9 dicas para gestão à distância da sua operação de Marketing e Vendas

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Precisa fazer a gestão à distância dos seus times de Marketing e Vendas? Confira 9 dicas práticas com o time de líderes e especialistas da RD!

Como você faz a gestão do seu time durante o trabalho à distância? Ter uma cultura clara por parte da empresa certamente ajuda a manter o foco e o comprometimento. Existem várias dicas que você pode aplicar junto do seu time que permitem fazer a gestão à distância de equipes remotas de uma forma mais produtiva.

É verdade que as equipes de Marketing e Vendas têm seus próprios desafios quando trabalham de forma remota, além dos problemas que qualquer equipe enfrenta e que o líder precisa gerenciar. Só que implementando algumas estratégias – tanto por parte da gestão como dos liderados – essa rotina pode ficar muito mais clara e simples!

É por isso que listamos uma série de 9 dicas para realizar a gestão à distância da sua operação, tanto de Marketing como de Vendas.

9 dicas para realizar a gestão dos times à distância

Além de dicas para facilitar o seu trabalho de gestão da equipe, que é fundamental durante o trabalho home office, você vai conferir algumas sugestões para compartilhar com o seu time sobre produtividade, saúde e bem-estar.

Afinal, para manter uma boa performance mesmo trabalhando à distância, é importante não esquecer de apoiar o lado profissional, pessoal e emocional de cada um.

1. Implemente boas práticas de comunicação e gestão de conflitos

Diferentemente do trabalho no escritório – onde todos sentam próximos um do outro e fica muito mais fácil de conversar sobre qualquer assunto – é preciso ter uma comunicação muito mais próxima com o time para que os conflitos e problemas que apareçam no dia a dia possam ser resolvidos rapidamente durante a gestão à distância.

Para isso, é essencial cumprir com dois passos:

  • Alinhamento de expectativa com o time sobre as formas de comunicação: defina qual o melhor momento e ocasião para usar cada um dos canais diferentes, dependendo do nível de importância e urgência da mensagem.
  • Stand-up matinal: faz toda a diferença contar com um momento de compartilhamento entre o time para falar como cada um se sente no dia, o que fez no dia anterior, o que vai fazer hoje e se precisa de ajuda para algum ponto.

“Com isso a gente consegue ter uma comunicação próxima mesmo que não esteja todo mundo na mesma mesa”

2. Incentive a troca de informação entre todo o time

Para gerir a troca de informações, é importante dar preferência para as conversas através de canais e grupos ao invés das mensagens individuais. É fundamental que todos saibam das atualizações e novidades.

Logo, mantenha todas as próximas ações e sprints abertas em documentos compartilhados ou por meio de alguma ferramenta. No Trello, por exemplo, você pode listar todas as principais atividades do dia a dia para que fique mais fácil entender o que cada um está priorizando no momento.

“Se for pecar, peque pelo excesso. Não deixe o seu time sem informação sobre os próximos passos e sobre o seu planejamento”

3. Aproveite os recursos digitais para fazer a comunicação

Para conseguir manter todo o time alinhado e com a comunicação aberta para todos, é possível utilizar várias outras soluções digitais, como o Hangouts ou o Zoom para videoconferências. Essa é uma forma de manter a integração entre os times, tanto de Marketing como de Vendas.

Pensando no contato com os clientes, o uso desses recursos também auxilia no compartilhamento de estratégias para manter todos alinhados e na mesma página sobre as próximas ações.

Essa iniciativa vem contribuindo para o time, que consegue demonstrar para os clientes como continuar utilizando o RD Station Marketing ou o RD Station CRM.

“Também é importante usar os recursos digitais para deixar registradas as ações que cada pessoa do time vai fazer”

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4. Mantenha um clima positivo entre a equipe

Muitas vezes achamos que o clima só é importante durante o trabalho presencial. Mas este é um elemento muito importante também durante o trabalho home office.

Para melhorar, é possível seguir duas práticas:

  • Compartilhar algo do seu dia: pode ser feito pouco antes do fim do expediente – usando as ferramentas de comunicação do time – para compartilhar algo que normalmente seria dito se todos estivessem no mesmo ambiente de trabalho.
  • Criar momentos de descontração: assim como acontece no escritório, você pode usar de momentos de interação e descontração, que podem ser vividos usando um jogo online, por exemplo.

“As dicas ajudam a sair um pouco do tradicional, pensando realmente no bom clima que você quer para o seu time”

5. Indique a divisão do espaço de trabalho e o respeito aos horários

Pensando na produtividade do seu time, tendo em vista que nem todos podem ter uma adaptação fácil à rotina feita com base no home office, é importante passar a dica sobre o espaço de trabalho e do horário.

Para conseguir manter a concentração, definir uma divisão física do local para o trabalho, mesmo que seja só o local de colocar uma mesa e cadeira, pode ajudar a manter o foco nas atividades.

Mas como o trabalho é realizado da própria casa e a percepção do tempo fica diferente de quando estamos trabalhando no escritório da empresa, é comum que o seu time fique almoçando enquanto trabalha ou passe aqueles minutinhos no final do dia, o que vai contra as boas práticas de produtividade.

Por isso é importante seguir uma rotina que já indique o horário de início do trabalho, o horário de almoço, os intervalos e a saída.

“Com essa divisão bem distribuída, me sinto mais organizada e consigo seguir mais a minha agenda, o que acaba ajudando na minha rotina”

6. Utilize uma ferramenta de organização do time

A estrutura e organização do time feita no ambiente do escritório também pode ser implementada no gerenciamento da sua operação à distância através de uma ferramenta digital.

Nós utilizamos a #matrix, uma ferramenta open source desenvolvida pelo time de Engenharia e Produto que simula uma experiência semelhante daquela que encontramos no escritório físico para o ambiente virtual. Todo o projeto está publicado no GitHub da RD.

Com ela, fica mais fácil ver quem está na sala da equipe – indicando que está realizando as atividades do dia – ou quem está participando de uma reunião, por exemplo. Ainda dá para criar salas de descanso e fazer calls diretamente pela ferramenta, tornando a comunicação ainda mais ágil dentro dessa organização.

“A gente tenta trazer essa vivência do dia a dia do escritório usando as salas da #matrix” 

7. Defina metas objetivas e claras para o time

O time de Vendas trabalha com base nas metas que precisam alcançar. E é por isso que na gestão à distância essa definição precisa ser clara e bem objetiva, para que todos tenham confiança no trabalho que estão realizando.

A transparência dos números e entregas também deve fazer parte dessa definição. Esse passo pode ser colocado em prática por meio das ferramentas utilizadas no dia a dia.

“Amarrar as metas em processos e procedimentos é fundamental para ter algo bem detalhado e organizado para que o time possa ser gerenciado e se gerenciar”

8. Práticas que proporcionam bem-estar no home office

Muitas pessoas criam hábitos dentro do escritório que acabam sendo deixados de lado quando estão trabalhando de casa. Então, faz parte do processo de gerenciamento à distância levar para o seu time as melhores práticas de bem-estar.

  • Fazer pausas: trabalhar de casa pode dar a falsa sensação de que as pessoas já estão confortáveis, e isso pode fazer com que o seu time trabalhe várias horas seguidas sem perceber. Logo, é importante aderir às pausas, assim como é feito no escritório.
  • Reservar um tempo para tomar sol: esta é uma dica fundamental, já que o sol é o fator que nos auxilia na absorção de vitamina D. E durante o trabalho home office é raro lembrar do quanto essa prática é importante.
  • Ginástica laboral: os exercícios podem ser adaptados para o trabalho remoto, e além de proporcionar um momento de bem-estar também garantem um momento de descontração com o time quando é feito em conjunto – combinando um horário e compartilhando tudo durante uma videoconferência.

“Lembre-se sempre de se preocupar com sua saúde. Seguir esses pontos vai proporcionar muito mais bem-estar na rotina”

9. Mantenha sua estratégia de Marketing e Vendas integrada em um único lugar

No trabalho à distância, já vimos que é importante manter todos os integrantes do time na mesma página. Mas além de usar uma ferramenta de comunicação para isso, é essencial contar com um sistema que mantenha sua estratégia tanto de Marketing como de Vendas integrada.

Utilizar um software onde você possui a sua estratégia integrada em um único dashboard ajuda a manter todo o time alinhado e a continuar com uma boa performance. Afinal, assim todos conseguem ter visibilidade das suas metas e do que precisa ser feito para alcançar os objetivos de cada área.

Você pode contar com uma ferramenta tudo em um para o Marketing – que permita a execução das demandas por todos os integrantes do time – aliada a uma que organize o seu processo comercial e a cadência de contatos.

Se está você está pronto(a) para colocar em prática essa última dica, que tal fazer um trial gratuito e sem compromisso das nossas ferramentas? Assim, você aproveita as horas extras que o trabalho remoto proporciona e já confere algo novo! 🙂

Fonte: https://bit.ly/39kPbjN

SMarketing: o alinhamento total entre Marketing e Vendas

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Existem integrações e ferramentas que fazem a sua empresa a chegar ao SMarketing, trazendo mais resultados com Marketing e Vendas trabalhando juntos

Você já deve ter lido a respeito ou ouvido falar de SMarketing. Pode ser que tenha encarado como um erro de pronúncia ou de digitação. No entanto, o termo é esse mesmo, uma aglutinação das palavras Sales e Marketing. Se tivessem me perguntado, eu teria sugerido Markales, conferindo um maior equilíbrio entre as áreas de Vendas e Marketing.

Ninguém me perguntou, porém, e o termo pegou — o que prova, mais uma vez, que eu estou errado. E SMarketing, apesar da grafia privilegiar os marqueteiros, é justamente o estágio em que os dois setores trabalham em harmonia dentro de uma empresa. “Pfff, isso é impossível!”, você pode responder, caso tenha a perdido a fé — o que é compreensível.

Para reverter esse sentimento, que é bem comum no mercado, publicamos este post. A ideia é que, após terminar a leitura, você deixe de encarar o SMarketing como um ente imaginário e trabalhe para chegar lá!

SMarketing: muito mais que uma sigla esquisita

Bom, como dissemos acima, apesar da sigla puxar a sardinha mais para um lado, SMarketing é quando Vendas (o S vem de Sales, em inglês e português empresarial) e Marketing atuam de forma alinhada. Ou seja, ambas as áreas precisam estar igualmente engajadas para atingirmos esse estágio.

É muito comum, contudo, que vendedores e profissionais de Marketing tenham restrições uns em relação aos outros. Isso é particularmente verdadeiro em meses em que as metas não são atingidas, na definição do que é um Lead qualificado e quando os times se enfrentam em disputas esportivas do torneio interno da empresa.

“Mas como eu chego nesse negócio de SMarketing? Não é mais fácil todo mundo se unir e culpar o time de pré-vendas, que fica no meio-campo, quando as coisas dão errado?” Sim, é de fato mais fácil fazer isso, mas não vai levar a nada. Vale mais a pena ter um trabalhinho e construir o SLA entre as áreas.

SLA entre Marketing e Vendas: fundamental para o SMarketing

SLA? Sim, mais uma sigla, para Service Level Agreement (ou, em português não-empresarial, Acordo de Nível de Serviço). Pode ser feito entre quaisquer áreas de uma empresa, porém o mais comum é o SLA entre Marketing e Vendas.

Em resumo, é um contrato que define responsabilidades e expectativas de cada time, principalmente sobre quantidade e qualidade dos Leads passados de Marketing para Vendas. O SLA aborda, também, os passos dos vendedores no follow-up desses Leads.

Ele pode conter, ainda, as metas de cada uma das áreas, evitando o desalinhamento de expectativas. É primordial, aliás, que esse documento esteja facilmente acessível por todos os envolvidos. A ideia é, justamente, que não seja um segredo.

Fundamentalmente, ele deve apontar o que é um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead). Ou seja, quando um Lead é considerado qualificado pelo time de Marketing para ser passado para Vendas, e o que é preciso para Vendas aceitá-lo.

Como fazer um SLA entre Marketing e Vendas?

A seguir, demos uma adiantada e listamos os 5 passos básicos para construir um:

  1. Defina o número de Leads qualificados que Marketing vai entregar para Vendas
  2. Defina como será a passagem do Lead para o time de Vendas
  3. Defina quais informações do Lead o time de Marketing vai passar para Vendas
  4. Defina como será o atendimento do pessoal de Vendas
  5. O que Vendas deve fazer com o Lead

É importante, também, realizar reuniões periódicas para acompanhar o trabalho, discutir as principais dificuldades e revisar o SLA. Elas ajudam, principalmente, o Marketing a entender como Vendas lida com os Leads passados e o que pode ser feito para melhorar.

Todo mundo ganha com o SMarketing

Se lhe pareceu complicado iniciar o processo de construção de um SLA entre Marketing e Vendas para chegar ao SMarketing, saiba que não apenas uma impressão: é difícil mesmo. Vai ser um período de negociações intensas e debates em que as áreas tentarão incluir algo que as faça “levar vantagem”. Mas sabe o que vai sair disso tudo? O equilíbrio.

E sabe quem vai ganhar com isso tudo? Todo mundo. O alinhamento entre Marketing e Vendas resolve dores das duas áreas, que passam a trabalhar juntas com metas e números claro, além de processos compreendidos por todos. A documentação via SLA é uma forma de consulta rápida, mas com o SMarketing os times praticamente internalizam as ações.

Com as reuniões de revisão e análise de resultados, a aproximação fica ainda mais evidente. Assim, a compreensão de que as áreas se complementam — e definitivamente não são rivais — fica mais clara. O resultado costuma vir em forma de aumento de produtividade, melhor funcionamento do funil e metas batidas!

Ferramentas que ajudam o SMarketing

Feito o SLA e aproximadas as áreas, entra em cena a tecnologia para o Smarketing. Ter ferramentas integradas de Marketing e Vendas facilita a manutenção desse alinhamento. Com processos claros e dados visíveis para todos, evitamos conflitos e desencontros.

A Resultados Digitais oferece a plataforma RD Station, com dois softwares que funcionam de forma totalmente integrada: o RD Station Marketing e o RD Station CRM. Eles podem ser testados gratuitamente, para que os benefícios possam ser avaliados sem compromisso.

Aliás, o CRM vai além do teste gratuito, tendo uma versão que é gratuita para sempre! Se o seu time de Vendas ainda usa planilhas e tem informações perdidas por todos os lados, ele é uma boa opção para pôr os seus processos em ordem.

Fonte: https://bit.ly/2M6BM7P

Como vender na internet o que você já vende na sua loja física?

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A importância que a web conquistou no dia a dia do consumidor justifica a busca de informações sobre como vender na internet.

Afinal, é difícil encontrar quem não faça uso da internet hoje, até porque nem precisamos mais de um computador, basta ter acesso a um smartphone.

Além do alcance do público (que aumenta de forma exponencial no ambiente online), pesa a favor dessa decisão de ampliar os canais de venda da loja física para a internet as facilidades na gestão do negócio.

Neste artigo vamos esclarecer suas dúvidas sobre isso. Acompanhe!

Por que investir num sistema para fazer vendas pela internet?

As estatísticas sobre o comércio eletrônico colocam em evidência a importância das vendas pela internet para o varejo e o setor B2B:

– Temos hoje no país mais de 150 milhões de usuários de internet. Desses, 140 milhões mantêm contas nas redes sociais.

– Segundo dados da 39ª. edição do Webshoppers, as vendas online apresentam crescimento maior que o varejo tradicional em praticamente todos os países que já operam o comércio eletrônico. Ou seja, saber como vender na internet é uma forma segura de expansão das marcas.

– Outro dado importante: apesar do crescimento, a participação das vendas online na América Latina ainda está abaixo do índice mundial, o que mostra o potencial de crescimento.

– O mobile commerce tem puxado o crescimento nas vendas via internet. Em janeiro de 2019, respondeu por mais de 40% das transações. Enquanto o e-commerce total cresceu 12% em 2018, o m-commerce alcançou 41% no mesmo período.

– Para quem ainda tem dúvidas sobre vender os produtos da loja física na web, tem outra informação relevante: já são 58 milhões de consumidores online, ou seja, 27% da população brasileira.

– Em 2018, o número de pedidos chegou à marca de 123 milhões, e o ticket médio de compras foi de R$ 434, alta de 1%.

Como vender na internet: por que a integração dos canais é o melhor caminho?

Entendida a necessidade de expandir os canais de venda para aproveitar a expansão do comércio eletrônico, é o momento de analisarmos como a venda dos produtos da loja física pode ser feita na internet.

Atenção: é importante preparar um planejamento específico para a loja virtual, detalhando os objetivos e as iniciativas que serão implementadas.

Em muitas situações ela vai funcionar como uma extensão da sua marca, mas é importante respeitar as particularidades do ambiente virtual.

Em vez de duas operações distintas, o ideal é focar na integração. Daí a importância da de ter uma plataforma de e-commerce com hub nativo. É isso que vai assegurar mais facilidades na gestão da operação e, claro, no atendimento do cliente.

Na JET NEO, por exemplo, todas as vendas são administradas numa plataforma única. Assim, não importa o local de transação, os registros e o controle estão no mesmo sistema.

Valorizando o conceito de omnicanalidade, o consumidor pode optar pelo canal que for mais conveniente para ele: website, mobile, aplicativo de mensagem, marketplace ou redes sociais.

Ainda de olho na experiência do usuário, é importante analisar com cuidado o modelo de plataforma que será escolhido.

A operação no sistema SaaS apresenta vantagens em termos de custos e tem outro diferencial: permite que a loja tenha acesso às atualizações.

Pode parecer um detalhe, mas não é. A tecnologia tem evoluído rapidamente na área de e-commerce e a todo o momento surgem novas soluções.

Para fazer isso a sua loja precisa ter condições de fazer as integrações com outros fornecedores que compõem o ecossistema do e-commerce, como meios de pagamento e sistemas que garantem mais segurança para a loja.

Quais as vantagens que serão obtidas com a loja online?

Expandir a área de atuação da loja é uma razão importante para investir num sistema de e-commerce, mas existem outras vantagens igualmente importantes. Vamos analisar alguns diferenciais que podem ser obtidos com a integração:

Foco na conversão

As plataformas de vendas via internet contam com diversos recursos para estimular a compra e, assim, favorecer o aumento da taxa de conversão.

Estamos nos referindo à medidas simples, como agilidade na hora do checkout, até soluções mais sofisticadas, como a identificação automática do cliente numa recompra.

Para quem tem a loja física, uma das vantagens na operacionalização é ter todas as informações reunidas. Não importa o canal, os dados ficam registrados, o que facilita a gestão.

Automação de marketing

Ao usar as ferramentas de promoção da plataforma (como “compre um, leve dois”), os gestores conseguem aumentar o valor do ticket médio dos clientes.

Não tem interesse em realizar a mesma ação na loja física? Sem problemas, é só especificar isso nas mensagens da plataforma.

Em termos de estratégias, o ideal é conseguir pensar no que funciona melhor para cada canal. A vantagem, no ambiente online, é que todas as informações do cliente estão registradas, então temos condições de abordá-lo de forma personalizada.

Sem esquecer que, com a automação dos processos de marketing, o envio de e-mails customizados, por exemplo, é feito de forma simplificada.

Experiência do usuário

Vender produtos da loja física no ambiente online favorece a experiência do usuário, indicada hoje como conceito-chave para trabalhar a retenção de clientes.

A proposta é valorizar a conveniência do consumidor, que trafega com facilidade entre os canais, usando o melhor de cada um, de acordo com a sua necessidade naquele momento.

Por exemplo, ele pode ir até a loja para conhecer de perto as características de determinado item, e optar por fazer a compra via e-commerce.

Em outros momentos, fará a pesquisa na internet, mas fechará o negócio via aplicativos de mensagens, por causa da facilidade.

Nesse caso, com alternativas como o Zap Commerce, ele tem a vantagem de contar com o suporte de um vendedor e poderá finalizar a compra num ambiente seguro, de forma automatizada.

Como vimos neste artigo sobre como vender na internet produtos da loja física, hoje praticamente não existem limites para o e-commerce. As plataformas evoluíram muito e, em vez de concorrência entre as duas operações, o que se visa é a integração.

Preparado para estruturar a sua operação de comércio eletrônico? Confira todos os passos necessários neste Checklist para implantação de e-commerce.

Fonte: https://bit.ly/2KO8vOE

6 negócios digitais promissores no Brasil em 2018

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Cada vez mais vemos diversos negócios sendo criados, principalmente no ambiente online. Esse mercado tem crescido bastante, principalmente por conta do comportamento da população que está cada vez mais habituada a ter uma rotina diária pela internet. Desta forma, marcas que não nasceram no digital se vêem forçadas a entrarem nessa onda para atrair cada vez mais clientes e converter mais vendas.

Segundo um estudo realizado pela IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil – empresa especializada em promover o marketing, negócios e a publicidade digital -, o marketing digital no Brasil evolui de forma mais lenta se comparada a outros países, mas em 2016 foram investidos R$ 11,8 bilhões em publicidade na internet, equivalente a 18% do valor total gasto com publicidade no país.

Para Neil Patel, especialista em marketing digital e famoso por potencializar os lucros de gigantes como Amazon, Google e GM, o ano de 2018 mesmo que em passos curtos, será um ano muito importante para o mercado de negócios digitais e deve impulsionar o crescimento econômico do país de forma satisfatória.

“O país acaba de sair da recessão, e famílias estão consumindo mais. As empresas que ainda não são digitais não devem perder a oportunidade e as que já trilham o caminho, devem estar atentas com novos forma de atrair clientes”, alerta.

Diante disso, o guru do marketing digital elencou seis negócios digitais que serão promissores no Brasil peste ano:

Plataforma de serviços

Não é de hoje que as plataformas facilitam o dia a dia, tanto B2C como B2B. É incerto até onde elas podem ir, mas se sabe que vão longe. De acordo com o grupo de pesquisa Kantar TNS, no Brasil, o uso de smartphones cresceu 3,5 vezes, passando de 14%, em 2012, para 62% em 2016 e um crescimento de 17% em relação ao ano passado.

Esse progresso impulsionou o crescimento e o desenvolvimento de novas plataformas de serviços que estão cada vez mais inseridos na vida das pessoas e criando novas relações de consumo sustentável, relações de trabalho usos de serviço de tecnologia, serviços cada vez mais personalizados em larga escala vem cada vez mais criando força e conquistando velhos e novos consumidores se tornando um meio necessário que corrobora no dia a dia.

Para o especialista, quem já possui um negócio e quer levar também para o meio digital, vale analisar as possibilidades para conseguir oferecer o melhor para o consumidor, já que as plataformas podem trazer resultados positivos para o negócio. “Os apps e as plataformas estão se tornando cada vez mais um meio ideal para se relacionar e realizar tarefas seja no âmbito, profissional como pessoal.

Por meio deles é possível conquistar uma otimização em tempo,dinheiro, e ainda enxergar uma forte crescimento e contribuição no desenvolvimento no que é interesse do público, principalmente quando as soluções apresentadas são fáceis de se manusear, práticas e benéfica para os usuários” explica Neil.

Fintechs

As fintechs ainda são as queridinhas do mercado. Há um mundo de possibilidades para esse mercado principalmente aquelas que buscam oferecer um modelo e acesso mais barato a novas tecnologias. Segundo dados do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), atualmente há 703 empresas financeiras tecnológicas em 15 países diferentes. o Brasil é o país com o maior número, 230 empresas, com um crescimento de três a cinco empresas criadas ao ano.

“As empresas que usam a tecnologia para serviços financeiros aos poucos estão conquistando espaço no mercado, isso porque cada vez mais as pessoas físicas e jurídicas estão buscando fugir dos modelos tradicionais financeiros que ainda são muito burocráticas, oferecem juros abusivos e quase sempre com serviço de atendimento precário.

As fintechs que oferecem soluções de pagamentos e as de financiamento alternativa representam quase a metade da procura e com o avanço da tecnologia outros novos modelos vão surgir nos próximos anos” explica o especialista.

Ainda pouco falado com essa denominação, mas com grande potencial. A Insurtechs – startups de inovação tecnológica para o mercado de seguros em geral vem crescendo em passos largos, aos poucos estão revolucionando o mercado de seguros que enfrentam os desafios de educar, disseminar cultura do seguro e fomentar novas categorias de forma desburocratizada, personalizada, acessíveis e de fácil compreensão.

De acordo com o Comitê de Insurtechs, atualmente, o Brasil possui 40 Insurtechs, o que representa um pouco mais de 8% das Fintechs.

Segundo o especialista, as insurtechs pretendem inserir o poder das novas tecnologias em um mercado considerado muito conservador e fazê-lo se beneficiar muito delas. “Estamos falando de um modelo de negócios que precisa desapegar do conservadorismo para inovar para conseguir se manter no mercado”, explica.

E-commerces

Para quem busca iniciar um negócio mas ainda não faz ideia em que investir, os e-commerces continuam sendo uma ótima opção. Segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit, o e-commerce brasileiro deve crescer 15% neste ano e segundo a consultoria Euromonitor Internacional, o comércio eletrônico deve dobrar sua participação no faturamento do varejo até 2021, com um crescimento médio de 12,4% ao ano, conquistando um faturamento de R$ 85 bilhões.

Para Patel, esse crescimento se dá pela inovação e as possibilidades que o setor oferece. “Sem dúvida alguma o e-commerce vai dominar o mercado, para quem deseja abrir um negócio ou ampliar a atuação. Esse é o caminho mais certo para seguir, porém, vale lembrar que assim como os modelos de negócios mudam, o e-commerce também vive em pleno processo de evolução”, exalta ao responsabilizar o comportamento do consumidor por isso.

“Cada vez mais os consumidores estão exigentes não só no que vai comprar, mas também no atendimento, na produção dos produtos, nas facilidades que a loja oferece (seja a forma de pagamento ou de entrega) e sua logística”.

Infoprodutos

O mercado de produtos digitais no Brasil ainda vem engatinhando diante de tantas possibilidades que a internet proporcionou.

O segmento de infoprodutos movimentou mais de R$ 500 milhões no último ano e é possível encontrar diversos modelos que iniciaram um negócio do zero e hoje fazem suceceso. Embora não garanta lucro rápido, há muita demanda por envolver todo tipo de solução digital – livros, palestras, cursos, aulas -, e não é necessário um alto investimento para começar.

“De todos os modelos de negócios, esse tem um potencial de lucro enorme e possui uma abordagem menos complexa diante dos outros modelos. Muitos empreendedores usam de infoprodutos dentro do seu negócio para educar a audiência a respeito de temas e assuntos que são atrelados a seu negócio e que ajuda a solucionar, resolver e informar seus consumidores”, pontua Patel.

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é um dos modelos mais lucrativos do mercado online. Isso porque ela engloba um leque de oportunidades completo para as empresas como conteúdo de qualidade para educar, informar e entreter um determinado público ou geral. Segundo um estudo divulgado na Content Trends 2017, 71% dos negócios no Brasil já adotam o marketing de conteúdo na empresa.

Dos que ainda não trabalham com isto (68,9%), pretendem implementar a estratégia. Mesmo com um crescimento pequeno, o cenário mostra uma tendência de crescimento nos próximos anos.

“O grande diferencial do marketing de conteúdo é que por meio destas estratégias, as empresas conseguem construir um relacionamento com os clientes, entendem melhor o que eles vêm buscando e desta forma oferecem o melhor do seu negócio, para assim conseguir fidelizá-los e sair a frente da concorrência”, finaliza o especialista.

Fonte: https://goo.gl/hwDgtY

Transforme clientes em promotores da sua marca e aumente suas vendas

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Em uma época em que os influenciadores digitais são cada vez mais populares, as marcas têm buscado formas de fazer seus clientes se tornarem seus promotores. Essa tendência ganhou força principalmente por que:
  • ficou comprovado que as experiências com compras passadas (comentários e avaliações) impulsionam as vendas;
  • custo de aquisição começou a ficar caro, inclusive superando o custo de manutenção;
  • o marketing de boca vem ganhando força após o advento das redes sociais como Facebook que viraliza rapidamente as notícias.

Essa figura do influenciador pode ser representada tanto por uma personalidade famosa da internet (YouTubers, perfis com milhares/milhões de seguidores no Instagram, etc.) quanto por um cliente leal e engajado da marca ou empresa.

Esse último grupo é o que nos interessa para este texto. Nas próximas linhas, falaremos sobre sua importância e como transformar seus atuais clientes em promotores do seu e-commerce. Acompanhe!

O que é um cliente promotor e qual a sua importância?

Um cliente promotor é aquele satisfeito e engajado o bastante com uma marca, empresa, produto ou serviço para defendê-los e divulgá-los em suas redes sociais.

Esse processo tem por característica ser algo mais natural e espontâneo por parte dos clientes. Esse detalhe é o que os diferenciam do uso de pessoas famosas e influentes para a mesma finalidade, já que este último público é patrocinado e, muitas vezes, nem consome o que está anunciando.

Mas isso não quer dizer que você não deva investir nos influenciadores digitais populares. Afinal, eles carregam uma imensa base de seguidores que consomem um produto após serem indicados por essas personalidades.

Os seus clientes poderão ter um alcance menor de influência. No entanto, a autenticidade dos relatos, a economia em não precisar patrociná-los, a facilidade de trabalhar com alguém que você já conhece e o aumento nas conversões são vantagens que pesam a favor deles.

Um último ponto que devemos ressaltar é a proximidade pessoal desses clientes promotores com o público impactado por eles. Há de se considerar que o boca a boca ainda é um dos principais critérios de compra de grande parte dos consumidores.

Aliás, quem nunca desistiu ou continuou uma compra após uma avaliação de alguma pessoa de confiança?

Como transformar clientes em promotores?

Existem diversos meios de converter seus clientes em advogados e divulgadores da sua loja. Na lista que veremos a seguir, selecionamos 10 dicas para conquistar esse objetivo. Confira:

1. Ofereça uma boa experiência de compra em seu site

O primeiro passo é sempre fazer bem o seu dever de casa. Nesse caso, trata-se de oferecer uma ótima experiência de consumo em seu e-commerce para os visitantes.

Para isso, certifique-se de que suas páginas carregam rapidamente, que os botões de CTA estão sendo bem destacados, que os produtos tenham uma descrição completa, que o design seja intuitivo e responsivo, entre outros detalhes que atendam às expectativas do público.

Um dos fatores mais impactantes é o checkout da loja virtual. Quanto mais simples, rápido e fácil ele for, mais ele será lembrado pelos seus clientes.

2. Tenha um blog e produza conteúdos interessantes nele

Se os promotores atuam como divulgadores da sua loja, eles precisam ter algo para promover, certo? Por isso, é fundamental você ter um espaço, como um blog, para produzir e veicular conteúdos compartilháveis.

Blog posts, vídeos, infográficos, podcasts são formatos de conteúdos que podem educar, informar e entreter seus clientes. O propósito é falar e abordar temas de modo que eles se engajem ao ponto de divulgar essas peças em suas redes sociais, por exemplo.

Lembre-se que um cliente pode se tornar promotor da sua empresa até antes mesmo de realizar uma compra.

3. Atenda o público de forma eficiente

Ser eficiente é prestar um atendimento rápido e que resolva os problemas dos consumidores e clientes sem precisar dar muitas voltas.

Afinal, não há coisa mais irritante para o público do que ter que esperar por longos minutos em uma fila de atendimento para ser respondido, bem como é frustrante ver que um atendente fica jogando a responsabilidade para outros profissionais.

Se você quiser dar um passo além, tente sempre prever os problemas e atuar de forma proativa neles. Um dos casos mais reconhecidos é o da Amazon que ao reconhecer que cometeu um erro e vendeu um produto sem estoque, envia um email ao cliente oferecendo 3 soluções para o problema

Muitas vezes o que o cliente quer não é que você não erre mas que seja transparente e que tenha uma solução rápida para o problema.

4. Prepare conteúdos exclusivos para os clientes promotores

Como se sabe, quem é cliente geralmente tem problemas e interesses diferentes de quem ainda não converteu alguma oferta em sua loja.

Ele não quer saber se o seu produto é bom ou se seu e-commerce é confiável. O objetivo dele é tirar o melhor proveito possível das suas compras.

E é essa expectativa que sua loja precisa atender. Você pode fazer isso com conteúdos que ensinem os clientes a preservarem ou terem mais sucesso com os produtos adquiridos.

Por exemplo, se você administra um e-commerce que vende artigos esportivos, pode enviar um e-book com dicas para aumentar a performance das corridas dos clientes que compraram tênis recentemente.

5. Crie programas de recompensas para clientes e funcionários

É bom levar em conta que nem todos os clientes satisfeitos estão motivados o suficiente para começar a promover sua loja ou seus produtos.

Para reverter isso, um recurso interessante é o programa de recompensas. Nele, sua empresa pode incentivar clientes fiéis com pequenas premiações, como descontos, bônus, pontos para trocar por prêmios, frete gratuito em aquisições futuras etc.

O mesmo vale para os seus funcionários. Para o público interno, você pode planejar prêmios como viagens, comissões, descontos em serviços parceiros (academias, restaurantes, eventos culturais) etc.

6. Mantenha um contato frequente com seus clientes

É difícil esperar que seus clientes se tornem promotores da sua marca se vocês não tiverem uma relação próxima e contínua.

Por isso, é essencial manter um contato com esses clientes periodicamente. Pode ser por e-mail ou redes sociais — o importante é se mostrar presente e se portar como um parceiro desse consumidor.

Sua loja pode enviar conteúdos e novidades por e-mail ou trocar comentários e mensagens por meio do Facebook, YouTube ou outra mídia social que for usada por ambos.

7. Monitore as menções a respeito da sua loja

Quando você visita os sites como o Reclame Aqui ou perfis nas redes sociais dos principais varejistas virtuais do país, não é difícil encontrar clientes criticando alguma passagem com essas lojas.

Esse grupo também é conhecido como detratores de marca. É preciso ficar de olho no que esse público diz sobre sua marca.

Claro que é complicado monitorar todas as menções e comentários negativos. No entanto, existem ferramentas que podem te ajudar nessa missão, como o Mention e o Google Alerts.

Quando se deparar com uma queixa sobre sua loja, procure entender o problema e o resolva enquanto é tempo.

8. Pratique o overdelivering

Overdelivering é toda prática que surpreende positivamente os clientes, isto é, que entrega algo a mais do que eles esperam.

Para isso, agregue alguns benefícios às compras feitas por seus clientes, como uma entrega feita bem antes do prazo estipulado, um cupom de desconto junto com o produto enviado, um cartão personalizado de agradecimento, entre outras ações.

9. Apoie valores e causas compartilháveis por seu público

Você já parou para pensar no quanto seus clientes se engajariam se sua loja apoiasse uma determinada causa?

É muito comum ver marcas que defendem um estilo de vida, um posicionamento ou uma causa social em suas redes sociais. E isso costuma fazer bastante sucesso entre os fãs que se identificam com os valores levantados.

Por exemplo, um e-commerce que vende vitaminas, suplementos e alimentos naturais pode adotar uma postura que promova valores relacionados a uma vida saudável. Isso provavelmente engajará seus seguidores e clientes, que terão mais razões para divulgar suas ações.

10. Mensure a satisfação dos seus clientes

Bem, se você quer transformar clientes em promotores da sua marca, é importante conhecer quem são os clientes mais satisfeitos, não é verdade?

Por essa razão, é indicado fazer uma pesquisa de satisfação do consumidor com a sua base de clientes.

Pergunte sobre a satisfação geral com sua empresa, com o atendimento, com a entrega e com a qualidade do produto. Aproveite, também, para saber se ele indicaria sua loja para um amigo. Enfim, procure quantificar e qualificar de várias formas as avaliações dos seus consumidores.

É difícil definir uma ação que resuma todas as outras usadas para transformar clientes em promotores da sua marca. Ainda assim, acreditamos que mimar os seus consumidores, tratá-los de uma forma mais carinhosa e exclusiva é uma das maneiras mais eficazes de engajar esse público.

Eles precisam de motivos para falar bem da sua loja na internet. Portanto, dê essas razões por meio do atendimento, dos conteúdos, de uma premiação, de uma causa promovida ou crie uma imagem que gere identificação e vontade de se associar à sua marca. Dessa forma, sua loja terá um gatilho mais natural para aumentar suas taxas de conversão.

Viu como você pode alavancar as vendas da sua loja ao aumentar a quantidade de clientes promotores? Para que mais empreendedores vejam como fazer seu negócio crescer com essa estratégia, compartilhe este post em suas redes sociais!

Fonte: https://goo.gl/hUXPg9

Começando no e-commerce? Veja 8 dicas para vender mais!

postado em: Marketing Digital | 0

Nunca foi tão fácil no Brasil iniciar uma operação de e-commerce. O setor cresce a um ritmo de 20% ao ano há mais de uma década; plataformas com uma infinidade de recursos e preço acessível surgem a cada dia, assim como tecnologias de pagamento e segurança tornam mais fácil não só a vida do consumidor como também da loja.

Por outro lado, nunca foi tão difícil manter uma operação de e-commerce. A concorrência, assim como os custos de operação, logística e propaganda aumentam, enquanto os preços são pressionados para baixo.

Diante desse cenário é comum os gestores e empresários se concentrarem apenas na geração de tráfego da loja, o que hoje não garante mais vendas. Abaixo, selecionamos oito dicas relacionadas a credibilidade, serviço e conteúdo que influenciam diretamente a decisão de compra dos consumidores.

1. Credibilidade: De acordo com estudo da Mintel, dos consumidores com acesso à internet no Brasil, 67% não fizeram compras pela web nos últimos 12 meses. Desse total, 22% receiam que o produto não seja original, 22% que o produto não seja entregue e outros 25% por medo de passar os seus dados pessoais e bancários. Por isso, o primeiro ponto que você precisa investir na sua loja é na confiança. Assegure a confidencialidade das informações dos clientes, seja transparente em relação aos prazos de entrega, divulgue o endereço físico (mesmo que seja apenas do escritório), estabeleça uma política de trocas e devoluções e invista em sistemas de segurança que codificam os dados (site seguro). Deixe bastante claro para o cliente que ele pode ficar tranquilo ao navegar e comprar na sua loja.

2. Interação: Outro fator de credibilidade para o seu e-commerce é manter canais de atendimento para o consumidor. Telefone, e-mail, chat online e perfis nas redes sociais são importantes não só para esclarecer dúvidas como também para que o cliente se certifique que você existe de verdade. Redes sociais e newsletters servem também para que você mantenha contato para divulgar seus lançamentos e promoções.

3. Benefícios e diferenciais: Não espere que o cliente vasculhe sua loja para descobrir quais vantagens você oferece a ele. Reúna e destaque, ou melhor, escancare os seus atributos e diferenciais como frete grátis, opções de pagamento e parcelamento, compra segura, desconto no boleto, etc. em todo o site. Comece pela home page, mas não se restrinja apenas a ela. Use os recursos disponíveis em sua plataforma para destacar seus benefícios também na página de produtos e inclusive durante o processo de pagamento, de modo a reforçar o impulso de compra.

4. Promoção e marketing: Consumidores do e-commerce são ávidos por novidades. Eles querem encontrar algo novo toda vez que visitam a sua loja, assim como receber dicas e promoções por e-mail até diariamente, dependendo do segmento. Para eles nada é mais tedioso do que visitar uma loja e encontrá-la do mesmo jeito que na última visita. Portanto seja dinâmico, crie promoções e faça lançamentos com base em um calendário com as principais datas comemorativas e atualize periodicamente os banners. Use a criatividade e busque motivos tanto para atrair os clientes para a loja quanto para que retornem.

5. Layout e experiência do usuário: O layout da loja de e-commerce não deve apenas seguir fatores estéticos. A forma como o internauta navega pela sua loja ( experiência de uso, ou UX) exerce fator decisivo para a conversão. Estudos práticos demonstram que a simples alteração do tamanho ou até mesmo da cor do botão “comprar” pode aumentar o estímulo de compra. Não existe uma fórmula específica, você só vai descobrir como melhorar essa experiência de uso fazendo experiências, os famosos testes A/B. Teste cores, tamanhos, acesso aos produtos. Lembre-se que a experiência do usuário muda de acordo com o aparelho que está utilizando para acessar o site, por isso é importante testar a usabilidade do site não só em PCs, mas em celulares e tablets.

6. Meios de pagamento: facilite ao máximo a vida do cliente quando o assunto é pagar. Além de aceitar pagamentos em cartão de crédito, boleto bancário e portais como Pagseguro e Paypal, assegure-se de que o passo a passo até a conclusão do pedido também seja feito com fluidez, realizando testes A/B de experiência de uso. Facilite também o cadastro e cálculo de frete, quanto mais simples e prático for esse procedimento, maior é a chance de sucesso na conversão. Tanto que várias plataformas de e-commerce já oferecer o recurso “compra com 1 clique”, em que um cliente já cadastrado precisa confirmar apenas dados para completar a compra.

7. SEO: Segundo levantamento da Serasa Experian, o Google é responsável por mais de 50% do tráfego gerado para os sites no Brasil, o que mostra a importância de ter a sua site bem posicionada nas pesquisas. Há duas formas de se conseguir isso: por meio de campanhas de anúncios pagos a cada clique (PPC) e otimização para busca orgânica (SEO). A primeira pode colocar o site da empresa rapidamente bem posicionado, mas pode exigir orçamentos elevados dependendo das palavras-chave, segmento de atuação e concorrência. O segundo não depende de orçamento de propaganda direta para o Google como no caso do PPC, mas leva mais tempo para alcançar resultados. O ideal é trabalhar com ambos, de forma complementar. O PPC pode ser usado para alavancar o início das operações da empresa, promoções e ações pontuais, enquanto o SEO visa melhor posicionamento a médio prazo em palavras-chave com maior concorrência de preço.

8. Conteúdo: Não se limite com o material enviado pelos fornecedores, o que todos os seus concorrentes também fazem. Invista em descrições de produtos, fotos, vídeos criativos. Crie um blog associado à loja para dar dicas sobre tendências e uso dos produtos que comercializa. Quando os recursos das plataformas de e-commerce e os preços dos produtos se equiparam, produzir conteúdo de qualidade é uma das formas mais baratas de diferenciar sua loja.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

A relação entre atualização do Google e a queda nas vendas da sua loja

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O Google realizou uma nova atualização em seu algoritmo de buscas. Segundo especialistas em SEO, a mudança vai tornar mais rígidos os critérios relacionados a qualidade de conteúdo, experiência do usuário (UX) e excesso de anúncios.

Na prática, significa que o posicionamento dos sites nas pesquisas pode sofrer grandes mudanças nas próximas semanas.

Por que o Google faz essas atualizações?

Mais de 80% das receitas bilionárias do Google provém dos anúncios que as empresas fazem em seus inúmeros serviços, entre os principais o sistema de buscas. Segundo informações divulgadas pela empresa, no mundo são realizadas quase 3,5 bilhões de pesquisas diariamente e, no Brasil, o Google concentra mais de 90% das buscas na internet.

Para manter esse volume de uso, é necessário que possua uma característica fundamental a qualquer serviço: qualidade. Nas buscas, a qualidade se traduz em rapidez, relevância e praticidade.

Por esse motivo, o Google aprimora periodicamente o algoritmo de buscas para fornecer resultados rápidos, com informações confiáveis e que podem ser facilmente acessadas independentemente do aparelho que a pessoa esteja usando, quer um PC, tablet ou celular. Para se adequar aos critérios do Google e garantir o melhor posicionamento nas pesquisas, as empresas precisam se adequar a estas regras, fazendo ajustes para que seus sites sejam abertos com rapidez, se adaptem a diversos tipos de aparelhos e possuam conteúdo (textos, imagens, fotos, vídeos, etc.) que sejam realmente de interesse a quem os procura.

Importância do SEO

No marketing digital, cabe à agência ou profissional de SEO acompanhar as atualizações do Google e fazer ou recomendar os aprimoramentos necessários, o que pode envolver tanto ajustes técnicos de programação quanto produção de conteúdo e até mesmo a experiência de uso, ou seja, a praticidade com que os usuários acessam as informações e navegam pelo site.

É o caso desta nova atualização. A equipe de SEO da Clínica Marketing Digital está acompanhando o processo e fará os ajustes necessários nos sites de nossos clientes assim que a atualização chegar ao Brasil.

Fonte: https://ecommercenews.com.br