Tribalismo no marketing digital

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Interagir com pessoas de formas diferentes baseado no comportamento, local e contexto é um conceito simples de entender, e faz parte do nosso cotidiano.

Por exemplo, um senhor de terno e gravata entra em uma loja de roupas, ele terá uma recepção diferente de um jovem de bermuda e camiseta de banda de heavy metal ao entrar nesta mesma loja.

Conceitos simples que entendemos e processamos de forma natural, eles podem até querer comprar o mesmo produto, porém a jornada será certamente diferente. Esses são os desafios complexos que as marcas enfrentam hoje em dia. Mas como ser relevante para todas as tribos?

Atualmente, as marcas precisam acolher o consumidor, e criar experiências para atender as expectativas deles. E na comunicação, ser relevante para seu público alvo e sua “tribo”, torna-se uma ferramenta poderosa e essencial nessa nova dinâmica.

Isso porque a sociedade está cada vez mais complexa, com diversas segmentações e ramificações. Nesse momento é quando o consumidor começa a interagir mais com as marcas que ele se identifica e reconhecer como sendo sua “tribo”, exclusiva a todas as outras pessoas.

Afinal, todo mundo gosta de se sentir parte de algo maior, de se sentir incluído e especial.

Segmentar por sexo e idade não é mais suficiente.

Com a ajuda da tecnologia que está disponível há mais de 10 anos, falamos muito de engajamento desde sempre e já estamos cansados de saber o que o consumidor espera das marcas.

Um bom vendedor entende que para melhorar suas chances de vender ele precisa deixar o cliente mais à vontade e mais interessado no produto. Para isso ele precisa salientar as vantagens do produto e como ele vai melhorar a vida do cliente.

Para aplicar estas técnicas de vendas, o vendedor precisa necessariamente inferir alguns padrões sobre o cliente: seu gosto, sua linguagem e o nível de interesse no produto em questão.

Além disso, ele precisa ser inteligente e usar as informações externas para o convencimento do cliente, como o local, o clima, a economia, dentre muitos outros. Porque seria diferente no ambiente digital? Não deveria, mas é.

No digital estamos bombardeando o consumidor com a mesma mensagem várias vezes, visando o clique dele. Repetindo a exaustão o produto que ele viu e não comprou, focado em otimizar para o clique, sem pensar na mensagem ou no objetivo do investimento que desejamos.

Esse ambiente foi desenhado para criar experiências de forma personalizadas. Nele conseguimos a escala e a automação necessária para aumentarmos a relevância e permite explorarmos diversos fatores que podemos considerar importantes e essenciais na hora de interagir com os consumidores. Sabemos o local em que ele está, o dispositivo que está usando, como chegou até sua publicidade, além das informações de comportamento que podemos comprar de empresas especializadas.

Todos esses dados servem para criar o momento ideal e a mensagem correta para falar com as pessoas certas. Quanto mais informação você obtém do consumidor, mais customizado e eficiente será seu marketing.

Mas há luzes no fim do túnel. Algumas marcas já estão se preparando e investindo em segmentação inteligente para aumentar a relevância para essas tribos. Temos casos de grandes marcas que antigamente definiam verbas publicitárias nos orçamentos, agora definindo a entrega da publicidade por meio da relevância de cada produto para o usuário.

Ou seja, têm uma verba única e definem qual linha criativa e de qual produto será entregue, dependendo do perfil do cliente. Um consumidor masculino que gosta de moda, por exemplo, às 21 horas, vai ver um sabão de lavar roupas premium e suas vantagens para lavar tecidos nobres.

Entendemos que ele está em casa e que é melhor mostrar sabão de lava roupas, do que qualquer outro produto do portfólio da empresa.

Vale lembrar que a segmentação de usuários permite as marcas entregarem os produtos mais relevantes para cada tipo de pessoa no momento certo. Temos clientes pensando fora da caixa e desafiando a frase “vender sorvete para esquimó” ao definir a promoção e a entrega de publicidade com base na temperatura em várias cidades do Brasil.

Esse cliente define níveis de descontos progressivos, baseado na temperatura da cidade de entrega da publicidade e se tiver muito frio ou muito calor, suspende a campanha. Isso porque no frio, o ROI fica muito baixo e no calor o consumidor não precisa de convencimento.

Os retornos com eles foram excepcionais, como também otimizou muito o custo da campanha, sem investir quando não era necessário, tudo de forma escalável e automática.

Um outro caso simples é uma marca que optou por contar uma história ao invés de repetir a propaganda várias vezes para os usuários. Contávamos a frequência com que o potencial cliente via a publicidade e criamos uma ordem para os criativos.

Haviam várias histórias que eram escolhidas baseadas no perfil do usuário. Um criativo era mostrado depois do outro de forma que contasse uma história com começo, meio e fim. A preocupação não era com o clique, mas sim com a experiência do usuário e com o storytelling.

Depois da sequência de criativos ser mostrada, não era desperdiçado mais nenhuma impressão com aquele cliente.

Por fim, consumidores modernos querem saber como se relacionam com tudo e as mensagens customizadas permitem uma ressonância muito maior. Marketing feito de forma personalizada não só é mais eficiente como também cria maior relevância para o usuário, poupando e otimizando verbas tão preciosas hoje em dia.

Fonte:

Marketing de conteúdo nas redes sociais representa 20% das ações de anunciante

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Quem entende de marketing digital sabe que todas as verticais são relevantes no processo de conversão do e-commerce, uma vez que impactam o usuário de várias formas, em diferentes momentos. Entre as opções disponíveis para as marcas propagarem seu nome na web, uma tem se destacado: o marketing de conteúdo, especialmente nas redes sociais. Um levantamento da rede de afiliação Awin junto aos seus anunciantes no Brasil mostra que o marketing de conteúdo em plataformas como blogs e Facebook representa 20% de todas as ações realizadas pelas marcas.

Muitas vertentes, inclusive, se misturam. É comum, por exemplo, que sites que trabalham com cashback (como é conhecida a ação de marketing que devolve ao usuário parte do dinheiro que foi pago), ou portais que oferecem cupons de desconto, produzam conteúdo em conjunto com os influenciadores parceiros.

Para Javier Gómez, Head of Publishers na Awin, essa é uma vertical estratégica para o anunciante, porque é capaz de conseguir resultados expressivos tanto do ponto de vista da performance de vendas quanto da construção de marca. “Cada vez mais, a tendência é que o marketing de afiliação se aproxime do universo dos influenciadores, atrelando conteúdos pertinentes de acordo com o público e com as temáticas”, comenta.

Dentro do inbound marketing, segundo Gómez, o segmento que mais tem se destacado e registrado aumento de vendas são canais que abordam temas relacionados à tecnologia. “Alguns dos fatores que influenciaram positivamente estes resultados são a maneira que esses afiliados do setor produzem os conteúdos, priorizando reviews bem detalhados e o chamado unboxing, ou seja, aprática de falar sobre produtos recém-lançados. Acredito que, no futuro, esses serão os grandes geradores de receita do e-commerce nacional”, finaliza.

Fonte: https://goo.gl/pq55QT

Estratégias de marketing para seu e-commerce

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O comércio teve uma retomada no fim de 2017 e segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a previsão do crescimento do e-commerce é superar 15% este ano, chegando a um volume de mais 220 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 69 bilhões. Aos poucos o consumidor retoma os gastos e este é o momento de fortalecer os negócios.

Com o objetivo de contribuir com o aumento das vendas e o sucesso do empreendimento, o uso de ferramentas de marketing está cada dia mais presente nas estratégias das empresas e estar presente no meio digital faz toda a diferença para a empresa.

Entretanto, antes de abrir uma loja virtual é preciso escolher a plataforma que seja ideal para o seu negócio. Muitos detalhes são levados em conta para garantir o sucesso de um e-commerce. A estrutura do site, o processo de compra, produtos, preço, frete. São diversos ângulos e todos eles devem ser abordados com cuidado para garantir a satisfação do cliente.

Para isso, a Xtech Commerce, permite que o lojista trabalhe de forma multicanal, além de possuir estratégias que permitem cuidar 360º da inteligência da loja virtual.

Além da plataforma é preciso investir com assertividade. Um grande problema que acontece dentro do mercado é referente aos investimentos em estratégias de marketing. O empreendedor começa a colocar dinheiro em campanhas, anúncios de Facebook, Adwords, sem conhecer exatamente o seu público. Antes de fazer investimentos procure conhecer o seu cliente, dialogue e saiba como chegar até ele.

Usar a tecnologia de big data para isso é uma ótima estratégia. A Zeeng, por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, atua junto às companhias da área de comunicação e marketing para antecipar movimentos estratégicos de concorrentes, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

Investir em anúncios digitais é importante para todos os tipos de negócio. A GhFly é uma agência referência em marketing digital e líder em performance. Em forte expansão no mercado brasileiro é especializada em gestão de campanhas criativas e inovadoras com foco em resultado, aliando mídia online com um formato de consultoria.

Fonte: https://goo.gl/DWY4Cf

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?

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A pesquisa Hábitos e comportamentos dos usuários de redes sociais realizado pelo e.Life Group revelou que os celulares e smartphones já são o principal meio de acesso à internet no Brasil. Os aparelhos móveis são os mais utilizados por 43% dos entrevistados, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

Até aí não parece ser uma grande novidade, já que por onde a gente anda praticamente todo mundo está com um aparelho na mão. Parece tão natural que é preciso um estudo assim para tornar mais evidente o que está na cara, mas que não relacionamos com nossos negócios. Cada vez mais pessoas utilizam esses aparelhos para ter contato com nossa empresa, produtos e serviços. Seja acessando o site, o perfil nas redes sociais e pesquisas no Google, ou mesmo através de mensagens diretas como e-mail e Whats App. Ou seja, o smartphone tornou-se o primeiro canal de contato com seus clientes.

Nos EUA o chamado mobile marketing vem crescendo a taxas de 50% nos últimos cinco anos, devendo movimentar US$ 400 bilhões em 2015. Não à toa, foi considerado um dos principais fatores de estímulo da economia no país.

Tanto que em abril o Google anunciou uma grande mudança nas suas regras, passando a priorizar nas pesquisas os sites com layouts adaptáveis para os aparelhos móveis (responsivos). A medida teve impacto tão grande que os especialistas a apelidaram de mobilegeddon (mobile armageddon), por prever que muitos sites bem posicionados nas buscas iriam desabar por não possuírem versões mobile.

E a sua empresa, está preparada para atender a essa nova demanda?

Tenha em mente que a pessoa que você encontra no metrô, na rua, no shopping ou no trânsito consultando o celular pode estar buscando por produtos e serviços que você fornece, ou até mesmo tentando acessar o site da sua empresa. E aí, o que ela vai encontrar?

Será que vai ficar satisfeita?

Ou, pior, será que vai encontrar alguma coisa?

Conheço muita gente que nunca acessou o próprio site pelo celular ou tablet. Se é o seu caso, faça uma experiência, pegue o seu smartphone agora e tente. Se ele abre rapidamente, se adapta aos diferentes formato de tela, facilita a visualização das principais informações e é de fácil navegação, parabéns! Se, pelo contrário, encontrou uma miniatura do que está acostumado a ver na tela do seu computador ou notebook, em que é necessário empurrar de lá para cá para achar o que procura, é melhor se preocupar pois é assim que um número cada vez maior de potenciais clientes enxerga sua empresa.

Para adaptar a empresa para esse novo momento, transformando o celular em uma ferramenta para gerar novos negócios, o primeiro passo é estar atento às mudanças de hábitos e necessidades dos usuários. Não só a forma de acessar mas também o tipo de informação que procuram pode mudar de acordo com o aparelho usado: pesquisar informações em casa, sentado confortavelmente em frente à tela grande do computador, é uma situação bem diferente de buscar informações andando na rua com um celular de tela pequena. Em casa você pode ter calma para ler textos longos e informações complementares. Na rua, o que precisa são informações rápidas e práticas, como o número de telefone e endereço. As prioridades e necessidades mudam conforme o aparelho a ser utilizado.

O que está acontecendo no varejo norte-americano serve para ilustrar bem esse cenário. Lá, 70% dos consumidores usam smartphones enquanto fazem compras nas lojas para comparar preços, ler resenhas de produtos, obter cupons e verificar o que há no estoque.

Aqui esse comportamento só não é maior devido à precariedade da nossa rede de internet 3G, mas a situação deve melhorar em ritmo acelerado nos próximos anos. As grandes redes varejistas já se conscientizaram que não adianta restringir o acesso na área de vendas com medo da concorrência e algumas inclusive já fornecem acesso wi-fi gratuito. A internet deve ser encarada como uma aliada para aumentar o tempo de permanência do consumidor na loja e estimular a compra.

O segundo passo é adaptar as estratégias e ações de marketing. A equipe da Clínica Marketing Digital preparou a lista das cinco prioridades para colocar sua empresa dentro da realidade mobile. São elas:

Responsividade: site responsivo adapta-se automaticamente ao formato de tela do aparelho utilizado, mas não se resume a isso. É necessário destacar as informações que o usuário quer ver com rapidez, o que pode variar de acordo com o perfil do público-alvo ou da situação. Por isso é importante estudar a versão mobile em conjunto com o desenvolvedor.

Mobile First: Nos EUA, onde o acesso à internet via celular já ultrapassou os desktops e PCs há mais tempo, a prioridade é desenvolver o layout do site para as telas de smartphones e tablets, fator que deve ser levado em conta caso sua empresa pretenda desenvolver um novo site.

SEO: O Google é responsável por gerar de 50% a 60% do tráfego dos sites no Brasil, e a situação na muda em relação ao mobile. Pelo contrário, fazer a consulta no Google pelo celular para buscar informações sobre empresas, marcas e produtos é até mais prático. Por isso é necessário trabalhar o SEO do site também visando os resultados das buscas pelos aparelhos móveis, que podem se diferenciar em relação aos notebooks e desktops pelas palavras-chave.

Publicidade mobile: O Google vem acompanhando essa tendência há alguns anos e já oferece a possibilidade de segmentar as campanhas de anúncios (adwords) de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. E, da mesma forma que o SEO, necessita de uma estratégia própria para o mobile.

Redes sociais: Facebook e Instagram são as redes sociais: se o perfil dos seus clientes e consumidores tem potencial para interagir com sua empresa via celular, é fundamental investir na presença em redes sociais como Facebook, Instagram e Linked In, bastante acessadas por praticamente todo mundo que possui um smartphone.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

A relação entre atualização do Google e a queda nas vendas da sua loja

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O Google realizou uma nova atualização em seu algoritmo de buscas. Segundo especialistas em SEO, a mudança vai tornar mais rígidos os critérios relacionados a qualidade de conteúdo, experiência do usuário (UX) e excesso de anúncios.

Na prática, significa que o posicionamento dos sites nas pesquisas pode sofrer grandes mudanças nas próximas semanas.

Por que o Google faz essas atualizações?

Mais de 80% das receitas bilionárias do Google provém dos anúncios que as empresas fazem em seus inúmeros serviços, entre os principais o sistema de buscas. Segundo informações divulgadas pela empresa, no mundo são realizadas quase 3,5 bilhões de pesquisas diariamente e, no Brasil, o Google concentra mais de 90% das buscas na internet.

Para manter esse volume de uso, é necessário que possua uma característica fundamental a qualquer serviço: qualidade. Nas buscas, a qualidade se traduz em rapidez, relevância e praticidade.

Por esse motivo, o Google aprimora periodicamente o algoritmo de buscas para fornecer resultados rápidos, com informações confiáveis e que podem ser facilmente acessadas independentemente do aparelho que a pessoa esteja usando, quer um PC, tablet ou celular. Para se adequar aos critérios do Google e garantir o melhor posicionamento nas pesquisas, as empresas precisam se adequar a estas regras, fazendo ajustes para que seus sites sejam abertos com rapidez, se adaptem a diversos tipos de aparelhos e possuam conteúdo (textos, imagens, fotos, vídeos, etc.) que sejam realmente de interesse a quem os procura.

Importância do SEO

No marketing digital, cabe à agência ou profissional de SEO acompanhar as atualizações do Google e fazer ou recomendar os aprimoramentos necessários, o que pode envolver tanto ajustes técnicos de programação quanto produção de conteúdo e até mesmo a experiência de uso, ou seja, a praticidade com que os usuários acessam as informações e navegam pelo site.

É o caso desta nova atualização. A equipe de SEO da Clínica Marketing Digital está acompanhando o processo e fará os ajustes necessários nos sites de nossos clientes assim que a atualização chegar ao Brasil.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

7 métricas essenciais para medir retorno financeiro do email marketing

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O email marketing é conhecido como uma das mais mensuráveis mídias online. Podemos facilmente medir, a cada campanha, números como: Taxa de Abertura, Taxa de Cliques, Taxa de Opt-out e Bounces. Mas para lojas virtuais, será que estas métricas são suficientes para avaliarmos o retorno financeiro de nossas campanhas? A nossa experiência nos mostra que NÃO. Precisamos ir mais a fundo e descobrir outros números para uma avaliação mais precisa. Vamos listar abaixo algumas das métricas que você deve medir rotineiramente.

Antes de começarmos, é preciso ter em mente que devemos contar com a ferramenta Google Analytics para nossa análise. Caso ainda não o utilize, recomendamos começar imediatamente, ele é uma parte essencial para a análise de retorno de qualquer mídia online. Para integrar sua loja virtual ao Google Analytics, basta solicitar que a plataforma de e-commerce configure este recurso, depois de ter a conta criada para o seu domínio no Google Analytics. Não esqueça de ativar o módulo de Comércio Eletrônico dentro do Analytics! É este módulo que fará o cálculo das métricas que precisamos.

1. Receita

Parece óbvio, mas ainda hoje vemos muitas empresas que não medem quanto em vendas foi gerado a partir das campanhas de email. Este é o ponto de partida, precisamos saber este número. Existem basicamente duas formas: uma é através do Google Analytics e a outra é através da plataforma de e-commerce. Recomendamos usar o Google Analytics inicialmente, por ter informações adicionais como veremos a seguir. Ele calcula automaticamente este valor para nós.

2. Ticket Médio

O Ticket Médio é obtido a partir do cálculo da Receita dividida pelo número de pedidos. Com o Analytics configurado, ele dará esta informação pronta para você, bastando filtrar pela Origem do tráfego (exemplo: Mailbiz). Saber o Ticket Médio é importante, pois você pode ter ideia de qual é o valor médio de cada pedido, podendo desta forma comparar com a média da loja como um todo e também com as outras mídias.

3. Taxa de Conversão

Medir a Taxa de Conversão significa analisar o quanto suas campanhas são relevantes para a audiência. Se mede esta métrica dividindo o total de acessos pelo número de pedidos gerados a partir do email marketing. Multiplique por 100 para ter a taxa em percentual. Ao analisar a taxa de conversão por campanha, você poderá identificar qual delas gerou mais vendas em relação ao tráfego gerado. Porém, não se deve analisá-la de modo isolado. Ela possui uma relação normalmente inversamente proporcional ao Ticket Médio. A tendência é que com um ticket médio menor, a taxa de conversão seja maior, o que não necessariamente é algo positivo, dado que queremos sempre obter o valor maior possível em Receita. Esta métrica também é calculada automaticamente pelo Analytics.

4. Valor por Sessão

É uma das métricas mais importantes na avaliação do retorno em vendas. Obtém-se este valor ao dividir o valor de Receita pelo número de sessões em determinado período. O Google Analytics também calcula este valor automaticamente para facilitar nossa vida. O valor obtido mostrará, em R$, quanto é obtido em vendas com cada acesso que temos na loja virtual. Obviamente, quanto maior este número, melhor.

5. Investimento

Esta é uma métrica simples, basta você somar os custos gerados com as campanhas de email marketing. Normalmente é composto pelo valor da mensalidade da ferramenta de email marketing e pelo serviço de criação de conteúdo. Caso a criação das campanhas seja feita dentro de sua empresa, tente estimar quantos % do tempo o seu funcionário se dedica ao email marketing e aplique este percentual em relação ao salário. Some tudo e teremos o valor de investimento mensal.

6. Custo por Sessão

Tendo em mãos o total de sessões geradas e o investimento do período, podemos calcular quanto custou cada acesso à loja virtual a partir das campanhas de email. Basta dividir o total de investimento pelo total de sessões, e assim você terá o Custo por Sessão ou Custo por Clique (CPC), como também é chamado. Quanto menor for este número, melhor. Também é essencial que ele seja menor que o Valor por Sessão, para que haja lucro em cada acesso à loja.

7. ROI

ROI é a sigla para Return On Investment. Em português, significa Retorno do Investimento. Sabendo quanto você investiu e quanto gerou em vendas com email marketing em um período, já se torna possível calcular o ROI. Divida o total da Receita obtida pelo valor do investimento. Assim, saberemos o ROI em R$, ou seja, quantos reais em vendas estamos gerando com cada 1 real investido.

É importante relembrar que você deve sempre filtrar a Origem e a Mídia no Analytics para saber os números apenas do email marketing. Caso você use a integração padrão de nossa ferramenta com o Analytics, a origem será sempre “mailbiz” e a mídia “Email”. Lembrando que você pode personalizar estes nomes informando em cada link de sua campanha os parâmetros “utm_source” e “utm_medium”.

Calculando estas 7 métricas você poderá ter uma visão muito mais clara dos resultados gerados pelas campanhas de email marketing. Relembrando que o Google Analytics é uma parte importantíssima neste processo. Não há porque desperdiçar tamanha quantidade de informações que ele nos traz e, melhor ainda, de modo gratuito! Esperamos ter ajudado com estas dicas e que agora você possa entender melhor e aprofundar suas análises de rentabilidade com o email marketing.

Métricas para medir os resultados das suas ações de marketing de conteúdo

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Antes de definir uma estratégia de marketing e saber se ela está funcionando bem ou não, você precisa saber quais objetivos deseja atingir, para então mensurá-los. Certifique-se de que os objetivos são mensuráveis e que as metas são atingíveis. Isso te ajudará a dividir os objetivos em partes.

Assim, por exemplo, a meta de 10% de aumento em vendas este ano pode depender diretamente do aumento do tráfego do site em 5% ao mês, pelo resto do ano.

Diante disso, é fundamental saber quais são os reais objetivos para, só então, criar o conteúdo, adaptando-o ao perfil e às necessidades do seu público. Dessa forma, as chances de obter sucesso nas ações de marketing de conteúdo, e do seu negócio em geral, serão maiores.

Existem várias métricas que podem ser utilizadas para mensurar os resultados dessas campanhas. Não há uma melhor ou pior, tudo dependerá de qual mídia você vai utilizar, e quais metas traçadas você deseja mensurar.

Veja algumas métricas importantes:

– Acesso às mídias: Facebook, Twitter e Instagram, por exemplo.
– Tráfego no blog: quantidade de comentários, compartilhamentos e seguidores;
– Taxa de pageviews;
– Tempo médio de permanência no ambiente;
– Fontes de tráfego;
– Taxa de cliques em publicidade;
– Engajamento: quantidade de curtidas, compartilhamentos e novos seguidores.

É importante que você saiba que nenhuma métrica separadamente irá lhe dizer 100% se as suas ações de marketing estão funcionando e trazendo resultados.

É importante monitorar os vários KPI’s (Key Performance Indicators) para medir os retornos das ações, e se estes estão trazendo benefícios na percepção da marca, em conversões de comportamento, geração de leads e vendas reais, por exemplo.

Espero que essas dicas sejam úteis para o seu negócio! Boas vendas!