A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte:

Tribalismo no marketing digital

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Interagir com pessoas de formas diferentes baseado no comportamento, local e contexto é um conceito simples de entender, e faz parte do nosso cotidiano.

Por exemplo, um senhor de terno e gravata entra em uma loja de roupas, ele terá uma recepção diferente de um jovem de bermuda e camiseta de banda de heavy metal ao entrar nesta mesma loja.

Conceitos simples que entendemos e processamos de forma natural, eles podem até querer comprar o mesmo produto, porém a jornada será certamente diferente. Esses são os desafios complexos que as marcas enfrentam hoje em dia. Mas como ser relevante para todas as tribos?

Atualmente, as marcas precisam acolher o consumidor, e criar experiências para atender as expectativas deles. E na comunicação, ser relevante para seu público alvo e sua “tribo”, torna-se uma ferramenta poderosa e essencial nessa nova dinâmica.

Isso porque a sociedade está cada vez mais complexa, com diversas segmentações e ramificações. Nesse momento é quando o consumidor começa a interagir mais com as marcas que ele se identifica e reconhecer como sendo sua “tribo”, exclusiva a todas as outras pessoas.

Afinal, todo mundo gosta de se sentir parte de algo maior, de se sentir incluído e especial.

Segmentar por sexo e idade não é mais suficiente.

Com a ajuda da tecnologia que está disponível há mais de 10 anos, falamos muito de engajamento desde sempre e já estamos cansados de saber o que o consumidor espera das marcas.

Um bom vendedor entende que para melhorar suas chances de vender ele precisa deixar o cliente mais à vontade e mais interessado no produto. Para isso ele precisa salientar as vantagens do produto e como ele vai melhorar a vida do cliente.

Para aplicar estas técnicas de vendas, o vendedor precisa necessariamente inferir alguns padrões sobre o cliente: seu gosto, sua linguagem e o nível de interesse no produto em questão.

Além disso, ele precisa ser inteligente e usar as informações externas para o convencimento do cliente, como o local, o clima, a economia, dentre muitos outros. Porque seria diferente no ambiente digital? Não deveria, mas é.

No digital estamos bombardeando o consumidor com a mesma mensagem várias vezes, visando o clique dele. Repetindo a exaustão o produto que ele viu e não comprou, focado em otimizar para o clique, sem pensar na mensagem ou no objetivo do investimento que desejamos.

Esse ambiente foi desenhado para criar experiências de forma personalizadas. Nele conseguimos a escala e a automação necessária para aumentarmos a relevância e permite explorarmos diversos fatores que podemos considerar importantes e essenciais na hora de interagir com os consumidores. Sabemos o local em que ele está, o dispositivo que está usando, como chegou até sua publicidade, além das informações de comportamento que podemos comprar de empresas especializadas.

Todos esses dados servem para criar o momento ideal e a mensagem correta para falar com as pessoas certas. Quanto mais informação você obtém do consumidor, mais customizado e eficiente será seu marketing.

Mas há luzes no fim do túnel. Algumas marcas já estão se preparando e investindo em segmentação inteligente para aumentar a relevância para essas tribos. Temos casos de grandes marcas que antigamente definiam verbas publicitárias nos orçamentos, agora definindo a entrega da publicidade por meio da relevância de cada produto para o usuário.

Ou seja, têm uma verba única e definem qual linha criativa e de qual produto será entregue, dependendo do perfil do cliente. Um consumidor masculino que gosta de moda, por exemplo, às 21 horas, vai ver um sabão de lavar roupas premium e suas vantagens para lavar tecidos nobres.

Entendemos que ele está em casa e que é melhor mostrar sabão de lava roupas, do que qualquer outro produto do portfólio da empresa.

Vale lembrar que a segmentação de usuários permite as marcas entregarem os produtos mais relevantes para cada tipo de pessoa no momento certo. Temos clientes pensando fora da caixa e desafiando a frase “vender sorvete para esquimó” ao definir a promoção e a entrega de publicidade com base na temperatura em várias cidades do Brasil.

Esse cliente define níveis de descontos progressivos, baseado na temperatura da cidade de entrega da publicidade e se tiver muito frio ou muito calor, suspende a campanha. Isso porque no frio, o ROI fica muito baixo e no calor o consumidor não precisa de convencimento.

Os retornos com eles foram excepcionais, como também otimizou muito o custo da campanha, sem investir quando não era necessário, tudo de forma escalável e automática.

Um outro caso simples é uma marca que optou por contar uma história ao invés de repetir a propaganda várias vezes para os usuários. Contávamos a frequência com que o potencial cliente via a publicidade e criamos uma ordem para os criativos.

Haviam várias histórias que eram escolhidas baseadas no perfil do usuário. Um criativo era mostrado depois do outro de forma que contasse uma história com começo, meio e fim. A preocupação não era com o clique, mas sim com a experiência do usuário e com o storytelling.

Depois da sequência de criativos ser mostrada, não era desperdiçado mais nenhuma impressão com aquele cliente.

Por fim, consumidores modernos querem saber como se relacionam com tudo e as mensagens customizadas permitem uma ressonância muito maior. Marketing feito de forma personalizada não só é mais eficiente como também cria maior relevância para o usuário, poupando e otimizando verbas tão preciosas hoje em dia.

Fonte:

Sete perguntas sobre participação nos lucros ou resultados

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O Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) é um tema que ainda sofre grande preconceito nas empresas, principalmente pelo fato dos empresários acreditarem que essa participação terá reflexos negativos em seus ganhos finais, o que é um grande erro, sendo que o que observo é que na maioria das vezes os resultados são positivos para todos das empresas.

Isso se deve ao fato que essa forma de ganho resulta em ganhos sensacionais na produtividade e na motivação da empresa, fazendo com que se tornem vantajosos os gastos perante esses pagamentos. Para melhor entender o tema, listei as principais perguntas que sempre recebo sobre o tema:

O que é PLR?

PLR, ou Participação nos Lucros ou Resultados, é um modelo de remuneração que tem como objetivo alinhar as estratégias da organização com os anseios individuais de seus colaboradores. O pagamento se dá com o atingimento de metas pré-estabelecidas, onde o resultado da empresa passa a ser o resultados de todos envolvidos no processo, uma relação ganha ganha.

Este modelo é amparado pela Lei 10.101, onde não há incidências de encargos trabalhistas, o que transforma essa opção atrativa, pois, além de direcionar as equipes ao resultado, seu custo tem menores impactos para empresa.

Quais os impactos que ele proporciona nas empresas?

O principal resultado que propicia é o sentimento de que os colaboradores fazem parte dos resultados da empresa e, consequentemente, poderão ocasionar aumento em seus ganhos. Outros impactos importantes são que a empresa poderá elevar seus resultados e manter seus custos fixos controlados, pois o PLR é pago somente ocorre quando há resultados, isto transmite um espírito de equipe com foco nos resultados, além claro de elevação da qualidade do clima organizacional, pois há valorização do colaborador..

Ainda existe resistência em relação a pequenas e médias empresas?

Sim ainda há certa resistência nas empresas médias e pequenas, onde posso citar dois principais motivos:

Desconhecimento da lei, metodologias e o quanto este modelo pode alavancar os negócios;
A sensação de Insegurança e dificuldades nas negociações com os sindicatos, pois o PLR só terá validade com a homologação junto ao órgão.
Em minhas experiências com projetos de implantação de sistemas de PLRposso afirmar que alguns sindicatos tem sido receptivos e participativos nas negociações.

Muitos empresários não gostam da ideia de compartilhar seus lucros, esse pensamento é errado?

Sim, e isso ocorre por uma limitação de visão dos empresários, pois entendem que esta remuneração se tornará uma despesa sem retorno, o que é um equivoco, pois todos os pagamentos são atrelados a metas estabelecidas, que devem ter o foco no retorno econômico da empresa. Outra questão que muitas vezes bloqueiam esta implantação, são as imposições sindicais incompatíveis com a realidade econômica da empresa e seu mercado, embora esta visão tem mudado nos últimos anos por parte das empresas e sindicatos.

Como criar esse tipo de política? A divisão deve ser igualitária à todos ou proporcional a salários?

Dentro desse tipo de política e forma de remunerar, deve seguir alguns preceitos legais como:

Ser desenvolvido por meio da participação dos colaboradores através da representação de um comitê;
Ter metas atingíveis e claras;
Criar indicadores mensuráveis.
A divisão deverá ser justa, porém refletir de forma clara e consistente os resultados atingidos por meio de indicadores corporativos e departamentais.

Lembrando que deve ser igualitário na metodologia, mas nem sempre no valor a ser pago será o mesmo, pois dentro do sistema de PLR os resultados departamentais e individuais poderão dar uma variação de um colaborador para outro.

Assim é necessária uma metodologia que garanta que todos realmente participem do resultado, seja em equipe ou individual. O PLR poderá ser desenvolvido tendo como base o salário nominal, um budget definido ou valores limites fixados.

Devem existir metas por áreas para conquista do objetivo? E metas individuais?

Sim, é fundamental que tenha metas por área ou departamental e individuais. Podendo ser feita da seguinte forma:

Por área ou departamento: avalia e remunera pelo resultado do trabalho em equipe, valerá o resultado geral de todos;
Individual: avalia e remunera pelo seu resultado atingindo, sua participação com qualidade no processo e execução de tarefas.
Também devem existir indicadores corporativos que reflitam no objetivo da alto gestão em relação a todos os resultados, podemos chamar a junção destes modelos dos indicadores como Mistos.

Quais os principais erros cometidos em relação ao tema?

Podemos citar:

Desenvolver metas que não refletem no resultado final da empresa;
Criar metas não mensuráveis e inatingíveis;
Deixar de envolver os colaboradores no desenvolvimento e aprovação do sistema;
Não realizar projeções de resultados, estipulando valores a serem pagos superiores ao possível de ser cumprido;
Não homologar no sindicato representativo.

Fonte: https://bit.ly/2XE3tdw

Como vender na internet o que você já vende na sua loja física?

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A importância que a web conquistou no dia a dia do consumidor justifica a busca de informações sobre como vender na internet.

Afinal, é difícil encontrar quem não faça uso da internet hoje, até porque nem precisamos mais de um computador, basta ter acesso a um smartphone.

Além do alcance do público (que aumenta de forma exponencial no ambiente online), pesa a favor dessa decisão de ampliar os canais de venda da loja física para a internet as facilidades na gestão do negócio.

Neste artigo vamos esclarecer suas dúvidas sobre isso. Acompanhe!

Por que investir num sistema para fazer vendas pela internet?

As estatísticas sobre o comércio eletrônico colocam em evidência a importância das vendas pela internet para o varejo e o setor B2B:

– Temos hoje no país mais de 150 milhões de usuários de internet. Desses, 140 milhões mantêm contas nas redes sociais.

– Segundo dados da 39ª. edição do Webshoppers, as vendas online apresentam crescimento maior que o varejo tradicional em praticamente todos os países que já operam o comércio eletrônico. Ou seja, saber como vender na internet é uma forma segura de expansão das marcas.

– Outro dado importante: apesar do crescimento, a participação das vendas online na América Latina ainda está abaixo do índice mundial, o que mostra o potencial de crescimento.

– O mobile commerce tem puxado o crescimento nas vendas via internet. Em janeiro de 2019, respondeu por mais de 40% das transações. Enquanto o e-commerce total cresceu 12% em 2018, o m-commerce alcançou 41% no mesmo período.

– Para quem ainda tem dúvidas sobre vender os produtos da loja física na web, tem outra informação relevante: já são 58 milhões de consumidores online, ou seja, 27% da população brasileira.

– Em 2018, o número de pedidos chegou à marca de 123 milhões, e o ticket médio de compras foi de R$ 434, alta de 1%.

Como vender na internet: por que a integração dos canais é o melhor caminho?

Entendida a necessidade de expandir os canais de venda para aproveitar a expansão do comércio eletrônico, é o momento de analisarmos como a venda dos produtos da loja física pode ser feita na internet.

Atenção: é importante preparar um planejamento específico para a loja virtual, detalhando os objetivos e as iniciativas que serão implementadas.

Em muitas situações ela vai funcionar como uma extensão da sua marca, mas é importante respeitar as particularidades do ambiente virtual.

Em vez de duas operações distintas, o ideal é focar na integração. Daí a importância da de ter uma plataforma de e-commerce com hub nativo. É isso que vai assegurar mais facilidades na gestão da operação e, claro, no atendimento do cliente.

Na JET NEO, por exemplo, todas as vendas são administradas numa plataforma única. Assim, não importa o local de transação, os registros e o controle estão no mesmo sistema.

Valorizando o conceito de omnicanalidade, o consumidor pode optar pelo canal que for mais conveniente para ele: website, mobile, aplicativo de mensagem, marketplace ou redes sociais.

Ainda de olho na experiência do usuário, é importante analisar com cuidado o modelo de plataforma que será escolhido.

A operação no sistema SaaS apresenta vantagens em termos de custos e tem outro diferencial: permite que a loja tenha acesso às atualizações.

Pode parecer um detalhe, mas não é. A tecnologia tem evoluído rapidamente na área de e-commerce e a todo o momento surgem novas soluções.

Para fazer isso a sua loja precisa ter condições de fazer as integrações com outros fornecedores que compõem o ecossistema do e-commerce, como meios de pagamento e sistemas que garantem mais segurança para a loja.

Quais as vantagens que serão obtidas com a loja online?

Expandir a área de atuação da loja é uma razão importante para investir num sistema de e-commerce, mas existem outras vantagens igualmente importantes. Vamos analisar alguns diferenciais que podem ser obtidos com a integração:

Foco na conversão

As plataformas de vendas via internet contam com diversos recursos para estimular a compra e, assim, favorecer o aumento da taxa de conversão.

Estamos nos referindo à medidas simples, como agilidade na hora do checkout, até soluções mais sofisticadas, como a identificação automática do cliente numa recompra.

Para quem tem a loja física, uma das vantagens na operacionalização é ter todas as informações reunidas. Não importa o canal, os dados ficam registrados, o que facilita a gestão.

Automação de marketing

Ao usar as ferramentas de promoção da plataforma (como “compre um, leve dois”), os gestores conseguem aumentar o valor do ticket médio dos clientes.

Não tem interesse em realizar a mesma ação na loja física? Sem problemas, é só especificar isso nas mensagens da plataforma.

Em termos de estratégias, o ideal é conseguir pensar no que funciona melhor para cada canal. A vantagem, no ambiente online, é que todas as informações do cliente estão registradas, então temos condições de abordá-lo de forma personalizada.

Sem esquecer que, com a automação dos processos de marketing, o envio de e-mails customizados, por exemplo, é feito de forma simplificada.

Experiência do usuário

Vender produtos da loja física no ambiente online favorece a experiência do usuário, indicada hoje como conceito-chave para trabalhar a retenção de clientes.

A proposta é valorizar a conveniência do consumidor, que trafega com facilidade entre os canais, usando o melhor de cada um, de acordo com a sua necessidade naquele momento.

Por exemplo, ele pode ir até a loja para conhecer de perto as características de determinado item, e optar por fazer a compra via e-commerce.

Em outros momentos, fará a pesquisa na internet, mas fechará o negócio via aplicativos de mensagens, por causa da facilidade.

Nesse caso, com alternativas como o Zap Commerce, ele tem a vantagem de contar com o suporte de um vendedor e poderá finalizar a compra num ambiente seguro, de forma automatizada.

Como vimos neste artigo sobre como vender na internet produtos da loja física, hoje praticamente não existem limites para o e-commerce. As plataformas evoluíram muito e, em vez de concorrência entre as duas operações, o que se visa é a integração.

Preparado para estruturar a sua operação de comércio eletrônico? Confira todos os passos necessários neste Checklist para implantação de e-commerce.

Fonte: https://bit.ly/2KO8vOE

Machine learning: o conceito que promete moldar o e-commerce do futuro

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Hoje é impossível analisar tendências para a área de e-commerce sem mencionar machine learning. Está todo mundo de olho no que deve acontecer nessa área.

Afinal, soluções desse tipo podem gerar mais eficiência para várias frentes das lojas, da gestão à comunicação.

Como sabemos que nem sempre é fácil manter-se atualizado sobre as novidades do setor, reunimos neste artigo algumas informações básicas sobre o assunto.

Como você poderá perceber, algumas soluções mais simples já estão sendo aplicadas pelas plataformas de vendas digitais.

Quais os benefícios da automação das vendas?

Antes das explicações mais técnicas, é importante esclarecer porque o assunto tem obtido cada vez mais atenção dos players que compõem o ecossistema do e-commerce.

Para quem tem um negócio online, mais automação contribui para agilizar a execução de tarefas fundamentais para o bom funcionamento da operação. Além de mais velocidade, tenha em mente que estamos falando de mais eficiência.

Aplicações envolvendo “aprendizado de máquina” já estão sendo empregadas com sucesso no varejo online. No entanto, a expectativa é que os avanços nessa área sejam acelerados a partir deste ano.

O aumento na capacidade de processamento dos computadores e a melhoria nos sistemas de conexão à internet têm impulsionado os investimentos nessa área. Vide a consolidação de Big Data e da área de Business Intelligence.

Em outras palavras, o ambiente tecnológico torna-se cada dia mais propício para o desenvolvimento desse tipo de solução, o que é uma boa notícia.

Como machine learning vem sendo aplicada?

Para quem tem um e-commerce ou pretende trabalhar com um canal de vendas via internet, não há necessidade de dominar a engenharia computacional por trás dessa história.

Contudo, saiba que é importante, por exemplo, ter cuidado na escolha da plataforma de e-commerce. Dê preferência às plataformas modelo SaaS, com API aberta. Elas facilitam a integração com outras ferramentas, viabilizando o acesso às novidades que surgem a todo momento.

O ecossistema do comércio eletrônico envolve diversas empresas e sistemas e todos devem se beneficiar com as aplicações de machine learning.

Como exemplo, podemos citar os sistemas antifraude. Eles têm se tornado mais eficientes justamente a partir do uso desses sistemas de aprendizado por reforço.

O que é machine learning?

Ainda existe certa confusão entre os conceitos empregados nessa área, então, mas vamos entender como isso funciona.

Inteligência artificial

A AI envolve o desenvolvimento de sistemas capazes de “imitar” a cognição humana. Na prática, estamos falando de softwares que conseguem completar certas tarefas, uma vez que podem aprender.

As aplicações dessa ciência têm se multiplicado, alcançando praticamente todas as áreas da nossa sociedade. Estamos longe daquele cenário catastrófico dos filmes de ficção científica, mas a verdade é que nos tornamos cada dia mais dependentes do ambiente digital.

Machine Learning

Machine Leaning (aprendizado de máquina, em português) é um ramo da Inteligência Artificial. Nesse caso, o objetivo dos sistemas desenvolvidos é treinar as máquinas para aprender com os dados.

Pensando na aplicação no comércio eletrônico, a proposta é que os softwares identifiquem padrões nos dados e, com isso, sejam capazes de detectar eventuais anomalias.

Citamos a importância da adoção desses sistemas para a prevenção de fraudes. Porém, softwares desse tipo também são úteis para a área de comunicação.

Essa aprendizagem profunda funciona bem para mapear o comportamento do consumidor e, com isso, as lojas podem fazer uma abordagem mais personalizada.

O objetivo é extrair insights das interações daquela pessoa nas plataformas digitais. Com o emprego das redes neurais, o que levaria um longo tempo para ser processado, pode ser feito em alguns segundos.

Deep Learning

Esse é outro termo que ganha cada vez mais espaço nas discussões sobre tendências para o varejo online.

Deep learning é um tipo de machine learning. O foco dessas aplicações é o treinamento das máquinas para a interação com os seres humanos.

Para as plataformas de venda digitais, cresce o interesse pelos sistemas envolvendo reconhecimento de voz. Os especialistas acreditam que essa tecnologia deve evoluir rapidamente nos próximos anos.

A expectativa é que essa mudança altere bastante o ambiente online, até em função da importância que os sistemas de voz devem ganhar, por exemplo, nos serviços de busca e na interação com as marcas.

Confira aqui as principais tendências para o setor de e-commerce. Realizamos um evento em janeiro justamente para discutir as áreas que merecem atenção nos próximos meses!

Quais as vantagens para o e-commerce?

A adoção desses sistemas envolvendo aprendizado de máquina gera diversas vantagens para o e-commerce, mas podemos sintetizá-las num ponto: melhorar a experiência do usuário.

Esse é o desafio para quem pretende ter um negócio bem-sucedido. Integrar os universos on e off line, assegurando que o cliente possa escolher como quer comprar e se relacionar com a marca.

Website, mobile, marketplace, redes sociais ou mesmo aplicativos de mensagens. O objetivo é disponibilizar um ambiente amigável e seguro, independentemente do canal.

Para os gestores, essa integração também é fundamental. A possibilidade de resolver tudo numa única plataforma reduz as chances de erros. Além disso, otimiza o trabalho da equipe que pode dedicar-se à orientação estratégica do negócio

A evolução das plataformas de e-commerce tem sido acentuada nos últimos anos. Checkout inteligente, ferramentas mais robustas para análise dos dados, gestão personalizada, enfim, os gestores têm à disposição diversos recursos para tornar a operação mais eficiente.

Quando olhamos para o futuro dessa área, o que vemos é a adoção de soluções mais inteligentes, baseadas justamente nessa possibilidade de aprendizado das máquinas e na importância dos sistemas de inteligência artificial.

Aplicações de machine e deep learning estão moldando o futuro do e-commerce, mas as bases estão estabelecidas: valorizar a experiência do usuário, por meio de abordagens mais personalizadas. Esse deve ser o propósito dos negócios de sucesso!

Fonte: https://bit.ly/2XePoz0

Alternativa aos Correios: e-commerce precisa de novas soluções logísticas

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Está mais do que na hora do seu e-commerce buscar uma alternativa aos Correios.

As notícias que vem da estatal não são nada boas.

A mais recente delas aponta para uma redução drástica na rede de atendimento.

Para quem vende, significa maior chance de enfrentar problemas na entrega, gerando insatisfação no consumidor e todos os transtornos que vêm no pacote.

Neste artigo, vamos falar de novas soluções logísticas e apresentar boas razões para você considerá-las.

 

Por que você precisa de uma alternativa aos Correios

Mais de 500 agências dos Correios em todo o Brasil devem ser fechadas nos próximos meses, revela esta reportagem do Estadão.

A rede de atendimento deve ser reduzida muito em razão do prejuízo recorde registrado no ano passado, quando alcançou R$ 1 bilhão.

O tamanho do rombo foi tanto que o governo federal chegou a discutir a privatização da estatal – decisão que ficou para outro momento.

Em meio a esse turbilhão de notícias negativas, clientes dos Correios também foram atingidos.

A empresa pública conseguiu derrubar liminar da ABComm, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, validando o reajuste no valor do frete.

Ou seja, um serviço que já gera um alto número de queixas, fica ainda mais caro.

Entre vendedores e consumidores, é difícil achar quem esteja satisfeito com as soluções que os Correios oferecem.

Basta uma rápida visita ao portal Reclame Aqui para identificar motivos suficientes para buscar uma alternativa aos serviços da estatal.

  • Em 12 meses, a empresa recebeu 61.649 reclamações na plataforma Nenhuma queixa foi respondida aos seus consumidores/clientes
  • Atraso na entrega, qualidade do serviço prestado e demora na execução são os principais focos de insatisfação
  • Há também um alto número de registros relacionados a mau atendimento e até entregas realizadas em endereço errado
  • A nota dos Correios no Reclame Aqui é 1,26 em um total de 10 pontos possíveis
  • Sua reputação é classificada como “não recomendada”, o que é inferior até mesmo às empresas avaliadas como ruins.

Agora, cabe perguntar: você quer ter esse tipo de parceiro para o seu negócio e, de quebra, atrair um pouco dessa reputação negativa para ele?

 

Solução logística já existe

A crise nos Correios é grave, inegavelmente.

Mas mesmo que desconsideremos o cenário, se o serviço oferecido pela estatal fosse nota 10, ele ainda seria insuficiente para as pretensões do seu negócio.

Quer entender por quê? Veja só problemas comuns ao seu modelo logístico:

  • Sucesso da entrega depende de localizar o consumidor no endereço informado
  • Área na qual o destinatário mora precisa ser atendida pelo serviço
  • Se for um edifício, pode ser necessária autorização para que porteiro receba a encomenda
  • Para retirar objetos em agências, o horário de atendimento é restrito
  • Com frequência, consumidor precisa se sujeitar a extensas filas nos locais
  • O mesmo se repete em demandas de logística reversa, havendo necessidade de troca ou devolução de produtos.

Se você observar com atenção essa lista que acabamos de apresentar, vai perceber que muitos dos pontos falhos na logística não são restritos aos Correios.

Quando o seu e-commerce utiliza transportadoras para a entrega ou coleta de objetos, enfrenta desafios comuns.

A verdade é que a operação se torna onerosa para alcançar individualmente o endereço de cada consumidor.

Mas a boa notícia é que tudo isso já tem solução e ela é um tanto inovadora, ao menos por aqui.

 

Por que adotar pick up points

Fora do Brasil, o modelo de pick up points já vem sendo utilizado há alguns anos, e com altas taxas de sucesso.

Também chamado de pontos de retirada, ou click & collect, são locais físicos que funcionam como espaços para retirada e devolução de mercadorias adquiridas no comércio eletrônico, em uma experiência omnichannel.

Funciona assim:

  • O consumidor faz a compra em sua loja virtual
  • No checkout, escolhe para entrega a opção de retirada em ponto cadastrado
  • Ele, então, localiza o estabelecimento mais conveniente para o serviço
  • Dentro de um prazo, como sete dias úteis, ele comparece ao local para retirar a sua encomenda.

Como dá para ver, o processo é bastante simples.

O consumidor sai satisfeito por ter acesso à sua compra em dia e horário de sua preferência, pagando menos por isso.

O varejista economiza com custos logísticos, já que direciona as encomendas para um menor número de pontos.

Já o proprietário do estabelecimento físico vê o fluxo de pessoas aumentar na sua loja e, não raro, gera vendas adicionais no momento da entrega – o que pode acontecer em quase 70% das vezes, segundo este estudo, realizado pela IRI Worldwide.

Considerando demandas de logística reversa, há também uma economia importante, já que hoje o produto para troca ou devolução precisa ser coletado individualmente ou ser despachado pelos Correios.

É interessante observar ainda que, em alguns países onde os pick up points já estão presentes há mais tempo, como Estados Unidos, França e Inglaterra, essa já é a forma de entrega mais utilizada.

Outra pesquisa, realizada por Cybertill e divulgada pela Revista Forbes, apontou que 17% dos entrevistados sequer comprariam se não pudessem recorrer ao serviço.

 

Pontos de retirada são a melhor alternativa aos Correios

Acabamos de destacar os pontos de retirada como solução logística para o e-commerce ao redor do mundo.

É verdade que esse modelo está bastante consolidado no exterior, mas você já pode fazer uso dele para o seu varejo aqui no Brasil.

A Pegaki é a primeira e maior rede de pick up points do país, com mais de 100 locais ativos em São Paulo e no Rio de Janeiro e outros mil sendo preparados para entrar em operação.

Mais de R$ 1 milhão em produtos já foram entregues em pontos de retirada Pegaki.

Também mais da metade dos 3,5 mil pedidos recolhidos pelos consumidores foram retirados 24 horas após a compra – alguns em até 30 minutos.

E se você procura uma alternativa aos Correios, aqui vai mais um fato incontestável: o serviço tem média NPS de 4,8 (nota de 1 a 5 de satisfação dos clientes).

O que está esperando?

Fonte: https://goo.gl/JiXGxb

Comércio eletrônico deve faturar R$ 2,6 bilhões no Dia dos Namorados

postado em: Marketing Digital | 2

O comércio eletrônico espera faturar R$ 2,6 bilhões no Dia dos Namorados.

A expectativa é da ABComm, associação que representa o setor. De acordo com a entidade, esse montante é 10% superior ao movimentado na mesma data do ano passado. A previsão considera as vendas realizadas no período de 28 de maio até 11 de junho. Segundo o estudo, o número de pedidos realizados pela internet será de 8,24 milhões, com o tíquete médio de R$ 317.

As categorias mais procuradas para a data são as de moda, perfumes, cosméticos, informática e eletrônicos, indicando os setores que possuem maior possibilidade de aumentar o faturamento. Ainda segundo a ABComm, o sucesso dos marketplaces e as compras feitas por meio de smartphones, que já representam mais de 30% do total do e-commerce nacional, também devem contribuir para o resultado positivo.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, seguindo as demais datas sazonais, que vem apresentando resultados positivos no ano, o Dia dos Namorados deve também seguir no mesmo caminho. “Sendo uma data de tradicional relevância, as lojas devem preparar ações, ofertas e condições melhores para os consumidores”, afirma.

Quem também espera aumentar o seu faturamento na data é a floricultura online Giuliana Flores. De acordo com a empresa, a expectativa para este ano é um crescimento de 30% nos pedidos em relação ao ano anterior, totalizando cerca de 15 mil entregas apenas na semana da data comemorativa. “O Dia dos Namorados, hoje, representa 60% do nosso faturamento mensal de maio e 5% do anual”, ressalta Clovis Souza, fundador da Giuliana Flores.

De acordo com o empresário, os produtos mais procurados pelos consumidores nessa época são os buquês e arranjos de rosas vermelhas e a Rosa Encantada, que possui durabilidade de até 3 anos, além de chocolates e pelúcias como complemento para as flores. Para atender à demanda, a varejista contará com mais de 500 parceiros que irão garantir as entregas por todo o Brasil, além de algumas transportadoras extras em São Paulo para o período. “Junto com as parcerias estratégicas que fechamos, hoje contamos, também, com 16 lojas físicas por toda a Grande São Paulo”, complementa Souza.

Fonte: https://goo.gl/jKRWzR

Mobile Commerce: como atrair mais clientes para sua “loja de bolso”

postado em: Marketing Digital | 1

O universo do varejo é um universo em constante movimento. A entrada e saída de pessoas movimentam as vendas e o fluxo de caixa das lojas Mobile Commerce. Comércio é, por definição, movimento. Não estranhe, portanto, que a última fronteira do comércio eletrônico, aquele cujas compras se realizam pela internet, seja um dispositivo “móvel”: a tendência, agora, é comprar em movimento.

A consolidação do mobile commerce ou simplesmente m-commerce se explica pela popularização dos smartphones e tablets bem como o acesso facilitado à internet pelas redes 3G e 4G, que abriram caminho para os consumidores fecharem suas compras com apenas alguns toques. Os números mostram uma tendência que veio para ficar: cada vez mais as compras à distância devem ser feitas por dispositivos móveis.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), 31% das vendas online já são realizadas por meio de um aparelho mobile. Além disso, esse tipo de dispositivo também responde por quase toda a influência que o mundo online exerce sobre as compras offline – ainda segundo a Associação, 26% das vendas do varejo físico se devem à divulgação no meio digital.

Um levantamento realizado pelo Cuponomia, site que reúne cupons de desconto de players do comércio eletrônico, já alertava sobre a penetração do mobile no e-commerce ainda em 2016, quando atestou o crescimento de 170% no acesso a lojas virtuais por esse meio. Em comparação, os acessos por computador/desktop cresciam em ritmo muito mais lento, de aproximadamente 50%. Conforme a análise do Cuponomia, a otimização dos sites de e-commerce e a praticidade contribuíram para o salto no número de compras realizadas via smartphone.

A tendência de crescimento do m-commerce, no entanto, não é motivo para acomodação dos lojistas. Pelo contrário: nesse novo ambiente de disputa, vale a mesma regra que vigora para o varejo físico e as lojas virtuais tradicionais: vende mais quem oferece a melhor experiência de compra. Se com o fenômeno da transformação digital as lojas trabalharam para migrar suas operações para o e-commerce, o desafio agora é adaptar as vitrines à telinha do mobile.

Daí a preocupação com a conveniência do formato, que exige um layout amigável e uma navegabilidade que permita visualizar todas opções de compra sem maiores distrações. A ideia é trazer comandos fáceis e ágeis para que o usuário realize a compra em poucos toques, afinal esse público não dispõe da mesma paciência que aquele que comanda os movimentos com a agilidade e a precisão do cursor de um mouse. Deslizar os dedos pela tela para ampliar a imagem e a descrição de produtos não é tarefa das mais gratas.

Outra etapa do processo de compra a ser facilitada, e que requer atenção especial do lojista para evitar os transtornos com os “carrinhos abandonados”, é o checkout – isto é, o fechamento efetivo da compra. Na hora de fazer o pagamento, o usuário só precisa de um processo intuitivo e sem muitas complicações.

Até o final deste ano, quando e-commerce deve registrar um aumento de 15% em suas vendas totais, a ABComm projeta que metade dos acessos serão feitos por meio de aparelhos móveis. Não há dúvidas de que muita gente vai trafegar pelas lojas virtuais com apenas alguns toques, mas somente a disposição dos lojistas para adaptar-se à nova tecnologia é que fará do mobile mais do que um mero canal de pesquisas de preços, transformando-o numa verdadeira loja de bolso.

Fonte: https://goo.gl/yxD8fk

Greve dos caminhoneiros já afeta e-commerce

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A greve dos caminhoneiros, iniciada na última segunda-feira (21) já afeta as vendas do e-commerce brasileiro.

Diante deste quadro, a Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, reduziu em 7,4 pontos percentuais – de 20,7% para 13,3% a expectativa de crescimento para o setor no mês de maio na comparação ante ao mesmo período do ano passado, que foi de R$3,79 bilhões.

A expectativa inicial era de um faturamento de R$4,58 bilhões, que foi reduzida R$4,30 bilhões uma perda estimada de R$280 milhões. Para o número de pedidos, a projeção passou de 9,2% (9,9 milhões) para 5,6% (9,57 milhões) de crescimento.

De acordo com André Dias, diretor executivo da Ebit, as vendas diárias nos últimos dias foram, em média, 20% menores do que o esperado pelo setor. “O consumidor está com receio de comprar no comércio eletrônico porque uma situação como essa de greve gera incerteza com relação a entrega do produto”, afirma.

Dias explica que maio era considerado um mês chave pelos varejistas. Além do Dia das Mães, que registrou faturamento de R$2,11 bilhões, alta de 12%, uma das principais datas do calendário anual do setor, as vendas de eletrônicos, em especial de TVs, estavam em crescimento por conta da proximidade da Copa do Mundo. “As vendas de eletrônicos e de eletrodomésticos são as que mais perderam share desde o início da greve”, explica.

Fonte: https://goo.gl/jxaFGE

Afinal, você sabe o que é confidencialidade?

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Se há um benefício na vida profissional de um consultor que reconheço é a chance de observar várias realidades corporativas distribuídas por distintos segmentos, portes e culturas organizacionais. Em particular, sempre tentei aproveitar estas situações e conhecer melhor as particularidades – algumas vezes muito distantes e, ao mesmo tempo, interessantes – das minhas experiências. Lógico que também escuto mazelas, sejam sobre a estruturas da organização, contextos de mercado ou ainda, relações pessoais.

Mas uma delas sempre me impressionou pela reincidência com que escutei. Independentemente, do porte, segmento ou cultura, sempre ouço a retórica dita: “aqui, nós nos comunicamos mal”. O que, depois de algum tempo, me levou a perceber que não se tratava de uma particularidade da empresa A ou B, mas, sim, de uma das fragilidades humanas apenas potencializada e disseminada dentro do ambiente corporativo. Interesses particulares, falta de governança ou desorientação são algumas das possíveis causas deste mal que parece constante às corporações em quaisquer de seus níveis estruturais.

Muitos bons autores e teóricos já discorreram pensamentos muito bem estruturados e interessantes sobre as falhas da comunicação corporativa. A mim, chama especial atenção a miopia causada por uma das propriedades essenciais da segurança da informação que percebo mal aplicada, não raramente, pelos níveis mais altos da hierarquia das organizações: a confidencialidade.

Segundo definição encontrada na Wikipédia, confidencialidade é a propriedade da informação pela que não estará disponível ou divulgada a indivíduos, entidades ou processos sem autorização. O site ainda complementa que a confidencialidade foi definida pela Organização Internacional de Normalização (ISO) na norma ISO/IEC 17799 como “a garantia que a informação seja acessível apenas àqueles autorizados a ter acesso[1]”.

Creio que vale a pena reler a última frase do parágrafo acima, pois é onde parece residir, na má interpretação desta, a essência da questão. Confidencialidade é, por conceito, a necessidade de que as informações corretas cheguem às pessoas certas. A dificuldade parecer estar, então, em conseguir conectar corretamente estes dois grupos. E, diante do medo de errar, não raro se percebe confundirem a confidencialidade com a supressão da informação que, na prática, significa a retenção das informações muitas vezes essenciais para a fluência dos processos organizacionais.

Para ilustrar a questão, pense no caso de um alto gerente que não consegue dirimir qual a informação que deve estar restrita ao nível estratégico da organização daquela necessária para seus comandados diretos. Se, no primeiro caso, incorre no risco de deixar vazar informações que deveriam ser restritas – por exemplo, investimentos a serem feitos ou diminuição de equipes – no outro, onde as informações deveriam estar, mas não estão acessíveis à equipe, pode-se ter paralisia nos processos operacionais acarretando no curto prazo em retrabalhos, desgastes e ineficácia. No médio prazo, esta dificuldade pode ainda trazer perda da credibilidade e confiança da equipe perante este nosso gerente.

Para minimizar estes riscos e buscar tratar a confidencialidade de melhor forma na sua organização, é recomendado observar bem estes três cuidados fundamentais:

1 – Desenvolva e divulgue a política de classificação das informações: o conhecimento disseminado desta política é essencial para o entender como classificar e tratar cada tipo de informação

2 – Garanta a aplicação desta política: uma vez conhecido o modelo desta classificação, o grande desafio é fazer com que suas orientações sejam adotadas como regras em toda troca de informações, sejam em sistemas, e-mails ou quaisquer outras comunicações

3 – Maturidade e bom senso: não raro determinadas informações ficam em ponto limiar entre um nível de classificação ou outro, como, por exemplo, “uso interno” ou “pública”, demandando capacidade de antevisão do seu responsável quanto aos possíveis desdobramentos na forma em que se optar por tratá-las.

É verdade que não é um conceito simples de aplicar, especialmente, para um gerente de projetos de TI e ainda mais para gerentes de projetos de segurança, pois o rigor e cobrança por precisão crescem constantemente e, por isso, são necessários cuidados redobrados. A vida em sociedade se encarrega constantemente de nos ensinar quanto às consequências de não “filtrar” corretamente as informações certas para as pessoas certas. No entanto, é este mesmo bom senso, somado a competência que se pressupõe dos profissionais que alçaram as posições mais altas na hierarquia das corporações, que deve sustentar a correta distribuição da informação para permitir fluir as operações de suas empresas com a devida segurança e agilidade.

Pode contar isto para todo mundo!

Fonte: https://goo.gl/D7y5Nd