Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

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marketing-de-influencia Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

O marketing de influência continua sendo uma estratégia de comunicação efetiva para as marcas. Ainda mais no Brasil, onde oito em cada dez pessoas conectadas seguem influenciadores nas redes sociais, saber o que funciona ou não nesse sentido é importante para impulsionar seu negócio.

Veja alguns dados para entender o marketing de influência:

  • sete em cada dez internautas compraram algo indicado por influenciadores;
  • 41% dos seguidores apreciam quando a pessoa tem experiência no que fala;
  • o excesso de posts patrocinados é rejeitado por 36% do público;
  • e 72% da audiência prefere consumir vídeos, mais ainda de um a três minutos.

O conteúdo completo você lê a seguir. Descubra então cinco coisas que funcionam e três que não funcionam no marketing de influência.

A presença dos influenciadores na vida digital dos brasileiros

Quem diz que cerca de 80% dos brasileiros conectados seguem criadores de conteúdo na internet é o Opinion Box, no relatório Influenciadores Digitais 2024, produzido em parceria com a Influency.me. Entre as mulheres esse número é ainda maior, de 84%, contra 73% dos homens.

Para mais de um terço desse público (34%), a opinião pessoal dos influenciadores digitais é importante ou muito importante. Mas é nas vendas que parece estar o maior impacto do marketing de influência: 69% dos entrevistados já compraram algum produto recomendado pelos creators.

As categorias mais compradas por influência desse tipo de conteúdo são as de cosméticos, roupas e educação. Inclusive, houve um maior percentual do público influenciado em diversos segmentos na comparação com a análise de 2023.

Categorias mais compradas em 2023 e 2024:

  • Cosméticos: 25% | 45%
  • Roupas: 26% | 40%
  • Cursos: 22% | 40%
  • Livros: 21% | 33%
  • Maquiagens: 20% | 33%
  • Alimentos e bebidas: 17% | 27%
  • Sapatos: 12% | 20%

Além disso, os internautas brasileiros demonstram um alto nível de satisfação com as compras motivadas pelo marketing de influência. Tanto que três em cada quatro consumidores consideram provável comprar novamente.

O que funciona no marketing de influência?

Quer aumentar o desempenho da sua estratégia de marketing de influência? Como sempre, os dados mostram o caminho.

Assuntos de interesse

O principal motivo para os brasileiros seguirem influenciadores nas redes sociais é a abordagem a assuntos relacionados aos gostos pessoais. Esse fator é apontado por 69% dos entrevistados pelo Opinion Box. Além disso, 41% apreciam quando o criador de conteúdo tem experiência na área.

Traduzindo isso para sua estratégia de marketing, não adianta ter uma parceria com qualquer pessoa com um número considerável de seguidores. É preciso haver sintonia entre o universo da marca e o conteúdo do perfil para captar o interesse do público e transmitir credibilidade à mensagem.

Confiança

Ter um conteúdo confiável é a característica mais valorizada pelos internautas na hora de engajar com um influenciador. Isso é algo que as marcas também devem buscar na relação com os produtores de conteúdo digital, alinhando não somente a mensagem, como os valores pessoais e do negócio. Na “era do cancelamento” é bom ter esse cuidado extra.

Conteúdo atraente

O conteúdo ser atraente vem logo após os interesses afins como motivo para seguir. Nesse sentido, influenciadores que conquistaram um alto engajamento foram capazes de entender o público e encontrar meios de envolvê-lo. Então, as marcas que procurarem esse tipo de parceria não devem forçar um conteúdo à maneira delas, e sim apostar na capacidade dos criadores.

Uso real

Mais de um terço dos internautas (35%) afirma que conteúdos explicativos chamam mais a atenção. Além disso, a maior influência para a compra ocorre quando a pessoa famosa testa e aprova o produto que os seguidores já visavam.

Aí está uma lição para sua estratégia de marketing de influência. Em muitos casos, é preferível mostrar o uso real do produto para convencer a audiência.

Vídeos curtos

Para completar, uma dica em relação ao formato. O vídeo é o favorito de 72% dos seguidores, de acordo com o Opinion Box. Inclusive, os três formatos preferidos dos brasileiros são vídeos com diferentes durações:

  • Vídeo entre 1 e 3 minutos: 27%
  • Vídeo com menos de 1 minuto: 23%
  • Vídeo com mais de 3 minutos: 22%
  • Stories: 17%

Somente então aparecem imagens, textos e áudios.

O que não funciona no marketing de influência?

O relatório Influenciadores Digitais 2024 também oferece alguns insights ou dicas do que evitar. Veja três delas abaixo.

Conteúdo de baixa qualidade

Se ter um conteúdo atraente é uma das principais motivações para seguir, perceber que ele está perdendo a qualidade é o maior motivo para abandonar um influenciador. Já comentamos que é preciso confiar no parceiro escolhido para ele moldar a mensagem da marca ao gosto da audiência do perfil, mas isso exige tempo de preparo. Então, planeje suas ações de marketing de influência com antecipação.

Excesso de publicidade

Ao contratar criadores de conteúdo e planejar a frequência da campanha, cuide para não sobrecarregar o perfil com posts patrocinados. Diante desses casos, 36% dos seguidores deixam de seguir os donos das contas.

Posicionamentos conflitantes

Nunca é demais reforçar: não olhe apenas para o número de seguidores e as métricas de engajamento dos influenciadores. As ações de parceiros refletem-se na marca e devem ser analisadas ao contratar comunicadores para suas campanhas. Procure por posicionamentos e atitudes que possam entrar em conflito com o DNA do negócio para evitar danos à imagem.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/saiba-o-que-funciona-ou-nao-no-marketing-de-influencia/

Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

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Marketing-de-influencia Saiba o que funciona (ou não) no marketing de influência

O marketing de influência continua sendo uma estratégia de comunicação efetiva para as marcas. Ainda mais no Brasil, onde oito em cada dez pessoas conectadas seguem influenciadores nas redes sociais, saber o que funciona ou não nesse sentido é importante para impulsionar seu negócio.

Veja alguns dados para entender o marketing de influência:

  • sete em cada dez internautas compraram algo indicado por influenciadores;
  • 41% dos seguidores apreciam quando a pessoa tem experiência no que fala;
  • o excesso de posts patrocinados é rejeitado por 36% do público;
  • e 72% da audiência prefere consumir vídeos, mais ainda de um a três minutos.

O conteúdo completo você lê a seguir. Descubra então cinco coisas que funcionam e três que não funcionam no marketing de influência.

A presença dos influenciadores na vida digital dos brasileiros

Quem diz que cerca de 80% dos brasileiros conectados seguem criadores de conteúdo na internet é o Opinion Box, no relatório Influenciadores Digitais 2024, produzido em parceria com a Influency.me. Entre as mulheres esse número é ainda maior, de 84%, contra 73% dos homens.

Para mais de um terço desse público (34%), a opinião pessoal dos influenciadores digitais é importante ou muito importante. Mas é nas vendas que parece estar o maior impacto do marketing de influência: 69% dos entrevistados já compraram algum produto recomendado pelos creators.

As categorias mais compradas por influência desse tipo de conteúdo são as de cosméticos, roupas e educação. Inclusive, houve um maior percentual do público influenciado em diversos segmentos na comparação com a análise de 2023.

Categorias mais compradas em 2023 e 2024:

  • Cosméticos: 25% | 45%
  • Roupas: 26% | 40%
  • Cursos: 22% | 40%
  • Livros: 21% | 33%
  • Maquiagens: 20% | 33%
  • Alimentos e bebidas: 17% | 27%
  • Sapatos: 12% | 20%

Além disso, os internautas brasileiros demonstram um alto nível de satisfação com as compras motivadas pelo marketing de influência. Tanto que três em cada quatro consumidores consideram provável comprar novamente.

O que funciona no marketing de influência?

Quer aumentar o desempenho da sua estratégia de marketing de influência? Como sempre, os dados mostram o caminho.

Assuntos de interesse

O principal motivo para os brasileiros seguirem influenciadores nas redes sociais é a abordagem a assuntos relacionados aos gostos pessoais. Esse fator é apontado por 69% dos entrevistados pelo Opinion Box. Além disso, 41% apreciam quando o criador de conteúdo tem experiência na área.

Traduzindo isso para sua estratégia de marketing, não adianta ter uma parceria com qualquer pessoa com um número considerável de seguidores. É preciso haver sintonia entre o universo da marca e o conteúdo do perfil para captar o interesse do público e transmitir credibilidade à mensagem.

Confiança

Ter um conteúdo confiável é a característica mais valorizada pelos internautas na hora de engajar com um influenciador. Isso é algo que as marcas também devem buscar na relação com os produtores de conteúdo digital, alinhando não somente a mensagem, como os valores pessoais e do negócio. Na “era do cancelamento” é bom ter esse cuidado extra.

Conteúdo atraente

O conteúdo ser atraente vem logo após os interesses afins como motivo para seguir. Nesse sentido, influenciadores que conquistaram um alto engajamento foram capazes de entender o público e encontrar meios de envolvê-lo. Então, as marcas que procurarem esse tipo de parceria não devem forçar um conteúdo à maneira delas, e sim apostar na capacidade dos criadores.

Uso real

Mais de um terço dos internautas (35%) afirma que conteúdos explicativos chamam mais a atenção. Além disso, a maior influência para a compra ocorre quando a pessoa famosa testa e aprova o produto que os seguidores já visavam.

Aí está uma lição para sua estratégia de marketing de influência. Em muitos casos, é preferível mostrar o uso real do produto para convencer a audiência.

Vídeos curtos

Para completar, uma dica em relação ao formato. O vídeo é o favorito de 72% dos seguidores, de acordo com o Opinion Box. Inclusive, os três formatos preferidos dos brasileiros são vídeos com diferentes durações:

  • Vídeo entre 1 e 3 minutos: 27%
  • Vídeo com menos de 1 minuto: 23%
  • Vídeo com mais de 3 minutos: 22%
  • Stories: 17%

Somente então aparecem imagens, textos e áudios.

O que não funciona no marketing de influência?

O relatório Influenciadores Digitais 2024 também oferece alguns insights ou dicas do que evitar. Veja três delas abaixo.

Conteúdo de baixa qualidade

Se ter um conteúdo atraente é uma das principais motivações para seguir, perceber que ele está perdendo a qualidade é o maior motivo para abandonar um influenciador. Já comentamos que é preciso confiar no parceiro escolhido para ele moldar a mensagem da marca ao gosto da audiência do perfil, mas isso exige tempo de preparo. Então, planeje suas ações de marketing de influência com antecipação.

Excesso de publicidade

Ao contratar criadores de conteúdo e planejar a frequência da campanha, cuide para não sobrecarregar o perfil com posts patrocinados. Diante desses casos, 36% dos seguidores deixam de seguir os donos das contas.

Posicionamentos conflitantes

Nunca é demais reforçar: não olhe apenas para o número de seguidores e as métricas de engajamento dos influenciadores. As ações de parceiros refletem-se na marca e devem ser analisadas ao contratar comunicadores para suas campanhas. Procure por posicionamentos e atitudes que possam entrar em conflito com o DNA do negócio para evitar danos à imagem.

Aproveite o tema e veja também cinco ideias de ações com influenciadores digitais para fazer na Black Friday e em outras datas comerciais.

Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/saiba-o-que-funciona-ou-nao-no-marketing-de-influencia/

Marketing de influência em 2024: Veja as tendências do setor

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Marketing-de-influencia-em-2024-Veja-as-tendencias-do-setor Marketing de influência em 2024: Veja as tendências do setor

O Brasil tem hoje 144 milhões de usuários de redes sociais, o que representa quase dois terços da população total do País. Isso é o que aponta o relatório Digital 2024: Brazil, de We Are Social e Meltwater.

Mais ainda, as redes sociais são o gênero de aplicativo ou site mais acessado pelos internautas brasileiros entre 16 e 64 anos. Nesse público, 98,9% das pessoas acessam plataformas como Instagram, Facebook, TikTok, X, entre outras. O tempo gasto nelas é de 3 horas e 37 minutos por dia, em média.

No entanto, se a sua empresa deseja aproveitar todo o potencial das redes, é preciso contar com quem domina o engajamento nesse meio: os influenciadores. Ou, melhor, os criadores, como muitos preferem ser chamados.

O marketing de influência continua com tudo em 2024. Então, vamos analisar alguns dos principais tópicos relacionados ao tema para você ficar por dentro. Acompanhe!

Cresce o investimento em marketing de influência em 2024

De acordo com “The Influencer Marketing Benchmark Report 2024”, do Influencer Marketing Hub, o mercado de influência deve movimentar 24 bilhões de dólares mundialmente no ano de 2024. Isso representaria um crescimento de 13,7% em relação ao valor de 2023.

Enquanto isso, no Brasil, 54% das marcas entrevistadas pela Influency.me investiram em marketing de influência no ano passado. Dessas, 68% pretendem aumentar o investimento em 2024, enquanto 29% desejam manter e apenas 3% mencionaram a intenção de reduzir.

O marketing de influência mostra essa tendência de crescimento por uma simples razão: ele funciona para os negócios. Como destaca a CreatorIQ, oito em cada dez profissionais entrevistados acreditam que os influenciadores geram mais retorno que o marketing digital tradicional.

Já ao Influencer Marketing Hub, 83,3% dos profissionais disseram que uma estratégia com criadores de conteúdo atrai melhores consumidores que outros tipos de marketing.

Influenciadores têm um papel central na comunicação on-line das marcas.

Marcas dão preferência a nano e microinfluenciadores

Ainda que o investimento em marketing de influência em 2024 esteja crescendo, as marcas brasileiras ainda trabalham com um orçamento enxuto para isso.

Por exemplo, a pesquisa da Influency.me “Dados e insights de Influencer Marketing no Brasil para 2024” mostra que 50% das empresas tiveram um orçamento de até R$ 50 mil para essa estratégia em 2023. Além disso, 32% investiram um valor de até R$ 10 mil durante o ano todo.

Aí surge a questão: como manter a frequência e a constância no marketing de influência com um orçamento limitado?

A resposta para isso está em outra tendência do setor. Empresas de todos os portes estão percebendo cada vez mais a importância de trabalhar com nano e microinfluenciadores. Ou seja, aqueles criadores de conteúdo com públicos de até 50 mil seguidores nas redes sociais.

A própria Influency.me informa que as marcas brasileiras já dão prioridade aos microinfluenciadores, com 10 mil a 50 mil seguidores. É nessa faixa que elas procuram realizar parcerias com maior frequência.

O Influencer Marketing Hub destaca igualmente a preferência por criadores de nano e microinfluência. Sete em cada dez negócios darão prioridade a esse tipo de produtor de conteúdo em 2024.

As redes sociais mais utilizadas por marcas e criadores

O Instagram continua sendo a rede mais utilizada para a estratégia de marketing de influência no Brasil.

Não é para menos. Essa é a segunda plataforma social mais utilizada pelos brasileiros, logo após o WhatsApp, segundo os dados de We Are Social e Meltwater. Já o Panorama Mobile Time/Opinion Box indica que o Instagram está presente em 91% dos smartphones no País.

Então, não é de se espantar que 100% das campanhas de marketing de influência no Brasil ativem o Instagram, de acordo com a Influency.me. O TikTok vem mais atrás, presente em 60% das campanhas, com o YouTube completando o pódio (41%).

Nesse sentido, ainda vale considerar quais são as redes sociais que os próprios influenciadores consideram mais eficientes para a entrega do conteúdo. Mais da metade dos produtores (53%) acreditam que o Instagram tem o melhor algoritmo para a entrega. Outros 24% dizem isso a respeito do TikTok. Kwai (11%), YouTube (9%) e demais redes (3%) fecham a lista.

Marketing de influência além do #publi

O relatório “Vem aí na Creator Economy”, da YOUPIX, ainda traz outras informações relevantes para as marcas que desejam usar ou aprimorar essa estratégia em 2024.

É importante notar que os criadores de conteúdo podem ir muito além das publicações patrocinadas. Embora esse formato seja procurado em 94,9% dos casos, outras possibilidades incluem:

  • embaixadores da marca;
  • apresentação de eventos;
  • e até como criativos das campanhas.Também é válido ressaltar a importância de trazer os influenciadores para dentro da estratégia e produção. Assim, é possível criar um conteúdo mais alinhado com a audiência em vista.
Fonte: https://www.negociossc.com.br/blog/marketing-de-influencia-em-2024-veja-as-tendencias-do-setor/

O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

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Em 2021, o mercado mundial do marketing de influência é avaliado em 13,6 bilhões de dólares, de acordo com dados do site Statista. Só no Brasil, o setor movimenta R$ 10 bilhões – ou mais até, em algumas projeções.

microinfluenciadores O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Segundo a “Pesquisa de ROI e Influência 2021”, de YOUPIX e AlgoritmCOM, para 71% das empresas brasileiras entrevistadas o marketing de influência é parte importante da comunicação. Um percentual idêntico de empresas declarou que pretendia aumentar neste ano os investimentos em relação a 2020.

O aquecimento do setor traz uma maior expectativa de resultados e, com isso, a importância de se adotar estratégias eficientes na relação com criadores de conteúdo. E uma das formas de se aumentar a eficiência é usando microinfluenciadores na comunicação digital da sua marca.

Entenda o porquê disso a seguir.

 

O que são microinfluenciadores?

Microinfluenciadores são criadores de conteúdo com contas de até 50 mil seguidores nas redes sociais. Diferentemente dos influenciadores com milhões de fãs na internet, os microinfluenciadores têm um conteúdo segmentado, seja pelo alcance regional, seja pelos temas abordados em suas publicações.

Muitos criadores nessa faixa de público são especialistas em determinada área de interesse, como finanças, tecnologia, educação, bem-estar, gastronomia, beleza, pets… Mas outros tantos são personalidades regionais com forte presença virtual, podendo também ter algum vínculo com as mídias tradicionais.

A maioria desses microinfluenciadores está no Instagram, rede em que ocorre 72% das ações de marketing de influência, segundo uma pesquisa da Comscore. Porém, justamente por eles atuarem em nichos, voltados a públicos específicos, não podemos reduzir o marketing de influência ao Instagram.

Temos criadores focados no Twitter, no LinkedIn, no YouTube e também nas novas redes que estão conquistando um grande número de usuários rapidamente, como o TikTok.

funil-conversao-piramide-influencia O poder dos Microinfluenciadores na Comunicação Digital

Por que usar microinfluenciadores na comunicação digital?

Agora, o fato de esses influenciadores terem um menor número de seguidores que as grandes estrelas da internet não quer dizer que o poder deles seja menor.

O uso de microinfluenciadores na estratégia de marketing está diretamente relacionado à pirâmide de influência. Isto é, se você deseja o maior alcance possível no topo do funil de vendas, as celebridades virtuais são o caminho adequado, mas se espera argumentos mais aprofundados de venda, os microinfluenciadores são mais indicados para a etapa de decisão, no fundo do funil.

Como comentamos, muitos microinfluenciadores são especialistas em conteúdos de nicho, o que lhes dá mais propriedade para falar sobre certos assuntos de interesse da marca. Daí que o poder de influência seria maior, por exemplo, do que uma grande celebridade que nada tenha a ver com tais assuntos.

A partir disso, podemos explicar o porquê de usar microinfluenciadores na comunicação digital com base em três pontos.

 

Credibilidade em temas específicos

Esses influenciadores são pessoas que conquistaram sua base de fãs em cima de uma linha de atuação específica. Então, quando postam a respeito de algo, os seguidores confiam na experiência dessas pessoas.

Por isso, microinfluenciadores são ótimos para incluir na sua estratégia de marketing de influência, porque ajudam a converter o consumidor mais cético, mas que confia no produtor de conteúdo. São ainda mais válidos em produtos ou serviços com jornadas de compra mais longas, com decisões cautelosas.

 

Maior proximidade do público

Quanto maior o número de seguidores, maior também é a procura das marcas para fazer parcerias com os influenciadores. E quanto mais comercial se torna um perfil, menor é a tendência de o público sentir proximidade com a pessoa.

Por outro lado, um microinfluenciador terá um conteúdo mais focado, reduzindo as chances de ele trabalhar com muitas empresas ao mesmo tempo. Ele é percebido também como alguém mais alcançável, mais próximo do público.

 

Maior engajamento e menor custo

Outro fator interessante é que esses microinfluenciadores – por causa da credibilidade, do foco e da proximidade – costumam ter taxas de engajamento melhores do que em contas gigantescas.

Por exemplo, uma análise da Markerly abrangendo 800 mil usuários do Instagram descobriu o seguinte: o pico de envolvimento com postagens ocorre em contas contando entre mil e dez mil seguidores.

Para concluir, vale destacar que uma conta com até 50 mil seguidores custará menos por cada publipost do que outra com 5 milhões. Assim, você tem uma conta com eficiência de conversão no fundo do funil, ótimo engajamento e um custo mais acessível para suas campanhas de marketing.

Fonte: https://negociossc.com.br/blog/o-poder-dos-microinfluenciadores-na-comunicacao-digital/