WhatsApp Business e Marketing Conversacional: uma ótima combinação

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Conheça os benefícios do Marketing e entenda por que usar o WhatsApp Bussiness no seu negócio

Este post é um trecho do eBook WhatsApp para Negócios, guia da Resultados Digitais e da Sirena que explica o funcionamento do WhatsApp Business.

Marketing Conversacional é uma estratégia de Marketing Digital que foca principalmente na construção de relacionamentos um-a-um com seus clientes potenciais ou clientes existentes.

Essencialmente, o objetivo dessa estratégia é satisfazer em tempo real as necessidades específicas de cada cliente. O Marketing Conversacional permite às empresas oferecer uma experiência de compra mais humana e personalizada. Ao mesmo tempo, encurtam os ciclos de vendas e informações valiosas sobre os compradores são adquiridas.

Em termos concretos, o Marketing Conversacional busca recolocar a conversa como um pilar fundamental do relacionamento entre uma empresa e seus clientes. Empregando as mais recentes tecnologias de conversação e inteligência artificial na forma de chatbots, as empresas podem interagir com seus clientes com o objetivo de oferecer uma experiência de compra abrangente, simples e intuitiva.

Neste post, vamos citar os principais benefícios do Marketing Conversacional e mostrar por que usar o WhatsApp Business no seu negócio.

Os principais benefícios do Marketing Conversacional?

A seguir, vamos apresentar os motivos pelos quais você deve considerar usar uma estratégia de Marketing Conversacional na sua empresa.

Tempo real

Quando você usa uma estratégia de Marketing Conversacional, a interação com seus clientes acontece instantaneamente e em tempo real. Sem esperas, sem atrasos. Seus clientes são atendidos no momento em que precisam, não importando qual hora seja.

Escalabilidade

Com o surgimento de tecnologias como chatbots, as empresas podem automatizar e escalar conversas com seus clientes, atingindo níveis sem precedentes. Graças a essas tecnologias, as empresas podem manter conversas personalizadas com diferentes clientes ao mesmo tempo, sem prejudicar o funcionamento de seus equipamentos ou sua eficácia ao vender.

Personalização

O uso da tecnologia também nos permite coletar uma grande quantidade de dados, contextualizar conversas e oferecer experiências pessoais únicas. O Marketing Conversacional ajuda empresas a criar vínculos de confiança com seus compradores e experiências de consumo muito positiva.

Feedback

Outra grande vantagem do Marketing Conversacional é o feedback. Cada conversa com um cliente traz contribuições fundamentais que ajudam as empresas a melhorar seus processos de comunicação e seus serviços. Como a conversa foi realizada? O foi bem feito? O que pode ser melhorado? É apenas uma questão de registrar e trabalhar nestes pontos.

WhatsApp vs WhatsApp Business: parecidos, mas muito diferentes

Para colocar em prática uma estratégia de Marketing Conversacional, a maioria das empresas opta por pelo WhatsApp para se comunicar com seus Leads e clientes.

No entanto, o principal problema que surge aqui é que os vendedores usam, na maioria das vezes, suas contas pessoais do WhatsApp, em vez de uma conta oficial da empresa.

Por um lado, isso coloca a imagem da empresa em perigo e, por outro, significa perder o potencial de vendas oferecido por uma ferramenta como o WhatsApp Business. Você usa o WhatsApp pessoal para vender? Vamos explicar por que você deveria mudar.

A melhor maneira de entender os problemas gerados pelo uso de uma conta pessoal do WhatsApp para vendas é através de um exemplo.

Exemplo de mau uso do WhatsApp

Coloque-se no lugar de seus clientes. Imagine, por exemplo, que você queira comprar um celular novo. Você pesquisa as diferentes marcas e modelos disponíveis, checa os comentários no Google e no YouTube, avalia os diferentes preços e seleciona as possíveis lojas para comprar seu produto on-line.

Quando você escolhe uma loja, a primeira coisa que faz é visitar o site ou a página no Facebook para ver como contatá-los para realizar sua compra. Você descobre que no site eles têm um botão WhatsApp instalado, o que permitirá que você converse com um vendedor diretamente de seu telefone. Excelente!

Quando a janela de bate-papo abre no aplicativo, você descobre que o avatar do contato não tem o logotipo da loja, mas a foto de uma pessoa. A conta também não tem uma mensagem de boas-vindas pré-definida ou respostas automáticas que expliquem quais são as horas de atendimento.

Você escreve uma mensagem para perguntar sobre o produto que deseja comprar e o vendedor não responde. Algumas horas depois, você recebe esta mensagem: “Não estou trabalhando no momento. Eu te ligo na próxima semana.”

É bem provável que você mude de loja. Dá pra perceber como uma simples mensagem de WhatsApp sem resposta ou uma comunicação ruim pode significar uma venda perdida?

Guia do WhatsApp para Negócios

Um aplicativo gratuito para pequenas e médias empresas lançado em 2018, o WhatsApp Business permite que empresas interajam com seus clientes de forma simples. É possível utilizar ferramentas para organizar e responder rapidamente às consultas que recebem.

O WhatsApp Business é uma ferramenta baseada em Marketing Conversacional. Ele possui uma série de funcionalidades e características que facilitam e agilizam os processos de vendas.

Fonte: https://bit.ly/2YTaeEL

Tribalismo no marketing digital

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Interagir com pessoas de formas diferentes baseado no comportamento, local e contexto é um conceito simples de entender, e faz parte do nosso cotidiano.

Por exemplo, um senhor de terno e gravata entra em uma loja de roupas, ele terá uma recepção diferente de um jovem de bermuda e camiseta de banda de heavy metal ao entrar nesta mesma loja.

Conceitos simples que entendemos e processamos de forma natural, eles podem até querer comprar o mesmo produto, porém a jornada será certamente diferente. Esses são os desafios complexos que as marcas enfrentam hoje em dia. Mas como ser relevante para todas as tribos?

Atualmente, as marcas precisam acolher o consumidor, e criar experiências para atender as expectativas deles. E na comunicação, ser relevante para seu público alvo e sua “tribo”, torna-se uma ferramenta poderosa e essencial nessa nova dinâmica.

Isso porque a sociedade está cada vez mais complexa, com diversas segmentações e ramificações. Nesse momento é quando o consumidor começa a interagir mais com as marcas que ele se identifica e reconhecer como sendo sua “tribo”, exclusiva a todas as outras pessoas.

Afinal, todo mundo gosta de se sentir parte de algo maior, de se sentir incluído e especial.

Segmentar por sexo e idade não é mais suficiente.

Com a ajuda da tecnologia que está disponível há mais de 10 anos, falamos muito de engajamento desde sempre e já estamos cansados de saber o que o consumidor espera das marcas.

Um bom vendedor entende que para melhorar suas chances de vender ele precisa deixar o cliente mais à vontade e mais interessado no produto. Para isso ele precisa salientar as vantagens do produto e como ele vai melhorar a vida do cliente.

Para aplicar estas técnicas de vendas, o vendedor precisa necessariamente inferir alguns padrões sobre o cliente: seu gosto, sua linguagem e o nível de interesse no produto em questão.

Além disso, ele precisa ser inteligente e usar as informações externas para o convencimento do cliente, como o local, o clima, a economia, dentre muitos outros. Porque seria diferente no ambiente digital? Não deveria, mas é.

No digital estamos bombardeando o consumidor com a mesma mensagem várias vezes, visando o clique dele. Repetindo a exaustão o produto que ele viu e não comprou, focado em otimizar para o clique, sem pensar na mensagem ou no objetivo do investimento que desejamos.

Esse ambiente foi desenhado para criar experiências de forma personalizadas. Nele conseguimos a escala e a automação necessária para aumentarmos a relevância e permite explorarmos diversos fatores que podemos considerar importantes e essenciais na hora de interagir com os consumidores. Sabemos o local em que ele está, o dispositivo que está usando, como chegou até sua publicidade, além das informações de comportamento que podemos comprar de empresas especializadas.

Todos esses dados servem para criar o momento ideal e a mensagem correta para falar com as pessoas certas. Quanto mais informação você obtém do consumidor, mais customizado e eficiente será seu marketing.

Mas há luzes no fim do túnel. Algumas marcas já estão se preparando e investindo em segmentação inteligente para aumentar a relevância para essas tribos. Temos casos de grandes marcas que antigamente definiam verbas publicitárias nos orçamentos, agora definindo a entrega da publicidade por meio da relevância de cada produto para o usuário.

Ou seja, têm uma verba única e definem qual linha criativa e de qual produto será entregue, dependendo do perfil do cliente. Um consumidor masculino que gosta de moda, por exemplo, às 21 horas, vai ver um sabão de lavar roupas premium e suas vantagens para lavar tecidos nobres.

Entendemos que ele está em casa e que é melhor mostrar sabão de lava roupas, do que qualquer outro produto do portfólio da empresa.

Vale lembrar que a segmentação de usuários permite as marcas entregarem os produtos mais relevantes para cada tipo de pessoa no momento certo. Temos clientes pensando fora da caixa e desafiando a frase “vender sorvete para esquimó” ao definir a promoção e a entrega de publicidade com base na temperatura em várias cidades do Brasil.

Esse cliente define níveis de descontos progressivos, baseado na temperatura da cidade de entrega da publicidade e se tiver muito frio ou muito calor, suspende a campanha. Isso porque no frio, o ROI fica muito baixo e no calor o consumidor não precisa de convencimento.

Os retornos com eles foram excepcionais, como também otimizou muito o custo da campanha, sem investir quando não era necessário, tudo de forma escalável e automática.

Um outro caso simples é uma marca que optou por contar uma história ao invés de repetir a propaganda várias vezes para os usuários. Contávamos a frequência com que o potencial cliente via a publicidade e criamos uma ordem para os criativos.

Haviam várias histórias que eram escolhidas baseadas no perfil do usuário. Um criativo era mostrado depois do outro de forma que contasse uma história com começo, meio e fim. A preocupação não era com o clique, mas sim com a experiência do usuário e com o storytelling.

Depois da sequência de criativos ser mostrada, não era desperdiçado mais nenhuma impressão com aquele cliente.

Por fim, consumidores modernos querem saber como se relacionam com tudo e as mensagens customizadas permitem uma ressonância muito maior. Marketing feito de forma personalizada não só é mais eficiente como também cria maior relevância para o usuário, poupando e otimizando verbas tão preciosas hoje em dia.

Fonte:

Por que estar presente no ambiente digital é importante para aumentar a visibilidade das marcas?

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Que o mercado publicitário está em constante evolução isso não é novidade. Muitas agências têm adotado estratégias capazes de melhorar a performance de suas campanhas e impactar de diversas formas o público-alvo. Por isso, estar no ambiente digital é o primeiro passo para conseguir conquistar de forma efetiva seu target.

Hoje, há muitas plataformas e tecnologias no mercado capazes de ajudar uma marca a criar, desenvolver e divulgar suas peças nos meios dos ambientes digitais. O uso da Inteligência Artificial, como já falamos em outro artigo, se tornou um chamariz para captar todas as informações e dados necessários para analisar e construir, da melhor maneira, as campanhas de seus clientes.

Acredito que as soluções tecnológicas seguem como grandes aliadas para quem busca o aprimoramento e a otimização de processos. Além de ser um facilitador, a distribuição de conteúdo por meio digital, por exemplo, vem de encontro com o processo de desligamento do sinal de TV analógica no país. Segundo estimativas do Governo Federal, ainda em 2017 o Estado de São Paulo e outras 378 cidades de diversos Estados terão apenas o sinal digital.

Com essas mudanças, será preciso uma maneira diferente de se apresentar ao público. É preciso, em definitivo, um entendimento das agências de que aprimorar os processos de criação e distribuição de campanhas é essencial para garantir a otimização, segurança, agilidade e eficácia na entrega da publicidade.

A televisão, por exemplo, deixou de ser o único canal de comunicação das marcas com as pessoas e essa é uma evolução muito importante e que ainda exige um pouco mais de maturidade do setor.

Se pararmos para pensar, o poder de escolha que o conteúdo OTT (Over the Top), ou sob demanda, dá ao público, proporciona aos consumidores uma forma diferente de montar sua programação e escolher quando e onde assistir. O fato de não depender de uma programação fixa, mostra a realidade que quero que muitas marcas e agências entendam – quem não estiver no ambiente digital ficará para trás.

Alguns anunciantes já entenderam essa questão e se adaptaram as novas ferramentas e plataformas disponíveis no mercado.

Para finalizar, defendo que a era que estamos vivendo é a dos conectados e de uma completa integração entre todas as áreas.

O que agências e anunciantes precisam entender é que criar campanhas atraentes, que despertam a atenção, aliada a uma boa ferramenta de distribuição, é de extrema importância para chamar atenção do seu público-alvo e conseguir uma verdadeira conexão com o consumidor final. E aí, está esperando o que para investir nesse segmento?

Fonte: https://goo.gl/EPmWGL

6 negócios digitais promissores no Brasil em 2018

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Cada vez mais vemos diversos negócios sendo criados, principalmente no ambiente online. Esse mercado tem crescido bastante, principalmente por conta do comportamento da população que está cada vez mais habituada a ter uma rotina diária pela internet. Desta forma, marcas que não nasceram no digital se vêem forçadas a entrarem nessa onda para atrair cada vez mais clientes e converter mais vendas.

Segundo um estudo realizado pela IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil – empresa especializada em promover o marketing, negócios e a publicidade digital -, o marketing digital no Brasil evolui de forma mais lenta se comparada a outros países, mas em 2016 foram investidos R$ 11,8 bilhões em publicidade na internet, equivalente a 18% do valor total gasto com publicidade no país.

Para Neil Patel, especialista em marketing digital e famoso por potencializar os lucros de gigantes como Amazon, Google e GM, o ano de 2018 mesmo que em passos curtos, será um ano muito importante para o mercado de negócios digitais e deve impulsionar o crescimento econômico do país de forma satisfatória.

“O país acaba de sair da recessão, e famílias estão consumindo mais. As empresas que ainda não são digitais não devem perder a oportunidade e as que já trilham o caminho, devem estar atentas com novos forma de atrair clientes”, alerta.

Diante disso, o guru do marketing digital elencou seis negócios digitais que serão promissores no Brasil peste ano:

Plataforma de serviços

Não é de hoje que as plataformas facilitam o dia a dia, tanto B2C como B2B. É incerto até onde elas podem ir, mas se sabe que vão longe. De acordo com o grupo de pesquisa Kantar TNS, no Brasil, o uso de smartphones cresceu 3,5 vezes, passando de 14%, em 2012, para 62% em 2016 e um crescimento de 17% em relação ao ano passado.

Esse progresso impulsionou o crescimento e o desenvolvimento de novas plataformas de serviços que estão cada vez mais inseridos na vida das pessoas e criando novas relações de consumo sustentável, relações de trabalho usos de serviço de tecnologia, serviços cada vez mais personalizados em larga escala vem cada vez mais criando força e conquistando velhos e novos consumidores se tornando um meio necessário que corrobora no dia a dia.

Para o especialista, quem já possui um negócio e quer levar também para o meio digital, vale analisar as possibilidades para conseguir oferecer o melhor para o consumidor, já que as plataformas podem trazer resultados positivos para o negócio. “Os apps e as plataformas estão se tornando cada vez mais um meio ideal para se relacionar e realizar tarefas seja no âmbito, profissional como pessoal.

Por meio deles é possível conquistar uma otimização em tempo,dinheiro, e ainda enxergar uma forte crescimento e contribuição no desenvolvimento no que é interesse do público, principalmente quando as soluções apresentadas são fáceis de se manusear, práticas e benéfica para os usuários” explica Neil.

Fintechs

As fintechs ainda são as queridinhas do mercado. Há um mundo de possibilidades para esse mercado principalmente aquelas que buscam oferecer um modelo e acesso mais barato a novas tecnologias. Segundo dados do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), atualmente há 703 empresas financeiras tecnológicas em 15 países diferentes. o Brasil é o país com o maior número, 230 empresas, com um crescimento de três a cinco empresas criadas ao ano.

“As empresas que usam a tecnologia para serviços financeiros aos poucos estão conquistando espaço no mercado, isso porque cada vez mais as pessoas físicas e jurídicas estão buscando fugir dos modelos tradicionais financeiros que ainda são muito burocráticas, oferecem juros abusivos e quase sempre com serviço de atendimento precário.

As fintechs que oferecem soluções de pagamentos e as de financiamento alternativa representam quase a metade da procura e com o avanço da tecnologia outros novos modelos vão surgir nos próximos anos” explica o especialista.

Ainda pouco falado com essa denominação, mas com grande potencial. A Insurtechs – startups de inovação tecnológica para o mercado de seguros em geral vem crescendo em passos largos, aos poucos estão revolucionando o mercado de seguros que enfrentam os desafios de educar, disseminar cultura do seguro e fomentar novas categorias de forma desburocratizada, personalizada, acessíveis e de fácil compreensão.

De acordo com o Comitê de Insurtechs, atualmente, o Brasil possui 40 Insurtechs, o que representa um pouco mais de 8% das Fintechs.

Segundo o especialista, as insurtechs pretendem inserir o poder das novas tecnologias em um mercado considerado muito conservador e fazê-lo se beneficiar muito delas. “Estamos falando de um modelo de negócios que precisa desapegar do conservadorismo para inovar para conseguir se manter no mercado”, explica.

E-commerces

Para quem busca iniciar um negócio mas ainda não faz ideia em que investir, os e-commerces continuam sendo uma ótima opção. Segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico FecomercioSP/Ebit, o e-commerce brasileiro deve crescer 15% neste ano e segundo a consultoria Euromonitor Internacional, o comércio eletrônico deve dobrar sua participação no faturamento do varejo até 2021, com um crescimento médio de 12,4% ao ano, conquistando um faturamento de R$ 85 bilhões.

Para Patel, esse crescimento se dá pela inovação e as possibilidades que o setor oferece. “Sem dúvida alguma o e-commerce vai dominar o mercado, para quem deseja abrir um negócio ou ampliar a atuação. Esse é o caminho mais certo para seguir, porém, vale lembrar que assim como os modelos de negócios mudam, o e-commerce também vive em pleno processo de evolução”, exalta ao responsabilizar o comportamento do consumidor por isso.

“Cada vez mais os consumidores estão exigentes não só no que vai comprar, mas também no atendimento, na produção dos produtos, nas facilidades que a loja oferece (seja a forma de pagamento ou de entrega) e sua logística”.

Infoprodutos

O mercado de produtos digitais no Brasil ainda vem engatinhando diante de tantas possibilidades que a internet proporcionou.

O segmento de infoprodutos movimentou mais de R$ 500 milhões no último ano e é possível encontrar diversos modelos que iniciaram um negócio do zero e hoje fazem suceceso. Embora não garanta lucro rápido, há muita demanda por envolver todo tipo de solução digital – livros, palestras, cursos, aulas -, e não é necessário um alto investimento para começar.

“De todos os modelos de negócios, esse tem um potencial de lucro enorme e possui uma abordagem menos complexa diante dos outros modelos. Muitos empreendedores usam de infoprodutos dentro do seu negócio para educar a audiência a respeito de temas e assuntos que são atrelados a seu negócio e que ajuda a solucionar, resolver e informar seus consumidores”, pontua Patel.

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é um dos modelos mais lucrativos do mercado online. Isso porque ela engloba um leque de oportunidades completo para as empresas como conteúdo de qualidade para educar, informar e entreter um determinado público ou geral. Segundo um estudo divulgado na Content Trends 2017, 71% dos negócios no Brasil já adotam o marketing de conteúdo na empresa.

Dos que ainda não trabalham com isto (68,9%), pretendem implementar a estratégia. Mesmo com um crescimento pequeno, o cenário mostra uma tendência de crescimento nos próximos anos.

“O grande diferencial do marketing de conteúdo é que por meio destas estratégias, as empresas conseguem construir um relacionamento com os clientes, entendem melhor o que eles vêm buscando e desta forma oferecem o melhor do seu negócio, para assim conseguir fidelizá-los e sair a frente da concorrência”, finaliza o especialista.

Fonte: https://goo.gl/hwDgtY

Oito tendências digitais para escalar seu negócio em 2018

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Diante das grandes transformações do mundo, um ponto primordial é a inovação, que de fato gera crescimento. Diversas startups e empresas ainda enxergam seus negócios de forma tradicional, engessando seu próprio crescimento sem se atentar para as boas práticas e tendências aplicadas pelo mercado.

Nem todo negócio é igual ao outro, mas o que os diferenciam é o segmento de atuação. O comportamento, planos, visão empreendedora com foco em inovação são os grandes desafios para se ter sucesso e escalar seu negócio.

Abaixo oito tendências digitais para decolar em 2018:

A primeira tendência é o uso de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). A tecnologia prevê gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. Essa solução digital, segundo Fredy Evangelista, CEO daVianuvem, traz redução no uso de papéis para otimizar os processos internos como contratos, notas fiscais entre outros. Este serviço avalia as necessidades específicas do cliente e oferece um sistema modular, o que possibilita a implantação gradativa do GED.

Segunda. Mais que necessidade, o uso e análise de dados e informações para tomada de decisão se tornou indispensável.  Segundo o CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento disponibiliza informações relevantes para sua empresa escalar. Utilizar dados extraídos de grandes volumes da internet é imprescindível para conhecer seu cliente, gerar novos leads e evitar fraudes com compliance.

A terceira é utilizar a tecnologia de big data para conhecer e se comunicar de maneira eficaz com os clientes. Por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics para o setor de marketing e comunicação, atua junto às companhias da área para antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

A quarta tendência é o monitoramento da jornada de consumo nas lojas físicas para a elaboração de ofertas mais assertivas. A Propz oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo e serviços financeiros e é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada. A tecnologia proporciona um aumento de até 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas.

A quinta tendência é a utilização de pesquisas no pós-venda para identificar e resolver os principais problemas e gargalos dos consumidores, para melhorar a relação de consumo entre marcas e seus clientes e transformá-los em fãs. É com essa premissa que a Tracksale, empresa que oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra, se consolida como a principal ferramenta de monitoramento de satisfação de clientes no Brasil. Com tecnologia Net Promoter Score do Brasil (NPS), a plataforma permite que as marcas possam coletar, de forma ágil e fácil, seus feedbacks, feitos por meio de uma única pergunta realizada via e-mail, SMS, websites, widget e aplicativos: “Em uma escala de zero a dez, quanto você recomendaria a empresa e o porquê?”.

A sexta tendência é a Logística inteligente: O avanço da tecnologia possibilita que a gestão de qualquer tipo de negócio seja feita de maneira ágil, eficiente, produtiva e com real redução de custos.Quando o assunto é gestão logística, ainda há obstáculos a superar por se tratar de um setor ainda resistente a implantação de novas tecnologias, atenta a esse gap de mercado, a Cobli – startup paulistana especializada em controle de frotas, telemetria e roteirização, desenvolveu um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial e com mais de um bilhão de quilômetros registrados, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas.

Outra tendência é o uso de soluções antifraude nos e-commerces a fim de garantir a segurança dos lojistas e clientes, além de melhorar a saúde financeira das lojas. Para atender a essa demanda, a Konduto tem como objetivo monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com isso, calcular em menos de 1 segundo a probabilidade de fraude em uma transação on-line. Além disso, o sistema também leva em consideração informações “básicas” da análise de risco, como geolocalização, validação de dados cadastrais e características do aparelho utilizado na compra (fingerprint), gerenciamento de regras condicionais e revisão manual.

O consumidor está cada vez mais exigente antes de adquirir um determinado produto, por isso eles estão em busca de sites que prezam pela transparência e sinceridade e que usam ferramentas como a Trustvox, primeira certificadora de reviews no Brasil, que assegura a veracidade de reviews no Brasil, e que atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes.

Fonte: https://goo.gl/W4oypp

O Velho Mundo e o Novo Mundo na transformação digital das empresas

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Ano após ano a tecnologia evolui e aumenta o leque de oportunidades para as empresas, que, por sua vez, devem inovar para não ficar para trás no universo digital. Porém, segundo pesquisa da Enterprise Strategy Group (ESG), apesar de 71% das organizações no mundo concordarem que para manter a competitividade é preciso se transformar digitalmente, apenas 5% delas já estão com esse processo em andamento.

Ser digital já é obrigação no panorama corporativo. É uma visão diferenciada de onde o negócio está e onde quer chegar. Se fosse para fazer uma alusão, seria a transição do Velho Mundo para o Novo Mundo. Quebrar os paradigmas e o tradicionalismo é necessário para que se dê início à conversão, mudando os aspectos da cultura das empresas, a começar pelas pessoas. Só assim o caminho à modernidade será alcançado sem radicalidade e rupturas.

As empresas devem realizar uma análise de todo o cenário atual, possibilitando a definição de estratégias e ações capazes de facilitar essa mudança. Ferramentas que possibilitem que os gestores enxerguem os caminhos a serem seguidos proporcionam maior efetividade e assertividade na tomada de decisões. Além disso, a digitalização faz com os resultados possam ser mensurados por meio de novos indicadores, que ajudam a mostrar qual a melhor trajetória a ser percorrida.

Com ativos que facilitem os processos das companhias, a experiência digital não deve ser algo apenas “da porta para fora”, mas também no ambiente interno, para aumentar a efetividade ao possibilitar uma visão diferenciada tanto por parte dos clientes quanto dos colaboradores, melhorando a experiência dos usuários.

Soluções que classifiquem o digital como parte de um ecossistema que integra gente, tecnologia, inovação e método promovem a transformação digital de ponta a ponta de um negócio, conectando o consumidor com a companhia, potencializando seus resultados e, consequentemente, aumentando a percepção de valor que o cliente tem sobre a empresa.

Fonte: https://goo.gl/826xPk

Armadilhas da transformação digital

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Em 2007, Steve Ballmer foi citado por dizer que o iPhone não ganharia participação de mercado e não atrairia os clientes comerciais pois não tinha teclado. 

Já em novembro de 2016, ele admitiu estar errado.O executivo errou ao duvidar da capacidade de Steve Jobs de criar um novo modelo de celular e, também, de “provocar” o mercado com a tal inovação. Além disso, Ballmer julgou o iPhone como um simples telefone, engessado pelas necessidades e expectativas do mercado na época. Jobs, por outro lado, apresentou um conceito capaz de modificar esses protótipos e satisfazer as necessidades que nós, consumidores e empresários, nem imaginávamos ter. No entanto, Steve conseguiu e não foi sozinho. Toda a equipe da Apple também teve que acreditar no produto e na transformação que o aparelho poderia trazer. Esta é uma lição importante para qualquer líder.

Quando for iniciar a sua jornada de transformação digital – ou se você já começou – peço que tome como exemplo a atitude de Steve Jobs. Tenha certeza dos seus objetivos e os resultados que deseja alcançar com sua organização. Depois de alinhar as metas com todas as partes, modifique e adapte seus sistemas de tecnologia atuais para atingir os resultados esperados.

Além disso, assim como Steve Jobs e o iPhone surpreenderam o mercado de telecomunicações, assegure-se de que a sua estratégia de transformação digital não seja impulsionada apenas pelas normas, mas que esteja focada em promover mudanças capazes de viabilizar disrupções de mercado e preparar um futuro diferente. E se você ainda depende de legados de aplicativos e infraestrutura e não começou a jornada de migração de sistemas para melhorar a experiência de seus funcionários e consumidores, está na hora de começar.

A jornada para transformação digital não deve ser algo assustador. Tomar medidas em etapas e evitar gargalos são iniciativas essenciais para construir uma estratégia flexível para suas necessidades digitais sem que seja algo caro. Quando percebe o que deseja realizar, convencer as pessoas é o segundo passo para tornar a transformação bem sucedida. A agenda digital deve ser intrinsecamente parte do DNA da organização e as mensagens devem fazer com que as pessoas tenham a sensação de que trabalham para algo equivalente ao impacto do iPhone, mesmo que o contexto seja diferente.

Vamos usar o a Tesla como exemplo. Veja como a empresa interrompeu o mercado com sua transformação digital para desenvolver veículos de última geração. Não é necessário dizer que, tanto o Google quanto a Apple, passaram a desenvolver carros porque o exemplo da Tesla os motivou.

Então, quando digo “domine”, quero dizer que dentro de uma organização, cada colaborador deve entender a jornada realizada para ajudar a alcançar o sucesso. A transformação digital não acontece sozinha – não com empresas que tentam inovar. Para se destacar na multidão, é vital que todos na organização acreditem no futuro que a transformação pode viabilizar. Não caia nas armadilhas de outras organizações que pararam de inovar e lembre-se sempre que é preciso uma equipe para construir uma empresa e também de uma visão para mantê-la no caminho certo.

Fonte: ecommercenews.com.br

Afinal, o que é mídia de performance?

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Já é fato conhecido que a mídia digital possui várias vantagens em relação ao marketing off-line. Potencial de segmentação e mensuração, audiência crescente, expansão dos meios digitais são demonstrativos de que a mídia de performance se destaca como uma das estratégias mais certeiras.

Em geral, uma campanha digital produz mais resultados demandando menos investimento do que as mídias tradicionais. No entanto, para otimizar os resultados, não basta investir no digital. É preciso fazê-lo de maneira realmente planejada.

O que é mídia de performance?

Quando falamos de mídia de performance, fazemos referência, essencialmente, aos canais pagos com um objetivo específico, sempre relacionado a uma meta predeterminada.

Tal objetivo pode ser desde tornar uma marca ou um produto conhecido pelo público-alvo até gerar leads e vendas. Contudo, as mídias de performance são usadas normalmente em ações do meio ou do fundo do funil de vendas. Ou seja, o foco principal é a conversão do potencial cliente à venda em si.

As campanhas da mídia de performance são baseadas em estratégias claras que buscam maximizar o retorno de investimento. Com as ferramentas certas, é possível saber, por exemplo, o número de pessoas que tiveram acesso à determinada ação e quantos potenciais consumidores se interessaram em acessar o site da marca ou do produto promovido.

Mais do que isso, ao usar mídia de performance, é possível saber algumas informações do perfil do cliente,  como o tempo que ele passou no site, as páginas visitadas e se houve ou não a conversão em vendas.

Qual a importância do planejamento?

Como em toda campanha (seja ela on-line ou off-line), é importante definir, antes de colocá-la em prática, o mercado de atuação, o público-alvo e os diferenciais em relação à concorrência. Também é crucial delimitar bem as metas que se deseja atingir com as ações.

É somente a partir deste momento que será possível saber quais são as ações mais adequadas para os objetivos e quais os indicadores-chave de performance (Key Performance Indicators, os KPIs) que deverão ser observados nas ações.

Em uma análise dos resultados, contam tanto métricas de mídia on-line (como o número de impressões, cliques, taxa de cliques, custo por clique e conversões) e do site (como visitas, conteúdos mais acessados, tempo médio dos acessos, vendas, taxa de conversão, ticket médio e receita). É a partir da coleta destes dados que o sucesso das ações é medido. Mais do que isso, são essas informações que darão o suporte para a definição das próximas campanhas.

Porém, há indicadores que têm um peso maior do que outros na mensuração dos resultados. A definição de quais serão realmente as chaves para a sua empresa depende de uma série de fatores, desde o tamanho da empresa, a situação da marca, o modelo de negócio até o público-alvo.

Uma empresa pequena e cuja marca ainda é pouco conhecida, por exemplo, deve priorizar em suas primeiras ações, indicadores como número de acessos no site e taxa de cliques, que darão a dimensão da quantidade de pessoas que passou a saber da existência da marca. Por outro lado, para uma marca já consagrada terão maior peso a indicadores relacionados diretamente à venda, como o ROI ou o ticket médio.

Contudo, independentemente das ações, as ferramentas mais utilizadas quando falamos em mídia de performance são os “Social ads” do Facebook e o Google AdWords. Outras ferramentas, como o Instagram Ads, comparadores de preços e mídia programática estão sendo cada vez mais utilizadas.

O que muda em cada estágio do negócio e etapa de compra do cliente, é o canal a ser usado e os indicadores a serem priorizados, na hora de avaliar o desempenho das ações.

Como funciona a conversão em vendas?

Uma vez que as primeiras campanhas planejadas estão no ar, serão coletados os primeiros dados sobre audiência e conversões em vendas. São essas informações que definirão que caminho deve ser tomado nas próximas ações das mídias de performance.

Muitas vezes, é preciso redefinir estratégias como o canal usado, o investimento feito ou mesmo a linguagem empregada nas campanhas, de modo a atingir as metas definidas.

Entre os dados mais importantes a serem coletados e analisados na hora de avaliar a conversão (não confundir com efetivação) estão o retorno sobre o investimento (chamado também de ROI) e o custo por aquisição (o CPA). Eles darão pistas sobre quanto e onde investir em suas ações futuras.

O ROI é obtido a partir da divisão da receita pelo custo do investimento nas ações de marketing. Já o CPA é calculado dividindo todos os custos envolvidos na captação de clientes pelo número de clientes adquiridos no período da ação.

A maneira mais eficaz de definir os seus investimentos em campanhas e suas metas em vendas é levar em conta o seu ROI no planejamento das ações. Exemplo: se seu ROI é 3, significa que, para cada R$ 1 investido, sua empresa ou cliente obteve R$ 3 em receita. Suponhamos que sua meta é vender R$ 30 mil em produtos. Logo, o investimento mínimo necessário em marketing será de R$ 10 mil.

Já para saber se a campanha está dando bons resultados quanto à conversão, o ideal é comparar o valor do CPA com o seu ticket médio, ou seja, a média de vendas. Para calculá-lo, deve-se dividir o valor total obtido em vendas pelo total de vendas.

Ao comparar CPA e ticket médio, é possível identificar se os retornos obtidos com as campanhas têm sido satisfatório. Obviamente, o valor do CPA precisa ser consideravelmente menor nessa comparação. Se ele for maior do que o seu ticket médio, significa que suas campanhas não são rentáveis.

Parece complicado, mas o caminho para obter o sucesso em mídia de performance passa por acompanhar de perto os indicadores-chave do seu negócio e estar preparado para mudar a estratégia, de acordo com os resultados obtidos em cada ação.

Para te auxiliar na análise e na tomada de decisões, é interessante contar com um analista de mídia ou uma agência de performance e, dessa maneira, ter o melhor aproveitamento de sua verba de marketing.

Sérgio Chereneski