É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

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brand-price-tags-style-graphics.jpg1_-1024x683 É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

Todo negócio deseja vender mais, não é mesmo? Mas o que sua empresa faz nesses casos?

Provavelmente, elabora alguma promoção ou ação comercial. Talvez até invista em anúncios focados no preço, nas condições de pagamento ou nas características do produto ou serviço.

Métricas de fundo de funil não são o bastante para medir as vendas

Como já comentamos outras vezes aqui no blog, métricas podem enganar. Se a empresa utiliza apenas indicadores de desempenho relacionados ao fundo de funil para medir o impacto das vendas, então é natural que as campanhas focadas em produtos ou serviços terão um retorno mais expressivo.

O problema é que isso não representa toda a realidade, segundo os dados da Analytic Partners.

De acordo com o relatório ROI Genome, divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Mais ainda, ele mostra que as táticas de topo de funil são 60% mais efetivas no longo prazo e somente 25% menos efetivas no curto prazo.

Também é da Analytic Partners outra informação que mostra como as métricas podem levar a conclusões equivocadas, quando não analisadas com cuidado. Por exemplo, considerar o último clique como o mais determinante para o crescimento das vendas atribui um valor à conversão direta muito maior do que é na verdade.

Como prova disso, descobriu-se que 30% dos cliques em buscas pagas são atribuídos à divulgação da marca e outras práticas de marketing.

Somando ainda outros fatores, a atribuição de último clique pode superestimar em até 10 vezes, em média, o papel dessa ação pontual. Ela não considera componentes como o interesse depois de ver um anúncio na televisão, a recomendação de conhecidos, a própria lembrança da marca, entre outros caminhos percorridos pelo consumidor.

A Analytic Partners cita o caso da análise de tráfego de um website em que 46% dos acessos vinham da TV, enquanto meros 15% tinham origem nas buscas pagas.

Isso quer dizer que as marcas precisam ter um entendimento mais profundo da jornada do consumidor. Dessa maneira, ficará mais clara a importância das mensagens que vão além dos produtos e promoções.

Em defesa do orçamento para divulgar a marca

O ROI Genome sugere que o investimento em campanhas de fundo do funil não supere 50% do orçamento de marketing. Ou seja, você não deve escolher entre divulgar a marca ou fazer anúncios mais comerciais. Ambos são necessários, enquanto o maior valor do brand marketing está no longo prazo.

Mas existem algumas situações em que esse investimento na mensagem da marca pode estar ameaçado, mesmo entre as empresas que já adotam essa prática.

O primeiro caso é quando há um crescimento, à primeira vista, desproporcional das campanhas de fundo do funil. Quando as conversões têm tanto retorno, pode ser tentador focar mais nessa área.

Entretanto, considere que o bom desempenho das conversões de último clique pode ser um efeito cumulativo do fortalecimento da marca.

A Analytic Partners traz um exemplo nesse sentido. De um ano para o outro, uma marca aumentou em 72% o investimento no topo de funil, gerando um retorno proporcional de 76% nesse canal. Enquanto isso, o investimento no fundo do funil cresceu 35%, impulsionando um retorno de 48%. Se tirássemos o orçamento do topo, o ROI do fundo seria menos expressivo.

Outro motivo é quando o orçamento como um todo fica mais apertado. Nesse caso, as campanhas em geral são prejudicadas.

Contudo, a literatura a respeito aponta que essa economia momentânea custa bastante caro. Podemos citar como referência a crise financeira de 2008. Entre as empresas que aumentaram o investimento em marketing naquela época, 63% delas tiveram um retorno positivo.

Um estudo mais recente do Instituto Ehrenberg-Bass chegou a analisar 57 empresas que passaram ao menos um ano sem fazer anúncios na mídia. O resultado foi uma queda de 16% nas vendas. Isso, com certeza, limita ainda mais a capacidade de divulgar a marca.

Portanto, antes de entrar nesse ciclo vicioso, considere as perdas que a ausência da mídia traz e os ganhos cumulativos que o fortalecimento da marca oferece.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/qual-e-melhor-divulgar-a-marca-ou-produtos-e-promocoes/

Brand Safety e por que é essencial nos negócios?

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A reputação de uma marca é um ativo tão importante para ela quanto seus bens físicos. Não à toa, uma das preocupações da publicidade digital é apresentar a marca da melhor forma possível para o público.

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No entanto, a divulgação pode ter o efeito oposto ao desejado e prejudicar a imagem do negócio, dependendo do ambiente em que a comunicação aparece. Para evitar isso, o conceito de brand safety tem ganhado força nos últimos anos e, com ele, também a definição de brand suitability.

Você sabe o que significam esses termos e por que são importantes para sua empresa? Confira a seguir!

 

O que é brand safety, ou segurança da marca?

Brand safety é um conceito que tem se popularizado desde 2017 e pode ser traduzido como “segurança da marca”. Ele nasce da crescente preocupação das empresas com os espaços digitais em que aparecem suas campanhas.

Nos últimos anos, “onde” a marca anuncia tem se tornado tão importante quanto “o que” ela tem a dizer. Não raro, empresas são chamadas à atenção pelo público ou obrigadas a retirar a publicidade do ar por causa do tipo de conteúdo a que acabam associadas.

O ambiente digital está cada vez maior e não é sempre seguro, nem para as marcas nem para o público. A proliferação do conteúdo gerado pelo usuário, em plataformas como o YouTube, é capaz de trazer à tona o melhor e o pior nas pessoas. Neste último caso, quando um anúncio aparece acidentalmente vinculado a algo nocivo, a segurança da marca é ameaçada.

Em 2019, por exemplo, o próprio YouTube reembolsou anunciantes como Nestlé e McDonald’s por veicular anúncios delas junto a conteúdos criminosos.

Além disso, hoje é muito mais fácil começar um site do zero e lucrar com a venda de mídia programática e outras formas de veiculação. De acordo com dados de Internet Live Stats, em 2012 havia 697,1 milhões de sites na web. Em 2019, esse número chegou a 1,72 bilhão, para o bem e para o mal.

Brand safety significa, então, a adoção de medidas para evitar que a publicidade da marca apareça junto a endereços virtuais ou conteúdos nocivos, indesejados ou que coloquem em risco a reputação empresarial. Daí surge também o termo brand suitability, referente à adequação de um ambiente on-line para a veiculação dos anúncios sem prejuízo à imagem do negócio.

 

Por que brand safety é importante?

É de se imaginar que, teoricamente, nenhuma marca gostaria de estar associada a um conteúdo falso, de incitação ao ódio ou à violência. Mas como a falta de segurança da marca pode prejudicar a empresa, na prática?

Alguns dados explicam isso:

  • Uma pesquisa de GroupM mostra que 64% dos consumidores teriam uma opinião negativa da marca ao vê-la próxima de conteúdo inapropriado.
  • Outra pesquisa, de Trustworthy Accountability Group e Brand Safety Institute, revela que 87% das pessoas dizem ser importante que os anunciantes assegurem que a publicidade não apareça perto de conteúdo perigoso, ofensivo ou inapropriado.
  • Segundo a mesma fonte, entre os conteúdos mais indesejados pelo público estão: terrorismo (90%), neonazismo (86%), pirataria on-line (83%), discurso de ódio (74%), pornografia (68%), drogas ilegais (68%) e violência (63%).

Existem ainda outros riscos de não agir conforme as boas práticas de brand safety, além do impacto negativo na relação com o público.

Sites com conteúdo nocivo também inflam ou distorcem a audiência real, e podem valer-se de robôs para aumentar artificialmente o número de acessos. Para a marca, isso quer dizer que ela estará anunciando para pessoas que não são o público-alvo dela ou nem são seres humanos. Com isso, o investimento em publicidade é jogado fora ao aparecer nesses endereços.

 

Qual é a relação entre brand safety e publicidade digital?

Se esse tipo de veiculação é prejudicial para a imagem da marca e para as finanças do negócio, por que ainda é comum?

Em resumo, por causa da compra automatizada de mídia digital sem os devidos cuidados para garantir a segurança da marca.

Com a amplitude de endereços disponíveis para anunciar na internet, a compra de perfis de audiência popularizou-se, em detrimento de parcerias concretas. E é justamente isso que oferece um risco.

De acordo com um relatório de Interactive Advertising Bureau e Accenture, 63% dos espaços de anúncio em vídeo e digital na América Latina são comprados via mídia programática. Por um lado, ela facilita a disseminação de campanhas pela internet. Mas, por outro, pode colocar os anúncios dentro de contextos prejudiciais.

Para minimizar o risco da mídia programática, existem algumas medidas a ser tomadas, como a adoção de wishlists na configuração de campanhas, por exemplo. Vejamos mais sobre isso adiante.

 

Como aumentar a segurança da marca on-line?

Nessa questão de proteção preventiva entram dois conceitos importantes:

  • Blocklist: termos ou sites que são bloqueados na configuração de uma campanha, impedindo que os anúncios apareçam em conteúdos vinculados a eles.
  • Wishlist: termos ou sites desejáveis para a presença da marca, escolhidos assim como preferenciais na hora de veicular os anúncios digitais. Eles criam brand suitability.

Sozinhos, os itens em blocklist não são o bastante para garantir brand safety. São úteis para bloquear os sites nocivos mais populares, mas existem muitos outros pouco conhecidos. E novos surgem a cada dia.

Além disso, bloquear palavras específicas pode afetar negativamente o desempenho das campanhas on-line, dependendo da ferramenta utilizada para esse fim. Por exemplo, o bloqueio de uma palavra como “explosão” para conter a associação com terrorismo ou violência pode impedir a veiculação em um conteúdo falando da “explosão de sabores” de uma receita.

Entretanto, algumas ferramentas mais avançadas, com o uso de inteligência artificial, entendem melhor o contexto de cada termo, como os resultados do Google em uma busca.

Para as pequenas e médias empresas, com orçamentos mais enxutos, o melhor é configurar uma wishlist com endereços confiáveis e que fazem sentido para a estratégia digital. Assim, independentemente do termo usado no conteúdo, a empresa tem mais segurança de que não será prejudicial quando associado aos anúncios.

Ou também podem negociar diretamente com um veículo de confiança, como o NSC Total, que é auditado pelo Instituto Verificador de Comunicação para garantir a veracidade dos dados da audiência. Anunciar em um ambiente seguro e de referência para o público-alvo pode ser muito mais objetivo, em termos de investimento, que divulgar em diversos endereços de pouca relevância.

 

Fonte: https://negociossc.com.br

Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

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No universo do marketing digital, a palavra-chave é um capítulo à parte e que merece grande atenção. Especificamente no inbound marketing, é a ponte que conectará seus conteúdos ao interesse do público e um fator de otimização para seus anúncios em buscadores.

Quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

Portanto, a palavra-chave é um elemento de destaque na comunicação on-line. Ela está nos títulos de páginas, artigos, vídeos e, como dissemos, anúncios nas buscas. Inclusive, tem um papel necessário em SEO mesmo quando não está visível, em meta tags e descrições de imagens.

Por ter esse lugar de proeminência, é comum que se queira estampar o nome da marca, dos produtos ou serviços, ou até mesmo um slogan em todas as ocasiões. Afinal, quem deixaria de estampar a identidade da marca em um outdoor, por exemplo?

O problema com essa prática é que ela pode acabar prejudicando seus resultados. Entenda, então, quando utilizar expressões ou nomes proprietários nas palavras-chave e quando evitar isso.

Entendendo as palavras-chave

Antes de avançarmos, há alguns conceitos fundamentais para compreender na escolha de qualquer palavra-chave.

1) Sem interesse de busca não há solução
Por mais importante que seja uma palavra-chave para seu negócio, seja o nome da marca, seja o nome de um produto ou serviço, primeiramente é preciso despertar o interesse do público para ela. Se ninguém utiliza de fato o nome nas buscas, ele não trará resultados significativos.

A escolha de palavras-chave deve se atentar sempre ao que o público já está pesquisando. Mas como saber isso?

Um caminho mais simples é consultar uma ferramenta digital como Ahrefs Keyword Generator ou Ubersuggest para saber o volume de buscas mensais por certo termo de busca. Basta inserir o nome da marca, dos produtos, serviços ou o slogan e ver qual é o nível de interesse por eles.

Outra forma de analisar essa questão é pelo Google Search Console. Por meio dele, é possível saber quais palavras-chave estão gerando mais acessos para suas páginas. Então, compare se são nomes proprietários ou termos mais amplos que interessam ao seu negócio.

2) Limite de caracteres no título
Em anúncios de resultados pagos ou mesmo na busca orgânica, há um limite bastante restrito de caracteres para aproveitar. No título de páginas e artigos, por exemplo, alguns plugins de SEO e plataformas de conteúdo trabalham com a margem de 60 caracteres. Ou seja, todas as palavras que você escolhe para aparecer nessa vitrine digital devem ser bem pensadas.

Se um nome proprietário ou slogan ocupa um espaço sem trazer muitos acessos que poderia ser mais bem destinado a outra palavra-chave, o melhor é evitá-lo.

3) Relevância
Os resultados em motores de busca são apresentados em ranking de relevância para o usuário. Nesse caso, se uma empresa está ocupando o título de um artigo de blog ou anúncio com palavras desnecessárias, ela pode perder relevância e ficar abaixo das concorrentes.

Nesse sentido, além dos nomes proprietários, as categorias de blog podem ser omitidas para se focar no essencial. Inclusive, a Moz fez um teste apagando do resultado das buscas a tradicional “Whiteboard Friday” e teve um aumento de 20% nas sessões dos links.

4) Chamada para ação
As palavras-chave dão destaque nas buscas, mas é preciso caprichar na frase para atrair os visitantes. Portanto, no caso de artigos e anúncios, pense sempre em títulos com chamadas para ação ou faça com que sejam ao menos instigantes. Se a empresa estiver ocupando esse curto espaço com nomes, fica mais difícil encaixar um bom apelo para o usuário clicar.

Quando usar nomes ou slogans como palavra-chave no título?

Resumindo as considerações até aqui, a escolha deve se basear nos seguintes fatores:

se o público usa o nome ou slogan nas pesquisas;
se funciona dentro de um espaço limitado;
se não prejudica a relevância do link;
se permite criar um título instigante.

A partir disso, vamos ver dois exemplos de marcas que usam ou deixa de usar nomes nos títulos.

Começando pelo Magazine Luiza, a empresa também é conhecida pelo nome Magalu e utiliza as duas versões no resultado da busca tanto por “Magazine Luiza” quanto por “Magalu”.

Há dois motivos para esse uso conjunto. Primeiro, há alguns anos a empresa, já bastante conhecida no cenário nacional, tem investido na comunicação do nome Magalu. Isso nos leva ao segundo ponto: o público realmente usa “Magalu” nas buscas.

Segundo o Ahrefs, são 12 milhões de buscas por “Magazine Luiza” por mês. “Magalu” recebe outro 1,5 milhão, portanto 12,5% do nome principal.

A lição que fica é que se pode despertar o interesse do público por diversos nomes de uma mesma empresa, mas é preciso ter uma comunicação duradoura que traga essa informação e inspire o interesse. Para isso, é possível utilizar meios fora da internet que cumpram essa função, como a televisão, a rádio e os jornais impressos.

E quando não usar?

Vejamos agora um caso de uma grande marca mais econômica no uso de nomes, o WhatsApp. Apesar de ser popularmente conhecido por algumas variações, você não verá, por exemplo, a utilização de Zap nos títulos.

Os motivos para isso seguem a mesma linha de raciocínio do Magazine Luiza, embora em direção oposta. Em vez de flexibilizar a nomenclatura de seus produtos, o Facebook é mais centralizador. Mas os dados justificam essa escolha.

De acordo com Ahrefs, há 23 milhões de buscas por mês, no Brasil, por “WhatsApp”. Enquanto isso, “Zap” recebe apenas 457 mil, ou 2,3%. Pior ainda: essa pesquisa é diluída entre outras marcas. “Zap Imóveis”, por exemplo, recebe 523 mil buscas por mês.

Aumente o interesse pela marca

A resposta para turbinar seu inbound marketing está… no próprio inbound marketing, mais especificamente no marketing de conteúdo. O que sua empresa deve fazer agora é diversificar os pontos de contato com o público para ele descobrir seu negócio e interessar-se.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave

Transforme clientes em promotores da sua marca e aumente suas vendas

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Em uma época em que os influenciadores digitais são cada vez mais populares, as marcas têm buscado formas de fazer seus clientes se tornarem seus promotores. Essa tendência ganhou força principalmente por que:
  • ficou comprovado que as experiências com compras passadas (comentários e avaliações) impulsionam as vendas;
  • o custo de aquisição começou a ficar caro, inclusive superando o custo de manutenção;
  • o marketing de boca vem ganhando força após o advento das redes sociais como Facebook que viraliza rapidamente as notícias.

Essa figura do influenciador pode ser representada tanto por uma personalidade famosa da internet (YouTubers, perfis com milhares/milhões de seguidores no Instagram, etc.) quanto por um cliente leal e engajado da marca ou empresa.

Esse último grupo é o que nos interessa para este texto. Nas próximas linhas, falaremos sobre sua importância e como transformar seus atuais clientes em promotores do seu e-commerce. Acompanhe!

O que é um cliente promotor e qual a sua importância?

Um cliente promotor é aquele satisfeito e engajado o bastante com uma marca, empresa, produto ou serviço para defendê-los e divulgá-los em suas redes sociais.

Esse processo tem por característica ser algo mais natural e espontâneo por parte dos clientes. Esse detalhe é o que os diferenciam do uso de pessoas famosas e influentes para a mesma finalidade, já que este último público é patrocinado e, muitas vezes, nem consome o que está anunciando.

Mas isso não quer dizer que você não deva investir nos influenciadores digitais populares. Afinal, eles carregam uma imensa base de seguidores que consomem um produto após serem indicados por essas personalidades.

Os seus clientes poderão ter um alcance menor de influência. No entanto, a autenticidade dos relatos, a economia em não precisar patrociná-los, a facilidade de trabalhar com alguém que você já conhece e o aumento nas conversões são vantagens que pesam a favor deles.

Um último ponto que devemos ressaltar é a proximidade pessoal desses clientes promotores com o público impactado por eles. Há de se considerar que o boca a boca ainda é um dos principais critérios de compra de grande parte dos consumidores.

Aliás, quem nunca desistiu ou continuou uma compra após uma avaliação de alguma pessoa de confiança?

Como transformar clientes em promotores?

Existem diversos meios de converter seus clientes em advogados e divulgadores da sua loja. Na lista que veremos a seguir, selecionamos 10 dicas para conquistar esse objetivo. Confira:

1. Ofereça uma boa experiência de compra em seu site

O primeiro passo é sempre fazer bem o seu dever de casa. Nesse caso, trata-se de oferecer uma ótima experiência de consumo em seu e-commerce para os visitantes.

Para isso, certifique-se de que suas páginas carregam rapidamente, que os botões de CTA estão sendo bem destacados, que os produtos tenham uma descrição completa, que o design seja intuitivo e responsivo, entre outros detalhes que atendam às expectativas do público.

Um dos fatores mais impactantes é o checkout da loja virtual. Quanto mais simples, rápido e fácil ele for, mais ele será lembrado pelos seus clientes.

2. Tenha um blog e produza conteúdos interessantes nele

Se os promotores atuam como divulgadores da sua loja, eles precisam ter algo para promover, certo? Por isso, é fundamental você ter um espaço, como um blog, para produzir e veicular conteúdos compartilháveis.

Blog posts, vídeos, infográficos, podcasts são formatos de conteúdos que podem educar, informar e entreter seus clientes. O propósito é falar e abordar temas de modo que eles se engajem ao ponto de divulgar essas peças em suas redes sociais, por exemplo.

Lembre-se que um cliente pode se tornar promotor da sua empresa até antes mesmo de realizar uma compra.

3. Atenda o público de forma eficiente

Ser eficiente é prestar um atendimento rápido e que resolva os problemas dos consumidores e clientes sem precisar dar muitas voltas.

Afinal, não há coisa mais irritante para o público do que ter que esperar por longos minutos em uma fila de atendimento para ser respondido, bem como é frustrante ver que um atendente fica jogando a responsabilidade para outros profissionais.

Se você quiser dar um passo além, tente sempre prever os problemas e atuar de forma proativa neles. Um dos casos mais reconhecidos é o da Amazon que ao reconhecer que cometeu um erro e vendeu um produto sem estoque, envia um email ao cliente oferecendo 3 soluções para o problema

Muitas vezes o que o cliente quer não é que você não erre mas que seja transparente e que tenha uma solução rápida para o problema.

4. Prepare conteúdos exclusivos para os clientes promotores

Como se sabe, quem é cliente geralmente tem problemas e interesses diferentes de quem ainda não converteu alguma oferta em sua loja.

Ele não quer saber se o seu produto é bom ou se seu e-commerce é confiável. O objetivo dele é tirar o melhor proveito possível das suas compras.

E é essa expectativa que sua loja precisa atender. Você pode fazer isso com conteúdos que ensinem os clientes a preservarem ou terem mais sucesso com os produtos adquiridos.

Por exemplo, se você administra um e-commerce que vende artigos esportivos, pode enviar um e-book com dicas para aumentar a performance das corridas dos clientes que compraram tênis recentemente.

5. Crie programas de recompensas para clientes e funcionários

É bom levar em conta que nem todos os clientes satisfeitos estão motivados o suficiente para começar a promover sua loja ou seus produtos.

Para reverter isso, um recurso interessante é o programa de recompensas. Nele, sua empresa pode incentivar clientes fiéis com pequenas premiações, como descontos, bônus, pontos para trocar por prêmios, frete gratuito em aquisições futuras etc.

O mesmo vale para os seus funcionários. Para o público interno, você pode planejar prêmios como viagens, comissões, descontos em serviços parceiros (academias, restaurantes, eventos culturais) etc.

6. Mantenha um contato frequente com seus clientes

É difícil esperar que seus clientes se tornem promotores da sua marca se vocês não tiverem uma relação próxima e contínua.

Por isso, é essencial manter um contato com esses clientes periodicamente. Pode ser por e-mail ou redes sociais — o importante é se mostrar presente e se portar como um parceiro desse consumidor.

Sua loja pode enviar conteúdos e novidades por e-mail ou trocar comentários e mensagens por meio do Facebook, YouTube ou outra mídia social que for usada por ambos.

7. Monitore as menções a respeito da sua loja

Quando você visita os sites como o Reclame Aqui ou perfis nas redes sociais dos principais varejistas virtuais do país, não é difícil encontrar clientes criticando alguma passagem com essas lojas.

Esse grupo também é conhecido como detratores de marca. É preciso ficar de olho no que esse público diz sobre sua marca.

Claro que é complicado monitorar todas as menções e comentários negativos. No entanto, existem ferramentas que podem te ajudar nessa missão, como o Mention e o Google Alerts.

Quando se deparar com uma queixa sobre sua loja, procure entender o problema e o resolva enquanto é tempo.

8. Pratique o overdelivering

Overdelivering é toda prática que surpreende positivamente os clientes, isto é, que entrega algo a mais do que eles esperam.

Para isso, agregue alguns benefícios às compras feitas por seus clientes, como uma entrega feita bem antes do prazo estipulado, um cupom de desconto junto com o produto enviado, um cartão personalizado de agradecimento, entre outras ações.

9. Apoie valores e causas compartilháveis por seu público

Você já parou para pensar no quanto seus clientes se engajariam se sua loja apoiasse uma determinada causa?

É muito comum ver marcas que defendem um estilo de vida, um posicionamento ou uma causa social em suas redes sociais. E isso costuma fazer bastante sucesso entre os fãs que se identificam com os valores levantados.

Por exemplo, um e-commerce que vende vitaminas, suplementos e alimentos naturais pode adotar uma postura que promova valores relacionados a uma vida saudável. Isso provavelmente engajará seus seguidores e clientes, que terão mais razões para divulgar suas ações.

10. Mensure a satisfação dos seus clientes

Bem, se você quer transformar clientes em promotores da sua marca, é importante conhecer quem são os clientes mais satisfeitos, não é verdade?

Por essa razão, é indicado fazer uma pesquisa de satisfação do consumidor com a sua base de clientes.

Pergunte sobre a satisfação geral com sua empresa, com o atendimento, com a entrega e com a qualidade do produto. Aproveite, também, para saber se ele indicaria sua loja para um amigo. Enfim, procure quantificar e qualificar de várias formas as avaliações dos seus consumidores.

É difícil definir uma ação que resuma todas as outras usadas para transformar clientes em promotores da sua marca. Ainda assim, acreditamos que mimar os seus consumidores, tratá-los de uma forma mais carinhosa e exclusiva é uma das maneiras mais eficazes de engajar esse público.

Eles precisam de motivos para falar bem da sua loja na internet. Portanto, dê essas razões por meio do atendimento, dos conteúdos, de uma premiação, de uma causa promovida ou crie uma imagem que gere identificação e vontade de se associar à sua marca. Dessa forma, sua loja terá um gatilho mais natural para aumentar suas taxas de conversão.

Viu como você pode alavancar as vendas da sua loja ao aumentar a quantidade de clientes promotores? Para que mais empreendedores vejam como fazer seu negócio crescer com essa estratégia, compartilhe este post em suas redes sociais!