A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte:

Machine learning: o conceito que promete moldar o e-commerce do futuro

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Hoje é impossível analisar tendências para a área de e-commerce sem mencionar machine learning. Está todo mundo de olho no que deve acontecer nessa área.

Afinal, soluções desse tipo podem gerar mais eficiência para várias frentes das lojas, da gestão à comunicação.

Como sabemos que nem sempre é fácil manter-se atualizado sobre as novidades do setor, reunimos neste artigo algumas informações básicas sobre o assunto.

Como você poderá perceber, algumas soluções mais simples já estão sendo aplicadas pelas plataformas de vendas digitais.

Quais os benefícios da automação das vendas?

Antes das explicações mais técnicas, é importante esclarecer porque o assunto tem obtido cada vez mais atenção dos players que compõem o ecossistema do e-commerce.

Para quem tem um negócio online, mais automação contribui para agilizar a execução de tarefas fundamentais para o bom funcionamento da operação. Além de mais velocidade, tenha em mente que estamos falando de mais eficiência.

Aplicações envolvendo “aprendizado de máquina” já estão sendo empregadas com sucesso no varejo online. No entanto, a expectativa é que os avanços nessa área sejam acelerados a partir deste ano.

O aumento na capacidade de processamento dos computadores e a melhoria nos sistemas de conexão à internet têm impulsionado os investimentos nessa área. Vide a consolidação de Big Data e da área de Business Intelligence.

Em outras palavras, o ambiente tecnológico torna-se cada dia mais propício para o desenvolvimento desse tipo de solução, o que é uma boa notícia.

Como machine learning vem sendo aplicada?

Para quem tem um e-commerce ou pretende trabalhar com um canal de vendas via internet, não há necessidade de dominar a engenharia computacional por trás dessa história.

Contudo, saiba que é importante, por exemplo, ter cuidado na escolha da plataforma de e-commerce. Dê preferência às plataformas modelo SaaS, com API aberta. Elas facilitam a integração com outras ferramentas, viabilizando o acesso às novidades que surgem a todo momento.

O ecossistema do comércio eletrônico envolve diversas empresas e sistemas e todos devem se beneficiar com as aplicações de machine learning.

Como exemplo, podemos citar os sistemas antifraude. Eles têm se tornado mais eficientes justamente a partir do uso desses sistemas de aprendizado por reforço.

O que é machine learning?

Ainda existe certa confusão entre os conceitos empregados nessa área, então, mas vamos entender como isso funciona.

Inteligência artificial

A AI envolve o desenvolvimento de sistemas capazes de “imitar” a cognição humana. Na prática, estamos falando de softwares que conseguem completar certas tarefas, uma vez que podem aprender.

As aplicações dessa ciência têm se multiplicado, alcançando praticamente todas as áreas da nossa sociedade. Estamos longe daquele cenário catastrófico dos filmes de ficção científica, mas a verdade é que nos tornamos cada dia mais dependentes do ambiente digital.

Machine Learning

Machine Leaning (aprendizado de máquina, em português) é um ramo da Inteligência Artificial. Nesse caso, o objetivo dos sistemas desenvolvidos é treinar as máquinas para aprender com os dados.

Pensando na aplicação no comércio eletrônico, a proposta é que os softwares identifiquem padrões nos dados e, com isso, sejam capazes de detectar eventuais anomalias.

Citamos a importância da adoção desses sistemas para a prevenção de fraudes. Porém, softwares desse tipo também são úteis para a área de comunicação.

Essa aprendizagem profunda funciona bem para mapear o comportamento do consumidor e, com isso, as lojas podem fazer uma abordagem mais personalizada.

O objetivo é extrair insights das interações daquela pessoa nas plataformas digitais. Com o emprego das redes neurais, o que levaria um longo tempo para ser processado, pode ser feito em alguns segundos.

Deep Learning

Esse é outro termo que ganha cada vez mais espaço nas discussões sobre tendências para o varejo online.

Deep learning é um tipo de machine learning. O foco dessas aplicações é o treinamento das máquinas para a interação com os seres humanos.

Para as plataformas de venda digitais, cresce o interesse pelos sistemas envolvendo reconhecimento de voz. Os especialistas acreditam que essa tecnologia deve evoluir rapidamente nos próximos anos.

A expectativa é que essa mudança altere bastante o ambiente online, até em função da importância que os sistemas de voz devem ganhar, por exemplo, nos serviços de busca e na interação com as marcas.

Confira aqui as principais tendências para o setor de e-commerce. Realizamos um evento em janeiro justamente para discutir as áreas que merecem atenção nos próximos meses!

Quais as vantagens para o e-commerce?

A adoção desses sistemas envolvendo aprendizado de máquina gera diversas vantagens para o e-commerce, mas podemos sintetizá-las num ponto: melhorar a experiência do usuário.

Esse é o desafio para quem pretende ter um negócio bem-sucedido. Integrar os universos on e off line, assegurando que o cliente possa escolher como quer comprar e se relacionar com a marca.

Website, mobile, marketplace, redes sociais ou mesmo aplicativos de mensagens. O objetivo é disponibilizar um ambiente amigável e seguro, independentemente do canal.

Para os gestores, essa integração também é fundamental. A possibilidade de resolver tudo numa única plataforma reduz as chances de erros. Além disso, otimiza o trabalho da equipe que pode dedicar-se à orientação estratégica do negócio

A evolução das plataformas de e-commerce tem sido acentuada nos últimos anos. Checkout inteligente, ferramentas mais robustas para análise dos dados, gestão personalizada, enfim, os gestores têm à disposição diversos recursos para tornar a operação mais eficiente.

Quando olhamos para o futuro dessa área, o que vemos é a adoção de soluções mais inteligentes, baseadas justamente nessa possibilidade de aprendizado das máquinas e na importância dos sistemas de inteligência artificial.

Aplicações de machine e deep learning estão moldando o futuro do e-commerce, mas as bases estão estabelecidas: valorizar a experiência do usuário, por meio de abordagens mais personalizadas. Esse deve ser o propósito dos negócios de sucesso!

Fonte: https://bit.ly/2XePoz0

Alternativa aos Correios: e-commerce precisa de novas soluções logísticas

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Está mais do que na hora do seu e-commerce buscar uma alternativa aos Correios.

As notícias que vem da estatal não são nada boas.

A mais recente delas aponta para uma redução drástica na rede de atendimento.

Para quem vende, significa maior chance de enfrentar problemas na entrega, gerando insatisfação no consumidor e todos os transtornos que vêm no pacote.

Neste artigo, vamos falar de novas soluções logísticas e apresentar boas razões para você considerá-las.

 

Por que você precisa de uma alternativa aos Correios

Mais de 500 agências dos Correios em todo o Brasil devem ser fechadas nos próximos meses, revela esta reportagem do Estadão.

A rede de atendimento deve ser reduzida muito em razão do prejuízo recorde registrado no ano passado, quando alcançou R$ 1 bilhão.

O tamanho do rombo foi tanto que o governo federal chegou a discutir a privatização da estatal – decisão que ficou para outro momento.

Em meio a esse turbilhão de notícias negativas, clientes dos Correios também foram atingidos.

A empresa pública conseguiu derrubar liminar da ABComm, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, validando o reajuste no valor do frete.

Ou seja, um serviço que já gera um alto número de queixas, fica ainda mais caro.

Entre vendedores e consumidores, é difícil achar quem esteja satisfeito com as soluções que os Correios oferecem.

Basta uma rápida visita ao portal Reclame Aqui para identificar motivos suficientes para buscar uma alternativa aos serviços da estatal.

  • Em 12 meses, a empresa recebeu 61.649 reclamações na plataforma Nenhuma queixa foi respondida aos seus consumidores/clientes
  • Atraso na entrega, qualidade do serviço prestado e demora na execução são os principais focos de insatisfação
  • Há também um alto número de registros relacionados a mau atendimento e até entregas realizadas em endereço errado
  • A nota dos Correios no Reclame Aqui é 1,26 em um total de 10 pontos possíveis
  • Sua reputação é classificada como “não recomendada”, o que é inferior até mesmo às empresas avaliadas como ruins.

Agora, cabe perguntar: você quer ter esse tipo de parceiro para o seu negócio e, de quebra, atrair um pouco dessa reputação negativa para ele?

 

Solução logística já existe

A crise nos Correios é grave, inegavelmente.

Mas mesmo que desconsideremos o cenário, se o serviço oferecido pela estatal fosse nota 10, ele ainda seria insuficiente para as pretensões do seu negócio.

Quer entender por quê? Veja só problemas comuns ao seu modelo logístico:

  • Sucesso da entrega depende de localizar o consumidor no endereço informado
  • Área na qual o destinatário mora precisa ser atendida pelo serviço
  • Se for um edifício, pode ser necessária autorização para que porteiro receba a encomenda
  • Para retirar objetos em agências, o horário de atendimento é restrito
  • Com frequência, consumidor precisa se sujeitar a extensas filas nos locais
  • O mesmo se repete em demandas de logística reversa, havendo necessidade de troca ou devolução de produtos.

Se você observar com atenção essa lista que acabamos de apresentar, vai perceber que muitos dos pontos falhos na logística não são restritos aos Correios.

Quando o seu e-commerce utiliza transportadoras para a entrega ou coleta de objetos, enfrenta desafios comuns.

A verdade é que a operação se torna onerosa para alcançar individualmente o endereço de cada consumidor.

Mas a boa notícia é que tudo isso já tem solução e ela é um tanto inovadora, ao menos por aqui.

 

Por que adotar pick up points

Fora do Brasil, o modelo de pick up points já vem sendo utilizado há alguns anos, e com altas taxas de sucesso.

Também chamado de pontos de retirada, ou click & collect, são locais físicos que funcionam como espaços para retirada e devolução de mercadorias adquiridas no comércio eletrônico, em uma experiência omnichannel.

Funciona assim:

  • O consumidor faz a compra em sua loja virtual
  • No checkout, escolhe para entrega a opção de retirada em ponto cadastrado
  • Ele, então, localiza o estabelecimento mais conveniente para o serviço
  • Dentro de um prazo, como sete dias úteis, ele comparece ao local para retirar a sua encomenda.

Como dá para ver, o processo é bastante simples.

O consumidor sai satisfeito por ter acesso à sua compra em dia e horário de sua preferência, pagando menos por isso.

O varejista economiza com custos logísticos, já que direciona as encomendas para um menor número de pontos.

Já o proprietário do estabelecimento físico vê o fluxo de pessoas aumentar na sua loja e, não raro, gera vendas adicionais no momento da entrega – o que pode acontecer em quase 70% das vezes, segundo este estudo, realizado pela IRI Worldwide.

Considerando demandas de logística reversa, há também uma economia importante, já que hoje o produto para troca ou devolução precisa ser coletado individualmente ou ser despachado pelos Correios.

É interessante observar ainda que, em alguns países onde os pick up points já estão presentes há mais tempo, como Estados Unidos, França e Inglaterra, essa já é a forma de entrega mais utilizada.

Outra pesquisa, realizada por Cybertill e divulgada pela Revista Forbes, apontou que 17% dos entrevistados sequer comprariam se não pudessem recorrer ao serviço.

 

Pontos de retirada são a melhor alternativa aos Correios

Acabamos de destacar os pontos de retirada como solução logística para o e-commerce ao redor do mundo.

É verdade que esse modelo está bastante consolidado no exterior, mas você já pode fazer uso dele para o seu varejo aqui no Brasil.

A Pegaki é a primeira e maior rede de pick up points do país, com mais de 100 locais ativos em São Paulo e no Rio de Janeiro e outros mil sendo preparados para entrar em operação.

Mais de R$ 1 milhão em produtos já foram entregues em pontos de retirada Pegaki.

Também mais da metade dos 3,5 mil pedidos recolhidos pelos consumidores foram retirados 24 horas após a compra – alguns em até 30 minutos.

E se você procura uma alternativa aos Correios, aqui vai mais um fato incontestável: o serviço tem média NPS de 4,8 (nota de 1 a 5 de satisfação dos clientes).

O que está esperando?

Fonte: https://goo.gl/JiXGxb

Comércio eletrônico deve faturar R$ 2,6 bilhões no Dia dos Namorados

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O comércio eletrônico espera faturar R$ 2,6 bilhões no Dia dos Namorados.

A expectativa é da ABComm, associação que representa o setor. De acordo com a entidade, esse montante é 10% superior ao movimentado na mesma data do ano passado. A previsão considera as vendas realizadas no período de 28 de maio até 11 de junho. Segundo o estudo, o número de pedidos realizados pela internet será de 8,24 milhões, com o tíquete médio de R$ 317.

As categorias mais procuradas para a data são as de moda, perfumes, cosméticos, informática e eletrônicos, indicando os setores que possuem maior possibilidade de aumentar o faturamento. Ainda segundo a ABComm, o sucesso dos marketplaces e as compras feitas por meio de smartphones, que já representam mais de 30% do total do e-commerce nacional, também devem contribuir para o resultado positivo.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, seguindo as demais datas sazonais, que vem apresentando resultados positivos no ano, o Dia dos Namorados deve também seguir no mesmo caminho. “Sendo uma data de tradicional relevância, as lojas devem preparar ações, ofertas e condições melhores para os consumidores”, afirma.

Quem também espera aumentar o seu faturamento na data é a floricultura online Giuliana Flores. De acordo com a empresa, a expectativa para este ano é um crescimento de 30% nos pedidos em relação ao ano anterior, totalizando cerca de 15 mil entregas apenas na semana da data comemorativa. “O Dia dos Namorados, hoje, representa 60% do nosso faturamento mensal de maio e 5% do anual”, ressalta Clovis Souza, fundador da Giuliana Flores.

De acordo com o empresário, os produtos mais procurados pelos consumidores nessa época são os buquês e arranjos de rosas vermelhas e a Rosa Encantada, que possui durabilidade de até 3 anos, além de chocolates e pelúcias como complemento para as flores. Para atender à demanda, a varejista contará com mais de 500 parceiros que irão garantir as entregas por todo o Brasil, além de algumas transportadoras extras em São Paulo para o período. “Junto com as parcerias estratégicas que fechamos, hoje contamos, também, com 16 lojas físicas por toda a Grande São Paulo”, complementa Souza.

Fonte: https://goo.gl/jKRWzR

Greve dos caminhoneiros já afeta e-commerce

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A greve dos caminhoneiros, iniciada na última segunda-feira (21) já afeta as vendas do e-commerce brasileiro.

Diante deste quadro, a Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, reduziu em 7,4 pontos percentuais – de 20,7% para 13,3% a expectativa de crescimento para o setor no mês de maio na comparação ante ao mesmo período do ano passado, que foi de R$3,79 bilhões.

A expectativa inicial era de um faturamento de R$4,58 bilhões, que foi reduzida R$4,30 bilhões uma perda estimada de R$280 milhões. Para o número de pedidos, a projeção passou de 9,2% (9,9 milhões) para 5,6% (9,57 milhões) de crescimento.

De acordo com André Dias, diretor executivo da Ebit, as vendas diárias nos últimos dias foram, em média, 20% menores do que o esperado pelo setor. “O consumidor está com receio de comprar no comércio eletrônico porque uma situação como essa de greve gera incerteza com relação a entrega do produto”, afirma.

Dias explica que maio era considerado um mês chave pelos varejistas. Além do Dia das Mães, que registrou faturamento de R$2,11 bilhões, alta de 12%, uma das principais datas do calendário anual do setor, as vendas de eletrônicos, em especial de TVs, estavam em crescimento por conta da proximidade da Copa do Mundo. “As vendas de eletrônicos e de eletrodomésticos são as que mais perderam share desde o início da greve”, explica.

Fonte: https://goo.gl/jxaFGE

Varejo começa o ano aquecido, com crescimento de 3,6% em lojas físicas e 23% no e-commerce

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Seguindo a tendência do segundo semestre do ano passado, a primeira análise de vendas do varejo em 2018 é positiva. Segundo o SpendingPulse, Indicador de Varejo da Mastercard, janeiro apresentou um aumento de 3,6% nas vendas totais, excluindo as vendas de automóveis e materiais de construção, se comparado com o mesmo período de 2017.

De acordo com César Fukushima, Economista-Chefe da Mastercard Advisors no Brasil, o varejo vem apresentando perspectivas positivas desde julho de 2017, mantendo o saldo do mercado em inclinação ascendente. “Apesar de uma economia com vários desafios, o cenário varejista se mantém otimista, reflexo da queda na taxa de desemprego e, consequentemente, do aumento da confiança do consumidor”, ressalta.

Em janeiro, cinco dos sete setores tiveram desempenho acima do esperando, sendo eles supermercado, material de construção, artigos farmacêuticos, móveis e artigos de uso pessoal. Enquanto vestuário e combustível ficaram abaixo.

O e-commerce segue em expansão, sendo novamente o destaque do mês com aumento considerável de 23%, quando comparado ao mesmo período do ano passado. No varejo online, os setores de hobby & livraria, eletrônicos e móveis tiveram desempenho superior à média do canal de distribuição, enquanto os setores de e artigos farmacêuticos e vestuários ficaram abaixo.

Desempenho nas regiões brasileiras em janeiro de 2018: a região Norte (4,3%) teve desempenho acima da média, enquanto Nordeste (2,8%), Sul (3,2%), Sudeste (2,8%) e Centro Oeste (-0,4%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com a mesma época do ano anterior.

Fonte: https://goo.gl/kJR4QV

E-commerce, você entende de tributação?

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Falar sobre tributação no comércio eletrônico não é das tarefas mais simples. Trata-se de um assunto que costuma complicar a vida de muitos empreendedores e profissionais de e-commerce.

ICMS, ISS, IPI, Substituição Tributária, enfim, são muitas siglas e nomes difíceis para serem compreendidos. Isso sem contar as diferentes alíquotas e regras de aplicação de cada imposto.

Mas não tem muito para onde correr. Ao fazer o planejamento financeiro da sua loja virtual, é necessário considerar todos esses tributos e suas respectivas taxas. Afinal de contas, não é saudável para os negócios ter um desequilíbrio fiscal em suas contas, não é verdade?

Por essa razão, vamos descomplicar os principais impostos que incidem sobre as operações no comércio eletrônico. Logo após, abordaremos brevemente algumas dicas para evitar qualquer tipo de problema fiscal. Acompanhe a seguir!

Quais são os principais impostos?

Basicamente, os impostos para lojas virtuais e físicas são os mesmos. No entanto, há uma pequena diferença na nova regra de arrecadação do ICMS dos e-commerces em caso de vendas interestaduais, mas isso é assunto para depois.

Um ponto que precisa ser analisado é o enquadramento das atividades de operação comercial, pois o tipo pode diferenciar os impostos cobrados. A princípio, são duas categorias:

  • e-commerce atacadista ou varejista de bens: são os que vendem produtos e mercadorias, ou seja, a grande maioria e a quem esse post se destina;
  • e-commerce prestador de serviços: os marketplaces, por exemplo, são incluídos nessa categoria.

Outro detalhe importante a ser avaliado é o regime tributário em que sua loja se encaixa:

  • Simples Nacional, empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano, sendo que as de faturamento menor a R$ 600 mil ano podem optar pelo Supersimples, as alíquotas são reduzidas;
  • Lucro Presumido, empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões, onde o Imposto de Renda e a CSLL possuem alíquota definida pela Receita Federal;
  • Lucro Real, é obrigatório para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e vai se basear no resultado final da empresa, receita menos custos.

Os impostos não se diferenciam muito entre esses sistemas, mas as alíquotas e as maneiras como são cobrados possuem determinadas particularidades.

Dada essas preliminares, é hora de falar sobre os principais impostos que podem fazer parte da operação do seu e-commerce. Confira:

ICMS

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços tributa a movimentação de produtos em geral (cosméticos, eletrodomésticos, artigos de vestuário etc.), importação de mercadorias e prestação de serviços de transporte intermunicipais/interestaduais e de comunicação.

O ICMS precisa ser emitido a cada compra ou venda realizada por sua loja. Antigamente, esse imposto era recolhido somente para o estado de origem. No entanto, com a promulgação da Emenda Constitucional nº 87, de 17 de abril de 2015, o recolhimento passou a ser compartilhado entre os estados de origem e destino.

Esse compartilhamento é progressivo até 2019, quando o recolhimento passa a ser destinado integralmente ao estado de destino.

Para você entender melhor, acompanhe a divisão válida de 2017 até 2019:

  • Em 2017, 60% da alíquota fica no estado de destino e 40% no de origem;
  • Em 2018, 80% no estado destinatário e 20% no remetente;
  • Em 2019, 100% do ICMS para o estado de destino da mercadoria negociada.

As alíquotas do ICMS são de 7% ou 12% sobre o valor da mercadoria e variam de acordo com os estados de origem e destino da negociação. Há uma tabela em que você pode conferir como funciona essa tributação por unidade federativa.

ICMS-ST

Essa sigla se refere à Substituição Tributária do ICMS. Na verdade, trata-se de uma transferência da responsabilidade pelo recolhimento do imposto, facilitando a apuração dos resultados.

Esse modelo funciona como uma espécie de antecipação do recolhimento por parte dos governos, pelo menos nas substituições feitas para frente.

Nessa modalidade, o imposto recai sobre um contribuinte que não seja o operador da venda — nesse caso, a sua loja virtual.

Então, de quem é a obrigatoriedade pelo pagamento da ST? Isso depende do tipo de substituição. Basicamente, são 3 categorias:

  • substituição para frente: é a maneira mais comum de cobrança do imposto. Ela é feita de maneira antecipada porque somente a primeira empresa envolvida na cadeia de comercialização do produto é tributada — geralmente sobra para as indústrias e importadores;
  • substituição para trás: essa é bem menos comum e é voltada para a última empresa dessa cadeia, isto é, as que vendem para o consumidor final. Essa transferência é comum em vendas de atacadistas para varejistas;
  • substituição simples: aqui, qualquer outra empresa que participe da cadeia de negociação assume a responsabilidade pela tributação.

Detalhe importante: não são todos os segmentos de produto que entram nesse regime. Para saber se suas mercadorias se enquadram nele e as alíquotas sobre os produtos, acesse o site da Substituição Tributária e preencha os dados solicitados.

ISS

O ISS também é conhecido por Imposto Sobre Serviços e é recolhido, como o nome bem sugere, caso seu e-commerce seja um prestador de serviços.

A diferença desse tributo para os demais é que ele é retido pelo município em que o serviço é realizado. Então, caso a sua sede seja em uma cidade, mas o serviço seja feito em outra, a alíquota cobrada será de acordo com o município do contratante.

Sua alíquota varia entre 2% a 5%, dependendo da cidade, e recai sobre cada serviço prestado ou é incluída no DAS.

DAS

O Documento de Arrecadação Simplificada é uma guia de recolhimento unificado que reúne, em uma única alíquota, os tributos federais, estaduais e municipais referentes às atividades da sua empresa.

Ela é voltada para as empresas optantes pelo Simples Nacional, ou seja, as empresas de pequeno porte, como os MEI (Microempreendedor Individual), ME (Microempresa) e EPP (Empresa de Pequeno Porte).

A alíquota cobrada varia de acordo com o modelo de negócios: comércio, indústria ou serviço. Outro fator que faz mudar o valor da taxa é a receita bruta da empresa durante os últimos 12 meses.

Os impostos unificados no DAS são:

  • ICMS, ST e ISS, já mencionados no texto;
  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);
  • Contribuição para o PIS/Pasep;
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

INSS e FGTS

Além dos tributos envolvendo a comercialização das suas ofertas, você não deve se esquecer dos impostos trabalhistas.

Nesse caso, vale o destaque para as taxas do Instituto Nacional do Seguro Social (20%) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (8%).

Os valores são retidos mensalmente sobre os salários dos seus colaboradores por meio de guias de recolhimento do FGTS e da Previdência Social.

Vale lembrar que os donos de e-commerce também devem fazer sua contribuição a essas duas taxas. São descontados 11% do seu pró-labore e 20% da parte patronal.

Como evitar problemas fiscais?

Com tantos impostos, alíquotas e cálculos, é natural que o empreendedor procure por maneiras de simplificar e eliminar os problemas na gestão fiscal do seu e-commerce. Para isso, existem duas práticas bastante úteis:

  1. Contratar um contador para prestar um auxílio na sua gestão tributária. Afinal, nem sempre você terá tempo ou conhecimento para resolver questões mais complexas envolvendo impostos;
  2. Contar com um ERP que esteja atualizada com os tributos e suas respectivas taxas e alíquotas a serem recolhidas. Esse sistema poderá, por exemplo, automatizar o cálculo e o lançamento desses impostos em seu fluxo de caixa.

Para compreender melhor a tributação no comércio eletrônico, basta fazer um paralelo com os impostos cobrados em lojas físicas, já que são os mesmos. Ainda assim, um dos poucos detalhes para ficar mais atento é em relação à regra de cobrança do ICMS e aos produtos que entram no regime de Substituição Tributária. Se esses pontos forem dominados, você terá mais tranquilidade para gerenciar suas atividades financeiras.

Então, ficou mais simples de entender a tributação no comércio eletrônico? Antes de sair, aproveite para assinar nossa newsletter e receber outros conteúdos como esse em sua caixa de entrada.

Fonte: https://goo.gl/fxvqaW

Armadilhas da transformação digital

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Em 2007, Steve Ballmer foi citado por dizer que o iPhone não ganharia participação de mercado e não atrairia os clientes comerciais pois não tinha teclado. 

Já em novembro de 2016, ele admitiu estar errado.O executivo errou ao duvidar da capacidade de Steve Jobs de criar um novo modelo de celular e, também, de “provocar” o mercado com a tal inovação. Além disso, Ballmer julgou o iPhone como um simples telefone, engessado pelas necessidades e expectativas do mercado na época. Jobs, por outro lado, apresentou um conceito capaz de modificar esses protótipos e satisfazer as necessidades que nós, consumidores e empresários, nem imaginávamos ter. No entanto, Steve conseguiu e não foi sozinho. Toda a equipe da Apple também teve que acreditar no produto e na transformação que o aparelho poderia trazer. Esta é uma lição importante para qualquer líder.

Quando for iniciar a sua jornada de transformação digital – ou se você já começou – peço que tome como exemplo a atitude de Steve Jobs. Tenha certeza dos seus objetivos e os resultados que deseja alcançar com sua organização. Depois de alinhar as metas com todas as partes, modifique e adapte seus sistemas de tecnologia atuais para atingir os resultados esperados.

Além disso, assim como Steve Jobs e o iPhone surpreenderam o mercado de telecomunicações, assegure-se de que a sua estratégia de transformação digital não seja impulsionada apenas pelas normas, mas que esteja focada em promover mudanças capazes de viabilizar disrupções de mercado e preparar um futuro diferente. E se você ainda depende de legados de aplicativos e infraestrutura e não começou a jornada de migração de sistemas para melhorar a experiência de seus funcionários e consumidores, está na hora de começar.

A jornada para transformação digital não deve ser algo assustador. Tomar medidas em etapas e evitar gargalos são iniciativas essenciais para construir uma estratégia flexível para suas necessidades digitais sem que seja algo caro. Quando percebe o que deseja realizar, convencer as pessoas é o segundo passo para tornar a transformação bem sucedida. A agenda digital deve ser intrinsecamente parte do DNA da organização e as mensagens devem fazer com que as pessoas tenham a sensação de que trabalham para algo equivalente ao impacto do iPhone, mesmo que o contexto seja diferente.

Vamos usar o a Tesla como exemplo. Veja como a empresa interrompeu o mercado com sua transformação digital para desenvolver veículos de última geração. Não é necessário dizer que, tanto o Google quanto a Apple, passaram a desenvolver carros porque o exemplo da Tesla os motivou.

Então, quando digo “domine”, quero dizer que dentro de uma organização, cada colaborador deve entender a jornada realizada para ajudar a alcançar o sucesso. A transformação digital não acontece sozinha – não com empresas que tentam inovar. Para se destacar na multidão, é vital que todos na organização acreditem no futuro que a transformação pode viabilizar. Não caia nas armadilhas de outras organizações que pararam de inovar e lembre-se sempre que é preciso uma equipe para construir uma empresa e também de uma visão para mantê-la no caminho certo.

Fonte: ecommercenews.com.br

Plano de mídia: conheça os principais pontos a se considerar para um e-commerce

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A presença nas redes sociais, em múltiplos dispositivos, em diversos canais e em vários tipos de publicidade é muito importante para uma atividade comercial na internet, especialmente para um e-commerce. Por isso, desenvolver um plano de mídia é essencial para entender qual o melhor caminho de comunicação com seu público consumidor.

Criamos este guia para que você possa compreender e desenvolver o seu próprio plano de mídia para e-commerce. Confira a seguir!

O plano de mídia para um e-commerce

Um plano de mídia define, descreve e planeja o público, as estratégias, os objetivos, as atividades e a maturação de todos os canais de comunicação dentro de uma estratégia de marketing.

O objetivo é ter um planejamento da mensagem e das suas modalidades de transmissão, que seja em todo seu aspecto integrada, coerente e coordenada.

A palavra “mídia” é um daqueles termos que você ouve frequentemente e diariamente. Mesmo antes da era digital ela já estava no vocabulário popular.

A mídia engloba todos os canais de comunicação por meio dos quais se disseminam todo tipo de notícias, informações, dados, conteúdos, mensagens publicitárias, educacionais ou de entretenimento. Portanto, o plano de mídia será um documento estratégico que deverá estar alinhado ao planejamento de marketing.

O plano de mídia não é um instrumento estático e definitivo, especialmente porque vivemos numa era dinâmica, em que as informações e as tecnologias se reinventam numa velocidade impressionante. Ao contrário, ele é um objeto que deve ser constantemente verificado e aprimorado. Podemos reelaborar o nosso plano de mídia a cada ano, definindo detalhadamente os seguintes pontos:

  • as categorias de destinatários da mensagem;
  • a mensagem a ser passada ao público;
  • os meios de comunicação que serão utilizados para veicular a mensagem;
  • a programação das atividades de comunicação;
  • o orçamento para a atuação das iniciativas programadas;
  • o monitoramento das atividades para mensurar a eficácia das intervenções.

Veremos esses pontos com mais detalhes ao longo deste guia. Antes, vamos entender porque é tão importante desenvolver um plano de mídia.

A importância do plano de mídia

Você certamente já sabe da importância das estratégias de marketing em um empreendimento online, tal como um e-commerce. Fazendo uma analogia, podemos dizer que o marketing é como uma longa jornada, em que você parte de um ponto (o planejamento de marketing) e caminha para chegar ao seu destino (os objetivos alcançados com a aplicação das estratégias).

Nesse sentido, o plano de mídia seria a carruagem que o conduziria por todo o caminho. Em outras palavras, o marketing simplesmente não consegue atingir seus objetivos sem a mídia e a comunicação.

Alguns meios de comunicação, como as redes sociais, são extremamente simples de usar. Isso causa uma falsa impressão de que seu uso pode ser feito de modo intuitivo. Para os negócios, isso é um erro enorme. O correto planejamento pode ajudar, e muito, a evitar erros desastrosos durante a execução das estratégias de mídia.

Além disso, o elemento mais importante em torno do qual se deve desenvolver o plano de mídia é o próprio consumidor, com suas percepções e necessidades em relação à empresa, determinadas por fatores como: qualidade, preço, imagem, marca, relacionamento, fidelização, posicionamento etc.

Como desenvolver o plano de mídia

Para desenvolver um bom plano de mídia, siga estes 6 passos:

1. Identifique os objetivos

O primeiro passo de qualquer estratégia de marketing é estabelecer os objetivos que você espera alcançar. Quanto mais claros, mais fácil será alcançá-los ou reagir rapidamente às frequentes mudanças do mercado e das estratégias corporativas.

Sem um objetivo concreto, não há como estabelecer um meio de mensurar o andamento de uma campanha de marketing. Esses objetivos devem, obviamente, estar alinhados com a estratégia geral de marketing.

Um dos métodos mais utilizados para identificar o correto objetivo a perseguir é a abordagem SMART, acrônimo que faz referência às 5 características de um objetivo adequado, quais sejam: Specific (específico), Measurable (mensurável), Attainable (atingível), Relevant (relevante) e Time-bound (limitado no tempo).

Um modo simples de iniciar o seu plano de mídia é estabelecer pelo menos dois ou três objetivos menores.

2. Analise o mercado e a concorrência

O segundo passo é fazer uma verdadeira análise de mercado daquilo que é possível desenvolver em cada meio de comunicação e também o que o seu concorrente está fazendo.

Isso inclui acompanhar também os casos de sucesso em nível mundial, principalmente do seu próprio setor. Analise estratégias como:

  • marketing de conteúdo;
  • serviço ao cliente pelas mídias sociais;
  • publicidade em diferentes mídias;
  • estratégias em redes sociais (LinkedIn, Facebook, Google+, Twitter, Instagram etc.).

3. Defina sua voz e estilo

Toda empresa tem um estilo próprio e uma imagem que normalmente aparece em cada ação que faz: como se apresentam os anúncios publicitários, eventos, mídia impressa, cartões de visita, o próprio website e por aí vai.

Nenhuma empresa pode deixar de comunicar e isso inclui desde a aparência do site, as cores, a logo e até os mais diversos canais de mídia. As ações nas mídias sociais devem invariavelmente comunicar o estilo e a imagem que a companhia escolheu estrategicamente.

4. Escolha os instrumentos e os canais

A partir do momento que você já tem definido em mente o estilo do seu negócio para comunicar, é preciso encontrar os instrumentos e os canais certos que vai utilizar.

Por exemplo: LinkedIn e Facebook para criar postagens relacionadas aos produtos e serviços do seu e-commerce; o Twitter para veicular conteúdo com link para artigos do seu blog e para a própria loja; Instagram para comunicar fotografias relacionadas ao seu negócio (como as imagens de um novo produto) e assim por diante.

Entre as ferramentas, devemos incluir também aquelas que são dedicadas à gestão de conteúdos e mídias, bem como à gestão e análise de resultados.

Muitos negócios criam contas em praticamente todas as redes sociais sem pesquisar qual plataforma trará o melhor resultado. Evite perder tempo no lugar errado usando as informações de suas personas para determinar quais plataformas são melhores para você.

5. Planeje o conteúdo de cada mídia

O quinto passo é desenvolver um calendário editorial para a publicação de conteúdos e informações de cada mídia. Ou seja, criar um plano de conteúdo, sincronizado e subdividido em períodos determinados (dias, semanas, meses etc.).

O calendário editorial deve refletir os objetivos individuais, a estratégia de mercado escolhida, o estilo corporativo e os instrumentos e canais definidos.

Conteúdos e mídias sociais possuem uma relação simbiótica: sem um ótimo conteúdo, a mídia perde o significado, e sem a mídia, ninguém conhecerá o seu conteúdo. Use isso ao seu favor para alcançar e converter seu público.

6. Reserve orçamento e recursos

Separe o orçamento para marketing de mídia de acordo com as táticas que você escolheu para atingir os objetivos do seu negócio.

Faça uma lista compreensiva das ferramentas de que você precisa (monitoramento de mídia social, e-mail marketing, CRM), serviços que você vai terceirizar (design, produção de vídeo) e qualquer publicidade que você vai comprar. Inclua o custo projetado anual de cada item de forma que você visualize os investimentos e como isso afeta seu orçamento geral.

Se o custo para executar sua estratégia excede seu orçamento previsto, priorize as táticas de acordo com o prazo de retorno de investimento de cada uma. Aquelas que possuem o mais rápido ROI devem ser priorizadas porque vão gerar receita imediata, que pode ser revertida em outras táticas de longo prazo.

7. Monitore todas as ações

Posto em prática o plano de mídia com a estratégia editorial relacionada, torna-se crucial fazer o acompanhamento do progresso e do sucesso da estratégia, inclusive verificar o ROI.

Para esse passo, é indispensável utilizar uma ferramenta de análise dedicada e com precisão. O Google Analytics é um bom método gratuito para monitorar essas métricas. Esse tipo de ferramenta permite analisar em detalhes uma grande quantidade de dados agrupados por tipo, trazendo uma clara imagem do que funciona ou não, quais mídias geram maior tráfego ao site, quais canais geram mais clientes ativos, entre outros monitoramentos importantes.

Tipos de mídia a serem trabalhadas

Há muitos tipos de mídia que podem ser usadas para os mais diversos fins. Vamos apresentar aquelas que têm mais destaque para estratégias de marketing e comunicação para e-commerce:

1. Facebook

O Facebook é a rede social mais popular no mundo e também uma das principais mídias para divulgar um e-commerce. Afinal, com mais de 1,5 bilhão de usuários no mundo, é bem provável que o seu cliente esteja lá também.

Não se pode ignorar a presença da sua marca nessa rede; ter uma página corporativa é importante para ganhar visibilidade na web. O Facebook permite que as empresas aumentem consideravelmente a percepção de suas marcas, além de melhorar o relacionamento com os próprios clientes e conhecer de perto suas opiniões e necessidades.

É uma mídia realmente essencial para compreender o que o seu público deseja e também pode ser um ótimo gerador de leads.

2. Twitter

A maior plataforma de microblogging do mundo, cujas principais características são a síntese e a imediatez daquilo que é publicado. Um tweet possibilita a inclusão máxima de 140 caracteres, e ele pode ser respondido diretamente ou compartilhado por meio do retweet.

O Twitter é muito útil não apenas para o desenvolvimento da marca, mas também para ser utilizado como um canal de serviço ao consumidor: se um cliente tem um problema, rapidamente pode mandar um tweet e receber sua resposta e solução.

3. LinkedIn

Se falamos de negócios, o LinkedIn é a rede excelente por natureza. Nesse sentido, o LinkedIn é a melhor mídia para desenvolver a marca pessoal do seu negócio e promover a imagem profissional da sua empresa, especialmente em negócios do tipo B2B (ao contrário do Facebook, que é melhor para negócios B2C).

Encontrar novos parceiros de negócio, melhores fornecedores e recursos mais afins para o crescimento do seu e-commerce são algumas das ações que você pode realizar pelo LinkedIn.

4. YouTube

É um bom negócio ter um canal no YouTube para divulgar novos produtos, além de conteúdos e vídeos institucionais. Afinal, as pessoas, de modo geral, assistem mais a vídeos do que leem textos.

O vídeo é imediato, as informações chegam diretamente ao público a que é direcionado e, graças ao poder das imagens visuais e do som, é possível fixar a marca de maneira muito mais eficiente.

5. Instagram

O Instagram é uma mídia baseada em imagens. É muito usada pelo público mais jovem, mas tem crescido bastante entre o público mais adulto. Dá a possibilidade de publicar fotos, podendo modificá-las por meio de filtros e efeitos especiais.

Para as empresas que divulgam produtos cujo foco fotográfico é mais importante, como aquelas do setor culinário, da moda e de viagens, o Instagram constitui um instrumento realmente útil.

6. Pinterest

O Pinterest funciona como um painel virtual, em que você pode reunir as imagens de que mais gosta em uma espécie de quadro temático.

Assim como o Instagram, é uma ótima ferramenta para as áreas de culinária e moda. É interessante notar que 80% dos usuários são do sexo feminino, o que pode ser uma excelente estratégia para empresas que trabalham com esse público.

7. Blog

O blog é ainda o campeão para gerar tráfego segmentado para o seu e-commerce. Isso porque ele é a melhor mídia para divulgar conteúdos informativos relacionados à sua área ou nicho de mercado.

Os blogs corporativos têm diversas funções. Podem informar o consumidor sobre as últimas notícias do seu negócio, anunciar eventos, promover produtos e serviços e demonstrar a solidez da sua experiência e da sua liderança de mercado.

8. Google Adwords e SEO

Não é somente de redes sociais e conteúdo de blog que um e-commerce sobrevive. Outros dois elementos são essenciais para gerar tráfego para o site e, consequentemente, impulsionar as chances de aumentar as taxas de conversão:

a geração de tráfego orgânico por meio das técnicas de SEO, que vão posicionar o seu site nas páginas de busca dos motores como o Google;

o anúncio publicitário por meio do AdWords, que vai gerar um tráfego pago e mais qualificado.

Estratégias de ação

Um plano de mídia não tem a mínima utilidade se não for colocado em prática. Feito o plano e escolhidos os canais de atuação, é hora de verificar se a estratégia, de fato, funciona.

É preciso entender que colocar um plano de mídia em ação exige paciência. Os resultados não aparecem de repente e é fundamental agir não apenas online, mas também offline. Eis algumas ações importantes para colocar em prática o seu plano:

1. Branding

Para uma empresa, as mídias sociais são ótimos canais para tornar a marca conhecida e divulgar o setor. Para fazer branding da maneira mais eficaz, é necessário que os conteúdos a serem publicados estejam alinhados com a marca do e-commerce, contenham o logo ou o endereço do site, ou qualquer coisa que lembre as cores da empresa. É fundamental que se faça perceber a coerência com os conteúdos.

2. Conteúdos

Para poder criar ótimos conteúdos, é fundamental ter em mente os objetivos do seu negócio, delimitando palavras-chave e estudando o próprio site, de modo a estar alinhado com os conteúdos do blog.

Deve-se embasar os tipos de conteúdo de acordo com o público de referência. Quanto mais o fator humano emerge no conteúdo publicado em mídia social, maior será o feedback da própria comunidade de usuários.

Para poder estudar melhor o público, é necessário ter dados à mão e buscar o máximo de informações possível.

3. Curadoria de conteúdos

A fim de curar e criar conteúdos, é interessante montar um calendário editorial (semanal ou mensal, por exemplo), com uma programação definida de publicações.

De vez em quando, verifique o desempenho dos conteúdos nas mídias sociais. Por exemplo, no Facebook, é possível verificar como as pessoas reagem ao conteúdo e quais tipos de publicação elas preferem.

Além disso, é viável identificar um grupo de pessoas ao qual direcionar um tipo específico de conteúdo.

4. Canais sociais

Quais canais escolher para uma boa estratégia de mídia social? Seguramente, entre os canais sociais, o Facebook não deve ser menosprezado.

Quando se está começando, é aconselhável monitorar poucos canais, 2 ou 3, no máximo. Obviamente, isso também vai depender do tipo de atividade que se desenvolve. No e-commerce, um canal que deve ser definitivamente considerado é o Instagram ou o Pìnterest. O Twitter é ótimo para relacionamento direto com o consumidor.

5. Frequência de publicação

A criação de um calendário editorial permite melhor organização da empresa, sobretudo por deixar claro os objetivos a serem atingidos nas mídias. Portanto, pelo menos uma publicação diária é um bom começo. Posteriormente, com base em resultados obtidos, você também pode planejar duas vezes por dia. E assim por diante.

6. Engajamento

As mídias sociais permitem a união entre empresa e clientes como nenhum outro canal tradicional pode fazer. Para gerar engajamento, é necessário ouvir e conversar com as pessoas. Mantenha canais de comunicação com seu cliente ou potencial cliente e sempre responda às suas perguntas (preferencialmente, o mais rápido possível).

7. Campanhas de anúncios

As campanhas de anúncios pelas mídias sociais ou pelo Google Adwords podem dar ótimos resultados, se bem segmentadas. Planejar diversas campanhas para seus consumidores é um modo de permanecer sempre perto deles e atento às suas necessidades.

Ao iniciar uma campanha, além de escolher o público ao qual direcioná-la, certifique-se de dar uma boa razão para atendê-la, como uma oferta de um item ou o lançamento de um novo produto.

Como mensurar resultados do plano de mídia

A mensuração do desempenho e dos resultados do plano de mídia é um dos fatores mais importantes, visto que é por meio dessas métricas e análises que você saberá o que está ou não está funcionando em suas estratégias, além de entender o que deve ser melhorado.

Mas como se mensura os resultados do plano de mídia?

São muitos os parâmetros e as métricas relacionados à mensuração de resultados. Você precisa sempre considerar quais são os objetivos e os KPIs de referência (valores a monitorar que dizem se a campanha está gerando resultados positivos ou se alguma coisa deve ser modificada na sua estratégia).

Podemos falar, em geral, dos seguintes tipos de métricas de mídia:

1. Métricas que acompanham as atividades de mídia

Alguns exemplos são:

  • número de postagens;
  • respostas às perguntas feitas pelos clientes;
  • respostas aos comentários nas redes sociais e blogs;
  • atividades ligadas ao atendimento ao cliente (como os sistemas de chat ou de call center), entre outras.

Basicamente, você pode medir tudo o que o seu gestor de mídia está fazendo.

2. Métricas relacionadas ao engajamento

Esse é outro aspecto a levar em consideração e mensurar para compreender se o trabalho nas mídias está caminhando na direção esperada.

As métricas desse tipo dizem respeito ao engajamento do público e à interação entre a empresa e os usuários das mídias: comentários, curtidas, compartilhamento de conteúdos etc.

Um público que interage com algum conteúdo é uma base ativa e, consequentemente, pode estar mais perto de efetuar ações concretas, como a compra de um produto.

3. Métricas relacionadas às conversões

São as mais importantes métricas para acompanhar, orientadas ao próprio negócio e à rentabilidade das atividades de marketing.

Quando pensamos no e-commerce, o número de pessoas trazidas das mídias sociais ao site torna-se um dado importante para compreender. Outras métricas que podem se relacionar às atividades de mídias sociais são: duração média da visita no site, páginas vistas, frequência de retorno, entre outras.

Embora as mídias sociais intervenham em determinada fase da jornada do cliente não necessariamente próxima à compra, é fundamental dotar-se de métricas que explicam se a atividade de marketing está funcionando ou não.

Devem ser usadas métricas que possam ser trazidas para a realidade da empresa. É inútil ter dezenas delas se não servem para os objetivos do negócio ou se não há tempo para analisá-las. Considere apenas aquelas que ajudam a empresa a compreender se a campanha de marketing está andando na direção certa.

Desenvolver um plano de mídia é um dos primeiros passos a ser feito — juntamente do plano de negócios e de marketing — quando você pensa em abrir uma loja virtual.

É importante ter em mente que a mídia e a comunicação serão o diferencial do seu negócio. Sem elas, não tem como atingir o seu público e, consequentemente, alcançar seus objetivos.

Agora que já sabe quais pontos considerar em um plano de mídia, que tal ficar por dentro de outros conteúdos sobre o mundo do e-commerce? Assine a nossa newsletter agora mesmo e receba os melhores conteúdos para o desenvolvimento do seu negócio!

Fonte: ecommercenews.com.br

O cliente como fator decisivo na evolução do mundo corporativo

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A cada revolução industrial, novas tecnologias surgem e, consequentemente, novos cargos e comportamentos sociais.

Treinamentos, capacitação, serviços e tempo são alguns dos pontos em que são necessários investimentos para atender às demandas emergentes e, assim, inovar perante a concorrência. O que acontece com as empresas que não realizam esses esforços para acompanhar as tendências? A resposta é óbvia. Elas deixam de atender seus clientes e, consequentemente, não são mais necessárias no mercado.

Muitas companhias continuam atendendo seus consumidores como números padronizados e esquecendo que é necessário um olhar atento e personalizado para suprir necessidades individualizadas e cada vez mais complexas.

Aos poucos os departamentos de atendimento ao cliente começam a mudar. Cito como exemplo a criação de novos cargos nas organizações, como Customer Experience Manager (CX) e Customer Success Manager (CS). Ambos, pouco tempo atrás desconhecidos nos processos seletivos de Recursos Humanos, hoje são essenciais para quem trabalha com o consumidor final e até mesmo para o modelo de negócio das empresas.

O que esses novos perfis de profissionais têm em comum? Algumas semelhanças entre eles são o perfil estratégico exigido para o cargo, a forte integração com todos os departamentos da empresa – com um olhar de marketing e de estratégia de negócios – e o trabalho direto e focado na experiência do cliente.

Cargos instaurados. O que vem depois?

Ao lidar com a experiência do consumidor, é preciso incorporar todas as tecnologias possíveis e desenvolver interfaces que permitam a integração perfeita entre a máquina e o ser humano, o que já vem sendo implementado por alguns líderes do mercado global e nacional.

Há sistemas para identificar padrões de comportamento do cliente e antecipar ações antes que elas aconteçam, outros que apoiam um atendimento omnichannel (ou seja, de maneira integrada, não importando em qual canal o cliente esteja). Há ainda o cada vez mais indispensável uso de inteligência artificial, solucionando em menor prazo demandas que são comuns a muitos clientes.

Profissionais como os Customer Experience Manager (CX), Customer Success Manager (CS) e muitos outros que surgem a cada dia não podem ignorar a necessidade de buscar conhecimento, aprendizado e empresas parceiras para ter em mãos as melhores técnicas, estratégias e tecnologias de atendimento ao cliente.

Os conservadores devem se preocupar com seus cargos e com a revolução digital que se aproxima? Sim. E que isso sirva de motor para buscarem a inovação, novos conhecimentos e agregarem ainda mais valor nas operações. O princípio dessa mudança é entender que o cliente, um ser em constante transformação, é o fator decisivo na evolução do atual mundo corporativo.