Instagram ou TikTok: qual rede social os brasileiros mais usam?

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O Instagram e o TikTok disputam a mesma audiência digital de vídeos curtos. Mas qual é a plataforma mais usada pelos brasileiros para consumir esse tipo de conteúdo? A resposta pode mudar completamente a estratégia de marketing dos negócios. Então, analisamos o uso das redes sociais no Brasil para responder a essa questão e trazer outros insights para sua estratégia.

Destaques sobre o uso de Instagram e TikTok no Brasil:

  • 93% do público no Instagram passa por ali diariamente;
  • 82% deles seguem alguma marca na rede de vídeos curtos;
  • 78% dos usuários do TikTok abrem o app todos os dias;
  • e 70% acham que as marcas devem estar nas redes sociais.

Instagram ou TikTok: qual é a rede mais usada no Brasil?

Não há dúvida: o Instagram é a rede social mais usada no Brasil não só para vídeos curtos, como no geral.

Podemos citar nesse sentido o relatório Digital 2024: Brazil, de We Are Social e Meltwater. Ele diz que 91,2% dos usuários de internet no País com idade entre 16 e 64 anos acessam o Instagram. Já o TikTok é usado por 65,1% dos respondentes.

Enquanto isso, o Panorama Mobile Time/Opinion Box — Uso de Apps no Brasil, de abril de 2024, destaca o fato de que 36% dos brasileiros conectados passam a maior parte do tempo on-line no Instagram. Por outro lado, apenas 4% podem dizer o mesmo do TikTok.

A rede social da Meta, portanto, não perderá a liderança tão cedo. Mas isso não quer dizer que ela seja inalcançável. Há uma preocupação dos usuários em relação às novas políticas anunciadas por Mark Zuckerberg, a percepção de que a rede pode fazer mal à saúde mental e a franca ascensão do concorrente chinês.

Curiosamente, há um único dado em que o TikTok vem à frente do Instagram. O relatório “TikTok no Brasil 2025”, do Opinion Box, mostra que 41% dos usuários preferem assistir a vídeos de curta duração por ali. O Instagram vem logo atrás, com 40%. Tal número sugere que o app da ByteDance oferece uma experiência igual ou melhor com esse tipo de conteúdo e tem potencial para destronar o líder no futuro.

Instagram está presente em 90% dos smartphones no Brasil

O Panorama Mobile Time/Opinion Box traz outro dado expressivo do Instagram no Brasil. O aplicativo está instalado em nove a cada dez aparelhos de smartphone. Apenas o WhatsApp apresenta maior distribuição no País.

O Instagram lidera em mais um quesito: é um aplicativo que os brasileiros abrem com maior frequência. De acordo com o Opinion Box, 93% acessam o app ao menos uma vez ao dia e 57% o fazem várias vezes diariamente.

Há também uma maior proximidade com as marcas na rede social da Meta. No Instagram, 82% dos brasileiros seguem alguma empresa. Inclusive, 72% já compraram algum produto ou serviço descoberto por ali.

Os usuários do Instagram ainda são bastante propensos a compartilhar os conteúdos vistos na plataforma. Oito em cada pessoas ouvidas na pesquisa “Instagram no Brasil 2025” revelaram o hábito de repassar as publicações a outras pessoas. Mas quais são os conteúdos favoritos do público?

Estes são os temas preferidos dos perfis que os brasileiros acompanham:

  • Viagem e turismo: 52%
  • Saúde e fitness: 44%
  • Gastronomia e receitas: 42%
  • Humor: 42%
  • Finanças: 37%
  • Música: 35%
  • Moda: 33%

TikTok é usado como fonte de distração e diversão

Apesar de 70% dos usuários no TikTok concordarem com a afirmação de que as marcas devem estar presentes nas redes sociais, o público ali tem uma relação diferente com os negócios. Por exemplo, apenas 45% seguem perfis comerciais, bastante abaixo dos 82% no Instagram.

Uma consequência disso é um percentual menor de conversão direta no TikTok. Pouco mais de um terço do público (36%) já comprou algum produto ou serviço descoberto na rede social da ByteDance, como informa o “TikTok Brasil 2025”.

Podemos explicar essa diferença pelo fato de que o TikTok é usado acima de tudo como fonte de entretenimento. O aplicativo é procurado para distração por 62% dos usuários e para diversão por 53%. Não à toa, conteúdos com temas de humor e descontração fazem maior sucesso.

Essa procura por entretenimento é diária, por sinal. Oito em cada dez brasileiros ouvidos pelo Opinion Box abrem o TikTok ao menos uma vez por dia.

Veja os tipos de conteúdos que mais atraem o público nacional:

  • Humor: 57%
  • Viagem e turismo: 50%
  • Saúde e fitness: 46%
  • Gastronomia e receitas: 37%
  • Música: 37%
  • Notícias: 35%
  • Finanças: 32%
Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/instagram-ou-tiktok-qual-rede-social-os-brasileiros-mais-usam/

O que é Dark Response Marketing (dark social)

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young-women-showing-whatsapp-messenger-icon.jpg1_-1024x758 O que é Dark Response Marketing (dark social)

Dados do Google revelam que as buscas sobre o que é dark response marketing deram um salto em 2023. Apesar desse nome enigmático, parecendo quase uma prática secreta, o conceito refere-se a um comportamento bastante comum do consumidor.

Também conhecido como dark social, o dark response marketing surgiu muito antes das redes sociais e da internet como um todo. Mas é nelas, nos aplicativos de mensagens e no e-mail que esse conceito se propagou.

Podemos traçar esse termo até um artigo de 2012 escrito por Alexis C. Madrigal para a publicação The Atlantic. Nele, o autor já apontava que o compartilhamento de links e mídia nas redes sociais era apenas a ponta do iceberg. Então, o que isso significa para as marcas que desejam mensurar cada interação com suas campanhas?

É isso o que veremos adiante. Entenda o que é dark response marketing e muito mais em seguida.

O que é dark response marketing ou dark social?

O conceito de dark response marketing, ou dark social, refere-se ao compartilhamento de links e mídia que não pode ser monitorado por ferramentas tradicionais do marketing, como o Google Analytics ou plataformas de gestão de redes sociais. Ou seja, acontece às escuras.

No entanto, podemos citar um exemplo de dark social muito anterior à internet: o boca a boca.

Imagine que o consumidor A viu o anúncio da sua marca na televisão. Você sabe disso porque acompanha os indicadores de medição da audiência na TV e calculou o público alcançado diretamente pelo comercial. Só que o consumidor A contou para B sobre o produto ou serviço anunciado. Esse B então comprou na sua loja, mesmo sem contato direto com a campanha.

Aí está um caso de dark response marketing, porque o compartilhamento da informação não pôde ser mensurado.

Outros exemplos de dark social incluem:

– Conteúdos enviados por e-mail;
– Links compartilhados por aplicativos de mensagem;
– Compartilhamentos em grupos privados;
– Trocas em plataformas de trabalho, como Slack e Discord;
– Postagens e Stories que não mencionam diretamente a marca.

Uma pesquisa de 2016, realizada pela Rhythm One, já calculava que 84% do compartilhamento de conteúdo on-line é feito por dark social.

Imagine agora em 2023, quando o WhatsApp está instalado em 99% dos smartphones no Brasil e 94% dos brasileiros utilizam o aplicativo todos os dias. Esse dado, presente no “Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil, de agosto de 2023”, indica que muito do alcance da marca pode estar em forma de mensagens, prints e outros compartilhamentos secretos.

Como impulsionar uma estratégia de dark social?

Vimos que o dark response marketing é uma forma de compartilhamento muito difícil de rastrear. Isso representa um desafio para os profissionais de marketing que desejam mensurar cada interação com a marca.

Entretanto, em vez de coibir essa prática, vale mais a pena investir nela. Afinal, as pessoas estão falando do seu negócio. Além disso, é bom estar de olho que as métricas de marketing podem enganar.

Se você deseja mais consumidores compartilhando e comentando seus conteúdos, seja no canal que for, aqui estão algumas dicas que podem ajudar.

Crie conteúdos interessantes para o público

Deixe a abordagem de vendas um pouco de lado. Destaque curiosidades, traga dados relevantes, conte histórias envolventes e, sobretudo, entretenha. Por sinal, o entretenimento em vídeo é excelente para aumentar o potencial de descoberta da marca.

Aqui, a dica é criar conteúdos que você desejaria compartilhar mesmo que não fossem do seu negócio.

Facilite o compartilhamento

Uma regra geral para estimular o dark response marketing é usar links curtos, que são mais fáceis de compartilhar. Com uma conta no bit.ly, por exemplo, é possível configurar links com palavras chamativas.

Além disso, cada rede social ou plataforma tem uma dinâmica própria de compartilhamento. Adapte seus conteúdos para torná-los mais interessantes de compartilhar em cada uma delas.

Crie destaques

Selecione frases, elabore infográficos e crie outros destaques com botões diretos para compartilhamento nas redes sociais, aplicativos de mensagem e e-mail.

Como medir campanhas no dark response marketing?

Ainda que seja difícil rastrear o engajamento em dark social, é possível ter uma ideia aproximada de quais canais estão contribuindo para espalhar a mensagem da marca.

Google Analytics e URL específicos

Se você deseja mensurar a origem do tráfego para um site ou blog, o Google Analytics é a ferramenta certa para isso. Mas, para que funcione dentro do dark response marketing, é preciso criar links únicos para cada canal de divulgação.

Então, utilize URLs específicos nas suas campanhas. Ou seja, crie endereços customizados para cada plataforma. Por exemplo, para divulgar um conteúdo no Facebook, você vai adicionar uma tag UTM para identificar aquele link com a rede social e saberá quando ele for usado pelo público.

Se você tem botões de compartilhamento no site ou blog, também vale oferecer uma gama de opções para os usuários e monitorar as ações executadas pelo Google Analytics.

Monitoramento social

Uma ferramenta como o Get Social, entre outras soluções de monitoramento social, é capaz de mostrar em quais plataformas o conteúdo da marca foi compartilhado. Essa é uma aproximação, mas já permite ter uma ideia dos canais que funcionam melhor para a distribuição da campanha.

O Get Social ainda oferece uma calculadora de dark social para estipular o tráfego gerado por dark social para um website.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/saiba-de-vez-o-que-e-dark-response-marketing-dark-social/

Como vender na internet o que você já vende na sua loja física?

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A importância que a web conquistou no dia a dia do consumidor justifica a busca de informações sobre como vender na internet.

Afinal, é difícil encontrar quem não faça uso da internet hoje, até porque nem precisamos mais de um computador, basta ter acesso a um smartphone.

Além do alcance do público (que aumenta de forma exponencial no ambiente online), pesa a favor dessa decisão de ampliar os canais de venda da loja física para a internet as facilidades na gestão do negócio.

Neste artigo vamos esclarecer suas dúvidas sobre isso. Acompanhe!

Por que investir num sistema para fazer vendas pela internet?

As estatísticas sobre o comércio eletrônico colocam em evidência a importância das vendas pela internet para o varejo e o setor B2B:

– Temos hoje no país mais de 150 milhões de usuários de internet. Desses, 140 milhões mantêm contas nas redes sociais.

– Segundo dados da 39ª. edição do Webshoppers, as vendas online apresentam crescimento maior que o varejo tradicional em praticamente todos os países que já operam o comércio eletrônico. Ou seja, saber como vender na internet é uma forma segura de expansão das marcas.

– Outro dado importante: apesar do crescimento, a participação das vendas online na América Latina ainda está abaixo do índice mundial, o que mostra o potencial de crescimento.

– O mobile commerce tem puxado o crescimento nas vendas via internet. Em janeiro de 2019, respondeu por mais de 40% das transações. Enquanto o e-commerce total cresceu 12% em 2018, o m-commerce alcançou 41% no mesmo período.

– Para quem ainda tem dúvidas sobre vender os produtos da loja física na web, tem outra informação relevante: já são 58 milhões de consumidores online, ou seja, 27% da população brasileira.

– Em 2018, o número de pedidos chegou à marca de 123 milhões, e o ticket médio de compras foi de R$ 434, alta de 1%.

Como vender na internet: por que a integração dos canais é o melhor caminho?

Entendida a necessidade de expandir os canais de venda para aproveitar a expansão do comércio eletrônico, é o momento de analisarmos como a venda dos produtos da loja física pode ser feita na internet.

Atenção: é importante preparar um planejamento específico para a loja virtual, detalhando os objetivos e as iniciativas que serão implementadas.

Em muitas situações ela vai funcionar como uma extensão da sua marca, mas é importante respeitar as particularidades do ambiente virtual.

Em vez de duas operações distintas, o ideal é focar na integração. Daí a importância da de ter uma plataforma de e-commerce com hub nativo. É isso que vai assegurar mais facilidades na gestão da operação e, claro, no atendimento do cliente.

Na JET NEO, por exemplo, todas as vendas são administradas numa plataforma única. Assim, não importa o local de transação, os registros e o controle estão no mesmo sistema.

Valorizando o conceito de omnicanalidade, o consumidor pode optar pelo canal que for mais conveniente para ele: website, mobile, aplicativo de mensagem, marketplace ou redes sociais.

Ainda de olho na experiência do usuário, é importante analisar com cuidado o modelo de plataforma que será escolhido.

A operação no sistema SaaS apresenta vantagens em termos de custos e tem outro diferencial: permite que a loja tenha acesso às atualizações.

Pode parecer um detalhe, mas não é. A tecnologia tem evoluído rapidamente na área de e-commerce e a todo o momento surgem novas soluções.

Para fazer isso a sua loja precisa ter condições de fazer as integrações com outros fornecedores que compõem o ecossistema do e-commerce, como meios de pagamento e sistemas que garantem mais segurança para a loja.

Quais as vantagens que serão obtidas com a loja online?

Expandir a área de atuação da loja é uma razão importante para investir num sistema de e-commerce, mas existem outras vantagens igualmente importantes. Vamos analisar alguns diferenciais que podem ser obtidos com a integração:

Foco na conversão

As plataformas de vendas via internet contam com diversos recursos para estimular a compra e, assim, favorecer o aumento da taxa de conversão.

Estamos nos referindo à medidas simples, como agilidade na hora do checkout, até soluções mais sofisticadas, como a identificação automática do cliente numa recompra.

Para quem tem a loja física, uma das vantagens na operacionalização é ter todas as informações reunidas. Não importa o canal, os dados ficam registrados, o que facilita a gestão.

Automação de marketing

Ao usar as ferramentas de promoção da plataforma (como “compre um, leve dois”), os gestores conseguem aumentar o valor do ticket médio dos clientes.

Não tem interesse em realizar a mesma ação na loja física? Sem problemas, é só especificar isso nas mensagens da plataforma.

Em termos de estratégias, o ideal é conseguir pensar no que funciona melhor para cada canal. A vantagem, no ambiente online, é que todas as informações do cliente estão registradas, então temos condições de abordá-lo de forma personalizada.

Sem esquecer que, com a automação dos processos de marketing, o envio de e-mails customizados, por exemplo, é feito de forma simplificada.

Experiência do usuário

Vender produtos da loja física no ambiente online favorece a experiência do usuário, indicada hoje como conceito-chave para trabalhar a retenção de clientes.

A proposta é valorizar a conveniência do consumidor, que trafega com facilidade entre os canais, usando o melhor de cada um, de acordo com a sua necessidade naquele momento.

Por exemplo, ele pode ir até a loja para conhecer de perto as características de determinado item, e optar por fazer a compra via e-commerce.

Em outros momentos, fará a pesquisa na internet, mas fechará o negócio via aplicativos de mensagens, por causa da facilidade.

Nesse caso, com alternativas como o Zap Commerce, ele tem a vantagem de contar com o suporte de um vendedor e poderá finalizar a compra num ambiente seguro, de forma automatizada.

Como vimos neste artigo sobre como vender na internet produtos da loja física, hoje praticamente não existem limites para o e-commerce. As plataformas evoluíram muito e, em vez de concorrência entre as duas operações, o que se visa é a integração.

Preparado para estruturar a sua operação de comércio eletrônico? Confira todos os passos necessários neste Checklist para implantação de e-commerce.

Fonte:

Por que estar presente no ambiente digital é importante para aumentar a visibilidade das marcas?

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Que o mercado publicitário está em constante evolução isso não é novidade. Muitas agências têm adotado estratégias capazes de melhorar a performance de suas campanhas e impactar de diversas formas o público-alvo. Por isso, estar no ambiente digital é o primeiro passo para conseguir conquistar de forma efetiva seu target.

Hoje, há muitas plataformas e tecnologias no mercado capazes de ajudar uma marca a criar, desenvolver e divulgar suas peças nos meios dos ambientes digitais. O uso da Inteligência Artificial, como já falamos em outro artigo, se tornou um chamariz para captar todas as informações e dados necessários para analisar e construir, da melhor maneira, as campanhas de seus clientes.

Acredito que as soluções tecnológicas seguem como grandes aliadas para quem busca o aprimoramento e a otimização de processos. Além de ser um facilitador, a distribuição de conteúdo por meio digital, por exemplo, vem de encontro com o processo de desligamento do sinal de TV analógica no país. Segundo estimativas do Governo Federal, ainda em 2017 o Estado de São Paulo e outras 378 cidades de diversos Estados terão apenas o sinal digital.

Com essas mudanças, será preciso uma maneira diferente de se apresentar ao público. É preciso, em definitivo, um entendimento das agências de que aprimorar os processos de criação e distribuição de campanhas é essencial para garantir a otimização, segurança, agilidade e eficácia na entrega da publicidade.

A televisão, por exemplo, deixou de ser o único canal de comunicação das marcas com as pessoas e essa é uma evolução muito importante e que ainda exige um pouco mais de maturidade do setor.

Se pararmos para pensar, o poder de escolha que o conteúdo OTT (Over the Top), ou sob demanda, dá ao público, proporciona aos consumidores uma forma diferente de montar sua programação e escolher quando e onde assistir. O fato de não depender de uma programação fixa, mostra a realidade que quero que muitas marcas e agências entendam – quem não estiver no ambiente digital ficará para trás.

Alguns anunciantes já entenderam essa questão e se adaptaram as novas ferramentas e plataformas disponíveis no mercado.

Para finalizar, defendo que a era que estamos vivendo é a dos conectados e de uma completa integração entre todas as áreas.

O que agências e anunciantes precisam entender é que criar campanhas atraentes, que despertam a atenção, aliada a uma boa ferramenta de distribuição, é de extrema importância para chamar atenção do seu público-alvo e conseguir uma verdadeira conexão com o consumidor final. E aí, está esperando o que para investir nesse segmento?

Fonte: https://goo.gl/EPmWGL