Notícias da Semana: Google revela as perguntas que você deve fazer para avaliar seu conteúdo

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Mais uma vez, a empresa dá dicas sobre o que seus algoritmos levam em consideração para ranquear as páginas da internet

O post de hoje é sobre autoconhecimento. Mais especificamente, sobre o quanto você conhece a respeito do seu próprio conteúdo. Ainda mais especificamente, sobre o que a sua empresa oferece para o mundo através dos seus canais, sites e redes sociais. Sim, porque sabemos que você é uma pessoa de muito conteúdo.

O bom é que você vai perceber que são perguntas bem relevantes, que ajudarão a mostrar se o seu blog tem o que é preciso para agradar os leitores. Ok, os critérios são do Google, mas a empresa já mostrou que tem muito apreço por textos escritos para humanos – e não para os seus robôs.

Também vale lembrar que, em breve, será difícil diferenciar humanos e robôs. Inclusive, recentemente, falamos aqui no giro semanal sobre uma vitória histórica no pôquer de uma inteligência artificial sobre grandes campeões do carteado. Se serve de consolo, algumas pessoas defendem que vivemos numa simulação de computador.

Enquanto não sabemos a verdade definitiva, e até mesmo para nos prepararmos para o domínio das máquinas, vale a pena ficar informado sobre as novidades de tecnologia e marketing digital. Assine a nossa newsletter para receber, toda sexta-feira, o melhor do nosso conteúdo! Sim, a gente fez as perguntas do Google, que virão a seguir.

As 20 perguntas do Google para você analisar o seu site

De tempos em tempos, o Google resolve dar dicas de como seu algoritmo funciona. Nunca é algo muito direto, embora historicamente os profissionais de SEO saibam quais fatores de ranqueamento importam mais. Nesta semana, um post no blog da empresa voltado para webmasters trouxe novas orientações sob o formato de perguntas.

Perguntas que, no caso, você deve fazer a si mesmo. São 20 questionamentos para que você avalie seu próprio conteúdo. Mas, não se preocupe: não é nada que leve a uma crise existencial! A ideia é usá-las paralelamente às orientações tradicionais para que seu site seja melhor avaliado pelos algoritmos.

O post do Google fala, principalmente, com gestores de páginas que estão preocupados com quedas nas páginas de resultados. Ele explica que isso pode ocorrer devido a uma gama de fatores e, também, que nada é definitivo. As tais 20 perguntas serviriam para que o webmaster avalie o que pode estar errado.

Os questionamentos sobre o conteúdo foram divididos em 4 tipos. Veja todas elas a seguir:

Perguntas sobre o conteúdo e a qualidade

  • O conteúdo mostra informações, relatos, pesquisas ou análises originais?
  • Ele inclui uma descrição significativa, completa ou abrangente do assunto?
  • O material apresenta análises relevantes ou informações interessantes e originais?
  • Quando o conteúdo é baseado em outras fontes, você evita simplesmente copiar ou reescrever e adiciona valor e originalidade ao material?
  • O cabeçalho e/ou o título da página exibem um resumo descritivo e útil do conteúdo?
  • Você evita o uso de termos exagerados ou chocantes no cabeçalho e/ou título da página?
  • Esse é o tipo de página que você adicionaria aos favoritos, compartilharia com um amigo ou recomendaria a alguém?
  • Você esperaria ver esse conteúdo em uma revista, enciclopédia ou livro impresso?

Perguntas sobre o nível de especialização

  • O conteúdo apresenta as informações de maneira confiável, com indicação clara da fonte, evidências do uso de conhecimento especializado e dados sobre o autor ou site da publicação (como links para uma página de apresentação)?
  • Se você fizesse uma pesquisa sobre o site que produz o conteúdo, ficaria com a impressão de que ele é confiável ou amplamente reconhecido como uma autoridade no assunto?
  • O material é escrito por um especialista ou entusiasta que comprovadamente conhece bem o tema?
  • O conteúdo tem erros factuais que podem ser facilmente verificados?
  • Você confiaria neste conteúdo quanto a questões relacionadas às suas finanças ou sua vida?

Perguntas sobre apresentação e produção

  • Há problemas de ortografia ou estilo?
  • O conteúdo foi bem produzido ou parece ter sido feito às pressas ou com pouco cuidado?
  • O conteúdo é produzido em massa ou de maneira terceirizada por muitos criadores? Ele está espalhado por uma grande rede de sites? Esses fatores costumam fazer com que a produção de páginas e sites específicos seja menos cuidadosa.
  • A página tem uma quantidade excessiva de anúncios que distraem o usuário ou interferem no conteúdo principal?
  • O material é exibido corretamente em dispositivos móveis?

Perguntas comparativas

  • O conteúdo oferece um valor significativo quando comparado a outras páginas nos resultados da pesquisa?
  • O conteúdo atende aos interesses dos visitantes do site, ou parece que o material só foi feito com o objetivo de melhorar a classificação da página nos mecanismos de pesquisa?

Bom, depois de todas essas perguntas do Google, só nos resta fazer uma avaliação profunda de nossos conteúdos. Não esqueça de visitar o post original, que tem umas indicações espertas de leitura sobre SEO.

Fonte: https://bit.ly/2kWTEG3

Marketing de conteúdo nas redes sociais representa 20% das ações de anunciante

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Quem entende de marketing digital sabe que todas as verticais são relevantes no processo de conversão do e-commerce, uma vez que impactam o usuário de várias formas, em diferentes momentos. Entre as opções disponíveis para as marcas propagarem seu nome na web, uma tem se destacado: o marketing de conteúdo, especialmente nas redes sociais. Um levantamento da rede de afiliação Awin junto aos seus anunciantes no Brasil mostra que o marketing de conteúdo em plataformas como blogs e Facebook representa 20% de todas as ações realizadas pelas marcas.

Muitas vertentes, inclusive, se misturam. É comum, por exemplo, que sites que trabalham com cashback (como é conhecida a ação de marketing que devolve ao usuário parte do dinheiro que foi pago), ou portais que oferecem cupons de desconto, produzam conteúdo em conjunto com os influenciadores parceiros.

Para Javier Gómez, Head of Publishers na Awin, essa é uma vertical estratégica para o anunciante, porque é capaz de conseguir resultados expressivos tanto do ponto de vista da performance de vendas quanto da construção de marca. “Cada vez mais, a tendência é que o marketing de afiliação se aproxime do universo dos influenciadores, atrelando conteúdos pertinentes de acordo com o público e com as temáticas”, comenta.

Dentro do inbound marketing, segundo Gómez, o segmento que mais tem se destacado e registrado aumento de vendas são canais que abordam temas relacionados à tecnologia. “Alguns dos fatores que influenciaram positivamente estes resultados são a maneira que esses afiliados do setor produzem os conteúdos, priorizando reviews bem detalhados e o chamado unboxing, ou seja, aprática de falar sobre produtos recém-lançados. Acredito que, no futuro, esses serão os grandes geradores de receita do e-commerce nacional”, finaliza.

Fonte: https://goo.gl/pq55QT

Em ano difícil, analista de sistemas fatura mais de R$250 mil com cursos online

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Os últimos anos foram difíceis para todos os segmentos da economia nacional. A alta taxa de desemprego e a insegurança do mercado de trabalho estimularam muitos brasileiros a procurarem uma segunda oportunidade de fazer dinheiro. Segundo uma pesquisa realizada pela FGV, em parceria com a Fecomércio, desde 2016, mais de 55% dos brasileiros procuram uma fonte extra de renda.

Foi o caso do analista de sistemas Felipe Mafra. Ao procurar um curso para se qualificar na área de Business Intelligence (BI), Mafra notou a ausência de conteúdo relevante na Internet e decidiu encabeçar um novo projeto: compartilhar todo o conhecimento acumulado em 15 anos de experiência trabalhando com Tecnologia.

“Procurei um curso online e não encontrei. Horas depois, abri uma rede social e fui impactado por um post falando da Udemy. Ao explorar a plataforma, tive a ideia de montar um curso gratuito de virtualização e disponibilizá-lo lá, só pra ver o que acontecia”, explica. Nas primeiras duas semanas após ter seu curso aprovado pela curadoria da Udemy, o analista já contava com uma base de mil alunos.

Com foco em profissionais que, como Felipe, têm muito a ensinar, a Udemy foi criada em 2009. De lá pra cá, a empresa que nasceu como startup se transformou em um marketplace global de ensino e aprendizado online, que hoje conta com instrutores, cursos e alunos de diversas nacionalidades. O objetivo é reunir instrutores de todo o mundo que buscam uma ferramenta eficaz para compartilhar diversos tipos de conhecimento, desde técnicas para costura até linguagens complexas de programação.

“Nunca contabilizei o quanto investi e o quanto ganhei pra ser exato, mas, em meu primeiro mês, eu fiz pouco mais de 3 dólares. No segundo mês fiz 170 e fiquei imensamente animado. No terceiro mês, mais de US$ 1 mil e fechei 2017, o primeiro ano, com mais R$ 250 mil. Logo vi que daria certo se eu me dedicasse”, conta o instrutor.

Para Mafra, lecionar online é muito mais difícil do que muitos acreditam. “A modalidade online está ganhando muita força e fazendo as pessoas se adaptarem. Quanto a metodologia, é completamente diferente. Ao gravar uma aula, você tem que pensar em quais podem ser as dúvidas dos alunos e já responder ali mesmo. Presencialmente é muito mais fácil, pois o aluno levanta a mão, fala a sua dúvida e você responde ou diz que isso será abordado mais à frente. Em cursos à distância não. São mais coisas a se pensar na hora de gravar uma aula”, explica.

O bom resultado na venda de cursos fez com que Felipe se dedicasse por completo a carreira de instrutor, hoje, sua principal fonte de renda e que o permite ter flexibilidade para realizar mais coisas na vida pessoal, como buscar a filha, Clara, de 3 anos na creche. “Procurei saber como a Udemy funcionava, sua missão, visão, valores, então vi que se encaixava perfeitamente com o que eu queria: democratizar o conhecimento em um país extremamente carente de educação. Deu certo”, afirma Mafra.

Fonte: https://goo.gl/WmaQAL

Você sabe qual tipo de conteúdo melhor se encaixa no seu e-commerce?

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Há quem diga que no e-commerce, o conteúdo é rei. E existem motivos fortes para essa afirmação ser aceita. Além de contribuir para um melhor entendimento do consumidor em relação aos produtos e serviços oferecidos, o conteúdo também tem papel decisivo para o ranqueamento da loja nos mecanismos de busca.

Mas muitos se perguntam: conteúdo é só texto e vídeo? Para desmistificar essa questão e reafirmar a importância do conteúdo para as estratégias de marketing digital, a Outbrain, empresa que opera uma das maiores plataformas de descoberta de conteúdo em todo o mundo, aglutinou alguns insights sobre o assunto.

A seguir, você confere os prós e contras de cada tipo de conteúdo e descobre qual se encaixa melhor à sua estratégia digital:

Posts em Mídias Sociais

Vantagens:

– Fácil de começar;
– Excelente forma de reaproveitar conteúdos;
– 66% dos profissionais de marketing veem benefícios na geração de leads através deles.

Desvantagens:

– Necessita ser monitorado e atualizado regularmente;
– Difícil de obter seguidores;
– Qualquer erro torna-se público.

Infográficos

Vantagens:

– Considerado o segundo tipo de conteúdo mais efetivos pelos profissionais de marketing;
– 3x mais curtidos e compartilhados nas mídias sociais do que outros tipos de conteúdos.

Desvantagens:

– A produção requer investimento em design;
– Nem sempre são indexados pelos buscadores.

Newsletter

Vantagens:

– 86% dos consumidores gostam de receber e-mails promocionais das empresas das quais compraram algo;
– Produção simples e de baixo custo.

Desvantagens:

– Construir um mailing efetivo é desafiador;
– Baixa diferenciação.

Estudos de caso

Vantagens:

– Cria o efeito “halo”, ou seja, associação da sua marca à do cliente;
– 44% dos profissionais de marketing acreditam que geram leads qualificados.

Desvantagens:

– Apenas 6% das pessoas consideram os estudos de caso uma ferramenta efetiva de marketing.

Quizzes

Vantagens:

– Quizzes personalizados aumentam o volume de cliques em 14%, e as conversões, em 10%;
– A média de compartilhamento é de 1.900 vezes.

Desvantagens:

– Requer ferramenta especializada para o desenvolvimento;
– O alcance de resultados efetivos leva tempo.

Posts em blogs

Vantagens:

– Gera leads por meses;
– 14% dos profissionais de marketing acreditam que são efetivos para gerar leads e para conhecimento da marca.

Desvantagens:

– Necessita de atualização constante;
– É preciso ser relevante para se destacar.

Vídeos

Vantagens:

– 43% dos consumidores querem mais conteúdo em vídeo;
– 48% dos usuários de smartphones são mais propensos a comprar de empresas que disponibilizam vídeos com instrução;

Desvantagens:

– Custo da produção alto e demorado.

Podcasts

Vantagens:

– O consumo de podcasts aumentou 23% entre 2015 e 2016;
– O engajamento de usuários com a publicidade é alto: 68% dos ouvintes se engajaram de alguma forma.

Desvantagens:

– A audiência ainda é baixa: apenas 13% da população americana em 2016.

Webinars

Vantagens:

– Pode captar informações do usuário ao se registrarem para ter acesso ao vídeo;
– 50% dos profissionais de marketing B2B americanos acreditam que os webinars geram leads.

Desvantagens:

– Consome tempo para preparar todo o processo;
– É imprevisível: requer equipamentos especializados para evitar problemas de transmissão.

Tutoriais

Vantagens:

– Auxilia na obtenção de uma boa posição no ranking de pesquisa orgânica.

Desvantagens:

– Pode parecer que você esteja entregando facilmente algo que seja muito bom para ser verdade;
– Exige investimento de tempo e recurso para fazer bem feito.

White Paper/ Ebooks/ Relatórios

Vantagens:

– Pode capturar informações do usuário em troca de download gratuito;
– Pesquisas e dados inéditos são ferramentas de marketing que despertam grande interesse.

Desvantagens:

– Conteúdos longos recebem menos cliques e compartilhamentos;
– Requer pesquisa intensa para produção.

Eventos

Vantagens:

– Oportunidade de criar networking presencial, gerar vendas e mídia espontânea;
– Captura dos dados dos participantes é uma potencial fonte de receita.

Desvantagens:

– Complicado e de alto custo;
– Requer suporte o tempo todo por meses de planejamento.

Fonte: https://ecommercenews.com.br