Métricas que todo time de marketing deve acompanhar

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metricas-de-marketing-e1759863546975 Métricas que todo time de marketing deve acompanhar

O sonho de todo time de marketing é trazer melhores resultados para a empresa. Mas será que sua equipe está seguindo todas as etapas para transformar esse sonho em realidade?

Métricas são a base para qualquer melhoria. A seguir, vamos trazer então algumas métricas essenciais que sua empresa deve acompanhar:

  • Métricas gerais de marketing;
  • Métricas de inbound marketing;
  • Métricas de e-mail marketing;
  • Métricas de social marketing;
  • Métricas de outbound marketing.
  • Métricas de smarketing.

E quando nos referimos a métricas, vamos manter o foco nos indicadores-chave de desempenho (key performance indicators, ou KPI). Portanto, nada de métricas de vaidade adiante, apenas aquelas que impactam o crescimento do seu negócio.

gerais de marketing

Vamos começar com as métricas que não pertencem a um só tipo de marketing, mas que podem ser utilizadas para medir os resultados do conjunto das suas ações ou de canais, meios e até veículos específicos na comunicação.

ROI (retorno sobre investimento)

Como saber se uma campanha foi bem-sucedida? Simples: se ela trouxe um retorno maior que o investimento.

O ROI é uma das principais métricas para acompanhar e garantir que suas ações estejam trazendo o resultado esperado. Sua fórmula é:

ROI = [(receita – custo)/custo]×100

Sendo que a receita é o valor obtido com uma ação ou estratégia, e custo é o investimento necessário para sua realização.

Seu time de marketing pode calcular o ROI de cada estratégia para entender quais contribuem mais para o sucesso da empresa e quais precisam ser otimizadas. Quanto maior o ROI, melhor.

CAC (custo por aquisição de cliente)

Outra métrica que pode medir a efetividade de todo o marketing ou de estratégias individuais. Basta dividir o investimento em marketing pelo total de clientes conquistados com isso. Neste caso, um CAC menor significa finanças mais equilibradas.

LTV (valor vitalício do cliente)

Este é um cálculo-base que envolve três fatores: o valor médio de compra dos clientes, quantas compras em média eles realizam em determinado período e o tempo estimado que um cliente permanece fiel à sua empresa.

Ao aumentar qualquer uma dessas variáveis, o LTV consequentemente será maior. Por isso é importante construir um relacionamento com o cliente muito além da decisão de compra, não só no sentido de duração e regularidade das compras, mas também de up-sell.

Sites, landing pages e blogs

Para deixarmos mais claras as métricas de inbound marketing, vamos dividi-las a partir daqui, começando por aquelas que seu time de marketing deve usar em sites, landing pages e blogs.

Visitas

Conversões em inbound marketing apenas são possíveis quando o público tem acesso ao seu conteúdo. Sem visitantes, seu site pode ser lindo e bem desenvolvido, mas será inútil.

É válido ressaltar, no entanto, que o número de visitas deve estar relacionado à qualidade delas. Portanto, outros dados devem ser coletados além da quantidade.

Olhando para outras informações das visitas em ferramentas como o Google Analytics, tente responder às questões:

  • O número de visitantes é o suficiente para converter os leads de que preciso?
  • Tenho muitas visitas recorrentes ou as visitas únicas são maioria absoluta?
  • Quais são as informações demográficas desses visitantes?
  • Eles representam de fato meu público-alvo?

A partir das respostas, faça os ajustes necessários.

Tráfego orgânico

O melhor ROI possível é aquele em que seu time alcança o máximo resultado com o menor investimento. Nesse sentido, o tráfego orgânico para seu conteúdo desempenha um papel fundamental.

Esse tráfego orgânico é composto basicamente de buscas espontâneas e links (em outros sites e blogs, redes sociais etc.). Ou seja, são os acessos pelos quais sua empresa não paga de forma direta, como em links patrocinados na rede Display do Google e anúncios no Facebook.

Taxa de rejeição

Tão importante quanto descobrir o que funciona, é perceber o que não. Se o site, landing page ou blog atrai muitas visitas, mas tem um bounce rate alto (os usuários saem sem executar qualquer ação), algo precisa ser revisto.

Talvez a forma como o conteúdo seja apresentado externamente não corresponda ao que os visitantes encontrem dentro, ou o conteúdo e chamadas para ação não gerem engajamento, ou ainda a experiência de acesso em determinado dispositivo seja insatisfatória. Tudo isso precisa ser analisado e corrigido pelo seu time de marketing.

Taxa de conversão

De um modo geral, é possível analisar diversos CTRs (click through rates). Essa taxa de cliques pode se referir, por exemplo, ao número de pessoas que clicaram na página de contato quando viram o link dela na página inicial do site.

Mas os melhores CTRs são aqueles que geram conversões, como formulários de contato e download de materiais. Para calcular isso, basta dividir o total de pessoas que visualizaram a página pela quantidade de ações desejadas nela.

Redes sociais

Uma das missões da análise de resultados nas redes sociais é separar as métricas de vaidade dos KPIs. Um grande número de seguidores pode parecer impressionante em um relatório, mas esses seguidores são mesmo seu público-alvo e convertem-se em leads? Vejamos o que vale acompanhar.

Alcance orgânico

A lógica é a mesma do tráfego orgânico em sites, landing pages e blogs. Quanto mais pessoas além dos seguidores sua comunicação consegue atingir, maior é a probabilidade de atrair novos fãs sem custo adicional.

Para ter alcance orgânico, é preciso que os seguidores interajam. Curtidas, comentários e, principalmente, compartilhamentos levam os conteúdos da sua empresa para os círculos de contatos deles.

Engajamento

O engajamento nas redes sociais é essencial tanto na forma de relacionamento quanto como contribuição a outras métricas. Como vimos, curtidas, comentários e compartilhamentos ampliam o alcance orgânico das suas postagens. Além disso, um público engajado tem maiores chances de se converter em leads.

Taxa de conversão

Relacionamento com o público é ótimo, mas seus seguidores estão contribuindo para o crescimento do seu negócio? Se não houver conversão e vendas, não sobrará com o que se relacionar.

A boa notícia é que seu time de marketing pode aplicar CTR também nas redes sociais. É só dividir o alcance de determinada postagem ou anúncio e pelo total de cliques na oferta.

E-mail

Campanhas de e-mail marketing são uma ótima forma de pegar a rotina de mensuração e análise de resultados, porque são um ambiente mais controlado, têm menos métricas à disposição e realizar testes A/B é muito fácil nelas.

Taxa de abertura

Se os seus e-mails e newsletters não estão encaminhando os assinantes a ações específicas, sua empresa está perdendo oportunidades. Mas para que eles saibam o que precisam fazer no corpo do e-mail, devem ser instigados a abrir suas mensagens.

Capriche no conteúdo, na segmentação de listas e no texto dos assuntos para ter boas taxas de abertura de e-mails. Quanto mais pessoas os abrirem diante do total de assinantes, melhor.

É claro, o parâmetro para esse índice varia conforme o segmento da empresa. A média de taxa de abertura entre todos os setores é 20,81%, de acordo com milhões de e-mails enviados pelo Mailchimp, enquanto alguns serviços podem estar abaixo — como marketing e publicidade, com 16,48% — ou acima — como arquitetura e construção, com 23,12%.

CTR

Uma vez que o destinatário tenha aberto seu e-mail, uma boa chamada é necessária para levá-lo a executar a ação desejada. O CTR então se aplica também aqui, dividindo o número de pessoas que abriram o e-mail pelo total de cliques no call to action.

Novamente, certa variação acontece de segmento para segmento. Mas em geral, ainda de acordo com os dados do Mailchimp, o CTR médio é de 2,43%.

Cancelamentos

Fique de olho em quantas pessoas optam por se desinscrever da sua lista de e-mails a cada disparo. Uma pequena quantidade é esperada e isso ajuda a refinar o público ao qual sua equipe destinará esforços. Agora, um alto número de cancelamentos pode significar que sua segmentação é ineficiente ou o conteúdo precisa ser revisto.

Smarketing

Também conhecido como vendarketing, o smarketing é a prática organizacional de unir as equipes de vendas e de marketing sob estratégias e ações em comum para impulsionar o crescimento da empresa. Unificando os dois processos é possível mensurar e otimizar cada uma das etapas que vão da conquista de leads até depois da conversão em clientes.

Conversões no funil de vendas

Na jornada do consumidor, cada pessoa atravessa diversos estágios até a compra. O público-alvo vira seguidor e assinante, que vira lead, então MQL (marketing qualified lead), SQL (sales qualified lead), SAL (sales accepted lead) e, por fim, cliente.

Medir as taxas de conversão de estágio a estágio permite à empresa encontrar gargalos internos que estão impedindo melhores resultados em vendas e ter uma base mais adequada para planejar sua comunicação. Sabendo quantas conversões em clientes são necessárias para o negócio crescer, é possível definir qual deve ser o alcance da campanha e quais são as mídias que ajudam nesse objetivo.

Outbound marketing

Quando feita on-line, a comunicação outbound pode ser medida com as mesmas métricas que já vimos acima, como alcance, CTR, entre outras.

Já no off-line a situação é um pouco diferente, embora a mensuração ainda possa ser digital. Aliás, fazer cross mídia on e off é uma ótima forma de entender melhor a importância de cada canal para sua comunicação.

Veículos de confiança do público e dos anunciantes como a NSC Comunicação disponibilizam Kits de Mídia, já antecipando muitos dados sobre a audiência que as marcas desejam alcançar.

Mas também é possível medir o efeito de meios de como a televisão, a rádio e a televisão por meio da variação no ROI geral de marketing, ou só pelo impacto no digital. Por exemplo, ao veicular uma campanha na TV deve-se monitorar as menções em redes sociais e o aumento de acessos diretos ou de buscas orgânicas ao site da empresa.

Outra solução é se valer de recursos que identifiquem a origem off-line do lead. Isso pode ser feito por meio de cupons, QR codes e links personalizados que levam a páginas exclusivas para essa identificação.

Digamos que sua empresa tenha o site minhaempresa.com.br. Em anúncios impressos, na TV e na rádio pode anunciar outro link proprietário, como minhaempresa.me, então seu time saberá que os acessos a esse segundo domínio são do público off-line. Nesse caso, certifique-se de que estas páginas não estão indexadas no Google para não gerar conflito de informações nem sua empresa ser penalizada nas buscas.

Assim como links, números de telefone personalizados para campanhas e até mesmo para cada meio de comunicação permitem identificar a origem dos leads. Por meio de call tracking, esses “números máscara” indicam a efetividade de cada meio e são um recurso bastante útil para o monitoramento de dados.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/metricas-que-todo-time-de-marketing-deve-acompanhar/

5 dados para entender o marketing B2B em 2025

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marketing-b2b 5 dados para entender o marketing B2B em 2025

Há um enorme potencial para a evolução do marketing B2B no Brasil. De acordo com o levantamento “O Status do Marketing B2B na América Latina 2025”, da Intelligenzia, apenas 20% dos profissionais entrevistados consideram suas respectivas empresas em um estágio maduro ou sofisticado de maturidade digital. Então, vale acompanhar os dados que trazemos adiante para ajudar nessa busca por melhorias no setor.

Destaques do Status do Marketing B2B 2025:

  • 76% dos profissionais priorizam a geração de leads de qualidade;
  • 65% têm orçamentos destinados a eventos;
  • 59% vão investir na geração de conteúdo neste ano;
  • enquanto isso, a maioria das empresas faz uso de ferramentas de otimização.

Saiba a seguir o que esses números representam para o mercado.

5 dados para entender o marketing B2B em 2025

1. Gerar leads de qualidade é o maior objetivo no marketing B2B

Quando perguntados sobre as prioridades para 2025, os profissionais do marketing business-to-business mostram uma grande preocupação em gerar mais leads em qualidade. Esse é o objetivo de três em cada quatro entrevistados, ou 76% do público. Diante dos 30% que elencaram entre as prioridades gerar mais leads em volume, a qualidade dos contatos que chegam às vendas, portanto, é muito mais valorizada.

Seis em cada dez marqueteiros ainda revelam o intuito de trabalhar a marca institucional. Esse é um objetivo acertado. Afinal, como aponta o relatório ROI Genome, da Analytic Partners, usar a comunicação para divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Isso em comparação com a divulgação de produtos e serviços.

Logo depois, com 57%, aparece o objetivo de dar visibilidade aos produtos ou serviços da empresa.

Tal sequência traz uma visão interessante — e potencialmente mais eficaz — para abordar as prioridades do marketing B2B em 2025.

2. Foco nas métricas de marketing que importam

Uma das provas de que o setor está evoluindo é o fato de que os profissionais se mostram cada vez mais ligados à possibilidade de as métricas enganarem. Por isso, assim como nas prioridades citadas acima, a qualidade dos leads gerados é considerada a principal métrica de sucesso por 78% do mercado.

O volume, por si só, representa pouco para a marca. É claro, gerar leads em uma quantidade necessária para a sustentação do negócio deve estar em pauta. Disso não se pode fugir e sete em cada dez entrevistados procuram também pelo maior número possível. Mas isso não pode ser dissociado do potencial de esses leads realmente serem convertidos.

As empresas B2B precisam de estratégias que atraiam leads qualificados, e não só completar uma métrica que terá pouco impacto no restante do funil de vendas.

3. O marketing B2B no Brasil está amadurecendo

A boa notícia para o mercado é que o marketing B2B dá mostras de evoluir, como indicamos a partir dos dados anteriores. Por outro lado, isso significa que as empresas do setor precisarão trabalhar de maneira cada vez mais inteligente para não ficarem para trás.

Falando nisso, os entrevistados no estudo da Intelligenzia apontam os diferentes níveis de maturidade digital em que os negócios se encontram:

  • 5% estão em um nível sofisticado;
  • 15% estão em um nível maduro, ainda com alguns desafios;
  • 32% estão em desenvolvimento, com relativo sucesso;
  • 24% estão em crescimento, faltando uma estratégia coesa;
  • 23% estão em estágio inicial, com algumas ações feitas.

Estrategicamente, os profissionais também perceberam certa evolução. Mais de um terço deles (36%) relatou uma melhoria considerável em 2024, na comparação com 2023.

4. Eventos e geração de conteúdo têm os maiores orçamentos

Como os profissionais esperam gerar leads qualificados em 2025? Para isso, o “Status do Marketing B2B” mostra as táticas mais usadas: o marketing de conteúdo, a divulgação orgânica nas redes sociais e os eventos. Não à toa, os eventos e a geração de conteúdo aparecem nas primeiras posições em alocação de verbas para ações de comunicação.

marketing de eventos em si não é uma tendência exclusiva do B2B. Mais da metade dos líderes ouvidos em uma pesquisa da AnyRoad afirmaram o intuito de aumentar os investimentos nessa direção até 2026. Enquanto isso, o conteúdo de qualidade é uma das principais apostas de mídia para superar o marasmo das marcas e atrair o público.

5. O uso de ferramentas de marketing e vendas

O amadurecimento do marketing B2B no Brasil ainda passa pela adoção de ferramentas digitais que otimizem o trabalho no setor. Nesse sentido, a prática parece bastante difundida.

Apenas 17% dos entrevistados pela Intelligenzia não usam uma ferramenta de CRM. Um número um pouco maior, de 27%, diz não utilizar ferramentas de inbound marketing. E menos de 40% não aproveitam recursos de inteligência artificial generativa no dia a dia.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/descubra-5-dados-para-entender-o-marketing-b2b-em-2025/

Descubra como as métricas de Marketing podem enganar

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confused-young-african-businessman.jpg1_-1024x683 Descubra como as métricas de Marketing podem enganar

A importância de analisar métricas de marketing para o sucesso da comunicação e das vendas.

No entanto, mesmo que os dados não mintam, as métricas também podem enganar, dependendo da forma como são utilizadas. Isso é o que revela o estudo ROI Genome, da Analytic Partners.

O erro, nesse caso, não está nos números em si. Muitas vezes, trabalhar com dados isolados ou cujo período de análise é muito curto pode levar a conclusões equivocadas. Isso leva os profissionais a adotar estratégias menos eficientes, que geram piores resultados.

Então, qual é a melhor forma de usar as métricas de marketing? Veja a seguir alguns erros comuns relacionados ao tema e saiba como evitá-los no seu negócio.

Métricas de marketing isoladas

A representação da jornada de compra como uma sequência linear é apenas uma simplificação para facilitar o entendimento dos passos envolvidos na decisão do consumidor.

A verdade é que o público nem sempre segue uma sequência lógica e exata. Há muitas idas, vindas e saltos nesse caminho, passando por diferentes canais de comunicação on-line e off-line. Portanto, as métricas de marketing precisam abranger essa complexidade por trás da decisão de compra.

Mas, geralmente, a análise das empresas foca na conversão de último clique. Por exemplo, ao fazer uma campanha digital incluindo redes sociais, anúncios display e buscas pagas, o resultado de cada canal é considerado isoladamente. As redes geraram X visitas ao site, os anúncios resultaram em Y, as buscas renderam Z, e assim por diante.

Por outro lado, também poderíamos levantar questões relevantes a respeito desses resultados:

– Quantas pessoas só realizaram a busca depois de ver um anúncio?
– Quantos consumidores clicaram no anúncio porque foram impactados em um momento anterior nas redes sociais?
– Quantos indivíduos fizeram a busca antes, não compraram na hora, e então concluíram a compra a partir de um anúncio de retargeting?

Como demonstra o estudo ROI Genome, 30% dos cliques em buscas são gerados por outros tipos de marketing, incluindo aqueles focados no reconhecimento da marca. É por isso que as métricas de marketing devem procurar a atribuição de mídia correta.

Ainda de acordo com os dados da Analytic Partners, 35% do investimento é perdido quando as decisões estratégicas são feitas com base em métricas de marketing isoladas.

Inclusive, já mostramos aqui no blog que até mesmo a ordem em que os anúncios aparecem para o consumidor pode afetar o resultado da campanha. Segundo a Spectrum Reach e a Magna Global, a intenção de compra é maior quando o primeiro contato é na televisão, em vez do smartphone.

Métricas de vaidade

Outro problema comum em relação às métricas de marketing são as chamadas métricas de vaidade. Você sabe o que são?

Talvez sua empresa tenha sido tentada a medir dados como o número de curtidas e de seguidores nas redes sociais, ou o tempo de sessão dos usuários no site. Esses são exemplos de métrica de vaidade porque, segundo a Tableau, “parecem bem na frente dos outros, mas não ajudam você a entender seu desempenho de um modo que informe estratégias futuras”.

Além disso, métricas de vaidade não oferecem contexto suficiente para uma análise profunda e são pouco acionáveis.

Veja o caso do número de seguidores nas redes sociais. Ter uma base de 10 mil ou 100 mil pessoas não fará diferença se a comunicação da marca não está alcançando o público certo ou se esse público não está convertendo em vendas.

Essas métricas de vaidade então podem levar a investimentos mal-direcionados. É por isso que os negócios precisam adotar indicadores-chave de desempenho, ou KPIs, já que eles estão diretamente relacionados ao crescimento da marca.

Os números não mentem.
Mas é preciso ter cuidado ao analisar métricas de marketing

Métricas de retorno no curto prazo

Um dos maiores erros no cálculo do retorno (ROI) de um negócio é considerar apenas o curto prazo.

Definir estratégias de marketing com informações de um curto período de tempo pode ignorar o efeito mais duradouro de certas mídias. Um exemplo disso é a televisão, que tem um impressionante impacto na memória de longo prazo. Assim, ao calcular o ROI, o retorno da TV é muito maior do que parece ao primeiro momento.

Como já demonstrou um estudo de Ebiquity e Gain Theory, 58% do ROI na publicidade é ignorado quando se considera somente o curto prazo.

Essas são algumas das formas mais comuns como as métricas podem enganar. Agora, nem por isso você deve deixar de analisar as métricas de marketing. Quando usadas corretamente, elas são poderosas ferramentas para alcançar o sucesso na comunicação e nas vendas.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/descubra-como-as-metricas-de-marketing-podem-enganar/

É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

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brand-price-tags-style-graphics.jpg1_-1024x683 É melhor: divulgar a marca ou produtos e promoções?

Todo negócio deseja vender mais, não é mesmo? Mas o que sua empresa faz nesses casos?

Provavelmente, elabora alguma promoção ou ação comercial. Talvez até invista em anúncios focados no preço, nas condições de pagamento ou nas características do produto ou serviço.

Métricas de fundo de funil não são o bastante para medir as vendas

Como já comentamos outras vezes aqui no blog, métricas podem enganar. Se a empresa utiliza apenas indicadores de desempenho relacionados ao fundo de funil para medir o impacto das vendas, então é natural que as campanhas focadas em produtos ou serviços terão um retorno mais expressivo.

O problema é que isso não representa toda a realidade, segundo os dados da Analytic Partners.

De acordo com o relatório ROI Genome, divulgar a marca tem um melhor desempenho em 80% das vezes. Mais ainda, ele mostra que as táticas de topo de funil são 60% mais efetivas no longo prazo e somente 25% menos efetivas no curto prazo.

Também é da Analytic Partners outra informação que mostra como as métricas podem levar a conclusões equivocadas, quando não analisadas com cuidado. Por exemplo, considerar o último clique como o mais determinante para o crescimento das vendas atribui um valor à conversão direta muito maior do que é na verdade.

Como prova disso, descobriu-se que 30% dos cliques em buscas pagas são atribuídos à divulgação da marca e outras práticas de marketing.

Somando ainda outros fatores, a atribuição de último clique pode superestimar em até 10 vezes, em média, o papel dessa ação pontual. Ela não considera componentes como o interesse depois de ver um anúncio na televisão, a recomendação de conhecidos, a própria lembrança da marca, entre outros caminhos percorridos pelo consumidor.

A Analytic Partners cita o caso da análise de tráfego de um website em que 46% dos acessos vinham da TV, enquanto meros 15% tinham origem nas buscas pagas.

Isso quer dizer que as marcas precisam ter um entendimento mais profundo da jornada do consumidor. Dessa maneira, ficará mais clara a importância das mensagens que vão além dos produtos e promoções.

Em defesa do orçamento para divulgar a marca

O ROI Genome sugere que o investimento em campanhas de fundo do funil não supere 50% do orçamento de marketing. Ou seja, você não deve escolher entre divulgar a marca ou fazer anúncios mais comerciais. Ambos são necessários, enquanto o maior valor do brand marketing está no longo prazo.

Mas existem algumas situações em que esse investimento na mensagem da marca pode estar ameaçado, mesmo entre as empresas que já adotam essa prática.

O primeiro caso é quando há um crescimento, à primeira vista, desproporcional das campanhas de fundo do funil. Quando as conversões têm tanto retorno, pode ser tentador focar mais nessa área.

Entretanto, considere que o bom desempenho das conversões de último clique pode ser um efeito cumulativo do fortalecimento da marca.

A Analytic Partners traz um exemplo nesse sentido. De um ano para o outro, uma marca aumentou em 72% o investimento no topo de funil, gerando um retorno proporcional de 76% nesse canal. Enquanto isso, o investimento no fundo do funil cresceu 35%, impulsionando um retorno de 48%. Se tirássemos o orçamento do topo, o ROI do fundo seria menos expressivo.

Outro motivo é quando o orçamento como um todo fica mais apertado. Nesse caso, as campanhas em geral são prejudicadas.

Contudo, a literatura a respeito aponta que essa economia momentânea custa bastante caro. Podemos citar como referência a crise financeira de 2008. Entre as empresas que aumentaram o investimento em marketing naquela época, 63% delas tiveram um retorno positivo.

Um estudo mais recente do Instituto Ehrenberg-Bass chegou a analisar 57 empresas que passaram ao menos um ano sem fazer anúncios na mídia. O resultado foi uma queda de 16% nas vendas. Isso, com certeza, limita ainda mais a capacidade de divulgar a marca.

Portanto, antes de entrar nesse ciclo vicioso, considere as perdas que a ausência da mídia traz e os ganhos cumulativos que o fortalecimento da marca oferece.

Fonte: www.negociossc.com.br/blog/qual-e-melhor-divulgar-a-marca-ou-produtos-e-promocoes/

7 métricas essenciais para medir retorno financeiro do email marketing

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O email marketing é conhecido como uma das mais mensuráveis mídias online. Podemos facilmente medir, a cada campanha, números como: Taxa de Abertura, Taxa de Cliques, Taxa de Opt-out e Bounces. Mas para lojas virtuais, será que estas métricas são suficientes para avaliarmos o retorno financeiro de nossas campanhas? A nossa experiência nos mostra que NÃO. Precisamos ir mais a fundo e descobrir outros números para uma avaliação mais precisa. Vamos listar abaixo algumas das métricas que você deve medir rotineiramente.

Antes de começarmos, é preciso ter em mente que devemos contar com a ferramenta Google Analytics para nossa análise. Caso ainda não o utilize, recomendamos começar imediatamente, ele é uma parte essencial para a análise de retorno de qualquer mídia online. Para integrar sua loja virtual ao Google Analytics, basta solicitar que a plataforma de e-commerce configure este recurso, depois de ter a conta criada para o seu domínio no Google Analytics. Não esqueça de ativar o módulo de Comércio Eletrônico dentro do Analytics! É este módulo que fará o cálculo das métricas que precisamos.

1. Receita

Parece óbvio, mas ainda hoje vemos muitas empresas que não medem quanto em vendas foi gerado a partir das campanhas de email. Este é o ponto de partida, precisamos saber este número. Existem basicamente duas formas: uma é através do Google Analytics e a outra é através da plataforma de e-commerce. Recomendamos usar o Google Analytics inicialmente, por ter informações adicionais como veremos a seguir. Ele calcula automaticamente este valor para nós.

2. Ticket Médio

O Ticket Médio é obtido a partir do cálculo da Receita dividida pelo número de pedidos. Com o Analytics configurado, ele dará esta informação pronta para você, bastando filtrar pela Origem do tráfego (exemplo: Mailbiz). Saber o Ticket Médio é importante, pois você pode ter ideia de qual é o valor médio de cada pedido, podendo desta forma comparar com a média da loja como um todo e também com as outras mídias.

3. Taxa de Conversão

Medir a Taxa de Conversão significa analisar o quanto suas campanhas são relevantes para a audiência. Se mede esta métrica dividindo o total de acessos pelo número de pedidos gerados a partir do email marketing. Multiplique por 100 para ter a taxa em percentual. Ao analisar a taxa de conversão por campanha, você poderá identificar qual delas gerou mais vendas em relação ao tráfego gerado. Porém, não se deve analisá-la de modo isolado. Ela possui uma relação normalmente inversamente proporcional ao Ticket Médio. A tendência é que com um ticket médio menor, a taxa de conversão seja maior, o que não necessariamente é algo positivo, dado que queremos sempre obter o valor maior possível em Receita. Esta métrica também é calculada automaticamente pelo Analytics.

4. Valor por Sessão

É uma das métricas mais importantes na avaliação do retorno em vendas. Obtém-se este valor ao dividir o valor de Receita pelo número de sessões em determinado período. O Google Analytics também calcula este valor automaticamente para facilitar nossa vida. O valor obtido mostrará, em R$, quanto é obtido em vendas com cada acesso que temos na loja virtual. Obviamente, quanto maior este número, melhor.

5. Investimento

Esta é uma métrica simples, basta você somar os custos gerados com as campanhas de email marketing. Normalmente é composto pelo valor da mensalidade da ferramenta de email marketing e pelo serviço de criação de conteúdo. Caso a criação das campanhas seja feita dentro de sua empresa, tente estimar quantos % do tempo o seu funcionário se dedica ao email marketing e aplique este percentual em relação ao salário. Some tudo e teremos o valor de investimento mensal.

6. Custo por Sessão

Tendo em mãos o total de sessões geradas e o investimento do período, podemos calcular quanto custou cada acesso à loja virtual a partir das campanhas de email. Basta dividir o total de investimento pelo total de sessões, e assim você terá o Custo por Sessão ou Custo por Clique (CPC), como também é chamado. Quanto menor for este número, melhor. Também é essencial que ele seja menor que o Valor por Sessão, para que haja lucro em cada acesso à loja.

7. ROI

ROI é a sigla para Return On Investment. Em português, significa Retorno do Investimento. Sabendo quanto você investiu e quanto gerou em vendas com email marketing em um período, já se torna possível calcular o ROI. Divida o total da Receita obtida pelo valor do investimento. Assim, saberemos o ROI em R$, ou seja, quantos reais em vendas estamos gerando com cada 1 real investido.

É importante relembrar que você deve sempre filtrar a Origem e a Mídia no Analytics para saber os números apenas do email marketing. Caso você use a integração padrão de nossa ferramenta com o Analytics, a origem será sempre “mailbiz” e a mídia “Email”. Lembrando que você pode personalizar estes nomes informando em cada link de sua campanha os parâmetros “utm_source” e “utm_medium”.

Calculando estas 7 métricas você poderá ter uma visão muito mais clara dos resultados gerados pelas campanhas de email marketing. Relembrando que o Google Analytics é uma parte importantíssima neste processo. Não há porque desperdiçar tamanha quantidade de informações que ele nos traz e, melhor ainda, de modo gratuito! Esperamos ter ajudado com estas dicas e que agora você possa entender melhor e aprofundar suas análises de rentabilidade com o email marketing.

Métricas para medir os resultados das suas ações de marketing de conteúdo

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Antes de definir uma estratégia de marketing e saber se ela está funcionando bem ou não, você precisa saber quais objetivos deseja atingir, para então mensurá-los. Certifique-se de que os objetivos são mensuráveis e que as metas são atingíveis. Isso te ajudará a dividir os objetivos em partes.

Assim, por exemplo, a meta de 10% de aumento em vendas este ano pode depender diretamente do aumento do tráfego do site em 5% ao mês, pelo resto do ano.

Diante disso, é fundamental saber quais são os reais objetivos para, só então, criar o conteúdo, adaptando-o ao perfil e às necessidades do seu público. Dessa forma, as chances de obter sucesso nas ações de marketing de conteúdo, e do seu negócio em geral, serão maiores.

Existem várias métricas que podem ser utilizadas para mensurar os resultados dessas campanhas. Não há uma melhor ou pior, tudo dependerá de qual mídia você vai utilizar, e quais metas traçadas você deseja mensurar.

Veja algumas métricas importantes:

– Acesso às mídias: Facebook, Twitter e Instagram, por exemplo.
– Tráfego no blog: quantidade de comentários, compartilhamentos e seguidores;
– Taxa de pageviews;
– Tempo médio de permanência no ambiente;
– Fontes de tráfego;
– Taxa de cliques em publicidade;
– Engajamento: quantidade de curtidas, compartilhamentos e novos seguidores.

É importante que você saiba que nenhuma métrica separadamente irá lhe dizer 100% se as suas ações de marketing estão funcionando e trazendo resultados.

É importante monitorar os vários KPI’s (Key Performance Indicators) para medir os retornos das ações, e se estes estão trazendo benefícios na percepção da marca, em conversões de comportamento, geração de leads e vendas reais, por exemplo.

Espero que essas dicas sejam úteis para o seu negócio! Boas vendas!