Nova Automação do RD Station Marketing vai multiplicar seus resultados

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Automatize seu funil de vendas, guie seus Leads até a compra em menos tempo e analise os resultados

Personalização e automação são palavras que profissionais de Marketing e Vendas entendem bem. Além disso, sabem a diferença que significam em uma estratégia. Nós, da Resultados Digitais, também! E é por isso que estamos constantemente mudando e evoluindo os recursos da Automação, para que nossos clientes do RD Station Marketing possam extrair o máximo de resultados do Marketing Digital.

Se você já é nosso cliente ou trabalha com Marketing, provavelmente sabe que com dados específicos dos seus Leads é possível construir experiências personalizadas que ajudam a acelerar o tempo até a compra. Mas fazer isso manualmente não é viável quando uma empresa gera muitos Leads — e é isso que todos querem, né?!

Gerenciar sua base de Leads manualmente também não é uma tarefa fácil. Principalmente, quando se está gerando um grande volume de contatos de forma recorrente. Por isso, há algum tempo, estamos ouvindo nossos clientes para entender quais funcionalidades são fundamentais para criação e gestão de Fluxos de Automação com mais inteligência, menos esforço e em menos tempo.

Neste post, você confere as últimas novidades. E vem muito mais por aí!

O que há na nova Automação de Marketing?

Neste ano, transformamos dois tipos de fluxo em um só para simplificar a construção de jornadas e, além disso, lançamos uma série de novos recursos que facilitam a criação, edição e análise.

Vá além do Olá, *|PRIMEIRO-NOME|*

Não adianta mais só chamar o Lead pelo nome: é preciso criar experiências únicas. Para que você possa montar Fluxos de Nutrição simples ou robustos, transformamos os dois tipos de Fluxo em um só. E, agora, com muito mais possibilidades.

Você pode personalizar facilmente a jornada de compras ao adicionar ou remover automaticamente os Leads entre todos os Fluxos de Nutrição. E ainda escolhe quando isso deve acontecer!  Por exemplo, se o Lead realizar alguma conversão, mudar o estágio para Oportunidade, clicar em um email do fluxo e por aí vai.

E para criar uma Automação você não precisa definir uma condição de entrada, o que dá muito mais liberdade para conectar todas as etapas dos seus fluxos.

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Arraste e solte condições de adição ou remoção de Leads para criar jornadas de compras

Com mais possibilidades de montar os caminhos dos Leads, sua automação de emails gera maior engajamento, o que significa mais conversões para a sua empresa. E, claro, menos tempo perdido com tarefas repetitivas.

Analise para entender e otimizar seus resultados

Saber somente a performance dos emails dos seus fluxos não basta para entender se os seus fluxos são eficazes. Por isso, agora, além de poder comparar as interações dos Leads com seus emails, você sabe a performance dos fluxos ao longo do tempo.

Com as novas funcionalidades, você pode:

1) Provar ROI de acordo com o objetivo de cada fluxo

Você acompanha em gráficos quantos Leads Qualificados, Oportunidades e Vendas foram geradas em Fluxos de Automação ao longo do tempo para otimizar resultados e provar ROI.

Exemplo: número de Oportunidades geradas ou Trials realizados no Fluxo de Decisão de Compra no mês.

2) Analisar a performance por período

Sabendo com quais emails seus Leads mais interagem, você pode melhorar a comunicação continuamente. E, como sabe em qual etapa do Fluxo a maioria dos Leads se qualifica, pode otimizar seus Fluxos de Nutrição. Ou seja, diminuindo ou aumentando o número de emails, testando caminhos novos, mudando os materiais ricos, etc.

Exemplo: número de Leads que clicaram no email de Case de Sucesso do Fluxo de Consideração da Solução do mês passado.

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Fonte: https://bit.ly/2kUht1e

10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%

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o-que-e-landing-page-para-que-serve-porque-voce-precisa-de-uma-o-que-e1 10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%

Saiba como empresas alcançaram taxas de conversão acima da média com páginas criativas e interessantes para clientes em potencial

Falamos muito aqui no blog sobre a importância de seguir boas práticas para criar Landing Pages que convertem.

Nesta equação, entram características como bons títulos e descrições, imagens que chamem a atenção, um formulário com o número de campos adequado, entre outras.

São muitos elementos e é possível que você já tenha se sentido perdido no meio de tanta teoria!

Pensando nisso, selecionamos 10 exemplos práticos de empresas que alcançaram taxas de conversão acima de 31% (um índice considerado excelente) com suas páginas.

Todos os exemplos são de clientes da Resultados Digitais que criaram páginas utilizando o RD Station Marketing e tiveram mais de 300 visitas únicas. Elas estão organizadas em ordem crescente de conversão. Basta clicar em no links para acessar a Landing Pages e vê-las com mais detalhes.

Combinado? Então, vamos lá, veja os exemplos de Landing Pages que separamos!

1. Algodão Cru (31%)

pasted-image-0 10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%

Vamos começar com uma Landing Page da Algodão Cru. Eles conseguiram o feito de se destacar em meio à enxurrada de ofertas que antecedem a Black Friday perguntando aos usuários qual curso de costura disponível no blog de moda deveria entrar em promoção. De cada 10 pessoas que visitaram a página, três completaram a pesquisa 

Duas táticas contribuíram para o sucesso da campanha. A primeira foi a escolha a dedo do público que receberia a oferta: apenas quem já havia comprado anteriormente e se interessou pelo produto nos últimos 90 dias, mas não o adquiriu.

mensagem também foi fator decisivo para o desempenho da página. Com a intenção de saber a opinião do usuário sobre qual curso ele gostaria de ver na Black Friday, a pesquisa engajou a audiência.

2. Quanto Sobra (44%)

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Vídeos vieram para ficar, inclusive nas Landing Pages! A Quanto Sobra, que oferece um sistema de gestão online, investiu no formato para explicar passo a passo como usar a Planilha de Cadastro de Clientes e Fornecedores – desenvolvida pela empresa e acessada por meio de uma Landing Page. O macete explica em parte o sucesso da LP, cuja taxa de conversão foi de 44,1%!

O mais interessante é que a planilha é umas das funcionalidades do produto da Quanto Sobra. Logo, deixa para o usuário um gostinho de “quero mais” e funciona como uma oferta fundo de funil.

3. Associação Evangelizar é Preciso (46%)

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Associação Evangelizar é Preciso teve um ótimo senso de oportunidade ao criar a Landing Page Pedidos de oração.

A ideia foi criar uma página com pouco texto e sem imagens. Primeiro, para que as pessoas se concentrassem em preencher o formulário. Segundo, por saber da existência de um público grande no interior do Brasil, que acessa pelo celular com conexão de baixa velocidade.

A Landing Page foi divulgada na plataforma de atendimento automático do WhatsApp, colocando a opção “pedido de oração” no menu do bot. Não foi usada mídia na paga na divulgação da página que, mesmo assim, obteve 46% de conversão. Mais um exemplo de como conhecer o seu público é essencial!

4. EVO (57%)

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A EVO oferece softwares de gestão que possibilitam a visão sistêmica em academias, estúdios ou boxes. Nessa Landing Page, eles apostaram no conjunto visual + copy para gerar ainda mais conversões.

O resultado foi incrivelmente assertivo: mais de 57% de conversões conquistadas com a divulgação do material através de email, redes sociais e mídias pagas.

O uso de cores complementares ou combinações que proporcionam uma experiência visual agradável ao visitante favorecem a estadia e a absorção do conteúdo. Além disso, a aplicação de botões interativos na LP – que quando clicados redirecionam para o formulário – também mostram ao usuário qual é o objetivo final esperado para aquela página.

5. Crescimentum (63,4%)

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A Crescimentum oferece treinamentos in company totalmente customizados para atender as necessidades de cada organização. Para divulgar o evento presencial “Manhã com RH”, a empresa utilizou uma combinação de diversos recursos – como imagens, ícones, tópicos e textos explicativos – para conseguir convencer seus visitantes. Obteve, assim, uma taxa de 63,4% de conversões.

Diferentemente de materiais com conteúdo online, um evento presencial demanda maior interesse para gerar inscrições. A Crescimentum, sabendo disso, disponibilizou em sua Landing Page argumentos de convencimento aliados a um conjunto de informações que tornaram a página um sucesso.

Nem sempre menos é mais. Saiba o que é importante para seu público e deixe à disposição na Landing Page o necessário para que seu cliente sinta necessidade de converter no formulário – ainda que o necessário seja uma quantidade maior de dados e copy!

6. Medcel (65%)

medcel 10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%

Com o objetivo de aquecer e enriquecer a base de Leads, a Medcel tratou de divulgar o novo material que tinha em mãos: um miniguia com opções de tratamentos para as principais infecções, principalmente via email.

Para incentivar os visitantes a baixarem o conteúdo, a empresa, que oferece cursos preparatórios online para residência médica utilizou o formulário inteligente na LP. A funcionalidade do RD Station Marketing permite perguntar apenas as informações que você ainda não sabe sobre o Lead, reduzindo o atrito na conversão.

taxa de conversão da Landing Page foi de 65%.

7. SIGA Pregão (73%)

pregao 10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%

No lugar de uma oferta técnica ou funcional, a estratégia de marketing do SIGA Pregão, ferramenta voltada para licitações, é realizar ofertas gratuitas relacionadas a valores como impacto social, mudança de vida e impacto emocional.

Para a criação da Landing Page do eBook Como criar um MEI, a empresa recorreu à experiência obtida na criação de outras páginas, usando os modelos disponíveis no RD Station Marketing. A escolha dos elementos e cores foi bem pensada: a página tem cadastro em dois passos, botão de CTA contrastando com a cor de fundo e formulário inteligente.

8. Etalent e Thiago Concer (80,3%)

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A Etalent é uma empresa de tecnologia especializada na Gestão do Comportamento. Para a divulgação do seu material de análise comportamental completa, eles mostraram que a união faz a força e obtiveram uma taxa de conversão de incríveis 80,3%!

Para garantir força na transmissão da mensagem, a página – que já contava com co-marketing com um dos maiores especialistas em vendas do Brasil – também utilizou uma estratégia de divulgação pouco lembrada por algumas pessoas: a indicação offline.

Durante cursos da “Orgulho de Ser Vendedor”, a página era divulgada pelos professores. O vínculo criado entre professor e aluno geralmente tende a ser de maior confiança. Logo, os alunos já entravam na página mais propensos a se cadastrarem.

A estratégia de trazer empresas parceiras para uma ação de co-marketing também tende a ter resultados bem positivos para a sua LP. Afinal, amplia o poder de alcance da mesma quando se tem duas marcas trabalhando sua divulgação. É importante garantir, no entanto, que os públicos atingidos sejam similares.

9. Oh la la, Dani (84%)

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O blog Oh la la, Dani oferece dicas de viagem e gastronomia, sempre associadas à língua francesa, para seus seguidores. Um de seus materiais, o planner de viagem, decolou e gerou 84% de conversões com uma Landing Page quase inteiramente feita de imagens.

A escolha de inserir grande parte das informações no formato de imagem colaborou para deixar o material ainda mais atrativo – já colocando o usuário no clima do conteúdo que está sendo oferecido.

Se quiser surfar essa mesma onda, lembre-se: insira imagens leves e que serão carregadas mais rapidamente. Só não deixe que elas sejam o ponto central da sua página e garanta que o usuário entenda que a ação principal é preencher o formulário de conversão – assim como o blog da Dani fez!

10. Silhouette (96%)

silhouette 10 exemplos de Landing Pages com taxa de conversão acima de 31%

Por fim, vale ressaltar que fazer uma oferta digital é uma escolha comum entre quem investe em Marketing Digital. Planilhas, eBooks, templates… Certamente, você já encontrou algum desses formatos por aí.

Porém, exemplos como o da Silhouette Brasil demonstram porquê devemos ir além!

A empresa de produtos para artesanato resolveu inovar com uma oferta de grande interesse do seu público-alvo: um arquivo digital de uma caixinha que poderia ser impressa, montada e usada para finalidades diversas.

Na hora de montar a LP, utilizou títulos claros e objetivos, além de uma imagem de como o produto ficaria após a montagem. Já o formulário leva apenas quatro campos, com perguntas voltadas ao nicho em que o público está inserido.

taxa de conversão obtida foi impressionante: incríveis 96%! E tem mais: apesar da alta taxa de conversão, a página foi divulgada somente de forma orgânica, em canais como Facebook e Instagram.

Fonte: https://bit.ly/2FztJ0T

Notícias da Semana: Google revela as perguntas que você deve fazer para avaliar seu conteúdo

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Google-revela-as-perguntas-de-brasileiros-mais-feitas-para-o-buscador-1130x5801 Notícias da Semana: Google revela as perguntas que você deve fazer para avaliar seu conteúdo

Mais uma vez, a empresa dá dicas sobre o que seus algoritmos levam em consideração para ranquear as páginas da internet

O post de hoje é sobre autoconhecimento. Mais especificamente, sobre o quanto você conhece a respeito do seu próprio conteúdo. Ainda mais especificamente, sobre o que a sua empresa oferece para o mundo através dos seus canais, sites e redes sociais. Sim, porque sabemos que você é uma pessoa de muito conteúdo.

O bom é que você vai perceber que são perguntas bem relevantes, que ajudarão a mostrar se o seu blog tem o que é preciso para agradar os leitores. Ok, os critérios são do Google, mas a empresa já mostrou que tem muito apreço por textos escritos para humanos – e não para os seus robôs.

Também vale lembrar que, em breve, será difícil diferenciar humanos e robôs. Inclusive, recentemente, falamos aqui no giro semanal sobre uma vitória histórica no pôquer de uma inteligência artificial sobre grandes campeões do carteado. Se serve de consolo, algumas pessoas defendem que vivemos numa simulação de computador.

Enquanto não sabemos a verdade definitiva, e até mesmo para nos prepararmos para o domínio das máquinas, vale a pena ficar informado sobre as novidades de tecnologia e marketing digital. Assine a nossa newsletter para receber, toda sexta-feira, o melhor do nosso conteúdo! Sim, a gente fez as perguntas do Google, que virão a seguir.

As 20 perguntas do Google para você analisar o seu site

De tempos em tempos, o Google resolve dar dicas de como seu algoritmo funciona. Nunca é algo muito direto, embora historicamente os profissionais de SEO saibam quais fatores de ranqueamento importam mais. Nesta semana, um post no blog da empresa voltado para webmasters trouxe novas orientações sob o formato de perguntas.

Perguntas que, no caso, você deve fazer a si mesmo. São 20 questionamentos para que você avalie seu próprio conteúdo. Mas, não se preocupe: não é nada que leve a uma crise existencial! A ideia é usá-las paralelamente às orientações tradicionais para que seu site seja melhor avaliado pelos algoritmos.

O post do Google fala, principalmente, com gestores de páginas que estão preocupados com quedas nas páginas de resultados. Ele explica que isso pode ocorrer devido a uma gama de fatores e, também, que nada é definitivo. As tais 20 perguntas serviriam para que o webmaster avalie o que pode estar errado.

Os questionamentos sobre o conteúdo foram divididos em 4 tipos. Veja todas elas a seguir:

Perguntas sobre o conteúdo e a qualidade

  • O conteúdo mostra informações, relatos, pesquisas ou análises originais?
  • Ele inclui uma descrição significativa, completa ou abrangente do assunto?
  • O material apresenta análises relevantes ou informações interessantes e originais?
  • Quando o conteúdo é baseado em outras fontes, você evita simplesmente copiar ou reescrever e adiciona valor e originalidade ao material?
  • O cabeçalho e/ou o título da página exibem um resumo descritivo e útil do conteúdo?
  • Você evita o uso de termos exagerados ou chocantes no cabeçalho e/ou título da página?
  • Esse é o tipo de página que você adicionaria aos favoritos, compartilharia com um amigo ou recomendaria a alguém?
  • Você esperaria ver esse conteúdo em uma revista, enciclopédia ou livro impresso?

Perguntas sobre o nível de especialização

  • O conteúdo apresenta as informações de maneira confiável, com indicação clara da fonte, evidências do uso de conhecimento especializado e dados sobre o autor ou site da publicação (como links para uma página de apresentação)?
  • Se você fizesse uma pesquisa sobre o site que produz o conteúdo, ficaria com a impressão de que ele é confiável ou amplamente reconhecido como uma autoridade no assunto?
  • O material é escrito por um especialista ou entusiasta que comprovadamente conhece bem o tema?
  • O conteúdo tem erros factuais que podem ser facilmente verificados?
  • Você confiaria neste conteúdo quanto a questões relacionadas às suas finanças ou sua vida?

Perguntas sobre apresentação e produção

  • Há problemas de ortografia ou estilo?
  • O conteúdo foi bem produzido ou parece ter sido feito às pressas ou com pouco cuidado?
  • O conteúdo é produzido em massa ou de maneira terceirizada por muitos criadores? Ele está espalhado por uma grande rede de sites? Esses fatores costumam fazer com que a produção de páginas e sites específicos seja menos cuidadosa.
  • A página tem uma quantidade excessiva de anúncios que distraem o usuário ou interferem no conteúdo principal?
  • O material é exibido corretamente em dispositivos móveis?

Perguntas comparativas

  • O conteúdo oferece um valor significativo quando comparado a outras páginas nos resultados da pesquisa?
  • O conteúdo atende aos interesses dos visitantes do site, ou parece que o material só foi feito com o objetivo de melhorar a classificação da página nos mecanismos de pesquisa?

Bom, depois de todas essas perguntas do Google, só nos resta fazer uma avaliação profunda de nossos conteúdos. Não esqueça de visitar o post original, que tem umas indicações espertas de leitura sobre SEO.

Fonte: https://bit.ly/2kWTEG3

12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

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Ao estudar esses escritores e suas principais obras, você consegue dar um passo na carreira para chegar mais perto de onde eles chegaram

Este não é um post com dicas para fazer marketing. Aqui não falaremos da importância do marketing para as empresas. Também não escreveremos nenhum passo a passo, nem oferecer tutoriais. A proposta é ensinar por meio de uma outra ótica: aprendendo com os melhores, com os autores de marketing mais lidos na história recente.

Quem trabalha com marketing vai reconhecer alguns dos nomes que citaremos no texto. Todas as obras que selecionamos aqui foram escritas pelas maiores feras de suas áreas. Eles não são necessariamente profissionais de marketing por formação. O que os une é a maneira como seus trabalhos impactaram o mundo do marketing, deixando verdadeiras lições para quem atua na área.

E o sucesso que fizeram não foi em vão: escolhemos 12 livros que se tornaram referências no mercado quando o assunto é divulgar uma marca, conquistar o público-alvo e criar relacionamento com os clientes.

Sem mais delongas, confira nossa seleção dos autores de marketing mais lidos nos últimos tempos e suas principais obras.

1. Gary Vaynerchuk

Gary-Vaynerchuk 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Gary Vaynerchuk é uma lenda das redes sociais, com milhões de seguidores no Twitter e no YouTube.

Ele se destaca por seu trabalho mesmo em um mundo no qual se tem informação demais e tempo de menos para conquistar a atenção do público.

:: Confirmado: Gary Vaynerchuk vem ao Brasil para o RD Summit 2019

Em Nocaute, Vaynerchuk compartilha seus conselhos sobre como se relacionar com seu cliente e vencer a competição na era das redes sociais.

Sua obra e seu trabalho em geral são cases de sucesso para empresas que querem se firmar no louco e cruel mundo das redes sociais.

2. Seth Godin

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Seth Godin é autor de 18 livros bestsellers, que foram traduzidos para mais de 35 idiomas. Seu blog é um dos mais populares do mundo!

Dentre os títulos publicados, citamos uma grande obra, chamada Marketing de Permissão, no qual fala justamente sobre conceitos-chave para quem quer fazer marketing voltado a um consumidor que não é mais o mesmo.

3. Marc Benioff

Marc-Benioff 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Para quem não o conhece, Marc Benioff é “apenas” considerado o pai das indústrias de software como serviço e de computação na nuvem.

Em sua grande obra, Behind the Cloud, Benioff conta como tirou do papel um conceito poderoso e se diferenciou dos seus competidores criando o armazenamento em nuvem.

Para quem precisa fazer marketing inovador, não tem inspiração melhor.

4. Philip Kotler

Philip-Kotler 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Com um extenso currículo, incluindo dois pós-doutorados, Kotler se tornou professor universitário em 1962.

Em 1967, publicou o que os profissionais consideram hoje a bíblia do marketing: o livro Administração de Marketing.

Desde 1988, o americano é titular da cadeira de Marketing Internacional na Universidade de Northwestern.

Nesse ínterim, publicou outros livros, dentre eles um bastante lido, Marketing 3.0, recheado de opiniões não convencionais sobre o futuro da área.

5. Al Ries e Jack Trout

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Al Ries e Jack Trout formam uma dupla essencial para quem quer aprender com os melhores autores de marketing.

E como as leis são feitas para serem cumpridas, não dá para deixar de fora As 22 consagradas leis do marketing, livro que escreveram em conjunto.

É a melhor compilação dos mandamentos do profissional de marketing atual.

6. Joe Pulizzi

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Joe Pulizzi é empreendedor, palestrante, autor, podcaster e fundador de várias startups, incluindo o Content Marketing Institute (CMI).

Ele é um dos autores de marketing mais reconhecidos, já tendo vários livros publicados. Um que ressaltamos é o Marketing de Conteúdo Épico, no qual fala sobre a importância de criar conteúdos relevantes para seus clientes e de como contar histórias que vão informar, entreter e provocar o seu público.

7. Chip Heath e Dan Heath

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Talvez o gene do marketing de sucesso seja de família. Ou pelo menos é nisso que dá para acreditar lendo a obra da dupla de irmãos Chip e Dan Heath.

Os dois são coautores de um dos sucessos absolutos do marketing recente: Ideias que colam.

Como professores e profissionais renomados da área, eles conseguiram criar uma obra definitiva. Ideias que colam é bestseller porque ensina a desenvolver ideias convincentes, duradouras e que ficam grudadas na mente das pessoas.

8. Chris Voss

Chris-Voss 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Um bom profissional de marketing também sabe negociar. Por isso, não deixamos de lado um autor muito lido, mas que não é exatamente da área: Chris Voss.

Ele é famoso pelas lições que dá sobre a arte de negociar. E não é para menos: até pelo FBI Voss já passou ao longo da carreira.

No livro Never Split The Difference ele compartilha tudo o que aprendeu e revela quais são as principais habilidades necessárias para que você se torne um ótimo negociador.

9. Adele Revella

Adele-Revella 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Se você já sabe a importância de identificar seu cliente real e de trabalhar duro para conquistá-lo, Adele Revella pode ajudá-lo a aprender ainda mais sobre o assunto.

Para ter uma ideia de como é referência no assunto, a autora preside o famoso Buyer Persona Institute e até o perfil dela no Twitter é @buyerpersona (e vale muito segui-la)!

O livro Buyer Personas, principal título de sua carreira, trata justamente de como entender a fundo o seu cliente e fazer a coisa certa para agradá-lo.

10. Fred Reichheld

Fred-Reichheld 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Fred Reichheld é palestrante e estrategista de negócios, mais conhecido por suas pesquisas e artigos sobre lealdade como modelo de negócios e marketing de lealdade.

Você já deve ter ouvido falar no sistema de gestão NPS, não é? É criação dele, que também é consultor na famosa Bain & Company.

Seu livro mais lido é justamente aquele no qual ele explica sobre seu sistema, chamado A Pergunta Definitiva 2.0.

11. Jonah Berger

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Se você não conhece esse autor ainda, recomendamos!

Jonah Berger é Ph.D. em marketing pela Universidade de Stanford, palestrante popular em grandes conferências e eventos e frequentemente dá consultoria para grandes empresas.

Um livro muito lido do autor se chama Contágio. Nele você pode aprender técnicas para gerar buzz, focadas em negócios com poucos recursos financeiros.

12. Avinash Kaushik

avinash_kaushik 12 autores de marketing que você precisa conhecer (e ler!)

Autor de não, mas de dois (!) best sellers sobre análise de dados de marketing (Web Analytics 2.0 e Web Analytics: An Hour A Day) e um dos maiores evangelistas de Marketing Digital do mundo (Google).

Fonte: https://bit.ly/2Km04Zb

SMarketing: o alinhamento total entre Marketing e Vendas

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Existem integrações e ferramentas que fazem a sua empresa a chegar ao SMarketing, trazendo mais resultados com Marketing e Vendas trabalhando juntos

Você já deve ter lido a respeito ou ouvido falar de SMarketing. Pode ser que tenha encarado como um erro de pronúncia ou de digitação. No entanto, o termo é esse mesmo, uma aglutinação das palavras Sales e Marketing. Se tivessem me perguntado, eu teria sugerido Markales, conferindo um maior equilíbrio entre as áreas de Vendas e Marketing.

Ninguém me perguntou, porém, e o termo pegou — o que prova, mais uma vez, que eu estou errado. E SMarketing, apesar da grafia privilegiar os marqueteiros, é justamente o estágio em que os dois setores trabalham em harmonia dentro de uma empresa. “Pfff, isso é impossível!”, você pode responder, caso tenha a perdido a fé — o que é compreensível.

Para reverter esse sentimento, que é bem comum no mercado, publicamos este post. A ideia é que, após terminar a leitura, você deixe de encarar o SMarketing como um ente imaginário e trabalhe para chegar lá!

SMarketing: muito mais que uma sigla esquisita

Bom, como dissemos acima, apesar da sigla puxar a sardinha mais para um lado, SMarketing é quando Vendas (o S vem de Sales, em inglês e português empresarial) e Marketing atuam de forma alinhada. Ou seja, ambas as áreas precisam estar igualmente engajadas para atingirmos esse estágio.

É muito comum, contudo, que vendedores e profissionais de Marketing tenham restrições uns em relação aos outros. Isso é particularmente verdadeiro em meses em que as metas não são atingidas, na definição do que é um Lead qualificado e quando os times se enfrentam em disputas esportivas do torneio interno da empresa.

“Mas como eu chego nesse negócio de SMarketing? Não é mais fácil todo mundo se unir e culpar o time de pré-vendas, que fica no meio-campo, quando as coisas dão errado?” Sim, é de fato mais fácil fazer isso, mas não vai levar a nada. Vale mais a pena ter um trabalhinho e construir o SLA entre as áreas.

SLA entre Marketing e Vendas: fundamental para o SMarketing

SLA? Sim, mais uma sigla, para Service Level Agreement (ou, em português não-empresarial, Acordo de Nível de Serviço). Pode ser feito entre quaisquer áreas de uma empresa, porém o mais comum é o SLA entre Marketing e Vendas.

Em resumo, é um contrato que define responsabilidades e expectativas de cada time, principalmente sobre quantidade e qualidade dos Leads passados de Marketing para Vendas. O SLA aborda, também, os passos dos vendedores no follow-up desses Leads.

Ele pode conter, ainda, as metas de cada uma das áreas, evitando o desalinhamento de expectativas. É primordial, aliás, que esse documento esteja facilmente acessível por todos os envolvidos. A ideia é, justamente, que não seja um segredo.

Fundamentalmente, ele deve apontar o que é um MQL (Marketing Qualified Lead) e um SQL (Sales Qualified Lead). Ou seja, quando um Lead é considerado qualificado pelo time de Marketing para ser passado para Vendas, e o que é preciso para Vendas aceitá-lo.

Como fazer um SLA entre Marketing e Vendas?

A seguir, demos uma adiantada e listamos os 5 passos básicos para construir um:

  1. Defina o número de Leads qualificados que Marketing vai entregar para Vendas
  2. Defina como será a passagem do Lead para o time de Vendas
  3. Defina quais informações do Lead o time de Marketing vai passar para Vendas
  4. Defina como será o atendimento do pessoal de Vendas
  5. O que Vendas deve fazer com o Lead

É importante, também, realizar reuniões periódicas para acompanhar o trabalho, discutir as principais dificuldades e revisar o SLA. Elas ajudam, principalmente, o Marketing a entender como Vendas lida com os Leads passados e o que pode ser feito para melhorar.

Todo mundo ganha com o SMarketing

Se lhe pareceu complicado iniciar o processo de construção de um SLA entre Marketing e Vendas para chegar ao SMarketing, saiba que não apenas uma impressão: é difícil mesmo. Vai ser um período de negociações intensas e debates em que as áreas tentarão incluir algo que as faça “levar vantagem”. Mas sabe o que vai sair disso tudo? O equilíbrio.

E sabe quem vai ganhar com isso tudo? Todo mundo. O alinhamento entre Marketing e Vendas resolve dores das duas áreas, que passam a trabalhar juntas com metas e números claro, além de processos compreendidos por todos. A documentação via SLA é uma forma de consulta rápida, mas com o SMarketing os times praticamente internalizam as ações.

Com as reuniões de revisão e análise de resultados, a aproximação fica ainda mais evidente. Assim, a compreensão de que as áreas se complementam — e definitivamente não são rivais — fica mais clara. O resultado costuma vir em forma de aumento de produtividade, melhor funcionamento do funil e metas batidas!

Ferramentas que ajudam o SMarketing

Feito o SLA e aproximadas as áreas, entra em cena a tecnologia para o Smarketing. Ter ferramentas integradas de Marketing e Vendas facilita a manutenção desse alinhamento. Com processos claros e dados visíveis para todos, evitamos conflitos e desencontros.

A Resultados Digitais oferece a plataforma RD Station, com dois softwares que funcionam de forma totalmente integrada: o RD Station Marketing e o RD Station CRM. Eles podem ser testados gratuitamente, para que os benefícios possam ser avaliados sem compromisso.

Aliás, o CRM vai além do teste gratuito, tendo uma versão que é gratuita para sempre! Se o seu time de Vendas ainda usa planilhas e tem informações perdidas por todos os lados, ele é uma boa opção para pôr os seus processos em ordem.

Fonte: https://bit.ly/2M6BM7P

WhatsApp Business e Marketing Conversacional: uma ótima combinação

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Conheça os benefícios do Marketing e entenda por que usar o WhatsApp Bussiness no seu negócio

Este post é um trecho do eBook WhatsApp para Negócios, guia da Resultados Digitais e da Sirena que explica o funcionamento do WhatsApp Business.

Marketing Conversacional é uma estratégia de Marketing Digital que foca principalmente na construção de relacionamentos um-a-um com seus clientes potenciais ou clientes existentes.

Essencialmente, o objetivo dessa estratégia é satisfazer em tempo real as necessidades específicas de cada cliente. O Marketing Conversacional permite às empresas oferecer uma experiência de compra mais humana e personalizada. Ao mesmo tempo, encurtam os ciclos de vendas e informações valiosas sobre os compradores são adquiridas.

Em termos concretos, o Marketing Conversacional busca recolocar a conversa como um pilar fundamental do relacionamento entre uma empresa e seus clientes. Empregando as mais recentes tecnologias de conversação e inteligência artificial na forma de chatbots, as empresas podem interagir com seus clientes com o objetivo de oferecer uma experiência de compra abrangente, simples e intuitiva.

Neste post, vamos citar os principais benefícios do Marketing Conversacional e mostrar por que usar o WhatsApp Business no seu negócio.

Os principais benefícios do Marketing Conversacional?

A seguir, vamos apresentar os motivos pelos quais você deve considerar usar uma estratégia de Marketing Conversacional na sua empresa.

Tempo real

Quando você usa uma estratégia de Marketing Conversacional, a interação com seus clientes acontece instantaneamente e em tempo real. Sem esperas, sem atrasos. Seus clientes são atendidos no momento em que precisam, não importando qual hora seja.

Escalabilidade

Com o surgimento de tecnologias como chatbots, as empresas podem automatizar e escalar conversas com seus clientes, atingindo níveis sem precedentes. Graças a essas tecnologias, as empresas podem manter conversas personalizadas com diferentes clientes ao mesmo tempo, sem prejudicar o funcionamento de seus equipamentos ou sua eficácia ao vender.

Personalização

O uso da tecnologia também nos permite coletar uma grande quantidade de dados, contextualizar conversas e oferecer experiências pessoais únicas. O Marketing Conversacional ajuda empresas a criar vínculos de confiança com seus compradores e experiências de consumo muito positiva.

Feedback

Outra grande vantagem do Marketing Conversacional é o feedback. Cada conversa com um cliente traz contribuições fundamentais que ajudam as empresas a melhorar seus processos de comunicação e seus serviços. Como a conversa foi realizada? O foi bem feito? O que pode ser melhorado? É apenas uma questão de registrar e trabalhar nestes pontos.

WhatsApp vs WhatsApp Business: parecidos, mas muito diferentes

Para colocar em prática uma estratégia de Marketing Conversacional, a maioria das empresas opta por pelo WhatsApp para se comunicar com seus Leads e clientes.

No entanto, o principal problema que surge aqui é que os vendedores usam, na maioria das vezes, suas contas pessoais do WhatsApp, em vez de uma conta oficial da empresa.

Por um lado, isso coloca a imagem da empresa em perigo e, por outro, significa perder o potencial de vendas oferecido por uma ferramenta como o WhatsApp Business. Você usa o WhatsApp pessoal para vender? Vamos explicar por que você deveria mudar.

A melhor maneira de entender os problemas gerados pelo uso de uma conta pessoal do WhatsApp para vendas é através de um exemplo.

Exemplo de mau uso do WhatsApp

Coloque-se no lugar de seus clientes. Imagine, por exemplo, que você queira comprar um celular novo. Você pesquisa as diferentes marcas e modelos disponíveis, checa os comentários no Google e no YouTube, avalia os diferentes preços e seleciona as possíveis lojas para comprar seu produto on-line.

Quando você escolhe uma loja, a primeira coisa que faz é visitar o site ou a página no Facebook para ver como contatá-los para realizar sua compra. Você descobre que no site eles têm um botão WhatsApp instalado, o que permitirá que você converse com um vendedor diretamente de seu telefone. Excelente!

Quando a janela de bate-papo abre no aplicativo, você descobre que o avatar do contato não tem o logotipo da loja, mas a foto de uma pessoa. A conta também não tem uma mensagem de boas-vindas pré-definida ou respostas automáticas que expliquem quais são as horas de atendimento.

Você escreve uma mensagem para perguntar sobre o produto que deseja comprar e o vendedor não responde. Algumas horas depois, você recebe esta mensagem: “Não estou trabalhando no momento. Eu te ligo na próxima semana.”

É bem provável que você mude de loja. Dá pra perceber como uma simples mensagem de WhatsApp sem resposta ou uma comunicação ruim pode significar uma venda perdida?

Guia do WhatsApp para Negócios

Um aplicativo gratuito para pequenas e médias empresas lançado em 2018, o WhatsApp Business permite que empresas interajam com seus clientes de forma simples. É possível utilizar ferramentas para organizar e responder rapidamente às consultas que recebem.

O WhatsApp Business é uma ferramenta baseada em Marketing Conversacional. Ele possui uma série de funcionalidades e características que facilitam e agilizam os processos de vendas.

Fonte: https://bit.ly/2YTaeEL

Experiência de compra: o segredo para encantar clientes!

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A experiência de compra não é a mesma coisa que comprar. A frase parece estranha, mas a verdade é que muita coisa pode afastar o consumidor do momento em que ele busca ou encontra um produto que o interessa. A interação é complexa, passa por diversas etapas racionais e emocionais, e ainda quando não se concretiza no momento, pode converter mais adiante – às vezes até em outro canal que não seja o digital (por isso operações multichannel e omnichannel são uma tendência impossível de ignorar). Mas para que isso aconteça, uma boa experiência de compra no e-commerce é um requisito fundamental.

Essa interação do cliente com a empresa envolve diversos aspectos. De cara, o ambiente virtual já oferece estímulos diferentes.

Não há cheiros, em geral não há música ambiente nem um contato humano acolhedor que quebre o gelo e inicie uma experiência positiva.

Portanto, ao cair em um e-commerce, a experiência de compra precisa atrair o consumidor de outras maneiras, cumprindo esse efeito que a ambientação de uma loja física envolve.

Para chegar até sua marca, aquele consumidor já atravessou um percurso na direção do seu produto ou serviço alinhado a uma maneira de pensar e uma visão – se você é transparente e autêntico, não existe quebra de expectativa conforme ele interage com o conteúdo.

Mas o consumidor que está ali muito provavelmente foi atraído por uma mercadoria específica. Nesse momento, a experiência de compra precisa ser capaz de emular os benefícios do consumo daquela mercadoria.

Fotos, fichas técnicas detalhadas, porém fáceis de ler e entender, vídeos convidativos e outros recursos que permitam demostrar a satisfação em adquirir aquele produto são fundamentais para dar mais um passo na conversão em compra.

Nesse momento, vale explorar ao máximo tanto aspectos físicos do produto, como materiais, utilidade, modos de usar, como o imaginário associado.

Vestuário fitness com fotos de modelos em academia tendem a estimular muito mais a imaginação de quem treina do que quando fotografados em modelos de passarela. Em outras palavras, é preciso explorar elementos sensoriais e promover momentos envolventes.

Da mesma maneira que vendedores experientes e bem treinados são decisivos quando falamos em converter uma venda de um consumidor que está envolvido com o produto, mas está indeciso, a loja online precisa cumprir um papel similar. Depois de garantir a confiabilidade e identificação em uma relação com a marca, a experiência de compra online precisa ser simples e intuitiva.

Escolher os produtos e suas especificações e fechar o carrinho não deve ser complicado. Uma má experiência nessa etapa pode fazê-lo abandonar a compra quase na linha de chegada.

Certifique-se de que seu e-commerce é fluido e eficiente em todas as plataformas em que opera.

Feita a compra, já começa a experiência da qual dependem as próximas. Completar o pagamento com facilidade, acompanhar a entrega e ter um bom pós-vendas, eficiente tanto para resolver problemas como para assegurar ao cliente que ele fez a sua escolha dos sonhos, reforçam o relacionamento com a marca e abrem espaço para reiniciar uma jornada futura.

A satisfação gerada pela compra é um sentimento extremamente relevante, que deve ser valorizado. A partir daí o cliente experimenta a satisfação e a ansiedade pela entrega, e é um bom momento para reforçar o vínculo, sendo transparente no pós-venda e trazendo outras possibilidades de compras agradáveis.

É um bom momento para oferecer inscrição em uma newsletter ou interação por outros canais diferentes daquele no qual foi realizada a venda.

Fonte: https://bit.ly/321DVX7

A importância da gestão de redes sociais para o e-commerce

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Ter um e-commerce de sucesso exige atenção com a gestão das redes sociais. Essas plataformas são importantes não apenas para as estratégias de marketing e comunicação, como para garantir que a loja tenha um serviço de atendimento ao cliente mais eficiente.

Se ainda tem dúvidas sobre a relevância de trabalhar bem esses canais, preste atenção nesses dados apurados na última edição da pesquisa Social Trends:

– 94,4% das empresas estão presentes nas redes sociais;

– Dessas operações, 62% avaliam que essas plataformas têm um papel muito importante para os negócios;

– 85,3% indicam a visibilidade da marca como o principal motivo para a marca estar nas redes sociais;

– 64,8% indicam a questão da interação com o público como a mais relevante.

Neste artigo, vamos detalhar as estratégias que podem ser empregadas para melhorar a presença do seu e-commerce nas redes sociais. Acompanhe!

Como as pessoas usam as redes sociais?

Uma questão sintetiza bem a relevância das redes sociais para o e-commerce: audiência. Quem vende pela internet precisa garantir tráfego na sua loja. Então, faz todo o sentido que a marca tenha uma boa estratégia para se conectar com o público presente nessas plataformas.

Estima-se que hoje 78% dos usuários de internet mantenham perfis nesses canais. O estudo Social Trends indica que o Facebook se mantém na liderança como a mais utilizada, com 98,8% das menções.

O Instagram aparece na segunda posição, com 89,1%. Detalhe: comparando com a edição de 2017, essa rede social cresceu 26,9%. Na sequência temos LinkedIn, Twitter e YouTube.

Outra informação relevante para quem tem um negócio na internet: 94% das pessoas acessam as páginas diariamente (daí a importância da atualização) e, destes, 38% passam mais de 4 horas navegando nas redes.

Entre os assuntos mais procurados pelos internautas, figuram com destaque:

– 85,4% declarou que busca informações sobre sua profissão e área de atuação;

– 59,3% estão atrás de notícias em geral;

– 59% procuram entretenimento;

– 56% citaram o assunto tecnologia como o mais importante.

Gestão de redes sociais: como valorizar sua estratégia?

Agora que já vimos como é o comportamento do público, vamos ver como os e-commerces podem valorizar sua presença nesses canais.

O primeiro aspecto a ser observado é que a concorrência é acirrada pela atenção do público. Isso implica na adoção de alguns cuidados por parte das empresas.

Para começar, é preciso ter estratégias bem planejadas. É por isso que temos visto o aumento dos investimentos nas áreas de Business Inteligence (BI).

Com tanta informação disponível, não faz sentido deixar de usar ferramentas e técnicas adequadas para fazer a gestão dos canais.

Lembre-se de que, além de agilidade, a automação das tarefas, por exemplo, garante mais eficiência. Na prática, isso resulta em otimização dos investimentos.

Para isso, não se engane, é preciso recorrer a uma plataforma de gerenciamento de redes sociais. Há várias opções no mercado e a maioria delas permite que você teste por um período, gratuitamente. É uma boa alternativa, para ver o que vai funcionar melhor para sua loja.

Outro ponto fundamental é a mensuração. Um planejamento adequado nessa área deve indicar quais métricas serão acompanhadas. É a partir daí que será possível fazer os ajustes necessários nas suas estratégias.

Separamos algumas dicas importantes para organizar a estratégia do seu e-commerce. Confira no próximo tópico.

Como fazer o gerenciamento das suas redes sociais?

No caso específico do setor de e-commerce, fique atento a essas questões:

Cuide da integração

O consumidor hoje tem um comportamento omnichannel. Ou seja, trafega entre os diferentes canais da loja e espera ter a melhor experiência possível em todos eles.

Fique atento: para atender às exigências desse cliente, é fundamental ter uma plataforma de e-commerce que integre website, mobile, marketplaces e redes sociais. Assim, todas as informações serão registradas num sistema único e você não terá dificuldades para planejar adequadamente suas estratégias.

Personalize suas ações

Um dos erros nessa área é acreditar que basta fazer a replicação dos conteúdos nas diferentes plataformas. Cada rede social tem suas particularidades e elas devem ser respeitadas.

Isso envolve atenção com a linguagem e os formatos das mensagens, mas também com a forma como o consumidor será abordado. No Instagram, por exemplo, além da produção visual (fotos e vídeos bem-feitos são fundamentais nessa plataforma), é importante trabalhar bem as hashtags.

O uso do Instagram Stories também deve ser analisado com atenção. É uma excelente oportunidade para estabelecer um contato mais autêntico com o público.

Para o Facebook, que é a rede social com maior audiência, a dica é reservar investimento para os anúncios e o impulsionamento dos posts.

Ouça o seu cliente

No caso do e-commerce, as redes sociais devem ser vistas também como importantes canais de relacionamento com o cliente. No dia a dia, isso significa que é monitorar as eventuais citações sobre a marca.

Qualquer comentário sobre o seu negócio (seja uma boa ou má experiência) deve ser respondido. Se for algo desfavorável, o ideal é tentar levar a conversa para um ambiente privado. E, de qualquer maneira, é fundamental valorizar o contato.

Prestar um atendimento adequado vai ajudar a fortalecer a sua presença digital, além de gerar outro benefício importante: entender melhor as necessidades do seu público.

A experiência do usuário é um fator de primeira ordem para o sucesso de um negócio online. Por isso, não desperdice a possibilidade de ouvir o cliente nas redes sociais.

Priorize o engajamento

Um dos cuidados no gerenciamento das redes sociais é orientar a estratégia a partir de métricas que realmente importam para o negócio.

Não caia na armadilha de valorizar demais as chamadas “métricas de vaidade”. O volume de curtidas na sua página no Facebook deve ser acompanhado, porém, é importante que seja analisado junto com outros indicadores.

Independentemente da rede social, o que mais interessa é o engajamento. Comentários, compartilhamentos e envio de mensagens são os objetivos que devem ser perseguidos.

Lembre-se de que o engajamento é um dos fatores que tornará o seu conteúdo mais relevante não apenas para o público, como para os motores de busca.

Para conseguir elevar os seus resultados nessa frente, só existe um caminho: garantir a qualidade das suas publicações. Ninguém entra numa rede social para fazer compras, portanto, essas plataformas não devem ser tratadas como uma página de anúncios.

Conteúdos bem trabalhados, de interesse do usuário, podem fazer muita diferença na gestão das redes sociais, o que reverte positivamente para o resultado do e-commerce.

Fonte: https://bit.ly/2XCPJj1

Tribalismo no marketing digital

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Interagir com pessoas de formas diferentes baseado no comportamento, local e contexto é um conceito simples de entender, e faz parte do nosso cotidiano.

Por exemplo, um senhor de terno e gravata entra em uma loja de roupas, ele terá uma recepção diferente de um jovem de bermuda e camiseta de banda de heavy metal ao entrar nesta mesma loja.

Conceitos simples que entendemos e processamos de forma natural, eles podem até querer comprar o mesmo produto, porém a jornada será certamente diferente. Esses são os desafios complexos que as marcas enfrentam hoje em dia. Mas como ser relevante para todas as tribos?

Atualmente, as marcas precisam acolher o consumidor, e criar experiências para atender as expectativas deles. E na comunicação, ser relevante para seu público alvo e sua “tribo”, torna-se uma ferramenta poderosa e essencial nessa nova dinâmica.

Isso porque a sociedade está cada vez mais complexa, com diversas segmentações e ramificações. Nesse momento é quando o consumidor começa a interagir mais com as marcas que ele se identifica e reconhecer como sendo sua “tribo”, exclusiva a todas as outras pessoas.

Afinal, todo mundo gosta de se sentir parte de algo maior, de se sentir incluído e especial.

Segmentar por sexo e idade não é mais suficiente.

Com a ajuda da tecnologia que está disponível há mais de 10 anos, falamos muito de engajamento desde sempre e já estamos cansados de saber o que o consumidor espera das marcas.

Um bom vendedor entende que para melhorar suas chances de vender ele precisa deixar o cliente mais à vontade e mais interessado no produto. Para isso ele precisa salientar as vantagens do produto e como ele vai melhorar a vida do cliente.

Para aplicar estas técnicas de vendas, o vendedor precisa necessariamente inferir alguns padrões sobre o cliente: seu gosto, sua linguagem e o nível de interesse no produto em questão.

Além disso, ele precisa ser inteligente e usar as informações externas para o convencimento do cliente, como o local, o clima, a economia, dentre muitos outros. Porque seria diferente no ambiente digital? Não deveria, mas é.

No digital estamos bombardeando o consumidor com a mesma mensagem várias vezes, visando o clique dele. Repetindo a exaustão o produto que ele viu e não comprou, focado em otimizar para o clique, sem pensar na mensagem ou no objetivo do investimento que desejamos.

Esse ambiente foi desenhado para criar experiências de forma personalizadas. Nele conseguimos a escala e a automação necessária para aumentarmos a relevância e permite explorarmos diversos fatores que podemos considerar importantes e essenciais na hora de interagir com os consumidores. Sabemos o local em que ele está, o dispositivo que está usando, como chegou até sua publicidade, além das informações de comportamento que podemos comprar de empresas especializadas.

Todos esses dados servem para criar o momento ideal e a mensagem correta para falar com as pessoas certas. Quanto mais informação você obtém do consumidor, mais customizado e eficiente será seu marketing.

Mas há luzes no fim do túnel. Algumas marcas já estão se preparando e investindo em segmentação inteligente para aumentar a relevância para essas tribos. Temos casos de grandes marcas que antigamente definiam verbas publicitárias nos orçamentos, agora definindo a entrega da publicidade por meio da relevância de cada produto para o usuário.

Ou seja, têm uma verba única e definem qual linha criativa e de qual produto será entregue, dependendo do perfil do cliente. Um consumidor masculino que gosta de moda, por exemplo, às 21 horas, vai ver um sabão de lavar roupas premium e suas vantagens para lavar tecidos nobres.

Entendemos que ele está em casa e que é melhor mostrar sabão de lava roupas, do que qualquer outro produto do portfólio da empresa.

Vale lembrar que a segmentação de usuários permite as marcas entregarem os produtos mais relevantes para cada tipo de pessoa no momento certo. Temos clientes pensando fora da caixa e desafiando a frase “vender sorvete para esquimó” ao definir a promoção e a entrega de publicidade com base na temperatura em várias cidades do Brasil.

Esse cliente define níveis de descontos progressivos, baseado na temperatura da cidade de entrega da publicidade e se tiver muito frio ou muito calor, suspende a campanha. Isso porque no frio, o ROI fica muito baixo e no calor o consumidor não precisa de convencimento.

Os retornos com eles foram excepcionais, como também otimizou muito o custo da campanha, sem investir quando não era necessário, tudo de forma escalável e automática.

Um outro caso simples é uma marca que optou por contar uma história ao invés de repetir a propaganda várias vezes para os usuários. Contávamos a frequência com que o potencial cliente via a publicidade e criamos uma ordem para os criativos.

Haviam várias histórias que eram escolhidas baseadas no perfil do usuário. Um criativo era mostrado depois do outro de forma que contasse uma história com começo, meio e fim. A preocupação não era com o clique, mas sim com a experiência do usuário e com o storytelling.

Depois da sequência de criativos ser mostrada, não era desperdiçado mais nenhuma impressão com aquele cliente.

Por fim, consumidores modernos querem saber como se relacionam com tudo e as mensagens customizadas permitem uma ressonância muito maior. Marketing feito de forma personalizada não só é mais eficiente como também cria maior relevância para o usuário, poupando e otimizando verbas tão preciosas hoje em dia.

Fonte: https://bit.ly/2JboZgx

Sete perguntas sobre participação nos lucros ou resultados

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O Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) é um tema que ainda sofre grande preconceito nas empresas, principalmente pelo fato dos empresários acreditarem que essa participação terá reflexos negativos em seus ganhos finais, o que é um grande erro, sendo que o que observo é que na maioria das vezes os resultados são positivos para todos das empresas.

Isso se deve ao fato que essa forma de ganho resulta em ganhos sensacionais na produtividade e na motivação da empresa, fazendo com que se tornem vantajosos os gastos perante esses pagamentos. Para melhor entender o tema, listei as principais perguntas que sempre recebo sobre o tema:

O que é PLR?

PLR, ou Participação nos Lucros ou Resultados, é um modelo de remuneração que tem como objetivo alinhar as estratégias da organização com os anseios individuais de seus colaboradores. O pagamento se dá com o atingimento de metas pré-estabelecidas, onde o resultado da empresa passa a ser o resultados de todos envolvidos no processo, uma relação ganha ganha.

Este modelo é amparado pela Lei 10.101, onde não há incidências de encargos trabalhistas, o que transforma essa opção atrativa, pois, além de direcionar as equipes ao resultado, seu custo tem menores impactos para empresa.

Quais os impactos que ele proporciona nas empresas?

O principal resultado que propicia é o sentimento de que os colaboradores fazem parte dos resultados da empresa e, consequentemente, poderão ocasionar aumento em seus ganhos. Outros impactos importantes são que a empresa poderá elevar seus resultados e manter seus custos fixos controlados, pois o PLR é pago somente ocorre quando há resultados, isto transmite um espírito de equipe com foco nos resultados, além claro de elevação da qualidade do clima organizacional, pois há valorização do colaborador..

Ainda existe resistência em relação a pequenas e médias empresas?

Sim ainda há certa resistência nas empresas médias e pequenas, onde posso citar dois principais motivos:

Desconhecimento da lei, metodologias e o quanto este modelo pode alavancar os negócios;
A sensação de Insegurança e dificuldades nas negociações com os sindicatos, pois o PLR só terá validade com a homologação junto ao órgão.
Em minhas experiências com projetos de implantação de sistemas de PLRposso afirmar que alguns sindicatos tem sido receptivos e participativos nas negociações.

Muitos empresários não gostam da ideia de compartilhar seus lucros, esse pensamento é errado?

Sim, e isso ocorre por uma limitação de visão dos empresários, pois entendem que esta remuneração se tornará uma despesa sem retorno, o que é um equivoco, pois todos os pagamentos são atrelados a metas estabelecidas, que devem ter o foco no retorno econômico da empresa. Outra questão que muitas vezes bloqueiam esta implantação, são as imposições sindicais incompatíveis com a realidade econômica da empresa e seu mercado, embora esta visão tem mudado nos últimos anos por parte das empresas e sindicatos.

Como criar esse tipo de política? A divisão deve ser igualitária à todos ou proporcional a salários?

Dentro desse tipo de política e forma de remunerar, deve seguir alguns preceitos legais como:

Ser desenvolvido por meio da participação dos colaboradores através da representação de um comitê;
Ter metas atingíveis e claras;
Criar indicadores mensuráveis.
A divisão deverá ser justa, porém refletir de forma clara e consistente os resultados atingidos por meio de indicadores corporativos e departamentais.

Lembrando que deve ser igualitário na metodologia, mas nem sempre no valor a ser pago será o mesmo, pois dentro do sistema de PLR os resultados departamentais e individuais poderão dar uma variação de um colaborador para outro.

Assim é necessária uma metodologia que garanta que todos realmente participem do resultado, seja em equipe ou individual. O PLR poderá ser desenvolvido tendo como base o salário nominal, um budget definido ou valores limites fixados.

Devem existir metas por áreas para conquista do objetivo? E metas individuais?

Sim, é fundamental que tenha metas por área ou departamental e individuais. Podendo ser feita da seguinte forma:

Por área ou departamento: avalia e remunera pelo resultado do trabalho em equipe, valerá o resultado geral de todos;
Individual: avalia e remunera pelo seu resultado atingindo, sua participação com qualidade no processo e execução de tarefas.
Também devem existir indicadores corporativos que reflitam no objetivo da alto gestão em relação a todos os resultados, podemos chamar a junção destes modelos dos indicadores como Mistos.

Quais os principais erros cometidos em relação ao tema?

Podemos citar:

Desenvolver metas que não refletem no resultado final da empresa;
Criar metas não mensuráveis e inatingíveis;
Deixar de envolver os colaboradores no desenvolvimento e aprovação do sistema;
Não realizar projeções de resultados, estipulando valores a serem pagos superiores ao possível de ser cumprido;
Não homologar no sindicato representativo.

Fonte: https://bit.ly/2XE3tdw