A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte: https://bit.ly/2XCPJj1

5 tendências que farão você repensar a experiência do cliente

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O relacionamento entre empresas e clientes passou por mudanças drásticas nos últimos anos. Com a ascensão da internet, a compra online em dispositivos móveis e das redes sociais, (apenas para citar alguns fatores) a comunicação entre esses dois grupos se tornou mais intensa e de mão dupla, com a possibilidade de interação e maior acesso às informações.

O cliente moderno deixa de ser visto como apenas um consumidor para se tornar um indivíduo que pode auxiliar na promoção da companhia, seus valores e produtos. Esse perfil vem atrelado a uma maior exigência no que diz respeito às formas de atendimento e personalização de sua experiência. Esse tipo de usuário é alguém que espera que seu feedback seja ouvido e considerado na elaboração e otimização de produtos e serviços.

Nesse contexto não é de se estranhar que as empresas se preocupem cada vez mais em fornecer uma experiência impecável ao cliente, reconhecendo seus diferentes perfis e de maneira proativa oferecendo desde conteúdos personalizados até a criação de novos produtos. Tudo isso para atender as demandas desse público.

Existem diversas ferramentas e tecnologias que aos poucos deixam de ser tendências e se tornam práticas comuns. Destacamos cinco que devem ser conhecidas por todo gestor e companhias que desejam investir na experiência do cliente. Confira!

  1. Personalização da experiência
Com um mercado competitivo e tecnologias de ponta cada vez mais disponíveis para empresas, independentemente de seu porte, muitas vezes a escolha do cliente se baseia em detalhes. A personalização da experiência está intimamente atrelada ao mapeamento do perfil e demandas dos usuários. Com tantas companhias vendendo produtos semelhantes, eles desejam sentir que determinado item ou serviço foi desenhado de forma única para eles.
  1. Análise de sentimentos
De maneira simplificada, essa técnica consiste em verificar se determinado texto representa um sentimento positivo ou negativo, por meio de uma classificação automatizada. Com essa análise é possível mapear qual foi o recebimento ou qual a reputação de um produto ou campanha a partir do que é falado nas redes sociais, por exemplo.
  1. Centralização de software da nuvem
O uso de soluções e tecnologias vinculadas à nuvem já é imprescindível para muitas companhias. É fácil entender:  é possível aumentar ou reduzir a infraestrutura da tecnologia quando quiser, o acesso ao software é otimizado para qualquer dispositivo ligado à internet, facilidade no compartilhamento de informações, entre outros.
  1. Atendimento multicanal
A possibilidade de interagir com a empresa em diferentes plataformas faz com que esse tipo de atendimento seja essencial em uma estratégia voltada ao aprimoramento da experiência do cliente. Ao fornecer suporte em diversos canais, o consumidor pode escolher de qual forma e por onde contatar a companhia a partir de sua necessidade, trazendo agilidade e comodidade no atendimento.
  1. Automação inteligente
Diferentemente da Inteligência Artificial, que se refere a computadores capazes de imitar funções cognitivas, a Automação Inteligente tem como foco desenvolver melhores funcionários, sejam eles humanos ou máquinas, convergindo seus trabalhos em tecnologias inteligentes. Esse tipo de ferramenta busca reduzir custos, otimizar a operação e diminuir o esforço manual dos profissionais, o que gera aumento na produtividade e eficiência da equipe.
É importante lembrar que essas tendências precisam ser introduzidas nas empresas de forma conjunta a uma cultura organizacional que promova a transformação digital, mantendo assim o foco no fator humano.
Fonte: https://goo.gl/yD49Q4

Marketing de conteúdo nas redes sociais representa 20% das ações de anunciante

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Quem entende de marketing digital sabe que todas as verticais são relevantes no processo de conversão do e-commerce, uma vez que impactam o usuário de várias formas, em diferentes momentos. Entre as opções disponíveis para as marcas propagarem seu nome na web, uma tem se destacado: o marketing de conteúdo, especialmente nas redes sociais. Um levantamento da rede de afiliação Awin junto aos seus anunciantes no Brasil mostra que o marketing de conteúdo em plataformas como blogs e Facebook representa 20% de todas as ações realizadas pelas marcas.

Muitas vertentes, inclusive, se misturam. É comum, por exemplo, que sites que trabalham com cashback (como é conhecida a ação de marketing que devolve ao usuário parte do dinheiro que foi pago), ou portais que oferecem cupons de desconto, produzam conteúdo em conjunto com os influenciadores parceiros.

Para Javier Gómez, Head of Publishers na Awin, essa é uma vertical estratégica para o anunciante, porque é capaz de conseguir resultados expressivos tanto do ponto de vista da performance de vendas quanto da construção de marca. “Cada vez mais, a tendência é que o marketing de afiliação se aproxime do universo dos influenciadores, atrelando conteúdos pertinentes de acordo com o público e com as temáticas”, comenta.

Dentro do inbound marketing, segundo Gómez, o segmento que mais tem se destacado e registrado aumento de vendas são canais que abordam temas relacionados à tecnologia. “Alguns dos fatores que influenciaram positivamente estes resultados são a maneira que esses afiliados do setor produzem os conteúdos, priorizando reviews bem detalhados e o chamado unboxing, ou seja, aprática de falar sobre produtos recém-lançados. Acredito que, no futuro, esses serão os grandes geradores de receita do e-commerce nacional”, finaliza.

Fonte: https://goo.gl/pq55QT