Pesquisa aponta que empresas não estão preparadas para o Omnichannel

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O consumidor multicanal é assim: entra numa loja física, pergunta pro vendedor se o produto está disponível em estoque, saca o celular do bolso e começa a comparar preços.

A segunda edição da pesquisa Consumidor Omnichannel 2017, feita pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, em parceria com a empresa de pesquisas Brazil Panels, levou entrevistadores à 60 lojas físicas, disfarçados de consumidores, para entender se os vendedores dessas lojas estão preparados para a integração do online com o offline.

“A política de preços é um assunto mal resolvido no omnichannel brasileiro”, comenta Claudio Vasquez, sócio da Brazil Panels. Segundo a pesquisa, 75% dos vendedores não quiseram ou não puderam equiparar preços com a loja virtual, para não perderem a venda.

Houve casos em que os vendedores se mostraram agressivos ao perceber que os consumidores estavam comparando preços pelo celular. O percentual de “vendedores agressivos” subiu de 8% em 2014 para 14% em 2017.

Segundo Vasquez, isso é um sinal de despreparo e falta de treinamento das forças de vendas em lojas físicas. “O ideal é que o vendedor seja treinado para compreender o perfil do novo consumidor e tenha margem para equiparar o preço do físico com o virtual”, dia Vasquez. “Se a política de preços da empresa não permitir, que pelo menos o vendedor se saia com uma resposta cordial”, completa.

Para o presidente da ABComm, Mauricio Salvador, muitas empresas estão investindo em tecnologias e processos mas sua força de vendas não consegue acompanhar as mudanças.

Outro ponto observado na pesquisa é que mais de um terço (34%) das lojas físicas não tinha o produto em estoque (pronta entrega) e 27% demoraria mais que dois dias para entregar na casa do consumidor.

Para Salvador, com a evolução do e-commerce para entregar produtos no mesmo dia, uma das maiores vantagens das lojas físicas, a pronta entrega, deixará de existir. O estudo está disponível para download em: abcomm.org/noticias/pesquisa-omnichannel-abcomm-2017/

Fonte: https://goo.gl/6txtDa

Dia Nacional do Design

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Em 1998, o presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, assinou um decreto instituindo o dia 5 de novembro como o Dia Nacional do Design.

Esta data foi instituída em homenagem a um defensor do design no Brasil, o advogado, artista plástico, designer e planejador brasileiro Aloísio Magalhães.

Há 12 anos que comemoramos o DIA DO DESIGN. Desde esta época, até os dias atuais, percebemos os avanços e as conquistas que esta profissão vem conseguindo. É concreto o número de cursos no mercado; a quatidade de publicações; os prêmios internacionais trazidos; os profissionais brasileiros exportados; os canais de comunicação especializados; os eventos nacionais promovidos e a movimentação em torno deste tema.

É fato que muita coisa ainda precisa ser feita, muita articulação precisa ser promovida, muitos negócios fomentados e muito trabalho para que cada vez mais o reconhecimento social desta profissão seja conquistado.

Parabéns designers!

O Velho Mundo e o Novo Mundo na transformação digital das empresas

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Ano após ano a tecnologia evolui e aumenta o leque de oportunidades para as empresas, que, por sua vez, devem inovar para não ficar para trás no universo digital. Porém, segundo pesquisa da Enterprise Strategy Group (ESG), apesar de 71% das organizações no mundo concordarem que para manter a competitividade é preciso se transformar digitalmente, apenas 5% delas já estão com esse processo em andamento.

Ser digital já é obrigação no panorama corporativo. É uma visão diferenciada de onde o negócio está e onde quer chegar. Se fosse para fazer uma alusão, seria a transição do Velho Mundo para o Novo Mundo. Quebrar os paradigmas e o tradicionalismo é necessário para que se dê início à conversão, mudando os aspectos da cultura das empresas, a começar pelas pessoas. Só assim o caminho à modernidade será alcançado sem radicalidade e rupturas.

As empresas devem realizar uma análise de todo o cenário atual, possibilitando a definição de estratégias e ações capazes de facilitar essa mudança. Ferramentas que possibilitem que os gestores enxerguem os caminhos a serem seguidos proporcionam maior efetividade e assertividade na tomada de decisões. Além disso, a digitalização faz com os resultados possam ser mensurados por meio de novos indicadores, que ajudam a mostrar qual a melhor trajetória a ser percorrida.

Com ativos que facilitem os processos das companhias, a experiência digital não deve ser algo apenas “da porta para fora”, mas também no ambiente interno, para aumentar a efetividade ao possibilitar uma visão diferenciada tanto por parte dos clientes quanto dos colaboradores, melhorando a experiência dos usuários.

Soluções que classifiquem o digital como parte de um ecossistema que integra gente, tecnologia, inovação e método promovem a transformação digital de ponta a ponta de um negócio, conectando o consumidor com a companhia, potencializando seus resultados e, consequentemente, aumentando a percepção de valor que o cliente tem sobre a empresa.

Fonte: https://goo.gl/826xPk