e da produtividade do vendedor. Portanto, entregar Leads mais qualificados pode contribuir muito para a produtividade dos vendedores.

É possível otimizar e escalar também a própria qualificação de Leads. O Lead Scoring é um método/ferramenta para automatizar a qualificação de Leads. A partir de algumas regras, os softwares de automação de marketing analisam as informações do Lead e já indicam quão preparados para a compra aqueles Leads estão.

Caso ainda não estejam no momento ideal, eles devem continuar sendo nutridos. Caso tenham atingido o momento de compra ideal, são enviados para os vendedores.

Fundo de funil: vendas e retenção

Com o topo e o meio do funil bem otimizados, nossos Leads estão chegando educados e em volume adequado. Nosso próximo passo é filtrar quais Leads realmente tem potencial para se tornarem clientes, e também temos muito o que otimizar nessa etapa.

O fundo do funil pode ser dividido em três pontos chave para buscarmos otimizar: a qualificação, a entrega dos Leads e a sua abordagem.

1. Entregar Leads para vendas de forma mais eficiente

Existe uma grande correlação entre vendas e o tempo entre a conversão do Leads no seu site e a abordagem do vendedor. A ponto de indicar que se conseguirmos fazer a abordagem nos primeiros 3 minutos após uma ação, aumentaremos a taxa de conversão em 98%.

Nesse ponto a automação de marketing desempenha um grande papel, enviando os Leads que você julgar qualificados em tempo real para o CRM de vendas. Essa e outras dicas você encontra no post sobre automação de vendas.

Além da velocidade com que enviamos o Lead para vendas, também devemos pensar nas informações passadas junto a eles. De forma geral, toda informação que você tiver sobre o Lead que ajude o vendedor a fazer uma abordagem mais personalizada deve ser mandada.

Idealmente, o vendedor deve ter em mão informações sobre o perfil do Lead, tais como poder de decisão, tamanho da empresa e segmento, e o que o Lead estava buscando solucionar quando chegou até os seus conteúdos.

2. Usar conteúdo para ajudar nas vendas

Se engana quem pensou que depois depois de mandar as oportunidades para vendas, o trabalho de marketing acabou. É ainda responsabilidade de marketing oferecer auxílio ao processo de vendas.

Uma forma muito eficiente de ajudar o vendedor a contornar as objeções, gastar menos tempo com explicações muito básicas e explicar de forma mais detalhada é a criação de conteúdo no blog ou conteúdo rico. Estes conteúdos podem servir de apoio para os vendedores, e também para os potenciais compradores que precisam explicar o que aprenderam para o tomador de decisão.

As automações de marketing também podem trabalhar por você nesse momento, ajudando o vendedor a nutrir os Leads de acordo com as objeções de venda apresentadas. Você pode usá-la para fomentar urgência na compra, fornecer estudos de caso que validem a sua proposta de valor ou atualizar o prospect sobre melhorias no seu produto que faltavam para concretizar a venda.

 

Acompanhe a sua taxa de conversão

Se você quer atingir uma boa performance em seu negócio, identificar cada ponto fraco e as oportunidades que podem ser trabalhadas para melhorar seus resultados, não deixe de acompanhar a sua taxa de conversão!

 

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Fonte: 

Trabalho remoto: 5 aprendizados de quem já teve essa experiência

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home-office-Coronavirus Trabalho remoto: 5 aprendizados de quem já teve essa experiência

Em tempos de coronavírus, o trabalho remoto é uma nova realidade para muita gente. Veja como navegar por esse momento, com alguém que teve essa experiência

Com o crescimento dos casos de coronavírus no Brasil, e também no intuito de evitar novos contágios, muitas empresas estão estimulando ou mesmo decretando que os funcionários não mais se dirijam às sedes – incluindo a RD. O trabalho remoto passou a ser uma realidade para milhares de brasileiros, exigindo algumas adaptações do dia a dia.

Pensando em ajudar quem está tendo que lidar com essa situação, resgatamos um post do Ricardo Palma, que trabalhou na RD por quase 9 anos. Ele contou um pouco da sua experiência com trabalho remoto em duas situações: quando era analista e quando era gestor. Assim, trouxe dicas para diferentes carreiras – com certeza, você se encaixa em uma.

Antes de seguirmos, vale deixar o registro de dois sites em que você pode se informar apropriadamente sobre o coronavírus: o do Ministério da Saúde do Brasil e o da Organização Mundial da Saúde (em inglês). Este post é específico para trabalho remoto ou home office, não trazendo recomendações sobre prevenção ou saúde pública.

Temos também um post especial no Blog Agência de Resultados, com dicas para gestores de times remotos. Ele é útil para agências de Marketing e, também, para empresas de diversos tamanhos e setores. Então, se você é líder de um time trabalhando à distância, terá bons insights.

Fizemos algumas alterações no texto original do Ricardo, para inseri-lo melhor no momento atual. Continue lendo e, ao final, deixe sua contribuição nos comentários. Quem sabe uma prática de trabalho remoto não possa ajudar alguém que está tentando se adaptar!

Ascensão do trabalho remoto

Trabalho remoto é um tema que tem sido amplamente discutido, e diversas empresas vêm adotando essa cultura. Apenas para citar alguns exemplos: Trello, Buffer, Zapier, WordPress e brasileiras como a Supersonic possuem grande parte do time trabalhando remotamente.

Assim, já há um histórico de boas práticas que podem ser seguidas nesta crise do coronavírus. Compartilhar conhecimento é ainda mais importante em momentos dramáticos, unindo a humanidade no sentido de vencer a pandemia o mais rapidamente possível.

Veja a seguir alguns aprendizados que eu, Ricardo, tive ao trabalhar remotamente em dois diferentes momentos de 2017. As tecnologias não mudaram muito, apenas evoluíram. Espero que o que eu aprendi seja útil para você!

Aprendizados de trabalho remoto como analista

Em maio de 2017, como analista de marketing responsável por conteúdo para geração de Leads, estava envolvido em um projeto que tinha como uma das etapas a condução de um benchmarking com empresas em São Francisco e Vale do Silício.

A viagem durou aproximadamente 40 dias. Para conseguir dar conta de algumas atividades-chave no Brasil e, em paralelo, focar no projeto e no benchmarking nos Estados Unidos, mudei minha rotina de trabalho e contei bastante com o apoio do meu time para assumir algumas atividades que eu conduzia no dia a dia.

Aliás, nessas horas o trabalho em equipe é fundamental. Seja para uma viagem como essa, um período de férias prolongadas, uma licença ou um envolvimento em algum projeto grande, poder contar com a equipe é fundamental!

No meu caso, esse trabalho remoto ainda tinha o agravante de estar em um fuso horário de 4 horas a menos que o horário em Florianópolis, onde fica nossa sede.

No geral foi uma experiência profissional e pessoal muito boa. Foram diversos aprendizados em variadas frentes, porém quero destacar aqui 3 delas que tiveram bastante relação com trabalho remoto:

Organizar a rotina para ter uma intersecção de horários e estar disponível

Com 4 horas a menos, era comum acordar por volta das 7h e já ter várias notificações e emails da operação no Brasil. Afinal, já era quase horário do almoço lá na sede (sim, meu time almoçava às 11h30).

Para conseguir conciliar as duas frentes, pela manhã minha prioridade era dar atenção às atividades do Brasil, prevendo que frequentemente isso não seria possível por conta de algum evento ou reunião. À tarde era quando eu concentrava o maior esforço no projeto, nas reuniões e benchmarkings.

Aqui destaco também a expectativa e a importância da comunicação assíncrona (quando uma conversa não é em tempo real). Muitas vezes essas notificações que eu via pela manhã eram de algumas horas atrás.

Uma vez que o time não sabe se você está em frente ao computador ou se está focado em uma tarefa, é esperado que você demore um pouco para responder. De qualquer forma, o importante é não deixar de dar atenção. Para essas comunicações, nós usamos o Slack.

Com o coronavírus, temos duas situações diferentes: o fuso horário do time é o mesmo, mas não há ninguém presencialmente na sede. Assim, é ainda mais importante ter um calendário de dias e horários bem definidos de reuniões e atividades.

A questão da comunicação assíncrona também é uma realidade, mesmo que o relógio marque o mesmo horário para todos. Se antes era só ir até a mesa do colega para tirar uma dúvida ou pedir alguma coisa, agora é preciso mais paciência para esperar uma resposta no chat – seja Slack, WhatsApp ou o que você usar na empresa.

Trabalhar em um local exclusivo

Tem gente que consegue trabalhar de casa. Não sou desses. Durante minha estadia lá, usei o Galvanize, um coworking no coração de São Francisco, a meia quadra do prédio do LinkedIn e do Optimizely.

Para mim, “ir ao escritório” faz diferença para entrar no mindset de trabalho e ser mais produtivo. Além disso, o fato de estar em um coworking me possibilitou fazer networking e conhecer pessoas importantes para o projeto.

Bom, em 2020 eu não teria essa opção. Afinal, não seria muito produtivo sair de um ambiente coletivo, como a empresa, e ir para outro, como um café ou um coworking – mesmo que esses estabelecimentos também certamente estejam tomando precauções.

De qualquer forma, o aprendizado pode ser adaptado ao momento. Se você tiver essa possibilidade, defina um cômodo ou mesmo uma mesa da sua casa como o local de trabalho remoto nesse período. Ali, só se trabalha.

Mesmo que não seja um ambiente completamente diferente, estar nesse “escritório” pode ajudar você a separar as coisas – o mindset de trabalho que falei acima. Tire pequenos intervalos em locais diferentes da casa, ou mesmo fora, e lembre-se de lavar bem as mãos ao retomar a tarefa que estava realizando.

Manter normalmente as cerimônias do time

Apesar de estar remoto, é importante manter o compromisso de continuar, sempre que possível, com a rotina de reuniões do time. No nosso caso, na época, as reuniões semanais. Isso é importante por diversos motivos, mas destaco dois:

  • Manter o time remoto atualizado sobre os projetos nos quais está envolvido e compartilhar conhecimentos adquiridos que podem ajudar uma ou mais pessoas em algum objetivo;
  • Saber como será o envolvimento com o projeto naquela semana, conseguir planejar as atividades e delegar o que for preciso.

Além disso, é fundamental manter o máximo de normalidade e o senso de unidade em momentos complicados, como o da crise de coronavírus. Para participar dessas reuniões, uma ferramenta que nos ajuda muito é o Zoom.

O Google lançou, agora em março de 2020, um ótimo guia para melhorar a qualidade das suas videochamadas. Quanto melhor for a comunicação, menos desagradáveis serão as reuniões e esse período de clausura.

Aprendizados como coordenador parcialmente remoto

Algumas das coisas que mais me atraem em uma empresa de crescimento acelerado são a velocidade com que as coisas acontecem, os desafios que esse crescimento traz e o aprendizado que tudo isso gera ao longo do tempo.

No final de 2017, em mais um desses momentos de mudança, assumi a coordenação de um time dentro do Marketing da RD. Somado a isso, veio um contexto pessoal de mudança para outra cidade, de onde eventualmente faço trabalho remoto.

A principal diferença que percebi nesse contexto comparado ao anterior é que, por ser um time todo presencial, essa posição exigia que eu estivesse disponível dessa forma. Isso porque são muitas as decisões no dia a dia, não apenas com o time, mas com outras áreas da empresa, que seriam dificultadas no modelo remoto.

Para tornar possível esse trabalho remoto no curto prazo, junto com o time, pensamos em como adaptar nossa rotina. Ou seja, é algo parecido com as adaptações rápidas que muitos times estão tendo que enfrentar agora com o coronavírus.

Naquele momento, tivemos 2 aprendizados importantes, que podem ser replicados agora por gestores que estão tendo que fazer mudanças rápidas:

Métodos ágeis para o acompanhamento das entregas

O primeiro passo foi definir um formato de acompanhamento do time. Não digo o acompanhamento na relação entre coordenador e contribuidor individual, mas a ciência do próprio time sobre o que as outras pessoas estão fazendo naquela semana e naquele dia.

Começar a trabalhar com metodologias ágeis trouxe maior transparência sobre o que cada um estava fazendo, e hoje o time acaba ajudando mais um ao outro quando vemos que uma pessoa está com uma carga maior naquela sprint.

Para isso, conhecer a metodologia e saber como adaptá-la à sua realidade é fundamental, e contar com uma ferramenta para centralizar ajuda bastante no dia a dia. No nosso time (e em outros da empresa), nós usamos o Trello.

Organizar a agenda de cerimônias (reuniões)

Uma das coisas que me ajudou a planejar a execução desse modelo de trabalho foi definir dias fixos para a agenda de cerimônias do time. Por cerimônias entenda-se reuniões e outros encontros com todo o time remoto.

  • Uma reunião semanal na terça-feira (presencial) na qual conversamos sobre a sprint e planejamos a próxima;
  • Daily “todos os dias”: uma reunião de 5 a 10 minutos onde cada um atualiza o que está fazendo no dia e traz algum eventual problema que está impedindo uma entrega. Todos atualizam o Trello e participam por videochamada;
  • Reuniões de 1-1: concentrei todas em um dia da semana. Estando remoto, fazer 1-1 via Zoom ajuda a ter uma agenda fixa onde quer que eu esteja. Como são apenas duas pessoas, é possível fazer por WhatsApp Vídeo, caso você prefira.

Mais uma vez, vale reforçar: não deixe de realizar as reuniões. Mesmo com o meme que diz que “o coronavírus está fazendo as pessoas perceberem que algumas reuniões poderiam ser emails”, é importante manter a rotina e o sentimento de normalidade no time remoto.

Se você perceber, durante o período de trabalho remoto, que de fato algumas das reuniões podem ser eliminadas, deixe para fazer isso quando a crise passar. Muitas pessoas vão sentir falta do contato com os colegas no período de confinamento, então é melhor não eliminar esse momento.

Trabalho remoto é um aprendizado coletivo

Certamente muitos outros aprendizados estão por vir conforme mais pessoas forem ficando em casa, com trabalho remoto. Assim, esses são apenas alguns que considerei serem as principais alavancas que me ajudaram a colocar tudo em prática. Deixe suas boas práticas nos comentários!

O bom também é poder contar com outras pessoas bem experientes no assunto e que estão fazendo o modelo acontecer. O guia “Como aderir ao trabalho remoto”, do Trello, reúne muitas outras dicas sobre o assunto.

Acesse também nosso Kit de Produtividade para Pequenas e Médias Empresas. Ele traz ferramentas, templates e planilhas para diversas áreas do seu negócio. Esses materiais podem ajudar a facilitar os processos neste período de coronavírus e trabalho remoto. Juntos, porém à distância, vamos passar por essa!

Fonte:https://bit.ly/2WOSvkv

Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

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home-office Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Com a união da humanidade para conter o coronavírus, muitas pessoas estão tendo que trabalhar de casa pela primeira vez. Reunimos algumas dicas para ajudar quem está conosco nessa!

Home office, em inglês, é um espaço de trabalho dentro de casa, como um escritório ou um cômodo adaptado. No Brasil, a expressão “fazer home office” virou sinônimo de trabalhar em casa. Com o avanço das telecomunicações, o home office está cada vez mais inserido no contexto profissional.

Trabalhar em casa, até pouco tempo atrás, costumava ser uma questão de escolha para profissionais de alguns setores. Fazer home office por um dia para se concentrar melhor, por questões familiares ou de saúde era um benefício oferecido por algumas empresas. Outras permitem o trabalho remoto contínuo, um desafio dos tempos modernos. Para muita gente, esse contexto mudou completamente com a pandemia de coronavírus, ou Covid-19, no começo do ano de 2020.

O post que você está lendo foi escrito nesse contexto. Daqui a algum tempo, quando isso tudo passar, ele será atualizado e vamos retirar as menções à doença. Agora, porém, entendemos que precisamos ajudar nossos clientes, parceiros e o público em geral a lidar da melhor forma com o trabalho remoto. Vamos trazer boas fontes e nosso próprio expertise, já que a RD conta com times em diferentes cidades e muitos profissionais em home office. Esperamos que o conteúdo seja útil para você!

Antes de continuarmos, vale mais um contexto em tempos de coronavírus. Nós aqui da RD temos consciência de que somos privilegiados por podermos fazer home office. Você, a esta altura dos acontecimentos, se estiver na mesma situação, também já deve ter percebido isso. O fato de podermos trabalhar remotamente deve ser recebido com gratidão, e devemos fazer o que estiver ao nosso alcance para diminuir os riscos das pessoas que não têm essa possibilidade – e elas são ampla maioria.

Enfim, estamos todos juntos nessa, e vamos sair também todos juntos! Continue lendo o post e, ao final, deixe ainda as suas dicas de home office nos comentários.

O que é home office?

Home office, em inglês, é um espaço de trabalho dentro de casa, como um escritório ou um cômodo adaptado. No Brasil, a expressão “fazer home office” virou sinônimo de trabalhar em casa. Talvez devêssemos repensar alguns anglicismos desnecessários, mas isso é assunto para outro post.

Vale ressaltar, porém, que “trabalho remoto” – que até usamos neste post – não seria uma tradução perfeita. Isso porque home office é específico para trabalho em casa, enquanto o trabalho remoto pode ser feito em diferentes locais – como um café, um coworking ou o sofá daquele amigo que tem a internet mais rápida que a sua. Não abuse da amizade!

Associamos o avanço das tecnologias de telecomunicação e da internet ao home office. Afinal, em geral, os trabalhos realizados remotamente hoje são quase todos feitos pelo computador:

  • Programação;
  • Produção de textos;
  • Design gráfico;
  • Estratégias de Marketing Digital e até mesmo vendas.

Mas será que são só coisas modernas mesmo?

É bem possível que, na história da sua família, haja um avô ou avó que fez um home office mais “raiz”. Talvez até seus pais. Era muito comum o trabalho de costureiras em casa ou a “venda” no andar de baixo do sobrado – a famosa “lojinha”. Hoje em dia mesmo, a cozinha é o “home office” de muita gente que produz alimentos para vender.

Isso para não puxar para um passado ainda mais distante, como os ferreiros, artesãos e apotecários medievais que criavam seus produtos e atendiam seus clientes em suas casas. Aí veio a Revolução Industrial e mudou tudo.

Ou seja, home office é mais um tema em que a nossa geração se considera pioneira, mas que já tem histórico. Então, ligue para seus avós para pedir algumas dicas e perguntar como eles estão nessa época de coronavírus, que é ainda mais assustadora para eles.

Estatísticas de home office no Brasil

Para entender melhor o contexto do trabalho em casa no Brasil, podemos olhar as estatísticas. Os números mais recentes do IBGE são de 2018, divulgados no fim de 2019. A série histórica de dados começou a ser levantada em 2012. Nesse período, o crescimento do home office foi de 44,4,%, chegando a um total de 3,8 milhões de pessoas.

Esse número correspondia a 5,2% do contingente de trabalhadores no país, excluindo servidores públicos e domésticos. Como dissemos no começo do texto, trata-se de uma minoria. Também na abertura do post, falamos no privilégio de poder optar pelo home office. De acordo com IBGE, a realidade brasileira se deve muito mais à informalidade.

Em 2018, 41,1% da força de trabalho desempenhava atividades informais. Muitas dessas pessoas acabavam realizando atividades diretamente de casa. Se você estiver em um momento desses, mesmo que por necessidade, dê uma olhada nas dicas que daremos a seguir. Quem sabe elas te ajudam a alcançar seus objetivos mais rapidamente!

Por fim, um dado relevante da pesquisa do IBGE: o maior salto do home office no Brasil foi entre 2017 e 2018, com um crescimento de 21,1%. De novo, isso não necessariamente reflete uma escolha dos trabalhadores, mas é um indicativo de uma tendência dos tempos modernos, da nossa geração.

Portanto, você também terá o que contar para seus avós na ligação telefônica! Aliás, dá uma ligadinha agora para eles, depois você volta aqui e continua lendo o texto.

Vantagens do home office

Sabemos que praticamente em todas as situações existem vantagens e desvantagens. Contudo, como estamos vivendo um momento único frente ao Covid-19 e as palavras de ordem incluem responsabilidade e capacidade de adequação, temos consciência de que o home office é uma das saídas mais eficientes e necessárias no cenário atual.

Logo, vamos falar das vantagens desse modelo de trabalho e focar, em outras palavras, no lado positivo da situação. Afinal, todos precisamos de um alento, vamos lá! 😉

Flexibilidade e comodidade

A flexibilidade de horários é uma das maiores vantagens do home office, afinal, você organizará seu próprio tempo e tarefas.

Se a sua empresa atua em horário comercial, claro, é importante estar online ao mesmo tempo em que os seus colegas estão. Porém, nada impede que, caso você se sinta mais produtivo à noite ou de madrugada, adiante o trabalho do próximo dia nestes períodos – só não vale deixar o trabalho da data atual para a madrugada do dia seguinte, hein?

Além disso, pense no tempo que você irá economizar. Afinal, não será necessário se deslocar até o local de trabalho, ou seja, nada de horas no trânsito ou imprevistos como acidentes e engarrafamentos – seja no ônibus, no Uber ou no seu próprio carro!

Qualidade de vida e economia

Por falar em tempo economizado, ele poderá servir tanto para melhorar sua produtividade como para investimentos em qualidade de vida. Aí vão algumas opções para as horas que vão sobrar:

  • Praticar atividades físicas (ainda que em casa, vários exercícios podem ser realizados);
  • Colocar aquele projeto especial – pessoal ou profissional – que ficou de lado em prática;
  • Passar mais tempo de qualidade com a família, participando mais ativamente da vida dos filhos, dando atenção para animais de estimação, fazendo refeições em conjunto, entre outras atividades que antes não seria possíveis;
  • Estudar outro idioma, realizar cursos online, ler livros, as possibilidades são muitas!

Em paralelo, a empresa também oferece, consequentemente, mais um benefício para os colaboradores, proporcionando esses momentos e cativando-os ainda mais!

Seja para os funcionários ou para o seu negócio, a economia também é significativa quando o home office é adotado. Vários gastos podem ser reduzidos, entre eles alimentação, transporte, redução do desperdício de recursos, etc.

Sustentabilidade

De quebra, a sua estadia em casa ainda estará ajudando o planeta. Com menos pessoas se deslocando até o trabalho, consequentemente temos menos carros na rua/uso do transporte público.

Logo, isso implica na diminuição do consumo e queima de combustíveis fósseis e em uma redução significativa também nos índices de poluição do ar e sonora. Será que você já tinha pensado por este lado? Além disso, as empresas também economizam água, energia elétrica e outros recursos.

Seja o seu home office permanente ou temporário, ele será sustentável!

sustentabilidade Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

5 desafios do home office e como vencê-los

Ainda na pegada de seguir o bright side ou, em tradução livre, o lado “brilhante” das coisas, listamos 5 desafios do home office com dicas para tirá-los de letra!

1. Ter um local próprio para o trabalho

É de conhecimento geral que nem todos têm em casa um escritório ou local próprio para trabalhar, ainda mais quando o home office passa a ser adotado do dia para a noite – como é o caso de muitos profissionais hoje.

A cadeira reclinável e ergonômica do escritório, as tomadas embutidas e o silêncio do local de trabalho fazem falta, sabemos. Contudo, com algumas adaptações é possível contornar a situação até de forma bem divertida!

Primeiro, escolha o lugar de casa onde você se sente mais concentrado(a) e apto a realizar as atividades do dia a dia. Depois, com o que há em mãos, tente adaptar este local para atendê-lo da melhor maneira – nem que aqui sejam necessárias algumas gambiarras, como extensões, a luminária que estava no quarto ou aquele móvel com rodinhas que antes ficava no banheiro. A criatividade é quem manda, essa é a sua chance de criar o seu próprio workspace.

2. Distrações das mais diversas

É fato que em casa existem muitas distrações: família, roommates, a louça suja, possíveis barulhos, televisão e até nossas camas – diga-se de passagem e com honestidade! Logo, como se concentrar e focar no trabalho em meio ao “caos”?

Bom, seja para as interações sociais ou demais distrações, é preciso impor limites. Combine com você mesmo(a) de terminar de uma vez aquela tarefa mais entediante e, depois, tomar um banho relaxante – ou algum outro tipo de recompensa que não tome muito tempo.

Já se você está sendo constantemente interrompido por outras pessoas, converse com elas e peça sua compreensão; diga que reservou aquele horário para trabalhar e que, depois, terão todo o tempo para conversar e interagir.

Para quem tem crianças em casa, uma rede de apoio é tudo: divida as responsabilidades igualmente com seu parceiro(a) e demais responsáveis. Neste momento, estamos quase todos no mesmo barco e a ajuda mútua é simplesmente um pilar indispensável.

3. Alimentação

A falta de rotina pode causar uma quebra muito grande de hábitos saudáveis – ainda mais para quem acabou de aterrissar de paraquedas no home office. No início, é tentador usar aquele tempo extra que falamos anteriormente para dormir, ficar no sofá ou comer junk food.

Contudo, não caia em tentação: para continuar entregando resultados satisfatórios, é necessário estar bem descansado(a) e bem alimentado. É um pouco óbvio, mas vale relembrar: todos nós precisamos de combustível para viver e render, certo?

Mas e a solução? Procure ter em casa alimentos diversos, que se transformem em refeições e lanches diversos. Assim, o benefício (e prazer) das suas pausas será ainda maior, uma vez que você estará se alimentando corretamente e criando seu próprio cardápio.

(Mas tendo em mente que sair de casa só quando muito necessário, certo? 😬).

4. Comunicação vs. solidão e mal-entendidos

Para alguns de nós, trabalhar isoladamente, longe de outras pessoas e da comunicação cara a cara pode ser um desafio. Somos seres sociais, uns mais do que outros. E ficar longe fisicamente dos colegas e depender de emails para se comunicar pode ser, mesmo, uma grande furada!

Por isso, tenha a tecnologia como sua aliada. As ferramentas para videoconferências estão cada vez mais modernas (trataremos delas mais adiante). Nesta semana mesmo nós, da RD, fizemos uma reunião com todo o time de Marketing de maneira remota. Alguns trouxeram os filhos para perto da câmera, outros os pets, e conseguimos nos comunicar de forma satisfatória. Ainda que à distância, rimos uns com os outros e compartilhamos as mesmas vitórias e desafios do dia a dia, como sempre fizemos “ao vivo”.

Aproveite momentos como esses e, se for do seu desejo, no futuro com certeza poderá voltar a exercer o trabalho em equipe presencial novamente. Com um pouco de paciência e adaptação, acreditamos que é possível, sim, tirar este desafio do caminho.

5. Trabalhar em excesso não é a solução!

Por último e, talvez, mais importante, lembre-se: não é porque agora sua casa e seu escritório são o mesmo lugar que você deverá trabalhar horas a fio só porque pode. Assim como distrair-se demais pode ser ruim, distrair-se de menos pode ser também, e na mesma medida!

Não esqueça de dar e receber atenção, exercitar-se (nem que seja só um alongamento, vai?) e comer corretamente. Com o corpo e a mente sã, você continuará entregando resultados excelentes, no seu ritmo e tempo próprios: os mesmos que você já encontrou no escritório!

Se precisar de ajuda para se adaptar, peça, é algo super normal. Os seus colegas podem estar passando pelo mesmo e querendo conversar sobre, certo? 🙂

E para as empresas, continuem (na medida do possível) promovendo os encontros que normalmente fariam entre os funcionários de forma remota. Aqui na RD, como março é o Mês das Mulheres, preparamos uma programação de mentorias em todas as semanas para nossas RDoers. E agora com o modelo de home office adotado, não as cancelamos: nossas colaboradoras continuam se encontrando, conversando e trocando por meio de videoconferências.

Trabalhar-em-excesso Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

5 dicas para o seu espaço de trabalho durante o home office

Para que a rotina durante o período de home office seja produtiva, é preciso manter alguns cuidados em relação ao ambiente de trabalho.

Afinal, a estrutura das nossas casas, em geral, não foi preparada para ter um espaço destinado ao trabalho. Por isso, organizar um ambiente propício para executar suas atividades é um dos fatores mais importantes para manter o nível de produtividade.

Para ajudar você a preparar o melhor espaço possível, listamos 5 dicas que vão auxiliá-lo a realizar o seu trabalho em casa de forma confortável!

1. Crie um espaço exclusivo para trabalhar

Como criar um espaço que garante uma atmosfera produtiva de trabalho onde você não será interrompido durante o home office? Essa é uma preocupação importante, que precisa ser o primeiro ponto de atenção na preparação do espaço de trabalho.

É comum que algumas pessoas pensem que fazer home office é o mesmo que ter a liberdade de trabalhar no sofá ou até mesmo na cama. Isso pode acontecer, sim, desde que você use esses espaços por períodos curtos e em momentos específicos. O ideal para manter sua concentração e foco nas atividades é definir um ambiente fixo de trabalho.

Comece pensando no propósito do seu escritório em casa. Se você vai trabalhar nele diariamente, crie uma sensação diferente do resto dos quartos para ajudá-lo a entender que aquele espaço é o lugar ideal para se concentrar. Por isso a dica é: escolha o espaço mais confortável possível, onde possa ficar o tempo de trabalho diário.

Nesse caso, a primeira coisa a se pensar ao projetar o seu trabalho home office é onde seu escritório deve estar localizado. Considere também o seu estilo de trabalho e tudo que precisa para executá-lo, assim como as necessidades das pessoas que convivem no ambiente.

Com um espaço de trabalho dedicado a isso, onde você pode se concentrar, fica mais fácil aproveitar os benefícios do trabalho remoto que listamos anteriormente. E uma dica adicional para que os membros da família respeitem seu espaço: use uma dica visual no ambiente, como um sinal de “não perturbe” – principalmente quando participar de chamadas de áudio e vídeo!

2. Não esqueça da iluminação do ambiente

Nossos espaços de trabalho nas empresas são sempre pensados para entregar o melhor ambiente possível, seja falando de ergonomia, equipamentos ou iluminação. E durante o home office, pode ser difícil se concentrar se você não tiver a iluminação correta.

Mas se a sua casa é pequena ou as suas janelas não permitem a entrada de tanta luz, como configurar seu espaço para obter uma iluminação ideal? Na prática, buscar uma solução que conte com entrada de luz natural é a principal forma de iluminar o ambiente para melhorar a produtividade e a concentração. Se você tende a trabalhar muito tempo em frente a uma tela de computador, ficar próximo de uma janela é uma boa escolha.

Para quem conta com um ambiente mais escuro, considere utilizar uma luminária durante o dia. Mas é melhor evitar a iluminação com lâmpadas fluorescentes, principalmente em ambientes pequenos. Em vez disso, escolha lâmpadas com uma aparência natural, com tons mais quentes.

O que acontece se eu errar na iluminação?

A iluminação inadequada pode causar fadiga ocular e sonolência, o que dificulta a produtividade. Por isso, o tom da luz também é um fator a ser levado em consideração. As temperaturas de cores quentes estimulam a produtividade, enquanto as temperaturas de cores frias, desde que sejam mais fracas, são calmantes.

Em resumo, garanta que fará o ajuste na sua iluminação para que não fique em um ambiente tão escuro, que o(a) deixe sonolento e cause tensão nos olhos, mas também não exagere na luz, porque provavelmente você terá dor de cabeça no fim do dia.

3. Escolha bem a sua mesa e cadeira de trabalho

No ambiente da sua empresa, provavelmente as mesas já possuem a estrutura adequada para o trabalho. Mas para o home office, este precisa ser um ponto de atenção.

A escolha da melhor mesa para o seu ambiente envolve a quantidade de espaço disponível na área. Ela precisa ser grande o suficiente para acomodar seu notebook ou desktop, enquanto ainda consegue ter um espaço para fazer anotações ou acomodar outros objetos.

Falando da sua cadeira, mesmo que não consiga usar um modelo mais típico de escritório, tenha certeza de que ela estará confortável para você ficar sentado por horas. Escolha sempre um modelo que fique na altura certa em relação a sua posição na mesa.

Não é fácil encontrar um conjunto ergonomicamente adequado para o seu espaço. Mas sempre coloque o conforto do seu espaço como um item fundamental para executar bem o seu trabalho durante o período de tempo necessário.

4. Decore o ambiente com coisas que deixam você feliz

Um dos benefícios de trabalhar com home office é que você pode criar um espaço do jeito que preferir. Afinal, a produtividade cresce em ambientes onde os pensamentos criativos surgem com mais facilidade.

Se para você conseguir isso significa encher o local com plantas, pendurar quadros ao seu redor, encher as estantes de livros e o que mais imaginar – como manter o seu pet do lado para fazer um carinho sempre que quiser – não perca a oportunidade de cercar esse ambiente com coisas que fazem bem!

Quanto mais ficar feliz no ambiente em que está, melhor você poderá trabalhar e produzir ao longo do dia. Lembre-se apenas de manter tudo isso de forma que não atrapalhe seu foco na atividade que está desempenhando no momento.

Nesse caso, não precisa correr para a internet e pesquisar por exemplos de ambientes home office para tentar replicar. Só você sabe como criar uma configuração que funcione bem para a sua rotina.

5. Sempre mantenha a organização

A desordem pode fazer com que um espaço home office, que geralmente é pequeno, pareça ainda menor e até um pouco caótico para desempenhar qualquer tipo de trabalho. Por isso, manter a organização é uma dica que você não pode deixar de seguir.

Quando seu espaço de trabalho está livre de confusão, sua mente pode pensar com mais clareza. E para conseguir agir nesse sentido, não tem erro: o primeiro passo para limpar a bagunça é simplesmente se livrar dos itens que você não precisa. Antes de começar sua rotina diária, certifique-se de que tudo está no local certo e retire qualquer objeto que não usa.

Quanto aos itens que não são utilizados todos os dias, utilize caixas ou gavetas para organizá-los. Agrupar seus itens em grupos também ajuda a encontrar cada um quando precisar deles, porque é mais fácil lembrar onde eles estão agrupados.

5 tipos de ferramentas para o trabalho home office

Agora que você já sabe como funciona, quais são as vantagens, os desafios e as dicas para preparar o seu espaço, não podemos esquecer de trazer as ferramentas indispensáveis para o seu trabalho home office.

Afinal, é nesse período que precisamos contar com soluções que conectam várias pessoas diferentes, para trabalhar em conjunto em projetos e atividades. Durante a pandemia do Coronavírus, o próprio Google disponibilizou gratuitamente uma série de ferramentas para ajudar todos que estão trabalhando em casa.

Mas na prática, existem soluções para várias finalidades diferentes. Listamos opções para 5 tipos diferentes de situações que você certamente passará, confira!

1. Reuniões online

Durante o período de home office, as reuniões planejadas não podem parar de acontecer. Até mesmo os alinhamentos mais rápidos, que acontecem no ambiente de trabalho entre as pessoas que trabalham lado a lado na mesma mesa, precisam continuar no ambiente online.

Portanto, é importante que as equipes se comuniquem com frequência utilizando ferramentas para realizar reuniões online. Com as soluções de videoconferência, fica muito mais simples fazer isso na prática.

As principais ferramentas do mercado permitem criar uma sala gratuitamente e, através de um link de acesso, todos os participantes podem entrar para participar das reuniões com áudio, vídeo e compartilhamento de tela. As principais que você pode utilizar são:

Zoom

O Zoom é uma ferramenta que permite criar um ambiente de videoconferência para compartilhar vários desktops simultaneamente na sala. Na versão gratuita, ele permite uma duração máxima de 40 minutos.

Zoom Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Zoom permite a participação por qualquer dispositivo conectado à internet

Hangouts Meet

O Hangouts Meet – antigo Google Hangouts – é a ferramenta da Google para fazer reuniões online. Como ela é totalmente integrada ao G Suite, o pacote de ferramentas da Google, você pode participar de reuniões a partir de um evento criado no Google Agenda ou de um convite enviado por email.

Hangouts-Meet Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Hangouts Meet é uma das ferramentas mais utilizadas para reuniões online

2. Comunicação em tempo real

Mantendo o foco no compartilhamento e na colaboração entre equipes, uma das formas de trabalhar bem em home office é manter uma comunicação clara com sua equipe e líder usando ferramentas que permitem essa troca em tempo real.

A maioria das pessoas costuma passar os dias sempre próximas dos colegas de trabalho no ambiente compartilhado da empresa, o que significa que a comunicação é muito mais fácil e sem esforço. Já com o home office, é importante definir bem como vai funcionar a estrutura.

Logo, as ferramentas de comunicação são indispensáveis neste momento. E as principais que você pode utilizar são:

Slack

O Slack é um espaço de colaboração por meio da troca de mensagens. É a ferramenta preferida das empresas para manter a comunicação de todas as equipes em um só lugar. Os participantes podem criar canais, que funcionam como grupos de troca de mensagem, ideais para concentrar a comunicação entre as equipes.

Um grande diferencial é a sua integração com o Zoom, Google Drive e vários outros aplicativos.

Slack Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Slack permite a comunicação individual ou por grupos

Rocket.Chat

O Rocket.Chat é um servidor de bate-papo com funções semelhantes ao Slack. É uma ótima solução para comunidades e empresas que desejam criar seu ambiente de comunicações individuais ou em grupo. O detalhe é que essa ferramenta possui código aberto.

Rocket.Chat_ Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Rocket.Chat é uma alternativa para manter a comunicação

3. Gestão de atividades

Além de resolver os pontos de comunicação – seja através das conversas por videoconferência, chat ou grupos – é preciso fazer o gerenciamento de atividades durante o período de home office.

É importante contar com soluções que deixem claro qual atividade cada membro do time está executando no momento e quais as próximas ações prioritárias que precisam ser realizadas ao longo do dia ou da semana. Para essa finalidade, você pode utilizar:

#matrix

Para contar com uma experiência que se aproxima daquela que encontramos no escritório físico, a equipe de Engenharia e Produto da Resultados Digitais desenvolveu uma ferramenta open source chamada #matrix.

Ela funciona como um escritório online que permite que as pessoas visualizem os seus colegas de trabalho e interajam por meio de salas virtuais.

A a ferramenta está disponível em plataforma Open Source para empresas que optarem pelo home office. A implementação possui configurações simples e em apenas dois minutos é possível criar o escritório virtual. Todo o projeto está publicado no GitHub da RD e pode ser executado seguindo os passos no arquivo README.md.

matrix Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Visual do #matrix faz a divisão de salas virtuais

Trello

O Trello é a ferramenta mais simples possível quando se trata de gerenciamento de projetos, mas essa simplicidade esconde um incrível poder organizacional e de gerenciamento de tarefas. Ele utiliza o conceito de quadros, onde cada um pode representar um projeto ou a distribuição da rotina de uma equipe.

Dentro de cada quadro, as equipes criam listas, que são preenchidas com cartões. Os cartões podem ser atribuídos a membros específicos da equipe, rotulados e com um prazo final de entrega.

Trello Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

O Trello utiliza a metodologia Kanban para fazer a gestão das atividades

4. Gerenciamento das ações de Marketing

Durante o trabalho home office, uma das áreas de qualquer empresa que precisa continuar funcionando muito bem é o Marketing. E com todas as possibilidades que a internet e as formas de comunicação online oferecem, todos os negócios já estão colocando o foco no seu trabalho de Marketing Digital.

Assim, é importante contar com uma ferramenta que funcione muito bem para o gerenciamento de todas as atividades de Marketing Digital, mesmo trabalhando de casa. Para aproveitar o ambiente digital e conseguir ampliar o seu volume de vendas, veja uma ferramenta para utilizar, como o:

RD Station Marketing

O RD Station Marketing é uma ferramenta de Automação de Marketing que reúne todas as funcionalidades que sua empresa precisa para atrair, converter e se relacionar com um contato, além de analisar os resultados das suas ações em um só lugar.

Ela foi a ferramenta vencedora do B2B Awards 2019, premiação da B2B Stack que aponta os softwares para empresas mais bem avaliados do Brasil.

Com ela você consegue realizar as ações que precisa para ampliar seus resultados, como por exemplo:

  • Agendar publicações nas redes sociais;
  • Criar e enviar campanhas de Email Marketing;
  • Criar Landing Pages para geração de Leads;
  • Gerar fluxos de nutrição automáticos para sua base de contatos;
  • Analisar os resultados, de visitantes até vendas, e muito mais!

RD-Station Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Visão do dashboard do RD Station Marketing

5. Execução e gerenciamento das tarefas de Vendas

Durante o home office, o processo de vendas também precisa continuar a todo vapor – na medida do possível, claro. E com a evolução do trabalho de Inside Sales, onde os vendedores fecham uma nova venda de forma remota, a gestão das atividades também precisam de um controle contínuo para não deixar nenhuma oportunidade passar.

Sendo assim, você precisa contar com uma solução para a execução e gerenciamento das tarefas de vendas. E nada melhor para isso do que contar com um CRM!

RD Station CRM

O RD Station CRM é uma ferramenta que possibilita fazer o controle de todo o processo comercial da sua empresa, centralizando todas as informações consideradas mais importantes para a gestão do funil e fluxo de vendas. Ela ainda permite fazer toda a comunicação por email e telefone com cada contato, registrando tudo em seguida.

Além disso, quando integrado ao RD Station Marketing, as informações de Marketing e Vendas ficam alinhadas desde o início da jornada do Lead, evitando falhas na comunicação e melhorando o relacionamento com o cliente.

RD-Station-CRM Home office: o que é, como fazer e boas práticas para render em casa

Visão do pipeline de vendas no RD Station CRM

Qual é a sua dica de home office?

Esperamos que todas essas dicas ajudem você durante seu período de trabalho em home office. Quem sabe, quando a crise do coronavírus tiver passado, você perceba que gostou de trabalhar assim e continue. O importante agora é seguirmos as orientações dos órgãos competentes e superarmos esse momento juntos, mesmo que à distância.

Fonte:https://bit.ly/33MkHpL

Pessoas com deficiência em home office: Como a empresa pode ajudar

postado em: Marketing Digital | 0

Deficiente Pessoas com deficiência em home office: Como a empresa pode ajudar

Pessoas com deficiência (PCDs) podem precisar de adaptações extras para trabalhar em casa. Veja dicas de como ajudar seus colaboradores!

Muitas empresas adotaram políticas de home office devido à pandemia do coronavírus. Isso exige de equipes adaptabilidade e de pessoas um grande poder de autogestão para se manter produtivo no isolamento de casa.

Nesse boom de novas ferramentas e plataformas, rotinas e escritórios caseiros, é importante trazer algumas dicas de acessibilidade para empresas que possuem colaboradores com deficiência. Continue lendo para saber como ajudá-los!

→ Para informações de prevenção e saúde, acesse o site do Ministério da Saúde do Brasil e o da Organização Mundial da Saúde (em inglês).

Mobilidade Pessoas com deficiência em home office: Como a empresa pode ajudar

Confira a acessibilidade das suas ferramentas

Nem toda plataforma de videoconferência tem boa usabilidade com leitores de tela. Além disso, nem todo software para acompanhamento de métricas é acessível ou compreensível para surdos.

Tenha mapeadas as deficiências que as pessoas da sua empresa possuem e verifique com elas se tudo está “ok”. Literalmente pergunte para as pessoas: “você está conseguindo trabalhar em home office?”

Caso não, busque alternativas para este período de Covid-19. Na RD, utilizamos o Zoom para calls online, uma plataforma acessível e de bom uso por leitores de tela.

Verifique a acessibilidade dos home offices

A casa das pessoas normalmente não é um escritório – e não faz sentido nenhum exigirmos que seja. Assim, uma pessoa com deficiência física pode não ter móveis adaptados para seu trabalho na sua própria residência – afinal, ela faz outras coisas em casa.

A sua empresa pode deslocar esses móveis adaptados para a casa do colaborador neste período ou mesmo ajudá-lo a adaptar seu próprio ambiente caseiro da melhor forma.

Pessoas com autismo, por exemplo, podem fazer bom uso do trabalho home office sem ter que lidar com as conturbações do deslocamento até o trabalho. No entanto, barulhos e distrações desse ambiente (obras, movimentação de vizinhos e na rua, etc) podem desconcentrá-las constantemente quando precisam trabalhar de forma constante. Então, é importante levar isso em conta quando pensarmos a sua produtividade.

Avalie flexibilizar as metas

Por todas essas questões (e muitas outras, como saúde mental) é fundamental entender que o principal neste momento é conter a epidemia e manter as pessoas saudáveis. Por isso, se as questões de acessibilidade para as pessoas com deficiência da sua empresa não estiverem na sua melhor forma, flexibilize.

Pessoas surdas podem precisar de ajustes nos seus trabalhos, por exemplo, devido à presença de barreiras para se comunicar de forma remota ou por ligações, tendo apenas o recurso de texto como meio de conversa.

Seja em relação a horários, metas, entregas ou o que for, negociar e ser coerente com a realidade do momento é o ponto mais importante para manter um bom ambiente e uma conduta inclusiva.

Posso ajudar?

Para além dessas dicas, vale a pena cuidar com o risco que as pessoas com deficiência correm. Muitos de nós necessitam de auxílio com ações do dia a dia – eu incluso. Ou seja, sempre temos alguém por perto.

Isso nos coloca sempre em risco de contaminação e, caso isso ocorra, colocamos também essas pessoas ao nosso redor em risco. Então, incentive as pessoas com deficiência a ficarem em home office, adapte ferramentas e ambientes e cumpra com seu dever e responsabilidade como empresa.

Se você tiver mais dúvidas de como auxiliar os colaboradores da sua empresa nesse período que estamos enfrentando, eu posso ajudar. Entre em contato comigo pelo LinkedIn ou deixe sua pergunta aqui nos comentários. Se você tem uma prática legal ou alguma experiência para compartilhar, conta para a gente também!

Fonte: https://bit.ly/2wEclEu

9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

postado em: Marketing Digital | 0

9-dicas-de-como-vender-mais-e-melhor-na-internet1 9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

Precisa fazer a gestão à distância dos seus times de Marketing e Vendas? Confira 9 dicas práticas com o time de líderes e especialistas da RD!

Como você faz a gestão do seu time durante o trabalho à distância? Ter uma cultura clara por parte da empresa certamente ajuda a manter o foco e o comprometimento. Existem várias dicas que você pode aplicar junto do seu time que permitem fazer a gestão à distância de equipes remotas de uma forma mais produtiva.

É verdade que as equipes de Marketing e Vendas têm seus próprios desafios quando trabalham de forma remota, além dos problemas que qualquer equipe enfrenta e que o líder precisa gerenciar. Só que implementando algumas estratégias – tanto por parte da gestão como dos liderados – essa rotina pode ficar muito mais clara e simples!

É por isso que listamos uma série de 9 dicas para realizar a gestão à distância da sua operação, tanto de Marketing como de Vendas.

9 dicas para realizar a gestão dos times à distância

Além de dicas para facilitar o seu trabalho de gestão da equipe, que é fundamental durante o trabalho home office, você vai conferir algumas sugestões para compartilhar com o seu time sobre produtividade, saúde e bem-estar.

Afinal, para manter uma boa performance mesmo trabalhando à distância, é importante não esquecer de apoiar o lado profissional, pessoal e emocional de cada um.

1. Implemente boas práticas de comunicação e gestão de conflitos

Diferentemente do trabalho no escritório – onde todos sentam próximos um do outro e fica muito mais fácil de conversar sobre qualquer assunto – é preciso ter uma comunicação muito mais próxima com o time para que os conflitos e problemas que apareçam no dia a dia possam ser resolvidos rapidamente durante a gestão à distância.

Para isso, é essencial cumprir com dois passos:

  • Alinhamento de expectativa com o time sobre as formas de comunicação: defina qual o melhor momento e ocasião para usar cada um dos canais diferentes, dependendo do nível de importância e urgência da mensagem.
  • Stand-up matinal: faz toda a diferença contar com um momento de compartilhamento entre o time para falar como cada um se sente no dia, o que fez no dia anterior, o que vai fazer hoje e se precisa de ajuda para algum ponto.

“Com isso a gente consegue ter uma comunicação próxima mesmo que não esteja todo mundo na mesma mesa”

2. Incentive a troca de informação entre todo o time

Para gerir a troca de informações, é importante dar preferência para as conversas através de canais e grupos ao invés das mensagens individuais. É fundamental que todos saibam das atualizações e novidades.

Logo, mantenha todas as próximas ações e sprints abertas em documentos compartilhados ou por meio de alguma ferramenta. No Trello, por exemplo, você pode listar todas as principais atividades do dia a dia para que fique mais fácil entender o que cada um está priorizando no momento.

“Se for pecar, peque pelo excesso. Não deixe o seu time sem informação sobre os próximos passos e sobre o seu planejamento”

3. Aproveite os recursos digitais para fazer a comunicação

Para conseguir manter todo o time alinhado e com a comunicação aberta para todos, é possível utilizar várias outras soluções digitais, como o Hangouts ou o Zoom para videoconferências. Essa é uma forma de manter a integração entre os times, tanto de Marketing como de Vendas.

Pensando no contato com os clientes, o uso desses recursos também auxilia no compartilhamento de estratégias para manter todos alinhados e na mesma página sobre as próximas ações.

Essa iniciativa vem contribuindo para o time, que consegue demonstrar para os clientes como continuar utilizando o RD Station Marketing ou o RD Station CRM.

“Também é importante usar os recursos digitais para deixar registradas as ações que cada pessoa do time vai fazer”

4. Mantenha um clima positivo entre a equipe

Muitas vezes achamos que o clima só é importante durante o trabalho presencial. Mas este é um elemento muito importante também durante o trabalho home office.

Para melhorar, é possível seguir duas práticas:

  • Compartilhar algo do seu dia: pode ser feito pouco antes do fim do expediente – usando as ferramentas de comunicação do time – para compartilhar algo que normalmente seria dito se todos estivessem no mesmo ambiente de trabalho.
  • Criar momentos de descontração: assim como acontece no escritório, você pode usar de momentos de interação e descontração, que podem ser vividos usando um jogo online, por exemplo.

“As dicas ajudam a sair um pouco do tradicional, pensando realmente no bom clima que você quer para o seu time”

5. Indique a divisão do espaço de trabalho e o respeito aos horários

Pensando na produtividade do seu time, tendo em vista que nem todos podem ter uma adaptação fácil à rotina feita com base no home office, é importante passar a dica sobre o espaço de trabalho e do horário.

Para conseguir manter a concentração, definir uma divisão física do local para o trabalho, mesmo que seja só o local de colocar uma mesa e cadeira, pode ajudar a manter o foco nas atividades.

Mas como o trabalho é realizado da própria casa e a percepção do tempo fica diferente de quando estamos trabalhando no escritório da empresa, é comum que o seu time fique almoçando enquanto trabalha ou passe aqueles minutinhos no final do dia, o que vai contra as boas práticas de produtividade.

Por isso é importante seguir uma rotina que já indique o horário de início do trabalho, o horário de almoço, os intervalos e a saída.

“Com essa divisão bem distribuída, me sinto mais organizada e consigo seguir mais a minha agenda, o que acaba ajudando na minha rotina”

6. Utilize uma ferramenta de organização do time

A estrutura e organização do time feita no ambiente do escritório também pode ser implementada no gerenciamento da sua operação à distância através de uma ferramenta digital.

Nós utilizamos a #matrix, uma ferramenta open source desenvolvida pelo time de Engenharia e Produto que simula uma experiência semelhante daquela que encontramos no escritório físico para o ambiente virtual. Todo o projeto está publicado no GitHub da RD.

Com ela, fica mais fácil ver quem está na sala da equipe – indicando que está realizando as atividades do dia – ou quem está participando de uma reunião, por exemplo. Ainda dá para criar salas de descanso e fazer calls diretamente pela ferramenta, tornando a comunicação ainda mais ágil dentro dessa organização.

“A gente tenta trazer essa vivência do dia a dia do escritório usando as salas da #matrix” 

7. Defina metas objetivas e claras para o time

O time de Vendas trabalha com base nas metas que precisam alcançar. E é por isso que na gestão à distância essa definição precisa ser clara e bem objetiva, para que todos tenham confiança no trabalho que estão realizando.

A transparência dos números e entregas também deve fazer parte dessa definição. Esse passo pode ser colocado em prática por meio das ferramentas utilizadas no dia a dia.

“Amarrar as metas em processos e procedimentos é fundamental para ter algo bem detalhado e organizado para que o time possa ser gerenciado e se gerenciar”

8. Práticas que proporcionam bem-estar no home office

Muitas pessoas criam hábitos dentro do escritório que acabam sendo deixados de lado quando estão trabalhando de casa. Então, faz parte do processo de gerenciamento à distância levar para o seu time as melhores práticas de bem-estar.

  • Fazer pausas: trabalhar de casa pode dar a falsa sensação de que as pessoas já estão confortáveis, e isso pode fazer com que o seu time trabalhe várias horas seguidas sem perceber. Logo, é importante aderir às pausas, assim como é feito no escritório.
  • Reservar um tempo para tomar sol: esta é uma dica fundamental, já que o sol é o fator que nos auxilia na absorção de vitamina D. E durante o trabalho home office é raro lembrar do quanto essa prática é importante.
  • Ginástica laboral: os exercícios podem ser adaptados para o trabalho remoto, e além de proporcionar um momento de bem-estar também garantem um momento de descontração com o time quando é feito em conjunto – combinando um horário e compartilhando tudo durante uma videoconferência.

“Lembre-se sempre de se preocupar com sua saúde. Seguir esses pontos vai proporcionar muito mais bem-estar na rotina”

9. Mantenha sua estratégia de Marketing e Vendas integrada em um único lugar

No trabalho à distância, já vimos que é importante manter todos os integrantes do time na mesma página. Mas além de usar uma ferramenta de comunicação para isso, é essencial contar com um sistema que mantenha sua estratégia tanto de Marketing como de Vendas integrada.

Utilizar um software onde você possui a sua estratégia integrada em um único dashboard ajuda a manter todo o time alinhado e a continuar com uma boa performance. Afinal, assim todos conseguem ter visibilidade das suas metas e do que precisa ser feito para alcançar os objetivos de cada área.

Você pode contar com uma ferramenta tudo em um para o Marketing – que permita a execução das demandas por todos os integrantes do time – aliada a uma que organize o seu processo comercial e a cadência de contatos.

Se está você está pronto(a) para colocar em prática essa última dica, que tal fazer um trial gratuito e sem compromisso das nossas ferramentas? Assim, você aproveita as horas extras que o trabalho remoto proporciona e já confere algo novo! 🙂

Fonte: https://bit.ly/39kPbjN