Entenda o que é Incrementalidade no Marketing

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Fazer um bom planejamento de mídia é fundamental para que as empresas tenham os resultados desejados em marketing e vendas. Por ser tão importante para os negócios, é natural que levante muitas questões a respeito.

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Ainda mais no cenário da pandemia, em que gestores precisam controlar melhor os recursos utilizados, há uma necessidade de comprovar a eficácia dos investimentos em mídia.

Uma pequena empresa, por exemplo, sabe que investir em comunicação é essencial para tornar a marca conhecida.

Mas nesse primeiro momento, com um orçamento mais enxuto, quais são os canais com maior impacto para isso? Ou, no caso de uma grande empresa, como é possível saber quais vendas aconteceriam de qualquer forma e quais foram motivadas pelo marketing?

Para responder a essas questões, devemos entender o conceito de incrementalidade. Acompanhe a explicação a seguir.

 

O que é incrementalidade?

A jornada do consumidor é complexa e não linear, podendo percorrer diversos canais antes da compra. Por isso é indicado analisar as métricas de marketing além da conversão final ou do último clique, pois elas escondem o papel de certas mídias no funil de vendas como um todo.

Um exemplo disso é o impacto da TV no marketing digital. Ao cortar o investimento na televisão com base apenas nas métricas da internet, isso é capaz de prejudicar toda a estratégia da marca, já que um meio contribuía para os resultados no outro.

Aí entra a importância do conceito de incrementalidade. Em resumo, incrementalidade refere-se à capacidade do marketing de gerar um incremento nos indicadores-chave de desempenho do negócio. Além disso, tem o objetivo de isolar ações individuais para identificar qual é o crescimento gerado por elas.

Vale destacar que incrementalidade é diferente de atribuição. A atribuição é quando você consegue atribuir créditos à participação de variadas mídias em uma conversão.

Se um consumidor ouviu seu anúncio na rádio, abriu um resultado pago ao pesquisar sobre a solução da marca na internet e depois clicou em um banner com oferta enquanto navegava, a atribuição é dividida entre esses três componentes do marketing.

Agora vem a questão: se tirássemos ou acrescentássemos alguma mídia desse planejamento, qual seria o impacto? E qual deveríamos tirar ou acrescentar? É isso que a incrementalidade procura responder.

 

Tipos de incrementalidade e como analisá-la

A grande vantagem de medir a incrementalidade é otimizar o orçamento de marketing, sabendo em quais mídias investir para ter o maior impacto possível com sua comunicação.

Para fazer essa análise, basicamente é necessário realizar testes A/B. É possível isolar o desempenho de formatos de anúncios, mídias e canais usados na comunicação, além de avaliar como diferentes perfis de consumidor reagem ao marketing da empresa.

Avinash Kaushik, responsável por análises estratégicas de marketing no Google, define três tipos de incrementalidade no marketing:

  • Incrementalidade de silo de canais
  • Incrementalidade cruzada
  • Incrementalidade de portfólio
  • Vejamos como funciona cada uma delas.

 

Incrementalidade de silo de canais

Este primeiro tipo avalia o desempenho dentro de um mesmo canal.

Digamos que sua empresa queira investir em vídeos para as redes sociais, mas antes gostaria de ter uma melhor ideia do retorno desse investimento. O que pode fazer, nesse caso, é um teste de incrementalidade do formato vídeo.

Separe dois grupos de usuários com características pessoais e de consumo semelhantes. Para um grupo de controle, continue fazendo sua comunicação on-line como sempre, sem vídeos. Enquanto isso, para o grupo de teste, inclua vídeos durante algumas semanas no seu cronograma de publicações.

A partir disso, avalie:

  • Houve mais engajamento nos posts com vídeo?
  • Houve maior alcance dessas publicações?
  • Os vídeos trouxeram mais seguidores que posts estáticos?
  • As conversões de venda aumentaram no grupo de teste?
  • Se as respostas forem positivas, então houve um incremento com o formato vídeo.

Uma dica para medir a incrementalidade de silo de canais é realizar os testes em períodos mais calmos do ano, sem a interferência das datas comerciais.

 

Incrementalidade cruzada

Continuando com o exemplo das redes sociais, como saber o papel de cada rede nos resultados da sua campanha quando se está anunciando para os mesmos públicos? Talvez o último clique tenha sido no Facebook, mas, antes disso, o seguidor viu os anúncios três vezes no Instagram e finalmente resolveu saber mais.

O objetivo da incrementalidade cruzada, então, é conhecer a contribuição individual dos diferentes canais.

Para resolver esse dilema descrito acima, é possível fazer uma campanha com dark posts em ambas as redes com quatro grupos diferentes.

  • Grupo A: não vê nenhum post da campanha e serve de controle.
  • Grupo B: vê a campanha apenas no Facebook.
  • Grupo C: vê a campanha apenas no Instagram.
  • Grupo D: vê a campanha em ambas as redes.
  • A partir dos resultados você pode ter uma melhor ideia de como distribuir seu investimento entre essas duas opções.

 

Incrementalidade de portfólio

Quando abrimos o escopo da análise, começamos a comparar diferentes meios, como TV e digital.

Como ilustração, imaginemos que sua empresa atue em todas as regiões de Santa Catarina. Seu desafio é justificar o investimento em mídia na televisão. Para resolver isso, fará um teste geográfico.

Em uma ou mais regiões de controle, você continuará fazendo seu marketing habitual. Enquanto isso, nas regiões de teste, fará uma campanha de anúncios na TV. É muito importante que seja uma estratégia de médio a longo prazo para avaliar esse incremento de portfólio, porque os resultados do investimento em um novo meio ou canal podem aumentar com o tempo.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/entenda-o-que-e-incrementalidade-no-marketing/

O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

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Em 2021, o mercado mundial do marketing de influência é avaliado em 13,6 bilhões de dólares, de acordo com dados do site Statista. Só no Brasil, o setor movimenta R$ 10 bilhões – ou mais até, em algumas projeções.

microinfluenciadores O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Segundo a “Pesquisa de ROI e Influência 2021”, de YOUPIX e AlgoritmCOM, para 71% das empresas brasileiras entrevistadas o marketing de influência é parte importante da comunicação. Um percentual idêntico de empresas declarou que pretendia aumentar neste ano os investimentos em relação a 2020.

O aquecimento do setor traz uma maior expectativa de resultados e, com isso, a importância de se adotar estratégias eficientes na relação com criadores de conteúdo. E uma das formas de se aumentar a eficiência é usando microinfluenciadores na comunicação digital da sua marca.

Entenda o porquê disso a seguir.

 

O que são microinfluenciadores?

Microinfluenciadores são criadores de conteúdo com contas de até 50 mil seguidores nas redes sociais. Diferentemente dos influenciadores com milhões de fãs na internet, os microinfluenciadores têm um conteúdo segmentado, seja pelo alcance regional, seja pelos temas abordados em suas publicações.

Muitos criadores nessa faixa de público são especialistas em determinada área de interesse, como finanças, tecnologia, educação, bem-estar, gastronomia, beleza, pets… Mas outros tantos são personalidades regionais com forte presença virtual, podendo também ter algum vínculo com as mídias tradicionais.

A maioria desses microinfluenciadores está no Instagram, rede em que ocorre 72% das ações de marketing de influência, segundo uma pesquisa da Comscore. Porém, justamente por eles atuarem em nichos, voltados a públicos específicos, não podemos reduzir o marketing de influência ao Instagram.

Temos criadores focados no Twitter, no LinkedIn, no YouTube e também nas novas redes que estão conquistando um grande número de usuários rapidamente, como o TikTok.

funil-conversao-piramide-influencia O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Por que usar microinfluenciadores na comunicação digital?

Agora, o fato de esses influenciadores terem um menor número de seguidores que as grandes estrelas da internet não quer dizer que o poder deles seja menor.

O uso de microinfluenciadores na estratégia de marketing está diretamente relacionado à pirâmide de influência. Isto é, se você deseja o maior alcance possível no topo do funil de vendas, as celebridades virtuais são o caminho adequado, mas se espera argumentos mais aprofundados de venda, os microinfluenciadores são mais indicados para a etapa de decisão, no fundo do funil.

Como comentamos, muitos microinfluenciadores são especialistas em conteúdos de nicho, o que lhes dá mais propriedade para falar sobre certos assuntos de interesse da marca. Daí que o poder de influência seria maior, por exemplo, do que uma grande celebridade que nada tenha a ver com tais assuntos.

A partir disso, podemos explicar o porquê de usar microinfluenciadores na comunicação digital com base em três pontos.

 

Credibilidade em temas específicos

Esses influenciadores são pessoas que conquistaram sua base de fãs em cima de uma linha de atuação específica. Então, quando postam a respeito de algo, os seguidores confiam na experiência dessas pessoas.

Por isso, microinfluenciadores são ótimos para incluir na sua estratégia de marketing de influência, porque ajudam a converter o consumidor mais cético, mas que confia no produtor de conteúdo. São ainda mais válidos em produtos ou serviços com jornadas de compra mais longas, com decisões cautelosas.

 

Maior proximidade do público

Quanto maior o número de seguidores, maior também é a procura das marcas para fazer parcerias com os influenciadores. E quanto mais comercial se torna um perfil, menor é a tendência de o público sentir proximidade com a pessoa.

Por outro lado, um microinfluenciador terá um conteúdo mais focado, reduzindo as chances de ele trabalhar com muitas empresas ao mesmo tempo. Ele é percebido também como alguém mais alcançável, mais próximo do público.

 

Maior engajamento e menor custo

Outro fator interessante é que esses microinfluenciadores – por causa da credibilidade, do foco e da proximidade – costumam ter taxas de engajamento melhores do que em contas gigantescas.

Por exemplo, uma análise da Markerly abrangendo 800 mil usuários do Instagram descobriu o seguinte: o pico de envolvimento com postagens ocorre em contas contando entre mil e dez mil seguidores.

Para concluir, vale destacar que uma conta com até 50 mil seguidores custará menos por cada publipost do que outra com 5 milhões. Assim, você tem uma conta com eficiência de conversão no fundo do funil, ótimo engajamento e um custo mais acessível para suas campanhas de marketing.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-poder-dos-microinfluenciadores-na-comunicacao-digital/

7 tendências de Marketing Digital para 2021

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O marketing digital ganhou um novo impulso em 2020 e, sem dúvida, maior importância durante a pandemia. Com isso, as marcas precisaram rever o investimento na internet para se adequarem ao comportamento mais conectado do consumidor.

tendencias-de-Marketing-Digital-para-2021 7 tendências de Marketing Digital para 2021

Inclusive, uma tendência de marketing digital para 2021 é aumentar o investimento nessa área.

Em pesquisa com 2,1 mil pessoas, a Adaction revela que 76% de gestores de marketing e executivos têm a intenção de investir mais em marketing digital em 2021. Isso significa que as marcas que já o faziam terão mais concorrência pela atenção do consumidor e precisarão diferenciar-se.

A seguir, trazemos algumas ideias de como elevar sua estratégia digital, especialmente em relação a redes sociais, conteúdo e SEO.

Tendências de marketing digital para 2021

1. Redes sociais: poucas e boas

Em 2018, quando a fabricante de veículos Tesla abandonou o Facebook, abriu-se uma discussão entre as grandes marcas sobre a real necessidade de elas estarem presentes em todas as redes sociais. Desde então, empresas como a Lush, do ramo de beleza, têm abandonado algumas dessas redes.

Se considerarmos que a maioria das empresas conta com poucas pessoas no marketing e o número de canais virtuais é cada vez maior, ter foco é essencial para alcançar bons resultados com a estratégia digital.

Em vez de produzir mais conteúdo para as redes, deve-se produzir melhor. Para isso, vale considerar na escolha dos canais mais adequados para a marca:

  • É onde o público-alvo está?
  • Funciona como um canal de atendimento rápido ao consumidor?
  • No caso de venda de produtos, a rede permite compras nela?

Uma pequena empresa local pode precisar apenas de uma ou duas redes e não há problema em abrir mão das outras, se o trabalho mais focado traz melhor resultado. Além disso, existem outras formas de estar presente nas redes sociais indiretamente.

2. Microinfluenciadores

Uma forma de a marca posicionar-se nas redes sociais sem necessariamente ter um perfil forte por si própria é por meio de microinfluenciadores. Isto é, aqueles influenciadores com menor número de seguidores, mas geralmente com uma base mais engajada e bem segmentada.

Por terem menos seguidores, essa parceria pode sair bastante em conta para a empresa, considerando o custo-benefício de alcançar diretamente o público-alvo.

Essa pode ser uma maneira interessante de estar presente em uma rede como o TikTok sem precisar criar um perfil próprio e criar conteúdo para ela. Ou até mesmo de atrair mais seguidores nas redes em que a marca já esteja presente, a exemplo do Instagram.

3. Conteúdo gerado pelo usuário

Agora, se o objetivo é tornar sua própria rede mais relevante e aumentar o engajamento dos seguidores, a tendência de marketing digital a seguir é a do conteúdo gerado pelo usuário.

Isso quer dizer que a marca incorpora à comunicação os conteúdos criados pelos consumidores-fãs. É o caso, por exemplo, de uma marca de roupas que aproveita os looks postados pelas clientes. Mas a iniciativa também pode partir do marketing, propondo ações na internet que gerem material para ser publicado posteriormente.

De certo modo, essa estratégia funciona como a dos microinfluenciadores. Cada consumidor passa a influenciar, então, o próprio círculo social ao postar e marcar a empresa nas postagens dele.

4. Conteúdo interativo gera engajamento

Falando em engajamento, criar conteúdo interativo pode ser muito bom para aumentar as interações com suas postagens e artigos, além de estimular o alcance orgânico deles.

Quizzes, enquetes, jogos, infográficos interativos, pesquisas e simuladores são formatos de conteúdo interessantes para incluir na sua estratégia digital de 2021. Eles colocam o consumidor como criador, como protagonista, e isso é capaz de atrair mais a atenção do que uma leitura passiva.

Você ainda pode combinar isso com outra tendência das redes sociais: o conteúdo efêmero. Ou seja, aquelas postagens com exibição limitada de tempo, como os Stories do Instagram. Assim, tem-se também o apelo da urgência para gerar mais engajamento.

5. Minimalismo digital

Em contraposição à crescente complexidade e agitação do mundo, existe um movimento de se procurar refúgio em vivências mais simples. Disso desponta o maior interesse pelo minimalismo nas várias esferas da vida.

Minimalismo aí pode ser entendido como simplicidade. As pessoas buscam por processos mais simples, uma rotina mais tranquila e um consumo mais consciente. Na estratégia digital, as marcas também podem adotar essa filosofia de que menos é mais, como vimos com relação à presença nas redes sociais.

6. Posição zero do Google

Os featured snippets são outra tendência de marketing digital para 2021. Assim é chamada a posição zero do Google, porque se trata de um resultado que aparece em destaque e acima nas buscas, trazendo uma resposta mais completa à dúvida do usuário.

Entender como conquistar essa posição zero é importante porque coloca a marca em evidência na página de resultados, à frente das concorrentes. Com isso, a autoridade dela sobre o assunto também aumenta.

Mais ainda: os featured snippets são a base para muitos resultados de pesquisa por voz. Segundo a Backlinko, em 40,7% das consultas em assistentes de voz as respostas vêm da posição zero do Google.

7. SEO local

SEO local refere-se às práticas para ajudar na encontrabilidade de um negócio nas buscas por soluções perto do consumidor. Por exemplo, toda vez que alguém digita em um buscador “farmácia perto de mim” ou “loja de tintas em Joinville”, a localização é um fator crucial na entrega dos resultados da busca.

Essa recomendação de SEO ganhou importância na pandemia, com a movimentação mais restrita de pessoas. Mas ela continuará sendo uma forte tendência de marketing digital ao lado de outra tendência: a popularização do trabalho remoto. Com a menor necessidade de deslocamentos de trabalhadores, aumenta a necessidade por soluções mais próximas de casa.

Mas como melhorar o SEO local da empresa? Um bom começo é preencher corretamente seu perfil no Google Meu Negócio e incluir termos regionais nas palavras-chave da sua estratégia digital.

 

Fonte: https://negociossc.com.br/

Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

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No universo do marketing digital, a palavra-chave é um capítulo à parte e que merece grande atenção. Especificamente no inbound marketing, é a ponte que conectará seus conteúdos ao interesse do público e um fator de otimização para seus anúncios em buscadores.

Quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave Quando usar a marca ou produto como palavra-chave?

Portanto, a palavra-chave é um elemento de destaque na comunicação on-line. Ela está nos títulos de páginas, artigos, vídeos e, como dissemos, anúncios nas buscas. Inclusive, tem um papel necessário em SEO mesmo quando não está visível, em meta tags e descrições de imagens.

Por ter esse lugar de proeminência, é comum que se queira estampar o nome da marca, dos produtos ou serviços, ou até mesmo um slogan em todas as ocasiões. Afinal, quem deixaria de estampar a identidade da marca em um outdoor, por exemplo?

O problema com essa prática é que ela pode acabar prejudicando seus resultados. Entenda, então, quando utilizar expressões ou nomes proprietários nas palavras-chave e quando evitar isso.

Entendendo as palavras-chave

Antes de avançarmos, há alguns conceitos fundamentais para compreender na escolha de qualquer palavra-chave.

1) Sem interesse de busca não há solução
Por mais importante que seja uma palavra-chave para seu negócio, seja o nome da marca, seja o nome de um produto ou serviço, primeiramente é preciso despertar o interesse do público para ela. Se ninguém utiliza de fato o nome nas buscas, ele não trará resultados significativos.

A escolha de palavras-chave deve se atentar sempre ao que o público já está pesquisando. Mas como saber isso?

Um caminho mais simples é consultar uma ferramenta digital como Ahrefs Keyword Generator ou Ubersuggest para saber o volume de buscas mensais por certo termo de busca. Basta inserir o nome da marca, dos produtos, serviços ou o slogan e ver qual é o nível de interesse por eles.

Outra forma de analisar essa questão é pelo Google Search Console. Por meio dele, é possível saber quais palavras-chave estão gerando mais acessos para suas páginas. Então, compare se são nomes proprietários ou termos mais amplos que interessam ao seu negócio.

2) Limite de caracteres no título
Em anúncios de resultados pagos ou mesmo na busca orgânica, há um limite bastante restrito de caracteres para aproveitar. No título de páginas e artigos, por exemplo, alguns plugins de SEO e plataformas de conteúdo trabalham com a margem de 60 caracteres. Ou seja, todas as palavras que você escolhe para aparecer nessa vitrine digital devem ser bem pensadas.

Se um nome proprietário ou slogan ocupa um espaço sem trazer muitos acessos que poderia ser mais bem destinado a outra palavra-chave, o melhor é evitá-lo.

3) Relevância
Os resultados em motores de busca são apresentados em ranking de relevância para o usuário. Nesse caso, se uma empresa está ocupando o título de um artigo de blog ou anúncio com palavras desnecessárias, ela pode perder relevância e ficar abaixo das concorrentes.

Nesse sentido, além dos nomes proprietários, as categorias de blog podem ser omitidas para se focar no essencial. Inclusive, a Moz fez um teste apagando do resultado das buscas a tradicional “Whiteboard Friday” e teve um aumento de 20% nas sessões dos links.

4) Chamada para ação
As palavras-chave dão destaque nas buscas, mas é preciso caprichar na frase para atrair os visitantes. Portanto, no caso de artigos e anúncios, pense sempre em títulos com chamadas para ação ou faça com que sejam ao menos instigantes. Se a empresa estiver ocupando esse curto espaço com nomes, fica mais difícil encaixar um bom apelo para o usuário clicar.

Quando usar nomes ou slogans como palavra-chave no título?

Resumindo as considerações até aqui, a escolha deve se basear nos seguintes fatores:

se o público usa o nome ou slogan nas pesquisas;
se funciona dentro de um espaço limitado;
se não prejudica a relevância do link;
se permite criar um título instigante.

A partir disso, vamos ver dois exemplos de marcas que usam ou deixa de usar nomes nos títulos.

Começando pelo Magazine Luiza, a empresa também é conhecida pelo nome Magalu e utiliza as duas versões no resultado da busca tanto por “Magazine Luiza” quanto por “Magalu”.

Há dois motivos para esse uso conjunto. Primeiro, há alguns anos a empresa, já bastante conhecida no cenário nacional, tem investido na comunicação do nome Magalu. Isso nos leva ao segundo ponto: o público realmente usa “Magalu” nas buscas.

Segundo o Ahrefs, são 12 milhões de buscas por “Magazine Luiza” por mês. “Magalu” recebe outro 1,5 milhão, portanto 12,5% do nome principal.

A lição que fica é que se pode despertar o interesse do público por diversos nomes de uma mesma empresa, mas é preciso ter uma comunicação duradoura que traga essa informação e inspire o interesse. Para isso, é possível utilizar meios fora da internet que cumpram essa função, como a televisão, a rádio e os jornais impressos.

E quando não usar?

Vejamos agora um caso de uma grande marca mais econômica no uso de nomes, o WhatsApp. Apesar de ser popularmente conhecido por algumas variações, você não verá, por exemplo, a utilização de Zap nos títulos.

Os motivos para isso seguem a mesma linha de raciocínio do Magazine Luiza, embora em direção oposta. Em vez de flexibilizar a nomenclatura de seus produtos, o Facebook é mais centralizador. Mas os dados justificam essa escolha.

De acordo com Ahrefs, há 23 milhões de buscas por mês, no Brasil, por “WhatsApp”. Enquanto isso, “Zap” recebe apenas 457 mil, ou 2,3%. Pior ainda: essa pesquisa é diluída entre outras marcas. “Zap Imóveis”, por exemplo, recebe 523 mil buscas por mês.

Aumente o interesse pela marca

A resposta para turbinar seu inbound marketing está… no próprio inbound marketing, mais especificamente no marketing de conteúdo. O que sua empresa deve fazer agora é diversificar os pontos de contato com o público para ele descobrir seu negócio e interessar-se.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/quando-usar-a-marca-ou-produto-como-palavra-chave

Tribalismo no marketing digital

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Interagir com pessoas de formas diferentes baseado no comportamento, local e contexto é um conceito simples de entender, e faz parte do nosso cotidiano.

Por exemplo, um senhor de terno e gravata entra em uma loja de roupas, ele terá uma recepção diferente de um jovem de bermuda e camiseta de banda de heavy metal ao entrar nesta mesma loja.

Conceitos simples que entendemos e processamos de forma natural, eles podem até querer comprar o mesmo produto, porém a jornada será certamente diferente. Esses são os desafios complexos que as marcas enfrentam hoje em dia. Mas como ser relevante para todas as tribos?

Atualmente, as marcas precisam acolher o consumidor, e criar experiências para atender as expectativas deles. E na comunicação, ser relevante para seu público alvo e sua “tribo”, torna-se uma ferramenta poderosa e essencial nessa nova dinâmica.

Isso porque a sociedade está cada vez mais complexa, com diversas segmentações e ramificações. Nesse momento é quando o consumidor começa a interagir mais com as marcas que ele se identifica e reconhecer como sendo sua “tribo”, exclusiva a todas as outras pessoas.

Afinal, todo mundo gosta de se sentir parte de algo maior, de se sentir incluído e especial.

Segmentar por sexo e idade não é mais suficiente.

Com a ajuda da tecnologia que está disponível há mais de 10 anos, falamos muito de engajamento desde sempre e já estamos cansados de saber o que o consumidor espera das marcas.

Um bom vendedor entende que para melhorar suas chances de vender ele precisa deixar o cliente mais à vontade e mais interessado no produto. Para isso ele precisa salientar as vantagens do produto e como ele vai melhorar a vida do cliente.

Para aplicar estas técnicas de vendas, o vendedor precisa necessariamente inferir alguns padrões sobre o cliente: seu gosto, sua linguagem e o nível de interesse no produto em questão.

Além disso, ele precisa ser inteligente e usar as informações externas para o convencimento do cliente, como o local, o clima, a economia, dentre muitos outros. Porque seria diferente no ambiente digital? Não deveria, mas é.

No digital estamos bombardeando o consumidor com a mesma mensagem várias vezes, visando o clique dele. Repetindo a exaustão o produto que ele viu e não comprou, focado em otimizar para o clique, sem pensar na mensagem ou no objetivo do investimento que desejamos.

Esse ambiente foi desenhado para criar experiências de forma personalizadas. Nele conseguimos a escala e a automação necessária para aumentarmos a relevância e permite explorarmos diversos fatores que podemos considerar importantes e essenciais na hora de interagir com os consumidores. Sabemos o local em que ele está, o dispositivo que está usando, como chegou até sua publicidade, além das informações de comportamento que podemos comprar de empresas especializadas.

Todos esses dados servem para criar o momento ideal e a mensagem correta para falar com as pessoas certas. Quanto mais informação você obtém do consumidor, mais customizado e eficiente será seu marketing.

Mas há luzes no fim do túnel. Algumas marcas já estão se preparando e investindo em segmentação inteligente para aumentar a relevância para essas tribos. Temos casos de grandes marcas que antigamente definiam verbas publicitárias nos orçamentos, agora definindo a entrega da publicidade por meio da relevância de cada produto para o usuário.

Ou seja, têm uma verba única e definem qual linha criativa e de qual produto será entregue, dependendo do perfil do cliente. Um consumidor masculino que gosta de moda, por exemplo, às 21 horas, vai ver um sabão de lavar roupas premium e suas vantagens para lavar tecidos nobres.

Entendemos que ele está em casa e que é melhor mostrar sabão de lava roupas, do que qualquer outro produto do portfólio da empresa.

Vale lembrar que a segmentação de usuários permite as marcas entregarem os produtos mais relevantes para cada tipo de pessoa no momento certo. Temos clientes pensando fora da caixa e desafiando a frase “vender sorvete para esquimó” ao definir a promoção e a entrega de publicidade com base na temperatura em várias cidades do Brasil.

Esse cliente define níveis de descontos progressivos, baseado na temperatura da cidade de entrega da publicidade e se tiver muito frio ou muito calor, suspende a campanha. Isso porque no frio, o ROI fica muito baixo e no calor o consumidor não precisa de convencimento.

Os retornos com eles foram excepcionais, como também otimizou muito o custo da campanha, sem investir quando não era necessário, tudo de forma escalável e automática.

Um outro caso simples é uma marca que optou por contar uma história ao invés de repetir a propaganda várias vezes para os usuários. Contávamos a frequência com que o potencial cliente via a publicidade e criamos uma ordem para os criativos.

Haviam várias histórias que eram escolhidas baseadas no perfil do usuário. Um criativo era mostrado depois do outro de forma que contasse uma história com começo, meio e fim. A preocupação não era com o clique, mas sim com a experiência do usuário e com o storytelling.

Depois da sequência de criativos ser mostrada, não era desperdiçado mais nenhuma impressão com aquele cliente.

Por fim, consumidores modernos querem saber como se relacionam com tudo e as mensagens customizadas permitem uma ressonância muito maior. Marketing feito de forma personalizada não só é mais eficiente como também cria maior relevância para o usuário, poupando e otimizando verbas tão preciosas hoje em dia.

Fonte:

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?

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A pesquisa Hábitos e comportamentos dos usuários de redes sociais realizado pelo e.Life Group revelou que os celulares e smartphones já são o principal meio de acesso à internet no Brasil. Os aparelhos móveis são os mais utilizados por 43% dos entrevistados, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

Até aí não parece ser uma grande novidade, já que por onde a gente anda praticamente todo mundo está com um aparelho na mão. Parece tão natural que é preciso um estudo assim para tornar mais evidente o que está na cara, mas que não relacionamos com nossos negócios. Cada vez mais pessoas utilizam esses aparelhos para ter contato com nossa empresa, produtos e serviços. Seja acessando o site, o perfil nas redes sociais e pesquisas no Google, ou mesmo através de mensagens diretas como e-mail e Whats App. Ou seja, o smartphone tornou-se o primeiro canal de contato com seus clientes.

Nos EUA o chamado mobile marketing vem crescendo a taxas de 50% nos últimos cinco anos, devendo movimentar US$ 400 bilhões em 2015. Não à toa, foi considerado um dos principais fatores de estímulo da economia no país.

Tanto que em abril o Google anunciou uma grande mudança nas suas regras, passando a priorizar nas pesquisas os sites com layouts adaptáveis para os aparelhos móveis (responsivos). A medida teve impacto tão grande que os especialistas a apelidaram de mobilegeddon (mobile armageddon), por prever que muitos sites bem posicionados nas buscas iriam desabar por não possuírem versões mobile.

E a sua empresa, está preparada para atender a essa nova demanda?

Tenha em mente que a pessoa que você encontra no metrô, na rua, no shopping ou no trânsito consultando o celular pode estar buscando por produtos e serviços que você fornece, ou até mesmo tentando acessar o site da sua empresa. E aí, o que ela vai encontrar?

Será que vai ficar satisfeita?

Ou, pior, será que vai encontrar alguma coisa?

Conheço muita gente que nunca acessou o próprio site pelo celular ou tablet. Se é o seu caso, faça uma experiência, pegue o seu smartphone agora e tente. Se ele abre rapidamente, se adapta aos diferentes formato de tela, facilita a visualização das principais informações e é de fácil navegação, parabéns! Se, pelo contrário, encontrou uma miniatura do que está acostumado a ver na tela do seu computador ou notebook, em que é necessário empurrar de lá para cá para achar o que procura, é melhor se preocupar pois é assim que um número cada vez maior de potenciais clientes enxerga sua empresa.

Para adaptar a empresa para esse novo momento, transformando o celular em uma ferramenta para gerar novos negócios, o primeiro passo é estar atento às mudanças de hábitos e necessidades dos usuários. Não só a forma de acessar mas também o tipo de informação que procuram pode mudar de acordo com o aparelho usado: pesquisar informações em casa, sentado confortavelmente em frente à tela grande do computador, é uma situação bem diferente de buscar informações andando na rua com um celular de tela pequena. Em casa você pode ter calma para ler textos longos e informações complementares. Na rua, o que precisa são informações rápidas e práticas, como o número de telefone e endereço. As prioridades e necessidades mudam conforme o aparelho a ser utilizado.

O que está acontecendo no varejo norte-americano serve para ilustrar bem esse cenário. Lá, 70% dos consumidores usam smartphones enquanto fazem compras nas lojas para comparar preços, ler resenhas de produtos, obter cupons e verificar o que há no estoque.

Aqui esse comportamento só não é maior devido à precariedade da nossa rede de internet 3G, mas a situação deve melhorar em ritmo acelerado nos próximos anos. As grandes redes varejistas já se conscientizaram que não adianta restringir o acesso na área de vendas com medo da concorrência e algumas inclusive já fornecem acesso wi-fi gratuito. A internet deve ser encarada como uma aliada para aumentar o tempo de permanência do consumidor na loja e estimular a compra.

O segundo passo é adaptar as estratégias e ações de marketing. A equipe da Clínica Marketing Digital preparou a lista das cinco prioridades para colocar sua empresa dentro da realidade mobile. São elas:

Responsividade: site responsivo adapta-se automaticamente ao formato de tela do aparelho utilizado, mas não se resume a isso. É necessário destacar as informações que o usuário quer ver com rapidez, o que pode variar de acordo com o perfil do público-alvo ou da situação. Por isso é importante estudar a versão mobile em conjunto com o desenvolvedor.

Mobile First: Nos EUA, onde o acesso à internet via celular já ultrapassou os desktops e PCs há mais tempo, a prioridade é desenvolver o layout do site para as telas de smartphones e tablets, fator que deve ser levado em conta caso sua empresa pretenda desenvolver um novo site.

SEO: O Google é responsável por gerar de 50% a 60% do tráfego dos sites no Brasil, e a situação na muda em relação ao mobile. Pelo contrário, fazer a consulta no Google pelo celular para buscar informações sobre empresas, marcas e produtos é até mais prático. Por isso é necessário trabalhar o SEO do site também visando os resultados das buscas pelos aparelhos móveis, que podem se diferenciar em relação aos notebooks e desktops pelas palavras-chave.

Publicidade mobile: O Google vem acompanhando essa tendência há alguns anos e já oferece a possibilidade de segmentar as campanhas de anúncios (adwords) de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. E, da mesma forma que o SEO, necessita de uma estratégia própria para o mobile.

Redes sociais: Facebook e Instagram são as redes sociais: se o perfil dos seus clientes e consumidores tem potencial para interagir com sua empresa via celular, é fundamental investir na presença em redes sociais como Facebook, Instagram e Linked In, bastante acessadas por praticamente todo mundo que possui um smartphone.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Começando no e-commerce? Veja 8 dicas para vender mais!

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Nunca foi tão fácil no Brasil iniciar uma operação de e-commerce. O setor cresce a um ritmo de 20% ao ano há mais de uma década; plataformas com uma infinidade de recursos e preço acessível surgem a cada dia, assim como tecnologias de pagamento e segurança tornam mais fácil não só a vida do consumidor como também da loja.

Por outro lado, nunca foi tão difícil manter uma operação de e-commerce. A concorrência, assim como os custos de operação, logística e propaganda aumentam, enquanto os preços são pressionados para baixo.

Diante desse cenário é comum os gestores e empresários se concentrarem apenas na geração de tráfego da loja, o que hoje não garante mais vendas. Abaixo, selecionamos oito dicas relacionadas a credibilidade, serviço e conteúdo que influenciam diretamente a decisão de compra dos consumidores.

1. Credibilidade: De acordo com estudo da Mintel, dos consumidores com acesso à internet no Brasil, 67% não fizeram compras pela web nos últimos 12 meses. Desse total, 22% receiam que o produto não seja original, 22% que o produto não seja entregue e outros 25% por medo de passar os seus dados pessoais e bancários. Por isso, o primeiro ponto que você precisa investir na sua loja é na confiança. Assegure a confidencialidade das informações dos clientes, seja transparente em relação aos prazos de entrega, divulgue o endereço físico (mesmo que seja apenas do escritório), estabeleça uma política de trocas e devoluções e invista em sistemas de segurança que codificam os dados (site seguro). Deixe bastante claro para o cliente que ele pode ficar tranquilo ao navegar e comprar na sua loja.

2. Interação: Outro fator de credibilidade para o seu e-commerce é manter canais de atendimento para o consumidor. Telefone, e-mail, chat online e perfis nas redes sociais são importantes não só para esclarecer dúvidas como também para que o cliente se certifique que você existe de verdade. Redes sociais e newsletters servem também para que você mantenha contato para divulgar seus lançamentos e promoções.

3. Benefícios e diferenciais: Não espere que o cliente vasculhe sua loja para descobrir quais vantagens você oferece a ele. Reúna e destaque, ou melhor, escancare os seus atributos e diferenciais como frete grátis, opções de pagamento e parcelamento, compra segura, desconto no boleto, etc. em todo o site. Comece pela home page, mas não se restrinja apenas a ela. Use os recursos disponíveis em sua plataforma para destacar seus benefícios também na página de produtos e inclusive durante o processo de pagamento, de modo a reforçar o impulso de compra.

4. Promoção e marketing: Consumidores do e-commerce são ávidos por novidades. Eles querem encontrar algo novo toda vez que visitam a sua loja, assim como receber dicas e promoções por e-mail até diariamente, dependendo do segmento. Para eles nada é mais tedioso do que visitar uma loja e encontrá-la do mesmo jeito que na última visita. Portanto seja dinâmico, crie promoções e faça lançamentos com base em um calendário com as principais datas comemorativas e atualize periodicamente os banners. Use a criatividade e busque motivos tanto para atrair os clientes para a loja quanto para que retornem.

5. Layout e experiência do usuário: O layout da loja de e-commerce não deve apenas seguir fatores estéticos. A forma como o internauta navega pela sua loja ( experiência de uso, ou UX) exerce fator decisivo para a conversão. Estudos práticos demonstram que a simples alteração do tamanho ou até mesmo da cor do botão “comprar” pode aumentar o estímulo de compra. Não existe uma fórmula específica, você só vai descobrir como melhorar essa experiência de uso fazendo experiências, os famosos testes A/B. Teste cores, tamanhos, acesso aos produtos. Lembre-se que a experiência do usuário muda de acordo com o aparelho que está utilizando para acessar o site, por isso é importante testar a usabilidade do site não só em PCs, mas em celulares e tablets.

6. Meios de pagamento: facilite ao máximo a vida do cliente quando o assunto é pagar. Além de aceitar pagamentos em cartão de crédito, boleto bancário e portais como Pagseguro e Paypal, assegure-se de que o passo a passo até a conclusão do pedido também seja feito com fluidez, realizando testes A/B de experiência de uso. Facilite também o cadastro e cálculo de frete, quanto mais simples e prático for esse procedimento, maior é a chance de sucesso na conversão. Tanto que várias plataformas de e-commerce já oferecer o recurso “compra com 1 clique”, em que um cliente já cadastrado precisa confirmar apenas dados para completar a compra.

7. SEO: Segundo levantamento da Serasa Experian, o Google é responsável por mais de 50% do tráfego gerado para os sites no Brasil, o que mostra a importância de ter a sua site bem posicionada nas pesquisas. Há duas formas de se conseguir isso: por meio de campanhas de anúncios pagos a cada clique (PPC) e otimização para busca orgânica (SEO). A primeira pode colocar o site da empresa rapidamente bem posicionado, mas pode exigir orçamentos elevados dependendo das palavras-chave, segmento de atuação e concorrência. O segundo não depende de orçamento de propaganda direta para o Google como no caso do PPC, mas leva mais tempo para alcançar resultados. O ideal é trabalhar com ambos, de forma complementar. O PPC pode ser usado para alavancar o início das operações da empresa, promoções e ações pontuais, enquanto o SEO visa melhor posicionamento a médio prazo em palavras-chave com maior concorrência de preço.

8. Conteúdo: Não se limite com o material enviado pelos fornecedores, o que todos os seus concorrentes também fazem. Invista em descrições de produtos, fotos, vídeos criativos. Crie um blog associado à loja para dar dicas sobre tendências e uso dos produtos que comercializa. Quando os recursos das plataformas de e-commerce e os preços dos produtos se equiparam, produzir conteúdo de qualidade é uma das formas mais baratas de diferenciar sua loja.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Como medir o ROI em mídias sociais

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Provar que os investimentos em mídias sociais estão funcionando e gerando resultados palpáveis para a empresa é uma das maiores preocupações de quem trabalha com marketing digital, afinal, sem resultados, não há novos investimentos.

A melhor maneira de fazer isso é através do ROI, ou retorno sobre o investimento, um indicador de performance que revela quanto o investimento em mídias sociais está trazendo de retorno financeiro para a empresa. Mas como mensurar o ROI nas mídias sociais? Continue acompanhando e descubra!

Objetivo é tudo em marketing digital

Para medir o ROI de qualquer campanha paga de marketing em mídias sociais é preciso, antes de mais nada, determinar objetivos específicos para cada campanha e cada mídia social. Se a sua empresa investe em Facebook, Twitter e YouTube, seus objetivos podem ser, respectivamente, engajamento, tráfego para o site e conversões, por exemplo. Depois de os objetivos já fixados, você traça metas mensais de desempenho — as métricas e os KPIs, ou indicadores de performance — sendo que um deles é o ROI.

Acompanhe as métricas

As métricas servem para acompanhar a eficácia da sua campanha de mídias sociais. Algumas dessas métricas são aumento no número de visitas no site ou blog, taxa de conversão, número de menções, número de seguidores, engajamento, entre outras. Com as métricas você sabe se seus esforços estão gerando burburinho na internet, mas ainda não é possível saber se eles estão trazendo retorno financeiro.

Compreenda como cada métrica impacta o negócio financeiramente

Para chegar ao cálculo do ROI, você precisa ainda compreender como cada métrica de mídias sociais impacta no negócio. Por exemplo, um post patrocinado no Facebook gera tráfego para o blog da empresa. No blog tem uma CTA (“call to action”, uma chamada que incentive o usuário do seu site a ter alguma interação na sua página como: comprar produto, se cadastrar, baixar algum conteúdo, entre outros) que leva o visitante a se converter num lead que, bem nutrido, se torna um cliente. Qual o impacto do post no Facebook para o negócio em geral? Quantos clientes são gerados a partir deste mesmo processo?

Certamente você sabe quanto investiu para ver o seu post patrocinado no Facebook, não é mesmo? Agora basta calcular quanto cada cliente gerado a partir dessa ação traz de retorno para a empresa. Só para lembrar, o cálculo do ROI é:

ROI = Retorno – investimento / investimento

Investimento é quanto você pagou pelo post patrocinado e retorno quanto o cliente gerou em compras para a empresa.

Compare o hoje com o amanhã

Imaginemos que você está começando uma campanha de mídias sociais e não tem dado nenhum para começar a estabelecer métricas e KPIs. Você faz um investimento inicial e daqui a três meses volta a analisar os dados e descobre que, desde que iniciou a campanha de mídias sociais, o número de clientes aumentou em 10%, o ticket médio da empresa passou de 350 para 520 reais e que o faturamento geral foi incrementado em 3,6%. Isso é um sinal de que sua campanha está gerando resultados para a empresa e que seus esforços estão sim valendo a pena. O ROI estará refletido no quanto o investimento de mídias sociais contribuiu para o resultado geral da empresa, ou seja, para o crescimento de 3,6%.

Monitore sempre

Sem monitoramento e uma ferramenta de analytics de qualidade, fica impossível medir o ROI em mídias sociais, sendo assim, mantenha-se focado nos objetivos do negócio e alinhe seu planejamento de marketing digital para que ele traga resultados cada vez mais positivos para a empresa.

Vale ressaltar que cada empresa determina os fatores de sucesso do seu negócio. Uma métrica que é relevante para a nossa empresa pode não ser para a sua, portanto, continue aprimorando seu conhecimento a respeito de métricas e KPIs de mídias sociais e encontre a fórmula certa para a sua empresa!

Sandra Turchi

Métricas para medir os resultados das suas ações de marketing de conteúdo

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Antes de definir uma estratégia de marketing e saber se ela está funcionando bem ou não, você precisa saber quais objetivos deseja atingir, para então mensurá-los. Certifique-se de que os objetivos são mensuráveis e que as metas são atingíveis. Isso te ajudará a dividir os objetivos em partes.

Assim, por exemplo, a meta de 10% de aumento em vendas este ano pode depender diretamente do aumento do tráfego do site em 5% ao mês, pelo resto do ano.

Diante disso, é fundamental saber quais são os reais objetivos para, só então, criar o conteúdo, adaptando-o ao perfil e às necessidades do seu público. Dessa forma, as chances de obter sucesso nas ações de marketing de conteúdo, e do seu negócio em geral, serão maiores.

Existem várias métricas que podem ser utilizadas para mensurar os resultados dessas campanhas. Não há uma melhor ou pior, tudo dependerá de qual mídia você vai utilizar, e quais metas traçadas você deseja mensurar.

Veja algumas métricas importantes:

– Acesso às mídias: Facebook, Twitter e Instagram, por exemplo.
– Tráfego no blog: quantidade de comentários, compartilhamentos e seguidores;
– Taxa de pageviews;
– Tempo médio de permanência no ambiente;
– Fontes de tráfego;
– Taxa de cliques em publicidade;
– Engajamento: quantidade de curtidas, compartilhamentos e novos seguidores.

É importante que você saiba que nenhuma métrica separadamente irá lhe dizer 100% se as suas ações de marketing estão funcionando e trazendo resultados.

É importante monitorar os vários KPI’s (Key Performance Indicators) para medir os retornos das ações, e se estes estão trazendo benefícios na percepção da marca, em conversões de comportamento, geração de leads e vendas reais, por exemplo.

Espero que essas dicas sejam úteis para o seu negócio! Boas vendas!