7 tendências de Marketing Digital para 2021

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O marketing digital ganhou um novo impulso em 2020 e, sem dúvida, maior importância durante a pandemia. Com isso, as marcas precisaram rever o investimento na internet para se adequarem ao comportamento mais conectado do consumidor.

tendencias-de-Marketing-Digital-para-2021 7 tendências de Marketing Digital para 2021

Inclusive, uma tendência de marketing digital para 2021 é aumentar o investimento nessa área.

Em pesquisa com 2,1 mil pessoas, a Adaction revela que 76% de gestores de marketing e executivos têm a intenção de investir mais em marketing digital em 2021. Isso significa que as marcas que já o faziam terão mais concorrência pela atenção do consumidor e precisarão diferenciar-se.

A seguir, trazemos algumas ideias de como elevar sua estratégia digital, especialmente em relação a redes sociais, conteúdo e SEO.

Tendências de marketing digital para 2021

1. Redes sociais: poucas e boas

Em 2018, quando a fabricante de veículos Tesla abandonou o Facebook, abriu-se uma discussão entre as grandes marcas sobre a real necessidade de elas estarem presentes em todas as redes sociais. Desde então, empresas como a Lush, do ramo de beleza, têm abandonado algumas dessas redes.

Se considerarmos que a maioria das empresas conta com poucas pessoas no marketing e o número de canais virtuais é cada vez maior, ter foco é essencial para alcançar bons resultados com a estratégia digital.

Em vez de produzir mais conteúdo para as redes, deve-se produzir melhor. Para isso, vale considerar na escolha dos canais mais adequados para a marca:

  • É onde o público-alvo está?
  • Funciona como um canal de atendimento rápido ao consumidor?
  • No caso de venda de produtos, a rede permite compras nela?

Uma pequena empresa local pode precisar apenas de uma ou duas redes e não há problema em abrir mão das outras, se o trabalho mais focado traz melhor resultado. Além disso, existem outras formas de estar presente nas redes sociais indiretamente.

2. Microinfluenciadores

Uma forma de a marca posicionar-se nas redes sociais sem necessariamente ter um perfil forte por si própria é por meio de microinfluenciadores. Isto é, aqueles influenciadores com menor número de seguidores, mas geralmente com uma base mais engajada e bem segmentada.

Por terem menos seguidores, essa parceria pode sair bastante em conta para a empresa, considerando o custo-benefício de alcançar diretamente o público-alvo.

Essa pode ser uma maneira interessante de estar presente em uma rede como o TikTok sem precisar criar um perfil próprio e criar conteúdo para ela. Ou até mesmo de atrair mais seguidores nas redes em que a marca já esteja presente, a exemplo do Instagram.

3. Conteúdo gerado pelo usuário

Agora, se o objetivo é tornar sua própria rede mais relevante e aumentar o engajamento dos seguidores, a tendência de marketing digital a seguir é a do conteúdo gerado pelo usuário.

Isso quer dizer que a marca incorpora à comunicação os conteúdos criados pelos consumidores-fãs. É o caso, por exemplo, de uma marca de roupas que aproveita os looks postados pelas clientes. Mas a iniciativa também pode partir do marketing, propondo ações na internet que gerem material para ser publicado posteriormente.

De certo modo, essa estratégia funciona como a dos microinfluenciadores. Cada consumidor passa a influenciar, então, o próprio círculo social ao postar e marcar a empresa nas postagens dele.

4. Conteúdo interativo gera engajamento

Falando em engajamento, criar conteúdo interativo pode ser muito bom para aumentar as interações com suas postagens e artigos, além de estimular o alcance orgânico deles.

Quizzes, enquetes, jogos, infográficos interativos, pesquisas e simuladores são formatos de conteúdo interessantes para incluir na sua estratégia digital de 2021. Eles colocam o consumidor como criador, como protagonista, e isso é capaz de atrair mais a atenção do que uma leitura passiva.

Você ainda pode combinar isso com outra tendência das redes sociais: o conteúdo efêmero. Ou seja, aquelas postagens com exibição limitada de tempo, como os Stories do Instagram. Assim, tem-se também o apelo da urgência para gerar mais engajamento.

5. Minimalismo digital

Em contraposição à crescente complexidade e agitação do mundo, existe um movimento de se procurar refúgio em vivências mais simples. Disso desponta o maior interesse pelo minimalismo nas várias esferas da vida.

Minimalismo aí pode ser entendido como simplicidade. As pessoas buscam por processos mais simples, uma rotina mais tranquila e um consumo mais consciente. Na estratégia digital, as marcas também podem adotar essa filosofia de que menos é mais, como vimos com relação à presença nas redes sociais.

6. Posição zero do Google

Os featured snippets são outra tendência de marketing digital para 2021. Assim é chamada a posição zero do Google, porque se trata de um resultado que aparece em destaque e acima nas buscas, trazendo uma resposta mais completa à dúvida do usuário.

Entender como conquistar essa posição zero é importante porque coloca a marca em evidência na página de resultados, à frente das concorrentes. Com isso, a autoridade dela sobre o assunto também aumenta.

Mais ainda: os featured snippets são a base para muitos resultados de pesquisa por voz. Segundo a Backlinko, em 40,7% das consultas em assistentes de voz as respostas vêm da posição zero do Google.

7. SEO local

SEO local refere-se às práticas para ajudar na encontrabilidade de um negócio nas buscas por soluções perto do consumidor. Por exemplo, toda vez que alguém digita em um buscador “farmácia perto de mim” ou “loja de tintas em Joinville”, a localização é um fator crucial na entrega dos resultados da busca.

Essa recomendação de SEO ganhou importância na pandemia, com a movimentação mais restrita de pessoas. Mas ela continuará sendo uma forte tendência de marketing digital ao lado de outra tendência: a popularização do trabalho remoto. Com a menor necessidade de deslocamentos de trabalhadores, aumenta a necessidade por soluções mais próximas de casa.

Mas como melhorar o SEO local da empresa? Um bom começo é preencher corretamente seu perfil no Google Meu Negócio e incluir termos regionais nas palavras-chave da sua estratégia digital.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/

Planejamento de Marketing Digital 2021: Como fazer?

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Em 2020, por conta da pandemia do coronavírus, o Marketing Digital se tornou a principal estratégia das empresas para aumentar suas vendas. Para continuar prosperando em 2021 – ou retomar seu crescimento -, é essencial que as empresas já comecem a construir seu planejamento de Marketing Digital para ele.

Planejamento-de-Marketing-Digital-2021 Planejamento de Marketing Digital 2021: Como fazer?

Pois é a partir desse planejamento que as empresas serão capazes de identificar aquilo que as tornam únicas e como se comunicar melhor com seu público, além de revelar novas oportunidades para expandir sua presença em um mercado cada vez mais competitivo.

Mas se você não sabe por onde começar, fique tranquilo. Para ajudá-lo a se preparar para o próximo ano trouxemos neste artigo algumas dicas de como construir um plano de Marketing Digital para 2021 de maneira prática e assertiva. Confira!

Realize um diagnóstico da situação atual do seu negócio

O ponto de partida é analisar a situação atual do Marketing Digital do seu negócio. Isso vai ajudá-lo a entender melhor quais são os pontos mais fortes das suas estratégias e ações digitais e quais as que têm mais problemas a serem resolvidos, além de mostrar quais são os fatores externos à sua empresa, que podem impactar nos seus resultados de forma positiva e negativa. Para não errar, siga este roteiro:

Durante essa fase faça as contas…

– Determine quantos leads você precisa para atingir seus objetivos atualmente.

– Identifique a quantidade de leads gerados em cada etapa do funil de vendas.

– Calcule os custos do seu lead.

– Descubra a quantidade de receita que um lead gera.

– Veja qual é a frequência de conteúdo compartilhado nos diferentes canais de comunicação.

Tente responder às seguintes perguntas:

– Qual é a posição do seu site no Google?

– Qual a origem do seu tráfego?

– O processo de marketing e vendas está bem definido?

– As metas estão sendo alcançadas?

– Quais são os seus principais concorrentes?

– Todas as estratégias de Marketing Digital estão sendo exploradas?

Identifique seus objetivos de Marketing Digital

É importante definir objetivos e metas para que você e sua equipe saibam exatamente o que desejam alcançar de forma online, bem como saberem onde suas ações devem levá-los. Principalmente neste período de incertezas em que programar o futuro é ainda mais desafiador.

Aqui estão alguns exemplos de objetivos e metas comuns no Marketing Digital:

  • gerar 30% a mais de leads qualificados pelo time de marketing em 6 meses;
  • aumentar as vendas em 10% no prazo de 1 mês;
  • otimizar as conversões no funil de vendas em 15% em um trimestre;
  • aumentar a produtividade da equipe em 5% no prazo de 2 meses;
  • aumentar o conhecimento da marca entre o público-alvo;
  • melhorar o retorno sobre o investimento em 25% até o final do ano.

Reformule as estratégias de Marketing Digital

Agora que você já tem seus objetivos e metas bem definidos, está na hora de transformá-los em ação para alcançá-los. Ah, não se esqueça das informações obtidas no diagnóstico sobre o seu negócio, pois é ele quem vai dizer quais são os pontos que precisam ser melhorados e quais oportunidades podem ser aproveitadas.

Por exemplo, se a taxa de conversão do funil de vendas está aquém do esperado, pode ser que haja problemas na jornada de compra do consumidor, como a mudança nos canais de comunicação que seu público-alvo está.

Isso pode ter acontecido devido à mudança de hábito de consumo da população durante a pandemia, como o aumento do uso das redes sociais e compras por aplicativos. Portanto, é fundamental reformular suas estratégias de Marketing Digital.

Comece pelos seguintes fatores:

Personas e jornada de compra

Por conta dos novos hábitos de consumo, houve uma mudança no perfil de cliente ideal. Para evitar que você desperdice recursos em estratégias e ações que não funcionam mais para esse novo público, é essencial redesenhar sua persona e a jornada de compra. A partir daí desenvolver uma nova comunicação com esse público.

Posicionamento

Se você quer ter sucesso com suas estratégias de Marketing Digital também deve saber  como a sua marca precisa se posicionar diante do mercado, principalmente no pós-pandemia, como mostra o estudo Creative Insights 2020. Segundo ele, os consumidores procuram por empresas que adotem uma postura social ativa. Isso deve estar relacionado com o propósito da sua marca.

Canais de comunicação

Como já vimos, o uso das redes sociais se intensificou durante o período da pandemia. Por isso, as empresas devem estar mais preparadas para dedicar mais recursos ao Marketing Digital nas redes sociais. As pesquisas nos mecanismos de buscas também aumentaram, o que faz com que o Google também mereça uma atenção especial no próximo ano.

Conteúdo e campanhas

Também vimos neste ano, que humanizar o atendimento e intensificar o diálogo entre as marcas e os consumidores se tornou um diferencial. Por isso, no seu planejamento de Marketing Digital para 2021 não se esqueça de personalizar a produção de conteúdos e campanhas de acordo com as necessidades do seu público.

Crie um plano de ação de Marketing Digital

O próximo passo é montar o seu plano de ação. Para tanto, descreva todas as atividades que serão realizadas para atingir cada objetivo traçado, bem como o prazo para começar cada projeto e o prazo previsto para obter os resultados desejados, além de definir os responsáveis por cada atividade.

Veja só este exemplo:

Objetivo: gerar leads qualificados para as vendas.

Atividades:  – Redefinir a persona e reformular a jornada de compra do consumidor;

– Fazer um fluxo de nutrição de leads por meio do e-mail marketing;

– Otimizar a forma como os conteúdos são distribuídos ao longo do funil de   vendas;

– Atrair mais tráfego qualificado para as páginas de vendas;

– Acompanhar o lead scoring em tempo real.

Início do projeto: 01/02/2021

Prazo previsto para o resultado: 31/07/2021

Responsável: equipe Alpha

De nada adianta ter um plano de ação se você ou sua equipe não acompanharem os resultados das ações realizadas, pois medir cada ação permite descobrir o que não está funcionando para atingir os objetivos traçados. Então, faça correções em tempo real. Como realizar esse monitoramento?

Defina uma métrica específica para cada objetivo traçado e estabeleça uma rotina para monitorá-la. Se você quer gerar 30% a mais de leads qualificados em 6 meses, por exemplo, então precisa acompanhar a taxa de conversão em cada etapa do funil de vendas mensalmente.

Pronto para começar o planejamento de Marketing Digital para 2021?

O Marketing Digital pode ser o seu grande aliado na tarefa de fazer com que o seu negócio seja um grande sucesso em 2021. Mas, para que isso realmente dê certo, é essencial fazer um bom planejamento de Marketing Digital. Esperamos que essas dicas possam ajudá-lo com isso.

Fonte: https://negociossc.com.br/

O que é preciso para ter sucesso com mídia programática?

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Está cada vez mais difícil encontrar um profissional de marketing que não esteja preocupado em como ter sucesso com mídia programática. A cada ano, cresce o investimento na automatização de veiculação de publicidade on-line, conforme dados revelados pela Adobe, e hoje a mídia programática já é o principal meio de comprar mídia digital, segundo a eMarketer.

Mas existe um fator muitas vezes ignorado para se conquistar o sucesso com mídia programática. Quer saber do que se trata? Veja adiante.

midia-programatica-1 O que é preciso para ter sucesso com mídia programática?

A mídia programática e as marcas

Como já abordamos em outro artigo aqui do blog, a mídia programática traz uma grande praticidade para profissionais de marketing, agências e marcas. Ela possibilita o acesso a um grande inventário de mídias digitais e muitas opções de segmentação dos anúncios, com um controle mais centralizado para a compra desses espaços de veiculação na internet. Assim, não é preciso negociar com centenas de parceiros ao mesmo tempo.

Isso se traduz em um melhor direcionamento das campanhas e a possibilidade de ter um maior retorno da publicidade. No entanto, não é uma prática livre de riscos.

De acordo com uma pesquisa da Undertone, as maiores preocupações de agências e profissionais de marketing ao trabalhar com mídia programática são: tráfego não humano e segurança da marca.

Nesse sentido, sobram exemplos de como o ambiente em que a publicidade aparece pode ser prejudicial à marca. Entre eles, podemos destacar os boicotes das marcas internacionais ao Facebook por causa da falta de controle sobre conteúdos tóxicos publicados na rede social e, no Brasil, iniciativas como o Sleeping Giants que denunciam a veiculação de publicidade em sites de fake news, com discursos de ódio, entre outras posturas contrárias aos valores das marcas que ali aparecem.

Além disso, há o problema de páginas sem verificação ou segmentação de audiência, nas quais o investimento em publicidade é desperdiçado. Portanto, é importante considerar um fator crucial para o sucesso com mídia programática, como veremos a seguir.

O elemento-chave para ter sucesso com mídia programática

Para trazer mais segurança e mais transparência ao fazer mídia programática, profissionais de marketing, agências e marcas precisam focar nos ambientes premium. Isto é, em veículos de confiança que são referência nas suas respectivas áreas, que trazem conteúdo verdadeiro, responsável e elaborado por profissionais competentes, e que podem disponibilizar informações precisas sobre a audiência.

Mesmo que a marca tenha o anúncio mais criativo e mais antenado com a essência dela, a presença em um ambiente precário pode trazer um efeito oposto ao esperado. Por exemplo, como fica a construção da marca se nas mídias essenciais ela veicula uma campanha com determinada mensagem, mas aparece constantemente em sites suspeitos que propagam o contrário daquele discurso? Há aí uma perda de credibilidade.

Nesse caso, o menor dos problemas dessa marca é quando ela aparece em páginas fantasmas, com números de visitas inflados apenas por robôs. Assim, pelo menos ela só estará perdendo o investimento em mídia. Mas você também não deseja tal cenário, não é mesmo?

A solução, ressaltamos, está nos ambientes premium. Como aponta um estudo da Uol sobre o tema, diversas pesquisas apontam que os ambientes premium contribuem mais para o brand lift, têm visibilidade superior e são muito mais eficientes para as estratégias de comunicação digital.

A importância do ambiente premium

Ainda podemos destacar as seguintes vantagens do ambiente premium para ter sucesso com mídia programática:

  • Conteúdo seguro
  • Aferição de dados
  • Controle contra fraudes
  • Informações da audiência

Conteúdo seguro

Quanto maior o veículo, maior é a responsabilidade dele junto à população. Por isso, veículos líderes de audiência têm mais cuidado com a verificação das informações transmitidas, com a qualidade de produção e com o tom dessa comunicação. O conteúdo é muito mais seguro para as marcas e, inclusive, agrega valor à mensagem delas.

Aferição de dados

Os ambientes premium têm responsabilidade também com os anunciantes e buscam formas de comprovar os dados de consumo de mídia. Para isso, trabalham com plataformas e parceiros que fornecem dados confiáveis sobre acessos, visualizações, comportamento do público etc. E mais: são transparentes com os anunciantes sobre tal assunto.

Controle contra fraudes

Da mesma forma, existem entidades oficiais que podem verificar a veracidade desses dados. Por exemplo, quando falamos que o NSC Total recebe mais de 20 milhões de visualizações de páginas por mês, segundo o Google Analytics, você pode ter certeza de que os acessos são todos válidos e verdadeiros porque o portal é auditado pelo Instituto Verificador de Comunicação.

Informações da audiência

Veículos de referência conquistam esse status quando têm uma relação próxima com o público e o conhece bem. Esse conhecimento pode auxiliar marcas a alcançar seus objetivos por meio de informações precisas sobre a audiência, seu comportamento e seus interesses.

Além de descobrir como ter sucesso com mídia programática, veja também como impulsionar as vendas com a ajuda da NSC. Baixe agora o e-book Soluções para divulgar seu negócio na crise e fique por dentro das oportunidades on-line e off-line para se destacar neste momento.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-que-e-preciso-para-ter-sucesso-com-midia-programatica/

Marketing de conteúdo nas redes sociais representa 20% das ações de anunciante

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Quem entende de marketing digital sabe que todas as verticais são relevantes no processo de conversão do e-commerce, uma vez que impactam o usuário de várias formas, em diferentes momentos. Entre as opções disponíveis para as marcas propagarem seu nome na web, uma tem se destacado: o marketing de conteúdo, especialmente nas redes sociais. Um levantamento da rede de afiliação Awin junto aos seus anunciantes no Brasil mostra que o marketing de conteúdo em plataformas como blogs e Facebook representa 20% de todas as ações realizadas pelas marcas.

Muitas vertentes, inclusive, se misturam. É comum, por exemplo, que sites que trabalham com cashback (como é conhecida a ação de marketing que devolve ao usuário parte do dinheiro que foi pago), ou portais que oferecem cupons de desconto, produzam conteúdo em conjunto com os influenciadores parceiros.

Para Javier Gómez, Head of Publishers na Awin, essa é uma vertical estratégica para o anunciante, porque é capaz de conseguir resultados expressivos tanto do ponto de vista da performance de vendas quanto da construção de marca. “Cada vez mais, a tendência é que o marketing de afiliação se aproxime do universo dos influenciadores, atrelando conteúdos pertinentes de acordo com o público e com as temáticas”, comenta.

Dentro do inbound marketing, segundo Gómez, o segmento que mais tem se destacado e registrado aumento de vendas são canais que abordam temas relacionados à tecnologia. “Alguns dos fatores que influenciaram positivamente estes resultados são a maneira que esses afiliados do setor produzem os conteúdos, priorizando reviews bem detalhados e o chamado unboxing, ou seja, aprática de falar sobre produtos recém-lançados. Acredito que, no futuro, esses serão os grandes geradores de receita do e-commerce nacional”, finaliza.

Fonte: https://goo.gl/pq55QT

Em ano difícil, analista de sistemas fatura mais de R$250 mil com cursos online

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Os últimos anos foram difíceis para todos os segmentos da economia nacional. A alta taxa de desemprego e a insegurança do mercado de trabalho estimularam muitos brasileiros a procurarem uma segunda oportunidade de fazer dinheiro. Segundo uma pesquisa realizada pela FGV, em parceria com a Fecomércio, desde 2016, mais de 55% dos brasileiros procuram uma fonte extra de renda.

Foi o caso do analista de sistemas Felipe Mafra. Ao procurar um curso para se qualificar na área de Business Intelligence (BI), Mafra notou a ausência de conteúdo relevante na Internet e decidiu encabeçar um novo projeto: compartilhar todo o conhecimento acumulado em 15 anos de experiência trabalhando com Tecnologia.

“Procurei um curso online e não encontrei. Horas depois, abri uma rede social e fui impactado por um post falando da Udemy. Ao explorar a plataforma, tive a ideia de montar um curso gratuito de virtualização e disponibilizá-lo lá, só pra ver o que acontecia”, explica. Nas primeiras duas semanas após ter seu curso aprovado pela curadoria da Udemy, o analista já contava com uma base de mil alunos.

Com foco em profissionais que, como Felipe, têm muito a ensinar, a Udemy foi criada em 2009. De lá pra cá, a empresa que nasceu como startup se transformou em um marketplace global de ensino e aprendizado online, que hoje conta com instrutores, cursos e alunos de diversas nacionalidades. O objetivo é reunir instrutores de todo o mundo que buscam uma ferramenta eficaz para compartilhar diversos tipos de conhecimento, desde técnicas para costura até linguagens complexas de programação.

“Nunca contabilizei o quanto investi e o quanto ganhei pra ser exato, mas, em meu primeiro mês, eu fiz pouco mais de 3 dólares. No segundo mês fiz 170 e fiquei imensamente animado. No terceiro mês, mais de US$ 1 mil e fechei 2017, o primeiro ano, com mais R$ 250 mil. Logo vi que daria certo se eu me dedicasse”, conta o instrutor.

Para Mafra, lecionar online é muito mais difícil do que muitos acreditam. “A modalidade online está ganhando muita força e fazendo as pessoas se adaptarem. Quanto a metodologia, é completamente diferente. Ao gravar uma aula, você tem que pensar em quais podem ser as dúvidas dos alunos e já responder ali mesmo. Presencialmente é muito mais fácil, pois o aluno levanta a mão, fala a sua dúvida e você responde ou diz que isso será abordado mais à frente. Em cursos à distância não. São mais coisas a se pensar na hora de gravar uma aula”, explica.

O bom resultado na venda de cursos fez com que Felipe se dedicasse por completo a carreira de instrutor, hoje, sua principal fonte de renda e que o permite ter flexibilidade para realizar mais coisas na vida pessoal, como buscar a filha, Clara, de 3 anos na creche. “Procurei saber como a Udemy funcionava, sua missão, visão, valores, então vi que se encaixava perfeitamente com o que eu queria: democratizar o conhecimento em um país extremamente carente de educação. Deu certo”, afirma Mafra.

Fonte: https://goo.gl/WmaQAL

Você sabe qual tipo de conteúdo melhor se encaixa no seu e-commerce?

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Há quem diga que no e-commerce, o conteúdo é rei. E existem motivos fortes para essa afirmação ser aceita. Além de contribuir para um melhor entendimento do consumidor em relação aos produtos e serviços oferecidos, o conteúdo também tem papel decisivo para o ranqueamento da loja nos mecanismos de busca.

Mas muitos se perguntam: conteúdo é só texto e vídeo? Para desmistificar essa questão e reafirmar a importância do conteúdo para as estratégias de marketing digital, a Outbrain, empresa que opera uma das maiores plataformas de descoberta de conteúdo em todo o mundo, aglutinou alguns insights sobre o assunto.

A seguir, você confere os prós e contras de cada tipo de conteúdo e descobre qual se encaixa melhor à sua estratégia digital:

Posts em Mídias Sociais

Vantagens:

– Fácil de começar;
– Excelente forma de reaproveitar conteúdos;
– 66% dos profissionais de marketing veem benefícios na geração de leads através deles.

Desvantagens:

– Necessita ser monitorado e atualizado regularmente;
– Difícil de obter seguidores;
– Qualquer erro torna-se público.

Infográficos

Vantagens:

– Considerado o segundo tipo de conteúdo mais efetivos pelos profissionais de marketing;
– 3x mais curtidos e compartilhados nas mídias sociais do que outros tipos de conteúdos.

Desvantagens:

– A produção requer investimento em design;
– Nem sempre são indexados pelos buscadores.

Newsletter

Vantagens:

– 86% dos consumidores gostam de receber e-mails promocionais das empresas das quais compraram algo;
– Produção simples e de baixo custo.

Desvantagens:

– Construir um mailing efetivo é desafiador;
– Baixa diferenciação.

Estudos de caso

Vantagens:

– Cria o efeito “halo”, ou seja, associação da sua marca à do cliente;
– 44% dos profissionais de marketing acreditam que geram leads qualificados.

Desvantagens:

– Apenas 6% das pessoas consideram os estudos de caso uma ferramenta efetiva de marketing.

Quizzes

Vantagens:

– Quizzes personalizados aumentam o volume de cliques em 14%, e as conversões, em 10%;
– A média de compartilhamento é de 1.900 vezes.

Desvantagens:

– Requer ferramenta especializada para o desenvolvimento;
– O alcance de resultados efetivos leva tempo.

Posts em blogs

Vantagens:

– Gera leads por meses;
– 14% dos profissionais de marketing acreditam que são efetivos para gerar leads e para conhecimento da marca.

Desvantagens:

– Necessita de atualização constante;
– É preciso ser relevante para se destacar.

Vídeos

Vantagens:

– 43% dos consumidores querem mais conteúdo em vídeo;
– 48% dos usuários de smartphones são mais propensos a comprar de empresas que disponibilizam vídeos com instrução;

Desvantagens:

– Custo da produção alto e demorado.

Podcasts

Vantagens:

– O consumo de podcasts aumentou 23% entre 2015 e 2016;
– O engajamento de usuários com a publicidade é alto: 68% dos ouvintes se engajaram de alguma forma.

Desvantagens:

– A audiência ainda é baixa: apenas 13% da população americana em 2016.

Webinars

Vantagens:

– Pode captar informações do usuário ao se registrarem para ter acesso ao vídeo;
– 50% dos profissionais de marketing B2B americanos acreditam que os webinars geram leads.

Desvantagens:

– Consome tempo para preparar todo o processo;
– É imprevisível: requer equipamentos especializados para evitar problemas de transmissão.

Tutoriais

Vantagens:

– Auxilia na obtenção de uma boa posição no ranking de pesquisa orgânica.

Desvantagens:

– Pode parecer que você esteja entregando facilmente algo que seja muito bom para ser verdade;
– Exige investimento de tempo e recurso para fazer bem feito.

White Paper/ Ebooks/ Relatórios

Vantagens:

– Pode capturar informações do usuário em troca de download gratuito;
– Pesquisas e dados inéditos são ferramentas de marketing que despertam grande interesse.

Desvantagens:

– Conteúdos longos recebem menos cliques e compartilhamentos;
– Requer pesquisa intensa para produção.

Eventos

Vantagens:

– Oportunidade de criar networking presencial, gerar vendas e mídia espontânea;
– Captura dos dados dos participantes é uma potencial fonte de receita.

Desvantagens:

– Complicado e de alto custo;
– Requer suporte o tempo todo por meses de planejamento.

Fonte: https://ecommercenews.com.br